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	<title>Arquivo de preço dos alimentos - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de preço dos alimentos - WeekNews</title>
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		<title>Mercado financeiro eleva previsão da Selic para 13,75% ao ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 13:26:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Pela segunda semana seguida, às vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), o mercado financeiro elevou a estimativa para a taxa básica de juros, a Selic. A previsão dos analistas para os juros, até o final de 2026, passou de 13,5% ao ano para 13,75% ao ano. A informação está no boletim Focus desta segunda-feira (16), pesquisa divulgada semanalmente pelo BC com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para 2027 e 2028, a projeção é que a Selic seja reduzida para 12% ao ano e 10,25% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa, que é o principal instrumento do BC para controlar a inflação, deve chegar a 10% ao ano. O Copom faz, nesta&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-selic-para-1375-ao-ano/">Leia mais...</a></p>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p>Pela segunda semana seguida, às vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), o mercado financeiro elevou a estimativa para a taxa básica de juros, a Selic. <strong>A previsão dos analistas para os juros, até o final de 2026, passou de 13,5% ao ano para 13,75% ao ano.</strong></p>
<p>A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/content/focus/focus/R20260612.pdf" target="_blank">informação está no boletim Focus</a> desta segunda-feira (16), pesquisa divulgada semanalmente pelo BC com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p><strong>Para 2027 e 2028, a projeção é que a Selic seja reduzida para 12% ao ano e 10,25% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa, que é o principal instrumento do BC para controlar a inflação, deve chegar a 10% ao ano.</strong></p>
<p>O Copom faz, nesta semana, nova reunião para decidir sobre a Selic e a previsão do mercado financeiro é que ela seja mantida em 14,5% ao ano neste encontro. Na última reunião, em abril, por unanimidade, o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/banco-central-reduz-juros-basicos-para-145-ao-ano" target="_blank">colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual</a>, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio.</p>
<p>De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/bc-confirma-corte-da-selic-em-marco-mas-mantera-juros-restritivos" target="_blank">cortar os juros num cenário de queda da inflação</a>, no entanto, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/copom-adota-cautela-por-tensoes-globais-e-expectativa-da-inflacao" target="_blank">guerra no Oriente Médio</a> impactou a economia do país, com o aumento dos preços de combustíveis e de alimentos pressionando a inflação.</p>
<h2>A reunião do Copom ocorre nesta terça (16) e quarta-feira (17).</h2>
<p>Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 5,11% para 5,3% este ano. Com as <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ira-0" target="_blank">pressões econômicas da guerra no Oriente Médio</a>, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela décima quarta semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.</p>
<p><strong>Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</strong></p>
<p>Em maio, o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/inflacao-de-maio-fica-em-058-influenciada-por-preco-dos-alimentos" target="_blank">preço dos alimentos</a> pressionou a inflação oficial, que fechou em 0,58%. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,72%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), já fora do teto da meta de inflação.</p>
<p><strong>Para 2027, a projeção da inflação passou de 4,03% para 4,1%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,68% e 3,5%, respectivamente.</strong></p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p><strong>Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano saiu de 1,91% para 1,96%.</strong> Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) permanece em 1,7%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/economia-brasileira-cresce-11-no-1o-trimestre" target="_blank">No primeiro trimestre de 2026, a economia do país cresceu ​1,1%</a> na comparação com o último trimestre de 2025. No acumulado de 12 meses, houve expansão de 2%, de acordo com o IBGE.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/economia-brasileira-cresce-23-em-2025-revela-ibge" target="_blank">Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%</a>, com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.</p>
<p>No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,20 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,25.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-selic-para-1375-ao-ano" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Mon, 15 Jun 2026 10:10:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Ipea acompanha BC e reduz projeção de inflação para 4,8% em 2025</title>
		<link>https://weeknews.online/ipea-acompanha-bc-e-reduz-projecao-de-inflacao-para-48-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 18:27:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>>  Ata do Copom indica Selic a 15% "por período bastante prolongado"]]></category>
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		<category><![CDATA[O IBGE divulgou nesta terça-feira (30) que a taxa de desocupação no trimestre encerrado em agosto ficou em 5]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A valorização do real frente ao dólar e as quedas sucessivas nos preços dos alimentos fizeram o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisar para baixo a projeção de inflação para 2025. A estimativa passou de 5,2% para 4,8%. A previsão se refere à chamada inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Notícias relacionadas: Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,81%. Prévia da inflação sobe 0,48% em setembro. Ipea: queda na inflação foi mais sentida pela população mais pobre. Em agosto, o IPCA marcou deflação (queda de preços) de 0,11%, e uma alta acumulada (inflação) de 5,13% em 12 meses. A meta de inflação perseguida pelo Banco Central é de 3%&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p>A valorização do real frente ao dólar e as quedas sucessivas nos preços dos alimentos fizeram o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisar para baixo a projeção de inflação para 2025. <strong>A estimativa passou de 5,2% para 4,8%.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1759256863_30_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1759256864_488_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A previsão se refere à chamada inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,81%.</li>
<li>Prévia da inflação sobe 0,48% em setembro.</li>
<li>Ipea: queda na inflação foi mais sentida pela população mais pobre.</li>
</ul>
<p>Em agosto, o IPCA marcou deflação (queda de preços) de 0,11%, e uma alta acumulada (inflação) de 5,13% em 12 meses.</p>
<p>A meta de inflação perseguida pelo Banco Central é de 3% ao ano, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos ─ ou seja, de 4,5%, no máximo.</p>
<h2>Fatores</h2>
<p>De acordo com as pesquisadoras do Ipea Maria Andréia Parente Lameiras e Tarsylla da Silva de Godoy Oliveira, autoras da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura/wp-content/uploads/2025/09/250929_cc_68_nota_24.pdf">Carta de Conjuntura</a>, <strong>“o ambiente inflacionário brasileiro apresenta sinais de maior moderação, embora siga desafiador”.</strong></p>
<p>O IBGE mostrou que os preços dos alimentos caíram em agosto, pelo terceiro mês seguido. Dessa forma, o Ipea revisou a expectativa desse grupo para o fim do ano, passando de uma inflação de 6,7% para uma de 4,4%.</p>
<p>Um dos motivos para o recuo nos preços verificados nos últimos meses é a expansão da oferta, com previsão de safra recorde.</p>
<p>As pesquisadoras ressaltam, no entanto, que uma explicação mais importante é que <strong>a apreciação do câmbio – desvalorização do dólar ante o real ─ reduziu pressões sobre alimentos, bens industriais e combustíveis</strong>. No último trimestre, citam as autoras, o real se valorizou cerca de 5%.</p>
<p>Por causa do mercado de trabalho aquecido, o Ipea não reduziu a projeção de inflação em relação aos preços dos serviços, mantida em 6,2%. “Mesmo diante de uma leve desaceleração da atividade econômica na margem, o mercado de trabalho segue bem apertado”, afirmam as autoras.</p>
