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	<title>Arquivo de Organizações acusam Congresso de desrespeitar direitos dos indígenas - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Organizações acusam Congresso de desrespeitar direitos dos indígenas - WeekNews</title>
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		<title>Indígenas pedem territórios livres da exploração de petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 12:32:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os mais de 7 mil Indígenas que participam, nesta semana, do Acampamento Terra Livre, em Brasília, têm uma marcha agendada para a tarde desta quinta-feira (9), a partir das 14h. O grupo vai andar do Eixo Monumental até a Esplanada dos Ministérios para entregar reivindicações. As lideranças vão apresentar proposta sobre a exclusão de exploração de petróleo e gás em territórios indígenas. Notícias relacionadas: Em Brasília, artesãos indígenas veem obras como ação de resistência . Organizações acusam Congresso de desrespeitar direitos dos indígenas. Indígenas cobram criação de comissão para apurar crimes da ditadura. Na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), realizada em 2025 em Belém (PA), o Mapa do Caminho para afastamento da economia dependente de combustíveis fósseis, uma das prioridades&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/indigenas-pedem-territorios-livres-da-exploracao-de-petroleo/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/indigenas-pedem-territorios-livres-da-exploracao-de-petroleo/">Indígenas pedem territórios livres da exploração de petróleo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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				</p>
<p>Os mais de 7 mil Indígenas que participam, nesta semana, do Acampamento Terra Livre, em Brasília, têm uma marcha agendada para a tarde desta quinta-feira (9), a partir das 14h.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775737933_385_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775737933_749_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O grupo vai andar do Eixo Monumental até a Esplanada dos Ministérios para entregar reivindicações. As lideranças vão apresentar proposta sobre a exclusão de exploração de petróleo e gás em territórios indígenas.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Em Brasília, artesãos indígenas veem obras como ação de resistência  .</li>
<li>Organizações acusam Congresso de desrespeitar direitos dos indígenas.</li>
<li>Indígenas cobram criação de comissão para apurar crimes da ditadura.</li>
</ul>
<p>Na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), realizada em 2025 em Belém (PA), o Mapa do Caminho para afastamento da economia dependente de combustíveis fósseis, uma das prioridades do governo brasileiro, não entrou na lista de consensos. No evento, porém, representantes ministeriais de mais de 80 países declararam apoio oficial à proposta, segundo o governo.</p>
<blockquote>
<p>“Como foi uma proposta do governo brasileiro para a construção do mapa do caminho e o desmatamento zero e também para a não exploração de petróleo e gás, nós estamos apresentando algumas propostas ao governo para ser incluída no texto”, disse  o coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Dinaman Tuxá. </p>
</blockquote>
<p><strong>O documento deve ser recebido pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.  As reivindicações direcionadas ao Poder Executivo incluem também o pedido de mais demarcações e outras políticas públicas.</strong> “Nós vamos entregar documentações nos ministérios dos Povos Indígenas, do Meio Ambiente, da Agricultura e Pecuária, e no Itamaraty”, afirmou o coordenador da Apib.</p>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/indigenas-pedem-territorios-livres-da-exploracao-de-petroleo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 09 Apr 2026 08:02:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Indígena no Xingu aprendeu português para salvar aldeia, diz biógrafo</title>
