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	<title>Arquivo de Pesquisadoras falam dos desafios de conciliar maternidade com estudos - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Pesquisadoras falam dos desafios de conciliar maternidade com estudos - WeekNews</title>
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		<title>Lula abre conferência e sanciona ampliação da licença-maternidade</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-abre-conferencia-e-sanciona-ampliacao-da-licenca-maternidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 17:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiras estão tendo menos filhos e adiam maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[diz Censo]]></category>
		<category><![CDATA[INSS alerta que não usa intermediário para liberar salário-maternidade]]></category>
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		<category><![CDATA[plano de igualdade salarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta segunda-feira (29), a lei que amplia a licença-maternidade e o salário-maternidade quando mãe ou bebê ficarem internados por mais de duas semanas por complicações após o parto. Assim, o afastamento se estenderá por 120 dias após a alta, descontando-se o tempo de repouso anterior ao parto, caso haja. O texto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e também a Lei de Benefícios da Previdência Social para que o salário-maternidade seja pago durante o período de internação e por mais 120 dias após a alta, também descontando-se o tempo de recebimento do benefício anterior ao parto, se for o caso. Notícias relacionadas: Brasileiras estão tendo menos filhos e adiam maternidade, diz Censo. Pesquisadoras&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/lula-abre-conferencia-e-sanciona-ampliacao-da-licenca-maternidade/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta segunda-feira (29), a <strong>lei que amplia a licença-maternidade e o salário-maternidade quando mãe ou bebê ficarem internados por mais de duas semanas por complicações após o parto.</strong> Assim, o <strong>afastamento se estenderá por 120 dias após a alta, descontando-se o tempo de repouso anterior ao parto</strong>, caso haja.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1759167248_869_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1759167248_72_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O texto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e também a Lei de Benefícios da Previdência Social para que o <strong>salário-maternidade seja pago durante o período de internação e por mais 120 dias após a alta, também descontando-se o tempo de recebimento do benefício anterior ao parto</strong>, se for o caso.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Brasileiras estão tendo menos filhos e adiam maternidade, diz Censo.</li>
<li>Pesquisadoras falam dos desafios de conciliar maternidade com estudos.</li>
<li>INSS alerta que não usa intermediário para liberar salário-maternidade.</li>
</ul>
<p>Hoje, a prorrogação de ambos os benefícios já é amparada por jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p><strong>Lula participou da abertura da 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres</strong>, que será realizada até quarta-feira (1º/10), em Brasília, com o tema “Mais Democracia, Mais Igualdade, Mais Conquistas para Todas”.</p>
<p>De acordo com o governo, <strong>a conferência marca a retomada da “principal instância de participação social voltada à promoção da igualdade de gênero no Brasil”</strong>. A última edição do evento ocorreu em 2016, no governo da presidenta Dilma Rousseff.</p>
<p><strong>Para Lula, não existe democracia sem ouvir as mulheres, e ações contínuas são necessárias para que seus direitos não retrocedam.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Essa conferência é também um grito contra o silêncio. Um grito pela liberdade das mulheres falarem o que quiserem, quando quiserem e onde quiserem. Não há democracia plena sem a voz das mulheres. De todas as mulheres, pretas, brancas, indígenas, do campo e da cidade, trabalhadoras, domésticas, empresárias, profissionais liberais, que trabalham fora ou se dedicam a cuidar da família”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>“O golpe contra a presidenta Dilma Rousseff serviu não apenas para derrubar a primeira mulher a governar esse país, foi também a tentativa de calar milhões de vozes femininas, porque o autoritarismo não apenas odeia, ele também teme as mulheres. Estruturas de proteção foram desmontadas, discurso preconceituosos e violentos e carregado de ódio ecoaram do mais alto escalão da República e fizeram das mulheres um dos seus alvos preferidos”, acrescentou Lula.</p>
<h2>Ações</h2>
<p>O presidente destacou algumas ações desenvolvidas ao longo dos últimos anos, entre elas o plano de igualdade salarial, que, segundo Lula, “é briga antiga” dos movimentos femininos organizados. De acordo com ele, <strong>ainda há muita luta pela frente para que a lei seja efetivamente implementada</strong>.</p>
<p>“Entre a gente aprovar uma lei, entre a gente regulamentar, e as mulheres começarem a receber o salário igual, ainda vai ter muita briga, vai ter muito processo, vai ter muita Justiça, porque é difícil você fazer as pessoas mudarem de hábito quando se trata de colocar um pouquinho de dindin na mão do povo trabalhador”, disse Lula.</p>
<p>Durante o evento, o presidente ainda <strong>sancionou a lei que institui a Semana Nacional de Conscientização sobre os Cuidados com as Gestantes e com Mães</strong>, na semana de 15 de agosto, data em que se comemora o Dia da Gestante. O objetivo é divulgar informações e direitos relacionados à saúde da mulher com ênfase nos primeiros mil dias – da gestação até o segundo ano de vida da criança – de forma a estimular o desenvolvimento integral da primeira infância.</p>
<p><strong>A Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres reúne cerca de 4 mil participantes de todas as regiões do país.</strong></p>
<p>A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, destacou que as propostas construídas durante o encontro, que foi precedido de etapas preparatórias, servirão de base para a atualização do novo Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O futuro é uma semente que já germina nas nossas mãos. Cada palavra, cada proposta e cada gesto vivido nesta conferência regarão esta semente. O que construiremos juntas nestes dias será raiz firme e tronco vigoroso para garantir dignidade, direitos e igualdade para todas nós. Serão também asas abertas e fortes que nos conduzirão à esperança da manhã tão desejada, liberdade, justiça e de plenitude para todas as mulheres, sem nenhuma violência”, disse.</p>
