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	<title>Arquivo de Polícia - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Polícia - WeekNews</title>
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		<title>Casal de mulheres negras e LGBTQ+ é encontrado morto em São Vicente; polícia investiga crime com viés de ódio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:41:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Polícia Civil investiga com prioridade, sob sigilo, o assassinato de duas mulheres negras e LGBTQ+ na Baixada Santista. Ieda Simplício, de 62 anos, e Fabiana Nogueira, de 47 anos, foram encontradas sem vida na tarde do último sábado (20), no bairro Samaritá, em São Vicente. O casal, que morava em Praia Grande, estava desaparecido desde o dia 9 de julho. A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Praia Grande é a responsável pela apuração. Segundo a Polícia Civil, já foram requisitados exames periciais e necroscópicos para auxiliar nas investigações. Diligências continuam sendo realizadas para esclarecer os fatos e identificar a autoria do crime. O caso ganhou contornos de crime de ódio, com possível viés misógino e lesbofóbico. Diversas entidades&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/policia_civil_sp-1024x512.jpg" alt="Casal de mulheres negras e LGBTQ+ é encontrado morto em São Vicente; polícia investiga crime com viés de ódio" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-07/policia-investiga-com-prioridade-assassinato-de-casal-sao-vicente" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A Polícia Civil investiga com prioridade, sob sigilo, o assassinato de duas mulheres negras e LGBTQ+ na Baixada Santista. Ieda Simplício, de 62 anos, e Fabiana Nogueira, de 47 anos, foram encontradas sem vida na tarde do último sábado (20), no bairro Samaritá, em São Vicente. O casal, que morava em Praia Grande, estava desaparecido desde o dia 9 de julho.</p>
<p>A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Praia Grande é a responsável pela apuração. Segundo a Polícia Civil, já foram requisitados exames periciais e necroscópicos para auxiliar nas investigações. Diligências continuam sendo realizadas para esclarecer os fatos e identificar a autoria do crime.</p>
<p>O caso ganhou contornos de crime de ódio, com possível viés misógino e lesbofóbico. Diversas entidades e representantes da comunidade LGBTQ+ se manifestaram nas redes sociais cobrando justiça. A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) informou, na rede X, que acionou o Ministério Público de São Paulo.</p>
<p>Em sua publicação, Hilton destacou a brutalidade do crime. “Um casal de duas mulheres negras que estava prestes a se casar, ambas foram encontradas mortas em Praia Grande em condições estarrecedoras”, escreveu. “Seus corpos foram descobertos enterrados em uma área de mata nove dias após elas desaparecerem em São Vicente. Com seus corpos, foi encontrado também um crânio humano não identificado. [&#8230;] E é urgente que o poder público se atente às possibilidades de feminicídio, lesbocídio e assassinatos motivados por racismo, que investigue, descubra, julgue e prenda os culpados por esse crime bárbaro”, prosseguiu a deputada.</p>
<p>A fundadora do Instituto Marielle Franco e ex-ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, também se manifestou no X. Ela relembrou o aumento de casos de feminicídio no Brasil e cobrou investigação séria. “O Brasil continua sendo um país onde mulheres são assassinadas todos os dias. E quando essas mulheres são lésbicas, o silêncio e a invisibilidade também fazem parte da violência. Fabiana e Ieda não podem ser apenas mais um caso. Este crime de lesbofobia precisa ser investigado com seriedade, porque combater crimes de ódio também é responsabilidade do Estado. Justiça não pode ser seletiva”, afirmou.</p>
<p>A Liga Brasileira de Lésbicas e Mulheres Bissexuais publicou um memorial do casal no Instagram. A fundação, que existe desde 2003, apontou a importância de tratar o caso como feminicídio e lesbofobia. “Quando crimes contra mulheres lésbicas-sapatão são tratados apenas como ‘homicídios’, perde a possibilidade de compreender as motivações da violência e construir políticas públicas para o enfrentamento. [&#8230;] Quando denunciamos a morte de mulheres lésbicas-sapatão, afirmamos que este não é (mais um) caso isolado”, publicaram.</p>
<p>Outra questão levantada por usuários nas redes foi a falta de repercussão do caso na mídia. Diversos perfis argumentam que crimes de lesbofobia não recebem a devida atenção da imprensa, o que reforça a invisibilidade dessas violências.</p>
<p>A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre o andamento das investigações, que seguem sob sigilo. Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou motivação confirmada, mas as autoridades não descartam a hipótese de crime de ódio. O caso segue em apuração pela DIG de Praia Grande.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-07/policia-investiga-com-prioridade-assassinato-de-casal-sao-vicente" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>PF intima senador Jaques Wagner a depor em investigação sobre supostas fraudes no Banco Master</title>
		<link>https://weeknews.online/pf-intima-senador-jaques-wagner-a-depor-em-investigacao-sobre-supostas-fraudes-no-banco-master/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 21:12:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Banco]]></category>
