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	<title>Arquivo de Pesquisa Anual da Indústria da Construção - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Pesquisa Anual da Indústria da Construção - WeekNews</title>
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		<title>Construção empregou 2,5 milhões e pagou média de 2,1 salários mínimos</title>
		<link>https://weeknews.online/construcao-empregou-25-milhoes-e-pagou-media-de-21-salarios-minimos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[7%]]></category>
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		<category><![CDATA[aponta estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil fecha 2025 com aumento de 5% no estoque de empregos]]></category>
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		<category><![CDATA[Desemprego chega a 5]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A indústria da construção civil no Brasil ocupava 2,5 milhões de pessoas em 2024 e pagava remuneração média de 2,1 salários mínimos. Eram 191 mil empresas que injetavam R$ 95,6 bilhões nos bolsos dos trabalhadores. Os dados fazem parte da Pesquisa Anual da Indústria da Construção, divulgada nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento traz informações de empresas de três grandes grupos de atividade: construção de edifícios (inclui residenciais, comerciais, industriais e reformas); obras de infraestrutura, como pontes, rodovias e praças; e serviços especializados para construção, que englobam pintura e instalação elétrica, por exemplo. A edição de 2024 do levantamento absorveu mudanças de metodologia, de forma que o IBGE não aplica comparações com anos anteriores. A série&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>A indústria da construção civil no Brasil ocupava 2,5 milhões de pessoas em 2024 e pagava remuneração média de 2,1 salários mínimos. Eram 191 mil empresas que injetavam R$ 95,6 bilhões nos bolsos dos trabalhadores.</strong></p>
<p>Os dados fazem parte da <strong>Pesquisa Anual da Indústria da Construção</strong>, divulgada nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ibge" target="_blank">IBGE</a>).</p>
<p>O levantamento traz informações de empresas de três grandes grupos de atividade: construção de edifícios (inclui residenciais, comerciais, industriais e reformas); obras de infraestrutura, como pontes, rodovias e praças; e serviços especializados para construção, que englobam pintura e instalação elétrica, por exemplo.</p>
<p>A edição de 2024 do levantamento absorveu mudanças de metodologia, de forma que o IBGE não aplica comparações com anos anteriores. A série histórica anterior era iniciada em 2007.</p>
<h2>Onde estão os empregos</h2>
<p><strong>O levantamento revela que as empresas classificadas no grupo construção de edifícios são as maiores empregadoras. Nesses empreendimentos estão 894,8 mil pessoas, o que representa 35,7% dos ocupados.</strong></p>
<p>Logo em seguida figuram as firmas de serviços especializados, com 34,4% da mão de obra do setor. Já as obras de infraestrutura empregavam 29,9% dos trabalhadores em 2024.</p>
<p><strong>Apesar de estarem no grupo com o menor número de ocupados, as empresas de obras de infraestrutura têm a maior média de funcionários por empresa: 39 pessoas.</strong></p>
<p>Nos empreendimentos destinados à construção de edifícios, o contingente médio é de 13 trabalhadores. Nos de serviços especializados, oito funcionários.</p>
<h2>Salários</h2>
<p><strong>As companhias que trabalham com obras de infraestrutura são as que pagam maiores remunerações, com média de 2,6 salários mínimos.</strong></p>
<p>As empresas de atuam na construção de edifícios pagaram 1,9 salário mínimo, à frente das de serviços especializados (1,8). Em 2024, o salário mínimo nacional era R$ 1.412.<br /> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=465332:cheio_8colunas --><br />
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/construcao-civil.jpg" alt="Brasília (DF), 09/06/2026 - Arte sobre construção civil. Arte/Agência Brasil" title="Arte/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=465332 --></div>
</div>
<h2>Valor de obra</h2>
<p>Os pesquisadores do IBGE chegaram ao valor total de incorporações, obra e serviços de construção, que alcançou R$ 522,5 bilhões em 2024.</p>
<p>Veja o valor de obra por segmento:</p>
<ul>
