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	<title>Arquivo de Onça-preta aparece pela primeira vez em reserva no Cerrado - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Onça-preta aparece pela primeira vez em reserva no Cerrado - WeekNews</title>
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		<title>Cerrado brasileiro perdeu 28% da vegetação nativa em 40 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 14:16:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento cai 20% no Cerrado e sobe 4% na Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Em 12 meses]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de cinema destaca o Cerrado no equilíbrio do clima]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
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		<category><![CDATA[Onça-preta aparece pela primeira vez em reserva no Cerrado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo no Brasil, divulgada nesta quarta-feira (1º), traz dados alarmantes sobre o Cerrado, que ocupa 23,3% de todo o território do país. De acordo com o estudo, em 40 anos, o bioma perdeu 40,5 milhões de hectares, equivalentes a 28% de vegetação nativa. Essa mudança somada ao que já havia sido transformado antes do período entre 1985 e 2024, resulta em uma transformação total de quase metade, 47,9%, do Cerrado. Notícias relacionadas: Em 12 meses, desmatamento cai 20% no Cerrado e sobe 4% na Amazônia. Festival de cinema destaca o Cerrado no equilíbrio do clima. Onça-preta aparece pela primeira vez em reserva no Cerrado. “Os impactos disso vão desde a&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo no Brasil, divulgada nesta quarta-feira (1º), traz dados alarmantes sobre o Cerrado, que ocupa 23,3% de todo o território do país. De acordo com o estudo, em 40 anos, o bioma perdeu 40,5 milhões de hectares, equivalentes a 28% de vegetação nativa.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759328174_560_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759328174_430_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Essa mudança somada ao que já havia sido transformado antes do período entre 1985 e 2024, resulta em uma transformação total de quase metade, 47,9%, do Cerrado.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Em 12 meses, desmatamento cai 20% no Cerrado e sobe 4% na Amazônia.</li>
<li>Festival de cinema destaca o Cerrado no equilíbrio do clima.</li>
<li>Onça-preta aparece pela primeira vez em reserva no Cerrado.</li>
</ul>
<p>“Os impactos disso vão desde a fragmentação de habitats e a pressão sobre os serviços ecossistêmicos até mudanças regionais no regime hídrico, o que pode tornar o bioma mais vulnerável aos extremos climáticos&#8221;, alerta a analista de pesquisa do IPAM e da equipe do Cerrado do MapBiomas, Bárbara Costa.</p>
</blockquote>
<p>A formação savânica foi a mais atingida ao longo de todo o período com uma redução de 26,1 milhões de hectares, seguido das formações florestais reduzidas em 10,5 milhões de hectares. Os campos alagados também diminuíram 1,3 milhão de hectares.</p>
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<h2>Pastos e agricultura</h2>
<p>As atividades humanas que ocuparam esses espaços foram principalmente o uso do solo para pasto, agropecuária e silvicultura, que, em 2024, já respondiam por 24, 1%, 13,2% e 1,7% do território do bioma. Apesar das pastagens ocuparem mais espaço, a agricultura foi a atividade que mais avançou nos últimos 40 anos, tendo registrado uma variação de 533% desde 1985 e um avanço sobre 22,1 milhões de hectares.</p>
<p>O estudo aponta que as pastagens tiveram um crescimento significativo até 2007, mas nos anos seguintes a agricultura foi ganhando mais espaço. As lavouras temporárias, como a de soja, ocupavam, em 2024, 25,6 milhões de hectares enquanto a agricultura perene, como o café, estava, no ano passado, em 700 mil hectares do bioma.</p>
<blockquote>
<p>“O Cerrado vem sendo transformado em ritmo acelerado nas últimas quatro décadas. Com maior supressão da vegetação nativa entre 1985 e 1995 e depois nas décadas seguintes, a agricultura se expandiu e se intensificou, consolidando-se como região central da produção agrícola do país, principalmente para grãos”, aponta a pesquisadora Bárbara Costa.</p>
</blockquote>
