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	<title>Arquivo de na Alemanha - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de na Alemanha - WeekNews</title>
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		<title>Lula defende que empresas brasileiras atuem em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 20:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[ em 1º de maio]]></category>
		<category><![CDATA[a entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula diz que África do Sul não pode ser vetada do G20]]></category>
		<category><![CDATA[Lula fala em reciprocidade após expulsão de delegado dos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula: é preciso “dar logo” Nobel da Paz à Trump para encerrar guerras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em visita a Lisboa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (21) que Portugal pode ser a principal porta de acesso dos interesses empresariais brasileiros na Europa. A declaração considera a entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia, em 1º de maio. Lula se reuniu pela primeira vez com o presidente português, António José Seguro, empossado em 9 de março. Após o encontro com o chefe de Estado, no Palácio Nacional de Belém, almoçou com o chefe de governo, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, no Palácio São Bento. Notícias relacionadas: Lula: é preciso “dar logo” Nobel da Paz à Trump para encerrar guerras. Lula fala em reciprocidade após expulsão de delegado dos EUA. Lula diz que África do Sul não pode ser vetada do G20. O presidente brasileiro defendeu a&#8230;</p>
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				</p>
<p>Em visita a Lisboa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (21) que Portugal pode ser a principal porta de acesso dos interesses empresariais brasileiros na Europa. A declaração considera a entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia, em 1º de maio.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776802858_228_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776802858_466_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Lula se reuniu pela primeira vez com o presidente português, António José Seguro, empossado em 9 de março. Após o encontro com o chefe de Estado, no Palácio Nacional de Belém, almoçou com o chefe de governo, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, no Palácio São Bento.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Lula: é preciso “dar logo” Nobel da Paz à Trump para encerrar guerras.</li>
<li>Lula fala em reciprocidade após expulsão de delegado dos EUA.</li>
<li>Lula diz que África do Sul não pode ser vetada do G20.</li>
</ul>
<p>O presidente brasileiro defendeu a integração econômica com Portugal e a possibilidade de que empresas brasileiras atuem em território português. <strong>Lula citou o exemplo da Embraer, que mantém parque industrial em Évora desde 2012.</strong></p>
<p>“A gente pode repetir vários acontecimentos, como a Embraer, aqui em Portugal. A Embraer é a demonstração mais bem-sucedida de uma empresa brasileira que está aqui ajudando a construir coisas em Portugal”, afirmou, em fala dirigida ao primeiro-ministro.</p>
<h2>Comércio</h2>
<p>A corrente de comércio entre Brasil e Portugal somou em exportações e importações US$ 4,5 bilhões em 2025. <strong>O Brasil tem superávit de US$ 2 bilhões.</strong></p>
<p>Além da indústria aeronáutica, empresas brasileiras têm investimentos em Portugal nas áreas de siderurgia e máquinas e equipamentos.</p>
<p>Portugal, por sua vez, se destaca no fornecimento de petróleo e gás ao Brasil, e com investimentos em infraestrutura e no setor elétrico.</p>
<h2>Imigrantes brasileiros</h2>
<p>Durante a visita, também foi discutida a presença da comunidade brasileira em Portugal. O primeiro-ministro português afirmou que “os brasileiros que procuram Portugal, que neste momento são mais de 500 mil, têm vindo para trabalhar, para desenvolver os seus projetos de vida, e têm tido uma integração social e econômica absolutamente impecável.”</p>
<p>Montenegro admitiu, no entanto, que já ocorreram incidentes com os brasileiros em Portugal. Para ele, são situações pontuais.</p>
<p>“Isto não significa que não possa ter havido, aqui ou ‘acolá’, um foco de perturbação”, disse.</p>
<p><strong>O número de brasileiros em Portugal é cerca de cinco vezes superior ao total de lusitanos no Brasil – 104 mil, segundo o Censo 2022 (IBGE), o segundo maior grupo de estrangeiros no Brasil.</strong></p>
<p>Em frente ao Palácio de Belém, manifestantes brasileiros e portugueses a favor e contra o presidente Lula se reuniram ao longo do dia. De acordo com a Rádio e Televisão de Portugal (RTP), as concentrações foram delimitadas por grades e fitas da polícia, e não houve registro de confrontos.</p>
<h2>Volta ao Brasil</h2>
<p>A passagem de Lula por Portugal se dá no Dia de Tiradentes, 21 de abril. O feriado lembra o mártir da Inconfidência Mineira e símbolo da luta por liberdade e Independência do Brasil, ex-colônia de Portugal.</p>
<p>A viagem de Lula a Lisboa ocorreu após visitas à Espanha, nos dias 17 e 18, e à Alemanha, em 19 e 20.</p>
<p>Na Espanha, o presidente do Brasil participou da 1ª Cúpula Brasil-Espanha e da 4ª Reunião de Alto Nível do Fórum Democracia Sempre. Na Alemanha, Lula visitou a Feira Industrial de Hannover, esteve no Encontro Econômico Brasil-Alemanha e nas Consultas Intergovernamentais de Alto Nível</p>
<p>O presidente Lula deverá estar de volta ao Brasil ainda nesta noite, após escala na Ilha do Sal, em Cabo Verde. A previsão da chegada do voo presidencial é às 23h50, na Base Aérea de Brasília.</p>
<p> Da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-04/lula-defende-que-empresas-brasileiras-atuem-em-portugal">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 21 Apr 2026 16:53:00 -0300 </p>

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		<title>Brasil e Alemanha firmam acordo sobre minerais críticos e terras raras</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-e-alemanha-firmam-acordo-sobre-minerais-criticos-e-terras-raras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 21:51:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[declaração conjunta de intenções para ampliar a cooperação científica e tecnológica na área de minerais críticos e estratégicos]]></category>
		<category><![CDATA[durante visita oficial]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa dos EUA compra mineradora brasileira de terras raras]]></category>
