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	<title>Arquivo de PF manifesta &quot;preocupação&quot; com mudanças do relator em PL Antifacção - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de PF manifesta &quot;preocupação&quot; com mudanças do relator em PL Antifacção - WeekNews</title>
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		<title>Governo mantém críticas após 4ª versão do PL Antifacção de Derrite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 21:13:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Derrite]]></category>
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		<category><![CDATA[Governadores de oposição pedem mais 1 mês para discutir PL Antifacção]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório de PL Antifacção pode instaurar caos jurídico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os embates entre governo e oposição em torno do PL Antifacção permanecem mesmo após a apresentação de uma quarta versão do texto pelo relator, deputado Guilherme Derrite (PL-SP). O secretário nacional de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Marivaldo Pereira, critica a atuação do relator, que é secretário de Segurança Pública de São Paulo e se licenciou do cargo apenas para a assumir o projeto na Câmara. Mesmo com as mudanças feitas desde a primeira versão do relatório, que foi criticada pelo governo, por especialistas e órgãos como a Polícia Federal e o Ministério Público, Marivaldo destaca que ainda há pontos problemáticos na proposta de Derrite, renomeada como Marco Legal do Combate ao Crime Organizado Ultraviolento no Brasil. Um dos&#8230;</p>
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				</p>
<p>Os embates entre governo e oposição em torno do PL Antifacção permanecem mesmo após a apresentação de uma quarta versão do texto pelo relator, deputado Guilherme Derrite (PL-SP). O secretário nacional de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Marivaldo Pereira, critica a atuação do relator, que é secretário de Segurança Pública de São Paulo e se licenciou do cargo apenas para a assumir o projeto na Câmara.</p>
<p>Mesmo com as mudanças feitas desde a primeira versão do relatório, que foi criticada pelo governo, por especialistas e órgãos como a Polícia Federal e o Ministério Público, Marivaldo destaca que ainda há pontos problemáticos na proposta de Derrite, renomeada como Marco Legal do Combate ao Crime Organizado Ultraviolento no Brasil.</p>
<p>Um dos principais problemas, na avaliação de Marivaldo, é que a proposta não seria eficaz em sufocar, financeiramente, as organizações criminosas.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763068384_256_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763068384_527_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“A ideia [do texto apresentado pelo governo] é você punir com muito mais rigor quem comanda essas organizações. Se você ataca exclusivamente a base e vai embora, no dia seguinte tem fila para ocupar esse espaço. É importante que a gente foque no coração dessas organizações. E o coração delas é o bolso”, defende.</p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Relatório de PL Antifacção pode instaurar caos jurídico, diz governo.</li>
<li>Governadores de oposição pedem mais 1 mês para discutir PL Antifacção.</li>
<li>PF manifesta &#8220;preocupação&#8221; com mudanças do relator em PL Antifacção.</li>
</ul>
<p>O PL Antifacção foi enviado pelo governo federal à Câmara após a operação no Rio de Janeiro que resultou em 121 mortos, entre eles, quatro policiais. O objetivo era endurecer penas, aprimorar os mecanismos de investigação e asfixiar economicamente essas organizações, além de integrar as forças de segurança no combate a esses grupos.</p>
<p>O secretário afirma que Derrite não buscou o governo para dialogar e, em vez de usar o texto enviado como base para propor alterações, apresentou um relatório completamente diferente.</p>
<p>“Ele [Derrite] não veio para resolver o problema da segurança pública, veio com o intuito exclusivo de fazer disputa política, nem que para isso fosse necessário instaurar o caos.&#8221;</p>
<p>Ele chama a atenção ainda para o fato de que o texto, da forma como está, reduz o financiamento da Polícia Federal e abre brecha para que outros grupos, como manifestantes em um protesto, possam ser enquadrados como organização criminosa.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Tem muita coisa dentro desse parecer que é, ao mesmo tempo, muito mal feito e muito perverso&#8221;, criticou.</p>
</blockquote>
<p>Derrite tem defendido que a sua versão do PL busca enfrentar a impunidade por meio do endurecimento das penas e nega que seu relatório diminua a atuação da Polícia Federal. Segundo ele, as críticas são “falsas narrativas” criadas para prejudicar seu trabalho.</p>
<p>Ele também nega que o parecer limite a atuação do Ministério Público.  &#8220;Meu parecer reforça o poder de investigação do MP e das polícias. De toda forma, eu posso transformar a crítica em sugestão e aprimorar o texto para que não restem dúvidas ou interpretações equivocadas. Minha intenção sempre foi o de aprimorar as instituições.&#8221;</p>
