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	<title>Arquivo de Mulheres empreendedoras - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Mulheres empreendedoras - WeekNews</title>
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		<title>Empreendedorismo feminino: crédito é uma das principais demandas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 11:39:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[Dino vota a favor de benefício para mulheres vítimas de violência]]></category>
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		<category><![CDATA[Empreendedorismo feminino: informalidade desafia políticas públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Linhas de crédito específicas para mulheres com condições especiais e juros reduzidos, cursos gratuitos para empreendedoras e garantia de participação em políticas públicas e instâncias de decisão estão entre as principais demandas das mulheres que participaram nessa segunda-feira (11) da Conferência Livre: Mulheres no centro &#8211; democracia econômica, empreendedorismo e direitos, realizada online e presencialmente, em Brasília.  As propostas destacadas pelo grupo serão encaminhadas para integrar o documento final da 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, que será realizada, também em Brasília, entre 29 de setembro e 1º de outubro. Notícias relacionadas: Dino vota a favor de benefício para mulheres vítimas de violência. Empreendedorismo feminino: informalidade desafia políticas públicas. De acordo com a coordenadora-geral de Gestão de Empreendedorismo do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da&#8230;</p>
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				</p>
<p>Linhas de crédito específicas para mulheres com condições especiais e juros reduzidos, cursos gratuitos para empreendedoras e garantia de participação em políticas públicas e instâncias de decisão estão entre as principais demandas das mulheres que participaram nessa segunda-feira (11) da Conferência Livre: Mulheres no centro &#8211; democracia econômica, empreendedorismo e direitos, realizada <em>online</em> e presencialmente, em Brasília. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754998746_96_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754998746_680_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>As propostas destacadas pelo grupo serão encaminhadas para integrar o documento final da 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, que será realizada, também em Brasília, entre 29 de setembro e 1º de outubro.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Dino vota a favor de benefício para mulheres vítimas de violência.</li>
<li>Empreendedorismo feminino: informalidade desafia políticas públicas.</li>
</ul>
<p>De acordo com a coordenadora-geral de Gestão de Empreendedorismo do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Raquel Ribeiro, que participou do encontro, a Conferência Livre foi um espaço para discutir formas de melhorar as condições de trabalho para que as mulheres possam desenvolver os próprios negócios.</p>
<p>“As pesquisas nos mostram que grande parte dessas mulheres empreendem por necessidade. E justamente por empreenderem por necessidade é que precisam de políticas públicas eficazes para dar conta de todo o sistema de apoio, tanto de acesso a crédito, de educação empreendedora, desenvolvimento de políticas para formalização e ampliação desses negócios, mas também da construção de rede de apoio, discussão sobre a dinâmica de cuidados da nossa sociedade, acesso à creche, acesso à segurança, à saúde, para que essas mulheres possam ter mais tempo de dedicação aos seus negócios”, diz.</p>
<p>No Brasil, são mais de 10 milhões as mulheres empreendedoras. A maioria é mãe (70%) e tem faturamento médio de aproximadamente R$ 2 mil. </p>
<p>“Os números apontam que as mulheres empreendem por necessidade, são melhores pagadoras, mas dedicam menos tempo para os seus negócios do que os homens e têm faturamento médio menor do que os homens. Então, em algum momento, essa conta não fecha”, acrescenta Raquel.</p>
<p>Ao longo do dia, mulheres de diferentes regiões e de diferentes contextos sociais e econômicos discutiram as principais demandas para melhorar as condições do empreendedorismo feminino no país.</p>
<p>Entre os pontos debatidos está a facilitação para a concessão de crédito, para que as mulheres possam iniciar ou mesmo manter os próprios negócios. A empreendedora Dora Gomes, líder do Comitê de Igualdade Racial do Grupo Mulheres do Brasil, defendeu que, na concessão de crédito por instituições financeiras, especialmente para novas empreendedoras, seja considerado o risco social, pois muitas não preenchem os critérios exigidos, por exemplo, por grandes bancos. “A gente vive em um país muito desigual, economicamente falando, desigual não só em questão racial, mas também em questão social”, disse.</p>
<p>Ela defendeu também maior participação de mulheres em conselhos consultivos para que os interesses delas sejam colocados em pauta. “A gente precisa ter mulheres negras, periféricas, quilombolas, mulheres indígenas, presentes em conselhos consultivos, porque se não estivermos lá, ninguém vai pensar em nós quando falar em educação empreendedora, em crédito”.</p>
