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	<title>Arquivo de Oposição - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Oposição - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>Corregedor da Câmara pede suspensão de 3 deputados envolvidos em motim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 20:49:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[abriu a sessão plenária após um longo período de obstrução]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A corregedoria da Câmara dos Deputados recomendou nesta sexta-feira (19) a suspensão dos mandatos de três deputados e a aplicação de censura escrita para 14 parlamentares da oposição que participaram do motim no plenário da Casa, no início do mês passado. Ao finalizar a análise das representações abertas contra os parlamentares, o corregedor da Casa, deputado Diego Coronel (PSD-BA), sugeriu ao Conselho de Ética da Câmara a suspensão do deputado Marcos Pollon (PL-MS) por 90 dias e dos deputados Marcel Van Hattem (Novo-RS)  e Zé trovão (PL-SC) por 30 dias. Notícias relacionadas: Para juristas, motim da oposição quebra decoro e sugere prevaricação. Todos são acusados de obstrução da cadeira da Presidência.  Pollon também é alvo de outro pedido de suspensão por 30 dias, totalizando&#8230;</p>
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				</p>
<p>A<strong> corregedoria da Câmara dos Deputados recomendou </strong>nesta sexta-feira (19) a <strong>suspensão dos mandatos de três deputados e a aplicação de censura escrita para 14 parlamentares da oposição </strong>que participaram do motim no plenário da Casa, no início do mês passado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758314944_47_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758314944_462_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Ao finalizar a análise das representações abertas contra os parlamentares, o corregedor da Casa, deputado Diego Coronel (PSD-BA), sugeriu ao Conselho de Ética da Câmara a <strong>suspensão do deputado Marcos Pollon (PL-MS) por 90 dias e dos deputados Marcel Van Hattem (Novo-RS)  e Zé trovão (PL-SC) por 30 dias</strong>.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Para juristas, motim da oposição quebra decoro e sugere prevaricação.</li>
</ul>
<p><strong>Todos são acusados de obstrução da cadeira da Presidência</strong>. </p>
<p>Pollon também é alvo de outro pedido de suspensão por 30 dias, totalizando 120 dias. O deputado foi acusado de fazer declarações difamatórias contra a presidência da Casa.</p>
<p>O corregedor também defendeu a <strong>aplicação da pena de censura escrita aos deputados Allan Garcês (PP-MA), Bia Kicis (PL-DF), Carlos Jordy (PL-RJ), Caroline de Toni (PL-SC), Domingos Sávio (PL-MG), Julia Zanatta (PL-SC), Nikolas Ferreira (PL-MG), Paulo Bilynskyj (PL-SP), Marco Feliciano (PL-SP), Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Zucco (PL-RS), além de Pollon, Van Hattem e Zé Trovão</strong>.</p>
<p>Segundo Diego Coronel, as solicitações de punições ocorreram a partir da análise das imagens internas da Câmara e com base nas argumentações das defesas dos parlamentares.</p>
<blockquote>
<p>“O papel da corregedoria é institucional. Atuamos com imparcialidade, analisamos cada conduta de forma individual e cumprimos o nosso compromisso de agilidade, entregando nosso relatório passados 22 dias úteis da representação, ou seja, metade do prazo. Agora, cabe à Mesa decidir sobre as recomendações apresentada”, declarou o corregedor.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com as regras internas da Câmara, os<strong> pedidos de suspensão de mandatos serão analisados pelo Conselho de Ética e o plenário</strong>. A <strong>aplicação da censura escrita será avaliada pela Mesa Diretora da Casa</strong>.</p>
<p>A corregedoria analisou os pedidos de afastamento de deputados do PL, PP e do Novo, enviados pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).</p>
<h2>Motim</h2>
<p>No dia 5 de agosto, senadores e deputados da oposição ocuparam as mesas diretoras dos plenários do Senado e da Câmara dos Deputados para protestar contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, que havia sido decretada no dia anterior pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. </p>