<p>O PL Antifacção tinha previsão de ser votado esta semana, mas tanto o Executivo quanto governadores pediram mais tempo para analisar o projeto. Com isso, o presidente da Câmara, Hugo Motta, decidiu adiar a votação para próxima terça-feira (18).</p>
<p>Confira abaixo os principais trechos da entrevista com o secretário de assuntos legislativos.</p>
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    <!-- END scald=444484 --></div>
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<div class="meta">Secretário Nacional de Assuntos Legislativos do MJSP, Marivaldo Pereira, durante entrevista para Agência Brasil. &#8211; <strong>Valter Campanato/Agência Brasil</strong><!--END copyright=444484--></div>
</div>
</div>
<p><strong>Agência Brasil: O relator Guilherme Derrite mudou o texto três vezes e já é o quarto parecer. Qual o principal – ou principais – problemas que continuam no texto mais recente?</strong></p>
<p><strong>Marivaldo Pereira:</strong> Tem um problema estrutural. Existe hoje um sistema de combate a organizações criminosas que passa pelo Código Penal, pelo Código de Processo Penal, pela Lei de Combate a Organizações Criminosas, pela Lei de Combate à Lavagem de Dinheiro, pela Lei de Drogas.</p>
<p>Ou seja, tem um conjunto normativo que estrutura o combate a organizações criminosas. Quando você vai mexer uma peça dentro desse sistema, você precisa ver o que acontece com as outras peças do jogo. Porque, senão, você corre o risco de desmontar toda a estrutura atualmente existente.</p>
<p>O relator criou uma nova norma de combate a organizações criminosas sem olhar para o conjunto do sistema. Se a proposta for aprovada do jeito que está, vamos assistir a um verdadeiro caos jurídico porque há uma série de normas conflitantes que vão abrir uma oportunidade para que os investigados comecem a questionar qual é a norma efetivamente aplicada.</p>
<p>Isso vai ter impacto direto no atraso das investigações e no atraso das ações penais em andamento. Infelizmente, o relator, de forma açodada e talvez até por falta de familiaridade com o tema, optou por construir uma norma autônoma que pode trazer o caos nesse sistema, prejudicando o trabalho da Polícia Federal, das Polícias Civis, dos promotores e do próprio Poder Judiciário. Esse é o ponto central grave que tem ali.</p>
<p><strong>Agência Brasil: O novo parecer do relator mantém o problema de não diferenciar os tipos de organização criminosa, entre mais e menos perigosas, assim como entre líderes e não líderes desses grupos?</strong></p>
<p><strong>Marivaldo Pereira:</strong> Nosso texto é estruturado de uma forma que você preserva a lei de organizações criminosas e cria um tipo específico para aquelas organizações que promovem domínios de território e que atuam dentro e fora do sistema prisional, dando uma preocupação maior com o tipo específico de organização criminosa.</p>
<p>E mais, a nossa norma tem um foco central no topo dessas organizações. A ideia é você punir com muito mais rigor quem comanda essas organizações. Se você ataca exclusivamente a base dessas organizações criminosas e vai embora, no dia seguinte tem fila para ocupar esse espaço.</p>
<p>Mas, mais importante que isso, é que a gente foque no coração dessas organizações, e o coração delas é o bolso.</p>
<p>Por isso a Operação Carbono Oculto foi tão importante. Nunca antes a maior organização que atua no estado de São Paulo tomou um desfalque tão grande quanto o aplicado pela Operação Carbono Oculto, que deveria servir como referência para o relator.</p>
<p><strong>Agência Brasil: Quais os riscos para a Polícia Federal, e para outras políticas de segurança do ministério, com a proposta do relator de repartir bens apreendidos das facções com os fundos estaduais?</strong></p>
<p><strong>Marivaldo Pereira:</strong> Mandamos uma proposta com o objetivo de descapitalizar o crime. O relator apresentou uma proposta que descapitaliza os fundos de segurança do Governo Federal.</p>
<p>A gente tem o Funapol [Fundo para Aparelhamento da Polícia Federal], o Funad [Fundo Nacional Antidrogas], o Fundo Nacional de Segurança Pública [FNSP] e o Fundo Nacional de Políticas Penitenciárias [Funpen]. Tirando o Funpen, que fica ligado ao sistema penitenciário, todo o resto contribui com a Polícia Federal (PF).</p>
<p>O FNSP repassa mais recursos para a PF do que o Funapol. Ele incluiu o Funapol a pretexto de tentar preservar a PF, mas ele não consegue atingir esse objetivo. Claro, ele não é obrigado a saber disso. Daí a importância de que, antes de preparar o relatório, ele buscasse um diálogo, para não sair simplesmente descartando a proposta do Poder Executivo e construindo algo totalmente novo, tirado da cabeça dele.</p>
<p>A proposta do jeito que está descapitaliza os fundos do governo federal e vai prejudicar diretamente as operações da PF.</p>
