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	<title>Arquivo de Motivação do assassinato de Gritzbach foi sua delação - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Motivação do assassinato de Gritzbach foi sua delação - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>Júri de PMs acusados pela morte de Gritzbach começa na próxima segunda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 19:41:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
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		<category><![CDATA[Gilmar Mendes manda soltar delegado investigado no caso Gritzbach]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Três policiais militares acusados de participarem do assassinato do empresário e delator Vinicius Gritzbach serão julgados por um júri popular a partir da próxima segunda-feira (22). O júri será realizado no Fórum Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo, e a previsão inicial é de que o julgamento dure em torno de cinco dias. Serão julgados o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antônio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues, que estão presos. Além do envolvimento na execução de Gritzbach, eles também são acusados pela morte do motorista de aplicativo Celso Novais, que passava pelo local no momento dos tiros, e pelo ferimento de duas pessoas, atingidas por estilhaços dos disparos. A execução do empresário ocorreu em 8 de novembro&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/juri-de-pms-acusados-pela-morte-de-gritzbach-comeca-na-proxima-segunda/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>Três policiais militares acusados de participarem do assassinato do empresário e delator Vinicius Gritzbach serão julgados por um júri popular a partir da próxima segunda-feira (22)</strong>.</p>
<p><strong>O júri será realizado no Fórum Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo, e a previsão inicial é de que o julgamento dure em torno de cinco dias.</strong></p>
<p>Serão julgados o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antônio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues, que estão presos.</p>
<p>Além do envolvimento na execução de Gritzbach, eles também são acusados pela morte do motorista de aplicativo Celso Novais, que passava pelo local no momento dos tiros, e pelo ferimento de duas pessoas, atingidas por estilhaços dos disparos. A execução do empresário ocorreu em 8 de novembro de 2024 no Terminal 2 do Aeroporto Internacional de Guarulhos.</p>
<p><strong>Gritzbach era réu por homicídio e acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro para a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC)</strong>. Antes de ser assassinado, ele havia assinado uma delação premiada com o Ministério Público, entregando nomes de pessoas ligadas ao PCC e também acusando policiais de corrupção.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">>> Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<h2>Júri popular</h2>
<p>O júri popular é um órgão especial da justiça, previsto na Constituição, com competência exclusiva para julgar crimes dolosos contra a vida. Nesse tipo de julgamento há a participação de sete jurados, que são selecionados entre a população em geral, e que vão decidir se os réus são inocentes ou culpados do crime.</p>
<p>O julgamento tem início com a seleção dos sete jurados que vão julgar o caso. Depois começam a ser ouvidas as testemunhas que foram arroladas tanto pela defesa dos réus quanto pela acusação, formada pelo Ministério Público, que será representado pelos promotores Vania Caceres Stefanoni e Rodrigo Merli Antunes. <strong>Para o julgamento deverão ser ouvidas um total de 21 testemunhas.</strong></p>
<p>Na etapa seguinte, os três réus serão interrogados. Em seguida ocorre a fase de debates, com a argumentação da acusação e da defesa e só então os sete jurados irão se reunir para decidir o destino dos três policiais: se eles serão condenados ou absolvidos pelos crimes.</p>
<h2>Inquérito</h2>
<p>Em março do ano passado, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-03/policia-conclui-investigacao-do-caso-gritzbach-e-indicia-seis-pessoas" target="_blank">Polícia Civil concluiu a investigação</a> sobre o assassinato de Gritzbach e indiciou seis pessoas pelo crime. <strong>Segundo a polícia, o crime foi motivado por vingança e também pelo fato de o delator ter mandado matar dois aliados de lideranças do grupo criminoso na região metropolitana de São Paulo. Na ocasião foram indiciados</strong>:</p>
<ul>
<li>    Emílio Carlos Gongorra Castilho (o Cigarreira): líder do PCC e mandante do crime</li>
<li>    Diego dos Santos Amaral (o Didi): líder do PCC e mandante do crime</li>