		<category><![CDATA[Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Polícia Federal (PF) intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA) a prestar depoimento no dia 7 de agosto, em Brasília, no âmbito das investigações que apuram supostas fraudes envolvendo o Banco Master. A informação foi divulgada pela própria PF, e a oitiva ocorrerá na capital federal. A investigação busca esclarecer se o senador recebeu algum tipo de benefício em troca de apoio político no Congresso Nacional a projetos de interesse do banco. A suspeita é de que Wagner teria atuado para favorecer a instituição financeira em troca de vantagens indevidas. Em contato com jornalistas em Salvador nesta terça-feira (21), Jaques Wagner negou qualquer irregularidade. O senador afirmou estar tranquilo e que provará sua inocência ao longo do processo. Ele disse&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/988129-aaa_dsc_6783-008-1024x512.jpg" alt="PF intima senador Jaques Wagner a depor em investigação sobre supostas fraudes no Banco Master" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/pf-intima-jaques-wagner-depor-sobre-investigacoes-do-banco-master" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A Polícia Federal (PF) intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA) a prestar depoimento no dia 7 de agosto, em Brasília, no âmbito das investigações que apuram supostas fraudes envolvendo o Banco Master. A informação foi divulgada pela própria PF, e a oitiva ocorrerá na capital federal.</p>
<p>A investigação busca esclarecer se o senador recebeu algum tipo de benefício em troca de apoio político no Congresso Nacional a projetos de interesse do banco. A suspeita é de que Wagner teria atuado para favorecer a instituição financeira em troca de vantagens indevidas.</p>
<p>Em contato com jornalistas em Salvador nesta terça-feira (21), Jaques Wagner negou qualquer irregularidade. O senador afirmou estar tranquilo e que provará sua inocência ao longo do processo. Ele disse confiar na Justiça e nas investigações, mas reiterou que não cometeu nenhum ato ilícito.</p>
<p>Esta não é a primeira vez que o nome do senador aparece ligado ao caso. Em junho deste ano, Wagner foi alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela PF para investigar supostas relações ilícitas entre políticos e o banqueiro Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master.</p>
<p>Na ocasião, o senador já havia negado qualquer vínculo com o Banco Master e com seu atual dono, Daniel Vorcaro. No entanto, Wagner admitiu conhecer Augusto Lima, mas afirmou que o contato se limitava a relações pessoais e não envolvia qualquer tipo de favorecimento ou negócio.</p>
<p>A Operação Compliance Zero foi desencadeada a partir de investigações que apontaram possíveis esquemas de corrupção envolvendo o Banco Master e agentes públicos. A PF tem realizado diversas fases da operação para aprofundar as apurações sobre o suposto pagamento de propinas e outras vantagens indevidas.</p>
<p>O depoimento de Jaques Wagner será mais um passo no inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), já que o senador possui foro privilegiado. A expectativa é que a oitiva ajude a esclarecer a natureza das relações entre o parlamentar e os envolvidos no caso.</p>
<p>Até o momento, nem a assessoria do senador nem a defesa de Augusto Lima ou Daniel Vorcaro se manifestaram sobre a nova intimação. A PF também não divulgou detalhes sobre o conteúdo das investigações nem sobre possíveis outras testemunhas ou investigados.</p>
<p>O caso segue sob sigilo judicial, mas a movimentação da PF indica que as apurações estão avançando. A sociedade aguarda os desdobramentos para entender se houve ou não irregularidades na atuação do senador em relação ao Banco Master.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/pf-intima-jaques-wagner-depor-sobre-investigacoes-do-banco-master" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Criminosos usam três ônibus como barricada durante operação policial em Costa Barros</title>
		<link>https://weeknews.online/criminosos-usam-tres-onibus-como-barricada-durante-operacao-policial-em-costa-barros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 17:04:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[mas apresenta leve piora no quadro renal]]></category>
		<category><![CDATA[Mega-Sena acumula para R$ 25 milhões; confira números sorteados]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul: chuvas deixam 720 desabrigados em Eldorado do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Uma operação da Polícia Militar realizada na manhã desta segunda-feira (13) no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, na zona norte do Rio de Janeiro, teve três ônibus usados como barricadas por criminosos. A ação, conduzida pelo 41º BPM (Irajá), teve como objetivo reprimir os roubos de cargas e de veículos na região, além de retirar barricadas montadas por traficantes. De acordo com a PM, durante o ingresso das equipes na comunidade, criminosos utilizaram os ônibus para bloquear vias de acesso e também atearam fogo em objetos usados como barricadas. Imediatamente, os policiais foram deslocados para os locais com o objetivo de desobstruir as vias e restabelecer a circulação de veículos na região. A Secretaria Municipal de Educação informou que,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/thumb_1200x600_agbrasil-1024x512.png" alt="Criminosos usam três ônibus como barricada durante operação policial em Costa Barros" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-07/operacao-em-costa-barros-tem-onibus-feitos-de-barricada" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>Uma operação da Polícia Militar realizada na manhã desta segunda-feira (13) no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, na zona norte do Rio de Janeiro, teve três ônibus usados como barricadas por criminosos. A ação, conduzida pelo 41º BPM (Irajá), teve como objetivo reprimir os roubos de cargas e de veículos na região, além de retirar barricadas montadas por traficantes.</p>
<p>De acordo com a PM, durante o ingresso das equipes na comunidade, criminosos utilizaram os ônibus para bloquear vias de acesso e também atearam fogo em objetos usados como barricadas. Imediatamente, os policiais foram deslocados para os locais com o objetivo de desobstruir as vias e restabelecer a circulação de veículos na região.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Educação informou que, no Complexo da Pedreira, 19 unidades escolares foram impactadas pela operação. Não foram divulgados detalhes sobre o funcionamento das escolas ou se houve suspensão de aulas.</p>
<p>Além da desobstrução das vias, os policiais atuaram na busca por veículos roubados ou clonados que possam estar sendo utilizados na prática de delitos. A operação faz parte de um esforço contínuo para combater a criminalidade na região, que tem registrado altos índices de roubos de carga e veículos.</p>
