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	<title>Arquivo de my friend&#039; - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de my friend&#039; - WeekNews</title>
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		<title>Documentos do BC mostram que bases do Pix foram lançadas em 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2025 18:12:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Estados Unidos monitoram Pix desde 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Febraban diz que Pix favorece competição]]></category>
		<category><![CDATA[Goldfajn mencionou a elaboração de um sistema de pagamentos instantâneos no balanço anual da Agenda BC+]]></category>
		<category><![CDATA[governo ironiza críticas ao Pix: 'é nosso]]></category>
		<category><![CDATA[há espaços para aperfeiçoamentos visando tornar ainda mais eficiente a oferta de produtos e serviços financeiros a preços competitivos]]></category>
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		<category><![CDATA[O nome Pix só foi lançado em fevereiro de 2020]]></category>
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		<category><![CDATA[O Relatório de Administração do BC daquele ano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O dia 21 de dezembro de 2018 foi uma data histórica no sistema de pagamentos brasileiro. Após seis meses de discussões, um grupo de trabalho com 130 representantes de instituições financeiras, de escritórios de advocacia, de consultorias e do próprio governo concluiu os fundamentos do futuro sistema que revolucionou o sistema de pagamentos brasileiro. Naquela data, no fim do governo do ex-presidente Michel Temer, o Banco Central (BC) divulgou um comunicado com as bases do Pix. Atualmente alvo de ataques por parte do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, o sistema de pagamentos instantâneo que permite a transferência de recursos 24 horas entre instituições financeiras diferentes foi lançado em novembro de 2020. No entanto, o conceito começou a ser discutido quatro anos&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O dia 21 de dezembro de 2018 foi uma data histórica no sistema de pagamentos brasileiro. Após seis meses de discussões, um grupo de trabalho com 130 representantes de instituições financeiras, de escritórios de advocacia, de consultorias e do próprio governo concluiu os fundamentos do futuro sistema que revolucionou o sistema de pagamentos brasileiro. <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/especialnor/Comunicado32927.pdf" target="_blank">Naquela data, no fim do governo do ex-presidente Michel Temer, o Banco Central (BC) divulgou um comunicado com as bases do Pix</a></strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752948769_155_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752948769_546_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Atualmente alvo de ataques por parte do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, o sistema de pagamentos instantâneo que permite a transferência de recursos 24 horas entre instituições financeiras diferentes foi lançado em novembro de 2020. No entanto, o conceito começou a ser discutido quatro anos antes, em 2016, com os requisitos fundamentais da ferramenta sendo lançados em 2018.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Em resposta ao EUA, Febraban diz que Pix favorece competição.</li>
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</ul>
<p><strong>Em dezembro de 2016, meses após assumir a presidência do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn lançou a Agenda BC+, com o objetivo de modernizar o sistema financeiro nacional e estimular a inclusão financeira. O segundo pilar da agenda mencionava o aumento da eficácia do sistema financeiro.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Embora o nosso sistema seja notabilizado pela sua dinâmica, há espaços para aperfeiçoamentos visando tornar ainda mais eficiente a oferta de produtos e serviços financeiros a preços competitivos, com externalidades positivas para a eficiência da economia como um todo”, declarou Goldfajn na época.</p>
</blockquote>
<p>Sem entrar em detalhes, a apresentação de Goldfajn no lançamento da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/TextosApresentacoes/Apresentação_Presidente_Ilan_Goldfajn_Agenda_BC_Mais_20122016.pdf" target="_blank">Agenda BC+ </a> tinha como um dos objetivos “elaborar normas que aumentem a agilidade dos processos de autorização dos arranjos de pagamento”. Em 2019, a Agenda BC+ passou a chamar-se Agenda BC# (pronunciada Agenda BC Hashtag).</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bis.org/cpmi/publ/d154.pdf" target="_blank">Também em 2016, o Banco Central brasileiro participou de um relatório do Banco de Compensações Internacionais (BIS) sobre os benefícios de sistemas instantâneos de pagamento</a>. Com sede em Basileia, na Suíça, o BIS funciona como o Banco Central dos Bancos Centrais do planeta. O documento foi produzido por um grupo de trabalho do BIS com 26 Bancos Centrais, entre os quais o Federal Reserve (Fed, Banco Central dos EUA) e o Banco Central Europeu.</p>
