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	<title>Arquivo de pesquisas - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de pesquisas - WeekNews</title>
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		<title>Tubarões podem se tornar aliados na previsão de furacões, aponta pesquisa</title>
		<link>https://weeknews.online/tubaroes-podem-se-tornar-aliados-na-previsao-de-furacoes-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 19:31:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Agência meteorológica da ONU prevê temporada de furacões ativos]]></category>
		<category><![CDATA[baleias]]></category>
		<category><![CDATA[furacões]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Previsão]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Delaware]]></category>
		<category><![CDATA[Vaticano: furacões mostram que não há como negar mudanças climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Pesquisadores da Universidade de Delaware, nos Estados Unidos, estão testando uma nova abordagem para melhorar a previsão de furacões: usar tubarões como coletores móveis de dados oceânicos. A ideia é que esses animais, equipados com sensores, transmitam informações sobre as condições do mar em tempo quase real, alimentando modelos oceanográficos, atmosféricos e climáticos. A pesquisa, liderada pelo professor Aaron Carlisle, da Escola de Ciências Marinhas e Políticas da universidade, aproveita a abundância e a ampla distribuição dos tubarões nas águas da costa leste dos EUA. Diferentemente de muitos mamíferos marinhos protegidos, os tubarões são mais fáceis de acessar e podem ser marcados com etiquetas eletrônicas que medem condutividade elétrica, temperatura e profundidade da água. Essas etiquetas, também chamadas de sensores,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/idalia_-_reuters-_julio_cesar_chavez-1024x512.jpg" alt="Tubarões podem se tornar aliados na previsão de furacões, aponta pesquisa" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-08/cientistas-recorrem-aos-tubaroes-para-melhorar-previsao-sobre-furacoes" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>Pesquisadores da Universidade de Delaware, nos Estados Unidos, estão testando uma nova abordagem para melhorar a previsão de furacões: usar tubarões como coletores móveis de dados oceânicos. A ideia é que esses animais, equipados com sensores, transmitam informações sobre as condições do mar em tempo quase real, alimentando modelos oceanográficos, atmosféricos e climáticos.</p>
<p>A pesquisa, liderada pelo professor Aaron Carlisle, da Escola de Ciências Marinhas e Políticas da universidade, aproveita a abundância e a ampla distribuição dos tubarões nas águas da costa leste dos EUA. Diferentemente de muitos mamíferos marinhos protegidos, os tubarões são mais fáceis de acessar e podem ser marcados com etiquetas eletrônicas que medem condutividade elétrica, temperatura e profundidade da água.</p>
<p>Essas etiquetas, também chamadas de sensores, são pequenos dispositivos que registram dados enquanto o animal nada e mergulha. A condutividade elétrica do oceano é um indicador diretamente relacionado à salinidade, e a temperatura é um fator crucial para entender a formação e a intensidade de furacões. Os dados coletados são transmitidos por satélite quando o tubarão vem à superfície, permitindo que os cientistas acompanhem as mudanças no oceano em tempo quase real.</p>
<p>A técnica de usar animais como sensores oceânicos não é nova. Segundo Carlisle, oceanógrafos já utilizam sensores acoplados a elefantes-marinhos nas regiões polares há anos, com sucesso. No entanto, os tubarões oferecem vantagens específicas: são mais numerosos, ocupam uma vasta área geográfica e são mais fáceis de capturar e marcar do que mamíferos marinhos protegidos.</p>
<p>Até agora, a marcação de tubarões era usada principalmente para estudar seus padrões de migração e habitats. A novidade da pesquisa da Universidade de Delaware é usar esses animais para coletar dados oceanográficos que possam ser aplicados diretamente na previsão de furacões. Os pesquisadores selecionam espécies que vêm à superfície com frequência suficiente para garantir a transmissão dos dados aos satélites.</p>
<p>O foco principal da equipe é o conteúdo de calor da camada superior do oceano, conhecida como camada mista. Carlisle explica que essa parte da coluna d’água é determinante para a intensidade dos furacões: uma camada mista mais quente significa furacões mais fortes, pois retém o calor que alimenta esses fenômenos. Com dados mais precisos sobre essa camada, os modelos de previsão podem se tornar mais confiáveis.</p>
<p>A pesquisa ainda está em fase de testes, mas os resultados iniciais são promissores. Ao integrar os dados coletados pelos tubarões aos modelos existentes, os cientistas esperam melhorar a capacidade de prever a formação e o desenvolvimento de furacões, dando mais tempo para que as comunidades costeiras se preparem para eventos extremos.</p>
<p>A iniciativa é um exemplo de como a tecnologia pode ser aliada da natureza para enfrentar desafios climáticos. Com o aumento da frequência e da intensidade de furacões, atribuído às mudanças climáticas, ferramentas inovadoras como essa podem se tornar cada vez mais importantes para a segurança de milhões de pessoas que vivem em áreas de risco.</p>
<p>A pesquisa da Universidade de Delaware, divulgada pela Agência Brasil, destaca o potencial dos tubarões como observadores móveis do oceano. Embora o cinema os retrate como ameaças, na prática eles podem se tornar aliados valiosos na proteção de vidas e na mitigação dos impactos de desastres naturais.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-08/cientistas-recorrem-aos-tubaroes-para-melhorar-previsao-sobre-furacoes" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Conheça outros países da América Latina reduziram jornada de trabalho</title>
		<link>https://weeknews.online/conheca-outros-paises-da-america-latina-reduziram-jornada-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 11:25:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[40 horas]]></category>
		<category><![CDATA[6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Ato em São Bernardo mobiliza sindicatos e pede fim da escala 6x1]]></category>
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		<category><![CDATA[Comissão Especial da PEC da redução da jornada será instalada amanhã]]></category>
		<category><![CDATA[Governo lança campanha nacional pelo fim da escala de trabalho 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[javier milei]]></category>
		<category><![CDATA[lei prevê a redução gradual]]></category>
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		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. A proposta de redução da jornada de trabalho e fim da escala 6x 1 pode fazer o Brasil se juntar à Colômbia, ao Chile e ao México na lista dos países da América Latina que, na última década, reduziram o tempo dedicado ao trabalho. Com exceção da Argentina, governada por Javier Milei, que recentemente permitiu jornadas de até 12 horas diárias de trabalho, países importantes da região vêm reduzindo as jornadas a favor dos trabalhadores.  Na Colômbia, a redução da jornada de 48 para 42 horas semanais foi promulgada em julho de 2021 pelo presidente Iván Duque, um governo de direita. O projeto foi apresentado pelo então senador &#8211; e ex-presidente do país &#8211; Álvaro Uribe, uma das figuras mais proeminentes da direita&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