<p>A Polícia Militar não informou se houve prisões ou apreensões durante a ação, nem se os ônibus usados como barricada foram recuperados ou estavam em situação regular. Também não há informações sobre feridos ou danos materiais além dos veículos incendiados.</p>
<p>O Complexo da Pedreira, em Costa Barros, é uma área conhecida pela forte presença de grupos criminosos, que frequentemente utilizam barricadas para dificultar a entrada da polícia. A operação desta segunda-feira é mais uma tentativa de retomar o controle da região e garantir a segurança dos moradores.</p>
<p>A população pode contribuir com denúncias anônimas através do Disque-Denúncia (21) 2253-1177 ou do aplicativo do órgão, sem precisar se identificar. A Polícia Militar reforça a importância da colaboração da comunidade para o sucesso das operações.</p>
<p>A Agência Brasil tentou contato com a Secretaria Municipal de Educação para obter mais informações sobre o impacto nas escolas, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. A operação segue em andamento na região.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-07/operacao-em-costa-barros-tem-onibus-feitos-de-barricada" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Governo do RJ deve entregar prazo para câmeras em uniformes policiais</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-do-rj-deve-entregar-prazo-para-cameras-em-uniformes-policiais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 19:19:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria Radioagência Nacional. O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, deu cinco dias para que o governo do Rio de Janeiro apresente cronograma para a instalação de câmeras de áudio e vídeo nos uniformes e viaturas de batalhões especiais de polícia e nas áreas de batalhões com os maiores índices de mortes com envolvimento de agentes de segurança. E em 10 dias, o governo terá de fornecer informações concretas sobre as novas promessas feitas em documento recente ao STF para a redução da letalidade policial. Em nota, o governo fluminense informou que “recebeu a notificação do Supremo Tribunal Federal e prestará os esclarecimentos dentro do prazo determinado pelo STF”.//  “Disse ainda que, em relação às câmeras operacionais portáteis, já estão em funcionamento na Polícia Militar cerca de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria Radioagência Nacional.</p>

<p></p>
<div>
<p>O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, deu cinco dias para que o governo do Rio de Janeiro apresente cronograma para a instalação de câmeras de áudio e vídeo nos uniformes e viaturas de batalhões especiais de polícia e nas áreas de batalhões com os maiores índices de mortes com envolvimento de agentes de segurança. E em 10 dias, o governo terá de fornecer informações concretas sobre as novas promessas feitas em documento recente ao STF para a redução da letalidade policial.</p>
<p>Em nota, o governo fluminense informou que “recebeu a notificação do Supremo Tribunal Federal e prestará os esclarecimentos dentro do prazo determinado pelo STF”.//  “Disse ainda que, em relação às câmeras operacionais portáteis, já estão em funcionamento na Polícia Militar cerca de 9 mil bodycam, adquiridas pelo governo do estado na maior licitação desse tipo de equipamento já feita no País”.//</p>
<p>A professora da Universidade Federal Fluminense, Jacqueline Muniz, doutora em estudos de segurança pública e Policia, avalia que para a efetivação dos resultados é preciso adotar medidas como atualização de protocolos, com conhecimento público, e a implantação de sistema de controle individual do uso da arma e do gasto de munição pelos policias…//</p>
<p>Para o coronel Ubiratan Ângelo, ex-comandante geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro,  o uso de câmeras em uniformes e viaturas dá mais transparência à ação policial….</p>
<p>Na decisão, o ministro Fachin também determinou que o Conselho Nacional de Justiça avalie o plano apresentado pelo estado do Rio de Janeiro, para reduzir as mortes com a participação de policiais.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2022-12/governo-do-rj-deve-entregar-prazo-para-cameras-em-uniformes-policiais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Caso Henry: celular da babá levou polícia a descobrir agressões</title>
		<link>https://weeknews.online/caso-henry-celular-da-baba-levou-policia-a-descobrir-agressoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:26:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[16ª Delegacia Policial]]></category>
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		<category><![CDATA[babá]]></category>
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		<category><![CDATA[caso henry]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Henry: julgamento é suspenso e será retomado nesta terça-feira]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
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		<category><![CDATA[e julgamento do caso Henry começa]]></category>
		<category><![CDATA[Jairinho desiste de novo adiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Jairinho tentou adiar o julgamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Justiça decide incluir testemunha em julgamento do caso Henry Borel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O delegado Edson Henrique Damasceno, então titular da delegacia policial que investigou a morte do Henry Borel, de 4 anos, em março de 2021, afirmou nesta terça-feira (26) que a análise de prints (reproduções) de mensagens de celular da babá do menino levaram a descobrir o que chamou de “farsa” por trás da morte da criança. “Se não tivessem esses prints, a mentira iria seguir”, declarou no júri durante abertura do segundo dia de julgamento do caso no 2º Tribunal do Júri, no Rio de Janeiro.   À época da morte, Damasceno estava à frente da 16ª Delegacia Policial (DP), sediada na Barra da Tijuca, bairro nobre do Rio de Janeiro onde morava o então casal Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e Monique Medeiros da Costa e Silva, acusados pela morte de Henry Borel.   Então vereador no&#8230;</p>