<p>A Agropecuária era predominante em 42% dos municípios do Cerrado, no ano inicial do estudo. Passados 40 anos, esse percentual passou a 58%, enquanto que os municípios com mais de 80% da vegetação nativa no Cerrado, em 2024, representam apenas 16% do total.</p>
<h2>Água natural</h2>
<p>Entre 1985 e 2024, o Cerrado passou por uma transformação em relação a cobertura de água no bioma, corpos naturais como rios, lagos e veredas deram lugar à água antrópica, como hidrelétricas, reservatórios, aquicultura e mineração. Essa mudança levou o bioma a registrar a maior cobertura de água em 2024, com 0,8% do bioma coberto por corpos hídricos, equivalentes a 1,6 milhão de hectares.</p>
<p><strong>No detalhamento do estudo, o balanço entre ganhos e perdas de superfícies de água ao longo de todo o período revelam que em 2024, 60,4% do total do território coberto por água tem natureza antrópica.</strong></p>
<h2>Vegetação remanescente</h2>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/jfcrz_abr_3108220857.jpg" alt="Clima seco no Parque Nacional de Brasília " title="José Cruz/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=299177 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta"><!--copyright=299177--> De acordo com os pesquisadores, nesse último período, o Cerrado perdeu 6,4 milhões de hectares de vegetação nativa. Foto-arquivo <strong>José Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=299177--></div>
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<p>A maior parte da vegetação nativa remanescente está concentrada na região dos estados do Maranhão, Tocantins, de Piauí e da Bahia, também chamada de Matopiba. Juntos, os quatro estados respondem por 30% do Cerrado brasileiro.</p>
<p>Apesar de ainda ter uma área extensa de ecossistema preservado, o Matopiba perdeu 15,7 milhões de hectares em 40 anos.<strong> O avanço da supressão de vegetação nativa na região foi mais intenso na última década da pesquisa, entre 2015 e 2024, período em que a região respondeu por 73% da reversão em uso do solo pelo homem.</strong></p>
<p>De acordo com os pesquisadores, nesse último período, o Cerrado perdeu 6,4 milhões de hectares de vegetação nativa e o Matopiba foi responsável por 4,7 milhões de hectares de supressão. A agricultura avançou, inclusive sobre áreas já transformadas, ocupando um total de 5,5 milhões de hectares.</p>
<p>A maior parte da vegetação nativa está presente nos Territórios Indígenas, que conseguem manter 97% de Cerrado integral em suas terras, assim como as áreas militares e as Unidades de Conservação preservam respectivamente uma média de 95% e 95% de seus territórios.</p>
<p>Na comparação com outras formas de ocupação, como áreas urbanas, onde apenas 7% do Cerrado permanece em pé, o contraste é evidente. Outras formas de ocupação como imóveis rurais e terras ser registro também são menos preservadas, com a manutenção de apenas 45% e 49% respectivamente. </p>
<p><strong>De acordo com o Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação, entre agosto de 2024 e julho de 2025, o Cerrado registrou uma queda de 20,8% da área sob alerta de desmatamento, mas 5.555 km² de área do bioma ainda permaneceu sob alerta, entre agosto de 2024 e julho de 2025.</strong></p>
<p>O órgão é responsável pelo Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter) e pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento por Satélite (Prodes), operados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.</p>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-10/cerrado-brasileiro-perdeu-28-da-vegetacao-nativa-em-40-anos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 01 Oct 2025 10:12:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Em 12 meses, desmatamento cai 20% no Cerrado e sobe 4% na Amazônia</title>
		<link>https://weeknews.online/em-12-meses-desmatamento-cai-20-no-cerrado-e-sobe-4-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 19:13:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[8% no primeiro semestre]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Deter]]></category>
		<category><![CDATA[diz Marina]]></category>
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		<category><![CDATA[Inpe]]></category>
		<category><![CDATA[Lula deve vetar trechos do PL do licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Número de áreas queimadas no país cai 65]]></category>