<div>
<p>A proposta de redução da jornada de trabalho e fim da escala 6x 1 pode fazer o Brasil se juntar à Colômbia, ao Chile e ao México na lista dos países da América Latina que, na última década, reduziram o tempo dedicado ao trabalho.</p>
<p>Com exceção da Argentina, governada por <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-02/reforma-de-milei-aumenta-lucro-e-subjuga-trabalhador-diz-advogado" target="_blank">Javier Milei</a>, que recentemente permitiu jornadas de até 12 horas diárias de trabalho, países importantes da região vêm reduzindo as jornadas a favor dos trabalhadores. </p>
<p>Na Colômbia, a redução da jornada de 48 para 42 horas semanais foi promulgada em julho de 2021 pelo presidente Iván Duque, um governo de direita. O projeto foi apresentado pelo então senador &#8211; e ex-presidente do país &#8211; Álvaro Uribe, uma das figuras mais proeminentes da direita latino-americana.</p>
<p>A<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.funcionpublica.gov.co/eva/gestornormativo/norma.php?i=166506" target="_blank"> lei prevê a redução gradual</a> da jornada sem redução de salário. A primeira redução foi em 2023, quando caiu para 47 horas semanais. Apenas agora, em julho de 2026, é que a jornada semanal de trabalho na Colômbia deve chegar as 42 horas semanais, cinco anos após a promulgação da lei.</p>
<p>O professor de direito e relações internacionais da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), o colombiano Sebastián Granda Henao, explica que a direita colombiana tentava dar uma resposta à revolta social que estourou no país em 2019, com protestos em massa.</p>
<blockquote>
<p>“Foi um processo, de certa maneira, para apaziguar os ânimos, sendo uma resposta à revolta social de 2019, aos anseios populares, evitando uma reforma maior”, explicou.</p>
</blockquote>
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<p><!--copyright=163350-->Presidente da Colômbia, Iván Duque &#8211; <strong>Divulgação/Presidência da Colômbia</strong><!--END copyright=163350--></p>
</div>
</div>
<p>Henao lembrou ainda que a redução da jornada para 42 horas contou com aval do empresariado, apesar de ter recebido algumas críticas, passando no congresso colombiano sem grandes reações.</p>
<p>“Justamente porque foi proposta pela direita, acabou que não houve tanta oposição. Mas eu digo que essa reforma é conservadora. Era também para acompanhar as diretrizes da Organização Internacional do Trabalho (OIT)”, completa.</p>
<p><strong>A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ilo.org/ilo-helpdesk-questions-and-answers-business-and-working-time" target="_blank">OIT recomend</a>a a redução das jornadas para 40 horas semanais e tempo máximo de trabalho de até 48 horas na semana, desde que mediante pagamento de horas-extras. </strong></p>
<p>O professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), José Dari Krein, destaca que a Colômbia era um ponto “fora da curva” por ainda permitir jornadas de 48 horas semanais. <strong>No Brasil, a redução da jornada de 48 para 44 horas foi realizada em 1988, durante a Constituinte, mais de 30 anos antes da Colômbia.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Era um contexto em que a direita estava muito fragilizada politicamente. Foi uma forma de buscar apoio na sociedade com a discussão do processo eleitoral já iniciado, com possibilidade mesmo do [esquerdista Gustavo] Petro ganhar a eleição, pois ele já era favorito nas pesquisas eleitorais”, explica Krein.</p>
</blockquote>
<p>Em abril de 2021, meses antes da promulgação da nova lei, outra onda de manifestações, ainda mais intensa que a primeira mobilizou a Colômbia, abalando as estruturas políticas do país. Para analistas, foram esses protestos que permitiram a chegada do primeiro governo de esquerda da história colombiana, com Gustavo Petro.</p>
<p>Eleito em junho de 2022, Petro ainda aprovou uma reforma trabalhista em junho 2025, com novos direitos, como pagamento de adicional noturno a partir das 19h, e não das 21h, como era antes. Foi instituído ainda pagamento de hora extra, valendo até 100% do valor da hora normal, para trabalho em domingos e feriados e limitação de 8 horas de trabalho por dia. </p>
<h2>México</h2>
<p> </p>
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3 de novembro de 2025
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3 de novembro de 2025
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<p><!--copyright=443174-->A presidente do México, Claudia Sheinbaum &#8211; <strong>REUTERS/Henry Romero/Proibida reprodução</strong><!--END copyright=443174--></p>
</div>
</div>
<p><strong>No México, a redução da jornada de trabalho das atuais 48 horas semanais para 40 horas foi promulgada em março deste ano, em um contexto bastante diferente da Colômbia, por meio do popular governo da esquerdista Claudia Sheinbaum. </strong>Ela sucedeu<strong> </strong>Andrés Manuel López Obrador (2018-2024), também do partido Morena, que rompeu um ciclo de décadas de governos de direitas no México.</p>
<p>O professor de ciência política da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Daniel Enrico Martuscelli, especialista em política mexicana, explica que o Morena herda uma crise de representação dos partidos de direita.</p>
<blockquote>
<p>“Esses governos de esquerda se constituíram como governos de reformas. Atualmente, Sheinbaum tem entre 70% e 80% de aprovação, e sua coalizão tem dois terços do Parlamento, com o Morena com maioria simples. Isso dá uma grande capacidade para realizar reformas no México”, explica.</p>
</blockquote>
<p><strong>A redução da jornada começa a ser aplicada, sem redução de salário, em janeiro de 2027, de forma gradual, até chegar às 40 horas semanais em 2030.</strong></p>
<p>Martuscelli acrescentou que a popularidade do governo permitiu avançar na reforma com uma limitada reação dos setores empresariais, que criticaram a redução da jornada semanal.</p>
<blockquote>
<p>“A extrema-direita e a direita tradicional ocupam um papel muito residual na política mexicana, com dificuldade de se apresentar como uma força significativa, se comparado ao Brasil. Portanto, qualquer enfrentamento às iniciativas do governo tem alguma dificuldade”, avalia o especialista da UFU.</p>
</blockquote>
<h2>Chile</h2>
<p> </p>
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<p><!--copyright=461679-->Protestos no Chile de 2019, Plaza Baquedano, Santiago, Chile. Foto: <strong>Carlos Figueroa/ Wikipédia</strong><!--END copyright=461679--></p>
</div>
</div>
<p>No Chile, a redução da jornada de trabalho foi levada a cabo pelo governo de centro-esquerda de Gabriel Boric.<strong> Sancionada em abril de 2023, a lei prevê a redução gradual da jornada das atuais 45 horas para 40 horas semanais, sem redução de salário.</strong></p>
<p>Em 2024, a jornada foi para 44 horas. Em abril de 2026, baixou para 42, devendo chegar às <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.mintrab.gob.cl/40horas/" target="_blank">40 horas</a> somente em 2028. </p>
<p>O professor da Unicamp José Dari Krein, pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (CESIT), destacou que, assim como na Colômbia, a redução da jornada de trabalho no Chile é um dos efeitos da revolta social chilena que estourou em 2019.</p>
<blockquote>