<li>    Kauê do Amaral Coelho: informante, monitorou o delator e avisou os executores</li>
<li>    Fernando Genauro: policial militar e executor do crime</li>
<li>    Denis Antonio Martins: policial militar e executor do crime</li>
<li>    Ruan Silva Rodrigues: policial militar e executor do crime</li>
</ul>
<p>Os dois primeiros estão foragidos e enfrentam um processo separado. Por sua vez, o processo de Kauê do Amaral Coelho foi desmembrado e não será julgado nessa etapa.</p>
<p>Já os três policiais (Genauro, Martins e Rodrigues) estão presos no Presídio Militar Romão Gomes e são os que vão enfrentar o júri popular. O cabo Denis Martins e o soldado Ruan Rodrigues foram acusados pelo Ministério Público de usarem fuzis para matar Gritzbach. Já o tenente Fernando Genauro teria levado a dupla de carro até o local da execução e depois ajudado os criminosos a fugirem do local.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/juri-de-pms-acusados-pela-morte-de-gritzbach-comeca-na-proxima-segunda" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 19 Jun 2026 15:53:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/juri-de-pms-acusados-pela-morte-de-gritzbach-comeca-na-proxima-segunda/">Júri de PMs acusados pela morte de Gritzbach começa na próxima segunda</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Corregedoria da PM indicia 17 policiais por crimes no caso Gritzbach</title>
		<link>https://weeknews.online/corregedoria-da-pm-indicia-17-policiais-por-crimes-no-caso-gritzbach/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 17:12:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Corregedoria da Polícia Militar]]></category>
		<category><![CDATA[diz DHPP]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação do assassinato de Gritzbach foi sua delação]]></category>
		<category><![CDATA[no dia 8 de novembro do ano passado]]></category>
		<category><![CDATA[Operação faz nova busca e apreensão sobre a morte de Vinícius Gritzbac]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[STJ mantém prisão de policiais por envolvimento no caso Gritzbach]]></category>
		<category><![CDATA[Vinícius Gritzbach]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo concluiu o inquérito policial militar (IPM) sobre a escolta ilegal e o assassinato de Vinícius Gritzbach e indiciou 17 policiais por participação nos crimes, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP) do estado. Gritzbach foi executado no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, no dia 8 de novembro do ano passado. O crime foi gravado por câmeras de segurança. Segundo a SSP, o inquérito foi encaminhado ao Tribunal de Justiça Militar (TJM) e, como resultado das investigações, os 17 agentes públicos permanecem presos. Vinícius Lopes Gritzbach, acusado de lavagem de dinheiro e de ter mandado matar duas pessoas do PCC, fez um acordo de delação com o Ministério Público (MP) do Estado de São Paulo&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/corregedoria-da-pm-indicia-17-policiais-por-crimes-no-caso-gritzbach/">Leia mais...</a></p>
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        </a>
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<p><strong>A Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo concluiu o inquérito policial militar (IPM) sobre a escolta ilegal e o assassinato de Vinícius Gritzbach e indiciou 17 policiais por participação nos crimes, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP) do estado.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744909939_262_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744909939_444_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Gritzbach foi executado no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, no dia 8 de novembro do ano passado. O crime foi gravado por câmeras de segurança<strong>. Segundo a SSP, o inquérito foi encaminhado ao Tribunal de Justiça Militar (TJM) e, como resultado das investigações, os 17 agentes públicos permanecem presos.</strong></p>
<p>Vinícius Lopes Gritzbach, acusado de lavagem de dinheiro e de ter mandado matar duas pessoas do PCC, fez um acordo de delação com o Ministério Público (MP) do Estado de São Paulo em março de 2024. Segundo a promotoria, na colaboração para atenuar a pena, o réu citou agentes públicos.</p>
<p>O conteúdo da delação é sigiloso, mas, em outubro do ano passado, o MP encaminhou à Corregedoria da Polícia Civil trechos do documento, em que o delator denuncia policiais civis por extorsão. Em 31 de outubro ele foi ouvido na corregedoria, oito dias antes de ser morto. Gritzbach também delatou um esquema de lavagem de dinheiro utilizado pelo PCC.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Camila Boehm &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/corregedoria-da-pm-indicia-17-policiais-por-crimes-no-caso-gritzbach">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 17 Apr 2025 13:47:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/corregedoria-da-pm-indicia-17-policiais-por-crimes-no-caso-gritzbach/">Corregedoria da PM indicia 17 policiais por crimes no caso Gritzbach</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Caso Vinicius Gritzbach: MP denuncia 6 por envolvimento no assassinato</title>