<p>Daise Rosas, representante do Instituto Reafro, destacou avanços e a necessidade de políticas voltadas pra o empreendedorismo feminino. “Nunca fomos atendidas, nunca fomos olhadas com esse olhar que está acontecendo agora. A gente precisa garantir que a política do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/empreendedor/elas-empreendem" target="_blank">Elas Empreendem</a> permaneça, que a política do empreendedorismo feminino permaneça”, ressaltou. </p>
<p>Após as discussões, foram definidas as seguintes prioridades, que serão levadas ao encontro nacional:    </p>
<p>Acesso ao crédito e financiamento inclusivo: criar linhas de crédito específicas para mulheres com juros reduzidos e critérios de análise que considerem garantias alternativas como confiança comunitária e histórico de pagamentos informais. A proposta inclui a implementação de fundos públicos e parcerias com Fintechs e bancos comunitários, priorizando a análise de risco social e histórico de atuação nas comunidades, além de oferecer capacitação financeira obrigatória e acompanhamento técnico durante a utilização do crédito.</p>
<p>Capacitação, formação e educação empreendedora: implantar um Programa Nacional de Formação para Mulheres Empreendedoras, com cursos gratuitos em habilidades técnicas e socioemocionais, acesso a mentorias, oficinas itinerantes e consultorias especializadas. O programa deve considerar a diversidade e as interseccionalidades, garantindo materiais acessíveis e metodologias inclusivas, com foco na autonomia econômica e sustentabilidade dos negócios liderados por mulheres.</p>
<p>Inclusão e Interseccionalidade: garantir que todas as políticas de fomento ao empreendedorismo feminino assegurem a inclusão de mulheres negras, indígenas e com deficiência, mães solos e moradoras de territórios periféricos e rurais. A proposta prevê a criação de programas específicos de aceleração, incubação e acesso a mercados, adaptados às barreiras simbólicas, estruturais e culturais enfrentadas por esses grupos, com representação obrigatória em conselhos e instâncias de decisão.  </p>
<p>Tanto Deise quanto Dora, junto com Scarlett Rodrigues, que integra a Rede Mulher Empreendedora, foram eleitas como delegadas que irão representar o grupo e levar a discussão que tiveram para a etapa nacional.</p>
<p>Para a coordenadora-geral de Promoção da Igualdade Econômica das Mulheres do Ministério das Mulheres, Simone Schaffer, as três prioridades definidas no encontro estão na direção do debate nacional sobre empreendedorismo feminino. Ela destacou que o acesso ao crédito ainda é um gargalo para as mulheres.</p>
<p> “Muitas vezes, elas não se sentem preparadas para solicitar crédito. Muitas vezes, precisam de microcrédito e as exigências são muito grandes. Estamos falando de mulheres, muitas vezes, em situação de vulnerabilidade, mulheres que já recebem um Bolsa Família e que não têm como dar as garantias exigidas. Então, é necessário crédito com baixos juros ou até mesmo garantia de fomento para essas mulheres”, diz.</p>
<h2>Conferência Nacional</h2>
<p>A última Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres foi realizada em 2016. O objetivo é promover a discussão e a formulação de políticas públicas que garantam a igualdade de gênero e a garantia de direitos femininos.  </p>
<p>Antes da etapa nacional estão sendo realizadas as conferências livres, que ocorrem desde 28 de abril e seguem até 15 de agosto. Tratam-se de espaços para garantir a participação e a discussão aprofundada de temas relevantes para essa parcela da sociedade. Além disso, foram realizadas as conferências municipais e regionais entre 28 de abril e 28 de julho. Já as conferências estaduais e distrital ocorrem entre 1º de julho e 31 de agosto. </p>
<p> Mariana Tokarnia &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/empreendedorismo-feminino-credito-e-uma-das-principais-demandas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 12 Aug 2025 08:07:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Empreendedorismo feminino: informalidade desafia políticas públicas</title>
		<link>https://weeknews.online/empreendedorismo-feminino-informalidade-desafia-politicas-publicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 11:07:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Confira a legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[informalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada fortalece mulheres empreendedoras na Comunidade da Maré]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres empreendedoras]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[programa Acredita]]></category>
		<category><![CDATA[Rio lidera ranking dos estados com mais mulheres empreendedoras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Na vendinha de frutas na porta de casa, no carrinho de pipoca em frente à igreja, com as  roupas e perfumes no porta-malas do carro, no salão de cabeleireiro que abriu no quintal. Na rotina, mulheres empreendedoras informais estão com um olho no futuro, de como fazer melhorar o negócio que criou para si, e com o outro atentas ao relógio para não atrasar no horário em que a criança sai da escola. De acordo com pesquisadoras e gestores públicos, o empreendedorismo feminino é tocado por mães (70%), tem faturamento médio de aproximadamente R$ 2 mil  e uma situação de informalidade que desafia as políticas públicas no país. Nessa terça (18), o governo promoveu o painel &#8220;Vozes do Empreendedorismo Feminino: Conectando Saberes e Ações&#8221; e ouviu de especialistas e autoridades que o caminho de facilitar&#8230;</p>