</blockquote>
<p>Os debates centrais abordarão o enfrentamento às desigualdades sociais, econômicas e raciais; fortalecimento da participação política das mulheres; enfrentamento à violência de gênero; as políticas de cuidado e autonomia econômica; e a articulação intersetorial entre governo e sociedade civil.</p>
<p> Andreia Verdélio e Daniella Almeida &#8211; Repórteres da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-09/lula-abre-conferencia-e-sanciona-ampliacao-da-licenca-maternidade">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 29 Sep 2025 13:59:00 -0300 </p>

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		<title>IFF/Fiocruz irá ajudar 75 maternidades a reduzirem mortalidade materna</title>
		<link>https://weeknews.online/iff-fiocruz-ira-ajudar-75-maternidades-a-reduzirem-mortalidade-materna/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 22:40:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[acordo de cooperação técnica]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[IFF/Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[mortalidade materna]]></category>
		<category><![CDATA[O objetivo é reduzir a mortalidade materna geral em 25% até 2027]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisadoras falam dos desafios de conciliar maternidade com estudos]]></category>
		<category><![CDATA[rede alyne]]></category>
		<category><![CDATA[SP: desigualdade na saúde concentra nas zonas norte e leste]]></category>
		<category><![CDATA[SUS vai substituir papanicolau por exame mais sensível ainda este ano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) irá ajudar na qualificação de 75 maternidades no país que concentram as maiores taxas de mortalidade materna. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (28) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O ministro esteve no IFF, onde assinou um acordo de cooperação técnica para a realização de um estudo preliminar de viabilidade para possível integração entre o Hospital Federal da Lagoa e o IFF, no âmbito do Plano de Reestruturação dos Hospitais Federais do Rio de Janeiro. Junto com esse acordo, foi assinado com o IFF o novo plano de apoio, reestruturação, qualificação de 75 maternidades no país. “Faz parte do nosso compromisso de enfrentamento à mortalidade materna, tendo o Instituto Fernandes&#8230;</p>
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<p>O Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) irá ajudar na qualificação de 75 maternidades no país que concentram as maiores taxas de mortalidade materna. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (28) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1743201651_47_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1743201652_858_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O ministro esteve no IFF, onde assinou um acordo de cooperação técnica para a realização de um estudo preliminar de viabilidade para possível integração entre o Hospital Federal da Lagoa e o IFF, no âmbito do Plano de Reestruturação dos Hospitais Federais do Rio de Janeiro. Junto com esse acordo, foi assinado com o IFF o novo plano de apoio, reestruturação, qualificação de 75 maternidades no país.</p>
<p>“Faz parte do nosso compromisso de enfrentamento à mortalidade materna, tendo o Instituto Fernandes Figueira como grande parceiro nesse apoio. Com isso, [o IFF] vai poder desenvolver junto com as maternidades a experiência que já tem de gestão, de qualificação, de formação profissional”, afirmou Padilha.</p>
<p>Fundado em 1924,<strong> o IFF/Fiocruz é referência na produção de conhecimento, gestão participativa e atenção integral para a saúde da mulher, da criança e do adolescente.</strong> O Instituto conta com o Centro de Referência Nacional da Rede Global de Bancos de Leite Humano e é considerado um Hospital Amigo da Criança pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pelo Ministério da Saúde. </p>
<p>Segundo Padilha, <strong>o Ministério da Saúde vai investir, ao todo, em 2025, R$ 24 milhões na qualificação das 75 maternidades</strong>, sendo 25 ligadas aos hospitais universitários federais, que fazem parte da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), e 50 que fazem parte das redes municipais, estaduais ou mesmo de instituições filantrópicas que têm contratos com estados e municípios. Essa qualificação será feita tanto presencialmente quanto por telessaúde.</p>
<p>“Muitas vezes, essa situação da mortalidade materna não tem a ver com a estrutura [da maternidade], tem a ver, às vezes, com a forma como é acolhida essa gestante, como é feita a conexão entre essa maternidade e uma unidade básica de saúde; [tem a ver com] com a atenção primária em saúde, se nessas maternidades têm espaço, por exemplo, de acolhimento, de orientação para as mulheres; se elas podem fazer a visita à maternidade para conhecer onde vai ter o parto. Muitas vezes, é uma integração da informação da maternidade com os prontuários eletrônicos”, explicou Padilha.</p>
<h2>Metas</h2>
<p>A iniciativa faz parte da Rede Alyne, uma reestruturação da antiga Rede Cegonha, de cuidados a gestantes e bebês na rede pública de saúde. A rede foi lançada em 2024 com a meta de beneficiar mulheres com cuidado humanizado e integral, observando as desigualdades étnico-raciais e regionais.</p>
<p><strong>O objetivo é reduzir a mortalidade materna geral em 25% até 2027, e em 50% considerando apenas as mulheres pretas</strong>. Em 2022, a razão de mortalidade materna (número de óbitos a cada 100 mil nascidos vivos) de mães pretas foi o dobro em relação ao geral: 110,6. No geral, foram 57,7 óbitos a cada 100 mil nascidos vivos.</p>
<p>O Brasil busca atingir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), até 2030, com a marca de 30 óbitos por 100 mil nascidos vivos</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p> Mariana Tokarnia &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/ifffiocruz-ira-ajudar-75-maternidades-reduzirem-mortalidade-materna">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 28 Mar 2025 18:43:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/iff-fiocruz-ira-ajudar-75-maternidades-a-reduzirem-mortalidade-materna/">IFF/Fiocruz irá ajudar 75 maternidades a reduzirem mortalidade materna</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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