		<category><![CDATA[Onça-preta aparece pela primeira vez em reserva no Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[PL da Devastação [Projeto de Lei 2.159/21]]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O bioma Amazônia registrou, ao longo dos últimos 12 meses, aumento de 4% nos alertas de desmatamento, emitidos em um total de 4.495 quilômetros quadrados (km²), contra 4.321 km² no período anterior. Apesar do crescimento, o resultado é o segundo menor da série histórica. A medição para o bioma Cerrado registrou queda de 20,8%, com alertas em um total de 5.555 km² contra 7.014 km² no período anterior. Notícias relacionadas: Lula deve vetar trechos do PL do licenciamento ambiental, diz Marina. Onça-preta aparece pela primeira vez em reserva no Cerrado. Número de áreas queimadas no país cai 65,8% no primeiro semestre. No Pantanal, a redução no desmatamento foi de 72%, com 319 km² contra 1.148 km² no período anterior. O bioma também registrou&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>O bioma Amazônia registrou, ao longo dos últimos 12 meses, aumento de 4% nos alertas de desmatamento, emitidos em um total de 4.495 quilômetros quadrados (km²), contra 4.321 km² no período anterior.</strong> Apesar do crescimento, o resultado é o segundo menor da série histórica.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754593985_713_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754593985_65_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>A medição para o bioma Cerrado registrou queda de 20,8%, com alertas em um total de 5.555 km² contra 7.014 km² no período anterior</strong>.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula deve vetar trechos do PL do licenciamento ambiental, diz Marina.</li>
<li>Onça-preta aparece pela primeira vez em reserva no Cerrado.</li>
<li>Número de áreas queimadas no país cai 65,8% no primeiro semestre.</li>
</ul>
<p><strong>No Pantanal, a redução no desmatamento foi de 72%, com 319 km² contra 1.148 km² no período anterior</strong>. O bioma também registrou queda de 9% nos focos de incêndios, com 16.125 km² contra 17.646 km² no período anterior.</p>
<p>Os <strong>dados da temporada 2024/2025</strong>, coletados de agosto de 2024 a julho de 2025, <strong>foram apresentados nesta quinta-feira (7) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)</strong>. A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, estava presenta na divulgação.</p>
<p>Os <strong>números são do Deter</strong>, sistema de alertas rápidos diários para apoio à fiscalização. O sistema emite alertas de corte raso, quando há a completa retirada de vegetação de forma rápida, e também alertas de degradação progressiva, causados sobretudo por incêndios recorrentes.</p>
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<h2>Fiscalização</h2>
<p>De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), ao longo do mesmo período, <strong>de agosto de 2024 a julho de 2025, foram emitidos, 3.976 autos de infração e aplicadas multas que somaram R$ 2,4 bilhões</strong>. A área embargada superou 5 mil km².</p>
<h2>Repercussão</h2>
<p>Para a especialista em conservação da organização não governamental WWF-Brasil, Ana Crisostomo, a redução do desmatamento na Amazônia demonstra que é possível avançar por meio de políticas públicas e de fiscalização. Mas ela destaca que é preciso ficar alerta a retrocessos ambientais.</p>
<p>“O veto total ao PL da Devastação [Projeto de Lei 2.159/21] é um exemplo, pois trata-se de uma decisão crucial para evitar o enfraquecimento das licenças ambientais e manter de pé os instrumentos que ajudam a conter a destruição. O momento exige coerência e responsabilidade: proteger nossos biomas é proteger o futuro do país.”</p>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-08/em-12-meses-desmatamento-cai-20-no-cerrado-e-sobe-4-na-amazonia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 07 Aug 2025 15:39:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Após 50 anos, onça-pintada é registrada nas matas de Valença, no Rio</title>
		<link>https://weeknews.online/apos-50-anos-onca-pintada-e-registrada-nas-matas-de-valenca-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 13:02:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Inea]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Onça-parda é registrada pela primeira vez na Ilha Grande]]></category>