		<link>https://weeknews.online/indigena-no-xingu-aprendeu-portugues-para-salvar-aldeia-diz-biografo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:59:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[“Dono das palavras: a história do meu avô”]]></category>
		<category><![CDATA[Abril Indígena Acampamento Terra Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas cobram criação de comissão para apurar crimes da ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Organizações acusam Congresso de desrespeitar direitos dos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Povos Indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Aprender a língua portuguesa foi a forma de o líder indígena Nahu Kuikuro, na década de 40, defender a aldeia Ipatsé em que vivia. Segundo o escritor Yamaluí Kuikuro Mehinaku, de 43 anos, autor do livro “Dono das palavras: a história do meu avô” (Aki Oto: Api akinhagü, da Editora Todavia), Nahu foi o primeiro indígena no Alto Xingu a falar o idioma. A biografia foi a vencedora do Prêmio da Biblioteca Nacional no ano passado. Yamaluí está em Brasília, nesta semana, para participar do Acampamento Terra Livre, um evento que reúne mais de 7 mil indígenas, que inclui atos de protestos por políticas públicas e também para garantir visibilidade às causas dos povos tradicionais em todo o país. Notícias relacionadas: Organizações acusam Congresso&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/indigena-no-xingu-aprendeu-portugues-para-salvar-aldeia-diz-biografo/">Leia mais...</a></p>
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				</p>
<p>Aprender a língua portuguesa foi a forma de o líder indígena Nahu Kuikuro, na década de 40, defender a aldeia Ipatsé em que vivia. Segundo o escritor Yamaluí Kuikuro Mehinaku, de 43 anos, autor do livro <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://todavialivros.com.br/livros/dono-das-palavras-a-historia-do-meu-avo-aki-oto-api-akinhague" target="_blank"><em>“Dono das palavras: a história do meu avô”</em></a> (<em>Aki Oto: Api akinhagü, da Editora Todavia</em>), Nahu foi o primeiro indígena no Alto Xingu a falar o idioma. A biografia foi a vencedora do Prêmio da Biblioteca Nacional no ano passado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775735996_881_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775735996_648_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Yamaluí está em Brasília, nesta semana, para participar do Acampamento Terra Livre, um evento que reúne mais de 7 mil indígenas, que inclui atos de protestos por políticas públicas e também para garantir visibilidade às causas dos povos tradicionais em todo o país.</strong></p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Organizações acusam Congresso de desrespeitar direitos dos indígenas.</li>
<li>Indígenas cobram criação de comissão para apurar crimes da ditadura.</li>
</ul>
<p>“Além de politicar, estamos aqui para fazer intercâmbios culturais”, diz. </p>
</blockquote>
<p><strong>O escritor explica que, ao conhecer o idioma, o avô conseguiu barrar e vetar interferências de brancos. “E assim conseguiu proteger nossas raízes”, afirma. Nahu, que morreu em 2005 aos 104 anos de idade, fez articulações para evitar invasões e para fundação do Parque Indígena do Xingu. </strong></p>
<p>Por conhecer o idioma, ele passou a ser o contato de confiança dos irmãos Villas-Boas. Foi Nahu que recebeu os irmãos indigenistas Orlando (1914-2002), Cláudio (1916-1988) e Leonardo Villas-Boas (1918-1961) que participaram de expedições na região. </p>
<p><strong>O neto biógrafo explica que o avô era órfão de pai quando aprendeu a nova língua sem querer. “O interesse da família era ganhar roupa e essas coisas do branco”. Nahu ocupou a função de tradutor entre sua etnia e os não indígenas. “Por isso, chamamos ele de ‘dono das palavras’. É o tradutor em nossa cultura”.</strong></p>
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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/0d7a0881.jpg.jpg" alt="Brasília (DF), 08/04/2026 - O escrito indígena Yamaluí Kuikuro Mehinaku, durante entrevista para Agência Brasil, no Acampamento Terra Livre.
