<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Pnad - WeekNews</title>
	<atom:link href="https://weeknews.online/tag/pnad/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://weeknews.online/tag/pnad/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 16 Oct 2026 13:22:18 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.4</generator>

<image>
	<url>https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/cropped-Gemini_Generated_Image_o4oxj8o4oxj8o4ox-1-150x150.png</url>
	<title>Arquivo de Pnad - WeekNews</title>
	<link>https://weeknews.online/tag/pnad/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Trabalho infantil cai 9,2% no Brasil e atinge 1,5 milhão de crianças e adolescentes</title>
		<link>https://weeknews.online/trabalho-infantil-cai-92-no-brasil-e-atinge-15-milhao-de-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 13:21:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças e Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto Federal 6.481/2008]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Plano contra trabalho infantil alerta para violações no mundo digital]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad]]></category>
		<category><![CDATA[Somente três estados têm plano vigente contra o trabalho infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Infantil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=139494</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Brasil registrou 1,499 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil em 2025, o equivalente a 4% da população nessa faixa etária. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O contingente representa uma redução de 9,2% em relação a 2024, quando havia 1,65 milhão de pessoas nessa situação, ou 4,3% da população. Na comparação com 2016, quando eram 2,1 milhões (5,2% da população), a queda chega a 28,6%. O IBGE considera trabalho infantil qualquer atividade econômica remunerada ou trabalho para autoconsumo realizado por crianças de até 13 anos. Para adolescentes de 14 e 15 anos, apenas&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/trabalho-infantil-cai-92-no-brasil-e-atinge-15-milhao-de-criancas-e-adolescentes/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/trabalho-infantil-cai-92-no-brasil-e-atinge-15-milhao-de-criancas-e-adolescentes/">Trabalho infantil cai 9,2% no Brasil e atinge 1,5 milhão de crianças e adolescentes</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/2020-01-01t000000z_348544546_mt1imgost000c810vd_rtrmadp_3_imago-images-1024x512.jpg" alt="Trabalho infantil cai 9,2% no Brasil e atinge 1,5 milhão de crianças e adolescentes" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/trabalho-infantil-no-pais-recua-92-de-2024-para-2025-aponta-ibge" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" noopener noreferrer href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>O Brasil registrou 1,499 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil em 2025, o equivalente a 4% da população nessa faixa etária. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O contingente representa uma redução de 9,2% em relação a 2024, quando havia 1,65 milhão de pessoas nessa situação, ou 4,3% da população. Na comparação com 2016, quando eram 2,1 milhões (5,2% da população), a queda chega a 28,6%.</p>
<p>O IBGE considera trabalho infantil qualquer atividade econômica remunerada ou trabalho para autoconsumo realizado por crianças de até 13 anos. Para adolescentes de 14 e 15 anos, apenas o trabalho na condição de aprendiz é permitido. Entre 16 e 17 anos, só é autorizada a ocupação com carteira assinada, vedadas atividades insalubres, perigosas e em horário noturno.</p>
<p>Segundo o pesquisador do IBGE Gustavo Fontes, diversos fatores contribuíram para a queda de 9,2% no último ano. Ele citou políticas públicas voltadas ao enfrentamento do trabalho infantil, o Bolsa Família como garantia de renda mínima para as famílias, o mercado de trabalho aquecido e o aumento da renda domiciliar per capita e da renda do trabalho em 2025.</p>
<p>O levantamento mostra que a média de rendimentos per capita dos domicílios com pessoas de 5 a 17 anos que recebiam o Bolsa Família era de R$ 660 em 2025, enquanto os que não recebiam o auxílio tinham renda média de R$ 1.990. Para Fontes, o dado indica que o programa está focado nos domicílios de menor rendimento.</p>
<p>Entre os beneficiários do Bolsa Família, 4,4% das crianças e adolescentes de 5 a 17 anos estavam em situação de trabalho infantil em 2025, taxa acima dos 4% da população total. A diferença, no entanto, já foi maior: em 2016, o índice entre beneficiários era de 7,3%, contra 5,2% da população total. No período, o contingente de trabalhadores infantis entre beneficiários do programa caiu 41%, enquanto o total de trabalhadores infantis recuou 29%.</p>
<p>Piores formas</p>
<p>Do total de 1,499 milhão de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil, 525 mil estavam em ocupações classificadas como piores formas de trabalho infantil (TIP), que oferecem riscos à saúde, ao desenvolvimento e à moral dos menores. Essas situações são listadas no Decreto Federal 6.481/2008 e incluem escravidão, exploração sexual e tráfico de drogas.</p>
<p>Em 2025, as pessoas em PTI representavam 1,4% da população de 5 a 17 anos, o menor patamar da série. Em 2024, eram 560 mil (1,5%); em 2022, 763 mil (2%); e, em 2016, 919 mil (2,3%).</p>
<p>Faixa etária e jornada</p>
<p>O trabalho infantil cresce conforme a idade. Entre crianças de 5 a 13 anos, 280 mil (1,1% da faixa) estavam nessa situação em 2025, ante 1,4% em 2024 e 1,7% em 2022 e 2016. Na faixa de 14 e 15 anos, eram 348 mil (5,9%), contra 6,2% em 2024, 7,4% em 2022 e 8,3% em 2016. Entre 16 e 17 anos, o contingente chegava a 871 mil (14,5%), ante 15,3% em 2024, 16,4% em 2022 e 15,9% em 2016.</p>
<p>A maior parte dos 1,499 milhão em situação de trabalho infantil, 1,141 milhão, realizava atividades econômicas. Outros 358 mil faziam apenas atividades de autoconsumo, voltadas à subsistência da família.</p>
<p>A jornada de trabalho supera 25 horas semanais em 36,3% dos casos e chega a 40 horas ou mais em 21,4%. Entre crianças de 5 a 13 anos, apenas 3,6% trabalham 25 horas ou mais, e a maioria (87,1%) tem jornadas de até 14 horas. Na faixa de 14 e 15 anos, 29,6% trabalham 25 horas ou mais, sendo 17,5% submetidos a 40 horas ou mais. Entre 16 e 17 anos, quase metade (49,6%) trabalha 25 horas ou mais, e 29,6% enfrentam jornadas de 40 horas ou mais.</p>
<p>Regiões, sexo e cor/raça</p>
<p>O Sudeste concentrava o maior contingente de pessoas de 5 a 17 anos em trabalho infantil em 2025 (481 mil), seguido pelo Nordeste (408 mil). Em termos relativos, o Norte apresentou a maior proporção em relação à população da faixa etária (6,3%), e o Sudeste, a menor (3,3%). O Nordeste registrou as maiores reduções, tanto em relação a 2016 (-45,6%) quanto a 2022 (-29,2%).</p>
<p>Os homens representam 65,4% das crianças e adolescentes sujeitos ao trabalho infantil, embora sejam 51,2% da população dessa faixa etária. As mulheres são 34,6% dos trabalhadores infantis e 48,8% da população. Brancos, que são 39,5% da população de 5 a 17 anos, correspondem a 32% dos submetidos ao trabalho infantil, enquanto pretos e pardos (59,7% da população) somam 67% dos casos.</p>
<p>Na frequência escolar, a pesquisa aponta quase universalização entre crianças de 5 a 13 anos em situação de trabalho infantil (99,7%).</p>
<p>Análise WeekNews: A queda de 9,2% em um ano e de 28,6% em quase uma década indica que o trabalho infantil no Brasil segue trajetória de redução, mas os 1,499 milhão de casos ainda representam 4% da população de 5 a 17 anos. O recuo mais acentuado entre beneficiários do Bolsa Família (41% desde 2016, contra 29% no total) sugere que a transferência de renda tem papel relevante nesse movimento, embora a taxa nesse grupo permaneça ligeira</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/trabalho-infantil-no-pais-recua-92-de-2024-para-2025-aponta-ibge" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/trabalho-infantil-cai-92-no-brasil-e-atinge-15-milhao-de-criancas-e-adolescentes/">Trabalho infantil cai 9,2% no Brasil e atinge 1,5 milhão de crianças e adolescentes</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trabalho por aplicativos reúne 2 milhões de pessoas no Brasil, aponta IBGE</title>
		<link>https://weeknews.online/trabalho-por-aplicativos-reune-2-milhoes-de-pessoas-no-brasil-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 13:35:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[3%]]></category>
		<category><![CDATA[alegação que as principais empresas do setor discordam]]></category>
		<category><![CDATA[Apenas 1 em cada 5 motociclista de app tem cobertura previdenciária ]]></category>