<p>O IBGE divulgou nesta terça-feira (30) que a taxa de desocupação no trimestre encerrado em agosto ficou em 5,6%, a mais baixa da série histórica, iniciada em 2012.</p>
<h2>Convergência</h2>
<p>O Ipea é um órgão vinculado ao Ministério do Planejamento e Orçamento e atua na elaboração de análises para formulação de políticas públicas. A revisão da projeção do IPCA acompanha <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/content/ri/relatorioinflacao/202509/rpm202509p.pdf">a avaliação do Banco Central (BC), que anunciou na última quinta-feira (25) revisão de 4,9% para 4,8%</a>.</p>
<p>As projeções do Ipea e do BC se aproximam à do mercado financeiro, que espera inflação de 4,81%, conforme o Boletim Focus, pesquisa do BC com instituições financeiras, divulgada na segunda-feira (29).</p>
<h2>Juro alto</h2>
<p>As pesquisadoras apontam que o processo de redução da inflação no Brasil avança, “mas ainda de maneira bem gradual e com custo elevado em termos de política monetária”.</p>
<p>A política monetária é o uso que o Banco Central faz da taxa básica de juros, a Selic, que está em 15% ao ano desde junho de 2025. É o patamar mais elevado desde julho de 2006 (15,25%).</p>
<p>&gt;&gt;  Ata do Copom indica Selic a 15% &#8220;por período bastante prolongado&#8221;</p>
<p>Uma face do juro alto é o efeito contracionista, que combate a inflação. A elevação da taxa faz com que empréstimos fiquem mais caros – seja para pessoa física ou empresas ─ e desestimula investimentos, uma vez que pode valer mais a pena manter o dinheiro investido, rendendo em juro alto, do que arriscar em atividades produtivas. Esse conjunto de efeitos freia a economia.</p>
<h2>Rendas menores</h2>
<p><strong>O Ipea reduziu também a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de 4,9% para 4,5%.</strong> Também apurado pelo IBGE, o INPC mede o custo de vida das famílias com renda de um a cinco salários mínimos. Uma das diferenças para o IPCA é que o INPC atribui mais peso a gastos como alimentação.</p>
<p>Utilizado para corrigir salários de algumas categorias e também na fórmula de reajuste anual do salário mínimo, o INPC de agosto acumula 5,05%.</p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-09/ipea-acompanha-bc-e-reduz-projecao-de-inflacao-para-48-em-2025">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 30 Sep 2025 15:10:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/ipea-acompanha-bc-e-reduz-projecao-de-inflacao-para-48-em-2025/">Ipea acompanha BC e reduz projeção de inflação para 4,8% em 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>INPC soma 5,13% em 12 meses e apresenta cinco quedas seguidas</title>
		<link>https://weeknews.online/inpc-soma-513-em-12-meses-e-apresenta-cinco-quedas-seguidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 15:47:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[05% em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[26%; alimentos caem pelo segundo mês seguido]]></category>
		<category><![CDATA[3º mês seguido de queda]]></category>
		<category><![CDATA[77%]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação do aluguel fecha julho em -0]]></category>
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		<category><![CDATA[INPC]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado reduz expectativas de inflação para 5]]></category>
		<category><![CDATA[preço dos alimentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/inpc-soma-513-em-12-meses-e-apresenta-cinco-quedas-seguidas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A inflação apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) fechou julho em 0,21%. Em doze meses, o indicador ─ que apura o custo de vida de famílias que ganham até cinco salários mínimos ─ soma 5,13%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IBGE constatou que, em julho, os produtos alimentícios caíram 0,38%. Foi o segundo mês seguido de recuo médio nos preços dos alimentos. Em junho a queda foi de 0,19%. Notícias relacionadas: Inflação fecha julho em 0,26%; alimentos caem pelo segundo mês seguido. Mercado reduz expectativas de inflação para 5,05% em 2025. Inflação do aluguel fecha julho em -0,77%, 3º mês seguido de queda. Desde fevereiro, quando subiu 1,48%, o&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/inpc-soma-513-em-12-meses-e-apresenta-cinco-quedas-seguidas/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/inpc-soma-513-em-12-meses-e-apresenta-cinco-quedas-seguidas/">INPC soma 5,13% em 12 meses e apresenta cinco quedas seguidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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 </p>
<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p><strong>A inflação apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) fechou julho em 0,21%. Em doze meses, o indicador ─ que apura o custo de vida de famílias que ganham até cinco salários mínimos ─ soma 5,13%. </strong>Os dados foram divulgados nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755013629_11_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755013629_819_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O IBGE constatou que, em julho, os produtos alimentícios caíram 0,38%. Foi o segundo mês seguido de recuo médio nos preços dos alimentos.</strong> Em junho a queda foi de 0,19%.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Inflação fecha julho em 0,26%; alimentos caem pelo segundo mês seguido.</li>
<li>Mercado reduz expectativas de inflação para 5,05% em 2025.</li>
<li>Inflação do aluguel fecha julho em -0,77%, 3º mês seguido de queda.</li>
</ul>
<p><strong>Desde fevereiro, quando subiu 1,48%, o INPC apresenta cinco quedas seguidas.</strong> Veja como se comportaram os grupos em julho:</p>
<ul>
<li>Alimentação e bebidas: -0,38%</li>
<li>Habitação: 0,86%</li>
<li>Artigos de residência: 0,14%</li>
<li>Vestuário: -0,52%</li>
<li>Transportes: 0,19%</li>
<li>Saúde e cuidados pessoais: 0,57%</li>
<li>Despesas pessoais: 0,97%</li>
<li>Educação: 0,06%</li>
<li>Comunicação: -0,11%</li>
</ul>
<p> </p>
<h2>INPC e IPCA: qual é a diferença?</h2>
<p>Também nesta terça-feira, o IBGE divulgou que a inflação oficial do país, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,26%, acumulando 5,23% em 12 meses. </p>
<p>A diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de até cinco salários mínimos. Já o IPCA, para lares com renda de até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.518.</p>
<p>O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. N<strong>o INPC, por exemplo, os alimentos representam 25% do índice, mais que no IPCA (21,86%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. </strong>Na ótica inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.</p>
<p>A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas &#8211; Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre &#8211; além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>
<h2>Reajustes</h2>
<p>Além de medir como a inflação atinge as famílias de rendas mais baixas, o INPC é muito utilizado como indexador para cálculo de reajuste anual de salários de diversas categorias.</p>
<p>O salário mínimo, por exemplo, além de outras métricas, leva o INPC anual de novembro para se chegar ao valor no ano seguinte. O seguro-desemprego, o benefício e o teto do INSS são reajustados com base no resultado de dezembro.</p>
<p>De acordo com o IBGE, a apuração do INPC “tem por objetivo a correção do poder de compra dos salários, por meio da mensuração das variações de preços da cesta de consumo da população assalariada com mais baixo rendimento”.</p>
<p> </p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-08/inpc-soma-513-em-12-meses-e-apresenta-cinco-quedas-seguidas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 12 Aug 2025 12:27:00 -0300 </p>

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		<title>Consumo das famílias mantém-se em alta no mês de abril</title>
		<link>https://weeknews.online/consumo-das-familias-mantem-se-em-alta-no-mes-de-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 22:40:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília é a capital com maior inflação na cesta básica em 6 meses]]></category>
		<category><![CDATA[consumo das famílias]]></category>
		<category><![CDATA[Contratos de trabalho por hora em supermercados aumentam precarização]]></category>