		<category><![CDATA[Friedrich Merz]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula defende parceria com Europa na descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[Lula defende pioneirismo de biocombustíveis brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[minerais críticos]]></category>
		<category><![CDATA[na Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[outros 14 atos conjuntos]]></category>
		<category><![CDATA[Terras raras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Brasil e Alemanha assinaram nesta segunda-feira (20), em Hannover, uma declaração conjunta de intenções para ampliar a cooperação científica e tecnológica na área de minerais críticos e estratégicos, considerados essenciais para a transição energética e o desenvolvimento de tecnologias emergentes. O ato foi firmado durante visita oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se reuniu com o chanceler federal do país europeu, Friedrich Merz. Notícias relacionadas: Empresa dos EUA compra mineradora brasileira de terras raras . Na Alemanha, Lula defende pioneirismo de biocombustíveis brasileiros. Na Alemanha, Lula defende parceria com Europa na descarbonização. O acordo, firmado entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) do Brasil e o Ministério Federal da Pesquisa, Tecnologia e Espaço da Alemanha, estabelece as bases&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/brasil-e-alemanha-firmam-acordo-sobre-minerais-criticos-e-terras-raras/">Leia mais...</a></p>
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				</p>
<p><strong>Brasil e Alemanha assinaram nesta segunda-feira (20), em Hannover, uma <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://[https://www.gov.br/mre/pt-br/canais_atendimento/imprensa/notas-a-imprensa/atos-adotados-por-ocasiao-da-visita-de-estado-do-presidente-luiz-inacio-lula-da-silva-a-hannover-alemanha-19-e-20-de-abril-de-2026-2/BRA_DEU_JDoI_Crit_Minerals_pt.pdf" target="_blank">declaração conjunta de intenções para ampliar a cooperação científica e tecnológica na área de minerais críticos e estratégicos</a></strong>, considerados essenciais para a transição energética e o desenvolvimento de tecnologias emergentes.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776721919_405_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776721919_321_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O ato foi firmado durante visita oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se reuniu com o chanceler federal do país europeu, Friedrich Merz.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Empresa dos EUA compra mineradora brasileira de terras raras .</li>
<li>Na Alemanha, Lula defende pioneirismo de biocombustíveis brasileiros.</li>
<li>Na Alemanha, Lula defende parceria com Europa na descarbonização.</li>
</ul>
<p>O acordo, firmado entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) do Brasil e o Ministério Federal da Pesquisa, Tecnologia e Espaço da Alemanha, <strong>estabelece as bases para intensificar ações conjuntas em pesquisa, desenvolvimento e inovação ao longo de toda a cadeia produtiva desses insumos</strong>.</p>
<p>Os minerais críticos são elementos essenciais para tecnologias modernas, defesa e transição energética, como fabricação de baterias, painéis solares e turbinas, cuja oferta enfrenta riscos de escassez ou dependência de poucos fornecedores.</p>
<p><strong>O Brasil está entre as maiores reservas dessas matérias-primas no planeta</strong>. O assunto foi mencionado por Lula em declaração a jornalistas após o encontro bilateral com Merz. O presidente brasileiro enfatizou a necessidade de que a exploração dos minerais não seja apenas a venda da matéria-prima.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Nossas reservas também nos tornam atores incontornáveis no debate sobre minerais críticos. Queremos atrair cadeias de processamento para o território brasileiro, sem fazer exportações excludentes. A colaboração em setores intensivos em tecnologia é uma prioridade para um país que não quer se limitar a ser um mero exportador de <em>commodities</em>&#8220;, afirmou.</p>
<p> </p>
</blockquote>
<p>Pelo acordo de cooperação, também citado por Merz na declaração à imprensa, <strong>Brasil e Alemanha prometem expandir ainda mais a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação nas áreas de exploração, extração e processamento de minerais críticos, como terras raras e outros metais e minerais</strong>.</p>
<p>Ambos os países reconhecem a importância estratégica das atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação para aumentar o valor agregado ao longo das cadeias de valor dos minerais críticos e estratégicos, contribuindo para o desenvolvimento industrial sustentável, a soberania tecnológica e o fortalecimento das capacidades industriais internas.</p>
<p>Entre os compromissos firmados, está o apoio à inovação, em particular por pequenas e médias empresas em ambos os países, início de projetos conjuntos de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a gestão responsável de minerais críticos, intercâmbio de cientistas, pessoal técnico de pós-graduação. Um novo programa bilateral de financiamento direto às instituições e empresas nacionais dos dois países deverá ser elaborado ainda em 2026, prevê o acordo.</p>
<h2>Outros acordos</h2>
<p>Além do acordo de cooperação sobre minerais críticos, Brasil e Alemanha adotaram <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/mre/pt-br/canais_atendimento/imprensa/notas-a-imprensa/atos-adotados-por-ocasiao-da-visita-de-estado-do-presidente-luiz-inacio-lula-da-silva-a-hannover-alemanha-19-e-20-de-abril-de-2026-2" target="_blank">outros 14 atos conjuntos</a> durante a viagem oficial de Lula ao país europeu.</p>
<p>Entre eles, está um acordo de cooperação para fortalecer o combate a crimes ambientais, como desmatamento, tráfico de fauna e flora, pesca e mineração ilegais. Outro acordo trata sobre cooperação na área de inteligência artificial, com foco em governo digital e aplicações industriais.</p>
<p> </p>
<p>Também foi firmada uma carta de intenções em que o governo alemão propõe ampliar o aporte de recursos ao Fundo de Combate às Mudanças Climáticas, coordenado pelo governo brasileiro e operacionalizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. O objetivo será financiar projetos, estudos e iniciativas voltados à redução das emissões de gases de efeito estufa e à adaptação aos efeitos das mudanças climáticas no Brasil. Do lado alemão, o banco de desenvolvimento do país, o KfW, deverá aportar cerca de 500 milhões de euros no fundo.</p>
<p> </p>