		<category><![CDATA[apps]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego cai para 5]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[levantamento]]></category>
		<category><![CDATA[não reconheça o vínculo]]></category>
		<category><![CDATA[o menor para o trimestre terminado em julho]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF) adiar]]></category>
		<category><![CDATA[Teto de crédito para taxistas e motoristas de app sobe para R$ 200 mil]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores de aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[uberização]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=117237</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Brasil chegou a 2 milhões de pessoas trabalhando por meio de aplicativos em 2025, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados pelo IBGE. O levantamento, de caráter experimental, mapeou ocupações como motoristas de transporte de passageiros, entregadores e prestadores de serviços gerais ou profissionais, incluindo designers, tradutores e médicos que utilizam plataformas digitais para captar pacientes e realizar consultas. Nessa última categoria, foram contabilizadas 313 mil pessoas, o que representa 16% do total de plataformizados. O setor de transporte, armazenagem e correios concentra a maior parcela desses trabalhadores: 75% dos ocupados nessa área utilizam aplicativos. Isso significa que, a cada quatro pessoas empregadas no setor, três dependem das plataformas. A pesquisa também revelou que a maioria dos plataformizados&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/trabalho-por-aplicativos-reune-2-milhoes-de-pessoas-no-brasil-aponta-ibge/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/trabalho-por-aplicativos-reune-2-milhoes-de-pessoas-no-brasil-aponta-ibge/">Trabalho por aplicativos reúne 2 milhões de pessoas no Brasil, aponta IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a style='display:block;' noopener noreferrer href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>O Brasil chegou a 2 milhões de pessoas trabalhando por meio de aplicativos em 2025, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados pelo IBGE. O levantamento, de caráter experimental, mapeou ocupações como motoristas de transporte de passageiros, entregadores e prestadores de serviços gerais ou profissionais, incluindo designers, tradutores e médicos que utilizam plataformas digitais para captar pacientes e realizar consultas. Nessa última categoria, foram contabilizadas 313 mil pessoas, o que representa 16% do total de plataformizados.</p>
<p>O setor de transporte, armazenagem e correios concentra a maior parcela desses trabalhadores: 75% dos ocupados nessa área utilizam aplicativos. Isso significa que, a cada quatro pessoas empregadas no setor, três dependem das plataformas.</p>
<p>A pesquisa também revelou que a maioria dos plataformizados é homem (84,4%) e tem entre 25 e 39 anos (47%). Entre os motoristas de aplicativo e entregadores, o principal motivo apontado para atuar nessas plataformas foi a dificuldade de encontrar outro trabalho, seguido por flexibilidade e rendimento maior do que em outras ocupações disponíveis.</p>
<p>O rendimento médio mensal dos trabalhadores por aplicativo foi de R$ 3.147 em 2025, praticamente igual ao dos demais trabalhadores (R$ 3.148). No entanto, a jornada semanal dos plataformizados foi maior: 44,7 horas, contra 39,3 horas dos não plataformizados. Com isso, o rendimento por hora dos trabalhadores de app ficou 12% menor, chegando a R$ 16,2, enquanto os demais recebem R$ 18,4 por hora.</p>
<p>A informalidade também é mais presente entre os plataformizados: 72,1% deles atuam sem carteira assinada ou CNPJ, contra 42,7% dos não plataformizados. A cobertura previdenciária atinge apenas 34% desse grupo, enquanto entre os demais trabalhadores o índice é de 63%.</p>
<p>A pesquisa indica ainda que 86,8% dos plataformizados se declararam trabalhadores por conta própria, cerca de 1,6 milhão de pessoas. Na economia como um todo, os conta própria representam 28,9% dos ocupados no setor privado.</p>
<p>O IBGE ressalta que a Pnad sobre trabalho por plataforma ainda está em fase de teste. As edições anteriores, de 2022 e 2024, consideraram apenas os trabalhadores que tinham os aplicativos como ocupação principal, o que impede a comparação direta com o total de 2 milhões registrado em 2025. Considerando somente esse recorte, o número de plataformizados passou de 1,3 milhão em 2022 para 1,7 milhão em 2024 e 1,8 milhão em 2025, um crescimento de 9,1% em um ano e de 36,8% em três anos. Entre os entregadores, o avanço foi de 18,6% entre 2024 e 2025, a única ocupação com variação de dois dígitos.</p>
<p>Análise WeekNews: A estabilidade do rendimento médio dos plataformizados entre 2024 e 2025, combinada ao aumento da jornada, indica que o crescimento do número de trabalhadores nesse setor não veio acompanhado de ganho real de renda. A diferença de 5,4 horas semanais em relação aos demais ocupados, com remuneração por hora inferior, sugere que a expansão do trabalho por aplicativos ocorre em condições de maior desgaste e menor proteção social, o que tende a manter esses trabalhadores em situação de vulnerabilidade mesmo com a alta na ocupação.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/brasil-tem-2-milhoes-de-pessoas-que-trabalham-por-meio-de-aplicativos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/trabalho-por-aplicativos-reune-2-milhoes-de-pessoas-no-brasil-aponta-ibge/">Trabalho por aplicativos reúne 2 milhões de pessoas no Brasil, aponta IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Proteção previdenciária atinge só 19,4% dos motociclistas de aplicativo no Brasil</title>
		<link>https://weeknews.online/protecao-previdenciaria-atinge-so-194-dos-motociclistas-de-aplicativo-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 13:17:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa libera venda de medicamentos por plataformas como iFood e Rapp]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[apps]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil tem 2 milhões de pessoas que trabalham por meio de aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[iFood]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal adia julgamento sobre uberização]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores por platraforma]]></category>
		<category><![CDATA[Uber]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=117227</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Dados inéditos do IBGE revelam que, entre os cerca de 405 mil motociclistas que atuam por meio de aplicativos no Brasil, apenas 79 mil possuem cobertura previdenciária, o equivalente a 19,4% do total – ou seja, um em cada cinco profissionais da categoria. O índice é bem inferior ao registrado entre todos os trabalhadores do setor privado no país, onde 62,4% têm previdência, e também fica abaixo da média geral dos motociclistas, plataformizados ou não, que é de 31%. Os números fazem parte de um módulo especial sobre trabalho em plataformas digitais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa, considerada experimental, coletou informações&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/protecao-previdenciaria-atinge-so-194-dos-motociclistas-de-aplicativo-no-brasil/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/protecao-previdenciaria-atinge-so-194-dos-motociclistas-de-aplicativo-no-brasil/">Proteção previdenciária atinge só 19,4% dos motociclistas de aplicativo no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/img_2670-1024x512.jpg" alt="Proteção previdenciária atinge só 19,4% dos motociclistas de aplicativo no Brasil" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/apenas-1-em-cada-5-motociclistas-de-app-tem-cobertura-previdenciaria" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" noopener noreferrer href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>Dados inéditos do IBGE revelam que, entre os cerca de 405 mil motociclistas que atuam por meio de aplicativos no Brasil, apenas 79 mil possuem cobertura previdenciária, o equivalente a 19,4% do total – ou seja, um em cada cinco profissionais da categoria. O índice é bem inferior ao registrado entre todos os trabalhadores do setor privado no país, onde 62,4% têm previdência, e também fica abaixo da média geral dos motociclistas, plataformizados ou não, que é de 31%.</p>
<p>Os números fazem parte de um módulo especial sobre trabalho em plataformas digitais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa, considerada experimental, coletou informações ao longo de 2025 para dimensionar o contingente de trabalhadores &#8220;plataformizados&#8221; no país.</p>