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<p>Na vendinha de frutas na porta de casa, no carrinho de pipoca em frente à igreja, com as  roupas e perfumes no porta-malas do carro, no salão de cabeleireiro que abriu no quintal. Na rotina, mulheres empreendedoras informais estão com um olho no futuro, de como fazer melhorar o negócio que criou para si, e com o outro atentas ao relógio para não atrasar no horário em que a criança sai da escola.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742382446_292_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742382446_889_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com pesquisadoras e gestores públicos, o<strong> empreendedorismo feminino é tocado por mães (70%), tem faturamento médio de aproximadamente R$ 2 mil  e uma situação de informalidade que desafia as políticas públicas no país</strong>. Nessa terça (18), o governo promoveu o painel &#8220;Vozes do Empreendedorismo Feminino: Conectando Saberes e Ações&#8221; e ouviu de especialistas e autoridades que o<strong> caminho de facilitar linhas de crédito e possibilitar capacitação são fundamentais para efetivamente melhorar o cenário. </strong></p>
<h2>Mazelas</h2>
<p>A professora Daiane Batista, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), é pesquisadora do tema “Trajetórias de vida e negócios das pessoas negras no Brasil”. Ela foi uma das conferencistas do evento. “A gente identifica todas essas mazelas no processo de empreender das mulheres”. Para Daiane, uma das principais motivações é que a maioria das mulheres busca empreender porque foi oprimida no trabalho formal.</p>
<p>As mulheres empreendem também, segundo a pesquisadora, porque são mães e precisam de mais tempo para cuidar dos filhos. “Elas têm essa percepção de que a flexibilidade do empreender vai possibilitar mais cuidado com os filhos”.</p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/0d4a5593.jpg" alt="Brasília (DF), 18/03/2025 - Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, participa do painel " vozes="" do="" empreendedorismo="" feminino:="" conectando="" saberes="" e="" a="" como="" parte="" das="" celebra="" m="" dia="" internacional="" da="" mulher="" o="" minist="" microempresa="" empresa="" de="" pequeno="" porte="" por="" meio="" coordena="" estrat="" nacional="" feminino.="" foto:="" ant="" cruz="" brasil="" title="Antônio Cruz/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/0d4a5593.jpg" alt="Brasília (DF), 18/03/2025 - Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, participa do painel " vozes="" do="" empreendedorismo="" feminino:="" conectando="" saberes="" e="" a="" como="" parte="" das="" celebra="" m="" dia="" internacional="" da="" mulher="" o="" minist="" microempresa="" empresa="" de="" pequeno="" porte="" por="" meio="" coordena="" estrat="" nacional="" feminino.="" foto:="" ant="" cruz="" brasil="" title="Antônio Cruz/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=417804 --></div>
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<p>Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, participa do painel &#8220;Vozes do Empreendedorismo Feminino: Conectando Saberes e Ações&#8221;, como parte das celebrações do Dia Internacional da Mulher, Foto <strong>Antônio Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=417804--></p>
</div>
</div>
<p>Entre as considerações, Daiane Batista lembra que as mulheres negras, que são a maioria da população do Brasil, em termos percentuais, estão em mais condições de informalidade e com negócios que são abertos nas próprias residências.</p>
<blockquote>
<p>“As empreendedoras precisam, o tempo todo, acionar a própria criatividade e construir soluções para conseguir viabilizar a sua iniciativa sem dinheiro”.</p>
</blockquote>
<h2>Motivações </h2>
<p>Outra pesquisadora, Caroline Moreira de Aguiar, líder das áreas de educação e projetos do Instituto da Rede Mulher Empreendedora, apresentou, nessa terça, uma pesquisa nacional que mostra alguns dos desafios pelos quais passam mulheres para empreender. Acesso a crédito e gestão financeira continuam sendo os desafios principais de gestão desse negócio que a pesquisa identificou. </p>
<p><strong>A dificuldade de equilibrar a vida pessoal e profissional também impacta os negócios. Um dado é que, dentro da amostra pesquisada (de 2.010 pessoas), mais de 70% eram mães. </strong></p>
<p>“Elas começam a empreender motivadas pela pós-maternidade, ou porque saíram do mercado de trabalho, ou porque veem no empreendedorismo uma forma de ter flexibilidade de horário”, explica </p>
<p> Outro fator que a pesquisa indicou é que mulheres, independentemente de serem mães, também são as pessoas que cuidam tanto de idosos, de outras pessoas, cuidam da casa.</p>
<blockquote>
<p>“O que a gente tem percebido é que a gestão do negócio se soma a todas essas outras jornadas de cuidado”. Por isso, tem poucas horas do dia para administrar “todas essas jornadas de trabalho, que a gente chama de jornada dupla e tripla”.</p>
