<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de pesquisa Viver nas Cidades: Mulheres - WeekNews</title>
	<atom:link href="https://weeknews.online/tag/pesquisa-viver-nas-cidades-mulheres/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://weeknews.online/tag/pesquisa-viver-nas-cidades-mulheres/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 05 Mar 2026 23:13:37 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.1</generator>

<image>
	<url>https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/cropped-Gemini_Generated_Image_o4oxj8o4oxj8o4ox-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de pesquisa Viver nas Cidades: Mulheres - WeekNews</title>
	<link>https://weeknews.online/tag/pesquisa-viver-nas-cidades-mulheres/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Sete em cada dez mulheres relatam já terem sofrido assédio, diz estudo</title>
		<link>https://weeknews.online/sete-em-cada-dez-mulheres-relatam-ja-terem-sofrido-assedio-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 23:13:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Insegurança é barreira para 62% das mulheres viajarem sozinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Cidades Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Ipsos-Ipec]]></category>
		<category><![CDATA[Maria da Penha pede rede direta de apoio para mulheres do interior]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres são as que mais impulsionam outras carreiras femininas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa Viver nas Cidades: Mulheres]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/sete-em-cada-dez-mulheres-relatam-ja-terem-sofrido-assedio-diz-estudo/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Sete em cada dez mulheres dizem já ter sofrido assédio moral ou sexual, principalmente em ruas e espaços públicos. Os dados fazem parte da pesquisa Viver nas Cidades: Mulheres, lançada nesta quinta-feira (5). O levantamento é de autoria do Instituto Cidades Sustentáveis e da Ipsos-Ipec, empresa especializada em pesquisa sociais e de mercado. Foram entrevistadas 3,5 mil pessoas, em dezembro de 2025, nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Notícias relacionadas: Mulheres são as que mais impulsionam outras carreiras femininas. Insegurança é barreira para 62% das mulheres viajarem sozinhas. Maria da Penha pede rede direta de apoio para mulheres do interior. “A insegurança é uma regra na nossa vida, não é uma exceção.&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/sete-em-cada-dez-mulheres-relatam-ja-terem-sofrido-assedio-diz-estudo/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/sete-em-cada-dez-mulheres-relatam-ja-terem-sofrido-assedio-diz-estudo/">Sete em cada dez mulheres relatam já terem sofrido assédio, diz estudo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>Sete em cada dez mulheres dizem já ter sofrido assédio moral ou sexual, principalmente em ruas e espaços públicos. Os dados fazem parte da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://nossasaopaulo.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Pesquisa-Mulheres-2025_ICS-Ipec.pdf" target="_blank">pesquisa Viver nas Cidades: Mulheres</a>, lançada nesta quinta-feira (5).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772752417_776_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772752417_245_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O levantamento é de autoria do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://icidadessustentaveis.org.br/" target="_blank">Instituto Cidades Sustentáveis</a> e da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ipsos.com/pt-br" target="_blank">Ipsos-Ipec</a>, empresa especializada em pesquisa sociais e de mercado. <strong>Foram entrevistadas 3,5 mil pessoas</strong>, em dezembro de 2025, nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Mulheres são as que mais impulsionam outras carreiras femininas.</li>
<li>Insegurança é barreira para 62% das mulheres viajarem sozinhas.</li>
<li>Maria da Penha pede rede direta de apoio para mulheres do interior.</li>
</ul>
<p>“A insegurança é uma regra na nossa vida, não é uma exceção. Há uma proporção alta de mulheres que seguem dizendo que já sofreram assédio”, alertou Patrícia Pavanelli, diretora de Opinião Pública e Política da Ipsos-Ipec, durante o lançamento da pesquisa, no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc SP.</p>
<p><strong>Considerando o total de mulheres da amostra (2.066), 71% delas disseram já ter sofrido algum tipo de assédio</strong> em pelo menos um dos seis locais pesquisados: ruas e espaços públicos, transporte público, ambiente de trabalho, ambiente doméstico, bares/casas noturnas ou transporte particular.</p>
