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	<title>Arquivo de Pré-COP - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Pré-COP - WeekNews</title>
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		<title>COP30: financiamento, transição e adaptação são centro das negociações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 10:35:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A partir desta segunda-feira (10), Belém passa a ser a capital temporária do Brasil, mas será principalmente o centro mundial das negociações sobre mitigação e adaptação frente às mudanças climáticas, e os investimentos necessários para atingir esses objetivos. A 30ª Conferência das Partes (COP30) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês) prossegue até o próximo dia 21 de novembro. Realizada pela primeira vez na Amazônia &#8211; bioma com a maior biodiversidade do planeta e um regulador do clima global -, a COP30 tem o enorme desafio de recolocar o tema das mudanças climáticas no centro das prioridades internacionais. Delegações de 194 países mais a União Europeia (UE) se inscreveram para participar, segundo informações da presidência da COP30.&#8230;</p>
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				</p>
<p>A partir desta segunda-feira (10), Belém passa a ser a capital temporária do Brasil, mas será principalmente o centro mundial das negociações sobre mitigação e adaptação frente às mudanças climáticas, e os investimentos necessários para atingir esses objetivos. A 30ª Conferência das Partes (COP30) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês) prossegue até o próximo dia 21 de novembro. Realizada pela primeira vez na Amazônia &#8211; bioma com a maior biodiversidade do planeta e um regulador do clima global -, a COP30 tem o enorme desafio de recolocar o tema das mudanças climáticas no centro das prioridades internacionais.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762770918_834_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762770918_653_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Delegações de 194 países mais a União Europeia (UE) se inscreveram para participar, segundo informações da presidência da COP30. A capital paraense estima receber mais de 50 mil visitantes, entre negociadores diplomáticos, observadores, cientistas, representações de governos, organizações da sociedade civil e movimentos sociais.</strong></p>
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</ul>
<p>O evento ganhou impulso, nos últimos dias, com a realização, também em Belém, da Cúpula do Clima, com a presença chefes de Estado, de governo e representantes de alto nível de cerca de 70 países. Anfitrião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva buscou engajar as nações em torno do consenso para ações práticas que possam frear o risco iminente de o planeta passar a conviver de forma permanente com temperaturas 1,5ºC.</p>
<blockquote>
<p> &#8220;A COP30 é a COP da verdade&#8221;, destacou o líder brasileiro, que reafirmou, em diferentes momentos, a urgência da necessidade de financiamento para adaptação e transição energética, de se afastar de forma planejada e acelerada da dependência dos combustíveis fósseis.</p>
</blockquote>
<p><strong>&#8220;A cúpula de líderes foi bastante positiva porque tocou num ponto que é fundamental, quando a gente discute clima, que é o fim do uso de combustíveis fósseis. O presidente Lula disse que quer ver, no fim da conferência, os países acordando um mapa do caminho, uma espécie de roteiro de como a gente vai fazer a transição, porque ela não vai acontecer da noite para o dia.</strong> Como essa transição vai acontecer? Quais países começam primeiro? Qual é a linha de tempo disso, o tamanho do esforço, quanto de financiamento? Esse recado foi fundamental&#8221;, afirma à <strong>Agência Brasil</strong> o secretário executivo da Observatório do Clima, Márcio Astrini. O Observatório do Clima é uma rede da sociedade civil brasileira, com mais de 130 integrantes, entre organizações ambientalistas, institutos de pesquisa e movimentos sociais para debater e pressionar por ações de mitigação e adaptação à crise climática.</p>
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Foto: José Cruz/Agência Brasil" title="José Cruz/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">O representante do Observatório do Clima, Márcio Astrini, diz que fim dos uso de combustíveis fósseis é discussão fundamental &#8211; Foto <strong>José Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=320478--></h6>
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<p><strong>O uso de combustíveis fósseis, como petróleo e carvão, representa 75% das emissões de gases que causam o efeito estufa e aumentam a temperatura do planeta, segundo dados da plataforma Climate Watch. </strong>Em seguida, aparecem agricultura (11,7%), resíduos (3,4%), processos industriais (4%), desmatamento e mudanças de uso da terra e das florestas (2,7%).</p>
<h2>Conjuntura desafiadora</h2>
<p>Apesar desse quadro, a urgência da agenda climática nunca esteve tão em xeque, em meio a conflitos armados persistentes, a saída dos Estados Unidos (EUA) do Acordo de Paris &#8211; com retorno da postura negacionista sobre o tema -, e até um repique no aumento das emissões de gases de efeito estufa ocorrido ano passado, especialmente por causa das emissões de CO2, o principal poluidor da atmosfera.</p>
<p><strong>Até o momento, menos de 80 países atualizaram suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDC, na sigla em inglês). As NDCs são metas de mitigação, ou seja, compromissos adotados pelos países para redução de emissões de gases de efeito estufa, e foram implementadas desde o Acordo de Paris, há exatos 10 anos.</strong> Juntas, as NDCs publicadas respondem por 64% das emissões globais. Entre os países que mais emitem esses gases, EUA (antes da posse de Donald Tump), China e União Europeia apresentaram suas metas, mas a Índia, terceira maior emissora, ainda não entregou. Países que representam mais de um terço das emissões globais seguem sem atualizar seus compromissos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A gente não sabe o que os países prometeram fazer, porque eles não entregaram essas promessas. Então, você esperava que eles apresentassem ali durante a cúpula, pelo menos alguns deles, mas as promessas não vieram e isso daí foi um lado muito ruim&#8221;, critica Márcio Astrini.</p>
</blockquote>
<p><strong>Em sua décima e última carta à comunidade internacional, divulgada no sábado (9), o presidente-designado da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, fez um chamado aos países para que Belém se torne &#8220;um ciclo de ação&#8221; no enfrentamento da crise climática</strong>. Para o embaixador, este é o momento de implementar uma agenda de mudanças focada na união e na cooperação.</p>
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<h6 class="meta">O presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, na abertura da Pré-COP30 &#8211; Foto <strong>Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong><!--END copyright=440220--></h6>
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<p>Ao longo do último ano de preparação, uma série de discussões prévias buscou alinhar a convergência entre os países, como a Conferência de Bonn, em junho, na Alemanha, e a Pré-COP, em Brasília, realizada no mês passado. Vale lembrar que os pactos nas COP por consenso, entre as 198 partes da Convenção do Clima e do Acordo de Paris, tornam o processo negociador extremamente completo.</p>
<h2>Adaptação e transição</h2>
<p><strong>Na avaliação de negociadores, três temas deverão guiar as negociações da conferência: adaptação climática, transição justa e a implementação do Balanço Global do Acordo de Paris (GST, na sigla em inglês).</strong></p>
<p>A adaptação se refere à forma como cidades e territórios devem se preparar para lidar com eventos climáticos extremos, como o tornado que destruiu Rio Novo do Iguaçu, no interior do Paraná. Nesse caso, a COP30 deve definir indicadores para o Objetivo Geral de Adaptação Climática, uma forma de medir o progresso dos países.</p>
<p>O tema da transição justa deve ganhar um programa de trabalho oficial na estrutura da COP, com diretrizes para a implementação de políticas que atendam às pessoas impactadas pela transição rumo a economias de baixo carbono. Nesse caso, somado ao tema da transição energética, a meta é criar condições para que trabalhadores impactados pelas transformações em setores poluidores, por exemplo, tenham condições de atuar em novas áreas da economia.</p>
<p>A outra prioridade é a implementação do Balanço Global do Acordo de Paris. O primeiro foi há dois anos, na COP28, em Dubai, e apresentou uma série de recomendações para orientar os países na superação dos desafios da mudança do clima e no combate ao aquecimento global.</p>
<h2>Financiamento</h2>