<p>Para o analista da pesquisa, Gustavo Geaquinto Fontes, a baixa proteção previdenciária contrasta com os riscos inerentes à atividade. &#8220;Eles podem estar expostos a acidentes e outros riscos relacionados à ocupação&#8221;, destacou. A contribuição previdenciária garante ao trabalhador benefícios como aposentadoria, auxílio por incapacidade e pensão por morte.</p>
<p>O levantamento também aponta crescimento expressivo do número de motociclistas de aplicativo: alta de 15,4% entre 2024 e 2025, e praticamente o dobro se comparado a 2022, quando eram 211 mil – contra 405 mil atuais. Em 2023, não houve coleta de dados.</p>
<p>Em relação à remuneração, os motociclistas plataformizados retiraram, em média, R$ 2.221 por mês em 2025, valor já descontados gastos como combustível. A jornada semanal média foi de 44,9 horas, superior às 41,1 horas dos motociclistas não ligados a aplicativos. O rendimento por hora, no entanto, foi maior para os que atuam por plataformas: R$ 11,4 contra R$ 10,1 dos demais, uma diferença de 12,9%.</p>
<p>Motoristas de aplicativo</p>
<p>A pesquisa também traz dados sobre motoristas de aplicativos no país. Em 2025, eram 905 mil pessoas, contingente 9,8% maior que no ano anterior e 26% superior ao registrado em 2022 (718 mil). Entre eles, apenas 25,5% contavam com cobertura previdenciária – um em cada quatro. Considerando todos os motoristas, com ou sem vínculo com plataformas, o índice sobe para 43,8%.</p>
<p>Diferentemente do observado entre motociclistas, os motoristas de aplicativo tiveram rendimento por hora inferior ao dos não plataformizados: R$ 14,4 contra R$ 16. A jornada semanal média foi maior para os que usam plataformas – 45,9 horas, ante 40,4 horas dos demais. Apesar disso, o rendimento mensal médio dos motoristas de app (R$ 2.873) superou em 2,4% o dos que não atuam por aplicativos.</p>
<p>Análise WeekNews: A diferença entre a cobertura previdenciária dos trabalhadores de aplicativos e a média do setor privado evidencia uma lacuna estrutural na formalização dessas ocupações. O crescimento acelerado do número de motociclistas e motoristas plataformizados, aliado à baixa adesão à previdência, sugere que a expansão desse modelo de trabalho ocorre sem que os direitos básicos acompanhem o mesmo ritmo. Os dados do IBGE reforçam a necessidade de discutir políticas públicas específicas para esses profissionais, que enfrentam jornadas mais longas e, no caso dos motociclistas, rendimento por hora maior, mas com proteção social reduzida.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/apenas-1-em-cada-5-motociclistas-de-app-tem-cobertura-previdenciaria" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/protecao-previdenciaria-atinge-so-194-dos-motociclistas-de-aplicativo-no-brasil/">Proteção previdenciária atinge só 19,4% dos motociclistas de aplicativo no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desemprego atinge menor patamar para trimestre até julho desde 2012</title>
		<link>https://weeknews.online/desemprego-atinge-menor-patamar-para-trimestre-ate-julho-desde-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[4]]></category>
		<category><![CDATA[6%]]></category>
		<category><![CDATA[Carteira Assinada]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego até maio cai para 5]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego está abaixo da média do país; veja quais]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego no 2º trimestre é 5]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Em 11 estados]]></category>
		<category><![CDATA[empregados]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[o menor já registrado no período]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad]]></category>
		<category><![CDATA[população ocupada]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=112974</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho, o menor nível já registrado para esse período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2012. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No trimestre anterior, encerrado em abril, a taxa estava em 5,8%, enquanto no mesmo período do ano passado era de 5,6%. O contingente de desocupados somou 5,8 milhões de pessoas, uma redução de 503 mil (recuo de 8%) na comparação com o trimestre de fevereiro a abril. A população ocupada atingiu 103,3 milhões de pessoas, também um recorde da série histórica. O número de empregados com&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/desemprego-atinge-menor-patamar-para-trimestre-ate-julho-desde-2012/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/desemprego-atinge-menor-patamar-para-trimestre-ate-julho-desde-2012/">Desemprego atinge menor patamar para trimestre até julho desde 2012</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/mg_7630-1024x512.jpg" alt="Desemprego atinge menor patamar para trimestre até julho desde 2012" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/desemprego-cai-para-53-o-menor-para-o-trimestre-terminado-em-julho" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho, o menor nível já registrado para esse período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2012. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>No trimestre anterior, encerrado em abril, a taxa estava em 5,8%, enquanto no mesmo período do ano passado era de 5,6%. O contingente de desocupados somou 5,8 milhões de pessoas, uma redução de 503 mil (recuo de 8%) na comparação com o trimestre de fevereiro a abril.</p>
<p>A população ocupada atingiu 103,3 milhões de pessoas, também um recorde da série histórica. O número de empregados com carteira assinada, excluindo trabalhadores domésticos, chegou a 39,4 milhões, igualmente o maior já registrado. Já os trabalhadores sem carteira somaram 13,8 milhões, alta de 3,6% frente ao trimestre anterior, com acréscimo de 477 mil pessoas.</p>
<p>Segundo o analista da pesquisa, William Kratochwill, o crescimento da ocupação no trimestre foi puxado pela construção civil, com destaque para pedreiros e trabalhadores elementares da construção de edifícios. Ele também mencionou que mudanças tecnológicas têm facilitado a obtenção de ocupação. &#8220;Hoje em dia, com telefone e bicicleta, você consegue trabalhar. A tecnologia está mudando o mercado de trabalho&#8221;, disse.</p>
<p>A ocupação no grupo transporte, armazenagem e correio, que inclui entregadores de aplicativo, cresceu 5,4% na comparação com o mesmo trimestre de 2025.</p>
<p>A taxa de informalidade, que mede a proporção de trabalhadores informais na população ocupada, ficou em 37,5%, ante 37,2% no trimestre até abril. O IBGE considera informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ, que não têm garantias como seguro-desemprego, férias e 13º salário.</p>
<p>A população desalentada, formada por pessoas que desistiram de procurar emprego por acreditarem que não encontrariam uma vaga, totalizou 2,3 milhões, queda de 9,7% no trimestre.</p>
<p>O rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 3.762, com recuo de 0,7% em relação ao trimestre anterior, variação classificada pelo IBGE como estável.</p>
<p>A Pnad Contínua apura o mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais, considerando todas as formas de ocupação. Para ser considerada desocupada, a pessoa precisa ter procurado emprego nos 30 dias anteriores à pesquisa. O levantamento visita 211 mil domicílios em todo o país.</p>
<p>O menor desemprego já registrado pela Pnad foi de 5,1%, no último trimestre de 2025. A maior taxa foi de 14,9%, registrada nos trimestres encerrados em setembro de 2020 e março de 2021, durante a pandemia de covid-19.</p>
<p>Análise WeekNews: A queda do desemprego para o menor patamar da série histórica no trimestre até julho, acompanhada de recordes na população ocupada e no emprego com carteira assinada, indica um mercado de trabalho aquecido. O crescimento puxado pela construção civil e a alta na ocupação em transporte, armazenagem e correio sugerem que setores ligados à infraestrutura e à logística estão gerando vagas. No entanto, a informalidade ainda atinge mais de um terço dos trabalhadores, o que pode limitar a qualidade do emprego e a proteção social dos ocupados.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/desemprego-cai-para-53-o-menor-para-o-trimestre-terminado-em-julho" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/desemprego-atinge-menor-patamar-para-trimestre-ate-julho-desde-2012/">Desemprego atinge menor patamar para trimestre até julho desde 2012</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desemprego cai em 13 estados no segundo trimestre; 11 unidades ficam abaixo da média nacional</title>
		<link>https://weeknews.online/desemprego-cai-em-13-estados-no-segundo-trimestre-11-unidades-ficam-abaixo-da-media-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 13:38:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[1%]]></category>