<p>Ao chegar no plenário da Câmara, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB) teve dificuldades de assumir sua cadeira na Mesa Diretora, impedido por alguns parlamentares, especialmente os deputados Marcel van Hattem (Novo-RS) e Marcos Pollon (PL-MS). </p>
<p>Os senadores e deputados pernoitaram no local, inviabilizando os trabalhos legislativos. Eles exigiam ainda que fossem pautadas as propostas de anistia geral e irrestrita aos condenados por tentativa de golpe de Estado no julgamento da trama golpista e o <em>impeachment </em>de Moraes. </p>
<p>Parlamentares da base de apoio ao governo repudiaram o ato, classificado como &#8220;chantagem&#8221;.</p>
<p>No dia 6 de agosto, por volta das 22h30, Hugo Motta abriu a sessão plenária após um longo período de obstrução pelos parlamentares da oposição. Motta criticou a ação dos deputados e disse que as manifestações têm que obedecer o regimento da Casa. </p>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-09/corregedor-da-camara-pede-suspensao-de-3-deputados-envolvidos-em-motim">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 19 Sep 2025 17:31:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Com oposição da França, UE vai propor acordo comercial com o Mercosul</title>
		<link>https://weeknews.online/com-oposicao-da-franca-ue-vai-propor-acordo-comercial-com-o-mercosul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 11:37:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo Comercial]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lula e Macron se comprometem a mais diálogo para acordo Mercosul-UE]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Oposição]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O acordo de livre comércio entre a União Europeia (UE) e o Mercosul será apresentado pela Comissão Europeia nesta quarta-feira (3) para aprovação, colocando a Alemanha e outros países que desejam novos mercados para compensar as tarifas de Trump contra a França, a principal crítica do acordo, e seus aliados.  A União Europeia e o bloco formado pela Argentina, o Brasil, Paraguai e Uruguai completaram as negociações sobre o acordo em dezembro passado, cerca de 25 anos após o início das conversações. Notícias relacionadas: Lula e Macron se comprometem a mais diálogo para acordo Mercosul-UE. Agora ele será submetido à aprovação da União Europeia, exigindo votação no Parlamento Europeu e maioria qualificada entre os governos da UE, ou seja, 15 dos 27 membros que&#8230;</p>
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				</p>
<p>O acordo de livre comércio entre a União Europeia (UE) e o Mercosul será apresentado pela Comissão Europeia nesta quarta-feira (3) para aprovação, colocando a Alemanha e outros países que desejam novos mercados para compensar as tarifas de Trump contra a França, a principal crítica do acordo, e seus aliados. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1756899431_332_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1756899432_346_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>A União Europeia e o bloco formado pela Argentina, o Brasil, Paraguai e Uruguai completaram as negociações sobre o acordo em dezembro passado, cerca de 25 anos após o início das conversações.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula e Macron se comprometem a mais diálogo para acordo Mercosul-UE.</li>
</ul>
<p>Agora ele será submetido à aprovação da União Europeia, exigindo votação no Parlamento Europeu e maioria qualificada entre os governos da UE, ou seja, 15 dos 27 membros que representam 65% da população do bloco. Não há garantia de aprovação em nenhum dos casos.</p>
<p><strong>A comissão e os proponentes, como a Alemanha e a Espanha, afirmam que o acordo oferece uma maneira de compensar a perda de comércio devido às tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e de reduzir a dependência da China, principalmente em relação a minerais essenciais.</strong></p>
<p>Desde a reeleição de Trump, em novembro do ano passado, a UE se empenhou em buscar alianças comerciais, acelerando as negociações com a Índia, a Indonésia e os Emirados Árabes Unidos e aprofundando os laços com os parceiros de livre comércio existentes, como Reino Unido, Canadá e Japão.</p>
<p>O executivo da UE afirmou que o acordo com o Mercosul é o maior já firmado em termos de reduções tarifárias e uma parte necessária do esforço da UE para diversificar os laços comerciais.</p>