<p><strong>Além de todas as questões práticas está o gargalo do financiamento, sem o qual a guinada necessária para que o planeta possa consolidar uma economia de baixo carbono será inatingível</strong>. Essa é a principal armadilha nas negociações da COP30, avalia Márcio Astrini, do Observatório do Clima.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Os países ricos, há muito tempo, prometeram que iriam colocar dinheiro em cima da mesa. Eles são os que mais devem dentro dessa conta do clima e prometeram financiar uma saída para que os países pudessem ali se desenvolver, sem perder sua economia, sem gerar pobreza, implementando novas tecnologias. Só que o dinheiro prometido para fazer essa transição nunca apareceu, na verdade. E isso gerou uma crise de confiança, que piorou na última conferência do clima [a COP29, em Baku, no Azerbaijão]&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Para tentar impulsionar a resolução desse problema, foi apresentado um plano estratégico com o objetivo de viabilizar US$ 1,3 trilhão por ano de financiamento climático. Elaborado pelas presidências da COP29 e COP30, o documento batizado de &#8220;Mapa do Caminho de Baku a Belém&#8221; foi apresentado na última semana para tentar dar contornos mais concretos sobre como materializar esses recursos </p>
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<h6 class="meta">Fundo Florestas Tropicais para Sempre tem aportes prometidos de mais de US$ 5,5 bilhões &#8211; <strong>Frame TV Brasil</strong><!--END copyright=440077--></h6>
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<p>Na agenda de ação brasileira, um dos instrumentos financeiros prioritários é o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês). Lançado na última quinta-feira (6) durante a Cúpula do Clima, o projeto conta com aportes prometidos de mais de US$ 5,5 bilhões para financiar a manutenção e proteção das florestas tropicais presentes em cerca de 70 países. Ao menos 20% desses recursos deverão ser destinados a comunidades tradicionais e povos indígenas.  </p>
<h2>Sociedade civil</h2>
<p><strong>Se o resultado das negociações da COP30 ainda são incertos, a conferência certamente será marcada por uma exuberante participação da sociedade civil brasileira e internacional.</strong> Muito além da Zona Azul (Blue Zone), onde ocorrerão os eventos oficiais e o acesso é restrito a negociadores e pessoal credenciado, uma série de atividades espalhadas por toda a cidade pretende mobilizar a atenção em torno de diversas facetas da questão climática. O epicentro será a Zona Verde (Green Zone), a área pública da COP30, de entrada gratuita, que também fica no Parque da Cidade, em Belém.</p>
<p>O espaço é administrado pelo governo federal, mas sociedade civil, instituições públicas e privadas, comunidades tradicionais, juventude e demais atores não governamentais poderão se conectar, dialogar e apresentar projetos de tecnologia e inovação em soluções para a crise climática. É também um espaço de convivência e lazer gratuito par a população. No Pavilhão do Círculo dos Povos, por exemplo, povos indígenas, comunidades tradicionais, pequenos agricultores e outras populações consideradas essenciais na proteção dos biomas, terão uma extensa agenda. A COP30 deverá receber a maior mobilização indígena da história de todas as outras edições, com mais de 3 mil pessoas.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Clima não é conversa de ambientalista ou de diplomata. Clima tem a ver com o nosso dia a dia &#8211; quando sobe o preço do café, por exemplo, é porque a safra, o plantio, teve prejuízo no Brasil, na Indonésia, no Vietnã, por questões climáticas. Quando a gente tem a tarifa vermelha [na conta de luz], é porque não choveu direito no local certo, as hidrelétricas não foram abastecidas, a energia ficou mais cara. Clima é uma coisa que tem a ver com o nosso prato de comida, com o nosso dia a dia&#8221;, diz Márcio Astrini, ao celebrar a ampla participação social prevista nesta COP.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Essa já é a COP vitoriosa, porque o fato de ser realizada no Brasil movimentou diversos setores, muitos deles que nunca tinham conversado, se aproximado da agenda de clima, pessoal da religiosidade, do movimento negro, nós tivemos juízes, a área da saúde, da educação, são muitos movimentos que foram ficando mais próximos, mais íntimos do problema, se apropriando mais da agenda do clima&#8221;.</p>
<p><strong>Outro grande destaque em Belém será a Cúpula dos Povos, de organização autônoma dos movimentos sociais, que começa na quarta-feira (12) na Universidade Federal do Pará (UFPA).</strong> Uma barqueata no Rio Guamá, que banha a capital paranese, deve dar início à mobilização. O evento vai reunir movimentos sociais, indígenas, quilombolas e ribeirinhos de mais de 62 países para discutir uma transição justa do clima. No sábado (15), uma grande marcha dos povos pelas ruas de Belém também está prevista.</p>
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<div class="meta">O coordenador executivo da APIB, Dinamam Tuxá, diz que acodos firmados devem ser cumpridos &#8211; Foto <strong>Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong><!--END copyright=420080--></div>
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</div>
<blockquote>
<p>&#8220;Em todas as COPs, saíram acordos que não foram cumpridos na sua totalidade. O que precisamos é que esses acordos firmados, de fato, sejam efetivados e cumpridos. E chamar quem de fato lida com a proteção territorial, a preservação e a conservação para a mesa de negociação. De igual para igual&#8221;, afirma Dinamam Tuxá, coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).</p>
</blockquote>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Enviado Especial , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-11/cop30-financiamento-transicao-e-adaptacao-sao-centro-das-negociacoes">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 10 Nov 2025 07:09:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Pré-COP: Brasil propõe resposta global a incêndios florestais</title>
		<link>https://weeknews.online/pre-cop-brasil-propoe-resposta-global-a-incendios-florestais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 12:17:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES lança plataforma para acompanhar ações do Fundo Clima]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios Florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-COP]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-COP começa com contribuições de 67 países para negociações globais]]></category>
		<category><![CDATA[Proposta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Durante a Pré-COP, em Brasília, evento preparatório à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), representantes da delegação brasileira apresentaram aos 67 países participantes uma proposta de resposta global para enfrentar incêndios florestais e em outros ecossistemas do mundo. O secretário extraordinário de Controle do Desmatamento e Ordenamento Ambiental Territorial do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), André Lima, destacou que só em 2024, o Brasil teve impactos em 35 milhões de hectares de florestas, campos, cerrado e pastos consumidos por incêndios. Apenas na Amazônia, uma área de 6 milhões de hectares de vegetação nativa, maior que países como a Bélgica ou a Suíça, foi atingida. Notícias relacionadas: BNDES lança plataforma para acompanhar ações do Fundo Clima. Pré-COP começa com&#8230;</p>
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				</p>
<p>Durante a Pré-COP, em Brasília, evento preparatório à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), representantes da delegação brasileira apresentaram aos 67 países participantes uma proposta de resposta global para enfrentar incêndios florestais e em outros ecossistemas do mundo.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760530649_690_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760530649_889_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O secretário extraordinário de Controle do Desmatamento e Ordenamento Ambiental Territorial do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), André Lima, destacou que só em 2024, o Brasil teve impactos em 35 milhões de hectares de florestas, campos, cerrado e pastos consumidos por incêndios. </strong>Apenas na Amazônia, uma área de 6 milhões de hectares de vegetação nativa, maior que países como a Bélgica ou a Suíça, foi atingida.</p>
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<li>Pré-COP começa com contribuições de 67 países para negociações globais.</li>
</ul>
<p>“Precisamos ir além e adotar um código de conduta forte e eficaz, que assegure que os incêndios florestais sejam tratados como prioridade global de clima”, reforçou.</p>
</blockquote>
<p><strong>A abordagem, que será lançada oficialmente na COP30 em Belém, reconhece os saberes dos povos indígenas e comunidades locais nas iniciativas de prevenção, preparação, resposta, recuperação e uso ecológico do fogo.</strong></p>
<p>O objetivo da proposta é engajar países em ações de manejo do fogo resultante dos impactos das mudanças climáticas, como secas extremas e altas temperaturas. A proposta foi apresentada na forma de um chamado aos países para que se tornem signatários.</p>