<li>Infraestrutura: R$ 200,9 bilhões;</li>
<li>Construção de edifícios: R$ 1989 bilhões;</li>
<li>Serviços especializados: R$ 122,8 bilhões.</li>
</ul>
<p>Com os dados sobre valor de obra, a pesquisa chegou ao RC8, indicador que aponta o tamanho do mercado abocanhado (grau de concentração) pelas oito principais empresas do setor, que ficou em 3,1%. Esse patamar indica uma indústria pouco concentrada, sem monopólios.</p>
<h2>Obras entregues</h2>
<p>A pesquisa revela os principais empreendimentos entregues no país pelo setor de construção civil em relação ao valor de obra. Confira o <em>ranking</em>:</p>
<ul>
<li>Rodovias, ferrovias, obras urbanas e obras de arte especiais: 22,8%;</li>
<li>Obras residenciais: 22,2%;</li>
<li>Serviços especializados para construção: 19,2%</li>
<li>Obras de infraestrutura para energia elétrica, telecomunicações, água, esgoto e transporte por dutos: 12,8%;</li>
<li>Edificações industriais, comerciais e outras edificações não residenciais: 10,7%;</li>
<li>Construção de outras obras de infraestrutura: 10,5%;</li>
<li>Incorporação de imóveis construídos por outras empresas: 1,9%.</li>
</ul>
<h2>Custos</h2>
<p>Sob a ótima dos custos, <strong>a mão de obra é o que mais pesa no orçamento das empresas, com 30,7% do total.</strong></p>
<p>Logo em seguida, a maior fatia ficou com o chamado &#8220;consumo intermediário&#8221;, que reúne despesas operacionais como combustíveis, manutenção, aluguéis de máquinas e serviços prestados por terceiros (excetuando materiais e empreiteiras), respondendo por 22,5%.</p>
<p>Os demais custos foram materiais de construção (22,3%), demais despesas ─ compostas por impostos, taxas, custos com terrenos, depreciação e gastos financeiros ─ (14,7%) e obras e serviços contratados a terceiros (9,7%).</p>
<h2>Contratantes de obras</h2>
<p>De acordo com o IBGE, <strong>de cada R$ 3 em valor de obra em 2024, R$ 1 foi demandado pelo setor público, ou seja, 33%, cabendo 67% à iniciativa privada.</strong></p>
<p>No caso específico das obras de infraestrutura, o setor público representa 48,2% da demanda por construção. Na atividade construção de edifícios, a participação dos governos como contratante se reduz a 22,9%. Em serviços especializados, 19,5%.</p>
<p>Para o analista do IBGE Marcelo Miranda Freire de Melo,<strong> esses dados revelam a relevância do setor público para a construção civil no país.</strong></p>
<p>“Essa demanda está muito concentrada no segmento de obras de infraestrutura, onde quase metade da demanda é feita pelo setor público. Nos outros dois segmentos, essa relevância do setor público é um pouco menor, a grande parte é o setor privado”, avalia.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/construcao-empregou-25-milhoes-e-pagou-media-de-21-salarios-minimos" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Wed, 10 Jun 2026 10:01:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Salário na construção recua 22% em dez anos, diz IBGE</title>
		<link>https://weeknews.online/salario-na-construcao-recua-22-em-dez-anos-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 13:30:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[2% em março]]></category>
		<category><![CDATA[após 5 meses de queda ou estabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Confiança da indústria sobe em maio após dois meses de queda]]></category>
		<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria cresce 1]]></category>
		<category><![CDATA[média salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Anual da Indústria da Construção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A média dos rendimentos dos trabalhadores da construção civil, medida em salários mínimos, recuou 22% em uma década.  Segundo dados da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic), divulgada nesta quinta-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a média salarial caiu de 2,7 salários mínimos em 2014 para 2,1 salários mínimos em 2023. “Essa perda é muito impulsionada pela perda do salário médio do segmento de obras de infraestrutura, que tinha, lá em 2014, 3,7 salários mínimos pagos por pessoa por mês. Esse foi o maior valor da série histórica [iniciada em 2007]. E a gente vê uma perda desse salário pago, ao longo dos anos”, explica o pesquisador do IBGE Marcelo Miranda. O segmento de obras de infraestrutura –&#8230;</p>