<p>Os dois governos também assinaram documentos de cooperação nas áreas de defesa, pesquisa oceânica, apoio a micro e pequenas empresas, pesquisa aeroespacial, tecnologias quânticas, economia circular, entre outros.</p>
<p> </p>
<p>Em sua segunda viagem oficial à Alemanha no atual mandato, Lula foi recebido com honras militares em Hanover, para se reunir com Merz. O Brasil é um dos poucos países com mundo com quem a Alemanha um acordo de parceria estratégica, considerado o mais alto grau de relação diplomática entre países. &#8220;Essa proximidade é mais importante do que nunca nesses tempos de tantas mudanças na ordem mundial. Queremos fortalecer o benefício comum e expandir nossa rede. Queremos ser parceiros fortes e com ideias afins&#8221;, disse o chanceler alemão na declaração à imprensa.</p>
<p> </p>
<p>Além do encontro bilateral, Lula discursou na abertura da maior feira industrial do mundo, a Hannover Messe, que este ano destaca o Brasil [https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-03/brasil-se-prepara-para-ser-destaque-em-feira-de-tecnologia-na-alemanha]. Ele também participou de um encontro com empresários brasileiros e alemães, em que enfatizu as oportunidades no setor de biocombustíveis [https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/na-alemanha-lula-defende-pioneirismo-de-biocombustiveis-brasileiros].</p>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/brasil-e-alemanha-firmam-acordo-sobre-minerais-criticos-e-terras-raras">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 20 Apr 2026 18:40:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Lula e Merz criticam guerra no Oriente Médio e ameaças contra Cuba</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-e-merz-criticam-guerra-no-oriente-medio-e-ameacas-contra-cuba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 17:51:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Israel reforça controle sobre o sul do Líbano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se, nesta segunda-feira (20), em Hannover, na Alemanha, com o chanceler federal do país, Friedrich Merz. Esta é a terceira vez que eles se encontram, desde 2023. Além da visita oficial ao país europeu, Lula discursou na abertura da maior feira industrial do mundo, a Hannover Messe, que este ano destaca o Brasil. Ele também participou de um encontro com empresários brasileiros e alemães, em que destacou as oportunidades no setor de biocombustíveis. Após a reunião bilateral, em que os dois líderes assinaram acordos de cooperação em diversas áreas, Lula e Merz concederam uma entrevista à imprensa e comentaram a situação de incerteza global em meio a guerra no Oriente Médio. Também abordaram outras ameaças em&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se, nesta segunda-feira (20), em Hannover, na Alemanha, com o chanceler federal do país, Friedrich Merz.</strong> Esta é a terceira vez que eles se encontram, desde 2023. <strong>Além da visita oficial ao país europeu, Lula discursou na abertura da maior feira industrial do mundo, a Hannover Messe, que este ano destaca o Brasil</strong>. Ele também participou de um encontro com empresários brasileiros e alemães, em que destacou as oportunidades no setor de biocombustíveis.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776707515_704_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776707515_710_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Após a reunião bilateral, em que os dois líderes assinaram acordos de cooperação em diversas áreas, Lula e Merz concederam uma entrevista à imprensa e comentaram a situação de incerteza global em meio a guerra no Oriente Médio. Também abordaram outras ameaças em curso, como a possibilidade dos Estados Unidos deflagrarem uma intervenção militar em Cuba, com base em ameaças reiteradas do presidente norte-americano Donald Trump.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Israel reforça controle sobre o sul do Líbano .</li>
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<li>Brasil e Espanha assinam acordos sobre big techs e tecnologia digital.</li>
</ul>
<p>Lula voltou a dizer que o atual conflito no Oriente Médio não tem justificativa e criticou o que chamou de uma omissão da própria Organização das Nações Unidas (ONU) em fomentar soluções diplomáticas que interrompam a situação de instabilidade global.</p>
<p>&#8220;A prevalência das forças sobre o direito é a mais grave ameaça à paz e à segurança internacional. Estamos profundamente preocupados com os riscos da retomada do conflito no Irã e da escalada no Líbano. A sobrevivência do Estado Palestino e do seu povo segue ameaçada&#8221;, afirmou.</p>
<p>O presidente brasileiro também citou o conflito na Ucrânia, onde &#8220;a almejada paz permanece cada vez mais distante&#8221;.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Entre a ação dos que provocam guerra e a omissão dos que preferem se calar, a ONU está mais uma vez paralisada. Brasil e Alemanha defendem há décadas uma reforma que recupere a legitimidade do Conselho de Segurança&#8221;, pontuou o presidente brasileiro.</p>
</blockquote>
<p><strong>Questionado por jornalistas, o chanceler alemão afirmou ter pedido uma reunião extraordinária nas Nações Unidas para conversar sobre medias a serem propostas.</strong> Ele lamentou o fato do Estreito de Ormuz, no Irã, ter sido fechado novamente e ressaltou as implicações econômicas para a guerra que vão muito além do Oriente Médio.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A reabertura do Estreito de Ormuz tinha sido anunciada e feita, e depois fecharam de novo. Por isso, os preços [do petróleo] aumentaram de novo. Nosso apelo vai para o Irã, de cessar-fogo. Nosso apelo vai também para os EUA para que procurem soluções diplomáticas. As implicações e consequências da guerra não atingem apenas o Oriente Médio, mas pode levar a uma desestabilização política&#8221;, afirmou Friedrich Merz.</p>
</blockquote>
<p>Segundo o chefe do governo alemão, a estabilidade energética mundial tem que como pré-requisito o fim imediato do conflito.</p>
<h2>Cuba</h2>
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Foto: Ricardo Stuckert / PR" title="Ricardo Stuckert / PR"><br />
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Foto: Ricardo Stuckert / PR" title="Ricardo Stuckert / PR"><br />
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<div class="meta"> Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Declaração conjunta à imprensa. Palácio de Herrenhause, Alemanha. Foto: Ricardo Stuckert / PR &#8211; <strong>Ricardo Stuckert / PR</strong><!--END copyright=460125-->