		<category><![CDATA[Custo de cesta básica ideal para uma pessoa chega a R$ 432 em abril]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[preço dos alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[tendência de alta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Abril teve balanço positivo para o comércio de alimentos, com alta de 1,25% no consumo em relação ao mês de março e de 2,63% na comparação com abril de 2024. Também houve aumento do preços de alimentos, de 0,82% em abril, chegando a um acumulado de 10,83% nos últimos 12 meses.  Os dados foram levantados pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que monitora vendas e custos do setor. Para a Abras, o resultado positivo foi garantido por políticas diretas de renda, como o Bolsa Família e o auxílio gás, e o abono do PIS/Pasep, que destinaram mais de R$ 14 bilhões para a população, valor que ajudou a melhorar as vendas do setor. Também teve início o pagamento da antecipação da primeira parcela&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p><strong>Abril teve balanço positivo para o comércio de alimentos, com alta de 1,25% no consumo em relação ao mês de março e de 2,63% na comparação com abril de 2024. Também houve aumento do preços de alimentos, de 0,82% em abril, chegando a um acumulado de 10,83% nos últimos 12 meses. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748558408_520_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748558408_553_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados foram levantados pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que monitora vendas e custos do setor. Para a Abras, o resultado positivo foi garantido por políticas diretas de renda, como o Bolsa Família e o auxílio gás, e o abono do PIS/Pasep, que destinaram mais de R$ 14 bilhões para a população, valor que ajudou a melhorar as vendas do setor.</p>
<p>Também teve início o pagamento da antecipação da primeira parcela do 13º salário para aposentados, pensionistas e demais beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que deve estender sua influência sobre o índice de maio, com R$ 70 bilhões pagos aos segurados.</p>
<p>O aumento no consumo dos lares brasileiros acumula, neste ano, alta de 2,52%. Como já havia expandido em março, o resultado de abril mostrou-se mais modesto do que o esperado.</p>
<blockquote>
<p>“Embora o crescimento de 1,25% em abril, influenciado pela sazonalidade da Páscoa, possa parecer modesto, ele ocorreu sobre uma base comparativa elevada, já que, em março, o consumo avançou expressivamente 6,96%. Esse resultado atípico no mês anterior reduziu o espaço para um crescimento mais robusto. Ainda assim, o consumo na semana da Páscoa cresceu 16,5%, evidenciando o impacto positivo da data no consumo das famílias”, diz nota do vice-presidente da Abras, Marcio Milan. </p>
</blockquote>
<h2>Preços ao consumidor em alta</h2>
<p>O índice da Abras inclui ainda dois acompanhamentos de preços: uma cesta básica de 35 itens, divididos entre produtos básicos, hortifrutigranjeiros e proteínas de origem animal, além de produtos de higiene e limpeza, e outro com 12 produtos considerados essenciais. Na cesta ampliada, o aumento foi de 0,82% em abril, com acumulado de 10,83% em um ano.</p>
<p><strong>O valor da cesta passou de R$ 812,54 em março para R$ 819,20 em abril. Entre os produtos que mais contribuíram para a alta em abril estão o café torrado e moído (+4,48%), o feijão (+2,38%) e o leite longa vida (+1,71%). Itens básicos, como o arroz (-4,19%), a farinha de mandioca (- 1,91%) e o óleo de soja (-0,97%) tiveram queda de preço.</strong></p>
<p>Os itens de hortifrúti tiveram altas entre as mais expressivas, com destaque para batata (+18,29%), tomate (+14,32%) e cebola (+3,25%). As proteínas animais variaram pouco, e o destaque foi a queda do preço dos ovos (-1,29%).</p>
<p>No grupo de higiene e limpeza, a tendência foi de alta: creme dental (+1,70%), papel higiênico (+0,63%), sabonete (+0,31%) e xampu (+1,11%). Na limpeza doméstica, a água sanitária avançou (+1,29%), o desinfetante (+0,84%) e o sabão em pó (+0,28%), enquanto o detergente líquido para louças apresentou leve queda de 0,07%.</p>
<p>Mais uma vez, a cesta mais cara do país foi a da Região Sul, com valor médio passando de R$ 896,55 em março para R$ 902,09 em abril. O maior aumento relativo, porém, foi observado nas regiões Norte e Centro-Oeste, com alta de 0,96% cada. No Norte, o valor passou de R$ 874,30 para R$ 882,70, enquanto, no Centro-Oeste, foi de R$ 767,57 para R$ 774,96.</p>
<p>No Nordeste, a variação foi de 0,78%, com a cesta subindo de R$ 723,43 para R$ 729,09 e, no Sudeste, de 0,68%, passando de R$ 831,96 para R$ 837,59.</p>
<p>Na pesquisa considerando a cesta  de alimentos básicos composta por 12 itens, o preço médio nacional subiu 0,32% em abril, passando de R$ 351,42 para R$ 352,55. Em 12 meses, a cesta acumula alta de 13,38%.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/consumo-das-familias-mantem-se-em-alta-no-mes-de-abril">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 29 May 2025 19:30:00 -0300 </p>

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		<title>Calor extremo, alta do milho e quaresma pressionam preço do ovo</title>
		<link>https://weeknews.online/calor-extremo-alta-do-milho-e-quaresma-pressionam-preco-do-ovo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 21:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>>Mercado reduz estimativas para crescimento da economia e inflação]]></category>
		<category><![CDATA[31%]]></category>
		<category><![CDATA[a possibilidade de adoção de medidas mais drásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Clima e foco em exportação explicam alta de alimentos no longo prazo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[inflação de fevereiro fica em 1]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[ovo]]></category>
		<category><![CDATA[preço dos alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Pressionada pela energia elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A alta no preço do ovo de galinha foi influenciada por fatores sazonais, questões climáticas, aumento da demanda e preço de insumos como o milho e farelo de soja. Esse movimento teve início na segunda quinzena de janeiro e se intensificou ao longo do mês passado, tornando o produto um dos vilões da inflação em fevereiro. No mês passado, o ovo subiu 15,4%, registrando a maior alta do segmento alimentação e bebidas. Com isso, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desse grupo ficou em 0,79% no mês passado. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) argumenta que a alta é sazonal e sempre ocorre no início do ano, especialmente no período da Quaresma, em razão do aumento na demanda, com&#8230;</p>
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<p>A alta no preço do ovo de galinha foi influenciada por fatores sazonais, questões climáticas, aumento da demanda e preço de insumos como o milho e farelo de soja. Esse movimento teve início na segunda quinzena de janeiro e se intensificou ao longo do mês passado, tornando o produto um dos vilões da inflação em fevereiro.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742331610_901_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742331610_876_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No mês passado, o ovo subiu 15,4%, registrando a maior alta do segmento alimentação e bebidas. Com isso, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desse grupo ficou em 0,79% no mês passado.</p>
<p><strong>A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) argumenta que a alta é sazonal e sempre ocorre no início do ano</strong>, especialmente no período da Quaresma, em razão do aumento na demanda, com a substituição do consumo de carne vermelha por carnes brancas e ovos. Além disso, o aumento na temperatura em regiões produtoras da proteína contribuiu para a redução da produção das matrizes poedeiras.</p>
<p>“Neste ano, porém, houve outras situações que pressionaram o preço do produto. A primeira delas é a alta do preço do milho, que acumula mais de 40% de aumento acumulado desde março do ano passado. Outro ponto é o calor extremo. Há relatos de granjas com reduções de níveis de produtividade em torno de 10%, frente aos impactos do calor nas aves”, informou a associação à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>O preço do produto foi citado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no começo do mês, em evento em Campo do Meio (MG), ao falar sobre a possibilidade de adoção de medidas mais drásticas para reduzir o custo dos alimentos. Lula culpou os “atravessadores” pelo alta do preço dos ovos no país.</p>
<p>“Eu quero encontrar uma explicação para o preço do ovo”, disse. “O ovo está saindo do controle. Uns dizem que é o calor, outros dizem que é exportação, e eu estou atrás [da explicação]”, acrescentou Lula.</p>
<p>A ABPA também destaca que houve perdas de matrizes mais velhas. Como a reposição não ocorre de imediato, levará algum tempo até restabelecer os níveis produtivos. A associação acrescenta que o preço do ovo segue uma soma complexa de variáveis, que envolvem fatores produtivos, como desempenho e custos da produção – a exemplo do preço do milho, embalagens plásticas, combustíveis, energia elétrica e outros. </p>
