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	<title>Arquivo de MPF recomenda que antigo prédio do Dops vire centro de memória no Rio - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de MPF recomenda que antigo prédio do Dops vire centro de memória no Rio - WeekNews</title>
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		<title>Iphan vai deliberar sobre tombamento da sede do DOPS, no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 12:56:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), estará reunido na próxima quarta-feira (26). É para deliberar sobre o tombamento definitivo do edifício (foto) da sede do antigo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), localizado na Rua da Relação, centro do Rio de Janeiro.  O Dops teve um papel central na repressão, vigilância e tortura de opositores do regime durante a ditadura militar brasileira (1964-1985).  Notícias relacionadas: Depois de 10 anos, antiga sede do Dops no Rio caminha para tombamento. MPF recomenda que antigo prédio do Dops vire centro de memória no Rio. O pedido de tombamento se dá em razão do relevante valor histórico e artístico do imóvel. A proposta a ser apresentada pede a&#8230;</p>
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<p><strong>O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), estará reunido na próxima quarta-feira (26). É para deliberar sobre o tombamento definitivo do edifício (foto) da sede do antigo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), localizado na Rua da Relação, centro do Rio de Janeiro. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1764075364_622_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1764075364_215_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O Dops teve um papel central na repressão, vigilância e tortura de opositores do regime durante a ditadura militar brasileira (1964-1985). </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Depois de 10 anos, antiga sede do Dops no Rio caminha para tombamento.</li>
<li>MPF recomenda que antigo prédio do Dops vire centro de memória no Rio.</li>
</ul>
<p><strong>O pedido de tombamento se dá em razão do relevante valor histórico e artístico do imóvel. A proposta a ser apresentada pede a inscrição do prédio nos Livros do Tombo Histórico e das Belas Artes, passando a integrar oficialmente o conjunto de bens protegidos pelo Iphan. Com a ação, o instituto reafirma o compromisso de preservar os lugares de memória, ação indispensável para o fortalecimento da democracia brasileira.  </strong></p>
<h2>Central de Polícia</h2>
<p>Inaugurado em 1910, o edifício foi originalmente construído para sediar a Repartição Central de Polícia. Ao longo de sua história, abrigou diferentes polícias políticas encarregadas de reprimir movimentos e expressões sociais consideradas ameaças à ordem pública. Entre 1962 e 1975, o local abrigou o Departamento de Ordem Política e Social do Rio de Janeiro (DOPS-RJ), usado durante a ditadura militar para prender e torturar presos políticos. </p>
<p><strong>O órgão era responsável por monitorar, investigar e reprimir movimentos sociais, sindicais, estudantis, artistas e quaisquer cidadãos considerados ameaças à ordem pública ou ao regime. As celas e salas de interrogatório, algumas com revestimento acústico, ainda preservam marcas e inscrições de presos políticos.</strong></p>
<p>Além de militantes políticos, a repressão do DOPS atingiu diversas camadas da sociedade, incluindo mulheres, negros e praticantes de religiões de matriz africana, cujos objetos de culto foram apreendidos.</p>
<p><strong>Atualmente, há uma campanha, com apoio do Ministério Público Federal (MPF) e de movimentos de direitos humanos (como o grupo Tortura Nunca Mais), para que o antigo prédio do DOPS seja transformado em um Centro de Memória e Direitos Humanos. A iniciativa busca transformar o local em um espaço de educação, justiça e luta contra o autoritarismo, garantindo que os horrores da ditadura não sejam esquecidos ou repetidos. </strong></p>
<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/iphan-vai-deliberar-sobre-tombamento-da-sede-do-dops-no-rio">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 25 Nov 2025 08:58:00 -0300 </p>

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		<title>Depois de 10 anos, antiga sede do Dops no Rio caminha para tombamento</title>
		<link>https://weeknews.online/depois-de-10-anos-antiga-sede-do-dops-no-rio-caminha-para-tombamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 14:07:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Dops]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Iphan]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Ocupa Dops]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos pedem que antiga sede do Dops em BH se torne memorial]]></category>
		<category><![CDATA[MPF recomenda que antigo prédio do Dops vire centro de memória no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[prédio]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[tombamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Palco da repressão política no século passado, o edifício do antigo Departamento de Ordem Política e Social (Dops), no centro do Rio de Janeiro, uma joia da arquitetura, terá o tombamento definitivo decidido no fim do mês. O martelo será batido na reunião do Conselho Consultivo, instância máxima do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no dia 26, com transmissão ao vivo pela internet. O processo tramita há mais de uma década no órgão. O Iphan justifica o tombamento pela importância histórica e artística do imóvel e destaca o “papel simbólico (da edificação) nas lutas sociais e políticas em favor da democracia e da liberdade”, afirma o instituto em nota enviada à Agência Brasil. Com a medida, qualquer alteração no imóvel precisa&#8230;</p>