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<p>Sobre Cuba, Friedrich Merz afirmou que o país não vê nenhuma base legal para qualquer intervenção no país caribenho.</p>
<p>&#8220;Não vemos que exista algum tipo de perigo para países terceiros, então não sei porque seria necessário haver uma intervenção&#8221;, disse o chanceler alemão que, novamente, apelou por soluções diplomáticas.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Poder se defender não quer dizer poder interferir em outros países que tem sistemas políticos que não nos agradam&#8221;, acrescentou.</p>
</blockquote>
<p>Já Lula reafirmou sua posição contrária a intervenções unilaterais seja em Cuba ou em outras regiões como Venezuela, Ucrânia, Irã e Faixa de Gaza.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Sou contra a falta de respeito à integridade territorial das nações. Eu sou contra qualquer país do mundo se meter a ter ingerência política sobre como uma sociedade deve se organizar ou não&#8221;, disse o presidente Lula.</p>
</blockquote>
<p>Ele também criticou o bloqueio econômico imposto pelos EUA a Cuba há quase 70 anos. &#8220;Se a gente continuar a acreditar que deve prevalecer a lei do mais forte, isso já aconteceu outras vezes no mundo e não deu certo&#8221;, completou.</p>
<h2>Acordo Mercosul-UE</h2>
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Foto: Ricardo Stuckert / PR" title="Ricardo Stuckert / PR"><br />
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<div class="meta">Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Declaração conjunta à imprensa. Palácio de Herrenhause, Alemanha. Foto: Ricardo Stuckert / PR &#8211; <strong>Ricardo Stuckert / PR</strong><!--END copyright=460123-->
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<p><strong>Na declaração à imprensa, os dois líderes celebraram a aprovação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, que entrará em vigor, de forma provisória, a partir de maio. </strong></p>
<p>&#8220;O Brasil foi e é um grande defensor do acordo UE-Mercosul. Fizemos parte daquele grupo que realmente insistiu que aquele acordo entrasse em vigor, então foi êxito em comum. E, entrando em vigor, vai fomentar cada vez mais nossa cooperação na área de tecnologia, inteligência artificial, economia circular, agricultura, energia&#8221;, destacou o chanceler alemão.</p>
<p>Para Lula, a entrada em vigor do acordo no mês que vem abre espaço para uma parceria abrangente, que vai muito além do livre comércio. &#8220;Estamos falando de um modelo de cooperação que valoriza e protege os trabalhadores, os direitos humanos e o meio ambiente&#8221;, disse.</p>
<p>O presidente brasileiro, no entanto, criticou medidas europeias de impor, segundo ele, mecanismos unilaterais de cálculo de carbono que desconsidera o baixo nível de emissões do processo produtivo brasileiro baseado em fontes renováveis.</p>
<p>&#8220;Um acordo só se sustenta se há equilíbrio nas concessões feitas de parte a parte. Uma série de medidas adotas pela União Europeia ameaçam, no entanto, desnivelar os pratos dessa balança. É legítimo impulsionar políticas de descarbonização, preservação ambiental e desenvolvimento industrial, mas não é correto adotar métricas que não são fidedignas à realidade nem compatíveis com regras multilaterais&#8221;, argumentou.</p>
<h2>Acordos assinados</h2>
<p>Em sua declaração a jornalistas, Lula afirmou que os governos de Brasil e Alemanha assinaram acordos de cooperação nas áreas de defesa, inteligência artificial, tecnologias quânticas, infraestrutura, economia circular, eficiência energética, bioeconomia e pesquisa oceânica e climática.</p>
<p><strong>Terceira maior economia mundial, a Alemanha figura atualmente como o quarto principal parceiro comercial do Brasil, com intercâmbio de cerca US$ 21 bilhões em trocas de bens e serviços entre os dois países, segundo números de 2025. É um dos maiores investidores diretos no Brasil, com estoque de mais de US$ 40 bilhões.</strong></p>
<h2>Minerais críticos e biocombustíveis</h2>
<p><strong>Friedrich Merz também manifestou o interesse da Alemanha em explorar o setor de minerais críticos</strong>, elementos essenciais para tecnologias modernas, defesa e transição energética (baterias, painéis solares, turbinas), cuja oferta enfrenta riscos de escassez ou dependência de poucos fornecedores. <strong>O Brasil está entre as maiores reservas dessas matérias-primas no planeta.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Estamos aprofundando nossa relação na área de matéria-prima crítica e isso e uma base central para desenvolvermos as tecnologias do futuro&#8221;, disse o alemão.</p>
</blockquote>
<p>Sobre esse tema, Lula reforçou a posição brasileira de não ser apenas um fornecedor do mineral, mas sim um desenvolvedor de tecnologia.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Nossas reservas também nos tornam atores incontornáveis no debate sobre minerais críticos. Queremos atrair cadeias de processamento para o território brasileiro, sem fazer exportações excludentes. A colaboração em setores intensivos em tecnologia é uma prioridade para um país que não quer se limitar a ser um mero exportador de commodities&#8221;.</p>
</blockquote>
<p><strong>Ambos os líderes também destacaram o potencial de parceria na área de biocombustíveis, inclusive como ferramenta de descarbonização do setor de transportes.</strong></p>
<p>&#8220;Não existe segurança energética sem diversificação. A recente alta nos preços do petróleo mostra que está mais do que na hora da Europa superar sua resistência ideológica aos biocombustíveis. Eles são uma opção barata, confiável e eficiente para descarbonizar o setor de transporte. Com o conhecimento acumulado ao longo de cinco décadas, o Brasil é capaz de produzir etanol e biodiesel sem comprometer a produção de alimentos e as áreas de florestas&#8221;, afirmou Lula.</p>
<p>Na mesma linha, Friedrich Merz defendeu investimentos na adoção de combustíveis renováveis como forma de diversificar as fontes.  </p>
<p>&#8220;Tem um caminhão no stand da feira [de Hannover] movido a biocombustível. Sabemos que, no Brasil, essa tecnologia avançou muito e demonstra que nós podemos aprender com o Brasil também&#8221;, disse.</p>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Editoria. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-04/lula-e-merz-criticam-guerra-no-oriente-medio-e-ameacas-contra-cuba">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 20 Apr 2026 14:02:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/lula-e-merz-criticam-guerra-no-oriente-medio-e-ameacas-contra-cuba/">Lula e Merz criticam guerra no Oriente Médio e ameaças contra Cuba</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Lula diz que África do Sul não pode ser vetada do G20</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-diz-que-africa-do-sul-nao-pode-ser-vetada-do-g20/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 17:15:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[falsas acusações]]></category>