<p><strong>O secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores (MRE), embaixador Maurício Lyrio, lembrou que os desafios impostos pelo aquecimento global são de todos os países e devem receber uma resposta global equivalente</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Nenhuma nação pode enfrentá-los sozinha. É por isso que propomos este chamado à ação sobre gestão integrada do fogo e resiliência a incêndios florestais”.</p>
</blockquote>
<p><strong>O presidente da COP29, Mukhtar Babayev, que também participou da sessão, declarou apoio à iniciativa e destacou a importância da escolha do lugar para sediar a próxima rodada de negociação sobre o clima.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Sediar a COP30 na Amazônia oferece uma plataforma poderosa para avançar na resiliência a incêndios florestais, e temos satisfação em apoiar essa importante iniciativa. Infelizmente, os incêndios estão se tornando cada vez mais frequentes, severos e imprevisíveis”, conclui.</p>
</blockquote>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-10/pre-cop-brasil-propoe-resposta-global-incendios-florestais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 15 Oct 2025 08:50:00 -0300 </p>

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		<title>Povos da floresta sofrem mais com o clima, diz líder extrativista</title>
		<link>https://weeknews.online/povos-da-floresta-sofrem-mais-com-o-clima-diz-lider-extrativista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 00:41:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cerca de 300 iniciativas lançadas em COPs foram descontinuadas]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Povos da Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-COP]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-COP começa com contribuições de 67 países para negociações globais]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-COP dos Povos e Comunidades Tradicionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), Julio Barbosa de Aquino, defendeu, nesta terça-feira (14), que a próxima Conferência do Clima (em Belém, em novembro)  será ocasião para trazer os povos da floresta para dentro do debate climático. Ele participou do evento Pré-COP dos Povos e Comunidades Tradicionais, o primeiro de uma série de quatro encontros para debater temas socioambientais envolvendo os seis biomas brasileiros. Os resultados das discussões serão levados à COP30. Notícias relacionadas: Cerca de 300 iniciativas lançadas em COPs foram descontinuadas. Pré-COP começa com contribuições de 67 países para negociações globais. “Ninguém sofre mais com a questão climática do que as pessoas que moram na floresta e que vivem da agricultura familiar. São essas pessoas que produzem para&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O presidente do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), Julio Barbosa de Aquino, defendeu, nesta terça-feira (14), que a próxima Conferência do Clima (em Belém, em novembro)  será ocasião para trazer os povos da floresta para dentro do debate climático.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760488919_981_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760488919_957_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Ele participou do evento <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://Confira o debate em https://www.youtube.com/watch?v=HODaA0dDiHg">Pré-COP dos Povos e Comunidades Tradicionais</a>, o primeiro de uma série de quatro encontros para debater temas socioambientais envolvendo os seis biomas brasileiros. Os resultados das discussões serão levados à COP30.</p>
<blockquote>
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<ul>
<li>Cerca de 300 iniciativas lançadas em COPs foram descontinuadas.</li>
<li>Pré-COP começa com contribuições de 67 países para negociações globais.</li>
</ul>
<p>“Ninguém sofre mais com a questão climática do que as pessoas que moram na floresta e que vivem da agricultura familiar. São essas pessoas que produzem para levar alimento para a cidade”, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>Impactos</h2>
<p>Aquino exemplificou que, quando o bioma sofre, o rio pode ficar intrafegável. “Nem os barcos chegam lá com alimento. Nem a produção sai de dentro desses territórios para fazer o comércio. Nem a merenda escolar ou o transporte escolar chegam”. </p>
<p>Para o presidente do CNS, esse é o debate mais importante porque é concreto. “Nós não temos extrativista se nós não tivermos o nosso rio protegido. Esse é o grande desafio que nós temos”.</p>
<h2>Novas reservas</h2>
<p>A quebradeira de coco Maria Nice Machado Aires, que mora na Baixada Maranhense, entende que a COP30 será tempo de defender as reservas extrativistas, tanto as que existem como as que podem ser criadas. </p>
<blockquote>
<p>“Nós temos sido exemplos de fortalecimento da floresta. Até porque nós temos uma política diferenciada que defende o meio ambiente, e a política social e cultural”, afirmou. </p>
</blockquote>
<h2>Agenda do governo</h2>
<p>A secretária nacional de povos e comunidades tradicionais, Edel Moraes, do Ministério do Meio Ambiente, argumentou que as reivindicações dos quilombolas, indígenas e extrativistas estão na agenda do governo federal para a COP.  Inclusive, ela citou que uma das novidades da presidência da COP foi criar o Círculo dos Povos. </p>
<blockquote>
<p>“O Ministério do Meio Ambiente conseguiu diminuir o desmatamento que afetava diretamente também comunidades extrativistas, povos e comunidades tradicionais”, afirmou a secretária do governo federal. </p>
</blockquote>
<h2>Justiça territorial</h2>
<p>Presidenta do Comitê Chico Mendes, a ambientalista Ângela Mendes, filha do líder seringueiro, defendeu que o evento em Belém precisa olhar o legado da luta dos povos e das comunidades extrativistas. </p>
<blockquote>
<p>“Não é possível fazer justiça climática sem fazer justiça territorial, sem reconhecer o direito e a importância desses povos”, afirmou. Ela considera indispensável a participação dos mais jovens e dos que atuam na defesa do meio ambiente. Ângela Mendes avalia que o potencial de comunicação feita pelos jovens pode ser fundamental para os avanços.</p>
</blockquote>
<h2>Mudança de temas</h2>
<p>Diretor da organização não-governamental The Nature Conservancy, José Otávio Passos considerou que, historicamente, as conferências do clima têm se concentrado mais no debate para os países desenvolvidos sobre energia e combustíveis. </p>
<p>Para ele, as necessidades dos povos da florestas deveriam ser priorizados. “Falta a gente olhar para duas outras crises, a da biodiversidade e a social. Ter a COP na Amazônia é uma oportunidade de a gente colocar as pessoas e as comunidades no centro do debate climático”.</p>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-10/povos-da-floresta-sofrem-mais-com-o-clima-diz-lider-extrativista">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 14 Oct 2025 21:20:00 -0300 </p>

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		<title>Conseguimos pré-consensos para negociações, diz presidente da COP30</title>
		<link>https://weeknews.online/conseguimos-pre-consensos-para-negociacoes-diz-presidente-da-cop30/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 00:25:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil lança proposta para quadruplicar combustíveis sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Cerca de 300 iniciativas lançadas em COPs foram descontinuadas]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[diz Marina]]></category>
		<category><![CDATA[do Fundo Florestas Tropicais para Sempre]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento para ações de preservação das florestas e conservação dos oceanos]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[na COP30]]></category>
		<category><![CDATA[negociadores de 67 países se reuniram em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-COP]]></category>
		<category><![CDATA[proposta brasileira de quadruplicar os combustíveis sustentáveis até 2030]]></category>
		<category><![CDATA[Subsídio para energia limpa precisa superar o de fósseis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Por dois dias, negociadores de 67 países se reuniram em Brasília, na Pré-COP, para alinhar posições no evento preparatório para a conferência sobre mudanças climáticas que ocorrerá daqui a menos de um mês, em Belém. A Pré-COP, que terminou no início da noite desta terça-feira (14), não costurou acordos formais ou anúncios de novas metas, mas facilitou a construção de entendimentos prévios para as longas negociações que seguirão na inédita COP da Amazônia, a partir de 10 de novembro. Notícias relacionadas: Brasil lança proposta para quadruplicar combustíveis sustentáveis. Cerca de 300 iniciativas lançadas em COPs foram descontinuadas. Subsídio para energia limpa precisa superar o de fósseis, diz Marina. Na avaliação do embaixador André Corrêa do Lago, presidente designado da COP30, foi possível mapear&#8230;</p>
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				</p>