<p><strong>Agência Brasil: O governo vem reclamando da exclusão do dispositivo que previa o perdimento de bens das facções caso o suspeito não comprovasse a origem lícita dele. O relator incluiu, já no 2º parecer, o capítulo “Da Ação Civil de Perdimento de Bens”. Isso resolveu o problema?</strong></p>
<p><strong>Marivaldo Pereira:</strong> Não resolveu. Nós propusemos um mecanismo sério e desburocratizado para que, naquelas situações em que a ação penal não consiga chegar ao fim, que a ação possa seguir para avançar o patrimônio.</p>
<p>Um exemplo: o líder de uma facção criminosa que está sendo investigado por inúmeros crimes e ele morre no meio do processo. O que a gente quer? Que esse processo possa prosseguir para expropriar os bens obtidos durante a vida de crime que ele praticou.</p>
<p>O que o relator está propondo é que, primeiro, se condena, e depois você entra com uma ação civil para tentar reivindicar esses bens. Ou seja, você passa de 20 a 30 anos para condenar, depois você passa mais 20 a 30 anos para tentar trazer esses bens.</p>
<p>Evidentemente, o que ele está propondo acaba favorecendo as organizações criminosas, porque nós só vamos vencer a luta contra as organizações criminosas se nós conseguimos entrar no patrimônio dessas organizações.</p>
<p><strong>Agência Brasil: Por que o relator alterou tão drasticamente o projeto enviado pelo Executivo?</strong></p>
<p><strong>Marivaldo Pereira:</strong> Porque o relator foi mandado para Brasília pelo governador Tarcísio [de São Paulo] com o intuito de fazer disputa política. Ele não veio para resolver o problema da segurança pública, veio com o intuito exclusivo de fazer disputa política, nem que para isso fosse necessário instaurar o caos.</p>
<p>A proposta de equiparar organizações criminosas a organizações terroristas vem na esteira do discurso bolsonarista que reivindica uma violação da nossa soberania pelo governo norte-americano. Isso é muito grave.</p>
<p>Mas junto com isso veio a proposta de afastar a Polícia Federal de investigações extremamente importantes. O primeiro relatório constitui a maior afronta da história à Polícia Federal que a gente já viu no regime democrático. Nunca antes alguém teve a ousadia de propor que a PF fosse proibida de investigar organizações criminosas ou que essa atuação ficasse subordinada ao crivo político dos governadores.</p>
<p>É importante que a sociedade fique muito atenta porque tem gente muito preocupada com o trabalho da PF e essas pessoas podem atuar no plenário na próxima terça e tentar criar alguma barreira para que as investigações não avancem.</p>
<p>Coincidentemente, isso ocorre logo depois da operação Carbono Oculto e dos desdobramentos que vêm surgindo dessa operação.</p>
<p><strong>Agência Brasil: A relatoria do PL Antifacção foi marcada por certa pressa. Como foi o processo de negociação legislativa do governo com o Derrite e com o presidente da Câmara, Hugo Motta?</strong></p>
<p><strong>Marivaldo Pereira: </strong>Não houve diálogo em nenhum dos relatórios que foi publicado até o presente momento. E o que a gente tem alertado é que, para evitar o caos jurídico com a aprovação desse projeto, o relator faria muito bem se voltasse à proposta do Poder Executivo e, a partir dali, colocasse as suas sugestões de alteração.</p>
<p>Geralmente, o que acontece é que quando a gente manda um projeto de lei sobre qualquer tema, quem assume a relatoria procura o poder Executivo. Nesse caso, ele foi nomeado e minutos depois apresentou um parecer e foi para a imprensa para polarizar politicamente com o Executivo. Foi isso que ele fez.</p>
<p>Ocorre que, o que o relator está tentando fazer, é uma disputa de visões sobre segurança pública. Ele quer contrapor uma visão ultrapassada e politizada de segurança pública, que é a que ele defende e os governadores que se reuniram no Rio de Janeiro logo após aquele massacre defendem, com uma visão moderna e avançada de segurança pública, que é a que a gente defende a partir das operações da Polícia Federal. É o que a gente gostaria que se tornasse rotina em todo o país, porque é assim que a gente vai vencer o crime organizado.</p>
<p>Se nós focarmos no patrimônio do crime organizado, não tem dinheiro para comprar droga, não tem dinheiro para comprar arma, não tem dinheiro para contratar pessoas para carregar aqueles fuzis. Nosso foco tem que ser no patrimônio dessas organizações. O nosso foco tem que ser trabalhar com inteligência, planejamento, integração e investimento.</p>
<p>Essa é uma visão moderna de segurança pública. A visão atrasada é aquela que foi verbalizada naquela reunião lá no Rio de Janeiro, uma visão que não se incomoda com a vida da população, que pode morrer durante os confrontos. Uma visão que é indiferente ao sofrimento dos agentes de segurança pública que morrem nessas operações.</p>
<p><strong>Agência Brasil: O substituto do relator abre brecha para prisão de manifestantes ou repressão de protestos populares que poderiam ser igualados às penas para membros de facções?</strong></p>