		<category><![CDATA[onça-pintada]]></category>
		<category><![CDATA[Onça-preta aparece pela primeira vez em reserva no Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Estadual da Serra da Concórdia]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) do Rio de Janeiro identificou uma onça-pintada (Panthera onca) no Parque Estadual da Serra da Concórdia, em Valença, no Sul do estado. O animal não era registrado no território fluminense desde os anos 1970, de onde desapareceu por causa do avanço urbano. Notícias relacionadas: Onça-preta aparece pela primeira vez em reserva no Cerrado. Onça-parda é registrada pela primeira vez na Ilha Grande, no Rio. A onça – um macho adulto – vem sendo monitorada de forma intensiva desde dezembro de 2024 por câmeras do Inea e do Projeto Aventura Animal, parceiro do órgão. A onça-pintada é considerada o maior predador das Américas e é importante no equilíbrio dos ecossistemas. Os números do Inea indicam que há menos&#8230;</p>
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]]></description>
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				</p>
<p><strong>O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) do Rio de Janeiro identificou uma onça-pintada (<em>Panthera onca</em>) no Parque Estadual da Serra da Concórdia, em Valença, no Sul do estado. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753794128_303_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753794129_823_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O animal não era registrado no território fluminense desde os anos 1970, </strong>de onde desapareceu por causa do avanço urbano.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Onça-preta aparece pela primeira vez em reserva no Cerrado.</li>
<li>Onça-parda é registrada pela primeira vez na Ilha Grande, no Rio.</li>
</ul>
<p>A onça – um macho adulto – vem sendo monitorada de forma intensiva desde dezembro de 2024 por câmeras do Inea e do Projeto Aventura Animal, parceiro do órgão.</p>
<p>A onça-pintada é considerada o maior predador das Américas e é importante no equilíbrio dos ecossistemas. <strong>Os números do Inea indicam que há menos de 300 onças-pintadas em toda a Mata Atlântica.</strong></p>
<p>“Trabalhamos também para que a população fique segura com a presença desse importante animal, garantindo a tranquilidade de todos. Essa notícia é uma grande felicidade para todos nós, mas traz com ela também uma grande responsabilidade”, disse o secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade Bernardo Rossi.</p>
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    <!-- END scald=432268 --></div>
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<h6 class="meta"><!--copyright=432268-->Registro de onça-pintada feito no Parque Estadual da Serra da Concórdia, em Valença &#8211; <strong>Inea/Divulgação</strong><!--END copyright=432268--><br />
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</div>
<p>Técnicos do Inea também tem analisado pegadas e fezes do animal, para identificar a dieta, que é baseada em animais como capivaras, catetos e tapitis. Não foi registrado qualquer ataque envolvendo animais domésticos ou de criação.</p>
<p><strong>Segundo o Inea, há um plano de capturar o animal provisoriamente para instalar um colar de monitoramento e realizar exames laboratoriais. </strong>O procedimento contará com ajuda do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).</p>
<p>O aumento da cobertura de vegetação nativa nos últimos 40 anos é um dos motivos que explicam a migração da onça para o Rio de Janeiro. De 1985 a 2024, a área de floresta em território fluminense cresceu de 30% para 32%.</p>
<p><strong>O governo do Rio de Janeiro espera chegar a 40% de cobertura de Mata Atlântica no estado até 2050: cerca de mais 400 mil hectares restaurados. </strong>O aumento tem potencial de absorção de mais de 159 milhões de toneladas de CO₂.</p>
<p> Rafael Cardoso – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-07/apos-50-anos-onca-pintada-e-registrada-nas-matas-de-valenca-no-rio">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 29 Jul 2025 09:39:00 -0300 </p>

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		<title>BNDES aprova R$150 milhões para prevenção e combate a incêndios</title>