<p>Por dois dias, negociadores de 67 países se reuniram em Brasília, na Pré-COP, para alinhar posições no evento preparatório para a conferência sobre mudanças climáticas que ocorrerá daqui a menos de um mês, em Belém.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760487914_546_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760487915_765_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A Pré-COP, que terminou no início da noite desta terça-feira (14), não costurou acordos formais ou anúncios de novas metas, mas facilitou a construção de entendimentos prévios para as longas negociações que seguirão na inédita COP da Amazônia, a partir de 10 de novembro.</p>
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<ul>
<li>Brasil lança proposta para quadruplicar combustíveis sustentáveis.</li>
<li>Cerca de 300 iniciativas lançadas em COPs foram descontinuadas.</li>
<li>Subsídio para energia limpa precisa superar o de fósseis, diz Marina.</li>
</ul>
<p>Na avaliação do embaixador André Corrêa do Lago, presidente designado da COP30, foi possível <strong>mapear os principais pontos de entendimentos e possíveis impasses</strong>.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O que houve aqui, e que foi extremamente útil fazer essa Pré-COP, é que nós já temos isso agora muito melhor mapeado, porque eles [países] foram muito claros nos limites do que eles podem ou não podem aceitar no processo negociador. Então, ainda falta muita coisa porque tem muita coisa&#8221;, afirmou a jornalistas em coletiva de imprensa para avaliar o encontro.</p>
</blockquote>
<p>Segundo Corrêa do Lago, do total de 140 temas oficiais das negociações da COP30, a maioria é de ordem administrativa. &#8220;Têm, digamos assim, uns seis ou sete [temas] muito importantes, e uns 20 realmente importantes. Então, já tem todo um mapa, eu acho que avançou significativamente&#8221;, disse.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;As COPs têm essa dinâmica de suspense que eu gostaria que a gente não precisasse na mesa, [mas] eu acho que a gente conseguiu alguns pré-consensos sem confirmação de que já sejam [consensos]&#8221;, acrescentou.</p>
</blockquote>
<p>Na mesma linha, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, também avaliou que os<strong> limites postos sobre a mesa criam possibilidades de conversas mais direcionadas durante a COP30</strong>.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Mesmo que existam algumas sinalizações mais claras dos limites, acho que existem ganchos para que esses limites possam se conversar, se interpelar e aprofundar diferenças no sentido de encontrar caminhos&#8221;, apontou.</p>
</blockquote>
<p>Entre as diferentes questões tratadas na Pré-COP, a ministra do Meio Ambiente reforçou as sessões sobre clima e natureza, no sentido de garantir<strong> financiamento para ações de preservação das florestas e conservação dos oceanos</strong> .</p>
<p>&#8220;Os extremos climáticos já exigem com que governos e todos nós tenhamos que agir local e globalmente, tanto em recursos, quanto tecnologia, solidariedade, porque a mudança do clima não tem fronteiras, os fenômenos extremos, às vezes de chuvas torrenciais, não faz nenhuma diferença em relação às fronteiras do Brasil com o Peru, do Brasil com a Bolívia e os incêndios, a mesma coisa&#8221;, afirmou Marina Silva.</p>
<p>Outras discussões relevantes passaram pelo tema da transição energética, inclusive com a proposta brasileira de quadruplicar os combustíveis sustentáveis até 2030, e também por uma prioridade para a agenda de adaptação climática.</p>
<p>&#8220;A sessão sobre clima e natureza, por exemplo, ficou muito claro que há consenso de que é necessário novos instrumentos econômicos para a valorização da natureza&#8221;, destacou a diretora-executiva da COP30, Ana Toni, acrescentando que os participantes concordaram que deve &#8220;ser uma COP de implementação e soluções&#8221;.</p>
<p>No campo das metas climáticas, a Pré-COP não alterou muito o cenário. <strong>Até o momento, 62 países de 195 apresentaram formalmente suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), representando apenas 31% das emissões globais</strong>.</p>
<p>Grandes regiões poluidoras da atmosfera, como União Europeia e Índia, com delegações presentes na Pré-COP, ainda não renovaram esses compromissos, que são justamente aqueles pactuados desde o Acordo de Paris, há 10 anos, para assegurar que a temperatura do planeta não exceda 1,5ºC até o fim do século.</p>
<p>&#8220;A [reunião] bilateral com a União Europeia foi muito clara, um comprometimento muito grande com relação às suas NDCs. Eles estão absolutamente comprometidos em obter uma NDC e assegurar um papel de liderança da União Europeia nesse contexto. O grupo dos 77 [bloco de países emergentes] e outros grupos também foram muito claros sobre que eles pretendem ter em Belém&#8221;, ponderou o presidente da COP30, sobre as reuniões dos últimos dias.</p>
<h2>Sociedade civil</h2>
<p>A percepção de entidades da sociedade civil é que a <strong>Pré-COP conseguiu ativar um clima favorável à construção do multilateralismo, mas que faltou uma sinalização mais contundente sobre o tema da proteção das florestas.</strong></p>
<p>&#8220;Onde estão as florestas nas negociações da COP30? Afinal, um dos grandes diferenciais da COP30 é que ela acontece na maior floresta do planeta, que tem papel central no combate e adaptação à crise climática, mas que também está à beira do colapso. Na Pré-COP30, última rodada de conversas antes de Belém, não vimos os países se engajarem em torno de conversas sobre a urgente proteção das florestas&#8221;, afirma a especialista em política internacional do Greenpeace Brasil, Camila Jardim.</p>
<p>Uma das<strong> </strong>iniciativas brasileiras nesse tema é o lançamento, na COP30, do Fundo Florestas Tropicais para Sempre<strong> </strong>(TFFF, sigla em inglês para The Tropical Forest Forever Facility). O fundo será um mecanismo de financiamento, no valor previsto de US$ 125 bilhões (cerca de R$ 680 bilhões), destinado a preservar esses biomas florestais, presentes em cerca de 70 países, e que são cruciais para a regulação do regime de chuvas e captura de carbono na atmosfera.  </p>
<p>Idealizado pelo Brasil, em articulação com a Colômbia, Noruega, Reino Unido, França e Emirados Árabes Unidos, o fundo também vem sendo apoiado por nações que contam com enormes extensões de florestas tropicais, como Gana, República Democrática do Congo (RDC), Malásia e Indonésia.</p>
<p>O Fundo Florestas Tropicais para Sempre também terá, entre suas regras, o repasse direto de 20% do total de seus recursos para comunidades de povos indígenas e tradicionais que vivem e preservam esses biomas, reforçando o papel comunitário na preservação. Cada hectare preservado será remunerado no valor de US$ 4.</p>
<p>&#8220;As soluções baseadas na natureza podem gerar até 30% das reduções de emissões necessárias até 2030, mas recebem menos de 3% do financiamento climático. A rota Baku-Belém e outros eixos de negociação, como o Artigo 6.4 do Acordo de Paris, sobre mercados de carbono, precisam contribuir para fechar essa lacuna e alinhar recursos com oportunidades para a natureza. Da mesma forma, o TFFF precisa de adesões concretas e recursos para cumprir seu papel. Isso não é só possível: é essencial para cumprir as metas climáticas&#8221;, apontou Gustavo Souza, diretor sênior de Políticas Públicas e Incentivos da Conservação Internacional. </p>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-10/conseguimos-pre-consensos-para-negociacoes-diz-presidente-da-cop30">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 14 Oct 2025 21:25:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Brasil lança proposta para quadruplicar combustíveis sustentáveis</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-lanca-proposta-para-quadruplicar-combustiveis-sustentaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 23:54:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Cerca de 300 iniciativas lançadas em COPs foram descontinuadas]]></category>
		<category><![CDATA[Com 468 km]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[Delivering Sustainable Fuels - Pathways to 2035]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-COP]]></category>
		<category><![CDATA[Trilha Amazônia Atlântica será inaugurada na COP30]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/brasil-lanca-proposta-para-quadruplicar-combustiveis-sustentaveis/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Brasil lançou nesta terça-feira (14), no segundo e último dia de negociações da Pré-COP, em Brasília, uma iniciativa chamada de &#8220;Compromisso de Belém pelos Combustíveis Sustentáveis&#8221; ou &#8220;Belém 4x&#8221;, que pretende somar esforços para quadruplicar a produção e o uso de combustíveis sustentáveis até 2035. O texto está sendo negociado pelo Brasil com países parceiros, como Índia, Itália e Japão, e será publicado nos próximos dias, informou o Palácio Itamaraty. A ideia é que possa ser endossado durante a Cúpula do Clima, em 6 e 7 de novembro, em Belém, quando chefes de Estado e de governo estarão reunidos para dar o pontapé das negociações da COP30, que começará três dias depois.   A meta de quadruplicar a produção de combustíveis sustentáveis&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/brasil-lanca-proposta-para-quadruplicar-combustiveis-sustentaveis/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>O Brasil lançou nesta terça-feira (14), no segundo e último dia de negociações da Pré-COP, em Brasília, uma iniciativa chamada de &#8220;Compromisso de Belém pelos Combustíveis Sustentáveis&#8221; ou &#8220;Belém 4x&#8221;, que pretende somar esforços para quadruplicar a produção e o uso de combustíveis sustentáveis até 2035.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760486045_930_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760486046_608_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O texto está sendo negociado pelo Brasil com países parceiros, como Índia, Itália e Japão, e será publicado nos próximos dias, informou o Palácio Itamaraty. A ideia é que possa ser endossado durante a Cúpula do Clima, em 6 e 7 de novembro, em Belém, quando chefes de Estado e de governo estarão reunidos para dar o pontapé das negociações da COP30, que começará três dias depois.<br />