		<category><![CDATA[4]]></category>
		<category><![CDATA[7%]]></category>
		<category><![CDATA[aponta estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Carteira de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego entre mulheres negras jovens chega a 24]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego no 1º trimestre é de 6]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego no 2º trimestre é 5]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estatuto da Igualdade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[o menor já registrado no período]]></category>
		<category><![CDATA[Os dados]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=106269</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,4% no segundo trimestre de 2026, o menor nível já registrado para o período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma queda de 0,7 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre, quando o índice foi de 6,1%. Das 27 unidades da federação, 11 encerraram o trimestre com taxas abaixo da média nacional. Em cinco delas, o desemprego ficou abaixo de 3%: Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%). Paraná (3,1%), Minas Gerais (3,8%), Goiás (4,0%), Tocantins (4,1%), Rio&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/desemprego-cai-em-13-estados-no-segundo-trimestre-11-unidades-ficam-abaixo-da-media-nacional/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/desemprego-cai-em-13-estados-no-segundo-trimestre-11-unidades-ficam-abaixo-da-media-nacional/">Desemprego cai em 13 estados no segundo trimestre; 11 unidades ficam abaixo da média nacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/mg_7622-1024x512.jpg" alt="Desemprego cai em 13 estados no segundo trimestre; 11 unidades ficam abaixo da média nacional" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/em-11-estados-desemprego-esta-abaixo-da-media-do-pais-veja-quais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>A taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,4% no segundo trimestre de 2026, o menor nível já registrado para o período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma queda de 0,7 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre, quando o índice foi de 6,1%.</p>
<p>Das 27 unidades da federação, 11 encerraram o trimestre com taxas abaixo da média nacional. Em cinco delas, o desemprego ficou abaixo de 3%: Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%). Paraná (3,1%), Minas Gerais (3,8%), Goiás (4,0%), Tocantins (4,1%), Rio Grande do Sul (4,2%) e Roraima (5,0%) completam a lista.</p>
<p>Na outra ponta, Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%) e Piauí (8,3%) registraram as maiores taxas de desocupação. O Distrito Federal apresentou índice de 6,5%, acima da média nacional, enquanto São Paulo (5,4%) e Paraíba (5,4%) ficaram exatamente no patamar médio do país.</p>
<p>O analista da pesquisa, William Kratochwill, atribui as diferenças regionais a fatores como nível de industrialização, evolução da atividade econômica e grau de instrução da população. &#8220;Santa Catarina e a região Sul como um todo apresentam níveis muito mais fortes que os estados do Norte e Nordeste&#8221;, afirmou.</p>
<p>Em 13 unidades da federação, o desemprego diminuiu no segundo trimestre. As maiores quedas foram registradas no Rio Grande do Norte (-1,9 ponto percentual), Acre (-1,6 p.p.), Paraíba (-1,6 p.p.) e Tocantins (-1,5 p.p.). Também houve redução em Alagoas (-1,3 p.p.), Minas Gerais (-1,2 p.p.), Mato Grosso do Sul (-1,1 p.p.), Goiás (-1 p.p.), Rondônia (-1 p.p.), Mato Grosso (-0,9 p.p.), Espírito Santo (-0,9 p.p.), Maranhão (-0,9 p.p.) e Santa Catarina (-0,6 p.p.). As demais localidades permaneceram estáveis.</p>
<p>A pesquisa também apontou queda no chamado desemprego longo, que atinge pessoas à procura de trabalho há dois anos ou mais. No segundo trimestre, 1,06 milhão de pessoas estavam nessa situação, o menor contingente da série histórica iniciada em 2012. Em relação ao mesmo período de 2025, a redução foi de 15,6%.</p>
<p>Os dados revelam ainda desigualdades no mercado de trabalho. O desemprego entre homens ficou em 4,6%, abaixo da média nacional, enquanto entre as mulheres alcançou 6,4%. Quando o recorte é por cor, a taxa de desocupação de pretos (6,9%) e pardos (6,1%) supera a média, enquanto a de brancos é de 4,2%. A pesquisa do IBGE não utiliza o termo &#8220;negro&#8221;, mas o Estatuto da Igualdade Racial considera população negra o conjunto de pessoas que se autodeclaram pretas e pardas.</p>
<p>A Pnad Contínua apura o comportamento do mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais, considerando todas as formas de ocupação, com ou sem carteira assinada, temporária ou por conta própria. Pela metodologia do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que procurou efetivamente uma vaga nos 30 dias anteriores à pesquisa. Foram visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/em-11-estados-desemprego-esta-abaixo-da-media-do-pais-veja-quais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/desemprego-cai-em-13-estados-no-segundo-trimestre-11-unidades-ficam-abaixo-da-media-nacional/">Desemprego cai em 13 estados no segundo trimestre; 11 unidades ficam abaixo da média nacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desemprego recua a 5,4% no segundo trimestre e atinge menor patamar para o período desde 2012</title>
		<link>https://weeknews.online/desemprego-recua-a-54-no-segundo-trimestre-e-atinge-menor-patamar-para-o-periodo-desde-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 13:26:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[De acordo com o Caged]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[mercado formal]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=98226</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,4% no segundo trimestre de 2026, o menor índice já registrado para o período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2012. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma redução em relação ao primeiro trimestre deste ano, quando a taxa era de 6,1%, e também na comparação com o mesmo período de 2025, que havia registrado 5,8%. Apesar da melhora, o índice ainda supera o menor patamar geral da série, de 5,1%, alcançado no último trimestre de 2025. No segundo trimestre, o país contabilizou 103,1 milhões de pessoas ocupadas, um aumento&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/desemprego-recua-a-54-no-segundo-trimestre-e-atinge-menor-patamar-para-o-periodo-desde-2012/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/desemprego-recua-a-54-no-segundo-trimestre-e-atinge-menor-patamar-para-o-periodo-desde-2012/">Desemprego recua a 5,4% no segundo trimestre e atinge menor patamar para o período desde 2012</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/carteira-de-trabalho-digital_mcamgo_abr_240620211818-6-1024x512.jpg" alt="Desemprego recua a 5,4% no segundo trimestre e atinge menor patamar para o período desde 2012" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/desemprego-no-2o-trimestre-e-54-o-menor-ja-registrado-no-periodo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,4% no segundo trimestre de 2026, o menor índice já registrado para o período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2012. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O resultado representa uma redução em relação ao primeiro trimestre deste ano, quando a taxa era de 6,1%, e também na comparação com o mesmo período de 2025, que havia registrado 5,8%. Apesar da melhora, o índice ainda supera o menor patamar geral da série, de 5,1%, alcançado no último trimestre de 2025.</p>
<p>No segundo trimestre, o país contabilizou 103,1 milhões de pessoas ocupadas, um aumento de aproximadamente 1,081 milhão em relação ao trimestre anterior. Já o número de desocupados ficou em 5,9 milhões, o que representa uma queda de 10% (718 mil pessoas a menos) na mesma comparação.</p>
<p>Os setores que mais se destacaram na geração de vagas entre o primeiro e o segundo trimestres foram transporte, armazenagem e correio, com alta de 3,9% (mais 235 mil pessoas), e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com crescimento de 2,6% (mais 489 mil pessoas).</p>
<p>A pesquisa também revelou que o país tinha 39,4 milhões de trabalhadores com carteira assinada e 13,6 milhões sem carteira no período de abril a junho. A taxa de informalidade, que mede a proporção de trabalhadores informais na população ocupada, ficou em 37,4%.</p>
<p>O rendimento médio do trabalhador brasileiro atingiu R$ 3.738 no segundo trimestre, o maior valor já registrado para um segundo trimestre. No entanto, o montante ficou abaixo do apurado no primeiro trimestre de 2026, quando a média foi de R$ 3.765.</p>