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">O escrito indígena Yamaluí Kuikuro Mehinaku, em entrevista à Agência Brasil no Acampamento Terra Livre &#8211; Foto <strong>Valter Campanato/Agência Brasil</strong><!--END copyright=458897--></h6>
</div>
</div>
<p><strong>O trabalho dele passou a ser tão importante que virou poliglota. Passou a dominar a linguagem das 16 etnias na região do Rio Xingu.</strong></p>
<blockquote>
<p>“As línguas não se parecem e têm diferentes origens, mas ele passou a identificar como aquele trabalho poderia ser estratégico para o seu povo”. </p>
</blockquote>
<p>Segundo o neto, ao conseguir dar visibilidade ao seu povo, Nahu foi fundamental para o maior dos feitos: influenciar para a demarcação da terra em 1961, assinada pelo então presidente Jânio Quadros.</p>
<p><strong>Além do idioma como caminho para lutar pela causa indígena, ele era mestre de cantos e de conhecimentos de diferentes áreas. Quando idoso, insistia com os netos sobre a necessidade de estudar. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Ele dizia: ‘eu briguei e consegui. Agora, estou deixando para vocês protegerem nosso território’. Ele pedia que a gente tomasse cuidado com os brancos”. Nahu pedia que transformassem conhecimentos e memórias orais em documentos.</p>
</blockquote>
<p><strong>O biógrafo entendeu o recado e, depois do falecimento do avô, passou a pesquisar sobre a longa vida do patriarca. Decidiu, então, que seria importante transformar tanto saber em páginas de livros. “Quando a gente conta apenas de forma oral, vocês (não indígenas) não acreditam. Agora, está no papel para que vocês acreditem”. </strong></p>
<p>O escritor ficou orgulhoso quando viu que o avô se encontrou com presidentes da República e com o marechal Cândido Rondon (1865 &#8211; 1968), primeiro diretor do antigo Serviço de Proteção ao Índio. </p>
<p>Uma missão do biógrafo é fazer com que as novas gerações não deixem de conhecer a história do avô e que se inspirem para continuar protegendo a cultura e as terras. </p>
<p><strong>Yamaluí alerta que as escolas que atendem indígenas na região não evocam o suficientemente os personagens dos povos originários. “Ainda se ensina mais a cultura do branco. Eu escrevi porque a história do vovô estava abandonada e excluída. Ninguém contava a história dele e eu contei”.</strong></p>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-04/indigena-no-xingu-aprendeu-portugues-para-salvar-aldeia-diz-biografo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 09 Apr 2026 08:32:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Indígenas pedem exclusão de territórios de exploração de petróleo</title>
		<link>https://weeknews.online/indigenas-pedem-exclusao-de-territorios-de-exploracao-de-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:28:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os mais de 7 mil Indígenas que participam, nesta semana, do Acampamento Terra Livre, em Brasília, têm uma marcha agendada para a tarde desta quinta-feira (9), a partir das 14h. O grupo vai andar do Eixo Monumental até a Esplanada dos Ministérios para entregar reivindicações. As lideranças vão apresentar proposta sobre a exclusão de exploração de petróleo e gás em territórios indígenas. Notícias relacionadas: Em Brasília, artesãos indígenas veem obras como ação de resistência . Organizações acusam Congresso de desrespeitar direitos dos indígenas. Indígenas cobram criação de comissão para apurar crimes da ditadura. Na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), realizada em 2025 em Belém (PA), o Mapa do Caminho para afastamento da economia dependente de combustíveis fósseis, uma das prioridades&#8230;</p>
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<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Em Brasília, artesãos indígenas veem obras como ação de resistência  .</li>
<li>Organizações acusam Congresso de desrespeitar direitos dos indígenas.</li>
<li>Indígenas cobram criação de comissão para apurar crimes da ditadura.</li>
</ul>
<p>Na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), realizada em 2025 em Belém (PA), o Mapa do Caminho para afastamento da economia dependente de combustíveis fósseis, uma das prioridades do governo brasileiro, não entrou na lista de consensos. No evento, porém, representantes ministeriais de mais de 80 países declararam apoio oficial à proposta, segundo o governo.</p>
<blockquote>
<p>“Como foi uma proposta do governo brasileiro para a construção do mapa do caminho e o desmatamento zero e também para a não exploração de petróleo e gás, nós estamos apresentando algumas propostas ao governo para ser incluída no texto”, disse  o coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Dinaman Tuxá. </p>