<blockquote>
<p>“No momento, para o setor de ovos, o quadro é altamente desafiador, considerando a alta sequente do preço do milho, o forte calor e os impactos na produtividade das aves. Neste contexto, uma diminuição de custos de insumos por meio de ações, como, por exemplo, alteração das tarifas de importação de Treonina, Triptofan e Lisina (que são aminoácidos importados para a ração) e resinas plásticas, são exemplos de ações que poderiam reduzir a pressão sobre os produtos”, aponta a ABPA.</p>
</blockquote>
<h2>Atacado</h2>
<p>O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, acompanha o setor de ovos desde 2013 e registrou um aumento expressivo nos preços dos ovos do tipo extra comercializados no atacado, em parte das regiões acompanhadas pelo centro de pesquisas.</p>
<p>“De janeiro para fevereiro, o preço dos ovos brancos do tipo extra, a retirar (FOB) em Bastos – principal região produtora do estado de São Paulo – registrou média de R$ 201,77 por caixa de 30 dúzias, alta de 42% em relação a janeiro”, informou o Cepea à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>O centro também esclarece que os preços tendem a subir no período que antecede a Quaresma.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora de ovos do Cepea Claudia Scarpelin alguns fatores podem ter intensificado essa valorização em 2025. Uma delas é o fato de que, no ano passado, os preços caíram por seis meses consecutivos, enquanto os custos dos principais insumos da ração, como milho e farelo de soja, estavam em alta. Além disso, houve um aumento nos gastos com embalagens.</p>
<p>“Somam-se a esses fatores a baixa disponibilidade de ovos no mercado interno no início de 2025, reflexo do descarte de poedeiras mais velhas e dos impactos das sucessivas ondas de calor, que tendem a reduzir a produção. Esse cenário contribuiu para a valorização mais expressiva dos preços em fevereiro”, argumentou.</p>
<p>Segundo Claudia, para os próximos meses, o comportamento dos preços dependerá da relação entre a oferta interna de ovos e a demanda pela proteína. Dados do Cepea mostram que, em março, os preços seguem no mesmo patamar observado desde a segunda quinzena de fevereiro. Em Bastos (SP), para retirada na granja (FOB), a cotação média parcial de março (até o dia 14) está em R$ 210,19 por caixa com 30 dúzias.</p>
<p>“Após a Quaresma, é comum que a demanda pela proteína se estabilize. Se a oferta estiver equilibrada, os preços podem permanecer estáveis ou até mesmo recuar. No entanto, essa movimentação dependerá”, disse.</p>
<h2>Exportação</h2>
<p><strong>O Brasil é o quinto maior produtor mundial, com 59 bilhões de unidades, ou 3,6 milhões de toneladas previstas para o ano de 2025.</strong> A estimativa é que o consumo deste ano deve chegar a 272 unidades por pessoa no Brasil neste ano.  </p>
<p>Os ovos brasileiros são exportados para quase todo o mundo, a exemplo dos países vizinhos na América do Sul, México, EUA, Canadá, Reino Unido, países da zona do Euro, África, Oriente Médio, Japão e Ásia.</p>
<p><strong>Em fevereiro, as exportações brasileiras de ovos (incluindo produtos in natura e processados) aumentaram 57,5%</strong>. Os dados são da própria ABPA e registraram o embarque de 2.527 toneladas, contra 1.604 no mesmo período do ano passado.</p>
<p>O principal destino das exportações foram os Emirados Árabes Unidos, que importaram 548 toneladas em fevereiro. Em seguida estão Estados Unidos, com 503 toneladas e um aumento expressivo de 93,4% na exportação. O Chile, com 299 toneladas; México, com 252 toneladas; Japão, com 215 toneladas e Angola, com 203 toneladas, foram os países que mais compraram os ovos produzidos aqui. </p>
<p>A associação destaca, entretanto, que o aumento na exportação do produto não teve impacto nos preços do mercado interno.</p>
<p>“Vale lembrar que apenas 0,9% deste total é exportado, com previsão de exportações de 35 mil toneladas de exportação para este ano, perante 3,6 milhões de toneladas produzidas”, disse a ABPA</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Luciano Nascimento &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/calor-extremo-alta-do-milho-e-quaresma-pressionam-preco-do-ovo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 18 Mar 2025 17:07:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Clima e foco em exportação explicam alta de alimentos no longo prazo</title>
		<link>https://weeknews.online/clima-e-foco-em-exportacao-explicam-alta-de-alimentos-no-longo-prazo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Mar 2025 13:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[3 milhões de toneladas]]></category>
		<category><![CDATA[31%]]></category>
		<category><![CDATA[a safra de grãos 2024/25 será de 328]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Carta do Ibre]]></category>
		<category><![CDATA[cogita “medidas drásticas”]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[fator de alívio na inflação de alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[governo decidiu zerar o Imposto de Importação de nove tipos de alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad: 1º passo para conter inflação de alimentos é Plano Safra maior]]></category>
		<category><![CDATA[Ibre]]></category>
		<category><![CDATA[Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[inflação de fevereiro fica em 1]]></category>
		<category><![CDATA[Lula cogita "medidas drásticas" para conter alta dos alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[preço dos alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Pressionada pela energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Condições climáticas e mudanças no uso da terra que privilegiaram culturas de exportação nos últimos anos causaram redução no ritmo de crescimento da produção de alimentos no país e explicam o aumento no preço da comida. A constatação faz parte da Carta do Ibre, análise de conjuntura econômica publicada mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). O texto, assinado pelo economista Luiz Guilherme Schymura, traz a colaboração de outros pesquisadores do Ibre e aponta motivos que explicam a inflação de alimentos subir em velocidade maior que a inflação oficial do país, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A análise aponta que a alta no preço da comida&#8230;</p>
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 </p>
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<p>Condições climáticas e mudanças no uso da terra que privilegiaram culturas de exportação nos últimos anos causaram redução no ritmo de crescimento da produção de alimentos no país e explicam o aumento no preço da comida. A constatação faz parte da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://portalibre.fgv.br/sites/default/files/2025-03/03ce2025cartadoibre.pdf">Carta do Ibre</a>, análise de conjuntura econômica publicada mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742133082_360_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742133082_131_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O texto, assinado pelo economista Luiz Guilherme Schymura, traz a colaboração de outros pesquisadores do Ibre e aponta motivos que explicam a <strong>inflação de alimentos subir em velocidade maior que a inflação oficial do país</strong>, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A análise aponta que a alta no preço da comida é reflexo do fato de a produção no campo não acompanhar a demanda da população.</p>
<p>O IPCA de fevereiro mostrou que a inflação do grupo alimentos e bebidas subiu 7,25% no acumulado de 12 meses, acima do índice geral, que apresentou alta de 4,56%. A Carta do Ibre observa esse descolamento entre inflação da comida e inflação geral durante um tempo mais longo.</p>
<blockquote>
<p>“Entre 2012 e 2024, o item alimentação no domicílio teve alta de 162%, enquanto o IPCA geral elevou-se 109%”, afirma o documento.</p>
</blockquote>
<h2>Clima e dólar</h2>
<p>O Ibre ressalta que “a alta dos alimentos – que tem peso maior na cesta de consumo dos mais pobres – no Brasil e no mundo é um processo que já tem quase duas décadas, com muitos e complexos fatores explicativos”.</p>
<p>Schymura destaca como responsáveis pelo descasamento entre a inflação dos alimentos e o índice geral as mudanças climáticas, com aumento de eventos extremos e maior imprevisibilidade meteorológica, que “provocam perturbações crescentes na oferta de commodities [mercadorias negociadas com preços internacionais] e produtos alimentícios, num processo que afeta diversas partes do globo e, de forma bastante nítida e relevante, o Brasil”.</p>