<p>“O ponto de virada é o ‘estalido’ social de 2019, que foi um momento de grande mobilização na sociedade chilena, especialmente da juventude, com uma crítica bastante intensa ao projeto neoliberal chileno”, explica.</p>
</blockquote>
<p>O especialista acrescentou que a eleição do Boric, em dezembro de 2021, foi um resultado dessa revolta social que sacudiu o país dois anos antes.</p>
<blockquote>
<p>“Ela passou no Congresso por causa da coalizão mais progressista, assim como tinha grande adesão popular e teve pressão dos movimentos sociais e sindicais”, afirma.</p>
</blockquote>
<p>José Dari Krein diz ainda que houve certa pressão do empresariado contra a medida, com discurso de que isso inviabilizaria a economia do país. Ao mesmo tempo, o projeto acolheu demandas do setor produtivo, como a flexibilidade para distribuição das horas de trabalho ao longo dos dias.</p>
<p>“Os setores empresariais, como em qualquer lugar, se mobilizaram contra, sempre fazendo contas de que isso traria custos. O discurso é muito parecido sempre em todos os contextos e lugares”, concluiu.</p>
<p>No Brasil, a redução da jornada atual de 44 horas para 40 ou 36 horas semanais, com o fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6&#215;1), sofre oposição de setores empresariais, com <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/fim-da-escala-6-1-estudos-divergem-sobre-impactos-no-pib-e-inflacao" target="_blank">pesquisas</a> divergindo sobre os efeitos da mudança no Produto Interno Bruto (PIB) e inflação. </p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-05/conheca-outros-paises-da-america-latina-reduziram-jornada-de-trabalho" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Wed, 06 May 2026 08:00:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Superaquecimento de reator da USP deve atrasar atividades de pesquisa</title>
		<link>https://weeknews.online/superaquecimento-de-reator-da-usp-deve-atrasar-atividades-de-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 19:04:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Cnen]]></category>
		<category><![CDATA[defende indústria]]></category>
		<category><![CDATA[energia nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[Energia nuclear é estratégica para soberania]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ipen]]></category>
		<category><![CDATA[Lula batiza primeiro caça Gripen produzido no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Reator nuclear brasileiro irá beneficiar áreas de saúde e agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[superaquecimento de reator]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O superaquecimento de componentes dos painéis de controle do reator de pesquisa IEA-R1, que fica na Universidade de São Paulo (USP), dentro do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) na tarde de segunda-feira (23) deve atrasar a retomada das atividades de pesquisa, informou a Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen).  O superaquecimento levou à evacuação de prédio com o reator e deve atrasar retomada de produção de radioisótopos de uso médico. Notícias relacionadas: Reator nuclear brasileiro irá beneficiar áreas de saúde e agricultura. Lula batiza primeiro caça Gripen produzido no Brasil. Energia nuclear é estratégica para soberania, defende indústria. Centro pioneiro na produção nacional de radioisótopos, a instalação fica na capital paulista, dentro do campus Butantã da USP. Embora o incidente tenha gerado fumaça&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
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        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>O superaquecimento de componentes dos painéis de controle do reator de pesquisa IEA-R1, que fica na Universidade de São Paulo (USP), dentro do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) na tarde de segunda-feira (23) deve atrasar a retomada das atividades de pesquisa, informou a Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen). <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1774724697_388_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1774724697_19_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O superaquecimento levou à evacuação de prédio com o reator e deve atrasar retomada de produção de radioisótopos de uso médico.</strong></p>
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<p>Centro pioneiro na produção nacional de radioisótopos, a instalação fica na capital paulista, dentro do campus Butantã da USP.</p>
<p><strong>Embora o incidente tenha gerado fumaça e danificado parte dos painéis, não houve risco de comprometimento da segurança nem vazamento de radiação.</strong> </p>
<p>O prédio foi vistoriado pela brigada mantida pela própria instituição, pelo Corpo de Bombeiros, pelas equipes do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), e pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). </p>
<p><strong>&#8220;Até o momento, não há diagnóstico das causas do superaquecimento. Foram dois painéis de controle comprometidos. A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo foi acionada para medir a qualidade do ar, para trabalhos internos”, informou o Cnen em nota.</strong> </p>
<p>“A empresa emprestou uma bomba que já está em operação no local, para remoção total do ar. Como o reator não estava operando, os painéis particularmente não executavam qualquer ação. Já foi contratada uma empresa para execução do laudo técnico e orçamento para instalação de novos painéis&#8221;, explicou o Cnen.</p>
<p>A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) também fez vistorias no prédio, nos dias 24 e 25, e informou que o incêndio teve natureza localizada e atingiu um conjunto de racks, afetando cabeamento, parte do teto e uma cadeira. </p>
<p><strong>Os inspetores da ANSN acessaram a sala de controle atingida e constataram a ausência de risco radiológico associado ao evento.</strong></p>
<p>Segundo o Ipen/Cnen o reator de pesquisa encontrava-se desligado no momento da ocorrência. </p>
<p>&#8220;Vale destacar que, mesmo com o reator fora de operação, alguns sistemas permanecem energizados, para garantir condições adequadas de segurança, tais como o sistema de refrigeração dos circuitos primário e secundário e o sistema de aquisição de dados operacionais, dentre outros&#8221;, disse o órgão.</p>
<p><strong>O Ipen informou ainda que os módulos de controle potencialmente danificados passarão por avaliação técnica, com acompanhamento e aprovação da ANSN, que recomendou a realização de limpeza industrial especializada e acompanhará a reforma do local.</strong></p>
<p>O reator, que tem 68 anos, opera com um núcleo de urânio e tem 12 estações de pesquisa, parte delas utilizada para a produção de elementos radioativos de uso médico ou em agricultura. </p>
<p>Desde o começo de novembro de 2025 passava por readequações que paralisaram sua operação, após a identificação de alterações em elementos refletores de grafite durante medições realizadas em um duto de irradiação, informou o Ipen.</p>
<p><strong>&#8220;Embora o evento não tenha representado comprometimento da segurança nuclear, a equipe responsável pela operação optou pela suspensão imediata das atividades como medida prudencial, a fim de evitar a progressão de danos a componentes do núcleo”, esclareceu a ANSN.</strong> </p>