		<link>https://weeknews.online/caso-vinicius-gritzbach-mp-denuncia-6-por-envolvimento-no-assassinato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 18:47:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[diz DHPP]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação do assassinato de Gritzbach foi sua delação]]></category>
		<category><![CDATA[PM suspeito de envolvimento em execução de Gritzbach é preso em SP]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia conclui investigação do caso Gritzbach e indicia seis pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Vinícius Gritzbach]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Seis acusados de participarem diretamente do assassinato de Vinicius Gritzbach, delator do grupo criminosos PCC &#8211; Primeiro Comando da Capital &#8211; foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público, nessa segunda-feira (18). São três policiais militares e três homens ligados ao PCC. O órgão pede também a conversão dos mandados de prisão dos acusados, de temporária para preventiva, ou seja, sem prazo. Além do envolvimento na execução do delator, eles são acusados pela morte de um motorista de aplicativo, por bala perdida, e pelo ferimento de duas pessoas, atingidas por estilhaços de disparos feitos no aeroporto internacional de SP, em Guarulhos, no dia 8 de novembro. O militares são o cabo Denis Martins e o soldado Ruan Rodrigues, acusados de usarem fuzis para matar Gritzbach; e o tenente Fernando&#8230;</p>
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<p>O post <a href="https://weeknews.online/caso-vinicius-gritzbach-mp-denuncia-6-por-envolvimento-no-assassinato/">Caso Vinicius Gritzbach: MP denuncia 6 por envolvimento no assassinato</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
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<p>Seis acusados de participarem diretamente do assassinato de Vinicius Gritzbach, delator do grupo criminosos PCC &#8211; Primeiro Comando da Capital &#8211; foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público, nessa segunda-feira (18). São três policiais militares e três homens ligados ao PCC. O órgão pede também a conversão dos mandados de prisão dos acusados, de temporária para preventiva, ou seja, sem prazo.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742323641_172_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742323642_236_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Além do envolvimento na execução do delator, eles são acusados pela morte de um motorista de aplicativo, por bala perdida, e pelo ferimento de duas pessoas, atingidas por estilhaços de disparos feitos no aeroporto internacional de SP, em Guarulhos, no dia 8 de novembro.</p>
<p>O militares são o cabo Denis Martins e o soldado Ruan Rodrigues, acusados de usarem fuzis para matar Gritzbach; e o tenente Fernando Genauro, que teria levado a dupla de carro até o local da execução, e depois ajudado os criminosos a fugir do local.</p>
<p>Os outros três denunciados são Kauê Amaral, acusado de monitorar os passos de Gritzbach no aeroporto e dar informações para os atiradores; e também Emílio Gongorra, o &#8220;Cigarreira&#8221;, e Diego Amaral, o &#8220;Didi&#8221;, apontados como mandantes do assassinato do delator. Eles estão foragidos. </p>
<p>Os promotores pediram que a Secretaria da Segurança Pública paulista pague R$ 50 mil de recompensa para quem der informações que levem à prisão de Cigarreira, e R$ 50 mil para alguma pista que possa levar à captura de Didi.</p>
<p>A investigação continua, lembrando que, em fevereiro, a Justiça tornou rés 12 pessoas, sendo oito policiais civis, e ainda promotores, delegados e investigadores, que teriam se unido a criminosos para enriquecer ilicitamente e proteger o crime organizado.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> liliane.farias , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2025-03/caso-vinicius-gritzbach-mp-denuncia-6-por-envolvimento-no-assassinato">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 18 Mar 2025 18:07:54 +0000 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/caso-vinicius-gritzbach-mp-denuncia-6-por-envolvimento-no-assassinato/">Caso Vinicius Gritzbach: MP denuncia 6 por envolvimento no assassinato</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Morte de delator: polícia diz que mandante era envolvido com tráfico</title>
