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	<title>Arquivo de Novo programa dará até R$ 30 mil em crédito para reforma de casas - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Novo programa dará até R$ 30 mil em crédito para reforma de casas - WeekNews</title>
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		<title>Cidade sustentável é desafio para política habitacional, diz urbanista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 14:23:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasil tem 15 cidades com mais de 1 milhão de habitantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A precariedade habitacional não se configura apenas pela falta de moradia, mas também pela escassez de estruturas que garantam serviços básicos próximos dos moradores. A conclusão é do professor franco-colombiano Carlos Moreno, da Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne, que esteve no Brasil, em evento promovido pelo Instituto Motiva. “Esse é o elemento mais sério de viver na América Latina”, destacou. O professor trabalha com o conceito urbano, que visa à organização de bairros para que os moradores possam ter suas necessidades diárias – como saúde, comércio, lazer e educação – garantidas a uma distância próxima da sua residência. A proposta tem o objetivo de reduzir a dependência dos carros e a poluição, além de melhorar a qualidade de vida e o bem-estar e promover a&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>A precariedade habitacional não se configura apenas pela falta de moradia, mas também pela escassez de estruturas que garantam serviços básicos próximos dos moradores.</strong> A conclusão é do <strong>professor franco-colombiano Carlos Moreno, da Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne</strong>, que esteve no Brasil, em evento promovido pelo Instituto Motiva. “Esse é o elemento mais sério de viver na América Latina”, destacou.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760192586_276_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760192587_322_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O professor trabalha com o <strong>conceito urbano</strong>, que visa à organização de bairros para que os <strong>moradores possam ter suas necessidades diárias</strong> – como saúde, comércio, lazer e educação – <strong>garantidas a uma distância próxima da sua residência</strong>. A proposta tem o objetivo de <strong>reduzir a dependência dos carros e a poluição</strong>, além de <strong>melhorar a qualidade de vida e o bem-estar e promover a resiliência das comunidades</strong>.</p>
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<div class="meta">Professor franco-colombiano Carlos Moreno, morar longe das regiões centrais e sem acesso a serviços é sinônimo de exclusão &#8211; <strong>Foto: Charles Trigueiro/Divulgação</strong><!--END copyright=440066--></div>
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<p>“Mesmo que tenhamos boas intenções e construamos prédios de habitação social, se esses prédios forem caixas de fósforos, longe do centro, se a cidade se comportar como uma centrífuga que manda as pessoas com menos recursos cada vez mais para longe, estamos distanciando-as da vida por estarem nesses lugares sem serviços”, disse o urbanista, no painel A Cidade de 15 Minutos.</p>
<p><strong>Moreno defende que morar longe das regiões centrais e sem acesso a serviços é sinônimo de exclusão.</strong></p>
<blockquote>
<p>“É o cerne do que estamos desenvolvendo e corresponde ao que estamos propondo: transformar nosso modo de vida na cidade para que nosso tempo seja útil e digno, para que tenhamos inclusão social e econômica, com serviços de saúde, educação, comércio, espaços públicos e cultura”, destacou o urbanista.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para ele, o rápido aumento da urbanização deu origem a muita informalidade, uma grande carência de serviços e até mesmo dificuldade de convivência</strong>, especialmente na expansão de metrópoles do Sul Global. O Brasil é um exemplo dessa dinâmica, com um aumento vertiginoso da população urbana a partir da década de 1970, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<blockquote>
<p>“Estamos falando de um continente e de um país com cidades que representam um desafio considerável. Humanidade como prática são cidades humanizadas, onde nos reconhecemos em nossa diversidade. Cidades sustentáveis são aquelas ​​onde levamos em conta não apenas a natureza e a biodiversidade, mas onde vivemos em harmonia para atravessar os tempos de um mundo altamente urbano”, disse Moreno.</p>