<p>O Brasil tem atualmente quatro reatores nucleares de pesquisa, todos vinculados à Cnen, sendo o IEA-R1 o maior, com potência licenciada de 5 MW. </p>
<p>Os reatores nucleares de pesquisa atuam na produção de radioisótopos para a medicina nuclear, no fornecimento de fontes radioativas para aplicações industriais, no desenvolvimento de pesquisas científicas e na formação e o treinamento de pessoal licenciado. </p>
<p><strong>Também em São Paulo, na cidade de Iperó, está em construção um reator mais moderno, com previsão de entrega até 2029 e capacidade de 30 MW.</strong> </p>
<p>De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) esse reator garantirá a autossuficiência na produção do radioisótopo Molibdênio-99, essencial para a obtenção do Tecnécio-99m, utilizado em diagnósticos médicos. </p>
<p>O reator possibilitará ainda a nacionalização de outros radioisótopos usados em diagnóstico e terapia, além de ser parte do ciclo de desenvolvimento de combustíveis nucleares e materiais utilizados nos reatores das centrais nucleares brasileiras e em novas tecnologias, como os pequenos reatores modulares.</p>
<p> Guilherme Jeronymo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/superaquecimento-de-reator-deve-atrasar-atividades-de-pesquisa">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 28 Mar 2026 15:15:00 -0300 </p>

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		<title>Sete em cada 10 alunos do ensino médio usam IA generativa em pesquisas</title>
		<link>https://weeknews.online/sete-em-cada-10-alunos-do-ensino-medio-usam-ia-generativa-em-pesquisas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 14:29:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>. Sete em cada dez estudantes brasileiros do ensino médio usuários da internet utilizam ferramentas de inteligência artificial (IA) generativa, como o ChatGPT e o Gemini, para realizar pesquisas escolares. É o que mostra a 15ª edição da pesquisa TIC Educação, que foi divulgada na manhã de hoje (16) pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O núcleo foi criado para implementar projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), que é o responsável por coordenar e integrar as iniciativas e serviços da internet no país. “Nesta primeira coleta de dados, 37% dos estudantes de ensino fundamental e médio disseram que se valem dessas ferramentas na busca de informações. Entre&#8230;</p>
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<p>Sete em cada dez estudantes brasileiros do ensino médio usuários da internet utilizam ferramentas de inteligência artificial (IA) generativa, como o ChatGPT e o Gemini, para realizar pesquisas escolares. É o que mostra a 15ª edição da pesquisa TIC Educação, que foi divulgada na manhã de hoje (16) pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O núcleo foi criado para implementar projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), que é o responsável por coordenar e integrar as iniciativas e serviços da internet no país.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758032957_783_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758032957_992_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
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<p>“Nesta primeira coleta de dados, 37% dos estudantes de ensino fundamental e médio disseram que se valem dessas ferramentas na busca de informações. Entre os alunos dos anos finais do ensino fundamental, a proporção é de 39% e entre os estudantes do ensino médio, de 70%. O dado evidencia novas práticas de aprendizagem adotadas pelos adolescentes”, explicou Daniela Costa, coordenadora do estudo.</p>
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<p>“Tais recursos requerem novas formas de lidar com a linguagem, de pensar a curadoria de conteúdos e de compreender a informação e o conhecimento”, ressaltou.</p>
<p>Segundo ela, as escolas já estão se adaptando a esse novo uso e passando a debater com os pais o uso de IA Generativa pelos alunos.</p>
<p>“De acordo com dados da pesquisa, as regras sobre o uso de IA generativa por alunos e professores nas atividades escolares já é pauta de reuniões dos gestores com professores e pais, mães e responsáveis: 68% dos gestores escolares dizem que realizaram reunião com professores e outros funcionários e 60% com pais, mães e responsáveis sobre o uso de tecnologias digitais nas escolas. Regras sobre o uso de celulares nas instituições foram uma das principais pautas desses encontros, mas regras sobre o uso de ferramentas de IA pelos alunos ou pelos professores são citadas por 40% dos gestores”, explicou.</p>
<p>Apesar de a maioria dos estudantes brasileiros de ensino médio já usar ferramentas de IA Generativa em seus trabalhos escolares, poucos deles (apenas 32% do total) receberam alguma orientação nas escolas sobre como utilizar essa tecnologia, o que seria extremamente importante, defendeu a coordenadora do estudo.</p>
<blockquote>
<p>“O principal ponto é que essas práticas de busca de informações baseadas em IA trazem novas demandas para as escolas no que diz respeito a orientar os alunos sobre a integridade da informação, a autoria e sobre como avaliar fontes de informação&#8221;, destacou a coordenadora.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Além disso, é importante também que os alunos saibam como se valer desses recursos para construir o próprio conhecimento e ampliar as suas estratégias de aprendizagem, além de receber uma resposta pronta e considerá-la como única resposta possível, a mais adequada ou a verdadeira”, disse, em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>Esta foi a primeira vez que a TIC Educação investigou os recursos adotados pelos estudantes na realização de pesquisas escolares. O levantamento foi feito entre agosto do ano passado e março deste ano por meio de entrevistas realizadas com 945 gestores e 864 coordenadores em 1.023 escolas públicas e privadas. A pesquisa também ouviu 1.462 professores e 7.476 alunos, tanto de escolas rurais quanto urbanas de todo o país. Os resultados estão disponíveis no <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://site do levantamento" target="_blank"><em>site</em> do levantamento</a>.</p>
<h2>Celulares</h2>
<p>A pesquisa TIC Educação foi realizada enquanto estava sendo promulgada a Lei 15.100, de janeiro deste ano, que passou a restringir o uso de dispositivos móveis, como celulares nas escolas.</p>
<p>Apesar disso, a pesquisa já começou a demonstrar a mudança de uso nas regras de aparelhos celulares dentro das escolas. Em 2023, por exemplo, 28% das instituições proibiam o uso do telefone celular pelos alunos e 64% permitiam o uso apenas em alguns espaços e horários. Em 2024, a proporção de escolas que não permitem o uso do dispositivo aumentou para 39%, enquanto a permissão em alguns espaços e horários diminuiu para 56%.</p>
<p>“A pesquisa TIC Educação foi realizada entre agosto de 2024 e março de 2025. Os dados refletem com maior intensidade o período pré-promulgação da Lei 15.100 e o início das aulas, depois da promulgação. Mas os indicadores confirmam a tendência de redução de uso de telefones celulares pelos alunos, especialmente entre os estudantes de escolas localizadas em áreas rurais (de 47% para 30%), de escolas municipais (de 32% para 20%) e particulares (de 64% para 46%)”, explicou a coordenadora da pesquisa TIC Educação.</p>