<p><strong>Marivaldo Pereira:</strong> Vamos supor que um grupo de estudantes ocupa uma escola e um governador desses de extrema-direita manda a polícia para realizar a reintegração de posse.</p>
<p>Se as mães desses alunos fizeram um círculo em torno da escola para impedir a ação da polícia, elas vão poder ser enquadradas nesse dispositivo [Parágrafo 3º do Artigo 2º do PL] com pena de 12 a 30 anos.</p>
<p>Isso pode ser usado para reprimir qualquer tipo de resistência. Se mães desesperadas pedirem para não matem seu filho, vão entrar aqui mesmo não sendo de organização criminosa. Tem muita coisa dentro desse parecer que é, ao mesmo tempo, muito mal feito e muito perverso.</p>
<p> Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/governo-mantem-criticas-apos-4a-versao-do-pl-antifaccao-de-derrite">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 13 Nov 2025 18:05:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Governo quer mudanças no PL Antifacção em relação à PF e terrorismo</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-quer-mudancas-no-pl-antifaccao-em-relacao-a-pf-e-terrorismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 19:27:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
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		<category><![CDATA[Derrite recua após críticas por limitar atuação da Polícia Federal]]></category>
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		<category><![CDATA[diz Mário Sarrubbo]]></category>
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		<category><![CDATA[Guilherme Derrite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governo federal fixou dois pontos principais que deseja alterar no substitutivo do Projeto de Lei Antifacção, apresentado pelo relator Guilherme Derrite (PP-SP): o papel e as atribuições da Polícia Federal (PF) no combate ao crime organizado e fixar as penas contra as facções na Lei das Organizações Criminosas e não na Lei Antiterrorismo. O argumento é que, como está no texto do relator, cria pretexto para interferências de países estrangeiros no Brasil. Em reunião de líderes da Câmara nesta terça-feira (11), o líder do governo na Casa, deputado José Guimarães (PT-CE), destacou que estão sendo discutidas mudanças no texto para se votar o mérito da matéria nesta quarta-feira (12). Notícias relacionadas: PF manifesta &#8220;preocupação&#8221; com mudanças do relator em PL Antifacção. Derrite recua&#8230;</p>
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				</p>
<p>O governo federal fixou dois pontos principais que deseja alterar no substitutivo do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3036273&amp;filename=PL%205582/2025" target="_blank">Projeto de Lei Antifacção</a>, apresentado pelo relator Guilherme Derrite (PP-SP): o papel e as atribuições da Polícia Federal (PF) no combate ao crime organizado e fixar as penas contra as facções na <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2013/lei/l12850.htm" target="_blank">Lei das Organizações Criminosas</a> e não na <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13260.htm" target="_blank">Lei Antiterrorismo</a>. O argumento é que, como está no texto do relator, cria pretexto para interferências de países estrangeiros no Brasil.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762889225_737_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762889225_633_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em reunião de líderes da Câmara nesta terça-feira (11), o líder do governo na Casa, deputado José Guimarães (PT-CE), destacou que estão sendo discutidas mudanças no texto para se votar o mérito da matéria nesta quarta-feira (12).</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>PF manifesta &#8220;preocupação&#8221; com mudanças do relator em PL Antifacção.</li>
<li>Derrite recua após críticas por limitar atuação da Polícia Federal.</li>
<li>Substitutivo de Derrite limita combate a facções, diz Mário Sarrubbo.</li>
</ul>
<p>“Tem um relator que foi definido legitimamente pelo presidente da Casa e nós vamos negociar com ele até amanhã [quarta-feira], se for necessário [vamos trabalhar] à noite toda para votarmos essa matéria”, disse o parlamentar.</p>
</blockquote>
<p>O texto apresentado por Guilherme Derrite foi criticado por especialistas, pelo governo federal e pela Polícia Federal por condicionar as operações conjuntas entre policiais federais e estaduais a uma solicitação do governador. </p>
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<p>Após as críticas, Derrite recuou e apresentou novo texto retirando a exigência de pedido do governador para investigações conjuntas entre as polícias. Porém, o secretário de Segurança de São Paulo, licenciado do cargo para relatar o projeto, incluiu a exigência de a PF comunicar aos estados sobre as operações contra o crime organizado.</p>
<p><strong>O líder do governo, José Guimarães, defendeu que as atribuições da Polícia Federal não devem ser alteradas pelo projeto.</strong> </p>
<p>“Polícia Federal nem dá para tirar, nem botar. É deixar como está. A Polícia Federal tem autonomia para fazer as operações que ela quiser. E, portanto, nós vamos buscar esse entendimento”, afirmou.</p>