</blockquote>
<p><strong>O documento deve ser recebido pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.  As reivindicações direcionadas ao Poder Executivo incluem também o pedido de mais demarcações e outras políticas públicas.</strong> “Nós vamos entregar documentações nos ministérios dos Povos Indígenas, do Meio Ambiente, da Agricultura e Pecuária, e no Itamaraty”, afirmou o coordenador da Apib.</p>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/indigenas-pedem-exclusao-de-territorios-de-exolora%C3%A7%C3%A3o-de-petroleo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 09 Apr 2026 08:02:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Em Brasília, artesãos indígenas veem obras como ação de resistência</title>
		<link>https://weeknews.online/em-brasilia-artesaos-indigenas-veem-obras-como-acao-de-resistencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:07:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Abril Indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Acampamento Terra Livre]]></category>
		<category><![CDATA[artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas cobram criação de comissão para apurar crimes da ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas de todo o Brasil ocupam a Esplanada dos Ministérios]]></category>
		<category><![CDATA[Organizações acusam Congresso de desrespeitar direitos dos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Povos Indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Com as mãos cobertas de tinta preta produzida com jenipapo, Nhak Krere Xikrin, de 26 anos, manuseia uma fina e estreita tala de madeira como um verdadeiro pincel. Desde que chegou ao Acampamento Terra Livre (ATL), em Brasília (DF), nesta semana, a indígena tem dificuldades para se expressar em língua portuguesa, mas não para demonstrar sua arte de pintura de corpo. Aos interessados, ela abre uma pasta e oferece com as mãos mais de 200 possibilidades de figuras para cobrir rostos, braços ou pernas. Nhak Krere Xikrin vive na Aldeia ô-ôdja, no sudeste do Pará, e aprendeu as técnicas com a mãe e a avó, um saber de toda a comunidade. “Vou ensinar minhas filhas também”, garantiu. Notícias relacionadas: Organizações acusam Congresso de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>Com as mãos cobertas de tinta preta produzida com jenipapo, Nhak Krere Xikrin, de 26 anos, manuseia uma fina e estreita tala de madeira como um verdadeiro pincel. Desde que chegou ao Acampamento Terra Livre (ATL), em Brasília (DF), nesta semana, a indígena tem dificuldades para se expressar em língua portuguesa, mas não para demonstrar sua arte de pintura de corpo.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775650023_695_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775650023_158_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Aos interessados, ela abre uma pasta e oferece com as mãos mais de 200 possibilidades de figuras para cobrir rostos, braços ou pernas. Nhak Krere Xikrin vive na Aldeia ô-ôdja, no sudeste do Pará, e aprendeu as técnicas com a mãe e a avó, um saber de toda a comunidade. “Vou ensinar minhas filhas também”, garantiu.</p>
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</ul>
<p><strong>Expressões artísticas de comunidades indígenas de todo o país ocupam corredores do acampamento, um ato que reúne mais de 6 mil pessoas das cinco regiões brasileiras principalmente para pedir por implementação de demarcação de terras e outras políticas públicas. </strong></p>
<h2>Visibilidade</h2>
<p><strong>No entanto, a arte indígena expressa por manifestações como a pintura corporal com tinta de jenipapo ou pelas diferentes peças do artesanato remete à busca por visibilidade de saberes ancestrais e um modo de vida de respeito ao meio ambiente.</strong></p>
<p>No espaço organizado para as barracas de demonstração cultural no acampamento, um grupo de artesãos da Aldeia Afukuri (que fica na cidade de Querência-MT), na região do Alto Xingu, diz aos clientes que pode apresentar os trabalhos também pelas redes sociais depois que voltarem para casa. </p>
<p><strong>A liderança indígena Geraldo Kuikoro, de 40 anos, afirma que o artesanato tem se mostrado como mais um modo de garantir recursos na aldeia com 88 famílias, em dias em que o modo de produção agrícola está ameaçado pelo impacto dos fazendeiros cada vez mais próximos.</strong></p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/geraldo_kuikuro.jpg" alt="Brasília (DF), 07/04/2026 - Geraldo Kuikuro fala sobre artesanato indígena no Acampamento Terra Livre 2026. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"><br />