<h2>Grupo de trabalho</h2>
<p>Avanços mais concretos na criação do Pix só vieram em maio de 2018, com o lançamento do Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas (Lift) . Existente até hoje, o Lift funciona como uma pré-incubadora de projetos, em que <em>startups</em> (empresas inovadoras em fase inicial), estudantes universitários e pequenas empresas de tecnologia apresentam projetos de inovações alinhados com a Agenda BC+.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/gtpagamentos" target="_blank">No mesmo mês, o BC lançou o Grupo de Trabalho Pagamentos Instantâneos</a>, que elaborou as bases do Pix. Em agosto de 2018, o grupo acatou ou rejeitou as sugestões divididas em cinco subgrupos, com temas como segurança, velocidade nas transações e câmara de compensações entre as instituições financeiras.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/TextosApresentacoes/Apresentacao_Ilan_Goldfajn_BC_Mais_28112018.pdf" target="_blank">Em dezembro de 2018, poucas semanas antes de se despedir do cargo, Goldfajn mencionou a elaboração de um sistema de pagamentos instantâneos no balanço anual da Agenda BC+</a>. <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/publicacoes/relatorioadministracao2018" target="_blank">O Relatório de Administração do BC daquele ano, na página 22, </a>destacou não apenas a conclusão do grupo de trabalho como apresentou um infográfico (arte) sobre o funcionamento do futuro sistema.</p>
<h2>Testes e lançamento oficial</h2>
<p>Com o conceito e o modo de funcionamento estabelecidos em 2018, o Banco Central comunicou, em agosto de 2019, que desenvolveu a base de dados e a assumiu a administração do sistema de pagamentos instantâneos. Segundo o órgão, a centralização da base de dados no BC “maximiza ganhos de escala e efeitos de rede típicos da indústria de pagamentos” e garante “o bom funcionamento do ecossistema de pagamentos”.</p>
<p>O nome Pix só foi lançado em fevereiro de 2020, um mês antes do início da pandemia de covid-19. Na ocasião, o então presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse que a ideia partiu de uma demanda da população e que vinha sendo bastante discutida pelos Bancos Centrais como instrumento de pagamento barato, rápido, transparente e seguro.</p>
<p>Em outubro de 2020, uma resolução do BC estabeleceu a gratuidade do Pix para pessoas físicas e microempreendedores individuais (MEI). Até hoje, o Pix é gratuito para esses tipos de correntistas, exceto no caso de venda de produtos e de serviços por MEI.</p>
<p>Após testes internos e a adesão das instituições financeiras, o Pix foi lançado em caráter de teste em 3 de novembro de 2020, para uma fatia entre 1% e 5% dos clientes de bancos e em horários especiais. O lançamento oficial, com funcionamento 24 horas e para todos os clientes que criarem chaves Pix, só ocorreu duas semanas mais tarde, em 16 de novembro de 2020.</p>
<p><strong>Em cinco anos, o Pix movimentou cerca de R$ 65 trilhões. Em junho deste ano, a ferramenta bateu o recorde mensal de movimentação, com R$ 2,866 trilhões transferidos, com 936 instituições financeiras participantes do sistema. Em novembro de 2020, mês de lançamento do Pix, foram movimentados R$ 25,869 bilhões, menos de 1% do volume registrado no mês passado.</strong></p>
<p> Welton Máximo – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/documentos-do-bc-mostram-que-bases-do-pix-foram-lancadas-em-2018">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 19 Jul 2025 14:55:00 -0300 </p>

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		<title>Estados Unidos monitoram Pix desde 2022</title>
		<link>https://weeknews.online/estados-unidos-monitoram-pix-desde-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2025 11:55:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[analistas avaliam que as críticas do governo dos Estados Unidos podem ser explicadas pela concorrência que o sistema de pagamento eletrônico brasileiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Pix está sob o escrutínio das autoridades estadunidenses desde, pelo menos, 2022. Há três anos, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, do inglês) já revelava, em um documento oficial, que o país estava preocupado com os impactos da popularização da plataforma brasileira de pagamentos instantâneos, em uso desde novembro de 2020. Notícias relacionadas: Nas redes, governo ironiza críticas ao Pix: &#8216;é nosso, my friend&#8217;. Pix é modelo, e problema real está em tarifas dos EUA, diz Alckmin. Trump contra o Pix: entenda o que pode ter motivado críticas dos EUA. “Os Estados Unidos estão monitorando de perto os desenvolvimentos relacionados ao mercado de pagamentos eletrônicos de varejo no Brasil para garantir que o Banco Central [BC] brasileiro facilite condições&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>O <strong>Pix está sob o escrutínio das autoridades estadunidenses desde, pelo menos, 2022</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752926116_546_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752926116_933_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Há três anos, o <strong>Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, do inglês) já revelava, em um documento oficial, que o país estava preocupado com os impactos da popularização da plataforma brasileira de pagamentos instantâneos</strong>, em uso desde novembro de 2020.