<blockquote>
<p>“O espaço público e o transporte público se destacam como os lugares mais hostis para as mulheres, sendo esse um problema recorrente e que limita a nossa liberdade, o nosso direito à cidade”, ressaltou Patrícia.</p>
</blockquote>
<h2>Proporção elevada</h2>
<p>Apesar da queda em relação a 2014, quando o índice ficou em 74%, e das variações de acordo com as capitais, as entidades realizadoras do estudo consideram que a proporção de mulheres que sofreram assédio permanece elevada e persistente nas dez cidades.</p>
<h2>Assédio nas ruas</h2>
<p><strong>Ruas e espaços públicos – como praças, parques e praias – são os lugares onde mais ocorrem assédios, sendo citados por 54% das mulheres. Em seguida, aparece o transporte público (citado em 50% das respostas) e, em outro patamar, o ambiente de trabalho (citado por 36% mulheres).</strong></p>
<p>Bares e casas noturnas foram citados por 32%; o ambiente familiar aparece em 26% das menções; e transporte particular como táxi e ou por aplicativo, em 19% das respostas.</p>
<p>A parcela de 5% das mulheres relatou que já sofreu assédio em todos os seis espaços mensurados na pesquisa. </p>
<blockquote>
<p>“Embora pareça pouco, a gente está falando de mulheres que vivem em 10 capitais que [concentram] 33 milhões de habitantes, e 5% delas dizem que já sofreram algum tipo de assédio em todos os locais [mencionados]”, acrescentou.</p>
</blockquote>
<p> Camila Boehm &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/sete-em-cada-dez-mulheres-relatam-ja-terem-sofrido-assedio-diz-estudo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 05 Mar 2026 19:51:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/sete-em-cada-dez-mulheres-relatam-ja-terem-sofrido-assedio-diz-estudo/">Sete em cada dez mulheres relatam já terem sofrido assédio, diz estudo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aumentar pena é principal meio de combater violência contra a mulher</title>
		<link>https://weeknews.online/aumentar-pena-e-principal-meio-de-combater-violencia-contra-a-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 23:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[5 mil pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[da Ipsos-Ipec]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[diz estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Foram entrevistadas 3]]></category>
		<category><![CDATA[Guia orienta sobre como abordar violência de gênero nas redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Cidades Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa Viver nas Cidades: Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Sete em cada dez mulheres relatam já terem sofrido assédio]]></category>
		<category><![CDATA[SUS: mulheres vítimas de violência terão acesso a reconstrução dental]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Contra a Mulher]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/aumentar-pena-e-principal-meio-de-combater-violencia-contra-a-mulher/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Tornar mais rígidas as formas de punição é o meio mais eficaz para conter os casos de violência contra as mulheres, de acordo com mais da metade das pessoas entrevistadas na pesquisa Viver nas Cidades: Mulheres.  O levantamento é de autoria do Instituto Cidades Sustentáveis e da Ipsos-Ipec, empresa especializada em pesquisa sociais e de mercado. Foram entrevistadas 3,5 mil pessoas, em dezembro de 2025, nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. No total da amostra (que incluiu homens e mulheres), aumentar as penas contra os agressores aparece em primeiro lugar, com 55% das menções, seguida da ampliação dos serviços de proteção às vítimas, com 48%. Agilizar o andamento da investigação&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/aumentar-pena-e-principal-meio-de-combater-violencia-contra-a-mulher/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/aumentar-pena-e-principal-meio-de-combater-violencia-contra-a-mulher/">Aumentar pena é principal meio de combater violência contra a mulher</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>Tornar mais rígidas as formas de punição é o meio mais eficaz para conter os casos de violência contra as mulheres, de acordo com mais da metade das pessoas entrevistadas na <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://nossasaopaulo.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Pesquisa-Mulheres-2025_ICS-Ipec.pdf" target="_blank">pesquisa Viver nas Cidades: Mulheres</a>. </strong></p>