		<category><![CDATA[fim de ajuda financeira]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula defende parceria com Europa na descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[Lula defende pioneirismo de biocombustíveis brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[na Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[presidente]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades de conservação do Brasil participam de exposição na Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[viagem à Europa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta segunda-feira (20) a ameaça de veto, pelo governo dos Estados Unidos (EUA), à participação da África do Sul no G20, grupo das maiores economias do planeta mais a União Europeia (UE). O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que não convidaria o líder sul-africano, Cyril Ramaphosa, para o próximo encontro do G20, que ocorrerá em novembro, nos EUA, que este ano preside o fórum. Desde o ano passado, Trump promove falsas acusações contra o governo da África do Sul a respeito de uma lei sobre reforma agrária aprovada pelo país e chegou a determinar recentemente o fim de ajuda financeira ao país. Notícias relacionadas: Na Alemanha, Lula defende pioneirismo de biocombustíveis brasileiros. Unidades de conservação do Brasil&#8230;</p>
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				</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta segunda-feira (20) a ameaça de veto, pelo governo dos Estados Unidos (EUA), à participação da África do Sul no G20, grupo das maiores economias do planeta mais a União Europeia (UE).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776705357_404_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776705357_733_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que não convidaria o líder sul-africano, Cyril Ramaphosa, para o próximo encontro do G20, que ocorrerá em novembro, nos EUA, que este ano preside o fórum</strong>. Desde o ano passado, Trump promove falsas acusações contra o governo da África do Sul a respeito de uma lei sobre reforma agrária aprovada pelo país e chegou a determinar recentemente o fim de ajuda financeira ao país.</p>
<blockquote>
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</ul>
<p>&#8220;Eu disse ao Ramaphosa [presidente da África do Sul], esta semana, que os Estados Unidos não têm o direito de proibir um membro fundador do G20 de participar do bloco. Eu disse ao Ramaphosa que ele deve comparecer ao G20. Ele não pode deixar de ir porque o Trump disse para ele não ir. Vamos lá ver o que vai acontecer, se vão deixar ele entrar ou não.&#8221;, afirmou Lula.</p>
</blockquote>
<p><strong>Em entrevista em Hanôver, na Alemanha, após se reunir com o chanceler Friedrich Merz, o presidente disse que se fosse Ramaphosa, iria ao G20 não como convidado, mas como membro fundador&#8221;.</strong> Lula está em viagem oficial à Europa, onde já passou pela Espanha e, após a visita à Alemanha, irá a Portugal antes de retornar a Brasília.</p>
<p><strong>Ao ser questionado por jornalistas, Lula reforçou que as acusações de Trump sobre um &#8220;genocídio branco&#8221; no país africano são inverídicas, e que ele não tem o direito nem o poder de vetar a participação de um país do G20, o que fragilizaria o grupo.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Se vai tirar a África do Sul hoje, daqui a pouco vão tirar a Alemanha, depois vão tirar o Brasil. Se a gente não se juntar, dar as mãos, eles vão tirando um por um. Aqui não é o Conselho da Paz [criado e controlado por Donald Trump, presidente dos EUA].</p>
</blockquote>
<p><strong>Lula lembrou que o G20 é um fórum multilateral, que participou da criação dele, por ocasião da crise econômica de 2008.</strong> &#8220;Uma crise nascida no coração dos EUA. Aquilo foi criado para resolver problemas econômicas. Os 20 membros fundadores têm o direito de participar&#8221;, disse.</p>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-04/lula-diz-que-africa-do-sul-nao-pode-ser-vetada-do-g20">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 20 Apr 2026 14:04:00 -0300 </p>

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		<title>Na Alemanha, Lula defende pioneirismo de biocombustíveis brasileiros</title>
		<link>https://weeknews.online/na-alemanha-lula-defende-pioneirismo-de-biocombustiveis-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 14:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula chega à Alemanha para assinar parcerias comerciais e de inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[na Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Pioneirismo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta segunda-feira (20), durante visita à Alemanha, o que chamou de trajetória pioneira dos biocombustíveis brasileiros e criticou o regulamento ambiental adotado pela União Europeia (UE). As declarações foram dadas durante o Encontro Econômico Brasil-Alemanha, em Hanôver. “Nosso etanol, de cana-de-açúcar, produz mais energia por hectare plantado, tem uma das menores pegadas de carbono do mundo e reduz emissões de até 90% em relação à gasolina”, disse, ao citar que a UE espera chegar a 50% de renováveis em sua matriz até 2050 enquanto o Brasil já cumpriu essa meta em 2025. Notícias relacionadas: Na Alemanha, Lula defende parceria com Europa na descarbonização. Lula chega à Alemanha para assinar parcerias comerciais e de inovação. Em&#8230;</p>
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				</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta segunda-feira (20), durante visita à Alemanha, o que chamou de trajetória pioneira dos biocombustíveis brasileiros e criticou o regulamento ambiental adotado pela União Europeia (UE). As declarações foram dadas durante o Encontro Econômico Brasil-Alemanha, em Hanôver.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776694615_225_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776694615_485_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p><strong>“Nosso etanol, de cana-de-açúcar, produz mais energia por hectare plantado, tem uma das menores pegadas de carbono do mundo e reduz emissões de até 90% em relação à gasolina”, disse, ao citar que a UE espera chegar a 50% de renováveis em sua matriz até 2050 enquanto o Brasil já cumpriu essa meta em 2025.</strong></p>