<p>Segundo ela, essa mesma tendência é observada nas escolas particulares, que vêm diminuindo o uso de tecnologias digitais, inclusive nos espaços escolares. “A proporção de escolas particulares com disponibilidade de acesso à Internet na sala de aula passou de 70% em 2020 para 52% em 2024”, disse Daniela à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<h2>Conectividade nas escolas</h2>
<p>A pesquisa também apontou que quase a totalidade das escolas brasileiras (96% do total) possui acesso à internet. Esse acesso cresceu principalmente nas instituições municipais (que passaram de 71% de acesso em 2020 para 94% em 2024) e nas escolas rurais (que passou de 52% para 89% nesse mesmo período).</p>
<p>No entanto, embora a conectividade tenha crescido, as desigualdades nesse acesso permanecem presentes. Se nas escolas estaduais, 67% dos alunos utilizam a Internet para fazer atividades solicitadas pelos professores, na rede municipal, a proporção é de apenas 27%.</p>
<p>No caso das instituições de educação básica municipais, por exemplo, 75% dispõem de, pelo menos, um espaço com conexão à Internet para uso dos alunos, mas apenas 51% delas têm computadores para atividades educacionais e 47% contam com acesso à Internet e dispositivos para os estudantes.</p>
<p>“O acesso à Internet tem se disseminado entre as escolas de ensino fundamental e médio”, diz a coordenadora do estudo.</p>
<p>“Em 2020, 52% das escolas rurais contavam com acesso à rede, proporção que passou para 89% na edição 2024. No entanto, a disponibilidade de dispositivos digitais, como computadores, ainda é um grande desafio para as instituições, especialmente nas escolas rurais e municipais de pequeno porte. Entre 2022 e 2024, a presença de ao menos um computador para uso dos alunos nas escolas rurais diminuiu, passando de 46% para 33%”, explicou.</p>
<p>Para ela, essas desigualdades só poderão ser reduzidas a partir de “melhor entendimento sobre o papel das tecnologias digitais nos processos de ensino e aprendizagem” e também com “iniciativas que permitam a equalização de oportunidades entre os estudantes de diferentes contextos”.</p>
<h2>Formação docente</h2>
<p>Além disso, a pesquisa revelou que,, nos últimos anos, caiu o número de professores que participaram de formação voltada ao uso de tecnologia digital nos processos de ensino e de aprendizagem. Se em 2021, cerca de 65% dos professores dizia ter feito algum curso de formação sobre tecnologia digital, em 2024 esse número caiu para 54%. A queda foi ainda maior entre os professores da rede pública municipal, que passou de 62% em 2021 para apenas 43% no ano passado.</p>
<p>Para a coordenadora do estudo, o acesso dos professores a cursos de formação, apoio e atualização seria essencial, “especialmente em um contexto de mudanças nas formas de lidar com a aprendizagem, como a inserção de tecnologias emergentes – entre elas a IA, nas práticas pedagógicas”.</p>
<p>Essa formação também é importante, defende Daniela Costa, porque permitiria que os professores orientassem melhor seus alunos para “o uso seguro, crítico, responsável e criativo das tecnologias digitais”. E esse foi um dado comprovado pela pesquisa: a maior parte dos docentes que realizaram desenvolvimento profissional (67% do total) mencionou que a atividade contribuiu para melhor orientar os alunos sobre o uso dessas tecnologias.</p>
<p> Elaine Patrícia Cruz &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/sete-em-cada-10-alunos-do-ensino-medio-usam-ia-generativa-em-pesquisas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 16 Sep 2025 11:02:00 -0300 </p>

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		<title>Bolívia vai às urnas com direita favorita e 23% dos votos indefinidos</title>
		<link>https://weeknews.online/bolivia-vai-as-urnas-com-direita-favorita-e-23-dos-votos-indefinidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Aug 2025 10:43:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[AtlasIntel]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia: direita lidera pesquisas para presidência após 19 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia: prazo se encerra e Morales fica fora da corrida presidencial]]></category>
		<category><![CDATA[eleições na Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[fim do ciclo de governos de esquerda no país sul-americano que já dura 19 anos]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[renúncia do presidente Evo Morales]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A Bolívia vai às urnas neste domingo (17) para eleger o novo presidente do país e renovar o Parlamento de 130 deputados e 36 senadores. Candidatos da direita seguem favoritos, e cerca de 23% dos votos indefinidos trazem incertezas quanto ao resultado final do pleito. Ex-presidente da Bolívia em 2001 e 2002, Jorge “Tuto” Quiroga, considerado de uma direita mais radical, tem aparecido à frente nas pesquisas, seguido por Samuel Doria Medina, considerado de direita mais moderada. Com cerca de 12 milhões de pessoas, a nação andina faz fronteira com quatro estados brasileiros. Notícias relacionadas: Bolívia: direita lidera pesquisas para presidência após 19 anos. Bolívia: prazo se encerra e Morales fica fora da corrida presidencial . O racha no Movimento ao Socialismo (MAS) – partido que lidera&#8230;</p>
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<p><strong>A Bolívia vai às urnas neste domingo (17) para eleger o novo presidente do país e renovar o Parlamento de 130 deputados e 36 senadores. Candidatos da direita seguem favoritos, e cerca de 23% dos votos indefinidos trazem incertezas quanto ao resultado final do pleito.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755427386_236_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755427386_193_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Ex-presidente da Bolívia em 2001 e 2002, <strong>Jorge “Tuto” Quiroga, considerado de uma direita mais radical, tem aparecido à frente nas pesquisas, seguido por Samuel Doria Medina, considerado de direita mais moderada.</strong> Com cerca de 12 milhões de pessoas, a nação andina faz fronteira com quatro estados brasileiros.</p>
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<p>O <strong>racha no Movimento ao Socialismo (MAS) </strong>– partido que lidera o país desde 2006 – <strong>pode consolidar o fim do ciclo de governos de esquerda no país sul-americano que já dura 19 anos</strong>.</p>
<p>O ex-presidente Evo Morales, impedido de participar do pleito, vem pregando o voto nulo. Nesse cenário,<strong> os principais candidatos ligados à esquerda aparecem mais atrás nas pesquisas</strong>, ambos desgastados pela associação com o MAS – há quase 20 anos no poder em meio a uma persistente crise econômica.</p>
<p>Os <strong>candidatos da esquerda são Andrónico Rodríguez</strong>, atual presidente do Senado, e <strong>Eduardo del Castillo</strong>, ex-ministro do atual governo de Luis Arce, do MAS, que desistiu de se reeleger em meio à baixíssima aprovação do governo. <strong>Se não houver mudanças, os dois candidatos da direita é que devem ir ao segundo turno, marcado para o dia 19 de outubro.</strong></p>
<h2>Incertezas</h2>
<p>Porém, o alto índice de votos indefinidos, entre nulos, brancos e indecisos, e dúvidas sobre voto rural, historicamente mais difícil de medir na Bolívia, adicionam elementos de incertezas sobre os resultados deste domingo.</p>
