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	<title>Arquivo de Prefeitura de Niterói - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Prefeitura de Niterói - WeekNews</title>
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		<title>Usina solar em comunidade de Niterói gera energia para 19 creches e economiza R$ 5 milhões por ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:09:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel leiloa mais quatro lotes de transmissão de energia]]></category>
		<category><![CDATA[Censo 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Energia solar em Itaipu tem potencial para dobrar capacidade da usina]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Niterói]]></category>
		<category><![CDATA[segundo estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Localizada no alto do Morro do Boa Vista, em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, uma nova usina solar começou a operar no último fim de semana, transformando a paisagem da encosta verde em uma fonte de energia renovável e economia para os cofres públicos. Inaugurada pela prefeitura, a usina ocupa uma área de 36 mil metros quadrados — equivalente a cerca de cinco campos de futebol — e conta com mais de 2 mil módulos fotovoltaicos instalados. O projeto-piloto, que consumiu R$ 7 milhões em investimentos, já gera uma economia anual de R$ 5 milhões na conta de luz do município, valor que, segundo a administração municipal, deve pagar o custo total da obra em dois anos.&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/usina-solar-em-comunidade-de-niteroi-gera-energia-para-19-creches-e-economiza-r-5-milhoes-por-ano/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/usina_solar_no_morro_do_boa_vista_em_niteroi-rj._credito_-_leonardo_simplicio_1-1024x512.jpg" alt="Usina solar em comunidade de Niterói gera energia para 19 creches e economiza R$ 5 milhões por ano" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/usina-solar-em-comunidade-de-niteroi-gera-energia-para-19-creches" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>Localizada no alto do Morro do Boa Vista, em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, uma nova usina solar começou a operar no último fim de semana, transformando a paisagem da encosta verde em uma fonte de energia renovável e economia para os cofres públicos. Inaugurada pela prefeitura, a usina ocupa uma área de 36 mil metros quadrados — equivalente a cerca de cinco campos de futebol — e conta com mais de 2 mil módulos fotovoltaicos instalados. O projeto-piloto, que consumiu R$ 7 milhões em investimentos, já gera uma economia anual de R$ 5 milhões na conta de luz do município, valor que, segundo a administração municipal, deve pagar o custo total da obra em dois anos.</p>
<p>A usina está situada ao lado de uma comunidade com quase 1,8 mil moradores, conforme o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A expectativa é que a instalação produza cerca de 150 mil quilowatts-hora (kWh) de energia por mês, volume suficiente para abastecer 19 creches da rede pública municipal. A energia gerada será destinada exclusivamente a equipamentos públicos da cidade.</p>
<p>Além do benefício energético, o projeto-piloto incluiu intervenções de infraestrutura na comunidade Boa Vista, como recuperação da vegetação, sistemas de drenagem e captação de água da chuva. O sistema de reaproveitamento pluvial tem capacidade aproximada de 30 mil litros e poderá ser utilizado na limpeza das placas fotovoltaicas, no apoio a possíveis combates a incêndios e na prevenção de erosão nas encostas. Dependendo da avaliação dos resultados, a iniciativa pode ser expandida para outras comunidades da cidade.</p>
<p>Para o professor Lino Marujo, chefe do Departamento de Engenharia Industrial da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o projeto tem potencial para servir como modelo e benchmarking para outras cidades. “Essa iniciativa combina no mesmo projeto geração de energia renovável, captação de recursos hídricos e redução de riscos de deslizamentos”, avaliou. O professor também destacou os possíveis ganhos socioeconômicos, como a aproximação com a comunidade local, a disseminação de conhecimentos em tecnologias sustentáveis e a geração de empregos na região. “Em um país como o nosso, onde há disponibilidade de solo e alta incidência solar, projetos como esse devem ser cada vez mais difundidos e aprimorados, agregando valor para a sociedade, para o ambiente e economia”, completou Marujo, que também é professor do MBA Executivo em Economia do Petróleo, Gás e Energia da Escola Politécnica da UFRJ.</p>
<p>A energia solar é considerada limpa por não emitir poluentes atmosféricos nem gases de efeito estufa durante a geração de eletricidade. No Brasil, a fonte solar tem ganhado espaço na matriz elétrica: de 2024 para 2025, foi a que mais cresceu, com um salto de 24,7%, segundo estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia. Em 2025, a energia solar tornou-se a terceira principal fonte de energia elétrica do país, representando 11,4% da matriz, atrás apenas da hidrelétrica (51,2%) e da eólica (14,9%).</p>
<p>A iniciativa em Niterói reflete essa tendência nacional e, se bem-sucedida, poderá inspirar projetos semelhantes em outras localidades, combinando sustentabilidade ambiental, economia financeira e benefícios sociais para comunidades carentes.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/usina-solar-em-comunidade-de-niteroi-gera-energia-para-19-creches" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Família de Juliana Marins reclama de descaso de aérea no traslado</title>
		<link>https://weeknews.online/familia-de-juliana-marins-reclama-de-descaso-de-aerea-no-traslado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2025 20:56:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Entenda novas regras sobre traslado de brasileiros mortos no exterior]]></category>