</blockquote>
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</ul>
<p>Em sua fala, Lula destacou que o transporte figura atualmente como um dos principais gargalos de descarbonização da Europa. “Apesar disso, a União Europeia está revisando o seu regulamento sobre biocombustíveis. Estão na mesa propostas que ignoram práticas de sustentabilidade no uso do solo brasileiro”.</p>
<p><strong>O presidente lembrou que, em janeiro, entrou em vigor um “mecanismo unilateral” de cálculo de carbono que desconsidera o baixo nível de emissões do processo produtivo brasileiro baseado em fontes renováveis.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Essas iniciativas podem dificultar a oferta de energia limpa ao consumidor europeu em momento crítico. A elevação de padrões ambientais é necessária, mas não é correta. Adotar critérios que ignorem outras realidades e prejudicam os produtores brasileiros”, completou.</p>
</blockquote>
<p><strong>“Estamos dispostos a deixar de ser um país em vias de desenvolvimento e queremos nos tornar um país desenvolvido. E não jogaremos fora as oportunidades da transição energética que estão colocadas para o mundo. Quem quiser produzir com energia mais barata e com energia verdadeiramente limpa, procure o Brasil, que nós temos espaço e oportunidade para quem quiser apostar no futuro”, concluiu.</strong></p>
<p> Paula Laboissière &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/na-alemanha-lula-defende-pioneirismo-de-biocombustiveis-brasileiros">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 20 Apr 2026 10:36:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Na Alemanha, Lula defende parceria com Europa na descarbonização</title>
		<link>https://weeknews.online/na-alemanha-lula-defende-parceria-com-europa-na-descarbonizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 19:41:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Hannover Messe]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula chega à Alemanha para assinar parcerias comerciais e de inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Lula defende fim da 6x1 e diz que ganhos não podem valer só para ricos]]></category>
		<category><![CDATA[Lula fala para milhares na Espanha e pede coerência dos progressistas]]></category>
		<category><![CDATA[na Alemanha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu neste domingo (19) uma matriz energética limpa em parceria com a Europa e a proteção a empregos com o avanço da inteligência artificial. Na Alemanha, Lula discursou na abertura da maior feira industrial do mundo, a Hannover Messe. Ele voltou a criticar os efeitos da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, conflito que chamou de “maluquice”.  Notícias relacionadas: Lula chega à Alemanha para assinar parcerias comerciais e de inovação. Lula fala para milhares na Espanha e pede coerência dos progressistas . Lula defende fim da 6&#215;1 e diz que ganhos não podem valer só para ricos. Lula disse que o Brasil pode ajudar a União Europeia a diminuir custos de energia e a descarbonizar a&#8230;</p>
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				</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu neste domingo (19) uma matriz energética limpa em parceria com a Europa e a proteção a empregos com o avanço da inteligência artificial.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776627717_249_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776627717_899_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Na Alemanha, Lula discursou na abertura da maior feira industrial do mundo, a Hannover Messe. Ele voltou a criticar os efeitos da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, conflito que chamou de “maluquice”. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula chega à Alemanha para assinar parcerias comerciais e de inovação.</li>
<li>Lula fala para milhares na Espanha e pede coerência dos progressistas .</li>
<li>Lula defende fim da 6&#215;1 e diz que ganhos não podem valer só para ricos.</li>
</ul>
<p>Lula disse que o Brasil pode ajudar a União Europeia a diminuir custos de energia e a descarbonizar a indústria. “Para isso, é essencial que as regras do bloco levem em conta a matriz energética limpa utilizada em nossos processos produtivos”, disse Lula, na Hannover Messe.</p>
<p>No discurso, acompanhado pelo chanceler alemão, Friedrich Merz, por representantes dos governos e empresários dos dois países, Lula argumentou que é preciso combater “narrativas falsas” a respeito da sustentabilidade da agricultura brasileira. Ele foi aplaudido pelos presentes em diferentes momentos do discurso.</p>
<p>“Criar barreiras adicionais ao acesso de biocombustíveis é contraproducente, tanto do ponto de vista ambiental quanto do ponto de vista energético”. </p>
<p>O presidente argumentou que, em 2026, o Brasil coloca em marcha um “robusto programa” que prioriza a economia verde e a indústria 4.0. Por outro lado, ele aproveitou para contextualizar que se trata de um momento crítico na geopolítica global, marcado por paradoxos.</p>
<blockquote>
<p>“A inteligência artificial nos torna mais produtivos, mas também é utilizada para selecionar alvos militares sem parâmetros legais ou morais”, criticou.</p>
</blockquote>
<h2>Defesa do trabalhador </h2>
<p>Sobre o mercado de trabalho, Lula disse que o país tem o menor desemprego da sua história e que defende o fim da escala 6&#215;1, com a redução da jornada de trabalho para garantir dois dias de descanso.</p>
<p>Em relação aos empregos, Lula fez apelo aos empresários e pesquisadores para que, no cenário da evolução das tecnologias de inteligência artificial, contabilizem os impactos para os trabalhadores no mundo.</p>
<blockquote>
<p>“Se a inteligência artificial causar o bem que nós queremos, é preciso que nos lembremos que, por trás de cada invenção, tem um ser humano. Se ele não tiver mercado de trabalho, o mundo só tende a piorar”, considerou.</p>
</blockquote>
<h2>“Maluquice da guerra”</h2>
<p>Ainda em seu discurso, Lula assegurou que o Brasil é um dos países menos afetados pela “maluquice da guerra feita com o Irã”. Ele afirmou que o governo tomou medidas internas para minimizar esse impacto diante de um cenário em que o país importa 30% do óleo diesel utilizado.  </p>