<p>A doutoranda em ciência política na Universidade de São Paulo (USP) Alina Ribeiro ponderou à <strong>Agência Brasil </strong>que <strong>as <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.celag.org/sobre-el-grado-de-acierto-de-las-encuestas-electorales-en-america-latina-2018-2022/" target="_blank">pesquisas</a> na Bolívia costumam não ser muito precisas.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Nas eleições de 2020, o apoio ao Luis Arce foi muito subnotificado. Eu acho que essa fração da população que está indecisa, ou que vai votar nulo ou branco, ela é primordial para os resultados da eleição”, avalia a pesquisadora do Núcleo de Democracia e Ação Coletiva do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (NDAC-Cebrap).</p>
</blockquote>
<p>A <strong>pesquisa mais recente</strong>, publicada na sexta-feira (15) pela<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://atlasintel.org/polls/general-release-polls" target="_blank"> AtlasIntel</a>,<strong> mostra que 23% da população indicou voto branco, nulo ou ainda não sabe em quem votará</strong>.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=433971:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/2025-08-15t033838z_898571770_rc297gaa3cs0_rtrmadp_3_bolivia-election-quiroga.jpg" alt="Bolivia’s former President and presidential candidate for the Alianza Libre party Jorge “Tuto” Quiroga attends a press conference for international media, in La Paz, Bolivia August 14, 2025. REUTERS/Claudia Morales" title="REUTERS/Claudia Morales/Proibida Reprodução"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/2025-08-15t033838z_898571770_rc297gaa3cs0_rtrmadp_3_bolivia-election-quiroga.jpg" alt="Bolivia’s former President and presidential candidate for the Alianza Libre party Jorge “Tuto” Quiroga attends a press conference for international media, in La Paz, Bolivia August 14, 2025. REUTERS/Claudia Morales" title="REUTERS/Claudia Morales/Proibida Reprodução"><br />
    <!-- END scald=433971 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">Jorge “Tuto” Quiroga aparece em primeiro nas pesquisas &#8211;<strong> Foto: Reuters/Claudia Morales/Proibida Reprodução</strong><!--END copyright=433971--></h6>
</div>
</div>
<h2>Favoritos</h2>
<p>O candidato que aparece à frente nas pesquisas, Tuto Quiroga, foi ministro da Fazenda em 1992 e eleito vice-presidente da Bolívia em 1997. Em 2005, na primeira eleição que o MAS ganhou, ele ficou em segundo lugar, perdendo para Evo. <strong>O candidato tem sinalizado que, se vencer as eleições, vai romper relações com Venezuela, Cuba e Irã, mas admitiu que vai manter a Bolívia como membro parceiro do Brics</strong>, devido ao vínculo comercial com China e Índia.</p>
<p>Em entrevista à CNN, Tuto questionou a participação da Bolívia no Mercosul e propôs um acordo com Chile e Argentina para exploração do lítio, mineral fundamental para indústria da tecnologia. Estima-se que as maiores reservas do mineral estejam nesses três países latino-americanos.</p>
<p>O <strong>candidato usa linguagem semelhante ao presidente argentino, Javier Milei,</strong> ao citar que<strong> usará uma “motosserra” para cortar gastos públicos</strong>. O equipamento foi uma das marcas do presidente ultraliberal da Argentina durante a campanha.</p>
<p>“Motosserra, facão, tesoura e tudo o mais que você encontrar. É um desperdício e um roubo sem fim aqui. Hoje, o governo boliviano custa 11 vezes mais do que custava quando esses infelizes começaram, 20 anos atrás”, disse.</p>
<p>A pesquisadora Alina Ribeira acrescentou que <strong>Jorge &#8220;Tuto&#8221; Quiroga vem falando em fazer reformas econômicas, judiciais e constitucionais</strong>. “Prometeu ainda soltar o Luiz Fernando Camacho. Essa é uma posição muito simbólica pelo que ele representa. Tuto olha para o Camacho como um preso político”, disse.</p>
<p>Camacho foi governador da província de Santa Cruz, na Bolívia, e preso por participar dos motins de 2019 que levaram à renúncia do presidente Evo Morales, episódio considerado um golpe de Estado.</p>
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<div class="meta">Samuel Doria Medina &#8211;<strong> Foto: Reuters/Ipa Ibanez/Proibida reprodução</strong><!--END copyright=432649--></div>
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<h2>Medina</h2>
<p>Em seguida, nas pesquisas, aparece <strong>Samuel Doria Medina</strong>, que tem se apresentado como um<strong> político mais moderado</strong>. Ele é um megaempresário boliviano da indústria do cimento, da hotelaria, alimentação e tem grandes propriedades imobiliárias.</p>
<p>Medina já se candidatou à Presidência duas vezes, ficando em segundo lugar em 2014.<strong> Ele promete estabilizar a economia da Bolívia em 100 dias de governo.</strong></p>
<p>“O problema econômico da Bolívia é fundamentalmente fiscal. Este ano, o déficit fiscal é superior a 10%. Nenhuma economia pode sustentar um déficit dessa magnitude. O déficit deve ser corrigido. Praticamente metade desse déficit são os subsídios para gasolina e diesel. Na Bolívia, um litro de gasolina ou diesel custa 25 centavos”, disse em entrevista ao Infobae.</p>
<h2>Esquerda rachada</h2>
<p><strong>A esquerda boliviana rachou após a divisão da legenda entre os apoiadores do ex-presidente Evo Morales e do atual presidente Luis Arce</strong>. O candidato do atual presidente, o ex-ministro Eduardo del Castillo, que vinha amargando 2% das intenções de votos em pesquisa do jornal<em> El Deber</em>, chegou a pontuar 8,1% na última pesquisa da AtlasIntel.</p>
<p><strong>A principal esperança da esquerda é o presidente do Senado e ex-sindicalista cocaleiro, Andrónico Rodríguez, </strong>que deixou o MAS para se lançar à Presidência do país e passou a ser tratado por Evo como “traidor”.</p>
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<div class="meta">Andrónico Rodríguez &#8211;<strong> Foto: Reuters/Claudia Morales/Proibida Reprodução</strong><!--END copyright=432645--></div>
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<p>Andrónico também perdeu apoio de algumas organizações de base do MAS por manter na sua chapa, como vice, a ex-ministra de Planejamento Mariana Prado.</p>
<p>O líder cocaleiro indígena mostrou alguma recuperação na pesquisa da AtlasIntel, chegando a 11%. Em pesquisas anteriores, ele pontuaram 8% nas intenções de votos. </p>
<p>“São mudanças relevantes nas pesquisas, mas elas ainda não colocam a esquerda em pé de igualdade com a direita”, comentou Alina.<strong> Para a especialista em Bolívia, foi um erro o MAS não ter apoiado a candidatura de Andrónico.</strong></p>
<p>“O Andrónico simboliza esse novo sujeito indígena e camponês. Ele simboliza esse grupo que liderou o processo do começo dos anos 2000 e levou o MAS ao poder. Quando o MAS apoia a candidatura do Eduardo del Castillo, que é um homem branco e mais distanciado dessa base eleitoral que compõe o MAS, o partido contribuiu para essa divisão interna dentro da esquerda”, comentou.</p>
<p>Para Alina Ribeiro, a <strong>briga entre Evo e Arce impediu que o MAS apoiasse Andrónico, que era muito ligado ao ex-presidente Evo</strong>. “Eles avaliaram que não seria interessante postular a candidatura do Andrónico porque ainda era uma figura muito associada ao histórico do Evo Morales”, concluiu.</p>
<p> Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-08/bolivia-vai-urnas-com-direita-favorita-e-23-dos-votos-indefinidos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 17 Aug 2025 07:20:00 -0300 </p>

