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	<title>Arquivo de poço gigante Sirius-2 - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de poço gigante Sirius-2 - WeekNews</title>
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		<title>Petrobras compra 42,5% de bloco de exploração de petróleo na Namíbia</title>
		<link>https://weeknews.online/petrobras-compra-425-de-bloco-de-exploracao-de-petroleo-na-namibia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 16:37:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[3% estimativa do PIB em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[aposta da Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[CNI: faturamento da indústria fica estagnado em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[esforços exploratórios na Margem Equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[fato relevante]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda reduz para 2]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo na Namíbia]]></category>
		<category><![CDATA[poço gigante Sirius-2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Petrobras adquiriu participação em um bloco de exploração de petróleo na costa da Namíbia, no sudoeste da África. A área fica na Bacia de Lüderitz e cobre cerca de 11 mil quilômetros quadrados (km²), equivalente à metade do tamanho de Sergipe. A informação foi divulgada por meio de fato relevante, comunicado que empresas fazem a investidores. Notícias relacionadas: CNI: faturamento da indústria fica estagnado em 2025. Ministério da Fazenda reduz para 2,3% estimativa do PIB em 2026. A estatal explica que adquiriu 42,5% de participação da área, identificada como Bloco 2613. A petroleira francesa TotalEnergies, parceira da Petrobras na produção de petróleo no Brasil, adquiriu outros 42,5%. A Namcor Exploration and Production, estatal do governo da Namíbia, possui 10%, enquanto a Eight Offshore&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/petrobras-compra-425-de-bloco-de-exploracao-de-petroleo-na-namibia/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p>A Petrobras adquiriu participação em um bloco de exploração de petróleo na costa da Namíbia, no sudoeste da África. A área fica na Bacia de Lüderitz e cobre cerca de 11 mil quilômetros quadrados (km²), equivalente à metade do tamanho de Sergipe.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770395856_3_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770395856_101_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>A informação foi divulgada por meio de <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://filemanager-cdn.mziq.com/published/25fdf098-34f5-4608-b7fa-17d60b2de47d/0abb7b90-abde-4657-a98c-b26dd3ef1a5a_02_060226_comunicado_namibia.pdf" target="_blank">fato relevante</a>, comunicado que empresas fazem a investidores.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>CNI: faturamento da indústria fica estagnado em 2025.</li>
<li>Ministério da Fazenda reduz para 2,3% estimativa do PIB em 2026.</li>
</ul>
<p>A estatal explica que adquiriu 42,5% de participação da área, identificada como Bloco 2613. A petroleira francesa TotalEnergies, parceira da Petrobras na produção de petróleo no Brasil, adquiriu outros 42,5%.</p>
<p>A Namcor Exploration and Production, estatal do governo da Namíbia, possui 10%, enquanto a Eight Offshore Investment Holdings detém 5%.</p>
<p><strong>As participações adquiridas pela Petrobras e TotalEnergies foram vendidas pelas empresas Eight e Maravilla Oil &amp; Gas.</strong></p>
<p>O comunicado não informa o valor de aquisição. A empresa acrescentou que a conclusão do negócio depende ainda do cumprimento de condições precedentes, incluindo aprovações governamentais e regulatórias, notadamente do Ministério da Indústria, Minas e Energia da Namíbia.</p>
<h2>Busca por reservas</h2>
<p>A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, aponta que a nova participação<strong> faz parte dos esforços da companhia para recomposição das reservas de petróleo e gás</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Temos avaliado com muito cuidado áreas que têm mostrado boas perspectivas, tanto no Brasil como em outras partes do mundo”, disse, acrescentando que a compra marca a volta da empresa à Namíbia.</p>
</blockquote>
<p>A diretora de Exploração e da Petrobras, Sylvia Anjos, enfatizou o conhecimento da formação geológica da bacia exploratória.</p>
<blockquote>
<p>“Temos bastante conhecimento geológico da região, em grande parte análoga às nossas bacias sedimentares. Olhamos com atenção a costa oeste Africana e as boas oportunidades na África. Foi assim em São Tomé e Príncipe, África do Sul e, agora, Namíbia”, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>África</h2>
<p>O continente africano é uma aposta da Petrobras para aumentar o atual estoque de reservas de petróleo, previsto para entrar em declínio na década de 2030. </p>
<p>A Petrobras voltou a manter operações no continente africano em 2024. Em 8 de fevereiro daquele ano, a companhia concluiu a aquisição de participações em três blocos exploratórios em São Tomé e Príncipe, na costa ocidental da África. <strong>Em dois blocos a participação é de 45%; e no terceiro, 25%.</strong></p>
<p>Em outubro de 2024, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a atuação da companhia na África do Sul, viabilizando a aquisição de participação no bloco Deep Western Orange Basin (DWOB), por meio de processo competitivo conduzido pela TotalEnergies.</p>
<h2>Américas</h2>