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Nas redes, governo ironiza críticas ao Pix: &#8216;é nosso, my friend&#8217;.</li>
<li>Pix é modelo, e problema real está em tarifas dos EUA, diz Alckmin.</li>
<li>Trump contra o Pix: entenda o que pode ter motivado críticas dos EUA.</li>
</ul>
<p>“Os Estados Unidos estão monitorando de perto os desenvolvimentos relacionados ao mercado de pagamentos eletrônicos de varejo no Brasil para garantir que o Banco Central [BC] brasileiro facilite condições equitativas para todos os participantes do mercado, dado o papel duplo do BC como regulador e operador do Pix, um serviço de pagamento de varejo em tempo real”, apontou o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://ustr.gov/sites/default/files/2022%20National%20Trade%20Estimate%20Report%20on%20Foreign%20Trade%20Barriers.pdf" target="_blank">USTR em seu relatório anual</a> sobre as perspectivas das exportações.</p>
</blockquote>
<p>No documento, o <strong>USTR tece comentários sobre o que classifica como “barreiras comerciais estrangeiras” com o potencial de afetar as exportações</strong>, os investimentos e o comércio eletrônico dos EUA com 63 nações, incluindo o Brasil, mais o Reino Unido.</p>
<p>A edição de 2022 do relatório foi a primeira – e única &#8211; a mencionar nominalmente o Pix, embora documentos posteriores tenham voltado a mencionar o sistema financeiro brasileiro.</p>
<p>O USTR é uma agência federal que integra o gabinete executivo da presidência dos EUA. Responsável pelo desenvolvimento e coordenação da política de comércio internacional, o escritório tornou público, nesta quinta-feira (16), que instaurou uma investigação para apurar, entre outras ações comerciais brasileiras, o estímulo governamental ao uso do Pix.</p>
<p>Segundo o principal dirigente do USTR, Jamieson Greer, a investigação foi solicitada pelo próprio presidente Donald Trump para apurar “os ataques do Brasil às empresas de mídia social americanas, bem como outras práticas comerciais desleais que prejudicam empresas, trabalhadores, agricultores e inovações tecnológicas” dos Estados Unidos.</p>
<h2>Concorrência</h2>
<p>Conforme a <strong>Agência Brasil</strong> noticiou, analistas avaliam que as críticas do governo dos Estados Unidos podem ser explicadas pela concorrência que o sistema de pagamento eletrônico brasileiro, público e gratuito, faz aos serviços oferecidos por operadoras de cartão de crédito <strong>tradicionais e ao Whatsapp Pay, chegando mesmo a tornar-se uma alternativa ao dólar em algumas transações internacionais.</strong></p>
<p>De acordo com o Banco Central, só no ano passado, o Pix movimentou cerca de R$ 26,4 trilhões.</p>
<p>“O Brasil desenvolveu uma forma de meio de pagamento que oferece uma série de vantagens. O Pix é ágil, promoveu um processo de bancarização, de inclusão de pessoas que não tinham conta. E faz parte da lei de competência e de concorrência oferecer um produto cada vez melhor”, afirmou a economista Cristina Helena Mello, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p><strong>Um dos possíveis motivos para a reação tardia de Donald Trump é a possibilidade das autoridades estadunidenses entenderem que, ao lançar o Pix, em 2020, o Banco Central teria prejudicado os planos de negócios da Meta</strong>, empresa que pertence ao empresário Mark Zuckerberg, aliado de Trump, e que anunciou, em junho do mesmo ano, o lançamento da funcionalidade Whatsapp Pay no Brasil.</p>
<p>Na época, a Meta anunciou que os brasileiros seriam os primeiros usuários do WhatsApp a poder enviar e receber dinheiro utilizando cartões de crédito pré-cadastrados no aplicativo.</p>
<p>Uma semana depois do anúncio, o BC e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) suspenderam a função, com a justificativa de que seria necessário avaliar riscos da operação, potenciais riscos para a concorrência e garantir funcionamento adequado do Sistema de Pagamento Brasileiro (SPB).</p>
<p>“O WhatsApp criou uma forma de transferência de dinheiro de pessoas para pessoas, mas estava fazendo isso fora do sistema financeiro legal. Não estava fazendo com integração com o nosso sistema financeiro. Portanto, escapava da regulação do Banco Central, o que fere regras brasileiras de acompanhamento de transações monetárias”, acrescentou Cristina Helena, avaliando que a medida que o BC adotou à época foi correta.</p>