</blockquote>
<h2>Soluções</h2>
<p>Os elementos que contribuem com o objetivo de uma cidade sustentável incluem <strong>soluções baseadas na natureza, ampliação de áreas verdes e o fomento de uma mobilidade que emita menos carbono</strong>. A presidente do Instituto Motiva, Renata Ruggiero, reforça que um território sustentável depende ainda de outros fatores.</p>
<blockquote>
<p>“Não dá para a gente falar numa cidade sustentável convivendo com desigualdades sociais tão crônicas como a gente tem aqui no Brasil. Uma cidade sustentável precisa ser inclusiva e oferecer mais oportunidades aos seus habitantes para que a gente reduza as desigualdades”, apontou.</p>
</blockquote>
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<div class="meta">A qualidade de vida é fundamental para a construção de cidades sustentáveis, diz a presidente do Instituto Motiva, Renata Ruggiero &#8211; <strong>Foto: Charles Trigueiro/Divulgação</strong><!--END copyright=440065--></div>
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<p>Renata Ruggiero destacou ainda a <strong>qualidade de vida como elemento necessário para a construção de um território mais sustentável</strong>, a fim de que as pessoas tenham possibilidade de ter hábitos mais saudáveis e viver de forma mais integrada, por meio de iniciativas no campo da saúde e do esporte.</p>
<p>O <strong>bairro de Presidente Altino</strong>, localizado na divisa entre a capital paulista e Osasco, foi <strong>selecionado para aplicação de uma estratégia social</strong>, conduzida pelo instituto, <strong>com foco em cidades e comunidades sustentáveis, a partir de uma ampla coalizão territorial</strong>. O projeto prevê, além do Instituto Motiva, a mobilização de empresas e organizações da sociedade civil que estão no território, além do poder público e da população local.</p>
<p>“A ideia é que esse processo todo, desde o início – como fazer, como mobilizar, como organizar, como ter uma governança ao longo do tempo –, possa ser sistematizado para contribuir com a formulação de políticas públicas para a área das cidades”, contou Renata sobre o desenvolvimento de uma metodologia de urbanismo social no bairro paulistano.</p>
<p>Em parceria com Centro de Estudos das Cidades – Laboratório Arq.Futuro,<strong> o processo será todo sistematizado, com o objetivo de ser um modelo</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“É um caminho que pode ser replicado para tantos outros territórios e que envolve todos os atores. O problema é que, muitas vezes, as transformações e os impactos são menores, localizados e menos potentes porque não têm articulação entre vários agentes”, disse Renata.</p>
</blockquote>
<p>Além dos benefícios locais, <strong>a proposta é que a metodologia possa influenciar a formulação de políticas públicas para cidades. </strong>“Esse projeto de inovação social, essa coalizão territorial que vamos começar, tem esse objetivo de implementação de ações e de iniciativas ali para o território, que ao longo do tempo vão contribuir com o desenvolvimento local, mas ele tem também essa visão maior.”</p>
<p>Ao todo, 20 territórios – entre cidades e comunidades – foram selecionados pela instituição para receber ações que visam à promoção de espaços mais sustentáveis, divididos pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Bahia, Paraná e Mato Grosso do Sul. Os locais serão submetidos, inicialmente, a um diagnóstico, e haverá a elaboração de planos de desenvolvimento territorial específicos.</p>
<p> Camila Boehm &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/cidade-sustentavel-e-desafio-para-politica-habitacional-diz-urbanista">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 11 Oct 2025 11:04:00 -0300 </p>

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		<title>Lula anuncia programa de habitação para classe média</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-anuncia-programa-de-habitacao-para-classe-media/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 17:37:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
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		<category><![CDATA[anunciou o novo modelo de crédito imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa lança linha de crédito para construtoras de habitação popular]]></category>
		<category><![CDATA[casa própria]]></category>