<p><strong>Além de posições no Brasil e na a África, a Petrobras tem operações na América do Sul e nos Estados Unidos.</strong></p>
<p><strong>Na Colômbia</strong>, a estatal anunciou, em dezembro de 2024, a descoberta da maior reserva de gás da história do país. O poço gigante Sirius-2, explorado em consórcio com a Ecopetrol, estatal de petróleo colombiana, tem capacidade equivalente à quase metade da produção diária de gás da Petrobras no Brasil.</p>
<p><strong>Na Argentina</strong>, por meio da subsidiária Petrobras Operaciones S.A., a companhia detém uma <strong>participação de 33,6% no ativo de produção Rio Neuquén</strong>.</p>
<p><strong>Na Bolívia</strong>, a petroleira produz gás principalmente nos campos de San Alberto e San Antonio, com <strong>35% de participação em cada um desses contratos de operação de serviços</strong>, que são operados principalmente para fornecer gás ao Brasil e à Bolívia.</p>
<p><strong>Nos Estados Unidos</strong>, a atuação se dá em campos em águas profundas no Golfo do México, <strong>com participação de 20% da Petrobras America Inc.</strong>, formando com a Murphy Exploration &amp; Production Company a joint venture MPGoM.</p>
<h2>Brasil</h2>
<p><strong>No Brasil</strong>, além das prolíficas bacias do pré-sal, no litoral do Sudeste, a empresa mira esforços exploratórios na Margem Equatorial, região no litoral norte tida como de grande potencial, uma espécie de “novo pré-sal”.</p>
<p>Há também grande interesse na <strong>Bacia de Pelotas, no litoral sul</strong>. Um fator que explica o interesse na Bacia de Pelotas são descobertas de petróleo no Uruguai e na própria África &#8211; Namíbia e África do Sul. As duas costas geográficas possuem características físicas que se assemelham.</p>
<h2>Produção e reservas</h2>
<p>No mês passado, a Petrobras informou que atingiu r<strong>ecorde de produção de petróleo em 2025, alcançando média de 2,40 milhões de barris por dia (bpd)</strong>. <strong>O pré-sal respondeu por 82% do total.</strong></p>
<p>Também em janeiro, a estatal brasileira informou que o total de reservas de petróleo e gás <strong>chegou a 12,1 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), em 31 de dezembro de 2025, sendo 84% de óleo e condensado e 16% de gás natural.</strong></p>
<p>Boe é uma unidade de medida que padroniza o volume de gás natural e petróleo, convertendo o gás para o valor energético equivalente a um barril de petróleo bruto. Dessa forma, é possível somar a produção.</p>
<p><strong>O índice de reposição de reservas (IRR) no ano passado foi de 175%, ou seja, para cada barril produzido, outro 1,7 foi descoberto.</strong></p>
<p>A relação entre as reservas provadas e a produção está em 12,5 anos, isto é, mantido o ritmo de produção, as reservas atuais são suficientes para pouco mais de 12 anos.</p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/petrobras-compra-425-de-bloco-de-exploracao-de-petroleo-na-namibia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 06 Feb 2026 13:27:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/petrobras-compra-425-de-bloco-de-exploracao-de-petroleo-na-namibia/">Petrobras compra 42,5% de bloco de exploração de petróleo na Namíbia</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Petrobras mira em países africanos para recompor reservas de petróleo</title>
		<link>https://weeknews.online/petrobras-mira-em-paises-africanos-para-recompor-reservas-de-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 15:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[85% são de óleo e condensado e 15% de gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Angola]]></category>
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		<category><![CDATA[companhia na África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama autorize a exploração]]></category>
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		<category><![CDATA[Namíbia]]></category>
		<category><![CDATA[Países Africanos]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras descobre nova camada de óleo no pré-sal da Bacia de Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras diz ter atendido exigências do Ibama sobre Margem Equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras lança nova licitação para ampliação de frota]]></category>
		<category><![CDATA[poço gigante Sirius-2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Petrobras buscar adquirir campos de petróleo em países africanos para aumentar a quantidade de reservas da estatal, que prevê declínio da produção a partir de 2030. O interesse de comprar poços principalmente em Angola, na Namíbia e na África do Sul foi informado pela diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos, em Nova Déli, na Índia. De acordo com a diretora, a estatal brasileira está em conversas com petroleiras multinacionais, como ExxonMobil (Estados Unidos), Shell (Reino Unido) e TotalEnergies (França), que já são parceiras das Petrobras na produção de petróleo no Brasil. A declaração foi feita à agência de notícias Reuters na última quarta-feira (12) e confirmada pela Agência Brasil. A diretora participou da India Energy Week, encontro internacional que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>A Petrobras buscar adquirir campos de petróleo em países africanos para aumentar a quantidade de reservas da estatal, que prevê declínio da produção a partir de 2030. O interesse de comprar poços principalmente em Angola, na Namíbia e na África do Sul foi informado pela diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos, em Nova Déli, na Índia.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739804897_812_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739804898_943_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com a diretora, a estatal brasileira está em conversas com petroleiras multinacionais, como ExxonMobil (Estados Unidos), Shell (Reino Unido) e TotalEnergies (França), que já são parceiras das Petrobras na produção de petróleo no Brasil.</p>