<p>A análise frisa que efeitos negativos das mudanças climáticas começaram a emergir claramente a partir de meados dos anos 2000, com efeitos ainda mais negativos em partes mais quentes do globo, como no Brasil.</p>
<p>O documento assinala também que a “expressiva desvalorização cambial” possui parcela de culpa no encarecimento dos alimentos, uma vez que estimula a exportação.</p>
<p><strong>Com o real desvalorizado, vender para outros países e obter receita em dólar torna mais lucrativa a atividade do produtor.</strong></p>
<p>Mais um impacto do fator câmbio alto é o encarecimento de insumos agrícolas importados, como defensivos, fertilizantes, máquinas e equipamentos.</p>
<p>Outro elemento apontado são políticas internas de incentivo ao consumo, como “forte aumento real do salário mínimo e a ampliação expressiva do Bolsa Família”. Com mais renda, a população tende a aumentar o consumo, pressionando a relação produção x demanda.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=390027:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/_mg_4117_0.jpg" alt="Muçum (RS), 22/06/2024 - Tiago Dalmolin e seus filhos na varanda da sua casa, após enchente que atingiu toda a região. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/_mg_4117_0.jpg" alt="Muçum (RS), 22/06/2024 - Tiago Dalmolin e seus filhos na varanda da sua casa, após enchente que atingiu toda a região. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"/><br />
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<p><!--copyright=390027-->Destruição causada por enchentes na cidade de Muçum, no Rio Grande do Sul. <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=390027--></p>
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</div>
<h2>Produção agrícola</h2>
<p>A publicação da FGV traz dados que apontam perda de velocidade na oferta de alimentos. “O crescimento da produção agrícola mundial, que teve ritmo médio de cerca de 2,6% ao ano nas décadas de 1990 e 2000, desacelerou para 1,9% nos anos 2010”.</p>
<p>O Ibre detalha cenários específicos do Brasil. <strong>“O Brasil não está produzindo comida suficiente para o próprio país e o mundo”. Um dos motivos para isso é troca de culturas – alimentos dando lugar a soja e milho.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A produção das lavouras está crescendo menos do que o necessário para atender à demanda interna e externa de alimentos voltados especialmente para consumo humano; uma parte da área plantada aparentemente está saindo dos alimentos e indo para esses produtos mais voltados à exportação”.</p>
</blockquote>
<p>O Ibre detalha aumentos específicos no preço da alimentação no domicílio de 2012 a 2024, como frutas (subiram 299%), hortaliças e verduras (246%), cereais, legumes e oleaginosas (217%), e tubérculos, raízes e legumes (188%), enquanto o índice geral de inflação foi 109%.</p>
<h2>Área plantada</h2>
<p>O estudo mostra que a área total plantada no Brasil aumentou de 65,4 milhões de hectares em 2010 para 96,3 milhões em 2023. Mas essa expansão se deve basicamente à soja e ao milho. Sem essas duas culturas, voltadas à exportação, a área plantada ficou estável, registrando 29,1 milhões de hectares em 2010, e 29,3 milhões em 2023.</p>
<p><strong>Segundo o Ibre, a produção de feijão por habitante no Brasil caiu 20%; e do arroz, 22%, quando se compara 2024 com 2012.</strong></p>
<p>“A área plantada de arroz no Brasil passou de 2,8 milhões de hectares em 2010 para 1,6 milhão em 2024, o que reforça a ideia de que culturas de alimentos estão dando lugar a culturas de exportação, especialmente de soja e milho”, escreve Schymura</p>
<p>O pesquisador frisa que a produção por habitante de quase todas as principais frutas caiu no Brasil a partir do início da década passada. No caso da banana, essa queda foi de 10%; no da maçã, de 5,6%; no da laranja, de 20% (afetada pelo greening, um tipo de praga); no do mamão, de 40%; e no da tangerina, de 8%. A exceção foi a uva, com aumento de 9%.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=410839:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/inflacion1.jpg" alt="Brasília (DF) 10/01/2025 - Inflação oficial do país em 2024 é de 4,83%, acima do limite da meta&#13;&#10;Percentual é o mais alto desde 2022 (5,79%)&#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/inflacion1.jpg" alt="Brasília (DF) 10/01/2025 - Inflação oficial do país em 2024 é de 4,83%, acima do limite da meta&#13;&#10;Percentual é o mais alto desde 2022 (5,79%)&#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/><br />
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<p>Grãos à venda em mercado de Brasília.  <strong>Joédson Alves/Agência Brasil</strong><!--END copyright=410839--></p>
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<h2>Hortaliças e verduras</h2>
<p>Em relação a hortaliças e verduras, segundo item de alimentação no domicílio que mais cresceu acima do IPCA em 2012-2024, o economista lembra que são culturas mais vulneráveis a climas adversos.</p>
<blockquote>
<p>“Outra hipótese, que não exclui a primeira, é o aumento Título 2da demanda em função de mudança de hábitos, como a busca de alimentação mais saudável. Por fim, o crescimento das áreas urbanas, em detrimento dos ‘cinturões verdes’, e o encarecimento da mão de obra também podem ser fatores que restringem a produção de hortifrutigranjeiros”, sugere.</p>
</blockquote>
<h2>Carne</h2>
<p>A análise aponta também fatores que tornam a carne mais cara, como o “clico do boi”, que provoca redução da oferta a cada cinco anos, aproximadamente.</p>
<p>A demanda de outros países pela carne brasileira apresenta também um fator de encarecimento. Houve, diz o Ibre, grande aumento da exportação do produto desde 2017, enquanto a produção nacional se manteve relativamente estável.</p>
<p>Segundo a publicação,<strong> em 2017, a disponibilidade de carne bovina para consumo doméstico foi de 39,9 kg/habitante, indicador que caiu para 36,1 em 2023</strong> – patamar mais baixo desde pelo menos 2013.</p>
<p>Além disso, observa a análise, a produção de carne também vem sendo afetada pelas mudanças climáticas, com destaque, em 2021, para o dano às pastagens causado pela forte seca.</p>
<h2>Recomendações</h2>
<p>A Carta do Ibre conclui que “a alta dos alimentos não é um fenômeno passageiro” e recomenda as seguintes políticas de suprimento e segurança alimentar:</p>
<ul>
<li><strong>Foco nas culturas que produzem diretamente alimentos para a mesa dos brasileiros.</strong></li>
<li><strong> Monitoramento da produção</strong></li>
<li><strong> Recomposição de estoques públicos</strong></li>
<li><strong> Silagem (estruturas de armazenamento)</strong></li>
<li><strong> Vias de escoamento</strong></li>
<li><strong> Crédito focalizado</strong></li>
</ul>
<h2>Cultura de exportação</h2>
<p>Em relação às culturas de exportação, Schymura comenta que “não se trata de restringir”. Ele afirma que a soja, por exemplo, traz muitos benefícios ao país, na forma de entrada de moeda estrangeira e da “consequente estabilização macroeconômica propiciada por elas”. Ele assinala ainda que essas culturas permitem o barateamento das rações, que são insumo nas cadeias de proteínas animais.</p>
<blockquote>
<p>“O foco deve ser o de estimular a produção adicional de alimentos, e não dificultar outras áreas do agronegócio. Não se trata de um jogo de soma zero”, conclui.</p>
</blockquote>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=281091:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/dolar_moeda_0803221210.jpg" alt="Dólar" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/dolar_moeda_0803221210.jpg" alt="Dólar" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=281091 --></div>
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<p><!--copyright=281091-->Nota de 100 dólares americanos. <strong>Valter Campanato/Agência Brasil</strong><!--END copyright=281091--></p>
</div>
</div>
<h2>Derrubada de impostos</h2>
<p>O preço dos alimentos é uma das principais preocupações atuais do governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a dizer que cogita “medidas drásticas” para conter a pressão de alta.</p>
<p>Na quinta-feira da semana passada (6), o governo decidiu zerar o Imposto de Importação de nove tipos de alimentos, na tentativa de baratear preços.</p>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, diz acreditar que a supersafra esperada para este ano seja fator de alívio na inflação de alimentos.</p>
<p>De acordo com estimativa anunciada nesta quinta-feira (13) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de grãos 2024/25 será de 328,3 milhões de toneladas, expansão de 10,3% ante a safra 2023/24.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/clima-e-foco-em-exportacao-explicam-alta-de-alimentos-no-longo-prazo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 16 Mar 2025 10:12:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/clima-e-foco-em-exportacao-explicam-alta-de-alimentos-no-longo-prazo/">Clima e foco em exportação explicam alta de alimentos no longo prazo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pressionada pela energia elétrica, inflação de fevereiro fica em 1,31%</title>