		<category><![CDATA[classe média]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[financie mais 80 mil novas moradias até 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[Novo programa dará até R$ 30 mil em crédito para reforma de casas]]></category>
		<category><![CDATA[reestrutura o uso da poupança para ampliar a oferta de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[resgate líquido de R$ 78]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta sexta-feira (10), que, a partir de agora, a classe média também passa a ser assistida pelos programas de habitação do país. Lula anunciou o novo modelo de crédito imobiliário, que reestrutura o uso da poupança para ampliar a oferta de crédito, especialmente para essa parte da população que ganha mais de R$ 12 mil. Durante participação no evento Incorpora 2025, em São Paulo (SP), um dos maiores do setor habitacional, Lula disse que sempre teve “uma inquietação” para atender à necessidade de moradias da classe média. Notícias relacionadas: Novo programa dará até R$ 30 mil em crédito para reforma de casas. Caixa lança linha de crédito para construtoras de habitação popular. “Um trabalhador metalúrgico, um&#8230;</p>
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				</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta sexta-feira (10), que, a partir de agora, a classe média também passa a ser assistida pelos programas de habitação do país. Lula anunciou o novo modelo de crédito imobiliário, que reestrutura o uso da poupança para ampliar a oferta de crédito, especialmente para essa parte da população que ganha mais de R$ 12 mil.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760117836_378_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760117837_67_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Durante participação no evento Incorpora 2025, em São Paulo (SP), um dos maiores do setor habitacional, Lula disse que sempre teve “uma inquietação” para atender à necessidade de moradias da classe média.</p>
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<li>Novo programa dará até R$ 30 mil em crédito para reforma de casas.</li>
<li>Caixa lança linha de crédito para construtoras de habitação popular.</li>
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<p>“Um trabalhador metalúrgico, um bancário, um químico, um gráfico, um trabalhador da Caixa Econômica, um professor [&#8230;] Essas pessoas não têm direito a comprar casa, porque elas nem são pobres, não estão na faixa 1, nem na faixa 2 [do Minha Casa, Minha Vida]”, disse.</p>
<p>“Esse programa foi feito pensando nessa gente, pensando em dar àqueles que ainda não têm direito, o direito de ter a sua casinha um pouco melhor”, afirmou.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>Para o presidente, a classe média pode escolher onde morar.</p>
<p>“Ele não quer uma casa de 40 metros quadrados, ele quer uma casa de 80 metros quadrados. Ele não quer morar no Cafundó do Judas, ele quer morar no lugar mais próximo onde ele está habituado a morar. O que nós vamos tentar fazer é adequar as dificuldades econômicas das pessoas levando em conta o respeito à dignidade humana de morar no lugar aonde pensa que é bom morar”, disse.</p>
<p>O novo modelo de crédito imobiliário do país reestrutura o uso da poupança para ampliar a oferta de crédito.</p>
<h2>Fim do compulsório</h2>
<p>Após um período de transição, o total dos recursos depositados na caderneta de poupança será referência para uso no setor habitacional, com o fim dos depósitos compulsórios no Banco Central (BC). Além disso, o <strong>valor máximo do imóvel financiado no Sistema Financeiro da Habitação (SFH) passará de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões.</strong></p>
<p>Hoje, famílias com renda até R$ 12 mil são atendidas pelo Minha Casa, Minha Vida, com juros menores, e, desde o início do seu terceiro mandato, Lula defende alternativa de financiamento para a classe média.</p>
<p>A previsão é que, com essa mudança, a Caixa Econômica Federal financie mais 80 mil novas moradias até 2026.</p>
<p>Atualmente, 65% dos recursos captados pelos bancos da poupança precisam ser direcionados ao crédito imobiliário; 15% estão livres para operações mais rentáveis e 20% ficam com o Banco Central na forma de depósito compulsório.</p>
<p>Os financiamentos via SFH vinham perdendo espaço no mercado em meio a saques da caderneta de poupança, principal fonte de recursos para crédito habitacional no país</p>
<p>Em 2023 e 2024, as retiradas líquidas da poupança foram R$ 87,8 bilhões e R$ 15,5 bilhões, respectivamente. Em 2025, caderneta já tem resgate líquido de R$ 78,5 bilhões. Entre as razões para os saques está a manutenção da Selic – a taxa básica de juros – em alta, o que estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho.</p>