		<link>https://weeknews.online/morte-de-delator-policia-diz-que-mandante-era-envolvido-com-trafico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 23:58:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[diz DHPP]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação do assassinato de Gritzbach foi sua delação]]></category>
		<category><![CDATA[PM suspeito de envolvimento em execução de Gritzbach é preso em SP]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia de São Paulo combate tráfico de anfetaminas]]></category>
		<category><![CDATA[undefined]]></category>
		<category><![CDATA[Vinícius Gritzbach]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Uma pessoa envolvida com o tráfico de drogas e de armas no Rio de Janeiro foi o mandante da morte de Vinícius Gritzbach, assassinado no Aeroporto Internacional de Guarulhos (foto), na Grande São Paulo, em novembro do ano passado. A afirmação foi feita hoje (13) pela Polícia Civil de São Paulo. O nome do mandante do crime não foi divulgado, mas a polícia informou que ele tem 44 anos e atende pelo codinome de Cigarreira. Além da atuação no Rio de Janeiro, Cigarreira também está envolvido com o tráfico na região do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Para despistar os policiais, o criminoso e alguns familiares utilizavam documentos falsos com várias identidades. Segundo a Polícia Civil, Cigarreira arquitetou o plano do&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/morte-de-delator-policia-diz-que-mandante-era-envolvido-com-trafico/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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Feed Últimas.<br />
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<p>Uma pessoa envolvida com o tráfico de drogas e de armas no Rio de Janeiro foi o mandante da morte de Vinícius Gritzbach, assassinado no Aeroporto Internacional de Guarulhos (foto), na Grande São Paulo, em novembro do ano passado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739491120_927_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739491121_916_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A afirmação foi feita hoje (13) pela Polícia Civil de São Paulo.</p>
<p>O nome do mandante do crime não foi divulgado, mas a polícia informou que ele tem 44 anos e atende pelo codinome de <em>Cigarreira</em>. Além da atuação no Rio de Janeiro, <em>Cigarreira</em> também está envolvido com o tráfico na região do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Para despistar os policiais, o criminoso e alguns familiares utilizavam documentos falsos com várias identidades.</p>
<p>Segundo a Polícia Civil, <em>Cigarreira</em> arquitetou o plano do assassinato com a ajuda de um braço direito, mais conhecido como <em>Didi</em>. Ambos estão foragidos.</p>
<h2>Histórico</h2>
<p>Gritzbach era réu por homicídio e acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro para a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). No ano passado, ele havia assinado uma delação premiada com o Ministério Público, entregando o nome de pessoas ligadas ao PCC e também acusando policiais de corrupção.</p>
<p>Até este momento, 26 pessoas já foram presas por envolvimento no caso, sendo 17 delas policiais militares e cinco policiais civis. Outras quatro pessoas presas são suspeitas de ter alguma relação com o homem que foi apontado como integrante da facção criminosa e que teria atuado como olheiro no dia do crime.</p>
<p>O primeiro identificado pela polícia por participação no assassinato foi justamente esse olheiro, que avisou aos atiradores sobre o momento em que a vítima estava saindo do saguão do aeroporto. Esse olheiro foi identificado como Kauê do Amaral Coelho, que segue foragido. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que está oferecendo R$ 50 mil por informações que levem ao suspeito. A namorada dele foi presa em janeiro.</p>
<h2>Mandados judiciais</h2>
<p>Nesta quinta-feira (13), o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) deflagrou uma operação para cumprir novos mandados judiciais contra os envolvidos na morte do delator. Durante a operação foram apreendidos celulares, <em>pen drives</em> e outros objetos. Os policiais também fizeram buscas em um suposto galpão atribuído como de propriedade de <em>Cigarreira</em>.</p>
<p>Hoje, a polícia informou que, após mais de três meses de investigações, a força-tarefa está em sua fase final. O inquérito policial, que deve pedir a prisão preventiva dos envolvidos no caso, deverá ser relatado nas próximas semanas e entregue ao Ministério Público.</p>