 <br />
A meta de quadruplicar a produção de combustíveis sustentáveis tem como base relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) intitulado <em><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.iea.org/reports/delivering-sustainable-fuels" target="_blank">Delivering Sustainable Fuels &#8211; Pathways to 2035</a></em>, publicado mais cedo. <strong>O documento aponta alternativas como hidrogênio e derivados, biocombustíveis, biogases e sintéticos para expandir a base de uso e difusão desse tipo de energia.</strong></p>
<p>&#8220;Países como o Brasil têm todas as condições de dar uma contribuição para além de si mesmo, porque temos fontes renováveis e diversificadas de energia, mas é possível fazer um mutirão para que a gente aumente, na matriz energética global, as energias renováveis. Elas são uma chave para que a gente possa diminuir a nossa dependência do uso de combustível fóssil&#8221;, destacou a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, ao comentar a iniciativa liderada pelo governo brasileiro.</p>
<blockquote>
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<ul>
<li>Cerca de 300 iniciativas lançadas em COPs foram descontinuadas.</li>
<li>Com 468 km, Trilha Amazônia Atlântica será inaugurada na COP30.</li>
</ul>
<p>&#8220;E aqui eu acho que é extremamente importante você ter a mais respeitada agência especializada em energia dizendo o quanto é importante multiplicar por quatro os combustíveis sustentáveis&#8221;, reforçou o presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago.</p>
</blockquote>
<p>A meta de quadruplicar os combustíveis sustentáveis se soma à meta de triplicar a capacidade global de produzir energia renovável e duplicar a taxa de eficiência energética até 2030, que havia sido aprovada na COP28, realizada em Dubai, Emirados Árabes Unidos, em 2023. Foi nessa edição que os países adotaram, pela primeira vez, uma decisão coletiva para &#8220;transitar para longe dos combustíveis fósseis&#8221; e, ao mesmo tempo, ampliar drasticamente as fontes limpas e sustentáveis de energia, priorizando geração por fontes como solar, eólica, hidrelétrica, biomassa e geotérmica.<br />
 </p>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-10/brasil-lanca-proposta-para-quadruplicar-combustiveis-sustentaveis">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 14 Oct 2025 20:32:00 -0300 </p>

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		<title>Brasil reafirma urgência de financiamento para ações climáticas</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-reafirma-urgencia-de-financiamento-para-acoes-climaticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 01:33:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Com 460 km]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[entregaram uma acarta à Presidência da COP30 com apelo para a disponibilização de US$ 86 bilhões por ano]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento climático]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas pedem demarcações e combate às mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[no DF]]></category>
		<category><![CDATA[participação de negociadores de 67 países]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-COP]]></category>
		<category><![CDATA[Restauro florestal pode render US$ 100 bi por ano a países tropicais]]></category>
		<category><![CDATA[Trilha Amazônia Atlântida será inaugurada na COP30]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. No primeiro de dois dias de debates da Pré-COP, evento preparatório para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorrerá daqui a um mês, em Belém, a delegação brasileira pautou a urgência de recursos financeiros para que se possa atingir as metas de mitigação, adaptação e transição socioeconômica justa para o planeta diante do aquecimento global. A Pré-COP segue até esta terça-feira (14), em Brasília, com a participação de negociadores de 67 países, entre diplomatas, ministros e outros funcionários de governos nacionais. &#8220;Durante décadas, extraímos da natureza os recursos que moveram o desenvolvimento econômico. Agora, é hora de inverter essa lógica: redirecionar recursos humanos, financeiros e tecnológicos para preservar, restaurar e usar, de forma sustentável, os recursos naturais que&#8230;</p>
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				</p>
<p>No primeiro de dois dias de debates da Pré-COP, evento preparatório para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorrerá daqui a um mês, em Belém, a <strong>delegação brasileira pautou a urgência de recursos financeiros para que se possa atingir as metas de mitigação, adaptação e transição socioeconômica justa</strong> para o planeta diante do aquecimento global.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760405600_928_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760405600_314_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A Pré-COP segue até esta terça-feira (14), em Brasília, com a participação de negociadores de 67 países, entre diplomatas, ministros e outros funcionários de governos nacionais.</p>
<p>&#8220;Durante décadas, extraímos da natureza os recursos que moveram o desenvolvimento econômico. Agora, é hora de inverter essa lógica: redirecionar recursos humanos, financeiros e tecnológicos para preservar, restaurar e usar, de forma sustentável, os recursos naturais que ainda temos. Precisamos mudar antes de sermos mudados pela emergência climática&#8221;, afirmou a ministra do Meio Ambiente e Mudanças do Clima, Marina Silva, ao abrir o segmento sobre Natureza e Clima da Pré-COP, na tarde desta segunda-feira (13).</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>No DF, indígenas pedem demarcações e combate às mudanças climáticas.</li>
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<li>Com 460 km, Trilha Amazônia Atlântida será inaugurada na COP30.</li>
</ul>
<p>Marina Silva destacou a <strong>necessidade estimada de US$ 280 bilhões por ano apenas para proteger as florestas, quatro vezes mais do que o que está disponível </strong>atualmente. Outros US$ 16 bilhões ao ano são necessários, segundo ela, para a conservação dos oceanos.</p>
<p>Na cerimônia de abertura da Pré-COP, pela manhã, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que lidera o Círculo dos Ministros das Finanças, também destacou os debates acerca da ampliação do financiamento climático nos países em desenvolvimento como sendo uma das prioridades desta COP, especialmente em torno do chamado Mapa do Caminho de Baku a Belém. Uma iniciativa política para atingir US$ 1,3 trilhão em recursos por ano até 2035.</p>
<p>Reforma de bancos multilaterais, maior fluxo de investimentos a quem precisa e mobilização do setor privado estão entre os assuntos das conversas.</p>
<h2>Reforço do multilateralismo</h2>
<p>Durante a mesa redonda ministerial, que reúne os representantes dos países e não é aberta ao público, a convergência em torno da necessidade de soluções multilaterais, especialmente no tema da adaptação, foi reforçada, segundo o relato do presidente designado da COP30, o embaixador André Corrêa do Lago.</p>
<p>&#8220;Eu acho que deu para sentir um alinhamento grande com o desejo do fortalecimento do multilateralismo, isso não há a menor dúvida. O tema da adaptação foi muito enfatizado. Super enfatizado. Adaptação de país rico a pequenas ilhas, país médio, adaptação [foi] consenso geral&#8221;, afirmou em entrevista a jornalistas.</p>
<p><strong>Até o momento, 62 países de 195 apresentaram formalmente suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), representando apenas 31% das emissões globais.</strong></p>
<p>Grandes regiões poluidoras da atmosfera, como União Europeia e Índia, com delegações presentes na Pré-COP, ainda não renovaram esses compromissos, que são justamente aqueles pactuados desde o Acordo de Paris, há 10 anos, para assegurar que a temperatura do planeta não exceda 1,5ºC até o fim do século.  </p>
<p>&#8220;É essencial que as conversas na Pré-COP incentivem maior ambição, compromissos climáticos adequados e, acima de tudo, o financiamento necessário para possibilitar avanços reais&#8221;, apontou Gustavo Souza, diretor sênior de Políticas Públicas e Incentivos da Conservação Internacional (CI-Brasil).</p>