<h2>Terrorismo</h2>
<p>Outro tema de divergência é em relação às modificações na Lei Antiterrorismo. <strong>O substitutivo de Guilherme Derrite inclui nessa lei as penas mais duras para os membros de facções criminosas.</strong></p>
<p>O governo concorda que é possível aumentar as penas, mas que seja feito na Lei das Organizações Criminosas para evitar que país estrangeiro use a questão para prejudicar o Brasil. </p>
<blockquote>
<p>“Nós somos favoráveis a aumentar a pena, então porque colocar na Lei Antiterrorista? Os prejuízos econômicos serão enormes, como já explicou o ministro [da Fazenda, Fernando] Haddad. Um fundo da Arábia Saudita, que quer investir no país, às vezes tem cláusulas que não pode investir no país que tenha organizações terroristas”, justificou o parlamentar.</p>
</blockquote>
<p><strong>Em seu parecer, o relator Guilherme Derrite argumenta que o risco de interferência estrangeira estaria afastado uma vez que o projeto não classificaria as facções como terroristas “em sentido estrito”.</strong>  </p>
<p>“Não se trata de classificar as organizações criminosas, paramilitares ou milícias privadas como organizações terroristas em sentido estrito, mas de reconhecer que certas práticas cometidas por essas estruturas produzem efeitos sociais e políticos equivalentes aos atos de terrorismo, justificando, portanto, um tratamento penal equiparado quanto à gravidade e às consequências jurídicas”, explicou.</p>
<p>O governo entende que essa justificativa não se sustenta, como explicou à <strong>Agência Brasil</strong> o secretário de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Mário Sarrubbo. </p>
<blockquote>
<p>“Para um país estrangeiro, não haverá distinção nenhuma nessa questão. Ou seja, o estrangeiro vai olhar e vai falar que estamos equiparando [criminoso] a terrorista. Vão dizer que o Brasil abriga grupos terroristas”, reafirma Sarrubbo.</p>
</blockquote>
<p>O líder do PP na Câmara, deputado Doutor Luizinho (PP-RJ), saiu em defesa do relator Guilherme Derrite e disse estar seguro que a Câmara chegará a um texto que agrade também ao governo.</p>
<p>“Nós estamos sendo extremamente corretos com o governo na maioria absoluta das matérias, e não será diferente desta vez. Teremos um deputado progressista que vai ser correto acima de tudo com o Brasil e vamos ter um relatório que possa chegar de forma a ser aprovado no plenário”, disse.</p>
<p> Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/governo-quer-mudancas-no-pl-antifaccao-em-relacao-pf-e-terrorismo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 11 Nov 2025 15:50:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/governo-quer-mudancas-no-pl-antifaccao-em-relacao-a-pf-e-terrorismo/">Governo quer mudanças no PL Antifacção em relação à PF e terrorismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Motta defende relator do PL Antifacção e comenta papel da PF</title>
		<link>https://weeknews.online/motta-defende-relator-do-pl-antifaccao-e-comenta-papel-da-pf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 17:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[A decisão de nomeá-lo foi interpretada por governistas como uma provocação]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Derrite como relator do PL Antifacção contamina debate]]></category>
		<category><![CDATA[Derrite voltou atrás na segunda-feira (10) e modificou o texto]]></category>
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		<category><![CDATA[diz Mário Sarrubbo]]></category>
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		<category><![CDATA[Guilherme Derrite]]></category>
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		<category><![CDATA[o governo e a própria Polícia Federal (PF) argumentaram que o primeiro texto do relator era inconstitucional]]></category>
		<category><![CDATA[permitindo ações da PF sem prévia provocação do chefe do Executivo estadual]]></category>
		<category><![CDATA[PF manifesta "preocupação" com mudanças do relator em PL Antifacção]]></category>
		<category><![CDATA[PL 5.582 de 2025]]></category>
		<category><![CDATA[PL Antifacção]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Substitutivo de Derrite limita combate a facções]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu, nesta terça-feira (11), o relator do Projeto de Lei (PL) Antifacção, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), nomeado por ele para conduzir as modificações no PL enviado pelo Executivo para combater as organizações criminosas. Ao chegar à Câmara, Motta rebateu as críticas de que o substitutivo do relator retiraria as atribuições da Polícia Federal (PF) ao submeter as operações conjuntas com forças estaduais a um pedido do governador. Notícias relacionadas: PF manifesta &#8220;preocupação&#8221; com mudanças do relator em PL Antifacção. Derrite como relator do PL Antifacção contamina debate, diz Gleisi   . Substitutivo de Derrite limita combate a facções, diz Mário Sarrubbo. “A Câmara não permitirá, em nenhum momento, que a Polícia Federal perca suas prerrogativas.&#8230;</p>