<p>“Temos testemunhas e provas técnicas para concluir esse inquérito. Cheguei a ficar 36 horas dentro de uma sala montada só para resolver esse caso. Escrivães analisaram 30 horas de imagens, muitas vezes com a qualidade ruim, somente para chegar na resolução desse crime”, disse a delegada Ivalda Aleixo, diretora do DHPP.</p>
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<p> Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/morte-de-delator-policia-diz-que-mandante-era-envolvido-com-trafico">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 13 Feb 2025 20:47:00 -0300 </p>

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		<title>Preso PM suspeito de ser o segundo atirador contra Gritzbach</title>
		<link>https://weeknews.online/preso-pm-suspeito-de-ser-o-segundo-atirador-contra-gritzbach/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 13:08:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[a polícia tem duas linhas “bastante adiantadas” de investigação]]></category>
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		<category><![CDATA[Delação]]></category>
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		<category><![CDATA[Mandante do assassinato de Gritzbach é membro do PCC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A Corregedoria da Polícia Militar prendeu um policial militar suspeito de ser o segundo atirador no assassinato do delator Vinícius Lopes Gritzbach. Ele foi executado no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, no dia 8 de novembro do ano passado.  Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), a prisão foi efetuada nessa terça-feira (21), na sede do 20º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano, em Barueri, e o suspeito seria encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes (PMRG). Com a nova prisão, o número de detidos por envolvimento no caso chega a 26, sendo 17 PMs, cinco policiais civis e outras quatro pessoas relacionadas ao homem apontado como olheiro do crime, que está foragido. O caso é investigado por uma Força-Tarefa, que&#8230;</p>
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<p>A Corregedoria da Polícia Militar prendeu um policial militar suspeito de ser o segundo atirador no assassinato do delator Vinícius Lopes Gritzbach. Ele foi executado no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, no dia 8 de novembro do ano passado. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737551283_657_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737551284_144_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), a prisão foi efetuada nessa terça-feira (21), na sede do 20º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano, em Barueri, e o suspeito seria encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes (PMRG).</p>
<p>Com a nova prisão, o número de detidos por envolvimento no caso chega a 26, sendo 17 PMs, cinco policiais civis e outras quatro pessoas relacionadas ao homem apontado como olheiro do crime, que está foragido.</p>
<p>O caso é investigado por uma Força-Tarefa, que inclui o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e as corregedorias das polícias civil e militar.</p>
<h2>Prisões</h2>
<p>Na última quinta-feira (16), operação da Corregedoria já havia prendido o primeiro policial militar identificado como um dos autores dos disparos contra Gritzbach. Imagens das câmeras de segurança do aeroporto mostram dois atiradores saindo do carro e atirando.</p>
<p>Na mesma operação, mais 14 PMs foram presos por suspeita de envolvimento com o crime organizado e por prestarem serviço de segurança ilegal ao delator.</p>
<p>Na mesma data, a namorada do homem apontado como olheiro do crime foi presa pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, por meio de um mandado obtido em uma investigação sobre tráfico de drogas. Segundo a apuração, a mulher de 28 anos era responsável por comercializar as drogas de posse do namorado Kauê do Amaral Coelho, que tem mandado de prisão expedido e está foragido.</p>
<p>No dia seguinte (17), outro envolvido foi detido. O homem, de 22 anos, é investigado por ter relação com Kauê e por associação ao tráfico de drogas. Em outra ação do DHPP, um tenente da PM foi preso no sábado (18). O policial seria o condutor do veículo utilizado na execução do crime, um Gol preto, que levava os dois policiais militares identificados pela investigação como autores dos disparos.</p>
<h2>Mandante</h2>
<p>A diretora do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa de São Paulo (DHPP), delegada Ivalda Aleixo, informou, na semana passada, que a polícia tem duas linhas “bastante adiantadas” de investigação para identificar o mandante da execução de Gritzbach. Ambas apontam para membros do PCC.</p>