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		<title>Veterano do programa Proantar se &#8220;aposenta&#8221; das viagens à Antártica</title>
		<link>https://weeknews.online/veterano-do-programa-proantar-se-aposenta-das-viagens-a-antartica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 11:48:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Antártica]]></category>
		<category><![CDATA[geólogo]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Jefferson Cardia Simões]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O geólogo Jefferson Cardia Simões, ex-vice-presidente do Comitê Científico sobre Pesquisa Antártica (Scar) anunciou esta semana o fim de suas incursões para a Antártica, depois de 40 anos em missões polares. Em entrevista a Agência Brasil, ele falou sobre o que mudou nos últimos 40 anos do Programa Antártico Brasileiro (Proantar), sobre o que se conhece e o que ainda é preciso conhecer sobre esse continente. “Depois de 29 missões polares, meu papel é outro. Estou com 66 anos, acredito em plano de carreira e estou em outro momento. Escreverei livros e artigos, tenho minha pesquisa em Porto Alegre, meus netos&#8221;, diz orgulhoso. A primeira coisa que Simões fez questão de explicar é que viajar para o continente ao Sul é muito mais fácil hoje, uma facilidade&#8230;</p>
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<p>O geólogo Jefferson Cardia Simões, ex-vice-presidente do Comitê Científico sobre Pesquisa Antártica (Scar) anunciou esta semana o fim de suas incursões para a Antártica, depois de 40 anos em missões polares. Em entrevista a <strong>Agência Brasil</strong>, ele falou sobre o que mudou nos últimos 40 anos do Programa Antártico Brasileiro (Proantar), sobre o que se conhece e o que ainda é preciso conhecer sobre esse continente.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739188086_757_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739188087_100_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Depois de 29 missões polares, meu papel é outro. Estou com 66 anos, acredito em plano de carreira e estou em outro momento. Escreverei livros e artigos, tenho minha pesquisa em Porto Alegre, meus netos&#8221;, diz orgulhoso.</p>
<p>A primeira coisa que Simões fez questão de explicar é que viajar para o continente ao Sul é muito mais fácil hoje, uma facilidade relativa, claro, pois ainda se trata de um dos lugares mais inacessíveis do planeta. As viagens nos anos 1980 e 1990 dependiam exclusivamente da disponibilidade de equipes da Marinha, inclusive para chegar à base brasileira e realizar atividades de campo lá. Quando começou, por volta de 1992, a comunicação era por rádio, a localização era por bússola. Hoje se usa GPS e telefone por satélite, com ligação barata e constante. A reforma mais recente da base Comandante Ferraz é de 2020, e sua geração de instalações tem tecnologias mais atuais, inclusive de uso de energia renovável (eólica).</p>
<p>Embora a força seja responsável por atividades e uma das componentes da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), a participação de equipes civis, principalmente na pesquisa, tem crescido. Um dos resultados é a maior autonomia em missões dentro do continente, onde as temperaturas da base brasileira de pesquisa, a Comandante Ferraz, parecem quentes.</p>
<p>Na Comandante Ferraz, que completou 41 anos em 6 de fevereiro, as temperaturas médias estão próximas de zero. Nos dois módulos de pesquisa brasileiros dentro do continente, nos quais a equipe de Simões faz visitas técnicas e experimentos, as temperaturas vão para a casa dos 35 graus negativos. A base criosfera 1 está a apenas 620 km do Polo Sul geográfico, e a 2.500 km da estação brasileira. Mesmo chegar até eles é perigoso e exige treinamento e equipamentos específicos, pois as geleiras têm áreas instáveis e são perigosas. Jefferson já perdeu dois colegas, de outros países, que se acidentaram no continente gelado.</p>
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<p>Veterano do programa Proantar, o geólogo Jefferson Cardia Simões se &#8220;aposenta&#8221; das viagens à Antártica &#8211; Foto <strong>Jefferson Cardia Simões/Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=413405--></p>
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<p>Mas, afinal, por que atuar na Baía do Almirantado, onde fica a Ilha do Rei George e, nela, a base brasileira? É caro, é perigoso e difícil, disso sabemos. “A Antártica é um sorvedouro de energia, responsável pela formação de 80% da água de fundo dos oceanos, e é um lugar onde sinais de mudanças climáticas têm representatividade global&#8221;, diz Simões, que pesquisa algo que parece, aos leigos, variar pouco e ser fácil de achar por lá: gelo.</p>
<p>O trabalho do pesquisador consiste resumidamente em coletar gelo de grandes geleiras, em profundidades que têm camadas depositadas a centenas de milhares de anos ou em sua superfície, e analisar a composição e características desse material. Isso permite entender a correlação entre correntes de ar, correntes marítimas e exposição do planeta ao sol e a outras fontes de energia. “A Antártica é tão importante quanto as florestas tropicais para o clima no Brasil, e hoje ela contribui com cerca de 5% do aumento do nível dos mares. Além disso, 90% do gelo e neve do planeta estão na Antártica. Isso afeta o sistema climático brasileiro, é responsável pela corrente das Malvinas, pelas frentes frias” afirma o professor. Nós também afetamos a região: o material que emitimos, como os subprodutos das queimadas, vai para lá e impacta na vida do continente, que tem fauna própria e muito particular, com espécies de mamíferos e aves que só estão presentes lá.”</p>
<p>A região também é um &#8220;laboratório&#8221; para pesquisas espaciais e astronômicas. Só o Atacama é equivalente, no planeta, em termos de qualidade. Hoje, há 33 países que atuam há 50 anos, desde o Tratado da Antártica, para promover ciências e ocupar a região. O Brasil assinou o tratado no ano de seu lançamento. A organização dessas atividades é feita por um comitê internacional, presidido por Simões durante oito anos. Essa ciência é compartilhada e gratuita.</p>
<p>˜Desde então descobrimos mais de 600 lagos entre gelo e rocha. Eles estão interligados, com área maior que a bacia do Amazonas. Não conseguimos acessar essa área ainda, que são rios de água doce dentro do oceano. Outra descoberta, em 1985, foi a do buraco de ozônio, comprovado durante a pesquisa antártica˜, explicou o professor. As equipes têm encontrado vida em condições extremas, com organismos mais simples sobrevivendo a 35 graus negativos. Além disso, é um campo rico em fósseis e um bom lugar para monitorar a circulação de poluentes atmosféricos, como arsênio e urânio.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Guilherme Jeronymo &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/veterano-do-programa-proantar-se-aposenta-das-viagens-antartica">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 10 Feb 2025 08:02:00 -0300 </p>

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		<title>Equador escolhe presidente neste domingo em meio a onda de violência</title>
		<link>https://weeknews.online/equador-escolhe-presidente-neste-domingo-em-meio-a-onda-de-violencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Feb 2025 12:13:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[apagões]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil e outros países acompanham com preocupação crise no Equador]]></category>