		<link>https://weeknews.online/bndes-aprova-r150-milhoes-para-prevencao-e-combate-a-incendios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2025 01:47:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Ações da Operação Incêndios 2025 da PF iniciam pelo Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES recusou R$ 806 milhões em créditos a donos de terra que desmatam]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Combate a Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Onça-preta aparece pela primeira vez em reserva no Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[pantanal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Com a finalidade de fazer ações de prevenção e combate a incêndios florestais nos biomas do Cerrado e do Pantanal, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou a destinação de até R$ 150 milhões em recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia, para o projeto Manejo Integrado do Fogo.  O projeto é uma construção interministerial apresentada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e marca a primeira ação do fundo para a aplicação de recursos no enfrentamento a incêndios em outros biomas além da Amazônia Legal.  Notícias relacionadas: Onça-preta aparece pela primeira vez em reserva no Cerrado. Ações da Operação Incêndios 2025 da PF iniciam pelo Pantanal. BNDES recusou R$ 806 milhões em créditos a donos de terra que desmatam. O&#8230;</p>
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<p>Com a finalidade de fazer ações de prevenção e combate a incêndios florestais nos biomas do Cerrado e do Pantanal, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou a destinação de até R$ 150 milhões em recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia, para o projeto Manejo Integrado do Fogo. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752889626_644_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752889626_240_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O projeto é uma construção interministerial apresentada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e marca a primeira ação do fundo para a aplicação de recursos no enfrentamento a incêndios em outros biomas além da Amazônia Legal. </p>
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</ul>
<p><strong>O Fundo Amazônia é gerido pelo BNDES, sob coordenação do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).</strong></p>
<p>O projeto vai apoiar as ações do Corpo de Bombeiros Militar e brigadas florestais do Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Piauí e Distrito Federal, além da Força Nacional de Segurança Pública. </p>
<p><strong>O objetivo é ampliar a capacidade de resposta diante do agravamento dos incêndios florestais registrado em 2024 e da previsão de novos episódios extremos para este ano.</strong></p>
<p>“O avanço dos incêndios florestais e das queimadas não autorizadas em biomas como o Cerrado e o Pantanal tem exigido uma resposta emergencial e integrada do Estado brasileiro”, afirmou, em nota, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. </p>
<blockquote>
<p>“Em 2024, o país enfrentou um cenário crítico e atípico de fogo, com impactos sobre a vegetação nativa, sobretudo no Pantanal, na Amazônia e no Cerrado. No Cerrado, foram 9,7 milhões de hectares queimados em 2024; e no Pantanal, 1,9 milhão de hectares. Sob orientação do presidente Lula, estamos ampliando as ações de monitoramento e controle de incêndios florestais e queimadas”, avaliou Mercadante.</p>
</blockquote>
<p><strong>A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou, em nota, que as ações de prevenção e combate aos incêndios no Pantanal e no Cerrado, duramente atingidos pelos incêndios nos últimos anos, também devem ser reforçadas.</strong> </p>
<p>“O apoio do Fundo Amazônia será determinante para que as unidades do Corpo de Bombeiros dos estados que abrigam esses biomas sejam capacitadas e equipadas com caminhões-tanque e bombas costais, por exemplo, e possam atuar em conjunto com o governo federal no controle dos incêndios”, ressaltou. </p>
<blockquote>
<p>“Para que o Brasil tenha uma governança do fogo à altura dos desafios impostos pela mudança do clima, é crucial que todos os entes federativos estejam fortalecidos em suas capacidades para cumprir com suas atribuições, de acordo com a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo”, defende Marina.</p>