<p>A<strong> Agência Brasil</strong> consultou o Banco Central e o Ministério das Relações Exteriores sobre as menções do USTR ao Pix e ao setor financeiro brasileiro, mas não teve retorno até o momento.</p>
<p><em>* Colaborou Rafael Cardoso</em></p>
<p> Alex Rodrigues &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/eua-monitoram-pix-desde-pelo-menos-2022">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 19 Jul 2025 08:31:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Comércio de peças vê impacto maior de tarifaço para montadoras nos EUA</title>
		<link>https://weeknews.online/comercio-de-pecas-ve-impacto-maior-de-tarifaco-para-montadoras-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 23:28:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa atinge menor nível em três meses com receio de ofensiva de Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Em resposta ao EUA]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Febraban diz que Pix favorece competição]]></category>
		<category><![CDATA[governo ironiza críticas ao Pix: 'é nosso]]></category>
		<category><![CDATA[guerra comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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		<category><![CDATA[Nas redes]]></category>
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		<category><![CDATA[Sindipeças]]></category>
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		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/comercio-de-pecas-ve-impacto-maior-de-tarifaco-para-montadoras-nos-eua/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O setor do comércio de peças e acessórios para veículos automotores nacional avalia que o impacto do tarifaço estadunidense contra o Brasil deverá causar maior dano às montadoras instaladas nos Estados Unidos. Segundo o presidente do Sindicato Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos (Sincopeças Brasil), Ranieri Leitão, o processo de montagem de carros no Brasil deverá sofrer poucas alterações. Notícias relacionadas: Em resposta ao EUA, Febraban diz que Pix favorece competição. Nas redes, governo ironiza críticas ao Pix: &#8216;é nosso, my friend&#8217;. Bolsa atinge menor nível em três meses com receio de ofensiva de Trump. “Em nosso entender, o impacto talvez seja maior para as montadoras de veículos instaladas no mercado norte-americano e que se valem de fornecedores brasileiros. Dentro do&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O setor do comércio de peças e acessórios para veículos automotores nacional avalia que o impacto do tarifaço estadunidense contra o Brasil deverá causar maior dano às montadoras instaladas nos Estados Unidos</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752881301_246_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752881301_603_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Segundo o presidente do Sindicato Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos (Sincopeças Brasil), Ranieri Leitão, o processo de montagem de carros no Brasil deverá sofrer poucas alterações.</p>
<blockquote>
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<li>Em resposta ao EUA, Febraban diz que Pix favorece competição.</li>
<li>Nas redes, governo ironiza críticas ao Pix: &#8216;é nosso, my friend&#8217;.</li>
<li>Bolsa atinge menor nível em três meses com receio de ofensiva de Trump.</li>
</ul>
<p>“Em nosso entender, o impacto talvez seja maior para as montadoras de veículos instaladas no mercado norte-americano e que se valem de fornecedores brasileiros. Dentro do Brasil, não enxergamos qualquer alteração no processo de montagem dos veículos”, disse em entrevista à imprensa.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo Leitão, o setor do comércio de autopeças nacional atua basicamente no mercado interno e não deverá sofrer impacto direto do tarifaço</strong>. “Mas nossa posição é que qualquer movimento de taxação excessiva é desastroso para os negócios em geral”, ressaltou.</p>
<p>O Sindipeças, que representa os fabricantes de autopeças, disse, em nota, que ainda é necessário aguardar a publicação da legislação estadunidense para confirmar qual será o alcance da sobretaxa no setor. As fabricantes nacionais produzem peças específicas para veículos dos Estados Unidos o que torna inviável redirecioná-las para outro mercado.</p>
<p><strong>A balança comercial de autopeças do Brasil com os Estados Unidos é deficitária ao Brasil desde 2009. Em 2024, o Brasil exportou para os Estados Unidos US$ 2,2 bilhões e importou US$ 1,3 bilhão em peças.</strong></p>
<p> Bruno Bocchini &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/comercio-de-pecas-ve-impacto-maior-de-tarifaco-para-montadoras-nos-eua">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 18 Jul 2025 20:23:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/comercio-de-pecas-ve-impacto-maior-de-tarifaco-para-montadoras-nos-eua/">Comércio de peças vê impacto maior de tarifaço para montadoras nos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Em resposta ao EUA, Febraban diz que Pix favorece competição</title>