<p><strong>A França, o maior produtor de carne bovina da UE e o país mais crítico do acordo, classificou-o como &#8220;inaceitável&#8221;.</strong></p>
<p>Agricultores europeus protestaram várias vezes, dizendo que o acordo levaria a importações baratas de commodities sul-americanas, principalmente carne bovina, que não atendem aos padrões de segurança alimentar e ecológicos da UE. A Comissão negou que esse seja o caso.</p>
<p><strong>Grupos ecologistas europeus também se opõem ao acordo. A organização Friends of the Earth o chamou de acordo &#8220;destruidor do clima&#8221;.</strong></p>
<p>Eles esperam que o acordo seja bloqueado, seja no Parlamento, onde os Verdes e a extrema direita são críticos, ou pelos governos da UE, que não teriam a maioria necessária se, como pode acontecer, a Polônia e a Itália se unirem à França na oposição.</p>
<p>Os defensores do acordo na UE veem o Mercosul como um mercado crescente para carros, máquinas e produtos químicos europeus e uma fonte confiável de minerais essenciais para sua transição verde, como o lítio metálico para baterias, do qual a Europa agora depende da China.</p>
<p>Eles também apontam para os benefícios agrícolas, já que o acordo ofereceria maior acesso e tarifas mais baixas para queijos, presunto e vinho da UE.</p>
<p><em><strong>*É proibida a reprodução deste conteúdo.</strong></em></p>
<p> Philip Blenkinsop &#8211; Repórter da Reuters , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-09/com-oposicao-da-franca-ue-vai-propor-acordo-comercial-com-o-mercosul">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 03 Sep 2025 08:02:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Com oposição rachada, Venezuela realiza eleição legislativa e regional</title>
		<link>https://weeknews.online/com-oposicao-rachada-venezuela-realiza-eleicao-legislativa-e-regional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 11:26:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[González hoje se encontra asilado na Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Oposição]]></category>
		<category><![CDATA[sanções econômicas contra o petróleo venezuelano]]></category>
		<category><![CDATA[tribunal máximo do país confirmou a vitória]]></category>
		<category><![CDATA[Trump anuncia tarifa contra países que comprarem petróleo da Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela condena novas sanções impostas por EUA e Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela: Maduro assume 3º mandato e promete reforma na Constituição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Com a oposição rachada, a Venezuela vai às urnas no próximo domingo (25) para eleger os 285 deputados da Assembleia Nacional (AN) para o período 2026-2031. Os cerca de 21 milhões de eleitores podem ainda votar para os 24 governos e assembleias estaduais. É o primeiro pleito para cargos eletivos desde a eleição presidencial de 28 de julho de 2024, que reelegeu o presidente Nicolás Maduro sob acusações de fraude da oposição, de organizações internacionais e de diversos países. O tribunal máximo do país confirmou a vitória do atual presidente, apesar do Poder Eleitoral não publicar os dados detalhados da votação.  Às vésperas da eleição, o governo anunciou ter desmantelado, nesta semana, uma nova tentativa de golpe de Estado com a prisão de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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Feed Últimas.<br />
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<p>Com a oposição rachada, a Venezuela vai às urnas no próximo domingo (25) para eleger os 285 deputados da Assembleia Nacional (AN) para o período 2026-2031. Os cerca de 21 milhões de eleitores podem ainda votar para os 24 governos e assembleias estaduais.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747913178_88_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747913178_178_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>É o primeiro pleito para cargos eletivos desde a eleição presidencial de 28 de julho de 2024, que reelegeu o presidente Nicolás Maduro sob acusações de fraude da oposição, de organizações internacionais e de diversos países. O tribunal máximo do país confirmou a vitória do atual presidente, apesar do Poder Eleitoral não publicar os dados detalhados da votação. </p>