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				</p>
<p>Palco da repressão política no século passado, o edifício do antigo Departamento de Ordem Política e Social (Dops), no centro do Rio de Janeiro, uma joia da arquitetura, terá o tombamento definitivo decidido no fim do mês. O martelo será batido na reunião do Conselho Consultivo, instância máxima do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no dia 26, com transmissão ao vivo pela internet. O processo tramita há mais de uma década no órgão.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762956426_989_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762956426_656_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O Iphan justifica o tombamento pela importância histórica e artística do imóvel e destaca o “papel simbólico (da edificação) nas lutas sociais e políticas em favor da democracia e da liberdade”, afirma o instituto em nota enviada à Agência Brasil. </strong>Com a medida, qualquer alteração no imóvel precisa ser comunicada e aprovada pela instituição.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>MPF recomenda que antigo prédio do Dops vire centro de memória no Rio.</li>
<li>Movimentos pedem que antiga sede do Dops em BH se torne memorial.</li>
</ul>
<p>Se efetivada, a medida atende também pedidos da sociedade civil e do Ministério Público Federal (MPF). Há mais de 40 anos, entidades de defesa dos direitos humanos reivindicam a instalação ali de um centro de memória que retrate a violência do Estado contra grupos sociais e políticos.</p>
<p>Inaugurado em 1910, de inspiração francesa, o edifício foi construído para ser a sede da Polícia Federal da época. Possui carceragens, com celas solitárias e salas de depoimento com isolamento acústico, por exemplo. A posse é do governo federal, mas o imóvel está cedido para a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro desde a década de 1960, sob a condição de uso para fins policiais e com a obrigação de preservação do imóvel.</p>
<p><strong>Fechado há mais de uma década, o prédio está em estado de conservação precário desde pelo menos 2014, quando a Agência Brasil esteve no local, com a Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro.</strong></p>
<p><strong>Até o início dos anos 2000 chegou a funcionar no prédio um embrião de Museu da Polícia Civil, mas que não foi para a frente</strong>. Do local, mal acondicionado, foi resgatado nos anos 2020 o acervo da Coleção Nosso Sagrado. Foram retirados de lá mais de 500 objetos de religiões de matriz africana, apreendidos pela polícia fluminense entre 1889 e 1964, hoje sob a guarda de lideranças religiosas e do Museu da República, que é federal, após ampla campanha.</p>
<p>O Coletivo RJ Memória, Verdade, Justiça e Reparação esteve no antigo Dops recentemente, durante vistoria do MPF, em 2024. Se, por um lado, a entidade se deparou com um prédio deteriorado, afrescos cobertos, vitrais quebrados, documentos empoeirados e ensacados e móveis embrulhados, por outro encontrou salas como foram deixadas pelos agentes da repressão. A entidade conseguiu recuperar parte dos documentos ensacados em parceria com o Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro (Aperj). </p>
<blockquote>
<p>“O Dops tem muitos elementos autênticos”, disse Felipe Nin, do coletivo. “Desde que o prédio deixou de funcionar como a sede do Dops, ele não teve nenhum outro uso. A gente tem, em 2025, um prédio com todos os elementos originais de quando ele funcionava como uma repartição da repressão&#8221;.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo ele, estão lá os &#8220;armários de armamentos, com a inscrição Dops, insígnias, as carceragens, a sala onde os documentos foram produzidos pela inteligência, o mobiliário, a sala onde era o gabinete de Filinto Müller, com a mesa dele, o escaninho, é impressionante”, destacou.</strong> Ex-chefe da polícia de Getúlio Vargas, Müller era um verdadeiro carrasco, segundo os registros históricos, tendo sido responsável pela repressão a estudantes, indígenas e presos políticos, como Pagu, Carlos Mariguella, Graciliano Ramos, e fundamental na extradição de Olga Benário, judia, à Alemanha nazista.</p>
<p>O coletivo do qual Nin faz parte é autor da denúncia que deu origem ao inquérito do MPF, em 2024, para investigar o abandono do prédio e de documentos e a violação do direito à memória. Na investigação, a Polícia Civil apresentou ao órgão seu projeto de centro cultural que, segundo o pesquisador, é incompatível com o de um lugar de memória.</p>
<blockquote>
<p>“É um projeto que exalta a Polícia Civil, a sua história, mas que não cita o Dops em nenhum momento, nem Müller, e que transforma a carceragem feminina, por exemplo, onde passou Olga Benário, Nilze da Silveira e muitas outras, em um bistrô”, disse Nin. “É um projeto de apagamento”, avaliou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Com o tombamento, os espaços do prédio não poderão ser descaracterizados. A carceragem feminina, cujas paredes têm inscrições que datam dos anos 1950 e 1980, devem ser preservadas.</strong></p>
<p>Segundo Nin, que é arquiteto, o prédio é um dos mais importantes da história política, tendo recebido opositores dos governos desde o início do século passado. Entre eles estão nomes como Nize da Silveira, Abdias Nascimento, Olga, Luís Carlos Prestes, durante o Estado Novo, sob o governo de Getúlio Vargas, entre 1937 e 1945 e na ditadura militar. Vários foram também torturados no local, crime contra a humanidade para o qual o não há prescrição, de acordo com leis internacionais.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Esse prédio representa um passado que o Estado brasileiro quis apagar, não quis enfrentar&#8221;, disse Nin, que é também sobrinho de Raul Amaro Nin, preso arbitrariamente pela ditadura, que passou pelo Dops e morreu após tortura em 1971, sob custódia. &#8220;Por isso, é importante essa luta, para que essa memória seja lembrada, para que a gente possa mudar as instituições e para que esse tipo de atuação não se repita&#8221;.</p>