		<link>https://weeknews.online/pressionada-pela-energia-eletrica-inflacao-de-fevereiro-fica-em-131/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 14:16:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[68% em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[89% nos combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Entenda os diferentes índices de inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[Haddad prevê queda da inflação em 2025 por causa de supersafra]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></category>
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		<category><![CDATA[preço dos alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Sem o desconto na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial, fechou fevereiro em 1,31%. É o maior resultado desde março de 2022, quando tinha marcado 1,62%, e o mais alto para um mês de fevereiro desde 2003 (1,57%). Os dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que no acumulado de 12 meses, o IPCA soma 5,06%, o patamar mais alto desde setembro de 2023 (5,19%) e fica acima da meta do governo &#8211; de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%.  Desde o início de 2025, o período&#8230;</p>
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<p>Sem o desconto na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial, fechou fevereiro em 1,31%. É o maior resultado desde março de 2022, quando tinha marcado 1,62%, e o mais alto para um mês de fevereiro desde 2003 (1,57%).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741789005_134_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741789006_55_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ibge.gov.br/pt/inicio.html" target="_blank">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</a> (IBGE) mostram que no acumulado de 12 meses, o IPCA soma 5,06%, o patamar mais alto desde setembro de 2023 (5,19%) e fica acima da meta do governo &#8211; de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. </p>
<p>Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta só é considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.</p>
<p>Em janeiro, o acumulado de 12 meses ficou em 4,56%, ou seja, neste novo modelo de acompanhamento de meta, fevereiro é o segundo mês fora da tolerância.</p>
<h2>Conta de luz</h2>
<p>A alta da energia elétrica, de 16,8%, foi o que mais pressionou a inflação. Essa variação representa impacto de 0,56 ponto percentual no índice. A explicação está no efeito estatístico causado pelo fim do Bônus Itaipu – desconto que os brasileiros receberam na conta de luz em janeiro e fez com que a inflação daquele mês ficasse em 0,16%.</p>
<p>Saiba o que é o bônus na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro.</p>
<p>Sem o desconto em fevereiro, o preço da energia dá um salto no mês seguinte. Isso fez com que o item habitação passasse de -3,08% em janeiro para 4,44% em fevereiro, exercendo o maior impacto (0,65 ponto percentual) inflacionário do mês.</p>
<p>“O subitem energia elétrica residencial passou de uma queda de 14,21% em janeiro para uma alta de 16,80% em fevereiro”, explica o gerente do IPCA, Fernando Gonçalves.</p>
<p>De acordo com Gonçalves, se o impacto da energia elétrica fosse retirado do cálculo, a inflação teria sido de 0,78%, o maior desde fevereiro de 2024 (0,83%).</p>
<h2>Mensalidades escolares</h2>
<p>O segundo grande peso de alta de preços em fevereiro foi a educação, que subiu 4,7%, representando impacto de 0,28%. A explicação está nos tradicionais reajustes de mensalidades escolares, com destaque para o ensino fundamental (7,51%), ensino médio (7,27%) e pré-escola (7,02%).</p>
<h2>Alimentos sobem menos</h2>
<p>Uma das grandes preocupações atuais do governo, o preço dos alimentos desacelerou em fevereiro, ou seja, continuaram subindo, no entanto em menor velocidade.</p>
<p>A alta ficou em 0,70% (impacto de 0,15 ponto percentual), ante 0,96% de janeiro (0,96%).</p>
<p>Os maiores impactos no grupo alimentos e bebidas foram o café moído, que subiu 10,77% (impacto de 0,06%) e o ovo de galinha, com alta de 15,39% e impacto de 0,04 ponto percentual.</p>
<p>“O café, com problemas na safra, está em trajetória de alta desde janeiro de 2024. Já o aumento do ovo se justifica pela alta na exportação, após problemas relacionados à gripe aviária nos Estados Unidos e também pela maior demanda devido à volta às aulas. Além disso, o calor prejudica a produção, reduzindo a oferta”, diz o gerente do IPCA. </p>
<p>Em 12 meses, o café subiu 66,18%.</p>
<p>Cerca de 92% do resultado do IPCA de fevereiro estão concentrados em quatro dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados: habitação, educação, alimentação e bebidas e transportes.</p>
<h2>Transportes</h2>
<p>O grupo transportes subiu 0,61% (impacto de 0,13 ponto percentual), abaixo do registrado em janeiro (1,30%). O reajuste no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, influenciou o aumento de 2,89% nos combustíveis.</p>
<p>A gasolina ficou 2,78% mais cara e representou a segunda maior pressão em todos os produtos e serviços pesquisados pelo IBGE – impacto de 0,14 ponto percentual. O óleo diesel subiu 4,35%, e o etanol, 3,62%. O impacto da gasolina é maior que o dos demais combustíveis pois é um produto que tem mais peso na cesta de consumo das famílias.</p>
<h2>Espalhamento</h2>
<p>O índice de difusão do IPCA de fevereiro ficou em 61%. Isso significa que dos 377 subitens (produtos e serviços) pesquisados pelo IBGE, 61% apresentaram elevação de preço. Em dezembro, o patamar era de 69%; em janeiro, 65%.</p>
<p>Se forem considerados apenas os produtos alimentícios, o índice de difusão de fevereiro cai para 55%.</p>
<h2>Resultado dos grupos</h2>
<p>Educação: 4,70% (0,28 ponto percentual)</p>
<p>Habitação: 4,44% (0,65 p.p.)</p>
<p>Alimentação e bebidas: 0,70% (0,15 p.p.)</p>
<p>Transportes: 0,61% (0,13 p.p.)</p>
<p>Saúde e cuidados pessoais: 0,49% (0,07 p.p.)</p>
<p>Artigos de residência: 0,44% (0,01 p.p.)</p>
<p>Comunicação: 0,17% (0,01 p.p.)</p>
<p>Despesas pessoais: 0,13% (0,01 p.p.)</p>
<p>Vestuário: 0% (0 p.p.)</p>
<h2>Principais impactos positivos de fevereiro</h2>
<p>Energia elétrica residencial: 16,80% (0,56 p.p.)</p>
<p>Gasolina: 2,78% (0,14 p.p.)</p>
<p>Ensino fundamental: 7,51% (0,12 p.p.)</p>
<p>Ensino superior: 4,11% (0,07 p.p.)</p>
<p>Café moído: 10,77% (0,06 p.p.)</p>
<p>Aluguel residencial: 1,36% (0,05 p.p.)</p>
<p>Ovo de galinha: 15,39% (0,04 p.p.)</p>
<p>Ônibus urbano: 3,00% (0,03 p.p.)</p>
<p>Condomínio: 1,33% (0,03 p.p.)</p>
<p>Ensino médio: 7,27% (0,03 p.p.)</p>
<p>Etanol: 3,62% (0,02 p.p.)</p>
<p>Plano de saúde: 0,57% (0,02 p.p.)</p>
<p>Pré-escola: 7,02% (0,02 p.p.)</p>
<h2>Principais impactos negativos de fevereiro</h2>
<p>Passagem aérea: -20,46% (-0,16 p.p.)</p>
<p>Cinema, teatro e concertos: -6,96% (-0,03 p.p.)</p>
<p>Arroz: -1,61% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Leite longa vida: -1,04% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Batata-inglesa: -4,10% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Banana-d&#8217;água: -5,07% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Laranja-pera: -3,49% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Óleo de soja: -1,98% (-0,01 p.p.)</p>
<p>O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas &#8211; Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre &#8211; além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>
<p>Entenda os diferentes índices de inflação. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/Pressionada-pela-energia-el%C3%A9trica-infla%C3%A7%C3%A3o-de-fevereiro-fica-em-1%2C31%25">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 12 Mar 2025 10:32:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/pressionada-pela-energia-eletrica-inflacao-de-fevereiro-fica-em-131/">Pressionada pela energia elétrica, inflação de fevereiro fica em 1,31%</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inflação de fevereiro fica em 1,31%, a maior desde março de 2022</title>
		<link>https://weeknews.online/inflacao-de-fevereiro-fica-em-131-a-maior-desde-marco-de-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 13:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[68% em 2025]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[inflação oficial]]></category>
		<category><![CDATA[influenciou o aumento de 2]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado financeiro projeta inflação de 5]]></category>