<p>A Pnad Contínua, que apura o comportamento do mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais, considera desocupada apenas a pessoa que efetivamente procurou trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa. O levantamento visita 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal. O IBGE classifica como informais os empregados sem carteira assinada e os autônomos sem CNPJ, que não têm acesso a benefícios como seguro-desemprego, férias e 13º salário.</p>
<p>A maior taxa de desemprego já registrada pela Pnad foi de 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.</p>
<p>Os dados da Pnad foram divulgados um dia após o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que acompanha apenas o mercado formal. Segundo o Caged, junho registrou saldo positivo de quase 145,2 mil vagas com carteira assinada. No acumulado de 2026, o balanço é de 921,7 mil novos postos formais.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/desemprego-no-2o-trimestre-e-54-o-menor-ja-registrado-no-periodo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/desemprego-recua-a-54-no-segundo-trimestre-e-atinge-menor-patamar-para-o-periodo-desde-2012/">Desemprego recua a 5,4% no segundo trimestre e atinge menor patamar para o período desde 2012</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Taxa de desemprego de pretos é 55% maior que a de brancos, revela IBGE</title>
		<link>https://weeknews.online/taxa-de-desemprego-de-pretos-e-55-maior-que-a-de-brancos-revela-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 21:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[7%]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[divulgada nesta quinta-feira]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Número de pessoas em busca de emprego há dois anos ou mais cai 21]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores por conta própria têm as maiores jornadas no país]]></category>
		<category><![CDATA[Uso do FGTS para pagar dívidas no Desenrola começa no dia 25]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/taxa-de-desemprego-de-pretos-e-55-maior-que-a-de-brancos-revela-ibge/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A taxa de desemprego das pessoas pretas fechou o primeiro trimestre de 2026 em 7,6%. Esse indicador fica acima da média nacional (6,1%) e 55% maior que o dos brancos, que sequer chegou a 5% (4,9%). Esse patamar de diferença é superior ao registrado no último trimestre de 2025 (52,5% maior) e nos três primeiros meses do ano passado (50%). A maior diferença já apurada é de 69,8%, no segundo trimestre de 2020, ano de eclosão da pandemia de covid-19. A revelação faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quando a série histórica da pesquisa foi iniciada, em 2012, o desemprego de pessoas pretas era 44,8% maior que o&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/taxa-de-desemprego-de-pretos-e-55-maior-que-a-de-brancos-revela-ibge/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/taxa-de-desemprego-de-pretos-e-55-maior-que-a-de-brancos-revela-ibge/">Taxa de desemprego de pretos é 55% maior que a de brancos, revela IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
<div style="
            width:100%;
            height:293px;
            background-image:url('https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_8evrvd8evrvd8evr2026.png');
            background-size:contain;
            background-repeat:no-repeat;
            background-position:center;
        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>A taxa de desemprego das pessoas pretas fechou o primeiro trimestre de 2026 em 7,6%. Esse indicador fica acima da média nacional (6,1%) e 55% maior que o dos brancos, que sequer chegou a 5% (4,9%).</strong></p>
<p>Esse patamar de diferença é superior ao registrado no último trimestre de 2025 (52,5% maior) e nos três primeiros meses do ano passado (50%). A maior diferença já apurada é de 69,8%, no segundo trimestre de 2020, ano de eclosão da pandemia de covid-19.</p>
<p>A revelação faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/2421/pnact_2026_1tri.pdf" target="_blank">divulgada nesta quinta-feira</a> (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Quando a série histórica da pesquisa foi iniciada, em 2012, o desemprego de pessoas pretas era 44,8% maior que o dos brancos. A menor diferença já verificada pertence ao segundo trimestre de 2021, 43,6% superior.   </p>
<h2>Pardos</h2>
<p><strong>A diferença na taxa de desemprego sob ótica da cor da pele é favorável também aos brancos quando comparados aos pardos. Nesse grupo, a desocupação está em 6,8%, isto é, 38,8% maior.</strong></p>
<p>Quando a pesquisa foi iniciada, a diferença era 37,3%. O menor nível de disparidade foi de 33,3% no segundo trimestre do ano passado. O maior, 50,84%, no terceiro trimestre de 2023.</p>
<p>Já na comparação mais imediata, ou seja, no último trimestre de 2025, o desemprego dos pardos era 47,5% maior que o dos brancos.</p>
<h2>Fatores</h2>
<p>Para o analista da pesquisa, William Kratochwill, a disparidade entre o desemprego de pretos e pardos em relação ao dos brancos aponta para “algo estrutural”.</p>
<blockquote>
<p>“Isso pode ser ligado a diversos fatores, não apenas a cor da pele. Pode ser questão de nível de instrução e região em que vive”, indica ele.</p>
</blockquote>
<p>Kratochwill pondera que para poder determinar exatamente o que causa a diferença entre os grupos “é necessário um estudo bem mais aprofundado, que leve em consideração diversas características e não apenas a identificação de cor ou raça”.</p>
<h2>Informalidade</h2>
<p>A Pnad revela que pretos e pardos também ficam em desvantagem em relação aos brancos na formalidade do emprego.</p>
<p>O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ.</p>
<p><strong>Na média nacional, a taxa de informalidade ficou em 37,3%.</strong> Essa é a proporção de trabalhadores ocupados sem garantias trabalhistas, como seguro-desemprego, férias e 13º salário.</p>
<p><strong>Para os brancos, a informalidade foi de 32,2%; para os pardos, 41,6%; e para pretos, 40,8%.</strong></p>
<h2>Autoidentificação</h2>
<p>A Pnad tem como critério a autoidentificação ─ a própria pessoa escolhe como quer se declarar.</p>
<p>Os dados do primeiro trimestre de 2026 mostram os pardos como maioria da população alvo do levantamento (pessoas com 14 anos ou mais):</p>
<ul>
<li>Pardos: 45,4%</li>
<li>Brancos: 42,5%</li>
<li>Pretos: 11,1%</li>
</ul>
<p>Amarelos (origem asiática) e indígenas não foram detalhados pela Pnad trimestral.</p>
<h2>Homens e mulheres</h2>
<p>Ao comparar as taxas de desemprego de homens e mulheres, o IBGE mostra que a desocupação delas é 43,1% maior que a deles. <strong>No primeiro trimestre de 2026, o índice era de 7,3% para as mulheres. Entre os homens, 5,1%, abaixo da média nacional (6,1%).</strong></p>
<p>Desde quando a pesquisa começou a ser feita, o desemprego das mulheres era 69,4% superior ao dos homens. A menor diferença foi registrada no segundo trimestre de 2020 (27%).</p>
<p><strong>Já em relação à informalidade, a dos homens (38,9%) é maior que a das mulheres (35,3%).</strong></p>
<h2>Idade</h2>
<p>O IBGE apresenta análises por faixa etária. O grupo de 14 a 17 anos apresenta a maior taxa de desocupação (25,1%).</p>
<p>“Os jovens são aqueles que aceitam mais os trabalhos que são temporários, aqueles com menor estabilidade, simplesmente para poder ingressar no mercado de trabalho e começar a construir o seu currículo”, analisa William Kratochwill.</p>
<p>Já as pessoas com 60 anos ou mais têm o menor desemprego, 2,5%.</p>
<p>“É a idade na qual as pessoas já começam a deixar o mercado de trabalho, são poucos aqueles que ainda persistem em conseguir alguma ocupação”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/taxa-de-desemprego-de-pretos-e-55-maior-que-de-brancos-revela-ibge" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Thu, 14 May 2026 18:12:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/taxa-de-desemprego-de-pretos-e-55-maior-que-a-de-brancos-revela-ibge/">Taxa de desemprego de pretos é 55% maior que a de brancos, revela IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025</title>
		<link>https://weeknews.online/renda-media-das-familias-chega-a-r-2-264-e-e-recorde-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 14:06:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[8 vezes maior que o dos mais pobres]]></category>
		<category><![CDATA[cerca de 18 milhões de família receberam auxílio do governo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[níveis mínimos de desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad)]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad]]></category>