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				</p>
<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu, nesta terça-feira (11), o relator do Projeto de Lei (PL) Antifacção, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), nomeado por ele para conduzir as modificações no PL enviado pelo Executivo para combater as organizações criminosas.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762882206_488_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762882207_36_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Ao chegar à Câmara, <strong>Motta rebateu as críticas de que o substitutivo do relator retiraria as atribuições da Polícia Federal (PF) ao submeter as operações conjuntas com forças estaduais a um pedido do governador</strong>.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>PF manifesta &#8220;preocupação&#8221; com mudanças do relator em PL Antifacção.</li>
<li>Derrite como relator do PL Antifacção contamina debate, diz Gleisi   .</li>
<li>Substitutivo de Derrite limita combate a facções, diz Mário Sarrubbo.</li>
</ul>
<p>“A Câmara não permitirá, em nenhum momento, que a Polícia Federal perca suas prerrogativas. Essa é uma condição inegociável para nós, tanto é que o próprio relator, desde o dia de ontem, por intermédio nosso, conversou com o diretor-geral da Polícia Federal”, disse Motta.</p>
<p>Para o presidente da Casa, o tema já foi “resolvido”. Derrite voltou atrás na segunda-feira (10) e modificou o texto, permitindo ações da PF sem prévia provocação do chefe do Executivo estadual. </p>
<p>Especialistas, o governo e a própria Polícia Federal (PF) argumentaram que o primeiro texto do relator era inconstitucional, por condicionar operações conjuntas da PF com forças estaduais a uma provocação do governador, retirando atribuições da organização, ligada à União. </p>
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<h2>Debate desvirtuado </h2>
<p>Segundo o presidente da Câmara, estão querendo “desvirtuar” o debate sobre o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2579832">PL 5.582 de 2025</a>, ao afirmarem que a Casa quer tirar a competência da PF. </p>
<p>“Isso não é verdade. Nós vamos pelo contrário, que é fortalecer os meios para que tanto a Polícia Federal, como o Ministério Público, os Ministérios Públicos estaduais, o Ministério Público Federal e as polícias estaduais possam ter mais instrumentos para enfrentar o crime organizado”, completou.</p>
<p><strong>A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, chegou a afirmar que as mudanças feitas pelo relator seriam um “presente para o crime organizado”.</strong></p>
<p>“Na prática, as mudanças que o Secretário de Tarcísio de Freitas propõe vão proteger a bandidagem e as facções, subvertendo totalmente o projeto enviado pelo governo do presidente Lula”, afirmou a ministra em uma rede social.</p>
<p>O deputado Derrite se licenciou do cargo de secretário de segurança de São Paulo apenas para relatar esse projeto.<strong> O PL está pautado para ser votado no plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (11),</strong> enquanto o governo pede mais tempo para dialogar mudanças no substitutivo do relator.</p>
<p> </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762882207_432_lula1554.jpg" alt="Brasília - 14/10/2025 -  Secretário de Segurança de São Paulo, Guilherme Derrite, debate PEC da Segurança Pública na Câmara Foto: Lula Marques/Agência Brasil." title="Lula Marques/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Guilherme Derrite em debate sobre a PEC da Segurança Pública na Câmara Foto: Lula Marques/Agência Brasil<!--END copyright=440508--></h6>
</div>
</div>
<h2>Apoio a Derrite</h2>
<p>O presidente da Câmara vinha manifestando apoio ao parecer de Derrite antes da nova versão do PL que excluiu a exigência de provocação do governador para operações conjuntas.</p>
<p>Ainda no sábado (8), em uma rede social, Motta disse que leu “o relatório do deputado Derrite, que preserva avanços do projeto do Governo Federal e endurece as penas contra o crime”.</p>
<p>A decisão de nomeá-lo foi interpretada por governistas como uma provocação, uma vez que o parlamentar representa o governador Tarcísio de Freitas. </p>
<h2>Terrorismo e Soberania</h2>
<p>Questionado se a equiparação das ações de facções criminosas e milícias ao terrorismo não poderia justificar a interferência de países estrangeiros no Brasil, o presidente da Câmara Hugo Motta respondeu que o texto preserva a soberania do país.</p>
<p>“Não permitiremos que nenhuma proposta coloque em risco a soberania nacional. Nós temos como base um preceito de que precisamos, sim, endurecer as penas, precisamos, sim, tipificar os crimes mais atuais, mais modernos, precisamos, sim, ser mais duros e enérgicos com os chefes das facções criminosas, mas sem permitir que haja qualquer questionamento acerca da soberania”, disse Motta.</p>