<p><strong>Confira as informações do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil, sobre as mudanças</strong></p>
</p>
<h2>Transição até 2027</h2>
<p>A reforma anunciada hoje “moderniza as regras” de direcionamento do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), com o objetivo de maximizar a poupança como fonte de financiamento.</p>
<p>“Na medida em que mais valores são depositados em poupança, mais crédito será disponibilizado para financiamento imobiliário, o que tende a ampliar a oferta de crédito, considerando ainda as captações de mercado, por exemplo, via LCIs (Letras de crédito imobiliário) e CRIs (Certificados de recebíveis imobiliários)”, explicou o governo, em comunicado.</p>
<p>Após um período de transição, o direcionamento obrigatório de 65% dos depósitos da poupança acabará e os depósitos compulsórios no Banco Central referentes a esse tipo de aplicação também. O total dos recursos depositados na caderneta de poupança passará a ser referência para o volume de dinheiro que os bancos devem destinar ao crédito habitacional, incluindo as modalidades do SFH e do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).</p>
<p>Quando estiver plenamente implementado o novo modelo, se uma instituição captar no mercado, por exemplo, R$ 1 milhão e direcionar integralmente esse montante para financiamento imobiliário, ela poderá usar a mesma quantia captada na poupança, que tem custo mais baixo, para aplicações livres por um período predeterminado.</p>
<p>Para isso, 80% dos financiamentos habitacionais deverão ser feitos pelas regras do SFH, que têm juros limitados a 12% ao ano.</p>
<p>“O novo modelo aumenta a competição, pois incorpora os depósitos interfinanceiros imobiliários ao direcionamento, o que permite que instituições que não captam poupança também concedam crédito habitacional em condições equivalentes às demais”, argumenta o governo.</p>
<p>A transição será gradual, iniciando ainda este ano. O novo modelo deverá ter plena vigência a partir de janeiro de 2027. Até lá, fica valendo o direcionamento obrigatório de 65% dos recursos captados na poupança para operações de crédito habitacional.</p>
<p>Dos 35% restantes, pelas regras atuais, 20% são recolhidos ao Banco Central a título de depósito compulsório e 15% vão para operações livres. Durante a transição, o volume dos compulsórios será reduzido para 15% e os 5% serão aplicados no novo regime.</p>
<p> </p>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-10/lula-anuncia-programa-de-habitacao-para-classe-media">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 10 Oct 2025 12:31:00 -0300 </p>

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		<title>Lula anuncia novo modelo de crédito imobiliário</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-anuncia-novo-modelo-de-credito-imobiliario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 15:33:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[caderneta já tem resgate líquido]]></category>
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		<category><![CDATA[Sistema Financeiro da Habitação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta sexta-feira (10), o novo modelo de crédito imobiliário do país, que reestrutura o uso da poupança para ampliar a oferta de crédito, especialmente para a classe média. Lula participou do evento Incorpora 2025, em São Paulo (SP), um dos maiores do setor. Após um período de transição, o total dos recursos depositados na caderneta de poupança será referência para uso no setor habitacional, com o fim dos depósitos compulsórios no Banco Central (BC). Notícias relacionadas: Novo programa dará até R$ 30 mil em crédito para reforma de casas. Além disso, o valor máximo do imóvel financiado no Sistema Financeiro da Habitação (SFH) passará de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões. Hoje, famílias com&#8230;</p>
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<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta sexta-feira (10), o novo modelo de crédito imobiliário do país, que reestrutura o uso da poupança para ampliar a oferta de crédito, especialmente para a classe média. </strong>Lula participou do evento Incorpora 2025, em São Paulo (SP), um dos maiores do setor.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760110385_541_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760110385_84_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Após um período de transição, o total dos recursos depositados na caderneta de poupança será referência para uso no setor habitacional, com o fim dos depósitos compulsórios no Banco Central (BC). </strong></p>