<p>Vinícius Lopes Gritzbach, acusado de lavagem de dinheiro e de ter mandado matar duas pessoas do Primeiro Comando da Capital (PCC), fez um acordo de delação com o Ministério Público (MP) do Estado de São Paulo em março de 2024. Segundo a promotoria, na colaboração para atenuar a pena, o réu citou agentes públicos.</p>
<p>O conteúdo da delação é sigiloso, mas, em outubro do ano passado, o MP encaminhou à Corregedoria da Polícia Civil trechos do documento, em que o delator denuncia policiais civis por extorsão. Em 31 de outubro ele foi ouvido na Corregedoria, oito dias antes de ser morto. Gritzbach também delatou um esquema de lavagem de dinheiro utilizado pelo PCC.</p>
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<p> Camila Boehm &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-01/Preso-PM-suspeito-de-ser-o-segundo-atirador-contra-Gritzbach">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 22 Jan 2025 09:20:00 -0300 </p>

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		<title>Preso PM suspeito de ser o segundo atirador do caso Gritzbach</title>
		<link>https://weeknews.online/preso-pm-suspeito-de-ser-o-segundo-atirador-do-caso-gritzbach/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 12:37:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>. A Corregedoria da Polícia Militar prendeu um policial militar suspeito de ser o segundo atirador no assassinato do delator Vinícius Lopes Gritzbach. Ele foi executado no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, no dia 8 de novembro do ano passado.  Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), a prisão foi efetuada nessa terça-feira (21), na sede do 20º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano, em Barueri, e o suspeito seria encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes (PMRG). Com a nova prisão, o número de detidos por envolvimento no caso chega a 26, sendo 17 PMs, cinco policiais civis e outras quatro pessoas relacionadas ao homem apontado como olheiro do crime, que está foragido. O caso é investigado por uma Força-Tarefa, que&#8230;</p>
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<p>A Corregedoria da Polícia Militar prendeu um policial militar suspeito de ser o segundo atirador no assassinato do delator Vinícius Lopes Gritzbach. Ele foi executado no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, no dia 8 de novembro do ano passado. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737549442_745_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737549442_622_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), a prisão foi efetuada nessa terça-feira (21), na sede do 20º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano, em Barueri, e o suspeito seria encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes (PMRG).</p>
<p>Com a nova prisão, o número de detidos por envolvimento no caso chega a 26, sendo 17 PMs, cinco policiais civis e outras quatro pessoas relacionadas ao homem apontado como olheiro do crime, que está foragido.</p>
<p>O caso é investigado por uma Força-Tarefa, que inclui o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e as corregedorias das polícias civil e militar.</p>
<h2>Prisões</h2>
<p>Na última quinta-feira (16), operação da Corregedoria já havia prendido o primeiro policial militar identificado como um dos autores dos disparos contra Gritzbach. Imagens das câmeras de segurança do aeroporto mostram dois atiradores saindo do carro e atirando.</p>
<p>Na mesma operação, mais 14 PMs foram presos por suspeita de envolvimento com o crime organizado e por prestarem serviço de segurança ilegal ao delator.</p>
<p>Na mesma data, a namorada do homem apontado como olheiro do crime foi presa pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, por meio de um mandado obtido em uma investigação sobre tráfico de drogas. Segundo a apuração, a mulher de 28 anos era responsável por comercializar as drogas de posse do namorado Kauê do Amaral Coelho, que tem mandado de prisão expedido e está foragido.</p>
<p>No dia seguinte (17), outro envolvido foi detido. O homem, de 22 anos, é investigado por ter relação com Kauê e por associação ao tráfico de drogas. Em outra ação do DHPP, um tenente da PM foi preso no sábado (18). O policial seria o condutor do veículo utilizado na execução do crime, um Gol preto, que levava os dois policiais militares identificados pela investigação como autores dos disparos.</p>
<h2>Mandante</h2>
<p>A diretora do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa de São Paulo (DHPP), delegada Ivalda Aleixo, informou, na semana passada, que a polícia tem duas linhas “bastante adiantadas” de investigação para identificar o mandante da execução de Gritzbach. Ambas apontam para membros do PCC.</p>