<p>Por outro lado, <strong>o governo ainda entende que o projeto permite que nações estrangeiras possam acusar o Brasil de abrigar grupos terroristas, o que poderia ter repercussões geopolíticas negativas para o país.</strong></p>
<p>A ministra Gleisi Hoffmann argumenta que o relator mantém “com outro nome, a ideia de classificar facções como terroristas, o que não resolve nada, mas é uma grave ameaça à soberania do país e a nossas empresas”.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=420187:cheio_8colunas --><br />
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/pec-seguranca-publica_mcamgo_abr_08042025-3.jpg" alt="Brasília (DF), 08/04/2025 - A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, durante pronunciamento após apresentação da nova versão  da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e líderes partidários da Casa. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, durante pronunciamento após apresentação da nova versão da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil<!--END copyright=420187--></h6>
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</div>
<h2>Nova versão</h2>
<p><strong>Motta acrescentou que novas alterações podem ser apresentadas após conversas com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandovisk, nesta terça-feira (11).</strong></p>
<p>“A costura do texto tem que ser muito bem feita. O relator já está em Brasília dialogando. Nós queremos poder, até o final do dia, ter uma proposta mais apurada, para apresentar à sociedade a total disposição da Câmara, do relator, de construir a melhor proposta possível, para que ela possa caminhar bem, não só na Câmara, como no Senado, e dar condições de o Poder Executivo analisar a possível sanção”, finalizou.</p>
<p> </p>
<p> Lucas Pordeus León &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/motta-defende-relator-do-pl-antifaccao-e-comenta-papel-da-pf">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 11 Nov 2025 13:10:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/motta-defende-relator-do-pl-antifaccao-e-comenta-papel-da-pf/">Motta defende relator do PL Antifacção e comenta papel da PF</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Relator recua e aceita ação da PF contra facção sem aval de governador</title>
		<link>https://weeknews.online/relator-recua-e-aceita-acao-da-pf-contra-faccao-sem-aval-de-governador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 14:48:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[chamado de perdimento civil de bens]]></category>
		<category><![CDATA[definição criticada por especialistas e pelo governo]]></category>
		<category><![CDATA[diz Mário Sarrubbo]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Derrite]]></category>
		<category><![CDATA[mecanismo]]></category>
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		<category><![CDATA[medida seria um retrocesso e que inviabilizaria operações]]></category>
		<category><![CDATA[mudar o texto após sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[PF manifesta "preocupação" com mudanças do relator em PL Antifacção]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei antifacção]]></category>
		<category><![CDATA[Relator submete atuação da PF contra facções a pedido de governador]]></category>
		<category><![CDATA[Substitutivo de Derrite limita combate a facções]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Após críticas, o relator do projeto de lei (PL) Antifacção, o deputado Guilherme Derrite (PP-SP) voltou atrás e modificou o artigo 11 do texto para permitir que a Polícia Federal (PF) faça operações conjuntas com as policias estaduais sem a necessidade de aval do governador. Especialistas, o governo federal e a própria Polícia Federal (PF) tinham criticado a medida por considerarem que ela limitava a atuação da PF no combate ao crime organizado.  Notícias relacionadas: Substitutivo de Derrite limita combate a facções, diz Mário Sarrubbo. PF manifesta &#8220;preocupação&#8221; com mudanças do relator em PL Antifacção. Relator revê atuação da PF contra facções a pedido de governador. O projeto está pautado para ser votado nesta terça-feira (11) na Câmara.  A PF informou, em nota, que a medida seria&#8230;</p>
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<p>O post <a href="https://weeknews.online/relator-recua-e-aceita-acao-da-pf-contra-faccao-sem-aval-de-governador/">Relator recua e aceita ação da PF contra facção sem aval de governador</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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				</p>
<p><strong>Após críticas, o relator do projeto de lei (PL) Antifacção, o deputado Guilherme Derrite (PP-SP) voltou atrás e modificou o artigo 11 do texto para permitir que a Polícia Federal (PF) faça operações conjuntas com as policias estaduais sem a necessidade de aval do governador</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762872485_19_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762872485_27_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Especialistas, o governo federal e a própria Polícia Federal (PF) tinham criticado a medida por considerarem que ela limitava a atuação da PF no combate ao crime organizado. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Substitutivo de Derrite limita combate a facções, diz Mário Sarrubbo.</li>