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<p>    </a>
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<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>O delegado Edson Henrique Damasceno, então titular da delegacia policial que investigou a morte do Henry Borel, de 4 anos, em março de 2021, afirmou nesta terça-feira (26) que a análise de <em>prints</em> (reproduções) de mensagens de celular da babá do menino levaram a descobrir o que chamou de “farsa” por trás da morte da criança.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Se não tivessem esses <em>prints</em>, a mentira iria seguir”, declarou no júri durante abertura do segundo dia de julgamento do caso no 2º Tribunal do Júri, no Rio de Janeiro.  </p>
</blockquote>
<p>À época da morte, Damasceno estava à frente da 16ª Delegacia Policial (DP), sediada na Barra da Tijuca, bairro nobre do Rio de Janeiro onde morava o então casal Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e Monique Medeiros da Costa e Silva, acusados pela morte de Henry Borel.  </p>
<p>Então vereador no Rio de Janeiro no quinto mandado, Dr. Jairinho era padrasto de Henry, filho de Monique Medeiros com Leniel Borel de Almeida Junior. <strong>O menino morreu na madrugada de 8 de março de 2021, com várias lesões pelo corpo.  </strong></p>
<h2>Lesões e manchas </h2>
<p><strong>Em depoimento, Henrique Damasceno relatou que o caso chegou à delegacia como acidente doméstico, mas que ao ter as primeiras informações do laudo cadavérico, que “mostrava lesões sérias”, seguiu por outra linha de investigação.</strong>  </p>
<blockquote>
<p>“Lesões no rim, pulmão, cabeça, fígado, equimose (mancha roxa) no corpo”, enumerou. </p>
</blockquote>
<p>O delegado conta que em depoimentos, o casal Jairinho e Monique declarava ter relação harmoniosa e feliz em família e que a causa das lesões seria uma queda da cama.  </p>
<p><strong>No entanto, ele afirma que uma reprodução simulada na casa de Jairinho e Monique mostrou que as lesões eram incompatíveis com acidente doméstico.  </strong></p>
<blockquote>
<p>“Ele foi vítima de lesões que culminaram na morte. É um laudo assinado por oito peritos”, disse.  <br /> </p>
</blockquote>
<h2><em>Prints</em> de celular </h2>
<p><strong>O delegado esclareceu que chegou à convicção de que Henry sofreu agressões ao ter acesso à <em>prints</em> de mensagens retiradas do celular da babá Thayná de Oliveira Ferreira.  </strong></p>
<p>Na análise das trocas de mensagens com Monique e com o namorado de Thayná, o delegado identificou relato de outros casos de agressão de Jairinho contra a criança de 4 anos, contrariando o que Thainá havia dito em depoimento na delegacia.   </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Ficou demonstrado que o menino já sofria violência na casa”.   </p>
</blockquote>
<p><strong>Em uma conversa entre a babá e a mãe da criança, há o relato de que o menino ficou trancado em um quarto com Jairinho e saiu de lá mancando e reclamando de dor na cabeça. </strong> </p>
<p>Ainda segundo o delegado, a babá pediu para Monique voltar para casa, mas a mãe só retornou cerca de duas horas e meia depois, pois estava fazendo a unha em um salão de beleza.  </p>
<p>No dia 13 de fevereiro, acrescentou Damasceno, Henry foi levado por Monique a um hospital porque se queixava de dores e mancava.  </p>
<blockquote>
<p>“A mãe relatou que o Henry tinha caído da cama, mesma versão que [o casal] deu para a morte no depoimento, que tropeçou e caiu da cama”. <br /> </p>
</blockquote>
<h2>Posição de Monique  </h2>
<p><strong>Para o delegado, as mensagens são confirmação de que Monique tinha ciência das agressões sofridas pelo filho. Outros diálogos mostram ainda, segundo Damasceno, de que Monique não mantinha posição de submissão a Jairinho.  </strong></p>
<blockquote>
<p>“Monique batia de frente com Jairo. Ela dizia que iria prejudicá-lo severamente caso ele não pagasse as coisas dela. Ninguém era subjugado naquele cenário”, constatou. </p>
</blockquote>
<p>As mensagens levaram também, segundo o delegado, a constatar que as pessoas ao redor de Henry, como babá, avó e empregada doméstica foram “treinadas a mentir” pelo escritório de advocacia que assumiu a defesa do casal em um primeiro momento. Além disso, prossegue ele, Monique orientou a babá a apagar mensagens do celular.  </p>
<p>Para recuperar conteúdos, a perícia lançou mão do <em>Cellebrite</em>, <em>software</em> israelense de uso exclusivo de autoridades para extrair e recuperar dados de celulares. A ferramenta consegue resgatar mensagens apagadas de aplicativos como WhatsApp. </p>
<p>Durante os relatos no Tribunal do Júri, Jairinho mantém a expressão séria, sem demonstrar reações. Em alguns momentos, conversa com advogados dele. Monique, por vezes, é vista de cabeça abaixada, apoiando-a com as mãos. </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=457109:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/1779816404_90_toms0994.jpg.jpeg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 23/03/2026 - Tribunal do Juri começa a julgar Jairinho e Monique pela morte de Henry Borel, no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, no centro da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=457109 --></div>
<p><h6 class="meta">Tribunal do Juri começa a julgar Jairinho e Monique pela morte de Henry Borel, no Tribunal de Justiça do Rio Foto:<strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=457109--></h6>
</p>
</div>
<h2>Pressão contra IML </h2>
<p>No depoimento, o delegado confirmou que Dr. Jairinho fez pressão para que o Hospital Barra D&#8217;Or, para onde Henry foi levado no dia da morte, atestasse a morte da criança, sem a necessidade de encaminhar o corpo para o Instituto Médico Legal (IML), onde seria periciado.  </p>
<p>Damasceno relatou que o menino chegou na unidade com parada cardiorespiratória, foi feita tentativa de ressuscitação, mas não resistiu.  </p>
<p><strong>Ele explicou que se não houvesse a realização da perícia pelo IML, o corpo poderia ter sido simplesmente sepultado, sem a coleta de provas.  </strong></p>