		<link>https://weeknews.online/em-resposta-ao-eua-febraban-diz-que-pix-favorece-competicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 22:25:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[As críticas estadunidenses ao sistema de pagamento brasileiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Febraban]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirmou em nota divulgada nesta sexta-feira (18) que o Pix favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos. A entidade ressaltou ainda que o modelo de atuação da ferramenta é aberto e não discriminatório, com participação de bancos, fintechs e instituições nacionais e estrangeiras. “O Pix é uma infraestrutura pública de pagamento, e não um produto comercial, que favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos e consequentemente da atividade econômica, sendo um modelo aberto”, disse a entidade, em nota. Notícias relacionadas: Nas redes, governo ironiza críticas ao Pix: &#8216;é nosso, my friend&#8217;. Pix é modelo, e problema real está em tarifas dos EUA, diz Alckmin.  “Portanto, não há qualquer restrição&#8230;</p>
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<p>A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirmou em nota divulgada nesta sexta-feira (18) que o Pix favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos. <strong>A entidade ressaltou ainda que o modelo de atuação da ferramenta é aberto e não discriminatório, com participação de bancos, fintechs e instituições nacionais e estrangeiras.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752877505_633_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752877506_146_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“O Pix é uma infraestrutura pública de pagamento, e não um produto comercial, que favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos e consequentemente da atividade econômica, sendo um modelo aberto”, disse a entidade, em nota.</p>
</blockquote>
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</ul>
<p><strong> “Portanto, não há qualquer restrição à entrada de novos participantes, sejam eles de qualquer porte e/ou procedência, desde que operem no mercado nacional, já que é um sistema de pagamentos local e em reais, a moeda brasileira”, acrescentou a Febraban. </strong></p>
<p>O Pix é um dos alvos dos Estados Unidos, que iniciaram na última terça-feira (15), uma investigação contra práticas comerciais do Brasil supostamente “desleais”. As críticas estadunidenses ao sistema de pagamento brasileiro podem ser explicadas pela concorrência com Whatsapp Pay e bandeiras de cartão de crédito norte-americanas, e por ter se tornado uma alternativa ao dólar em algumas transações internacionais. </p>
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<p>A medida foi anunciada pelo representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, em documento chamado <strong>“Investigação da Seção 301 sobre Práticas Comerciais Desleais no Brasil”. Não há menção direta ao Pix, mas o texto cita os &#8220;serviços de pagamento eletrônico do governo&#8221;.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Acreditamos que a observação feita pelo USTR [Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos] deve-se mais a uma informação incompleta acerca dos objetivos e funcionamento do Pix. Temos boa expectativa de que, no âmbito do sistema de audiência pública aberto pelo USTR, as contribuições do Banco Central do Brasil, dos integrantes do sistema bancário brasileiro, incluindo os bancos americanos, vão ajudar no esclarecimento das restrições levantadas no documento inicial daquele órgão dos EUA”, diz o texto da Febraban.   </p>
</blockquote>
<p>O Pix é um meio de pagamento que está disponível para todos os residentes no Brasil, brasileiros e estrangeiros, pessoas físicas e empresas, que têm como único requisito a abertura de uma conta em um banco, numa fintech ou numa instituição de pagamento. </p>
<p><strong>A ferramenta de pagamento é gratuita para as pessoas físicas, mas pode ser cobrado das empresas, sem qualquer discriminação entre empresas brasileiras e estrangeiras.</strong></p>
<p>Hoje, a plataforma tem 168 milhões de usuários e movimenta cerca de R$ 2,5 trilhões por mês.</p>
<p> Bruno Bocchini &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/em-resposta-ao-eua-febraban-diz-que-pix-favorece-competicao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 18 Jul 2025 18:38:00 -0300 </p>

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		<title>Estados Unidos serão principal prejudicado por tarifaço, prevê CNI</title>