		<category><![CDATA[preço dos alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba o que é o bônus na conta de luz]]></category>
		<category><![CDATA[segurar a inflação em janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Sem o desconto na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial, fechou fevereiro em 1,31%. É o maior resultado desde março de 2022, quando tinha marcado 1,62% e o mais alto para um mês de fevereiro desde 2003. Os dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que no acumulado de 12 meses, o IPCA soma 5,06%, o patamar mais alto desde setembro de 2023 (5,19%) e fica acima da meta do governo &#8211; de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%.  Desde o início de 2025, o período de avaliação&#8230;</p>
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<p>Sem o desconto na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial, fechou fevereiro em 1,31%. É o maior resultado desde março de 2022, quando tinha marcado 1,62% e o mais alto para um mês de fevereiro desde 2003.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741787106_994_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741787106_412_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ibge.gov.br/pt/inicio.html" target="_blank">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</a> (IBGE) mostram que no acumulado de 12 meses, o IPCA soma 5,06%, o patamar mais alto desde setembro de 2023 (5,19%) e fica acima da meta do governo &#8211; de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. </p>
<p>Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta só é considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.</p>
<p>Em janeiro, o acumulado de 12 meses ficou em 4,56%, ou seja, neste novo modelo de acompanhamento de meta, fevereiro é o segundo mês fora da tolerância.</p>
<h2>Conta de luz</h2>
<p>A alta da energia elétrica, de 16,8%, foi o que mais pressionou a inflação. Essa variação representa impacto de 0,56 ponto percentual no índice. A explicação está no efeito estatístico causado pelo fim do Bônus Itaipu – desconto que os brasileiros receberam na conta de luz em janeiro e fez com que a inflação daquele mês ficasse em 0,16%.</p>
<p>Saiba o que é o bônus na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro.</p>
<p>Sem o desconto em fevereiro, o preço da energia dá um salto no mês seguinte. Isso fez com que o item habitação passasse de -3,08% em janeiro para 4,44% em fevereiro, exercendo o maior impacto (0,65 ponto percentual) inflacionário do mês.</p>
<p>“O subitem energia elétrica residencial passou de uma queda de 14,21% em janeiro para uma alta de 16,80% em fevereiro”, explica o gerente do IPCA, Fernando Gonçalves.</p>
<p>De acordo com Gonçalves, se o impacto da energia elétrica fosse retirado do cálculo, a inflação teria sido de 0,78%, o maior desde fevereiro de 2024 (0,83%).</p>
<h2>Mensalidades escolares</h2>
<p>O segundo grande peso de alta de preços em fevereiro foi a educação, que subiu 4,7%, representando impacto de 0,28%. A explicação está nos tradicionais reajustes de mensalidades escolares, com destaque para o ensino fundamental (7,51%), ensino médio (7,27%) e pré-escola (7,02%).</p>
<h2>Alimentos sobem menos</h2>
<p>Uma das grandes preocupações atuais do governo, o preço dos alimentos desacelerou em fevereiro, ou seja, continuaram subindo, no entanto em menor velocidade.</p>
<p>A alta ficou em 0,70% (impacto de 0,15 ponto percentual), ante 0,96% de janeiro (0,96%).</p>
<p>Os maiores impactos no grupo alimentos e bebidas foram o café moído, que subiu 10,77% (impacto de 0,06%) e o ovo de galinha, com alta de 15,39% e impacto de 0,04 ponto percentual.</p>
<p>“O café, com problemas na safra, está em trajetória de alta desde janeiro de 2024. Já o aumento do ovo se justifica pela alta na exportação, após problemas relacionados à gripe aviária nos Estados Unidos e também pela maior demanda devido à volta às aulas. Além disso, o calor prejudica a produção, reduzindo a oferta”, diz o gerente do IPCA. </p>
<p>Em 12 meses, o café subiu 66,18%.</p>
<p>Cerca de 92% do resultado do IPCA de fevereiro estão concentrados em quatro dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados: habitação, educação, alimentação e bebidas e transportes.</p>
<h2>Transportes</h2>
<p>O grupo transportes subiu 0,61% (impacto de 0,13 ponto percentual), abaixo do registrado em janeiro (1,30%). O reajuste no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, influenciou o aumento de 2,89% nos combustíveis.</p>
<p>A gasolina ficou 2,78% mais cara e representou a segunda maior pressão em todos os produtos e serviços pesquisados pelo IBGE – impacto de 0,14 ponto percentual. O óleo diesel subiu 4,35%, e o etanol, 3,62%. O impacto da gasolina é maior que o dos demais combustíveis pois é um produto que tem mais peso na cesta de consumo das famílias.</p>
<h2>Espalhamento</h2>
<p>O índice de difusão do IPCA de fevereiro ficou em 61%. Isso significa que dos 377 subitens (produtos e serviços) pesquisados pelo IBGE, 61% apresentaram elevação de preço. Em dezembro, o patamar era de 69%; em janeiro, 65%.</p>
<p>Se forem considerados apenas os produtos alimentícios, o índice de difusão de fevereiro cai para 55%.</p>
<h2>Resultado dos grupos</h2>
<p>Educação: 4,70% (0,28 ponto percentual)</p>
<p>Habitação: 4,44% (0,65 p.p.)</p>
<p>Alimentação e bebidas: 0,70% (0,15 p.p.)</p>
<p>Transportes: 0,61% (0,13 p.p.)</p>
<p>Saúde e cuidados pessoais: 0,49% (0,07 p.p.)</p>
<p>Artigos de residência: 0,44% (0,01 p.p.)</p>
<p>Comunicação: 0,17% (0,01 p.p.)</p>
<p>Despesas pessoais: 0,13% (0,01 p.p.)</p>
<p>Vestuário: 0% (0 p.p.)</p>
<h2>Principais impactos positivos de fevereiro</h2>
<p>Energia elétrica residencial: 16,80% (0,56 p.p.)</p>
<p>Gasolina: 2,78% (0,14 p.p.)</p>
<p>Ensino fundamental: 7,51% (0,12 p.p.)</p>
<p>Ensino superior: 4,11% (0,07 p.p.)</p>
<p>Café moído: 10,77% (0,06 p.p.)</p>
<p>Aluguel residencial: 1,36% (0,05 p.p.)</p>
<p>Ovo de galinha: 15,39% (0,04 p.p.)</p>
<p>Ônibus urbano: 3,00% (0,03 p.p.)</p>
<p>Condomínio: 1,33% (0,03 p.p.)</p>
<p>Ensino médio: 7,27% (0,03 p.p.)</p>
<p>Etanol: 3,62% (0,02 p.p.)</p>
<p>Plano de saúde: 0,57% (0,02 p.p.)</p>
<h2>Pré-escola: 7,02% (0,02 p.p.)</h2>
<p>Principais impactos negativos de fevereiro</p>
<p>Passagem aérea: -20,46% (-0,16 p.p.)</p>
<p>Cinema, teatro e concertos: -6,96% (-0,03 p.p.)</p>
<p>Arroz: -1,61% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Leite longa vida: -1,04% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Batata-inglesa: -4,10% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Banana-d&#8217;água: -5,07% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Laranja-pera: -3,49% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Óleo de soja: -1,98% (-0,01 p.p.)</p>
<p>O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas &#8211; Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre &#8211; além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>
<p>Entenda os diferentes índices de inflação. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/inflacao-de-fevereiro-fica-em-131-maior-desde-marco-de-2022">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 12 Mar 2025 10:32:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Piauí zera imposto de alguns produtos da cesta básica</title>
		<link>https://weeknews.online/piaui-zera-imposto-de-alguns-produtos-da-cesta-basica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 23:01:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Cesta Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo zera tarifa de importação de 9 alimentos para reduzir preços]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[Lula cogita "medidas drásticas" para conter alta dos alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[novas medidas do governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Piauí]]></category>
		<category><![CDATA[preço dos alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Fonteles]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba quais alimentos terão tarifa zero de importação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governador do Piauí, Rafael Fonteles, anunciou nesta sexta-feira (7) a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para alguns produtos da cesta básica. A medida entra em vigor no dia 1º de abril e tem a finalidade de baixar o custo dos alimentos para a população. No estado, os itens que terão isenção total do imposto são: arroz, feijão, farinha de mandioca, hortaliças, frutas frescas, ovos, leite in natura e pasteurizado, além de carnes e derivados de aves, suínos, caprinos e ovinos, sejam eles vivos, abatidos ou processados. Também entram na lista produtos como banha suína, fava comestível, polvilho de mandioca e sal de cozinha. Além disso, alguns produtos terão um regime tributário especial, com redução da base de cálculo do ICMS para 7%.&#8230;</p>