</blockquote>
<p>Ela diz que as mulheres começam a empreender sem nenhum investimento financeiro. “Muitas vezes, com recursos próprios e até mesmo dentro da rede de apoio que têm”. </p>
<p>Outro dado que a pesquisa mostra é que esses faturamentos não ultrapassam muito os R$ 2 mil. “Ela acaba ficando naquela situação onde tudo que fatura, basicamente, coloca de novo no negócio, fazendo com que essa iniciativa não cresça. Então, ela se mantém quase estagnada”.</p>
<p>A pesquisa ainda mostra que as dificuldades são maiores para mulheres pretas e pardas. “Em geral, elas se sentem mais sobrecarregadas”.</p>
<h2>“É para sobreviver”</h2>
<p>A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, diz que as empreendedoras criam negócios para sobreviver.</p>
<blockquote>
<p>“Precisamos fazer com que as mulheres empreendedoras tenham acesso às finanças e a todos os recursos, e ainda possam vender os produtos delas nos mercados (internos e até externos).</p>
</blockquote>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=417802:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/0d4a5639.jpg" alt="Brasília (DF), 18/03/2025 - Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, participa do painel " vozes="" do="" empreendedorismo="" feminino:="" conectando="" saberes="" e="" a="" como="" parte="" das="" celebra="" m="" dia="" internacional="" da="" mulher="" o="" minist="" microempresa="" empresa="" de="" pequeno="" porte="" por="" meio="" coordena="" estrat="" nacional="" feminino.="" foto:="" ant="" cruz="" brasil="" title="Antônio Cruz/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/0d4a5639.jpg" alt="Brasília (DF), 18/03/2025 - Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, participa do painel " vozes="" do="" empreendedorismo="" feminino:="" conectando="" saberes="" e="" a="" como="" parte="" das="" celebra="" m="" dia="" internacional="" da="" mulher="" o="" minist="" microempresa="" empresa="" de="" pequeno="" porte="" por="" meio="" coordena="" estrat="" nacional="" feminino.="" foto:="" ant="" cruz="" brasil="" title="Antônio Cruz/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=417802 --></div>
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<p>Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, participa do painel &#8220;Vozes do Empreendedorismo Feminino: Conectando Saberes e Ações&#8221;, como parte das celebrações do Dia Internacional da Mulher. Foto <strong>Antônio Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=417802--></p>
</div>
</div>
<p>Segundo Cida, o governo federal tem investido recursos para que as mulheres possam criar seus próprios negócios e ter qualificação com diversos parceiros nos estados, nos municípios e com apoio do Executivo.</p>
<p>Para ela, as desigualdades estabelecidas no país são os grandes desafios. “As mulheres da região amazônica têm um desafio, do Nordeste têm outro. Quilombolas e indígenas, outros Onde houver desigualdade, é o lugar que precisamos investir”, acrescentou.</p>
<h2>Crédito federal</h2>
<p>O secretário executivo do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Tadeu Alencar, considera que o decreto com a Estratégia Nacional do Empreendedorismo Feminino foi um passo importante para facilitar o acesso de mulheres empreendedoras. <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/decreto/d11994.htm" target="_blank">Confira a legislação</a>.</p>
<p>Alencar citou o financiamento Procred 360, que faz parte do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/memp/pt-br/programa-acredita/procred360" target="_blank">programa Acredita</a>. Trata-se de uma linha de crédito oferecida pelos bancos públicos, pelas cooperativas e por instituições financeiras privadas  que oferecem a possibilidade de financiamento de 30% do faturamento no exercício anterior.</p>
<h2>Ofertas para mulheres</h2>
<p>“Quando se trata de empresas dirigidas por mulheres, lideradas por mulheres, esse percentual aumenta para 50%, o que permite que também as ofertas de financiamento de crédito às mulheres possam ser prestigiadas”, diz o secretário.</p>
<p>Esse valor é aplicado a empresas microempreendedoras individuais e microempresas que têm faturamento de até R$ 360 mil. Para ele, grupos minoritários precisam de atenção, como as mulheres quilombolas, indígenas, da zona rural, da agricultura familiar, e das periferias possam ter acesso. </p>
<p>O ministro chamou a atenção para o fato de que, em geral, a oferta de crédito para as mulheres é sempre muito menor. </p>
<blockquote>
<p>“Quando se vai fazer a avaliação de risco de crédito, geralmente se pensa que as mulheres têm menos proteção para honrar os seus pagamentos. O que a gente vê na prática é que as mulheres são muito melhor pagadoras do que os homens”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-03/empreendedorismo-feminino-informalidade-desafia-politicas-publicas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 19 Mar 2025 08:02:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/empreendedorismo-feminino-informalidade-desafia-politicas-publicas/">Empreendedorismo feminino: informalidade desafia políticas públicas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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	</channel>
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