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</div>
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Feed Últimas.<br />
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<p><strong>A média dos rendimentos dos trabalhadores da construção civil, medida em salários mínimos, recuou 22% em uma década. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747920606_598_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747920606_760_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo dados da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic), divulgada nesta quinta-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a <strong>média salarial caiu de 2,7 salários mínimos em 2014 para 2,1 salários mínimos em 2023.</strong></p>
<p>“Essa perda é muito impulsionada pela perda do salário médio do segmento de obras de infraestrutura, que tinha, lá em 2014, 3,7 salários mínimos pagos por pessoa por mês. Esse foi o maior valor da série histórica [iniciada em 2007]. E a gente vê uma perda desse salário pago, ao longo dos anos”, explica o pesquisador do IBGE Marcelo Miranda.</p>
<p><strong>O segmento de obras de infraestrutura – que inclui construções de rodovias, ferrovias e estruturas de água, esgoto e eletricidade –, continua tendo os maiores salários.</strong> De 2014 para 2023, no entanto, a perda salarial do segmento chegou a 1,1 salário mínimo (-29%), já que, em 2023, a média salarial ficou em 2,6 salários.</p>
<p>Os segmentos de construção de edifícios e de serviços especializados – como acabamento, demolições, instalações elétricas e preparação de terreno – também tiveram quedas, porém mais moderadas.</p>
<p><strong>Os salários do segmento de construção de edifícios caíram 17%, ao passarem de 2,3 para 1,9 salário mínimo</strong>. <strong>Já no segmento de serviços especializados a queda foi de 9%, já que passou de 2,2 para 2,0 salários mínimos.</strong></p>
<h2>Empregos</h2>
<p><strong>A pesquisa mostrou que o número de postos de trabalho na construção em 2023 (2,5 milhões) também caiu em relação a 2014 (-15%). No entanto, houve uma recuperação em relação à 2020, ano de início da pandemia de covid-19, com aumento de 25%.</strong></p>
<p>Em relação a 2014, apenas o segmento de serviços especializados teve crescimento (4%), enquanto os demais tiveram queda: construção de edifícios (-29%) e obras de infraestrutura (-20%).<br /> </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/construcao_civil_2306219900.jpg" alt="Trabalhadores da construção civil&#13;&#10;Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo" title="Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo"/><br />
    <!-- END scald=262254 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=262254-->Média salarial do trabalhador da construção caiu de 2,7 salários mínimos em 2014 para 2,1 salários mínimos em 2023 &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo</strong><!--END copyright=262254--><br type="_moz"/><br />
</h6>
</p>
</div>
<h2>Produtos</h2>
<p><strong>As 165,8 mil empresas da construção movimentaram um valor total de R$ 484,2 bilhões em 2023. </strong>As construções residenciais representaram 22% do total, em 2023. Os serviços especializados e a construção de rodovias, ferrovias, obras urbanas e obras de arte especiais responderam por aproximadamente 20% do total, cada um.</p>
<p><strong>As regiões Sudeste e Nordeste continuaram liderando entre as regiões com maior valor da construção, representando 49,8% e 18,1% do total nacional, respectivamente.</strong> </p>
<p>Contudo, ambas tiveram perdas na participação no total nacional em relação a 2014, quando as regiões respondiam por 52,4% e 18,6%, respectivamente. A região Norte também caiu, ao passar de 6,9% para 6,5%.</p>
<p><strong>Já a Região Sul foi a que mais ampliou sua participação no mercado da construção nacional, ao subir de 12,8% para 16,2% no período. O Centro-Oeste subiu de 9,3% para 9,4%.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/salario-na-construcao-recua-22-em-dez-anos-diz-ibge">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 22 May 2025 10:01:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/salario-na-construcao-recua-22-em-dez-anos-diz-ibge/">Salário na construção recua 22% em dez anos, diz IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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