		<category><![CDATA[conflito armado interno]]></category>
		<category><![CDATA[dissolveu o Parlamento]]></category>
		<category><![CDATA[eleição presidencial]]></category>
		<category><![CDATA[Entenda as origens da atual crise de segurança do Equador]]></category>
		<category><![CDATA[Equador]]></category>
		<category><![CDATA[Equador determina série de cortes de energia por causa de seca severa]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em meio a uma onda de violência, de apagões e de dificuldades econômicas, cerca de 11 milhões de equatorianos devem escolher, neste domingo (9), o presidente do país e os 151 parlamentares da Assembleia Nacional para o período de 2025 a 2029. O atual presidente, Daniel Noboa, enfrenta 15 candidatos, entre os quais, a mais bem posicionada nas pesquisas é Luisa González, da Revolução Cidadã, partido do ex-presidente Rafael Correa, que governou o país de 2007 a 2017. As pesquisas dão resultados divergentes:  algumas dão vitória para Daniel e outras mostram Luisa à frente no primeiro turno. Em outubro de 2023, o direitista Noboa venceu González, de centro-esquerda, no segundo turno por 52% dos votos. Ele foi eleito para um mandato tampão de&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p>Em meio a uma onda de violência, de apagões e de dificuldades econômicas, cerca de 11 milhões de equatorianos devem escolher, neste domingo (9), o presidente do país e os 151 parlamentares da Assembleia Nacional para o período de 2025 a 2029.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739103218_254_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739103218_754_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O atual presidente, Daniel Noboa, enfrenta 15 candidatos, entre os quais, a mais bem posicionada nas pesquisas é Luisa González, da Revolução Cidadã, partido do ex-presidente Rafael Correa, que governou o país de 2007 a 2017. As <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://x.com/CELAGeopolitica/status/1885365416295383294" target="_blank">pesquisas </a>dão resultados divergentes:  algumas dão vitória para Daniel e outras mostram Luisa à frente no primeiro turno.</p>
<p>Em outubro de 2023, o direitista Noboa venceu González, de centro-esquerda, no segundo turno por 52% dos votos. Ele foi eleito para um mandato tampão de 15 meses depois que o então presidente Guilherme Lasso dissolveu o Parlamento e convocou eleições antecipadas.</p>
<p>A socióloga equatoriana Irene León conversou com a <strong>Agência Brasil</strong> diretamente de Quito, capital do país. Ela explicou que o megaempresário Noboa, cuja família é dona da <em>holding</em> Nobis, que atua em diversos negócios, tendo se consolidado como maior exportador de bananas do país, é próximo aos governos dos Estados Unidos (EUA), da Argentina e de El Salvador.</p>
<p>“Ele é o herdeiro mais rico do país e é parte desse entorno econômico. Se ganhar as eleições, vai continuar colocando à disposição do mercado, do grande capital, tudo o que o país tem. O foco da sua proposta é uma economia associada à visão anarcocapitalista libertária que está em ascensão na América Latina”, afirmou Irene.</p>
<p>De outro lado, está o grupo político do ex-presidente Rafael Correa, que lançou novamente Luisa González para disputar a Presidência. Condenado há oito anos de prisão por corrupção, Correa está exilado na Bélgica. Ela diz que é vítima de perseguição política por vias judiciais, prática conhecida como <em>lawfare</em>.</p>
<p>Segundo a socióloga Irene León, o partido Revolução Cidadã ainda é a principal força política organizada do país. “Luisa González propõe medidas para a reativação da economia com o envolvimento do Estado, mas também de outros atores. Têm uma proposta de menos dependência da exportação do petróleo e também defende a auditoria da dívida externa”, acrescentou.</p>
<p>Para levar a eleição no primeiro turno no Equador, o candidato tem que ter mais de 50% dos votos ou mais de 40% e uma distância de 10% do segundo colocado. Todas as pesquisas têm indicado um segundo turno entre Daniel Noboa e Luisa González.</p>
<h2>Criminalidade</h2>
<p>Em cinco anos, os homicídios aumentaram 588%, tornando o Equador um dos países mais violentos da América Latina. De uma taxa de 7 assassinatos por 100 mil habitantes, em 2019, o pequeno país de 17 milhões de pessoas registrou, em 2024, 38 homicídios a cada 100 mil pessoas.</p>
<p>Segundo o antropólogo Salvador Schavelzon, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o eleitor equatoriano deve definir seu voto, em boa medida, avaliando como os candidatos se posicionam em relação ao aumento da violência.</p>
<p>“A questão da segurança tem substituído outras que tradicionalmente eram importantes e pautavam as eleições no Equador, como a questão indígena, o extrativismo, a ecologia. Estes foram temas importantes no processo constituinte de 2008. Agora, a eleição é sobre violência e segurança. Isso joga a favor do Daniel”, disse Schavelzon à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<h2>Conflito armado</h2>
<p>Ao menos desde 2021, o Equador é sacudido por rebeliões, motins e guerras entre facções do crime organizado. Menos de três meses após Noboa assumir o governo, explosões, sequestros e até a invasão de um telejornal ao vivo por criminosos levaram o presidente a declarar o país em conflito armado interno, classificar os grupos criminosos como terroristas e ampliar os poderes dos militares na segurança pública.</p>
<p>As medidas resultaram no aumento das denúncias de torturas, execuções e prisões arbitrárias no país, vitimando principalmente a população mais pobre. Em janeiro deste ano, foram achados os corpos de quatro adolescentes que tinham sido presos por militares, em Guayaquil, fato que chocou a opinião pública equatoriana e levou à prisão de 16 agentes das Forças Armadas. </p>
<p>Para o especialista em América Latina Salvador Schavelzonm a resposta de Noboa de “mão dura” contra o crime tem muito efeito midiático, mas não necessariamente gera soluções. “Muitas vezes tem presos, mas os cartéis continuam funcionando, os grandes nomes do tráfico também não são necessariamente presos, [atuando] inclusive em cumplicidade com militares e com o poder político. Ou seja, é uma violência contra os mais pobres, que acabam pagando o custo. As forças de segurança também não sabem como lidar e vira uma questão mais midiática, e a eleição expressa isso”, afirmou.</p>
<p>Já Irene León destacou que a política de segurança de Daniel Noboa não considera o setor exportador e a lavagem de dinheiro, onde estariam, segundo a socióloga, os núcleos que permitem ao crime organizado continuar operando no país. “Na guerra de Novoa, esses setores não têm sido tocados, mas quem está sendo agredido muito são os pobres e os afrodescendentes”, afirmou.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-02/equador-escolhe-presidente-neste-domingo-em-meio-onda-de-violencia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 09 Feb 2025 08:52:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/equador-escolhe-presidente-neste-domingo-em-meio-a-onda-de-violencia/">Equador escolhe presidente neste domingo em meio a onda de violência</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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