<p>Às vésperas da eleição, o governo anunciou ter desmantelado, nesta semana, uma nova tentativa de golpe de Estado com a prisão de 38 suspeitos de planejarem ataques terroristas no país, sendo 17 estrangeiros. Maduro acusa ex-presidentes de direita da Colômbia de articularem o plano e suspendeu os voos oriundos do país vizinho.</p>
<p>Desta vez, a oposição vai às urnas dividida entre aqueles que defendem a abstenção, reunidos em torno da María Corina Machado, e os que defendem o voto como forma de disputar espaço institucional com o chavismo, reunidos principalmente em torno do ex-governador e ex-candidato a presidente Henrique Capriles.</p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/2025-01-12t181627z_1_lynxmpel0b08p_rtroptp_4_venezuela-condena-sancoes.jpg" alt="Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante cerimônia de posse para um terceiro mandato no cargo em Caracas&#13;&#10;10/01/2025 REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria" title="Reuters/Leonardo Fernandez Viloria/proibida a reprodução"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/2025-01-12t181627z_1_lynxmpel0b08p_rtroptp_4_venezuela-condena-sancoes.jpg" alt="Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante cerimônia de posse para um terceiro mandato no cargo em Caracas&#13;&#10;10/01/2025 REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria" title="Reuters/Leonardo Fernandez Viloria/proibida a reprodução"/><br />
    <!-- END scald=411020 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=411020-->Oposição vai às eleições dividida contra apoiadores de Nicolás Maduro &#8211; Foto: <strong>Reuters/Leonardo Fernandez Viloria/proibida a reprodução</strong><!--END copyright=411020--></h6>
</p>
</div>
<h2>Campanha</h2>
<p>O professor do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Central de Venezuela (UCV) Rodolfo Magallanes explicou à <strong>Agência Brasil</strong> que a <strong>campanha para governos e assembleia não tem a mesma visibilidade da eleição presidencial</strong>, e se dá em um contexto de desconfiança em relação à lisura do último pleito, o que pode afetar o nível de participação.</p>
<p>“Obviamente, a questão econômica é central nessa eleição após uma crise que se prolongou por muito tempo na Venezuela e afetou significativamente os níveis salariais do país. Embora tenha havido algum controle da inflação nos últimos meses ou semanas, ela está voltando a crescer, não na mesma proporção que no passado, mas em níveis que causam alguma preocupação”, comentou.</p>
<p>Magallanes cita ainda a retomada de sanções econômicas contra o petróleo venezuelano pelo governo dos Estados Unidos como outro fator importante na conjuntura eleitoral.</p>
<p>“É claro que se trata de uma situação social delicada, caracterizada pela restrição dessas rendas petroleiras e seu impacto nas finanças públicas, em particular, nos salários dos servidores públicos, e também na qualidade dos serviços e seu custo para a população”, explicou.</p>
<h2>Oposição</h2>
<p><strong>María Corina Machado, a principal figura da oposição contra Maduro na eleição do ano passado, tem pregado a abstenção nas eleições do próximo domingo.</strong> </p>
<p>Impedida de disputar a eleição presidencial de 2024 devido a condenação por corrupção, ela indicou o diplomata Edmundo González para concorrer.</p>
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=410835-->María Corina Machado discursa durante protesto em Caracas &#8211; Foto: <strong>Maxwell Briceno/Reuters/direitos reservados</strong><!--END copyright=410835--></h6>
</p>
</div>
<p>González hoje se encontra asilado na Espanha e se considera o vencedor da eleição do ano passado, tendo ficado em segundo colocado de acordo com os números oficiais. </p>
<p>“O 25 de maio não é uma eleição porque teu voto não elege e, para defender a soberania popular, devemos defender o 28 de julho. Por isso, todo mundo diz: eu já votei em 28 de julho”, conclama Corina em uma rede social. </p>
<p>A ex-deputada sustenta que ir às urnas é respaldar o governo Maduro e o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), acusado de fraudar a última votação.</p>