<p>O presidente aproveitou para condenar o fato de o mundo estar marcado por desigualdades, mas haver um gasto de US$ 2,7 trilhões em guerras. Em relação a isso, Lula pediu responsabilidade a membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU para buscar caminhos contra essa realidade. O conselho conta com cinco membros permanentes: Estados Unidos, China, Rússia, França e Reino Unido. </p>
<h2>Efeitos sobre mais vulneráveis</h2>
<p>Lula lembrou que, com o conflito no Oriente Médio, ocorrem flutuações no preço do petróleo que encarecem a energia e o transporte. Outra consequência é a escassez de fertilizantes, que afeta a produção agrícola e aumenta a insegurança alimentar.</p>
<p>“São os mais vulneráveis que pagam o preço da inflação dos alimentos. O protecionismo ressurge como resposta falaciosa para problemas econômicos e sociais complexos”. </p>
<p>Diante desse cenário, Lula apontou que a “paralisia” da Organização Mundial do Comércio (OMC) torna necessário “refundar a organização”. No tema do comércio internacional, o presidente aproveitou para enfatizar a importância do acordo entre o Mercosul e a União Europeia.</p>
<p>“Daqui a menos de duas semanas, entrará em vigor o acordo que cria um mercado de quase 720 milhões de pessoas e um PIB de 22 trilhões de dólares”. </p>
<p>Lula voltou a ser aplaudido quando lembrou do compromisso brasileiro de, até 2030, chegar a desmatamento zero na Amazônia. “Nos últimos três anos, reduzimos em 50% o desmatamento da Amazônia e em 32% no Cerrado”.</p>
<p>O presidente também destacou que o Brasil prioriza a sustentabilidade no campo dos combustíveis. “Já adotamos mistura de 30% de etanol na gasolina e de 15% no biodiesel. Produzimos biocombustíveis de forma sustentável, sem comprometer o cultivo de alimentos ou derrubar florestas”, explicou.</p>
<p>Ele acrescentou que 90% da energia elétrica do Brasil é limpa e há potencial para produzir o hidrogênio verde mais barato do mundo.  </p>
<p>Lula também citou a possibilidade de maior exploração de minérios críticos para colaborar com a descarbonização e a transformação digital. “Com apenas 30% do potencial mineral mapeado, nosso país já tem a maior reserva mundial de nióbio, a segunda de grafita e terra rara e a terceira de níquel”.</p>
<p>Ele disse que não vê o país como “mero exportador” dos minerais, mas deseja parcerias internacionais com transferência de tecnologia.</p>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-04/na-alemanha-lula-defende-parceria-com-europa-na-descarbonizacao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 19 Apr 2026 16:29:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/na-alemanha-lula-defende-parceria-com-europa-na-descarbonizacao/">Na Alemanha, Lula defende parceria com Europa na descarbonização</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Brasil recupera lugar de potência ambiental, diz Marina Silva</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-recupera-lugar-de-potencia-ambiental-diz-marina-silva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 18:46:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA["mascote" da COP30]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou nesta quarta-feira (2), na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, o papel de protagonismo que o Brasil voltou a ocupar no cenário político internacional após reconstruir a política para o setor dentro do país. “O Brasil recuperou seu lugar de potência ambiental”, afirmou. Segundo a ministra, apesar de todas as adversidades enfrentadas, o país acumula números positivos que já são reconhecidos em ambientes multilaterais. “Nesses dois anos em que o desmatamento caiu quase 46% na Amazônia e 32% no país inteiro, o agronegócio cresceu 15% e a renda per capita cresceu em torno de 11%.” Notícias relacionadas: Governo divulga imagem do Curupira, &#8220;mascote&#8221; da COP30.&#8230;</p>
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				</p>
<p>A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou nesta quarta-feira (2), na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, o papel de protagonismo que o Brasil voltou a ocupar no cenário político internacional após reconstruir a política para o setor dentro do país. “O Brasil recuperou seu lugar de potência ambiental”, afirmou.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751482015_601_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751482015_709_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Segundo a ministra, apesar de todas as adversidades enfrentadas, o país acumula números positivos que já são reconhecidos em ambientes multilaterais. “Nesses dois anos em que o desmatamento caiu quase 46% na Amazônia e 32% no país inteiro, o agronegócio cresceu 15% e a renda per capita cresceu em torno de 11%.”</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Governo divulga imagem do Curupira, &#8220;mascote&#8221; da COP30.</li>
<li>Desastres relacionados às chuvas triplicaram no país, aponta relatório.</li>
<li>Conferência de Bonn, na Alemanha, termina com avanços para COP30.</li>
</ul>
<p>Os resultados foram alcançados com ações de prevenção, capacidade de mobilização e parceria com estados, municípios, organizações sociais e empresariado brasileiro, que se empenham no avanço da agenda ambiental, informou a ministra.</p>
<blockquote>
<p>“Quem destrói é uma minoria. Apenas 2,6% dos imóveis rurais concentram 60% das irregularidades. A maioria não é irregular. Então, aqueles que o Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis ] está autuando são os que comprovadamente promovem atividades fora da lei.”</p>
</blockquote>
<p>A afirmação foi feita após ser questionada sobre a apreensão de 20 cabeças de gado ilegal que ocupavam a Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes, no estado do Acre. A operação, realizada em junho, atuou para remover 400 bovinos mantidos irregularmente em toda a unidade de conservação federal. “Esses 2,6% não falam pelo agronegócio brasileiro.”</p>
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<p>A ministra foi convidada a participar de audiência na comissão para esclarecer a atuação dos órgãos de fiscalização e o trabalho de combate aos incêndios nos biomas brasileiros. Ela disse que a redução do desmatamento só não foi maior por causa dos incêndios ocorridos em 2024. “De fato, nós tivemos em 2024 um aumento dos incêndios no Brasil, que se deu em função de um extremo climático que não afetou apenas o Brasil, mas afetou o mundo inteiro.”</p>
<p>O extremo climático levou o país a um cenário de seca com baixa precipitação, temperatura alta e baixa umidade que potencializaram os incêndios iniciados de forma criminosa. “Isso fez com que a gente tivesse um processo de retroalimentação perverso”, ressaltou.</p>
<h2>Avanços</h2>