		<link>https://weeknews.online/estados-unidos-serao-principal-prejudicado-por-tarifaco-preve-cni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 23:40:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[diz Alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[e problema real está em tarifas dos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[governo ironiza críticas ao Pix: 'é nosso]]></category>
		<category><![CDATA[my friend']]></category>
		<category><![CDATA[Nas redes]]></category>
		<category><![CDATA[Pix é modelo]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Trump contra o Pix: entenda o que pode ter motivado críticas dos EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado nesta quarta-feira (16), estima que os Estados Unidos serão o país mais prejudicado pelas tarifas impostas pelo governo do presidente Donald Trump. Segundo as estimativas da CNI, baseadas em fontes oficiais e estudos econômicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Produto Interno Bruto (PIB) estadunidense poderá cair 0,37% em razão das barreiras tarifárias impostas ao Brasil, à China e a outros 14 países, além das taxas impostas à importação de automóveis e aço de qualquer nação. Notícias relacionadas: Nas redes, governo ironiza críticas ao Pix: &#8216;é nosso, my friend&#8217;. Pix é modelo, e problema real está&#8230;</p>
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				</p>
<p>Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado nesta quarta-feira (16), estima que os Estados Unidos serão o país mais prejudicado pelas tarifas impostas pelo governo do presidente Donald Trump.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752709250_386_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752709251_912_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Segundo as estimativas da CNI, baseadas em fontes oficiais e estudos econômicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), <strong>o Produto Interno Bruto (PIB) estadunidense poderá cair 0,37% em razão das barreiras tarifárias impostas ao Brasil, à China e a outros 14 países, além das taxas impostas à importação de automóveis e aço de qualquer nação.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Nas redes, governo ironiza críticas ao Pix: &#8216;é nosso, my friend&#8217;.</li>
<li>Pix é modelo, e problema real está em tarifas dos EUA, diz Alckmin.</li>
<li>Trump contra o Pix: entenda o que pode ter motivado críticas dos EUA.</li>
</ul>
<p>De acordo com o levantamento, <strong>o tarifaço poderá reduzir em 0,16% o PIB do Brasil, assim como o da China, além de provocar uma queda de 0,12% na economia global e uma retração de 2,1% no comércio mundial.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Os números mostram que esta política é um perde-perde para todos, mas principalmente para os americanos. A indústria brasileira tem nos EUA seu principal mercado, por isso a situação é tão preocupante. É do interesse de todos avançar nas negociações e sensibilizar o governo americano da complementariedade das nossas relações. A racionalidade deve prevalecer”, destacou o presidente da CNI, Ricardo Alban.</p>
</blockquote>
<h2>Impactos no Brasil</h2>
<p>O levantamento da CNI mostra que o tarifaço estadunidense, além de causar redução de 0,16% no PIB brasileiro (R$ 19,2 bilhões), <strong>deverá diminuir em R$ 52 bilhões as exportações do país e causar o desaparecimento de 110 mil empregos.</strong></p>
<p>Os setores mais prejudicados com a tarifa sobre o Brasil deverão ser o da indústria de tratores e máquinas agrícolas (redução de 4,18% na produção e 11,31% nas exportações); indústria de aeronaves, embarcações e equipamentos de transporte (queda de 9,1% na produção e 22,3% nas exportações); e dos produtores de carnes de aves (diminuição de 4,1% na produção e 11,3% nas exportações).</p>
<p><strong>Os estados mais afetados deverão ser São Paulo (queda de R$ 4,4 bilhões no PIB), Rio Grande do Sul (R$ 1,9 bilhão), Paraná (R$ 1,9 bilhão), Santa Catarina (R$ 1,7 bilhão) e Minas Gerais (R$ 1,6 bilhão).</strong></p>
<h2>Relação Brasil x EUA</h2>
<p>De acordo com o levantamento, o Brasil aplica tarifa média de 2,7% às importações de produtos estadunidenses. No período de 2015 a 2024, os EUA mantiveram superávit com o Brasil: US$ 43 bilhões em bens e US$ 165 bilhões em serviços.</p>
<p>Os EUA são o terceiro maior parceiro comercial do Brasil, sendo o destino de 12% das exportações brasileiras e a origem de 16% das importações. Também são o principal destino das exportações da indústria de transformação nacional, correspondendo a 78,2% das exportações em 2024.</p>
<p> Bruno Bocchini &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/estados-unidos-serao-principal-prejudicado-por-tarifaco-preve-cni">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 16 Jul 2025 20:22:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/estados-unidos-serao-principal-prejudicado-por-tarifaco-preve-cni/">Estados Unidos serão principal prejudicado por tarifaço, prevê CNI</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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