		<category><![CDATA[Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimento dos mais ricos é 13]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/renda-media-das-familias-chega-a-r-2-264-e-e-recorde-em-2025/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O rendimento médio mensal das famílias brasileiras chegou a R$ 2.264 por pessoa em 2025. Esse valor representa crescimento real – já descontada a inflação – de 6,9% em relação a 2024. É também o maior já apurado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), iniciada em 2012. O dado de 2025 representa o quarto ano seguindo de alta no rendimento dos domicílios, segundo o levantamento divulgado nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.  Leia mais em:Rendimento dos mais ricos é 13,8 vezes maior que o dos mais pobresEm 2025, cerca de 18 milhões de família receberam auxílio do governo Veja o comportamento do rendimento médio mensal por pessoa nos últimos anos: Ano       &#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/renda-media-das-familias-chega-a-r-2-264-e-e-recorde-em-2025/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/renda-media-das-familias-chega-a-r-2-264-e-e-recorde-em-2025/">Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
<div style="
            width:100%;
            height:293px;
            background-image:url('https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_8evrvd8evrvd8evr2026.png');
            background-size:contain;
            background-repeat:no-repeat;
            background-position:center;
        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>O rendimento médio mensal das famílias brasileiras chegou a R$ 2.264 por pessoa em 2025. </strong>Esse valor representa crescimento real – já descontada a inflação – de 6,9% em relação a 2024. <strong>É também o maior já apurado pela <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/saude/9127-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios.html" target="_blank">Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad)</a>, iniciada em 2012.</strong></p>
<p>O dado de 2025 representa o quarto ano seguindo de alta no rendimento dos domicílios, segundo o levantamento divulgado nesta sexta-feira (8) pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a>, no Rio de Janeiro. </p>
<p>Leia mais em:<br /><strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/rendimento-dos-mais-ricos-e-138-vezes-maior-que-o-dos-mais-pobres" target="_blank">Rendimento dos mais ricos é 13,8 vezes maior que o dos mais pobres</a></strong><br /><strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/em-2025-227-das-familias-receberam-algum-auxilio-do-governo" target="_blank">Em 2025, cerca de 18 milhões de família receberam auxílio do governo</a></strong></p>
<p><strong>Veja o comportamento do rendimento médio mensal por pessoa nos últimos anos:</strong></p>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:500px;">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter"><strong>Ano              </strong></td>
<td class="rtecenter"><strong>Valor em reais</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>2019</td>
<td>R$ 1.904 (antes da pandemia)</td>
</tr>
<tr>
<td>2020</td>
<td>R$ 1.820</td>
</tr>
<tr>
<td>2021</td>
<td>R$ 1.692</td>
</tr>
<tr>
<td>2022</td>
<td>R$ 1.809</td>
</tr>
<tr>
<td>2023</td>
<td>R$ 2.018</td>
</tr>
<tr>
<td>2024</td>
<td>R$ 2.118</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2025</strong></td>
<td><strong>R$ 2.264 (recorde)</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para consolidar o cálculo, o IBGE apura os valores de todos os rendimentos recebidos pelos integrantes das famílias e divide pelo número de moradores do domicílio.</p>
<p><strong>Além de salários e bônus, entram na conta aposentadoria, pensão alimentícia, benefício social, bolsa de estudo, seguro-desemprego, aluguel e aplicações financeiras, por exemplo.</strong></p>
<p> O analista da pesquisa, Gustavo Geaquinto Fontes, explica que o trabalho tem peso “muito grande” no aumento do rendimento da população.</p>
<blockquote>
<p>“O valor foi puxado, em boa parte, pelo rendimento do trabalho.”</p>
</blockquote>
<p>O especialista lembra ainda que o Brasil vivenciou <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/desemprego-cai-para-51-em-dezembro-o-menor-ja-registrado" target="_blank">níveis mínimos de desemprego</a> no ano passado, além de reajustes anuais do salário-mínimo.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">>> Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<h2>Diferenças pelo país</h2>
<p>A pesquisa traz informações relativas às unidades da Federação. O Distrito Federal e estados do Sul e Sudeste lideram o <em>ranking</em> do rendimento domiciliar <em>per capita</em>:<br /> </p>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:500px;">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter"><strong>Unidade da Federação</strong></td>
<td>
<p class="rtecenter"><strong>Rendimento</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>Distrito Federal</td>
<td>R$ 4.401</td>
</tr>
<tr>
<td>São Paulo</td>
<td>R$ 2.862</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio Grande do Sul</td>
<td>R$ 2.772</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Catarina</td>
<td>R$ 2.752</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio de Janeiro</td>
<td>R$ 2.732</td>
</tr>
<tr>
<td>Paraná</td>
<td>R$ 2.687</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nas piores posições aparecem Ceará (R$ 1.379), Acre (R$ 1.372) e Maranhão (R$ 1.231).</p>
<p>Por região, o maior valor pertence ao Sul (R$ 2.734), seguido do Centro-Oeste (R$ 2.712) e Sudeste (R$ 2.669). Os menores rendimentos são do Nordeste (R$ 1.470) e Norte (R$ 1.558).</p>
<h2>Trabalho e outras fontes</h2>
<p><strong>Segundo a pesquisa, 75,1% do rendimento médio mensal vêm do trabalho e 24,9%, das chamadas “outras fontes”.</strong></p>
<p>Ao detalhar os rendimentos que não decorrem do trabalho, o IBGE mostra que a maior parte corresponde à aposentadoria e pensão, com 16,4%. Programas sociais aparecem na sequência, com 3,5%; seguidos de aluguel e arrendamento (2,1%), outros (2%) e pensão alimentícia, doação e mesada de não morador (0,9%).</p>
<h2>Nordeste </h2>
<p><strong>Ao observar a origem do rendimento, o IBGE aponta que o Nordeste está abaixo da média nacional em relação à parcela que vem do trabalho</strong>; e acima em relação à parcela de outras fontes.</p>
<p>Na região, 67,4% do rendimento vêm de trabalho. As outras fontes respondem por 32,6% do orçamento das famílias.</p>
<p>Enquanto na média do país as aposentadorias e pensões representam 16,4% do rendimento, no Nordeste a proporção é 20,4%. <strong>Quando a origem é programa social do governo, a parcela do Nordeste chega a 8,8% – a maior do país.</strong></p>
<h2>Renda individual</h2>
<p>A Pnad detalhou também informações específicas sobre a renda dos brasileiros, com dados individuais, sem dividir pelo número de pessoas que formam a família.</p>
<p><strong>Em 2025, o Brasil tinha 212,7 milhões de pessoas, sendo 143 milhões com algum tipo de rendimento, o que representa 67,2% da população. É o maior nível já registrado, superando o recorde que pertencia a 2024 – 140 milhões e 66,3%, respectivamente.</strong></p>
<p>A parcela de brasileiros com rendimento do trabalho alcançou 47,8% da população, e dos que receberam alguma outra fonte, 27,1%. As duas marcas são recorde.</p>
<p>Nesse segundo grupo, aposentadoria e pensão previdenciária eram a fonte de rendimento mais comum, representando 13,8% da população, maior patamar da série histórica. Em 2012, 11,7% das pessoas recebiam dinheiro de aposentadorias e pensão.</p>
<p>O analista Gustavo Fontes atribui o crescimento dessa parcela a uma questão demográfica. “Isso reflete, sobretudo, o envelhecimento populacional.”</p>
<p>Os brasileiros que recebiam programa social do governo, como o Bolsa Família, eram 9,1% – levemente abaixo do ano anterior (9,2%), mas em nível superior ao observado no período pré-pandemia. Em 2019, 6,3% recebiam benefícios.</p>
<h2>Recorde no rendimento</h2>
<p><strong>O ano de 2025 foi marcado pelo recorde no valor dos rendimentos individual dos brasileiros, tanto os de origem no trabalho quanto o de todas as fontes.</strong></p>
<p><strong>No ano passado, o rendimento médio mensal do trabalho ficou em R$ 3.560, alta de 5,7% acima da inflação na comparação com 2024 (R$ 3.208).</strong></p>
<p>Quando se leva em conta todos os tipos de rendimentos – trabalho, aposentadorias, pensões, seguro-desemprego, bolsas de estudo, benefícios sociais, alugueis – a média mensal marca R$ 3.367, expansão de 5,4% em relação ao ano anterior.</p>
<h2>Concentração e benefícios</h2>
<p>A Pnad mostra ainda que os 10% mais ricos da população tinham rendimento 13,8 vezes maior que os 40% mais pobres. </p>