<p>O delegado relatou que um alto executivo da Rede D&#8217;Or confirmou que recebeu insistentes pedidos de Jairinho para que o hospital atestasse logo a morte. A pressão foi feita por ligações e mensagens de texto. “Ou vocês agilizam ou eu agilizo”, disse Jairinho, segundo Damasceno.  </p>
<p><strong>Questionado pela acusação, o delegado mencionou que Jairinho era influente, sendo vereador e filho do policial militar conhecido como Coronel Jairo, que tem histórico de mandatos de deputado estadual no Rio de Janeiro.  </strong></p>
<h2>Outras vítimas</h2>
<p><strong>Ao responder um questionamento da acusação, o delegado então titular da 16ª DP mencionou ter tomado conhecido de casos de duas ex-companheiras de Jairinho que procuraram a polícia para relatar agressão de filhos. Uma menina teria sido afogada por Jairinho.  </strong></p>
<blockquote>
<p>“Ele teria enfiado a cabeça dela embaixo d´água”, relatou. O outro caso foi de um menino que teve uma fratura no fêmur por causa de uma agressão. <br /> </p>
</blockquote>
<p>Depois de Enrique Damascenos estão previstos depoimentos de outras testemunhas de acusação e de defesa. A decisão do júri será tomada por sete jurados. A expectativa é que o julgamento dure cerca de cinco dias.   </p>
<h2>Renúncia de advogado </h2>
<p>Durante a sessão desta terça-feira, um dos advogados de Jairinho, Sérgio Figueiredo, anunciou que renunciava à participação no caso. Segundo ele, a decisão é em repúdio a decisão do Tribunal do Júri que negou o pedido da defesa de adiar novamente o julgamento, uma vez que o advogado que liderava a equipe, Fabiano Tadeu Lopes, sofreu um infarto e está hospitalizado.  </p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/jairinho-desiste-de-novo-adiamento-e-julgamento-do-caso-henry-comeca" target="_blank">Na abertura do julgamento, na segunda-feira (25), Jairinho tentou adiar o julgamento</a>, mas recuou após a ameaça de que seria transferido para o presídio de Bangu 1, mais rígido do que Bangu 8, no qual está atualmente.</p>
<h2>O caso </h2>
<p><strong>Segundo a denúncia, na madrugada de 8 de março de 2021, Dr. Jairinho espancou até a morte o menino Henry, enquanto a mãe, Monique Medeiros, se omitiu da responsabilidade, o que levou ao homicídio.</strong> De acordo com o Ministério Público, em outras três ocasiões em fevereiro de 2021, Jairo tinha submetido o menino a sofrimento físico e mental com emprego de violência.  </p>
<p><strong>Jairo é acusado de seis crimes, homicídio qualificado por meio cruel que impossibilitou a defesa da vítima; pelas três torturas praticadas contra criança; fraude processual; coação no curso do processo, entre outros. Monique responde por sete crimes, entre eles homicídio por omissão qualificado e omissão. </strong></p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/caso-henry-celular-da-baba-levou-policia-descobrir-agressoes" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Tue, 26 May 2026 14:18:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Segurança pública: apenas 32% se sentem seguros na cidade onde vivem</title>
		<link>https://weeknews.online/seguranca-publica-apenas-32-se-sentem-seguros-na-cidade-onde-vivem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 06:19:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. Pesquisa do Instituto Sou da Paz sobre segurança pública mostra que a maioria da população brasileira defende propostas que priorizam eficiência, prevenção, uso de tecnologia e respeito à lei. O estudo mostra ainda que os a maior parte dos entrevistados não se sente segura na cidade onde, especialmente as mulheres.  A pesquisa revela, por exemplo, que a frase “bandido bom é bandido morto” não encontra adesão ampla na sociedade – apenas 20% concordam com ela. No entanto, 73% acreditam que os criminosos devem ser julgados e presos pelos seus crimes. “A sociedade brasileira está cansada de promessas antiquadas e deseja outras formas de pensar esse tema, para além dos radicalismos cristalizados que não têm trazido resultados reais no dia a dia das pessoas.&#8230;</p>
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>Pesquisa do Instituto Sou da Paz sobre segurança pública mostra que a maioria da população brasileira defende propostas que priorizam eficiência, prevenção, uso de tecnologia e respeito à lei. O estudo mostra ainda que os a maior parte dos entrevistados não se sente segura na cidade onde, especialmente as mulheres. </strong></p>
<p>A pesquisa revela, por exemplo, que <strong>a frase “bandido bom é bandido morto” não encontra adesão ampla na sociedade – apenas 20% concordam com ela.</strong> No entanto, 73% acreditam que os criminosos devem ser julgados e presos pelos seus crimes.</p>
<blockquote>
<p>“A sociedade brasileira está cansada de promessas antiquadas e deseja outras formas de pensar esse tema, para além dos radicalismos cristalizados que não têm trazido resultados reais no dia a dia das pessoas. Há uma maioria silenciosa que busca resultados e eficácia, por isso apoia novas ideias sobre a segurança pública”, destacou a diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo.</p>
</blockquote>
<p>Realizado pela Oma Pesquisa, o estudo divulgado nesta segunda-feira (18) foi realizado de novembro a dezembro de 2025, com abrangência nacional e contou com 1.115 entrevistas presenciais, pessoais e domiciliares. </p>
<p>De acordo com o estudo, a maior parte da população (55%) acredita que o país precisa aplicar as leis já existentes a todos os criminosos, enquanto apenas uma parcela (39%) acredita na necessidade do aumento das penas. </p>
<p><strong>A pesquisa revela também que 77% da população entendem que armas legalmente compradas também podem ser utilizadas em atos violentos quando são roubadas; e 73% afirmam que ter mais armas em circulação gera mais violência. </strong></p>
<p>Sobre atuação policial, 82% são favoráveis ao uso de câmeras corporais como tecnologias protetivas e 65% acreditam que é preciso uma polícia melhor e mais preparada.</p>
<h2>Mulheres</h2>
<p><strong>A pesquisa demonstra ainda que apenas 32% das pessoas se sentem seguras na cidade onde moram, índice que cai para 26% entre as mulheres.</strong> O levantamento mostra também que 83% das pessoas identificaram a violência contra a mulher presente em suas cidades.</p>