		<category><![CDATA[a família reclamou da demora em iniciar os trabalhos de busca]]></category>
		<category><![CDATA[a prefeitura de Niterói se dispusesse a pagar pelo traslado do corpo]]></category>
		<category><![CDATA[a prefeitura rebatizou de Juliana Marins uma trilha e um mirante da cidade]]></category>
		<category><![CDATA[a turista brasileira morreu em decorrência de hemorragia]]></category>
		<category><![CDATA[Autópsia indonésia conclui que Juliana Marins morreu de hemorragia]]></category>
		<category><![CDATA[Família de turista brasileira vê negligência em resgate na Indonésia]]></category>
		<category><![CDATA[Indonésia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Juliana Marins]]></category>
		<category><![CDATA[Lula fala com pai de Juliana e diz que Itamaraty pode fazer traslado]]></category>
		<category><![CDATA[Monte Rinjani]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Niterói]]></category>
		<category><![CDATA[traslado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A família da publicitária Juliana Marins utilizou as redes sociais neste domingo (29) para denunciar descaso no traslado do corpo da jovem de 26 anos para o Brasil. Juliana morreu na semana passada, ao cair enquanto fazia uma trilha no Monte Rinjani, um vulcão na ilha de Lombok, na Indonésia. Em uma primeira publicação no perfil de Instagram criado para fornecer informações sobre o caso de Juliana, a família reclama que não conseguia confirmar o voo que levará o corpo de Bali, na Indonésia, até o aeroporto internacional do Galeão, no Rio de Janeiro. “É descaso do início ao fim. Precisamos da confirmação do voo da Juliana urgente. Precisamos que a Emirates se mexa e traga Juliana para casa!”, diz o texto. Em seguida, por&#8230;</p>
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<p>A família da publicitária Juliana Marins utilizou as redes sociais neste domingo (29) para denunciar descaso no traslado do corpo da jovem de 26 anos para o Brasil. Juliana morreu na semana passada, ao cair enquanto fazia uma trilha no Monte Rinjani, um vulcão na ilha de Lombok, na Indonésia.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1751230568_258_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1751230569_332_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em uma primeira publicação no perfil de Instagram criado para fornecer informações sobre o caso de Juliana, a família reclama que não conseguia confirmar o voo que levará o corpo de Bali, na Indonésia, até o aeroporto internacional do Galeão, no Rio de Janeiro.</p>
<blockquote>
<p>“É descaso do início ao fim. Precisamos da confirmação do voo da Juliana urgente. Precisamos que a Emirates se mexa e traga Juliana para casa!”, diz o texto.</p>
</blockquote>
<p>Em seguida, por volta das 15h, horário de Brasília (2h da manhã na Indonésia), a família acrescenta que “já estava tudo certo com o voo, já estava confirmado, mas a Emirates em Bali não quer trazer minha irmã para casa. Do nada o bagageiro do voo ficou ‘lotado’”.</p>
<p>Há dias, o pai da publicitária, Manoel Marins, está na Indonésia para trazer o corpo de volta ao Brasil.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> pediu um posicionamento à companhia aérea Emirates, que informou que o caso estava sendo apurado.</p>
<h2>Relembre o caso</h2>
<p>Juliana fazia uma trilha no Monte Rinjani, no sábado (21), quando caiu em um penhasco do vulcão. Desde então, houve grande expectativa sobre o resgate dela, que só era vista por imagens feitas por um drone. Em uma das tomadas, ela ainda se mexia.</p>
<p>Apenas na terça-feira (24), equipes de socorro confirmaram a morte da moradora de Niterói, cidade da região metropolitana do Rio de Janeiro.</p>
<p>Durante o intervalo entre a notícia da queda e o resgate, a família reclamou da demora em iniciar os trabalhos de busca. O corpo só foi resgatado na quarta-feira (25). Para a família, houve “negligência” no esforço de resgate.</p>
<p>Segundo a Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia, a brasileira não foi resgatada a tempo por conta das condições meteorológicas, terreno complicado e problemas na logística das operações de socorro.</p>
<h2>Causa da morte</h2>
<p><strong>Uma autópsia realizada por profissionais da Indonésia concluiu que a turista brasileira morreu em decorrência de hemorragia, provocada por danos a órgãos internos e fraturas ósseas</strong>. Segundo os legistas, os ferimentos foram provocados por traumas por contusão, ocorridos algumas horas antes do resgate do corpo.</p>
<p>O laudo explica que depois do início da hemorragia, a morte levou menos de 20 minutos para ocorrer. A equipe também descartou morte por hipotermia, porque não há sinais de lesões teciduais nos dedos.</p>
<h2>Traslado</h2>
<p>A comoção com o caso fez com que a prefeitura de Niterói se dispusesse a pagar pelo traslado do corpo. Foi repassado à família o valor de R$ 55 mil. Em forma de homenagem, a prefeitura rebatizou de Juliana Marins uma trilha e um mirante da cidade.</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou ao Ministério das Relações Exteriores que preste todo o apoio à família. Um decreto publicado nesta sexta-feira (27) no Diário Oficial da União permite o custeio, pelo governo federal, do traslado de corpos de brasileiros mortos no exterior.</p>
<p><strong>&gt;&gt; Entenda novas regras sobre traslado de brasileiros mortos no exterior</strong></p>
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    </div>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-06/familia-de-juliana-marins-reclama-de-descaso-de-aerea-no-traslado">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 29 Jun 2025 17:26:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/familia-de-juliana-marins-reclama-de-descaso-de-aerea-no-traslado/">Família de Juliana Marins reclama de descaso de aérea no traslado</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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