</blockquote>
<p><strong>Com o tombamento, ele acredita que o imóvel ficará protegido de intervenções que não considerem o passado da repressão, enquanto a posse não é revertida pelo governo federal.</strong></p>
<p>A farmacêutica Ana Bursztyn Miranda, que foi presa por três vezes no Dops, em função de sua atuação contra a ditadura, disse, em 2015, que um lugar de memória contribui contra a violência de Estado.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A tortura, por exemplo, acontece ainda hoje. Precisamos conseguir diminuir a violência de Estado para que o terror que imperou naquela época não volte”, disse ela. Na época, Ana participou de protesto do Movimento Ocupa Dops para marcar o Dia Internacional de Combate à Tortura.  </p>
</blockquote>
<p>Em nota à <strong>Agência Brasil</strong>, a Polícia Civil confirmou o interesse no prédio e em instalar no imóvel um centro cultural, mas não detalhou o projeto.</p>
<p> Isabela Vieira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-11/depois-de-10-anos-antiga-sede-do-dops-no-rio-caminha-para-tombamento">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 12 Nov 2025 10:53:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>MPF quer suspender leilão de 47 blocos de petróleo na foz do Amazonas</title>
		<link>https://weeknews.online/mpf-quer-suspender-leilao-de-47-blocos-de-petroleo-na-foz-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 01:29:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[blocos de petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[impacto climático]]></category>
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		<category><![CDATA[MPF quer elevar penas de policiais envolvidos em crime em Sergipe]]></category>
		<category><![CDATA[MPF recomenda que antigo prédio do Dops vire centro de memória no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[MPF também vai investigar compra do Banco Master pelo BRB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Ministério Público Federal (MPF) anunciou, nesta quinta-feira (12), que entrou com uma ação para suspender de forma imediata o leilão de blocos de petróleo e gás da 5ª Oferta Permanente de Concessão (OPC), previsto para a próxima terça-feira (17).  A ação quer impedir a oferta de 47 blocos para exploração de petróleo e gás na bacia da foz do Rio Amazonas. O MPF defende que sejam cumpridas medidas previstas na legislação socioambiental. Reivindicações O MPF pede que a Justiça condicione a realização do leilão à execução de quatro medidas: estudo de impacto climático, avaliação ambiental de área sedimentar, estudo sobre povos e comunidades tradicionais e consulta aos povos e comunidades tradicionais que podem ser afetados. Em relação à consulta à sociedade, o&#8230;</p>
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<p><strong>O Ministério Público Federal (MPF) anunciou, nesta quinta-feira (12), que entrou com uma ação para suspender de forma imediata o leilão de blocos de petróleo e gás da 5ª Oferta Permanente de Concessão (OPC), previsto para a próxima terça-feira (17). </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749778153_594_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749778153_740_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A ação quer impedir a oferta de 47 blocos para exploração de petróleo e gás na bacia da foz do Rio Amazonas. O MPF defende que sejam cumpridas medidas previstas na legislação socioambiental.</p>
<h2>Reivindicações</h2>
<p>O MPF pede que a Justiça condicione a realização do leilão à execução de quatro medidas: estudo de impacto climático, avaliação ambiental de área sedimentar, estudo sobre povos e comunidades tradicionais e consulta aos povos e comunidades tradicionais que podem ser afetados.</p>
<p><strong>Em relação à consulta à sociedade, o MPF defende que a consulta precisa ser em fase de planejamento e não como parte das ações da licitação.</strong></p>
<p>Na ação movida pelo MPF, o órgão argumenta que a possível expansão da exploração de petróleo na região representa &#8220;grave contrassenso&#8221; diante da emergência climática e dos compromissos assumidos pelo Brasil, como o Acordo de Paris. </p>
<h2>Críticas</h2>
<p><strong>Outra crítica que o MPF traz na ação é que o leilão sem avaliação dos impactos climáticos e socioambientais configura-se &#8220;cientificamente insustentável, legalmente indefensável e moralmente injustificável&#8221;.</strong></p>
<blockquote>
<p>Segundo o MPF, a realização do leilão sem os estudos prévios adequados representa uma grave violação de direitos fundamentais, compromissos internacionais e da legislação ambiental brasileira. A ação foi movida contra a União e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). </p>
</blockquote>
<h2>Ecossistema</h2>
<p>O MPF pondera que a bacia da foz do Amazonas abriga o estuário do Amazonas e seus manguezais, além de extensos ambientes de recifes de corais. </p>
<p>“A área é lar de uma imensa quantidade de comunidades e povos tradicionais, cuja sobrevivência e modo de vida estão diretamente ligados aos ecossistemas costeiros”, finaliza o MPF.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-06/mpf-quer-suspender-leilao-de-47-blocos-de-petroleo-na-foz-do-amazonas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 12 Jun 2025 19:56:00 -0300 </p>

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