<li>PF manifesta &#8220;preocupação&#8221; com mudanças do relator em PL Antifacção.</li>
<li>Relator revê atuação da PF contra facções a pedido de governador.</li>
</ul>
<p><strong>O projeto está pautado para ser votado nesta terça-feira (11) na Câmara</strong>. </p>
<p><strong>A PF informou, em nota, que a medida seria um retrocesso e que inviabilizaria operações como a que investigou o uso de postos de combustíveis pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) para lavagem de dinheiro.</strong></p>
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<p>O deputado Derrite, que se licenciou do cargo de secretário de Segurança Pública de São Paulo para relatar o projeto, disse que <strong>decidiu <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3043574&amp;filename=Tramitacao-PL%205582/2025 " target="_blank">mudar o texto após sugestões</a> de parlamentares, magistrados, membros do Ministério Público, advogados e agentes de segurança.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Em nome da relevância da pauta, suprapartidária, e do processo democrático que sempre defendi, incorporo ao substitutivo as alterações”, disse o parlamentar. </p>
</blockquote>
<p>Enviado pelo Executivo federal para endurecer as regras e as investigações contra as facções criminosas, o parecer substitutivo do Derrite ao PL 5.582 de 2025 foi duramente criticado pelo governo, que não foi procurado pelo relator para opinar sobre as alterações.</p>
<p><strong>O relator manteve a definição de ações das facções ou milícias na Lei Antiterrorismo, definição criticada por especialistas e pelo governo como passível de ser usada por países estrangeiros para promover intervenções no Brasil</strong>. </p>
<h2>Criação de figura típica autônoma</h2>
<p>O relator Derrite incluiu ainda alterações no parecer para permitir a punição de pessoas que cometem atos típicos de organização criminosa, previstos no projeto, mas que não integram nenhuma facção ou milícia.</p>
<p>Segundo o relator, a medida é necessária porque “muitas vezes, é demasiadamente complexa a prova de que o infrator integra uma organização criminosa”. </p>
<p><strong>Com as mudanças, pessoas sem ligação comprovada com facções podem pegar de 20 a 30 anos de prisão caso cometam algum ato previsto no art. 2-A do projeto</strong>. Entre eles:</p>
<ul>
<li>III – restringir, limitar, obstaculizar ou dificultar, ainda que de modo temporário, a livre circulação de pessoas, bens e serviços, públicos ou privados, sem motivação legítima reconhecida pelo ordenamento jurídico</li>
<li>IV – impedir, dificultar, obstruir ou criar embaraços à atuação das forças de segurança pública, à perseguição policial ou às operações de manutenção da ordem, mediante a colocação de barricadas, bloqueios, obstáculos físicos, incêndios, destruição de vias, uso de artefatos ou qualquer outro meio destinado a restringir o deslocamento, a visibilidade ou a ação policial</li>
</ul>
<h2>Patrimônio do crime</h2>
<p><strong>Outra crítica do governo federal em relação ao substitutivo de Derrite foi a exclusão do dispositivo do texto original, que previa que o bem ou patrimônio apreendido em uma operação seria absolvido pelo Estado, ainda que a operação fosse anulada, desde de que o suspeito não conseguisse provar a origem lícita do bem</strong>.</p>
<p>O mecanismo, chamado de perdimento civil de bens, foi incluído para asfixiar financeiramente as organizações criminosas, segundo explicou o secretário Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Mario Sarrubbo. </p>
<p>Após as críticas, <strong>Derrite incluiu no texto o capítulo chamado Do Perdimento de Bens</strong>, para disciplinar o procedimento na Lei contra Organizações Criminosas (Lei 12.850 de 2013). Segundo o relator, a nova seção seria “mais uma medida que tem por fim asfixiar financeiramente esses grupos desviantes”.</p>
<h2>Banco de dados de criminosos</h2>
<p>O relator ainda fez modificações no artigo que trata da criação do Banco de Dados de membros de facção ou milícia, que já estava previsto no texto original do Executivo.</p>
<p><strong>Derrite incluiu a previsão de bancos estaduais com a mesma finalidade e a automática inelegibilidade para cargos políticos das pessoas incluídas nesses bancos de dados</strong>.</p>
<p> Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/relator-recua-e-reve-acao-da-pf-sem-aval-de-governador">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 11 Nov 2025 11:05:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/relator-recua-e-aceita-acao-da-pf-contra-faccao-sem-aval-de-governador/">Relator recua e aceita ação da PF contra facção sem aval de governador</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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