<p>O levantamento é de autoria do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://icidadessustentaveis.org.br/" target="_blank">Instituto Cidades Sustentáveis</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ipsos.com/pt-br" target="_blank">da Ipsos-Ipec</a>, empresa especializada em pesquisa sociais e de mercado. Foram entrevistadas 3,5 mil pessoas, em dezembro de 2025, nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.</p>
<p><strong>No total da amostra (que incluiu homens e mulheres), aumentar as penas contra os agressores aparece em primeiro lugar, com 55% das menções, seguida da ampliação dos serviços de proteção às vítimas, com 48%. Agilizar o andamento da investigação das denúncias foi uma ação citada por 37% das pessoas.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772751700_953_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772751700_89_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“A pesquisa aponta para gente um caminho que combina esse desejo da punição e da justiça, mas a necessidade de uma rede de apoio mais robusta”, explicou Patrícia Pavanelli, diretora de Opinião Pública e Política da Ipsos-Ipec, durante evento de lançamento da pesquisa, no Sesc São Paulo.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Sete em cada dez mulheres relatam já terem sofrido assédio, diz estudo.</li>
<li>SUS: mulheres vítimas de violência terão acesso a reconstrução dental.</li>
<li>Guia orienta sobre como abordar violência de gênero nas redes sociais.</li>
</ul>
<p>Para ela, é preciso aproximar a população dos agentes de segurança e promover treinamento dos funcionários para que possam acolher melhor as mulheres. </p>
<blockquote>
<p>“Vale a pena destacar que a gente tem quase três em cada 10 homens hoje dizendo que é prioritário criar políticas de segurança comunitária, aproximando a população dos agentes de segurança.”</p>
</blockquote>
<h2>Debate com especialistas</h2>
<p><strong>A promotora Fabíola Sucasas, titular da Promotoria de Enfrentamento à Violência Doméstica do Ministério Público de SP, avalia que o combate à violência contra mulheres não se resolverá pela “via punitivista”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Essa ideia de que o direito penal vai dar conta de tudo, de que o homem precisa ser preso, ele precisa ser punido, é uma visão que é patriarcal.” </p>
</blockquote>
<p>Ela ressaltou que, embora haja uma demanda por aumento de penas, conforme mostrou a pesquisa, o feminicídio já tem a maior pena prevista no código penal &#8211; 40 anos &#8211; e isso não tem se refletido na redução desse tipo de crime.</p>
<p>“Isso não tem intimidado [os agressores], muito pelo contrário, o feminicídio tem aumentado e tem aumentado também o descumprimento das medidas protetivas de urgência.”</p>
<p>Para Naiza Bezerra, coordenadora de Políticas para Mulheres da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, é essencial repensar, a partir de dados como os apresentados na pesquisa, intervenções públicas e mecanismos de proteção para mulheres. </p>
<blockquote>
<p>“Muitas mulheres não estão seguras no lar e, quando ela vai para o espaço público, para a rua, o transporte público, ela enfrenta uma insegurança ainda maior.”</p>
</blockquote>
<p>Ela ressaltou o quanto as mulheres estão desprotegidas, apesar das ferramentas já existentes para o combate à violência de gênero. </p>
<p>“Sair de casa tendo que observar que horas que eu estou saindo, que horas que eu vou chegar. Eu saio do meu trabalho pensando nisso: não posso chegar muito mais que dez da noite na minha região. É inseguro para mim, é inseguro para muitas mulheres.”</p>
<h2>Tarefas domésticas</h2>
<p>O levantamento apurou ainda como homens e mulheres percebem a divisão de tarefas domésticas. <strong>No total da amostra, quatro em cada dez entrevistados (39%) disseram que os afazeres de casa são responsabilidade de todos, mas as mulheres fazem a maior parte. Para parcela semelhante (37%), as atividades são divididas igualmente entre homens e mulheres.</strong></p>
<p>Os números variam pouco entre as capitais, mas a percepção muda de forma significativa quando se observa o recorte por gênero: 47% dos homens acham que as atividades domésticas são divididas igualmente, percentual que cai para 28% entre as mulheres.</p>
<p>Além disso, 32% dos homens reconhecem que as mulheres fazem a maior parte das tarefas, embora a responsabilidade seja de ambos, enquanto, entre as mulheres, esse percentual sobe para 44%.</p>
<p> Camila Boehm &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/aumentar-pena-e-principal-meio-de-combater-violencia-contra-mulher">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 05 Mar 2026 19:52:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/aumentar-pena-e-principal-meio-de-combater-violencia-contra-a-mulher/">Aumentar pena é principal meio de combater violência contra a mulher</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