<p>Já o ex-governador do estado Miranda, de 2008 a 2017, Henrique Capriles, tem pregado o voto da oposição para enfrentar o chavismo. <strong>Ele disputou a presidência contra o ex-presidente Hugo Chávez, em 2012, e contra Maduro, em 2013, tendo sido derrotado nas duas oportunidades.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Devemos usar o voto como o instrumento mais claro que temos para rejeitar tudo o que aconteceu e aqueles que sequestraram a soberania popular. Muitos de nós não estamos dispostos a parar de lutar para persistir na mudança do país”, afirmou o oposicionista em uma rede social.</p>
</blockquote>
<h2>Hegemonia</h2>
<p><strong>Capriles pretende reduzir a hegemonia chavista no país</strong>, que atualmente controla cerca de 90% da Assembleia Nacional, uma vez que em 2020 a maior parte da oposição pregou a abstenção. O chavismo ainda controla 19 dos 24 governos locais.</p>
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    <!-- END scald=108445 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=108445-->Henrique Capriles já <strong>disputou a presidência contra o ex-presidente Hugo Chávez e contra Maduro</strong> &#8211; Foto: <strong>Cristina Moure/Divulgação do Governo de Miranda</strong><!--END copyright=108445--></h6>
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<p>O professor da UCV Rodolfo Magallanes avalia que a maioria dos grupos da oposição estão dispostos a participar das eleições, mas a divisão entre eles favorece o governo. </p>
<p>Para o especialista, o mapa político que sairá no domingo deve variar pouco em relação ao cenário atual.</p>
<p>“Na medida em que os candidatos da oposição se dispersam em várias alianças eleitorais, eles dispersam o voto entre si. Mesmo levando em conta o desgaste político do governo ao longo de tantos anos de gestão e a atual conjuntura econômica, será difícil, em alguns casos, para a oposição, reunir votos suficientes para formar um governo”, avalia.  </p>
<p><strong>O Partido Comunista da Venezuela (PCV) informou que não participará das eleições devido à falta de garantias eleitorais mínimas.</strong></p>
<p>“Embora o voto seja um direito e seu exercício não deva ser censurado, alertamos o povo venezuelano sobre as consequências para a vida democrática do país ao alimentar essa farsa eleitoral em que as instituições estatais não garantem os princípios de legalidade e transparência”, alerta o informe da legenda.</p>
<h2>Governo</h2>
<p><strong>Os candidatos ligados ao governo têm mobilizado a militância e o eleitorado chavista</strong> para manter o controle sobre a maioria das instituições e governos. Em transmissão oficial na televisão nesta semana, Maduro convocou a população ao voto.  </p>
<p>“Vamos romper a campanha de desinformação, o veto e o bloqueio que tentam impor a esse processo. Estamos do lado certo da história, e esta nova vitória nos permitirá avançar no melhor momento da Revolução Bolivariana e da renovada democracia da Venezuela”, afirmou.</p>
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<p> Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-05/com-oposicao-rachada-venezuela-realiza-eleicao-legislativa-e-regional">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 22 May 2025 08:00:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/com-oposicao-rachada-venezuela-realiza-eleicao-legislativa-e-regional/">Com oposição rachada, Venezuela realiza eleição legislativa e regional</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Famílias de vítimas da ditadura receberão documentos retificados</title>
		<link>https://weeknews.online/familias-de-vitimas-da-ditadura-receberao-documentos-retificados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 20:05:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os familiares de 434 mortos e desaparecidos durante a ditadura civil-militar no Brasil, parcela que teve oficialmente os casos registrados, por meio da Comissão Nacional da Verdade (CNV), receberão certidões de óbito atualizadas de seus parentes em fevereiro. Com a retificação e emissão de novos documentos, há o reconhecimento de que as mortes foram resultado de atos de violência do Estado, ou seja, de que se tratou de uma série de acossamentos cometidos contra pessoas que questionavam a tomada do poder pelos militares e as violações de direitos perpetradas durante o período. A medida atende aos princípios contidos na Resolução 601/2024 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os cartórios deverão encaminhar os documentos ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Segundo o&#8230;</p>