<p>Para transformar a segurança pública nos próximos anos, o Instituto Sou da Paz recomenda cinco prioridades: proteger meninas e mulheres, fortalecer polícias mais preparadas e valorizadas, enfrentar o crime organizado, reduzir roubos e retirar armas ilegais de circulação.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-05/seguranca-publica-apenas-32-se-sentem-seguros-na-cidade-onde-vivem" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Mon, 18 May 2026 18:45:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Polícia de São Paulo encontra numa mala mulher esquartejada</title>
		<link>https://weeknews.online/policia-de-sao-paulo-encontra-numa-mala-mulher-esquartejada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 18:38:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil atinge recorde de feminicídios em 2025: quatro mortes por dia]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Estado de São Paulo registra recorde de feminicídios em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídios]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres denunciam feminicídios e a omissão do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Polícia Civil de São Paulo identificou, na manhã de quinta-feira (19), o corpo de uma mulher encontrado esquartejado dentro de uma mala, na capital paulista. A vítima tinha 34 anos, mas o nome não foi divulgado. As informações são da Secretaria da Segurança Pública (SSP) do estado. O Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) instaurou inquérito policial e investiga as circunstâncias do caso registrado como homicídio. “Exames periciais foram requisitados e serão analisados pela autoridade policial, assim que finalizados. Diligências prosseguem”, informou a SSP em nota. Notícias relacionadas: Brasil atinge recorde de feminicídios em 2025: quatro mortes por dia. Estado de São Paulo registra recorde de feminicídios em 2025. Em Brasília, mulheres denunciam feminicídios e a omissão do Estado.  A&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/policia-de-sao-paulo-encontra-numa-mala-mulher-esquartejada/">Leia mais...</a></p>
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        </a>
</div>
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Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>A Polícia Civil de São Paulo identificou, na manhã de quinta-feira (19), o corpo de uma mulher encontrado esquartejado dentro de uma mala, na capital paulista. A vítima tinha 34 anos, mas o nome não foi divulgado. As informações são da Secretaria da Segurança Pública (SSP) do estado.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771612716_166_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771612716_930_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) instaurou inquérito policial e investiga as circunstâncias do caso registrado como homicídio. “Exames periciais foram requisitados e serão analisados pela autoridade policial, assim que finalizados. Diligências prosseguem”, informou a SSP em nota.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Brasil atinge recorde de feminicídios em 2025: quatro mortes por dia.</li>
<li>Estado de São Paulo registra recorde de feminicídios em 2025.</li>
<li>Em Brasília, mulheres denunciam feminicídios e a omissão do Estado.</li>
</ul>
<p><strong> A polícia encontrou o corpo quando agentes da Guarda Civil Metropolitana foram acionados para atender uma ocorrência, informados de uma mala em um córrego, em Parelheiros, zona sul da cidade. Na ocasião, constataram que eram partes de um corpo humano.</strong></p>
<h2>Feminicídio em Diadema</h2>
<p>Uma mulher de 27 anos foi morta, com disparos de arma de fogo, pelo ex-companheiro, na noite de terça-feira (17), em Diadema (SP). Policiais militares foram acionados e apuraram que, na ocasião, o homem tinha ido buscar o filho deles na casa da vítima. A mãe da vítima também foi atingida pelos disparos, mas sobreviveu. O caso foi registrado como feminicídio tentado e consumado.</p>
<p><strong>Segundo a SSP, o suspeito &#8211; que havia fugido em um automóvel após o crime &#8211; foi preso na noite dessa quinta-feira (19), em cumprimento a mandado de prisão temporária. A polícia apreendeu a arma utilizada no crime. No dia anterior, policiais militares que realizavam patrulhamento localizaram o veículo do suspeito abandonado em via pública, em São Bernardo do Campo.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Também foram realizadas diligências na residência dele, onde foram apreendidos dois carregadores de pistola e diversos estojos de munição deflagrados”, diz nota da SSP, acrescentando que as diligências para o esclarecimento dos fatos estão em andamento.</p>
</blockquote>
<h2>Recorde de feminicídios</h2>
<p>O Brasil atingiu número recorde de 1.518 vítimas de feminicídios em 2025, ano em que a sanção da Lei do Feminicídio completou dez anos. Na ocasião, a norma inseriu no Código Penal o crime de homicídio contra mulheres no contexto de violência doméstica e de discriminação. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública.</p>
<p><strong>No ano anterior, em 2024, o país já havia atingido um recorde com 1.458 vítimas. “Se [o crescimento de feminicídios] está acontecendo, isso é uma omissão do Estado, porque esse é um crime evitável”, opinou Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).</strong></p>
<p> Camila Boehm &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/policia-de-sp-encontra-numa-mala-mulher-esquartejada">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 20 Feb 2026 14:23:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Operação Carnaval da polícia de SP já prendeu 33 pessoas</title>
		<link>https://weeknews.online/operacao-carnaval-da-policia-de-sp-ja-prendeu-33-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Feb 2026 14:28:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição a multidões no carnaval traz riscos à saúde dos animais]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[intelectual fundador do PT]]></category>