<h2>Pressão social</h2>
<p>A pressão vinda da sociedade civil também se fez notar na Pré-COP em Brasília. Representantes de cerca de 40 organizações da sociedade civil, de diferentes regiões do planeta, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://politicaporinteiro.org/2025/10/13/organizacoes-de-todo-o-mundo-pedem-que-cop30-triplique-financiamento-para-adaptacao-climatica/" target="_blank">entregaram uma acarta à Presidência da COP30 com apelo para a disponibilização de US$ 86 bilhões por ano</a> até 2030 em ações de adaptação, voltadas especialmente às comunidades mais vulneráveis e suscetíveis aos efeitos das mudanças no clima.</p>
<p>&#8220;A COP30 chega em um momento histórico de convergência: a ciência, os países vulneráveis e a sociedade civil estão dizendo a mesma coisa, é hora de agir pela adaptação com a mesma ambição dedicada à mitigação&#8221;, afirmou Natalie Unterstell, presidente do Instituto Talanoa – uma das organizações signatárias da carta.</p>
<p>&#8220;Embora Belém já avance no tema, com a conclusão dos indicadores do Objetivo Global de Adaptação, a implementação de ações de adaptação depende de financiamento previsível. Colocar a adaptação no coração das negociações poderá tornar a COP30 um divisor de águas no enfrentamento da crise climática&#8221;, reforçou Natalie.</p>
<p>Outro ponto que pode emergir das negociações que seguirão até Belém, também a partir de pressão da sociedade civil, refere-se à demanda pelo estabelecimento de espaços formais, dentro e fora da COP, para viabilizar caminhos da chamada &#8220;Transição Justa&#8221;, que garanta futuro digno para comunidades que vão precisar transformar seus modos de vida.</p>
<p>A iniciativa, que está sendo chamada de Mecanismo de Ação de Belém (BAM, na sigla em inglês), é impulsionada pela Climate Action Network (CAN), uma rede global de mais de 1,9 mil organizações da sociedade civil em mais de 130 países, que trabalham juntas para combater a crise climática.</p>
<p>&#8220;A CAN, sindicatos, grupos feministas, campanha de justiça climática e grupos de jovens começaram a empurrar uma vez mais a ideia de que os diálogos não são suficientes para implementar uma transição justa real. A gente entende que é preciso constituir essa entidade estável&#8221;, afirma Anabella Rosemberg, especialista em justiça social das políticas ambientais na CAN.</p>
<p>A ideia de um mecanismo multilateral para acelerar e apoiar os esforços nacionais de transição, facilitando financiamento e apoio técnico, seria um amadurecimento do Programa de Trabalho para uma Transição Justa (JTWP), criado pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês) implantada ainda na COP28, em Dubai.</p>
<p>Além da institucionalização deste mecanismo na COP, as organizações defendem a uniformização conceitual sobre o que é Transição Justa, que abrange não apenas a questão energética, mas todos os efeitos sociais e econômicos que a transformação climática está acarretando.</p>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-10/brasil-reafirma-urgencia-de-financiamento-para-acoes-climaticas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 13 Oct 2025 22:05:00 -0300 </p>

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		<title>No DF, indígenas pedem demarcações e combate às mudanças climáticas</title>
		<link>https://weeknews.online/no-df-indigenas-pedem-demarcacoes-e-combate-as-mudancas-climaticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 00:51:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Com 460 km]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-COP]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-COP começa com contribuições de 67 países para negociações globais]]></category>
		<category><![CDATA[Restauro florestal pode render US$ 100 bi por ano a países tropicais]]></category>
		<category><![CDATA[Trilha Amazônia Atlântida será inaugurada na COP30]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A artesã Luana Kaingang, de 34 anos, utiliza no corpo peças produzidas por pessoas da sua comunidade, em um território demarcado em Porto Alegre (RS). O problema é que as mudanças climáticas têm abalado a renda de seu povo.  “A criciúma, a taquara e o komag não crescem como antes”, conta. Notícias relacionadas: Restauro florestal pode render US$ 100 bi por ano a países tropicais. Com 460 km, Trilha Amazônia Atlântida será inaugurada na COP30. Pré-COP começa com contribuições de 67 países para negociações globais. São com essas plantas que é produzido o artesanato na comunidade de 58 famílias. “Passamos por períodos de longa estiagem e de temporais. Isso prejudica muito nossa terra”, lamentou.  Enfrentar as mudanças do clima é ainda mais difícil quando não há sequer&#8230;</p>
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				</p>
<p>A artesã Luana Kaingang, de 34 anos, utiliza no corpo peças produzidas por pessoas da sua comunidade, em um território demarcado em Porto Alegre (RS). O problema é que as <strong>mudanças climáticas têm abalado a renda de seu povo</strong>. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760403065_125_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760403065_266_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“A criciúma, a taquara e o komag não crescem como antes”, conta.</p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Restauro florestal pode render US$ 100 bi por ano a países tropicais.</li>
<li>Com 460 km, Trilha Amazônia Atlântida será inaugurada na COP30.</li>
<li>Pré-COP começa com contribuições de 67 países para negociações globais.</li>
</ul>
<p>São com essas plantas que é produzido o artesanato na comunidade de 58 famílias. “Passamos por períodos de longa estiagem e de temporais. Isso prejudica muito nossa terra”, lamentou. </p>
<p>Enfrentar as mudanças do clima é ainda mais difícil quando não há sequer segurança no lugar em que se vive. Ela estava entre os <strong>cerca de 200 representantes de povos indígenas de todo o país que realizaram um evento nesta segunda-feira (13), em Brasília, pedindo a regularização de terras</strong>.</p>
<p>Eles andaram até o gramado em frente ao Ministério da Justiça, na Esplanada dos Ministérios, e fizeram falas de reivindicação. </p>
<h2>“Escudo contra desmatamento”</h2>
<p>Segundo o diretor-executivo da Apib, Kleber Karipuna, <strong>cada terra indígena demarcada é um “escudo” contra o desmatamento</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“A ciência comprova o que já sabemos: terra demarcada é floresta em pé e viva. Só nossos territórios na Amazônia geram 80% das chuvas que regam o agronegócio no Brasil”. </p>
</blockquote>
<p>O ato, promovido pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) com apoio da Avaaz, integra a programação da Pré-COP Indígena, que acontece em Brasília, também na terça-feira (14), em paralelo à Pré-COP dos Estados;</p>
<p>Segundo a Apib, a demarcação de 104 Terras Indígenas aguarda apenas as etapas finais no Executivo Federal. </p>
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<h6 class="meta"><!--copyright=440361-->Brasília (DF), 13/10/2025 &#8211; Passeata indígena em defesa da demarcação de terras. <strong>Foto:</strong> <strong>Valter Campanato/Agência Brasil</strong><!--END copyright=440361--></h6>
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<p> </p>
<h2>Proteção</h2>
<p>Ele exemplificou que, apenas na Amazônia, entre 2001 e 2021, esses territórios absorveram cerca de 340 milhões de toneladas de CO2 da atmosfera, o equivalente às emissões anuais de combustíveis fósseis do Reino Unido. </p>
<p>Um argumento importante que mostra o papel desses defensores da natureza é que as Terras Indígenas já demarcadas da Amazônia apresentam índice de desmatamento baixíssimo, tendo perdido historicamente apenas 1,74% de sua vegetação original.</p>
<p>O ato fez parte da campanha “A Resposta Somos Nós&#8221;, da Apib. Inclusive, a entidade lançou neste ano a NDC Indígena (Contribuições Nacionalmente Determinadas), construída pelos próprios povos, que propõe incluir a proteção de territórios, saberes e modos de vida como parte das metas oficiais do Brasil no Acordo de Paris.</p>
<h2>Modo de vida</h2>
<p>No caso de Luana Kaingang, do Rio Grande do Sul, a demarcação viabiliza o modo de vida da agroecologia e de proteção das matas nativas.</p>
<blockquote>
<p>“Na nossa região, a nossa principal reivindicação é para manter o parque e não criar prédios, condomínios, com a especulação imobiliária”.</p>
</blockquote>
<p>Também da Região Sul e do povo Kaingang, a artesã Kauane Félix, de 24 anos, tinha nos braços o filho de dois anos de idade, agasalhado por uma bandeira do Brasil. Ela vive em comunidade rural na cidade de Novas Laranjeiras. Segundo ela, o desmatamento nas redondezas, promovido por  invasores têm sido um problema para o seu povo. </p>
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<h6 class="meta">Brasília &#8211; 13/10/2025 &#8211; Kauane Félix fala do impacto do desmatamento em sua comunidade &#8211;<strong> Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</strong><!--END copyright=440358--></h6>