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<p>Os familiares de 434 mortos e desaparecidos durante a ditadura civil-militar no Brasil, parcela que teve oficialmente os casos registrados, por meio da Comissão Nacional da Verdade (CNV), receberão certidões de óbito atualizadas de seus parentes em fevereiro. Com a retificação e emissão de novos documentos, há o reconhecimento de que as mortes foram resultado de atos de violência do Estado, ou seja, de que se tratou de uma série de acossamentos cometidos contra pessoas que questionavam a tomada do poder pelos militares e as violações de direitos perpetradas durante o período.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1736798722_876_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1736798722_470_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A medida atende aos princípios contidos na Resolução 601/2024 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os cartórios deverão encaminhar os documentos ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.</p>
<p>Segundo o CNJ, a Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) tem provocado o Estado brasileiro a assumir a responsabilidade pelas perseguições, muitas das quais resultaram em execuções das vítimas pelas mãos dos agentes de repressão. Desde 2017, as retificações estão sendo feitas e, do total de casos registrados e confirmados, somente dez foram concluídas administrativamente.</p>
<p>Apesar de finalizadas, ocultavam informações importantes para o contexto dos crimes. Nem a data, nem a causa da morte eram indicadas no documento emitido. Na documentação, existia apenas menção à Lei nº 9.140/1995, que reconhece como mortas as pessoas desaparecidas por participar ou serem acusadas de participar de atividades políticas no intervalo entre de 2 de setembro de 1961 a 5 de outubro de 1988.</p>
<p>O presidente do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso, lamentou que não tenha havido um pedido formal de perdão até hoje. &#8220;Embora nunca tenha havido um pedido formal de desculpas, como deveria ter havido, pelo menos nós, do CNJ, tomamos as providências possíveis de reparação moral dessas pessoas que foram perseguidas e sofreram o desaparecimento forçado&#8221;, disse Barroso, durante a aprovação do ato, na semana passada.</p>
<h2> Encaminhamento e as entregas de documentos</h2>
<p>De acordo com a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), entidade representativa dos cartórios de todo o país, no caso de registros de óbitos já existentes, o Operador Nacional do Registro Civil de Pessoas Naturais (ON-RCPN), que responde à organização, demandará a alteração ao respectivo cartório, o que deverá ser feito em até 30 dias. Quando o corpo não tiver sido localizado e, portanto, não existir óbito lavrado, a Arpen-Brasil remeterá o processo ao Cartório de Registro Civil dos locais de falecimento da pessoa morta ou desaparecida. O prazo para emissão é o mesmo.</p>
<p>No caso de local de morte incerto ou não sabido, o envio será feito pelo cartório de domicílio da pessoa interessada. Já na ausência das informações, a remessa se dará ao cartório responsável pela lavratura do nascimento das pessoas mortas e desaparecidas políticas constantes no relatório final da CNV. As certidões de pessoas mortas ou desaparecidas políticas, cujos familiares e outros entes queridos não forem localizados para a entrega, deverão ficar sob a guarda de museus ou outros espaços de memória, ouvidos os familiares e entidades engajados na causa.</p>
<p>Após a alteração, o cartório enviará a certidão de óbito, em meio digital, ao Operador Nacional do Registro Civil de Pessoas Naturais (ONRCPN), que encaminhará à CEMDP. Todo o processo será gratuito e a CNV será responsável por realizar a entrega das certidões às famílias das vítimas.</p>
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    </div>
<p> Letycia Bond &#8211; Repórter da Agência Brasol , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-01/familias-de-vitimas-da-ditadura-receberao-documentos-retificados">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 13 Jan 2025 16:43:00 -0300 </p>

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