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</ul>
<p>Além disso, o valor máximo do imóvel financiado no Sistema Financeiro da Habitação (SFH) passará de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões.</p>
<p>Hoje, famílias com renda até R$ 12 mil são atendidas pelo Minha Casa, Minha Vida, com juros menores, e, desde o início do seu terceiro mandato, Lula defende alternativa de financiamento para a classe média.</p>
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<p>A previsão é que, com essa mudança, a Caixa Econômica Federal financie mais 80 mil novas moradias até 2026.</p>
<p><strong>Atualmente, 65% dos recursos da poupança captados pelos bancos precisam ser direcionados ao crédito imobiliário; 15% estão livres para operações mais rentáveis e 20% ficam com o Banco Central na forma de depósito compulsório.</strong></p>
<p>Os financiamentos via SFH vinham perdendo espaço no mercado em meio a saques da caderneta de poupança, principal fonte de recursos para crédito habitacional no país</p>
<p>Em 2023 e 2024, as retiradas líquidas da poupança foram R$ 87,8 bilhões e R$ 15,5 bilhões, respectivamente. Em 2025, caderneta já tem resgate líquido de R$ 78,5 bilhões.</p>
<p><strong>Entre as razões para os saques está a manutenção da Selic – a taxa básica de juros – em alta, o que estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho.</strong></p>
<h2>Entenda as mudanças</h2>
<p>A reforma anunciada hoje “moderniza as regras” de direcionamento do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), com o objetivo de maximizar a poupança como fonte de financiamento.</p>
<p>“Na medida em que mais valores são depositados em poupança, mais crédito será disponibilizado para financiamento imobiliário, o que tende a ampliar a oferta de crédito, considerando ainda as captações de mercado, por exemplo, via LCIs (Letras de crédito imobiliário) e CRIs (Certificados de recebíveis imobiliários)”, explicou o governo, em comunicado.</p>
<p><strong>Após um período de transição, o direcionamento obrigatório de 65% dos depósitos da poupança acabará e os depósitos compulsórios no Banco Central referentes a esse tipo de aplicação também. </strong></p>
<p>O total dos recursos depositados na caderneta de poupança passará a ser referência para o volume de dinheiro que os bancos devem destinar ao crédito habitacional, incluindo as modalidades do SFH e do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).</p>
<p><strong>Quando estiver plenamente implementado o novo modelo, se uma instituição captar no mercado, por exemplo, R$ 1 milhão e direcionar integralmente esse montante para financiamento imobiliário, ela poderá usar a mesma quantia captada na poupança, que tem custo mais baixo, para aplicações livres por um período predeterminado.</strong></p>
<p>Para isso, 80% dos financiamentos habitacionais deverão ser feitos pelas regras do SFH, que têm juros limitados a 12% ao ano.</p>
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<p>“O novo modelo aumenta a competição, pois incorpora os depósitos interfinanceiros imobiliários ao direcionamento, o que permite que instituições que não captam poupança também concedam crédito habitacional em condições equivalentes às demais”, argumenta o governo.</p>
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<p>A transição será gradual, iniciando ainda este ano. O novo modelo deverá ter plena vigência a partir de janeiro de 2027.</p>
<p>Até lá, fica valendo o direcionamento obrigatório de 65% dos recursos captados na poupança para operações de crédito habitacional.</p>
<p><strong>Dos 35% restantes, pelas regras atuais, 20% são recolhidos ao Banco Central a título de depósito compulsório e 15% vão para operações livres. </strong></p>
<p>Durante a transição, o volume dos compulsórios será reduzido para 15% e os 5% serão aplicados no novo regime.</p>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-10/lula-anuncia-novo-modelo-de-credito-imobiliario">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 10 Oct 2025 11:27:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/lula-anuncia-novo-modelo-de-credito-imobiliario/">Lula anuncia novo modelo de crédito imobiliário</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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