		<category><![CDATA[Metrô de SP funcionará ininterruptamente de sábado para domingo]]></category>
		<category><![CDATA[Morre José Álvaro Moisés]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas.  A Operação Carnaval da polícia de São Paulo já prendeu 33 pessoas nas ruas desde o dia 31 de janeiro. Entre os principais crimes cometidos pelos detidos estão furto de celulares, venda de bebida adulterada e estelionato. Neste sábado (14), policiais civis do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), fantasiados de personagens do desenho Scooby-Doo, prenderam três criminosos que furtavam celulares em um bloco na região da República, no centro da capital paulista. Com o trio, foram recuperados oito aparelhos celulares. Notícias relacionadas: Exposição a multidões no carnaval traz riscos à saúde dos animais. Metrô de SP funcionará ininterruptamente de sábado para domingo. Morre José Álvaro Moisés, intelectual fundador do PT. No Ibirapuera, também neste sábado, quatro pessoas foram presas&#8230;</p>
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				</p>
<p> A Operação Carnaval da polícia de São Paulo já prendeu 33 pessoas nas ruas desde o dia 31 de janeiro. <strong>Entre os principais crimes cometidos pelos detidos estão furto de celulares, venda de bebida adulterada e estelionato.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771165721_420_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771165721_761_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Neste sábado (14), policiais civis do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), fantasiados de personagens do desenho Scooby-Doo, prenderam três criminosos que furtavam celulares em um bloco na região da República, no centro da capital paulista. Com o trio, foram recuperados oito aparelhos celulares.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Exposição a multidões no carnaval traz riscos à saúde dos animais.</li>
<li>Metrô de SP funcionará ininterruptamente de sábado para domingo.</li>
<li>Morre José Álvaro Moisés, intelectual fundador do PT.</li>
</ul>
<p>No Ibirapuera, também neste sábado, quatro pessoas foram presas por furto de celulares. Cinco adolescentes foram apreendidos pelo mesmo crime durante patrulhamento preventivo.</p>
<p>No início do mês, no pré-Carnaval, nos dias 7 e 8 de fevereiro, 11 pessoas foram presas por crimes de venda de bebida adulterada, estelionato e furto de celulares. No final de semana anterior, uma operação na Barra Funda levou à prisão de 12 integrantes de uma quadrilha especializada em crimes patrimoniais no desfile de blocos.</p>
<h2>Mulheres</h2>
<p><strong>A Polícia Militar de São Paulo está aplicando um esquema especial de segurança no Carnaval, na capital paulista, para atender as mulheres. Policiais militares femininas estão nas ruas dedicadas especialmente ao acolhimento imediato de vítimas de importunação sexual e à prisão dos agressores. </strong></p>
<p>As policiais ficam em contato permanente com o programa Cabine Lilás, do Centro de Operações da PM (Copom). O programa também atende pelo 190 e tem 100% de seu efetivo formado por policiais mulheres.</p>
<p> </p>
<p> Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/operacao-carnaval-da-policia-de-sp-ja-prendeu-33-pessoas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 15 Feb 2026 11:14:00 -0300 </p>

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		<title>Polícia indicia donos de academia onde mulher foi intoxicada</title>
		<link>https://weeknews.online/policia-indicia-donos-de-academia-onde-mulher-foi-intoxicada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 11:50:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[indiciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Piscina]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A Polícia Civil de São Paulo pediu o indiciamento dos proprietários da academia C4 Gym, onde a professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, morreu vítima de aparente intoxicação após usar a piscina. Mais sete pessoas, incluindo o marido de Juliana, foram intoxicadas. As autoridades ainda investigam o que aconteceu. Os empresários prestaram depoimento na noite desta quarta-feira (11) e foram liberados. Funcionário A professora morreu no sábado (7), após usar a piscina da academia que fica na zona leste de São Paulo. Segundo a investigação policial, um funcionário do estabelecimento preparou cloro para colocar na água. Embora não tenha usado o produto na piscina, o empregado deixou o preparo próximo das pessoas, que inalaram os vapores químicos. Juliana começou a passar mal rapidamente, com&#8230;</p>
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<p>A Polícia Civil de São Paulo pediu o indiciamento dos proprietários da academia C4 Gym, onde a professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, morreu vítima de aparente intoxicação após usar a piscina. Mais sete pessoas, incluindo o marido de Juliana, foram intoxicadas. As autoridades ainda investigam o que aconteceu.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770897039_120_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770897039_953_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Os empresários prestaram depoimento na noite desta quarta-feira (11) e foram liberados.</strong></p>
<h2>Funcionário</h2>
<p><strong>A professora morreu no sábado (7), após usar a piscina da academia que fica na zona leste de São Paulo</strong>. Segundo a investigação policial, um funcionário do estabelecimento preparou cloro para colocar na água. Embora não tenha usado o produto na piscina, o empregado deixou o preparo próximo das pessoas, que inalaram os vapores químicos. Juliana começou a passar mal rapidamente, com problemas respiratórios. Ela foi levada ao hospital, mas sofreu uma parada cardíaca e morreu. O marido dela também foi intoxicado e está internado em estado grave.</p>
<p><strong>Há mais seis pessoas com suspeita de intoxicação.</strong></p>
<p>Segundo a polícia, o funcionário não é um piscineiro e a academia não tem alvará de funcionamento.</p>
<p>As investigações continuam. </p>