<p>Outra constatação é que 22,7% das famílias brasileiras (18 milhões de domicílios) recebiam em 2025 algum benefício social do governo, seja federal, estadual ou municipal. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/renda-media-das-familias-chega-r-2264-e-e-recorde-em-2025" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 08 May 2026 10:01:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/renda-media-das-familias-chega-a-r-2-264-e-e-recorde-em-2025/">Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rendimento dos mais ricos é 13,8 vezes maior que o dos mais pobres</title>
		<link>https://weeknews.online/rendimento-dos-mais-ricos-e-138-vezes-maior-que-o-dos-mais-pobres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 13:55:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa família]]></category>
		<category><![CDATA[cerca de 18 milhões de família receberam auxílio do governo]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad]]></category>
		<category><![CDATA[Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/rendimento-dos-mais-ricos-e-138-vezes-maior-que-o-dos-mais-pobres/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em 2025, o grupo formado pelos 10% mais ricos da população brasileira teve rendimento médio mensal de R$ 9.117 por pessoa. Esse valor é 13,8 vezes maior que o recebido pelos 40% mais pobres. Para essa parcela da população, o rendimento mensal foi R$ 663. No ano anterior, essa relação entre os mais pobres e os mais ricos estava em 13,2 vezes. Apesar do aumento, o índice de 2025 é o segundo menor de uma série histórica iniciada em 2012. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.  Leia mais em:Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025Em 2025,&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/rendimento-dos-mais-ricos-e-138-vezes-maior-que-o-dos-mais-pobres/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/rendimento-dos-mais-ricos-e-138-vezes-maior-que-o-dos-mais-pobres/">Rendimento dos mais ricos é 13,8 vezes maior que o dos mais pobres</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
<div style="
            width:100%;
            height:293px;
            background-image:url('https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_8evrvd8evrvd8evr2026.png');
            background-size:contain;
            background-repeat:no-repeat;
            background-position:center;
        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>Em 2025, o grupo formado pelos 10% mais ricos da população brasileira teve rendimento médio mensal de R$ 9.117 por pessoa. Esse valor é 13,8 vezes maior que o recebido pelos 40% mais pobres. </strong>Para essa parcela da população, o rendimento mensal foi R$ 663.</p>
<p>No ano anterior, essa relação entre os mais pobres e os mais ricos estava em 13,2 vezes.<strong> Apesar do aumento, o índice de 2025 é o segundo menor de uma série histórica iniciada em 2012.</strong></p>
<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/saude/9127-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios.html" target="_blank">Pnad</a>), divulgada nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank">IBGE</a>), no Rio de Janeiro. </p>
<p>Leia mais em:<br /><strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/renda-media-das-familias-chega-r-2264-e-e-recorde-em-2025" target="_blank">Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025</a><br /><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/em-2025-227-das-familias-receberam-algum-auxilio-do-governo" target="_blank">Em 2025, cerca de 18 milhões de família receberam auxílio do governo</a></strong></p>
<p>Para elaborar o documento, <strong>o IBGE buscou informações sobre todas as formas de rendimento das famílias</strong>. Além de salários e bônus, entram na conta aposentadoria, pensão alimentícia, benefício social, bolsa de estudo, seguro-desemprego, aluguel e aplicações financeiras, por exemplo. O total calculado foi dividido pelo número de moradores do lar.</p>
<p><strong>Veja a diferença de rendimento dos 10% mais ricos e os 40% mais pobres nos últimos anos:</strong><br /> </p>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:500px;">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter"><strong>Ano</strong></td>
<td class="rtecenter"><strong>Diferença</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>2019</td>
<td>16,9 vezes</td>
</tr>
<tr>
<td>2020</td>
<td>14,8 vezes</td>
</tr>
<tr>
<td>2021</td>
<td>17,0 vezes</td>
</tr>
<tr>
<td>2022</td>
<td>14,3 vezes</td>
</tr>
<tr>
<td>2023</td>
<td>14,3 vezes</td>
</tr>
<tr>
<td>2024</td>
<td>13,2 vezes</td>
</tr>
<tr>
<td>2025</td>
<td>13,8 vezes</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>A pesquisa aponta que a diferença aumentou de 2024 para 2025 porque o rendimento dos 10% mais ricos subiu 8,7%, já descontada a inflação. Em contrapartida, a alta do grupo dos 40% mais pobres ficou em 4,7%.</strong></p>
<p>No entanto, a observação mais ampliada mostra que, desde 2019, último ano antes da pandemia de <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/covid-19" target="_blank">covid-19</a>, o grupo dos 40% mais pobres teve alta de 37,6% nos rendimentos. Já no grupo dos 10% mais abastados, o aumento foi de 11,9%. De acordo com o IBGE, o percentual foi “bastante abaixo” do crescimento registrado pelas demais classes.</p>
<p><strong>Quando se observa apenas o comportamento do grupo dos 10% mais pobres, a expansão de 2019 a 2025 é de 78,7%. Nesse período, o rendimento mensal médio dessa fatia da população saltou de R$ 150 para R$ 268.</strong></p>
<p>O analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes aponta o mercado de trabalho e os programas sociais como responsáveis pela redução da diferença nos últimos seis anos.</p>
<blockquote>
<p>“Se a gente analisar o mercado de trabalho nesse período mais longo, a gente vê que as classes de menor renda tiveram ganhos importantes, reajuste salarial mínimo, a expansão dos programas sociais do governo.”</p>
</blockquote>
<p>A partir de 2020, com a pandemia de covid-19, o governo federal ampliou a abrangência e o valor do principal benefício social do país, o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/bolsa-familia-2" target="_blank">Bolsa Família</a>, que na gestão anterior recebeu nomes como Auxílio Emergencial e Auxílio Brasil. O IBGE também coletou informações referentes a programas de assistência social de estados e municípios.</p>
<p><strong>Apesar da redução, o IBGE afirma que “a desigualdade no país, ainda que tenha caído em relação aos anos que precederam a pandemia, permanece em níveis bastante acentuados”.</strong></p>
<h2>Desigualdade regional</h2>
<p>A pesquisa mostra a dupla desigualdade de renda da população brasileira. Além da diferença direta entre ricos e pobres, o mesmo indicador reflete desequilíbrios regionais.</p>
<p><strong>Enquanto os 40% mais pobres têm rendimento familiar médio mensal de R$ 663 por pessoa, no Sul, o valor chega a R$ 978, seguido do Centro-Oeste (R$ 846) e do Sudeste (R$ 842). Já Nordeste (R$ 449) e Norte (R$ 490) ficam abaixo da média.</strong></p>
<p>Por unidade da Federação, <strong>o Distrito Federal surge como a região com maior diferença entre os ganhos dos 10% mais ricos e os 40% mais pobres.</strong> A relação é de 19,7 vezes.</p>
<p>Em seguida, aparecem Rio de Janeiro (16,4) e Rio Grande do Norte (16,3). O maior estado do país, São Paulo, apresenta relação de 11,9 vezes, sendo o 12º estado com menor disparidade.</p>
<p>As condições menos desiguais foram encontradas no Mato Grosso (9,1) e em Santa Catarina (8,4).</p>
<h2>Índice de Gini</h2>
<p>Outra forma de perceber a desigualdade de renda no país é por meio do Índice de Gini, indicador que varia de zero a um. Quanto maior, mais desigual a sociedade. Em 2025, o Gini brasileiro ficou em 0,511, acima do ano anterior (0,504). O dado de 2025 é o segundo menor da série iniciada em 2012.</p>
<p>O analista Gustavo Fontes considera que o comportamento do último ano não configura tendência de aumento.</p>
<p>“Teve uma melhoria em 2024, em 2025 uma leve oscilação para cima, mas se mantendo abaixo dos anos anteriores a 2024, ou seja, mantendo-se próximo do nível mínimo. Eu diria que está próximo da estabilidade, com uma pequena oscilação”.</p>
<h2>Recorde de rendimento</h2>
<p><strong>A pesquisa do IBGE revela ainda que o rendimento médio das famílias brasileiras subiu 6,9% em 2025 e atingiu recorde. </strong></p>
<p>Outra constatação é que 22,7% das famílias brasileiras, o que representa 18 milhões de domicílios, recebiam em 2025 algum benefício social do governo, seja federal, estadual ou municipal. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/rendimento-dos-mais-ricos-e-138-vezes-maior-que-o-dos-mais-pobres" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 08 May 2026 10:02:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/rendimento-dos-mais-ricos-e-138-vezes-maior-que-o-dos-mais-pobres/">Rendimento dos mais ricos é 13,8 vezes maior que o dos mais pobres</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em 2025, Cerca de 18 milhões de família receberam auxílio do governo</title>