<p>Para enfrentar todas as adversidades, o governo federal destinou quase R$ 1,5 bilhão para ações de combate aos incêndios, estruturou a capacidade operacional ampliada para 3,5 mil brigadistas e reduziu a área atingida na comparação com os números de 2022.</p>
<blockquote>
<p>“Fizemos uma verdadeira força-tarefa no país para evitar que tivéssemos uma situação de completo descontrole, porque a situação ficou muito agravada”, reforçou.</p>
</blockquote>
<h2>Agrotóxico</h2>
<p>A ministra também foi questionada sobre a demora na liberação do uso de agrotóxicos no país e informou que o Ibama tem autonomia para realizar as análises técnicas a partir de critérios que consideram os benéficos para a saúde pública, para o meio ambiente e para o próprio produtor rural.</p>
<p>Segundo Marina, a demora muitas vezes se dá pela insistência na aprovação de produtos que já foram proibidos anteriormente. “A maioria dos pedidos para autorização de novos agrotóxicos são para genéricos que não têm nenhuma molécula nova, nem atualização da fórmula.”</p>
<p>A ministra enfatizou ainda que boas práticas como o uso de bioinsumos, respeito a reserva legal e regularização ambiental são bonificadas na forma de incentivos na concessão de crédito dentro das políticas públicas.</p>
<blockquote>
<p>“No Plano Safra deste ano, lançado recentemente, criamos uma inovação e estabelecemos um redutor de juros por boas práticas, que chega a 1%. Isso se constituiu em um incentivo para que os agricultores façam investimentos na área da agricultura de baixo carbono.”</p>
</blockquote>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-07/brasil-recuperou-seu-lugar-de-potencia-ambiental-diz-marina-silva">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 02 Jul 2025 14:37:00 -0300 </p>

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		<title>Judô brasileiro estreia nesta sexta-feira em Grand Slam no Uzbequistão</title>
		<link>https://weeknews.online/judo-brasileiro-estreia-nesta-sexta-feira-em-grand-slam-no-uzbequistao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 03:08:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Bortoleto estreia como piloto da Sauber em testes da F1 no Bahrein]]></category>
		<category><![CDATA[Botafogo busca título da Recopa Sul-Americana diante do Racing]]></category>
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		<category><![CDATA[Seleção de goalball é convocada para disputar Nations Cup]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Brasil estreia nesta sexta-feira (27) no Grand Slam de Judô de Tashkent (Uzbequistão), terceira etapa do circuito mundial que distribui até 1000 pontos no ranking aos vencedores. A delegação nacional conta com 11 representantes (sete mulheres e quatro homens) que competirão com outros 231 judocas de 22 países. O Grand Slam vai até domingo (2 de abril), com transmissão ao vivo online no canal Judo TV. A equipe feminina conta com o trio Beatriz Freitas (categoria 78 quilos), Karol Gimenes (78kg) e Clarice Ribeiro (48 kg) – que subiu ao pódio no último fim de semana, no Open Europeu de Varsóvia (Polônia) -, e também com as experientes atletas), Ketleyn Quadros (63kg), Rafaela Silva (63kg), Natasha Ferreira (48kg) e Jéssica Lima (57kg).&#8230;</p>
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<p>O Brasil estreia nesta sexta-feira (27) no Grand Slam de Judô de Tashkent (Uzbequistão), terceira etapa do circuito mundial que distribui até 1000 pontos no ranking aos vencedores. A delegação nacional conta com 11 representantes (sete mulheres e quatro homens) que competirão com outros 231 judocas de 22 países. O Grand Slam vai até domingo (2 de abril), com<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://judotv.com/"><strong> transmissão ao vivo online </strong></a>no canal Judo TV.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740712114_348_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740712115_656_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A equipe feminina conta com o trio Beatriz Freitas (categoria 78 quilos), Karol Gimenes (78kg) e Clarice Ribeiro (48 kg) – que subiu ao pódio no último fim de semana, no Open Europeu de Varsóvia (Polônia) -, e também com as experientes atletas), Ketleyn Quadros (63kg), Rafaela Silva (63kg), Natasha Ferreira (48kg) e Jéssica Lima (57kg).</p>
<p>No time masculino estão o Brasil contará com Chrystian Silva (60kg), Ronald Lima (66kg), Gabriel Genro Alves (73kg) e João Macedo (81kg).</p>
<p>Os judocas buscam somar pontos com vistas ao ranqueamento para o Mundial da modalidade, no início de junho, em Budapeste (Hungria).</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DGgO8Fpx8sV/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
</blockquote>
<h2>Agenda</h2>
<p><strong>SEXTA-FEIRA (28)</strong></p>
<p><em>Lutas preliminares às 2h30 e finais às 9h<strong>*</strong></em></p>
<p>Chrystian Silva x Cedric Revol (França) – categoria 60kg masculino</p>
<p>Ronald Lima x Ying-Jie Jiang (Taiwan) – 66 kg masculino</p>
<p>Natasha Ferreira X vencedora da luta Laziza Haydarova (Uzbequistão) x Hikari Yoshioka (Japão) &#8211; 48 kg feminina</p>
<p>Jéssica Lima x Despina Bochkova (Uzbequistão) – 57 kg feminina</p>
<p><strong>SÁBADO (1º de março)</strong></p>
<p><em>Lutas preliminares às 4h e finais às 9h<strong>*</strong></em></p>
<p>Gabriel Genro Alves x Shakhram Ahadov (Uzbequistão) – 73 kg masculino</p>
<p>João Macedo x Timo Cavelius (Alemanha) – 81 kg masculino</p>
<p>Rafaela Silva x Alexandra Balabanova (Rússia) – 63 kg feminino</p>
<p>Ketleyn Quadros x  vencedora da luta Stefaniya Vlasova (Rússia) x Marjona Nurulloeva (Uzbequistão) &#8211;  63 kg feminino</p>
<p>Danielle Oliveira x Maya Kogan (Israel)</p>
<p><strong>DOMINGO (2)</strong></p>
<p><em>Lutas preliminares às 2h30 e finais às 9h<strong>*</strong></em></p>
<p>Beatriz Freitas x Petrunjela Pavic (Croata) – 78 kg feminino</p>
<p>Karol Gimenes x Shoira Aminova (Uzbequistão) – 78 kg feminino</p>
<p><em>* horários de Brasília</em></p>
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    </div>
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<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2025-02/judo-brasileiro-estreia-nesta-sexta-feira-em-grand-slam-no-uzbequistao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 27 Feb 2025 19:34:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/judo-brasileiro-estreia-nesta-sexta-feira-em-grand-slam-no-uzbequistao/">Judô brasileiro estreia nesta sexta-feira em Grand Slam no Uzbequistão</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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