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<p>Com mais araucárias nativas derrubadas, mais vulnerável fica o seu povo. “Está impactando nossa alimentação. Impacto no milho, feijão, mandioca e também nas frutas nativas, como a pitanga”. O lugar não é igual como era na sua infância. “Quando eu era criança, era muito frio. Hoje, na mesma época, está calor”.</p>
<p>Ela se orgulha que a comunidade tem conseguido trabalho de reflorestamento com apoio da Polícia Rodoviária Federal, que tem lançado sementes por helicóptero. </p>
<h2>Tensão na fronteira</h2>
<p>Também presente no ato, a indígena Sally Nhandeva (foto em destaque), de 21 anos, que mora em Japurã, fronteira do Mato Grosso do Sul com o Paraguai, disse que há desafios no dia a dia. Um dos problemas reais que eles passam é, segundo ela, as ameaças de fazendeiros brasileiros e também paraguaios. </p>
<p>“Queremos viver sem os agrotóxicos dos vizinhos. E proteger a nossa floresta. Eles entram na nossa comunidade querendo nos despejar”. O que tem protegido o seu povo é que a demarcação já chegou para eles. </p>
<p>Mesmo diante das dificuldades, ela, que tem um filho, não pensa em deixar a comunidade. “Se a gente fugir, quem vai lutar por nós?”, questiona.</p>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-10/no-df-indigenas-pedem-demarcacoes-e-combate-mudancas-climaticas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 13 Oct 2025 21:49:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Pré-COP começa com contribuições dos círculos para ação climática</title>
		<link>https://weeknews.online/pre-cop-comeca-com-contribuicoes-dos-circulos-para-acao-climatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 19:21:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[5 milhões em Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Círio de Nazaré]]></category>
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		<category><![CDATA[Fome é irmã da guerra e inimiga da democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[no ano da COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-COP]]></category>
		<category><![CDATA[reúne 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Pré-COP, evento preparatório para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), começou nesta segunda-feira (13) em Brasília, com a participação de negociadores de 67 países. Durante a cerimônia de abertura, representantes dos quatros ciclos de liderança apresentaram contribuições para orientar os debates sobre os desafios da agenda climática global. Ao abrir a rodada de discursos, o presidente em exercício, Gerado Alckmin, destacou a importância do esforço entre os países para avançar a uma etapa de implementação das ações climáticas. Notícias relacionadas: Círio de Nazaré, no ano da COP30, reúne 2,5 milhões em Belém. Fome é irmã da guerra e inimiga da democracia, diz Lula . “Convoco a todas e a todos a compartilharmos essa preocupação ambiental e esse amor ao&#8230;</p>
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p><strong>A Pré-COP, evento preparatório para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), começou nesta segunda-feira (13) em Brasília, com a participação de negociadores de 67 países. </strong>Durante a cerimônia de abertura, representantes dos quatros ciclos de liderança apresentaram contribuições para orientar os debates sobre os desafios da agenda climática global.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760383267_842_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760383267_302_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Ao abrir a rodada de discursos, o presidente em exercício, Gerado Alckmin, destacou a importância do esforço entre os países para avançar a uma etapa de implementação das ações climáticas.</p>
<blockquote>
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</ul>
<p>“Convoco a todas e a todos a compartilharmos essa preocupação ambiental e esse amor ao próximo não apenas em nossos discursos, mas em ações concretas, em benefício de toda a comunidade internacional e como legado para as gerações futuras”.</p>
</blockquote>
<p><strong>Alckmin também propôs às delegações que orientem seus esforços em torno de três objetivos centrais: o reforço do multilateralismo, a conexão do regime climático à vida real das pessoas e a aceleração da implementação do Acordo de Paris.</strong></p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/pzzb6071.jpg" alt="Brasília (DF) 13/10/2025 - O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, acompanhado de vários ministros, participa da abertura da Pré-COP30. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Geraldo Alckmin destacou a importância do esforço entre os países para avançar a uma etapa de implementação das ações climáticas.- <strong>Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong><!--END copyright=440225--></h6>
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</div>
<p>Além de Alckmin, o secretário executivo da Convenção do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês), Simon Stiell, reforçou a necessidade de união entre os países independentemente de posições políticas e das pressões específicas, em benefício comum da humanidade. “A estrada para Belém é curta, mas com vastas possibilidades. Então, vamos fazer cada hora de trabalho contar”, reforçou.</p>
<p>Líderes dos círculos de ministros das Finanças, dos Povos, de Presidentes da COP e do Balanço Ético Global também fizeram um balanço na abertura da Pré-COP sobre os avanços nos debates ocorridos na etapa de mobilização. <strong>Os quatro círculos são estruturas da arquitetura pensada pela presidência da COP30 para dar suporte às negociações globais desde a etapa de mobilização até a conferência, em novembro.</strong></p>
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<h2>Governança</h2>
<p>O líder do Círculo de Presidentes da COP, Laurent Fabius, trouxe um balanço da etapa de mobilização ocorrida nas reuniões entre os presidentes de COP desde a que criou o Acordo de Paris, em 2015. Com o objetivo de fortalecer a governança climática global e buscar soluções para a implementação do Acordo de Paris, o grupo apontou quatro caminhos a serem seguidos inspirados por palavras iniciadas com a letra ‘i’: inspiração, implementação, inclusão e inovação.</p>
<p>De acordo Laurent Fabius, que presidiu a COP21 em Paris, a inspiração no Acordo de Paris conduzirá a implementação de Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs na sigla em inglês) da Missão 1.5, de não permitir o aumento do aquecimento global e do Balanço Global (GST, na sigla em inglês), de acordo com um planeta carbono zero.</p>
<p>Para Fabius, tudo isso deve ocorrer de forma inclusiva com o aumento da participação de indígenas, afrodescendentes e povos tradicionais, missões religiosas, autoridades políticas, setor empresarial e organizações sociais. Tudo por meio de inovações. “É de grande importância que a ciência e a educação trabalhem a favor da justiça climática e de forma a enfrentar a desinformação”, destacou.</p>
<h2>Povos</h2>
<p>A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, que também lidera o Círculo dos Povos da COP30, destacou o avanço dos trabalhos nas duas comissões constituídas para mobilização. Na comissão dos povos indígenas, o principal avanço ocorreu na inclusão alcançada no processo de negociação climática.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/pzzb6296.jpg" alt="Brasília (DF) 13/10/2025 - A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara,  participam da abertura da Pré-COP30. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=440231 --></div>
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<h6 class="meta">Sônia Guajajara ressaltou os avanços do Círculo dos Povos &#8211; <strong>Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong><!--END copyright=440231--></h6>
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<p>“Nós, enquanto povos indígenas, teremos a maior e melhor participação da história das COPs na Zona Azul [onde ocorrem as negociações] e uma expectativa de recebermos mais de 3 mil indígenas na Aldeia COP, aumentando a participação com reforço das nossas mensagens centrais de reconhecimento dos territórios indígenas como política climática e o financiamento direto, trazendo os povos indígenas para o protagonismo das ações climáticas”, diz.</p>
<p><strong>Sônia Guajajara também ressaltou que o círculo avançou também nas atividades desempenhadas pela comissão de afrodescendentes, povos e comunidades tradicionais e agricultura familiar no sentido de aumentar o engajamento e participação das comunidades tradicionais no regime climático.</strong></p>
<h2>Finanças</h2>
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<h6 class="meta">Fernando Haddad e o presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, participam da abertura da Pré-COP30 &#8211; <strong>Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong><!--END copyright=440235--></h6>