<p><strong>O Ministério Público de São Paulo busca saber se as outras unidades de C4 Gym estão regularizadas.</strong></p>
<p> Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/policia-indicia-donos-de-academia-onde-mulher-foi-intoxicada">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 12 Feb 2026 08:28:00 -0300 </p>

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		<title>Polícia quer apreender passaporte de envolvido na morte do cão Orelha</title>
		<link>https://weeknews.online/policia-quer-apreender-passaporte-de-envolvido-na-morte-do-cao-orelha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Feb 2026 20:03:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[a Polícia Civil de Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[cão Orelha]]></category>
		<category><![CDATA[Cão Orelha: polícia usa imagens e dados de celular para desvendar caso]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Orelha: polícia pede internação de adolescente envolvido no crime]]></category>
		<category><![CDATA[Centenas de pessoas em São Paulo pedem justiça pelo cão Orelha]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[maus tratos a animais]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/policia-quer-apreender-passaporte-de-envolvido-na-morte-do-cao-orelha/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Polícia Civil de Santa Catarina pediu a apreensão do passaporte do adolescente acusado da morte do cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis. A solicitação foi feita à justiça. A Polícia Federal também foi comunicada sobre o pedido. O objetivo é impedir que o adolescente saia do país. Em nota, a Polícia Civil disse que o Ministério Público (MP) do estado se manifestou favorável ao pedido. Notícias relacionadas: Cão Orelha: polícia usa imagens e dados de celular para desvendar caso. Caso Orelha: polícia pede internação de adolescente envolvido no crime. Centenas de pessoas em São Paulo pedem justiça pelo cão Orelha . “A instituição tem atuado de forma constante para que a denúncia dos envolvidos possa prosseguir para a justiça junto com as&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p><strong>A Polícia Civil de Santa Catarina pediu a apreensão do passaporte do adolescente acusado da morte do cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis. A solicitação foi feita à justiça. A Polícia Federal também foi comunicada sobre o pedido. O objetivo é impedir que o adolescente saia do país.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770494619_116_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770494619_318_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em nota, a Polícia Civil disse que o Ministério Público (MP) do estado se manifestou favorável ao pedido.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Cão Orelha: polícia usa imagens e dados de celular para desvendar caso.</li>
<li>Caso Orelha: polícia pede internação de adolescente envolvido no crime.</li>
<li>Centenas de pessoas em São Paulo pedem justiça pelo cão Orelha .</li>
</ul>
<p>“A instituição tem atuado de forma constante para que a denúncia dos envolvidos possa prosseguir para a justiça junto com as demais provas já obtidas nas investigações da morte do Cão Orelha”, diz a nota.</p>
</blockquote>
<h2>Divergências</h2>
<p><strong>A investigação em torno do caso enfrenta divergências entre a Polícia Civil e o MP. Ainda na sexta-feira (6), o MP informou que requisitará à Polícia Civil, nos próximos dias, diligências complementares nas investigações realizadas a partir da morte do cão Orelha.</strong></p>
<p>Segundo o MP, tanto a 10ª Promotoria de Justiça da capital, da área da Infância e Juventude, quanto a 2ª Promotoria de Justiça, da área criminal, concluíram pela necessidade de mais esclarecimentos e maior precisão na reconstrução dos acontecimentos.  </p>
<p><strong>O Ministério Público disse que identificou lacunas que precisam ser completadas na apuração “da possível participação de adolescentes em atos infracionais análogos a maus-tratos contra animais, relacionados à morte de um dos cães”.  </strong></p>
<p>Para a Polícia Civil há base legal para o pedido de internação do adolescente investigado pela morte do cão comunitário.</p>
<h2>Possível coação</h2>
<p><strong>O órgão disse ainda que segue apurando a possível prática de coação no curso do processo e ameaça envolvendo familiares dos adolescentes investigados e um porteiro de um condomínio da Praia Brava. O MP disse que concluiu pela necessidade de ampliar e detalhar a apuração dos fatos e “irá requisitar diligências complementares à Polícia Civil, inclusive para confirmar a inexistência de relação dos supostos crimes com a agressão aos animais”.  </strong></p>
<p>Na terça-feira (3), a Polícia Civil de Santa Catarina encerrou as investigações sobre as agressões que levaram o cão Orelha à morte e pediu a internação de um dos quatro adolescentes envolvidos no crime. </p>
<p><strong>Para conseguir provar a participação do autor &#8211; que não teve o nome revelado por ser menor de idade &#8211; as autoridades tiveram de recorrer à tecnologia importada e análise de imagens de câmeras de segurança.</strong></p>
<h2>Filmagens</h2>
<p>Segundo informações da polícia, foram analisadas mais de mil horas de filmagens captadas por 14 câmeras. Além disso, 24 testemunhas foram ouvidas.</p>
<p><strong>As imagens analisadas foram fundamentais para as autoridades, embora não existam gravações do momento do ataque ao animal. Foi através delas que os investigadores puderam verificar as roupas usadas pelo rapaz acusado no dia do crime, além de comprovar que ele havia saído de madrugada do condomínio onde mora.</strong></p>
<p> Luciano Nascimento &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/policia-quer-apreender-passaporte-de-quem-matou-cao-orelha">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 07 Feb 2026 16:25:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/policia-quer-apreender-passaporte-de-envolvido-na-morte-do-cao-orelha/">Polícia quer apreender passaporte de envolvido na morte do cão Orelha</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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