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<p>O governador do Piauí, Rafael Fonteles, anunciou nesta sexta-feira (7) a <strong>isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para alguns produtos da cesta básica.</strong> A medida entra em vigor no dia 1º de abril e tem a finalidade de baixar o custo dos alimentos para a população.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741388481_260_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741388482_57_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No estado, <strong>os itens que terão isenção total do imposto são: arroz, feijão, farinha de mandioca, hortaliças, frutas frescas, ovos, leite <em>in natura</em> e pasteurizado, além de carnes e derivados de aves, suínos, caprinos e ovinos, sejam eles vivos, abatidos ou processados.</strong> <strong>Também entram na lista produtos como banha suína, fava comestível, polvilho de mandioca e sal de cozinha.</strong></p>
<p>Além disso, <strong>alguns produtos terão um regime tributário especial, com redução da base de cálculo do ICMS para 7%. </strong>Entre eles estão café em grão cru ou torrado e moído (exceto solúvel ou descafeinado), óleo vegetal comestível (exceto de oliva), margarina, creme vegetal, leite em pó e pó para preparo de bebida láctea em embalagem de até 200 gramas.</p>
<p>De acordo com Fonteles, a medida faz parte dos esforços do governo para reduzir os preços dos alimentos essenciais. “Essa é uma lei sancionada ainda no ano passado, acompanhada de um decreto, que garante a isenção de ICMS para diversos produtos da cesta básica. O estado do Piauí está contribuindo diretamente para a redução dos preços dos alimentos”, afirmou o governador, em rede social.</p>
<p>Nesta quinta-feira (6), o vice-presidente da República Geraldo Alckmin anunciou novas medidas do governo federal para reduzir o custo dos itens da cesta básica, incluindo a isenção da alíquota de importação. Alckmin solicitou também aos estados que zerem o ICMS sobre esses produtos.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/piaui-zera-imposto-de-alguns-produtos-da-cesta-basica">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 07 Mar 2025 19:33:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/piaui-zera-imposto-de-alguns-produtos-da-cesta-basica/">Piauí zera imposto de alguns produtos da cesta básica</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Lula cogita &#8220;medidas drásticas&#8221; para conter alta dos alimentos</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-cogita-medidas-drasticas-para-conter-alta-dos-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 21:58:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[evento em Campo do Meio]]></category>
		<category><![CDATA[Governo zera tarifa de importação de 9 alimentos para reduzir preços]]></category>
		<category><![CDATA[isenção do imposto de importação]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula entrega mais de 12 mil lotes de terras da reforma agrária]]></category>
		<category><![CDATA[ovo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[preço dos alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[preço dos ovos]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba quais alimentos terão tarifa zero de importação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta sexta-feira (7), que pode tomar medidas “mais drásticas” para baixar o custo dos alimentos aos consumidores e culpou os “atravessadores” pelo alta do preço dos ovos no país. Entretanto, Lula não explicou que medidas seriam essas, ao falar sobre o assunto durante evento em Campo do Meio (MG). “Eu quero encontrar uma explicação para o preço do ovo”, disse. “O ovo está saindo do controle. Uns dizem que é o calor, outros dizem que é exportação e eu estou atrás [da explicação]”, acrescentou Lula. O presidente diz que o governo quer encontrar uma solução pacífica, &#8220;mas se a gente não encontrar, a gente vai ter que tomar atitudes mais drásticas, porque o que interessa é levar&#8230;</p>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta sexta-feira (7), que<strong> pode tomar medidas “mais drásticas” para baixar o custo dos alimentos aos consumidores e culpou os “atravessadores” pelo alta do preço dos ovos no país</strong>. Entretanto, Lula não explicou que medidas seriam essas, ao falar sobre o assunto durante evento em Campo do Meio (MG).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741384736_522_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741384736_151_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Eu quero encontrar uma explicação para o preço do ovo”, disse. “O ovo está saindo do controle. Uns dizem que é o calor, outros dizem que é exportação e eu estou atrás [da explicação]”, acrescentou Lula.</p>
<p>O presidente diz que o governo quer encontrar uma solução pacífica, &#8220;mas se a gente não encontrar, a gente vai ter que tomar atitudes mais drásticas, porque o que interessa é levar a comida barata para mesa do povo brasileiro”, afirmou, defendendo que também é preciso pagar um preço justo aos produtores.</p>
<blockquote>
<p>“A gente não quer que o produtor tenha prejuízo. O que nós precisamos é saber que tem atravessador no meio. Entre o produtor e o consumidor deve ter muita gente que mete o dedo no meio. E nós vamos descobrir quem é o responsável por isso”, reforçou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo o presidente, de janeiro de 2023 a janeiro de 2025, a caixa do ovo com 30 dúzias variou próximo de R$ 140. No mês de fevereiro deste ano, ela subiu para R$ 210.</strong> “Eu quero saber porque que ela deu esse salto. Quem é que meteu o bedelho e chutou a bola para cima?”, questionou.</p>
<h2>Produtividade</h2>
<p><strong>De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) a alta no preço dos ovos é uma “situação sazonal, comum ao período pré e durante a quaresma [período em que algumas comunidades cristãs se preparam para a Páscoa]”,</strong> quando as famílias costumam substituir o consumo de carnes vermelhas por ovos.</p>
<p><strong>A associação ainda cita aumento nos custos de produção, como o preço do milho e das embalagens, e as &#8220;temperaturas em níveis históricos”, que impactam na produtividade das aves.</strong></p>
<p>Para a entidade, o <strong>mercado deverá se normalizar até o final do período da quaresma,</strong> com o restabelecimento dos patamares de consumo das diversas proteínas. A ABPA lembrou que, embora em alta, as exportações de ovos têm efeito praticamente nulo sobre a oferta interna, já que representam menos de 1% das 59 bilhões de unidades que deverão ser produzidas este ano.</p>
<h2>Redução de impostos</h2>
<p>Nesta quinta-feira (6), o governo federal anunciou algumas medidas para reduzir os preços dos alimentos ao consumidor, entre elas a isenção do imposto de importação de nove produtos alimentícios considerados essenciais. A medida incidirá sobre <strong>café, azeite, açúcar, milho, óleo de girassol, sardinha, biscoitos, macarrão e carnes.</strong></p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=304152:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/caminhos_cafe_16.jpg" alt="CAFÉ MANTIQUEIRA" title="TV Brasil/Caminhos da Reportagem"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/caminhos_cafe_16.jpg" alt="CAFÉ MANTIQUEIRA" title="TV Brasil/Caminhos da Reportagem"/><br />
    <!-- END scald=304152 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=304152-->CAFÉ MANTIQUEIRA &#8211; <strong>TV Brasil/Caminhos da Reportagem</strong><!--END copyright=304152--></p>
</div>
</div>
<p>A redução das tarifas de importações sobre os itens entrará em vigor nos próximos dias, após serem aprovadas pela Câmara de Comércio Exterior (Camex).</p>
<blockquote>
<p>“Nós vamos encontrar uma solução, porque eu tenho certeza que nesse país todo mundo tem interesse que o povo possa comer bem. Comida de qualidade, comida saudável, comida, de preferência, orgânica para que a gente possa ter qualidade de vida. Nós, então, estamos muito ansiosos, o governo inteiro está preocupado, tem muito empresários também que está preocupado”, disse Lula.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-03/lula-cogita-tomar-medidas-drasticas-conter-alta-dos-alimentos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 07 Mar 2025 17:14:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/lula-cogita-medidas-drasticas-para-conter-alta-dos-alimentos/">Lula cogita &#8220;medidas drásticas&#8221; para conter alta dos alimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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	</channel>
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