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</div>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, líder do Círculo dos Ministros das Finanças, destacou a continuidade dos debates acerca da ampliação do financiamento climático nos países em desenvolvimento como um dos principais esforços do círculo. Cinco prioridades foram apontadas pelos trabalhos desenvolvidos no grupo: aumento dos fluxos de financiamento e de fundos climáticos, reforma de bancos multilaterais de desenvolvimento, aumento da capacidade doméstica de investimentos sustentáveis, inovações para mobilizar o setor privado e melhoria do marco regulatório do financiamento climático global.</p>
<p><strong>De acordo com Haddad, algumas das iniciativas em resposta às prioridades foram o lançamento do Fundo Florestas Tropicais para Sempre, a criação de uma coalizão aberta para integração dos Mercados de Carbono e a sugestão de uma supertaxonomia que reúna de forma global as vocações regionais para orientar investimentos sustentáveis.</strong></p>
<p>Segundo o ministro da Fazenda, um relatório final será apresentado nesta semana em Washington, durante os Encontros Anuais do Banco Mundial e do FMI. Posteriormente o relatório será encaminhado com a Agenda de Ação para debate em São Paulo, no mês de novembro.</p>
<p>“Por fim, o documento será formalmente entregue ao Presidente da COP em Belém, como contribuição à construção do Mapa do Caminho de Baku a Belém para 1,3 trilhão de dólares”, destaca.</p>
<h2>Balanço Ético Global</h2>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/pzzb6377.jpg" alt="Brasília (DF) 13/10/2025 - O presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara,  participam da abertura da Pré-COP30. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Marina Silva destacou os diálogos do círculo de participação social ocorridos em cada um dos continentes do mundo &#8211; <strong>Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong><!--END copyright=440238--></h6>
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</div>
<p>A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima e líder do Balanço Ético Global &#8211; o quarto círculo da COP30 – Marina Silva destacou que o círculo de participação social realizou seis diálogos regionais ocorridos em cada um dos continentes do mundo, além de 56 diálogos que alcançaram 15 países de 20 nacionalidades, reunindo mais de 3,7 mil pessoas em torno de reflexões éticas sobre as decisões políticas e implementações das ações climáticas.</p>
<blockquote>
<p>“Ele [o Balanço Ético Global] amplia a agenda climática para incorporar dimensões culturais, raciais, intergeracionais e territoriais — reconhecendo que a transição necessária é tanto técnica quanto dos princípios e valores humanos”, destacou Marina Silva.</p>
</blockquote>
<p>Após apresentar o resumo sobre os trabalhos do BEG, Marina Silva reforçou a ideia de mutirão lançada pela presidência designada da COP30 como a ferramenta mais capaz de viabilizar a implementação dos acordos já alcançados pelo multilateralismo climático. “Que o BEG e os demais círculos de mobilização da COP30 possam contribuir para que ela [a COP30] entre para a história das COPs como a base fundante de um novo marco referencial.  O marco referencial que ajudou a evitar os pontos de não retorno: tanto do clima quanto do multilateralismo climático”, conclui.</p>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-10/pre-cop-comeca-com-contribuicoes-dos-circulos-para-acao-climatica">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 13 Oct 2025 15:41:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Pré-COP busca impulsionar mobilização climática antes de Belém</title>
		<link>https://weeknews.online/pre-cop-busca-impulsionar-mobilizacao-climatica-antes-de-belem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 19:42:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A um mês da COP30]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula levará compromissos ambientais de jovens para a COP30]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Tema urbano precisa ser discutido na COP30]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A última reunião de negociadores que antecede a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) está marcada para segunda-feira (13) e terça-feira (14), em Brasília. A Pré-COP reunirá delegados e observadores dos países que fazem parte do tratado multilateral, e terá o objetivo de impulsionar as negociações para as ações climáticas antes do encontro de Belém, em novembro. De acordo com o presidente designado da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, como esse encontro não faz parte do calendário oficial do secretariado da Convenção do Clima, são priorizadas delegações que coordenam grupos regionais, e Brasília deve receber cerca de 500 representantes de 50 países. Notícias relacionadas: A um mês da COP30, Marina defende fundo para florestas tropicais. Tema urbano precisa ser&#8230;</p>
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<p>A última reunião de negociadores que antecede a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) está marcada para segunda-feira (13) e terça-feira (14), em Brasília. A Pré-COP reunirá delegados e observadores dos países que fazem parte do tratado multilateral, e terá o objetivo de impulsionar as negociações para as ações climáticas antes do encontro de Belém, em novembro.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760125330_298_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760125330_324_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>De acordo com o presidente designado da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, como esse encontro não faz parte do calendário oficial do secretariado da Convenção do Clima, são priorizadas delegações que coordenam grupos regionais, e Brasília deve receber cerca de 500 representantes de 50 países.</strong></p>
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<li>A um mês da COP30, Marina defende fundo para florestas tropicais.</li>
<li>Tema urbano precisa ser discutido na COP30, defende Jader Filho.</li>
<li>Lula levará compromissos ambientais de jovens para a COP30.</li>
</ul>
<p>O encontro deve definir o tom das próximas etapas do processo multilateral de enfrentamento à crise climática global. </p>
<blockquote>
<p>“Ainda não vamos sair com uma declaração, mas é o momento em que os laços vão ficando mais fortes, as posições vão ficando mais claras, para que a gente possa fazer o gerenciamento do que queremos reforçar, o que queremos dirimir como possíveis dúvidas ou divergências, para que a gente possa fazer com que a COP30 seja tudo aquilo que estamos anunciando”, explicou a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.</p>
</blockquote>
<p>
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<h2>NDCs</h2>
<p><strong>Uma preocupação que vem sendo manifestada pela presidência designada da COP30 e grande parte da delegação brasileira que conduzirá as negociações em Belém, é a entrega das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês).</strong></p>
<p>Até esta sexta-feira (10), 62 países, dos 196 que fazem parte da Convenção do Clima e do Acordo de Paris, já haviam apresentado suas ambições, mas países como China e Índia, considerados grandes emissores, ainda não oficializaram seus planos. </p>
<p><strong>Segundo a diretora executiva da COP30, Ana Toni, 101 países prometeram entregar suas ambições até o encontro em Belém, e o número deve alcançar 125 entregas até o final do ano.</strong>  </p>
<blockquote>
<p>“Em termos de qualidade, quando a gente olha para a primeira geração de NDCs, os compromissos eram só uma meta. Não tinham planos setoriais, não falavam como essas metas iam ser atingidas. O Brasil é copresidente da [coalizão global] NDC Partnership e a gente vem ajudando mais de 70 países a fazerem suas NDCs. O que a gente tem visto é que os países, agora, não só têm uma meta geral, mas também olham setorialmente com planos de financiamento”, disse.</p>
</blockquote>
<h2>Balanço</h2>
<p>Com as NDCs já entregues, no dia 23 de outubro os cientistas que integram o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas devem fazer um balanço da capacidade de conter o aquecimento global por meio das metas propostas.</p>
<p><strong>Embora o mundo tenha atingido 1,5ºC de temperatura média acima do que era registrado no período pré-industrial, as projeções antes da existência da Convenção do Clima eram de um aquecimento de 6ºC, o que tornaria a existência humana no planeta impraticável.</strong> </p>
<p>Conforme as ações climáticas foram implementadas e apresentaram resultados, essas projeções foram para 3ºC e com as novas metas haverá uma nova avaliação.</p>
<p><strong>Segundo o secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Maurício Lyrio, a não apresentação das NDCs ou de metas pouco ambiciosas vão impactar no cálculo final dos resultados das ações climáticas.</strong> Mas, segundo o embaixador, na prática as ações, em alguns casos, são até mais efetivas que as NDCs apresentadas. </p>
<p>“O problema é que o balanço geral que será feito em outubro vai revelar um número que não nos deixará despreocupados”, disse.</p>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-10/pre-cop-busca-impulsionar-mobilizacao-climatica-antes-de-belem">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 10 Oct 2025 15:45:00 -0300 </p>

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