</blockquote>
<p>O  projeto Manejo Integrado do Fogo está dividido em três escalas: local, estadual e interestadual. No nível local, serão apoiadas brigadas florestais formadas por moradores treinados e cadastradas nos corpos de bombeiros militares, consideradas a primeira linha de defesa contra o fogo. Na escala estadual, o foco é estruturar o Corpo de Bombeiros com veículos e equipamentos. Já no nível interestadual, o projeto fortalece a atuação da Força Nacional em operações integradas. </p>
<p><strong>Os investimentos incluem caminhonetes 4&#215;4 com kits de combate a incêndios, bombas costais, sopradores, drones, GPS portáteis, notebooks e veículos especializados como auto bomba tanque florestal (ABTF), caminhão-tanque e salvamento, guinchos e veículos de carga.</strong>  </p>
<p>Cada estado apoiado deverá formalizar parceria com o Ministério da Justiça, comprometendo-se a utilizar os bens exclusivamente em ações de prevenção e combate ao fogo e garantir a conservação dos equipamentos.</p>
<p><strong>“Estamo-nos antecipando a eventuais problemas futuros, utilizando a experiência dos combates às queimadas que tivemos nos últimos anos para avançar”, disse, em nota, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski.</strong> </p>
<blockquote>
<p>“Vamos seguir protegendo nossos biomas em um esforço conjunto, com inteligência compartilhada e integração do governo federal e suas forças, como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional, com o Corpo de Bombeiros e com as brigadas florestais dos estados. Junto a isso, temos uma ação concreta, que é o projeto de lei elaborado pelo ministério que torna mais rigorosa as penas em caso de incêndios criminosos e que está em tramitação no Congresso Nacional”, esclareceu Lewandowski.</p>
</blockquote>
<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-07/bndes-aprova-r150-milhoes-para-prevencao-e-combate-incendios">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 18 Jul 2025 19:45:00 -0300 </p>

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		<title>Campanha pede criação de reserva para proteger manguezal em Pernambuco</title>
		<link>https://weeknews.online/campanha-pede-criacao-de-reserva-para-proteger-manguezal-em-pernambuco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 23:07:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[A campanha #SemMangueSemBeat possui uma plataforma online]]></category>
		<category><![CDATA[Construção de estradas impacta mangue amazônico]]></category>
		<category><![CDATA[mangue]]></category>
		<category><![CDATA[Manguebeat]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Onça-preta aparece pela primeira vez em reserva no Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisadores e povos da floresta pedem veto ao PL da Devastação]]></category>
		<category><![CDATA[Reserva Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Comunidades tradicionais, pescadores artesanais e mais de 50 instituições da sociedade civil pedem a criação da Reserva Extrativista (Resex) do Rio Formoso, no litoral sul de Pernambuco. A nova reserva protegeria uma área de 2.240 hectares (ha) daquele que é considerado o último manguezal não urbano do estado. Cerca de 2,3 mil pescadores dependem diretamente do ecossistema que abrange os municípios de Sirinhaém, Rio Formoso e Tamandaré. A luta pela criação da Resex vem de mais de 15 anos, mas ganhou novo fôlego com a campanha “Sem Mangue, Sem Beat”, que tem apoio de artistas, universidades, instituições ambientais e lideranças locais. Notícias relacionadas: Construção de estradas impacta mangue amazônico. Pesquisadores e povos da floresta pedem veto ao PL da Devastação. Onça-preta aparece pela&#8230;</p>
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				</p>
<p>Comunidades tradicionais, pescadores artesanais e mais de 50 instituições da sociedade civil pedem a criação da Reserva Extrativista (Resex) do Rio Formoso, no litoral sul de Pernambuco. <strong>A nova reserva protegeria uma área de 2.240 hectares (ha) daquele que é considerado o último manguezal não urbano do estado.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752793628_508_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752793629_5_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Cerca de 2,3 mil pescadores dependem diretamente do ecossistema que abrange os municípios de Sirinhaém, Rio Formoso e Tamandaré. A luta pela criação da Resex vem de mais de 15 anos, mas ganhou novo fôlego com a campanha “Sem Mangue, Sem Beat”, que tem apoio de artistas, universidades, instituições ambientais e lideranças locais.</p>