<p>A declaração foi feita à agência de notícias <em>Reuters</em> na última quarta-feira (12) e confirmada pela <strong>Agência Brasil</strong>. A diretora participou da India Energy Week, encontro internacional que reúne representantes da indústria petrolífera.</p>
<p>Para a diretora, a aquisição de poços em países africanos faz sentido no portfólio da companhia. A intenção da Petrobras acontece em um momento em que a empresa busca novas fronteiras de exploração e produção de petróleo, pensando em reverter o declínio das reservas atuais, previsto para a década de 2030.</p>
<h2>Volta ao continente africano</h2>
<p>A Petrobras voltou a manter operações no continente africano no ano passado. Em 8 de fevereiro, a companhia concluiu a aquisição de participações em três blocos exploratórios em São Tomé e Príncipe, na costa ocidental da África. Em dois blocos a participação é de 45%; e no terceiro, 25%.</p>
<p>Em outubro de 2024, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a atuação da companhia na África do Sul, viabilizando a aquisição de participação no bloco Deep Western Orange Basin (DWOB), por meio de processo competitivo conduzido pela TotalEnergies.</p>
<p>De acordo com o Plano de Negócios 2025-2029 da estatal, a participação de 10% no bloco sul-africano depende de aprovação governamental local.</p>
<h2>Novas fronteiras</h2>
<p>Aqui no Brasil, a principal frente de interesse exploratório é a Margem Equatorial, região no litoral norte do país tida como de grande potencial, uma espécie de “novo pré-sal”.</p>
<p>A exploração depende, no entanto, de autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.</p>
<p>Ativistas apontam preocupações com o meio ambiente e aumento do uso de combustível fóssil, um dos causadores do aquecimento global. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pressionou, na última quarta-feira (12), que o Ibama autorize a exploração.</p>
<p>Há também grande interesse da petroleira na Bacia de Pelotas, no litoral sul do Brasil. A Petrobras é dona de 29 poços de exploração na região.</p>
<p>Um fator que explica o interesse na Bacia de Pelotas são descobertas de petróleo no Uruguai e na África &#8211; Namíbia e África do Sul. As duas costas geográficas possuem características físicas que se assemelham.</p>
<h2>América do Sul e EUA</h2>
<p>Além de posições na África, a Petrobras tem operações na América do Sul e nos Estados Unidos.</p>
<p>Na Colômbia, a estatal anunciou em dezembro de 2024 a descoberta da maior reserva de gás da história do país. O poço gigante Sirius-2, explorado em consórcio com a Ecopetrol, estatal de petróleo colombiana, tem capacidade equivalente à quase metade da produção diária de gás da Petrobras no Brasil.</p>
<p>A descoberta pode aumentar em 200% as reservas atuais da Colômbia. No entanto, a empresa brasileira explicou que, em um primeiro momento, a produção será destinada a abastecer a demanda do mercado interno colombiano.</p>
<p>Dois outros poços na região &#8211; Buena Suerte e Papayuela &#8211; estão na linha de exploração do consórcio, o que abre expectativa para que haja excedente de produção, e o Brasil possa importar gás da Colômbia.</p>
<p>Na Argentina, por meio da subsidiária Petrobras Operaciones S.A., a companhia detém uma participação de 33,6% no ativo de produção Rio Neuquén.</p>
<p>Na Bolívia, produz gás principalmente nos campos de San Alberto e San Antonio, com 35% de participação em cada um desses contratos de operação de serviços, que são operados principalmente para fornecer gás ao Brasil e à Bolívia.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a atuação se dá em campos em águas profundas no Golfo do México, com participação de 20% da Petrobras America Inc., formando com a Murphy Exploration &amp; Production Company a joint venture MPGoM.</p>
<h2>Produção e reservas</h2>
<p>A produção total de óleo e gás natural da Petrobras alcançou 2,7 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) em 2024. Mais de 80% no pré-sal (costa do Sudeste).</p>
<p>No fim de janeiro, a companhia informou que as estimativas de reservas provadas de óleo, condensado e gás natural apontam 11,4 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) ao fim de 2024. Deste total, 85% são de óleo e condensado e 15% de gás natural. </p>
<p>Desse montante, 1,3 bilhão de barris foram incorporados em 2024.</p>
<p>“Considerando a produção esperada para os próximos anos, é essencial seguir investindo na maximização do fator de recuperação, na exploração de novas fronteiras e na diversificação do portfólio exploratório para repor as reservas de petróleo e gás”, afirmou a estatal ao divulgar o total de reservas provadas.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/petrobras-mira-em-paises-africanos-para-recompor-reservas-de-petroleo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 17 Feb 2025 11:49:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/petrobras-mira-em-paises-africanos-para-recompor-reservas-de-petroleo/">Petrobras mira em países africanos para recompor reservas de petróleo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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