<p>Vinícius Lopes Gritzbach, acusado de lavagem de dinheiro e de ter mandado matar duas pessoas do Primeiro Comando da Capital (PCC), fez um acordo de delação com o Ministério Público (MP) do Estado de São Paulo em março de 2024. Segundo a promotoria, na colaboração para atenuar a pena, o réu citou agentes públicos.</p>
<p>O conteúdo da delação é sigiloso, mas, em outubro do ano passado, o MP encaminhou à Corregedoria da Polícia Civil trechos do documento, em que o delator denuncia policiais civis por extorsão. Em 31 de outubro ele foi ouvido na Corregedoria, oito dias antes de ser morto. Gritzbach também delatou um esquema de lavagem de dinheiro utilizado pelo PCC. Os nomes de todos os presos ainda não foram divulgados.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Camila Boehm &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-01/preso-pm-suspeito-de-ser-o-segundo-atirador-de-gritzbach">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 22 Jan 2025 09:20:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/preso-pm-suspeito-de-ser-o-segundo-atirador-do-caso-gritzbach/">Preso PM suspeito de ser o segundo atirador do caso Gritzbach</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>PM suspeito de envolvimento em execução de Gritzbach é preso em SP</title>
		<link>https://weeknews.online/pm-suspeito-de-envolvimento-em-execucao-de-gritzbach-e-preso-em-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jan 2025 16:13:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[delator do PCC]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério regulamenta uso gradativo da força pela polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Foi preso em Osasco na manhã deste sábado (18) o tenente da Polícia Militar Fernando Genauro da Silva, de 33 anos, investigado por supostamente ser o motorista do veículo utilizado para a fuga da quadrilha que executou Vinícius Gritzbach, delator do PCC, no Aeroporto Internacional de São Paulo no ano passado. Até o momento foram presos 16 policiais militares por envolvimento no caso. Gritzbach era acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro para a facção. Na delação premiada assinada com o Ministério Público, ele entregou o nome de pessoas ligadas ao PCC e também acusou policiais de corrupção. Após a prisão, que é temporária (30 dias), o PM foi encaminhado à sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na&#8230;</p>
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<p>Foi preso em Osasco na manhã deste sábado (18) o tenente da Polícia Militar Fernando Genauro da Silva, de 33 anos, investigado por supostamente ser o motorista do veículo utilizado para a fuga da quadrilha que executou Vinícius Gritzbach, delator do PCC, no Aeroporto Internacional de São Paulo no ano passado. Até o momento foram presos 16 policiais militares por envolvimento no caso.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737216784_552_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737216784_338_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Gritzbach era acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro para a facção. Na delação premiada assinada com o Ministério Público, ele entregou o nome de pessoas ligadas ao PCC e também acusou policiais de corrupção.</p>
<p>Após a prisão, que é temporária (30 dias), o PM foi encaminhado à sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na capital paulista. Depois da formalização da prisão ele será conduzido ao Presídio Militar Romão Gomes (PMRG).</p>
<p>A Corregedoria da Polícia Militar prendeu, na quinta-feira (16), outros 15 policiais militares suspeitos de envolvimento no crime, sendo 14 deles por fazer a escolta ilegal da vítima, e um apontado como o autor dos tiros que mataram Gritzbach. Além disso, no mesmo dia, o DHPP prendeu a namorada do suspeito apontado como o &#8220;olheiro&#8221; que resultou na morte do homem. Ela também tem envolvimento com o tráfico de drogas.</p>
<p>Na sexta-feira (17), um homem, de 22 anos, também foi preso suspeito de participar do homicídio. O suspeito é investigado por ter relação com o olheiro, que está foragido. Ele havia sido preso em dezembro por policiais da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), mas foi solto em audiência de custódia.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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<p> Flávia Albuquerque &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-01/pm-suspeito-de-envolvimento-em-execucao-de-gritzbach-e-preso-em-sp">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 18 Jan 2025 12:49:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/pm-suspeito-de-envolvimento-em-execucao-de-gritzbach-e-preso-em-sp/">PM suspeito de envolvimento em execução de Gritzbach é preso em SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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