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<div class="meta"> Geraldo Kuikoro diz que artesanato indígena é uma forma de garantir recursos na aldeia &#8211; Foto <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=458793--></div>
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<p>Além dos agrotóxicos que se espalham por cima da plantação de mandioca dos indígenas, as mudanças climáticas estão a cada dia mais evidentes para o povoado.</p>
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<p>“A gente estava acostumado a plantar a mandioca no início de agosto porque, antes, chovia durante o mês. Só que agora só tem começado a chover em outubro”, explica. </p>
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<h2>Identificação artística</h2>
<p><strong>A proximidade das ameaças dos não indígenas tem feito com que as comunidades tradicionais encontrem na arte funções que vão além da replicação estéti</strong>ca. O artesão Ontxa Mehinako, de 35 anos, da Aldeia Utawana, nasceu e vive em uma comunidade com 300 pessoas e que, segundo ele, a maior parte se identifica como artista. Ele começou a esculpir aos 18 anos de idade. “Pela arte, eu conto a história do meu povo”, garante.</p>
<p><strong>Nos trabalhos em madeira, estão animais que vivem nas redondezas da comunidade, tais como tamanduá, onça, capivara, quati, anta e arara. “A gente trabalha para preservar”.</strong> Ele quer que, com a arte do seu povo, como as esteiras de fibra de buriti ou os cocares com penas das aves, as necessidades da comunidade tenham maior alcance pelo país. “É uma arte de resistência”, afirma.   </p>
<h2>Proteção</h2>
<p>A artesã Jaqueline Kalapalo, de 26 anos, vive numa aldeia com 52 famílias, no Alto Xingu, em Mato Grosso, e está em uma barraca no acampamento próxima à saída, o que lhe tem garantido uma clientela não indígena que não para de perguntar sobre os brincos e o colar de caramujo, que representa, segundo ela, o ciclo contínuo de vida.</p>
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<h6 class="meta">Jaqueline Kalapalo fala sobre artesanato indígena no Acampamento Terra Livre 2026 &#8211; Foto <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=458777--></h6>
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<p>Ao lado da barraca de Jaqueline, Mazinho Naruvôtu, de 54 anos, fica orgulhoso de mostrar as obras feitas com madeira sucupira, inclusive de gaviões, o animal que ele considera um “cacique” da natureza.</p>
<p><strong>Os trabalhos que demoram mais de dois meses para serem feitos com turnos longos, da talha ao acabamento com lixa e pintura, chegam a custar mais de R$ 3 mil.</strong> “Trabalho das 8h às 17h40 todos os dias sem parar. É um orgulho mostrar a vocês”, diz o artesão que vive no Território Indígena do Pequizal do Naruvôtu.</p>
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<h6 class="meta">Mazinho Naruvoto mostra suas obras feitas com madeira sucupira &#8211; Foto <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=458779--></h6>
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<h2>“Ao nosso lado”</h2>
<p>De frente para as peças de madeira de Mazinho, Raira Kamayurá, de 22 anos, demonstra e comercializa braceletes e pulseiras de linhas coloridas feitas em diferentes formatos e larguras de agulhas. Ela diz ver com felicidade não indígenas utilizando as peças. “Cada pessoa que usa mostra que está ao nosso lado na luta”, afirma. </p>
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<h6 class="meta">Para Raira Kamaiurá, cada peça tem simbologias de proteção ao meio ambiente &#8211; Foto <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=458782--></h6>
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<p><strong>Raira entende que, em cada peça, há simbologias dos valores de proteção ao meio ambiente. Nesse c</strong>ontexto, a jovem artesã lamenta que invasores não indígenas tenham poluído as águas dos rios nas proximidades da comunidade. Inclusive, a aldeia só pode ser acessada de forma fluvial ou aérea. </p>
<p><strong>Para chegar a Brasília, os representantes dos kamayurá precisaram percorrer quase uma hora de barco para chegar à estrada</strong>. “Ainda temos garimpeiros perto de nós e isso tem criado muitos problemas”, disse. Em sua aldeia, em Mato Grosso, vivem 50 famílias que têm muito a falar também pela arte.</p>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-04/em-brasilia-artesaos-indigenas-veem-obras-como-acao-de-resistencia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 08 Apr 2026 08:02:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/em-brasilia-artesaos-indigenas-veem-obras-como-acao-de-resistencia/">Em Brasília, artesãos indígenas veem obras como ação de resistência</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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