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</ul>
<p><strong>Os organizadores da campanha esperam que a governadora Raquel Lyra (PSD) apoie e envie o projeto para o presidente Lula nesta sexta-feira (18)</strong>. A data é simbólica por ser o aniversário de 25 anos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).</p>
<h2>Comunidades tradicionais</h2>
<p>O movimento entende que a criação da reserva fortalece o modo de vida tradicional de comunidades pesqueiras e quilombolas, com acesso a crédito, ICMS Ecológico, segurança territorial e fomento ao turismo comunitário.</p>
<blockquote>
<p>“Eu venho de uma família tradicional da pesca. O meu pai, a minha mãe, os meus avós eram, todos, pescadores. Fui criada nessa cultura. E, hoje, ela é importante para mim, porque é dela que eu sobrevivo. Se eu não lutar pelo mangue sadio, como é que eu vou sobreviver?”, questiona Arlene Maria, pescadora e liderança de Sirinhaém.</p>
</blockquote>
<p>O manguezal concentra espécies como o caranguejo-uçá, o siri, o aratu e a ostra, importantes para a pesca artesanal e a culinária tradicional da região.</p>
<p>“O fungi é um prato indígena com influências africanas feito com massa de mandioca e sempre acompanhado de uma mariscada: marisco, ostra, siri, camarão, tudo isso vem do mangue. Mas, para preparar isso, ele precisa estar limpo e conservado. A resex é importante para garantir esse sustento. Sem mangue limpo, não tem mariscada. E sem mariscada, não tem fungi”, diz Marô do Fungi, cozinheira e pescadora de Rio Formoso.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=431289:cheio_8colunas --><br />
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Crédito: Flavio Forner" title="FLAVIO FORNER"><br />
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Crédito: Flavio Forner" title="FLAVIO FORNER"><br />
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<h6 class="meta">Manguezal na área do Rio Formoso, no litoral sul de Pernambuco <strong>Crédito: Flavio Forner</strong><!--END copyright=431289--></h6>
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<h2>Emergência climática</h2>
<p>Segundo os organizadores da campanha, a conservação do manguezal tem relação direta com a pauta de preservação do clima. <strong>O ecossistema armazena até quatro vezes mais carbono que florestas tropicais e funciona como barreira natural da costa contra tempestades e ondas, como um filtro natural de água.</strong></p>
<p>O manguezal integra um sistema marinho interligado a paleo canais, plataformas continentais e cânions submarinos. Também é berçário de espécies ameaçadas como o peixe-boi, cavalo-marinho e peixe mero, este dois em risco de extinção.</p>
<p>“Essa é uma área que as comunidades já protegem há décadas. Criar a resex é garantir por lei o que já acontece na prática. E também é uma chance de o Brasil chegar à COP30 com um exemplo concreto de conservação costeira e justiça climática”, diz Nátali Piccolo, diretora da Conservação Internacional (CI-Brasil), que apoia a campanha.</p>
<h2>Campanha nacional</h2>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.semmanguesembeat.com.br/" target="_blank">A campanha #SemMangueSemBeat possui uma plataforma online,</a> em que compartilha informações, cartas de apoio e ferramentas de adesão ao movimento. Um dos principais chamados é para que as pessoas enviem mensagens à governadora de Pernambuco, para que ela apoie a causa.</p>
<p>O nome da campanha foi escolhido em homenagem ao movimento Manguebeat, que nasceu nos anos 1990, e que teve em Chico Science, Fred 04 e outros artistas seus principais nomes. A referência também fala de valorizar a liderança e o protagonismo das comunidades pesqueiras, que defendem parte da identidade cultural de Pernambuco.</p>
<p> Rafael Cardoso &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-07/campanha-pede-criacao-de-reserva-para-proteger-manguezal-em-pernambuco">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 17 Jul 2025 19:08:00 -0300 </p>

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