		<link>https://weeknews.online/em-2025-cerca-de-18-milhoes-de-familia-receberam-auxilio-do-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 13:24:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[5 milhões faziam trabalho remoto em 2022]]></category>
		<category><![CDATA[8 vezes maior que o dos mais pobres]]></category>
		<category><![CDATA[Benefício de Prestação Continuada (BPC)]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa família]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego em 2025 foi o menor já registrado]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad Contínua mostra que 9]]></category>
		<category><![CDATA[Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimento dos mais ricos é 13]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/em-2025-cerca-de-18-milhoes-de-familia-receberam-auxilio-do-governo/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Cerca de 18 milhões de famílias receberam dinheiro de algum programa do governo federal em 2025. Esse dado representa 22,7% dos mais de 79 milhões de domicílios do país. Em 2024, a proporção era maior, 23,6%. Já em 2019, último ano antes da pandemia de covid-19, 17,9% dos lares eram beneficiários de algum tipo de programa social.  Essa diferença representa a inclusão de 5,5 milhões de famílias abrangidas por programas de ajuda em seis anos. As informações fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro. Leia mais em:Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025Rendimento dos mais ricos é 13,8&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/em-2025-cerca-de-18-milhoes-de-familia-receberam-auxilio-do-governo/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/em-2025-cerca-de-18-milhoes-de-familia-receberam-auxilio-do-governo/">Em 2025, Cerca de 18 milhões de família receberam auxílio do governo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
<div style="
            width:100%;
            height:293px;
            background-image:url('https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_8evrvd8evrvd8evr2026.png');
            background-size:contain;
            background-repeat:no-repeat;
            background-position:center;
        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>Cerca de 18 milhões de famílias receberam dinheiro de algum programa do governo federal em 2025. Esse dado representa 22,7% dos mais de 79 milhões de domicílios do país.</strong></p>
<p>Em 2024, a proporção era maior, 23,6%. Já em 2019, último ano antes da pandemia de covid-19, 17,9% dos lares eram beneficiários de algum tipo de programa social. </p>
<p><strong>Essa diferença representa a inclusão de 5,5 milhões de famílias abrangidas por programas de ajuda em seis anos.</strong></p>
<p>As informações fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/saude/9127-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios.html">Pnad</a>), divulgada nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.ibge.gov.br/" target="_blank">IBGE</a>), no Rio de Janeiro.</p>
<p>Leia mais em:<br /><strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/renda-media-das-familias-chega-r-2264-e-e-recorde-em-2025" target="_blank">Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025</a></strong><br /><strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/rendimento-dos-mais-ricos-e-138-vezes-maior-que-o-dos-mais-pobres" target="_blank">Rendimento dos mais ricos é 13,8 vezes maior que o dos mais pobres</a></strong></p>
<p>O IBGE considerou programas federais, como o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/mds/pt-br/acoes-e-programas/bolsa-familia" target="_blank">Bolsa Família</a> e o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/mds/pt-br/acoes-e-programas/suas/beneficios-assistenciais/beneficio-assistencial-ao-idoso-e-a-pessoa-com-deficiencia-bpc" target="_blank">Benefício de Prestação Continuada (BPC)</a>, que paga um salário mínimo por mês ao idoso com 65 anos ou mais ou à pessoa com deficiência de qualquer idade. Também foram incluídas ajudas assistenciais de estados e municípios.</p>
<p>A pesquisa mostra que de 2019 para 2020, ano da pandemia, houve aumento no número de beneficiados, ao alcançar 22,2 milhões de famílias – 31,4% dos domicílios. Nos anos seguintes, houve redução, mas sempre em nível superior ao pré-pandemia.</p>
<p><strong>Veja a evolução dos números:</strong><br /> </p>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:500px;">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter"><strong>Ano    </strong></td>
<td class="rtecenter"><strong>Família beneficiadas</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>2019</td>
<td>17,9%</td>
</tr>
<tr>
<td>2020</td>
<td>31,4%</td>
</tr>
<tr>
<td>2021</td>
<td>25%</td>
</tr>
<tr>
<td>2022</td>
<td>20,7%</td>
</tr>
<tr>
<td>2023</td>
<td>23%</td>
</tr>
<tr>
<td>2024</td>
<td>23,6%</td>
</tr>
<tr>
<td>2025</td>
<td>22,7%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes explica que a redução na proporção de domicílios beneficiários dos programas sociais no último ano está relacionada ao mercado de trabalho aquecido.</p>
<blockquote>
<p>“O aumento da renda do trabalho pode impactar em menor necessidade de parte das pessoas para que tenha renda mínima e não estaria mais contemplada por programas sociais.”</p>
</blockquote>
<p>O especialista lembra que o nível de <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/desemprego-cai-para-51-em-dezembro-o-menor-ja-registrado" target="_blank">desemprego em 2025 foi o menor já registrado</a> pela série histórica do IBGE, iniciada em 2012.</p>
<h2>Valor do rendimento</h2>
<p>De acordo com o levantamento, em 2025, o rendimento médio de programas sociais do governo era de R$ 870, pouco abaixo de 2024 (R$ 875). Já em relação a 2019 (R$ 508), o valor cresceu 71,3%, já descontada a inflação do período.</p>
<p>O instituto observa que, em decorrência da pandemia, a partir de 2020, governos aumentaram a abrangência dos programas sociais. </p>
<p>Na esfera federal, o principal deles, o Bolsa Família – que na gestão anterior recebeu nomes como Auxílio Emergencial e Auxílio Brasil – serviu de ajuda para pessoas que não puderam trabalhar e chegou ao valor mínimo de R$ 600, válido até os dias atuais.</p>
<h2>Resultados</h2>
<p>O resultado da Pnad ajuda a perceber que os programas sociais estão focados em famílias com menores rendimentos, sejam de trabalho ou outras fontes, como aposentadorias, pensões e seguro-desemprego.</p>
<p><strong>Em 2025, o rendimento médio mensal por pessoa nos lares que recebiam algum tipo de ajuda era de R$ 886. Já nos domicílios não beneficiários, era mais que o triplo (R$ 2.787).</strong></p>
<p><strong>Ao discriminar qual a fonte de rendimento, a pesquisa comprova que o Bolsa Família é o de maior abrangência. De todos os lares do país, 17,2% tinham o cartão do Bolsa Família. O número representa 13,6 milhões de casas.</strong></p>
<p>O critério inicial para uma pessoa ser beneficiária do Bolsa Família é ter renda mensal familiar de até R$ 218 por pessoa (valor que a família ganha por mês, dividido pelo número de pessoas).</p>
<p>O benefício base é de R$ 600, que pode ser aumentado em casos de haver criança e grávida na família, por exemplo.</p>
<p>O segundo programa social mais presente é o BPC, recebido por 5,3% dos domicílios. Outros programas sociais, incluindo os de estados e municípios, contemplaram 2,4% das famílias brasileiras.</p>
<h2>Regiões</h2>
<p>A presença de algum tipo de benefício reflete a desigualdade de renda regional. No Nordeste, 39,8% das famílias recebiam dinheiro de programa social. Isso representa quatro em cada dez. No Norte, eram 38,8%.</p>
<p>Já no Sul, eram apenas 10,8% dos domicílios. Em seguida aparecem o Sudeste (14,8%) e o Centro-Oeste (17%).</p>
<p>Em relação ao Bolsa Família, alguns estados do Norte e do Nordeste têm quase metade dos domicílios abrangidos pelo programa. Já o maior estado do país, São Paulo, e a região Sul são os que têm menor proporção de famílias beneficiárias.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/em-2025-227-das-familias-receberam-algum-auxilio-do-governo" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 08 May 2026 10:03:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/em-2025-cerca-de-18-milhoes-de-familia-receberam-auxilio-do-governo/">Em 2025, Cerca de 18 milhões de família receberam auxílio do governo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
