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	<title>Arquivo de Prêmio Goya - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Prêmio Goya - WeekNews</title>
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		<title>Ainda Estou Aqui chega &#8220;vencedor&#8221; ao Oscar, dizem estudiosos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Mar 2025 13:09:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Corte anunciou que vai julgar]]></category>
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		<category><![CDATA[Exposição em São Paulo celebra os 60 anos da Jovem Guarda]]></category>
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		<category><![CDATA[Instalação discute presença indígena nos desfiles de carnaval]]></category>
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		<category><![CDATA[Saiba como brincar o carnaval de forma sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Repercussões nacionais e internacionais de diferentes características. Públicos emocionados e curiosos sobre o que foi a ditadura militar no Brasil (1964 &#8211; 1985). Cinema brasileiro reconhecido ao tratar do impacto do autoritarismo (que ainda hoje ameaça democracias)&#8230; São variados os motivos que fazem o filme Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, já chegar vencedor ao Oscar, neste domingo (2), avaliam estudiosos. Mesmo se não vierem estatuetas. Atriz do filme Ainda estou aqui, Fernanda Torres &#8211; oficialfernandatorres/Instagram &#62;&#62;Saiba mais sobre as indicações do filme Inspirada em livro de 2015 com escrita biográfica de mesmo título, de autoria do escritor Marcelo Rubens Paiva, a obra foi lançada em 2024 e levou mais de cinco milhões de pessoas ao cinema. Em caso de vitória neste domingo, será a primeira estatueta para o&#8230;</p>
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<p>Repercussões nacionais e internacionais de diferentes características. Públicos emocionados e curiosos sobre o que foi a ditadura militar no Brasil (1964 &#8211; 1985). Cinema brasileiro reconhecido ao tratar do impacto do autoritarismo (que ainda hoje ameaça democracias)&#8230; São variados os motivos que fazem o filme <em>Ainda Estou Aqui</em>, de Walter Salles, já chegar vencedor ao Oscar, neste domingo (2), avaliam estudiosos. Mesmo se não vierem estatuetas.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1740920945_769_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1740920946_240_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
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<p><h6 class="meta">Atriz do filme Ainda estou aqui, Fernanda Torres &#8211; <strong>oficialfernandatorres/Instagram</strong><!--END copyright=411818--></h6>
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<p><strong>&gt;&gt;Saiba mais sobre as indicações do filme</strong></p>
<p>Inspirada em livro de 2015 com escrita biográfica de mesmo título, de autoria do escritor Marcelo Rubens Paiva, a obra foi lançada em 2024 e levou mais de cinco milhões de pessoas ao cinema. Em caso de vitória neste domingo, será a primeira estatueta para o Brasil. Em 1960, porém, o longa brasileiro Orfeu Negro venceu na categoria de melhor filme estrangeiro, mas o filme representava a França (do diretor Marcel Camus).</p>
<p><strong>&gt;&gt;Saiba mais sobre o livro <em>Ainda estou aqui</em>, que será distribuído em escolas</strong> </p>
<p>Marcelo Rubens Paiva é um dos cinco filhos da advogada e ativista Eunice Paiva (1929 &#8211; 2018).e do ex-deputado Rubens Paiva (1929 &#8211; 1971), que teve o mandato cassado e depois foi perseguido, raptado, torturado e morto por agentes da ditadura (da Aeronáutica e do Exército). </p>
<p>Até agora, o <strong>longa recebeu 38 prêmios nacionais e internacionais</strong>, entre eles, o Prêmio Goya e o Globo de Ouro de Melhor Atriz. No Oscar, foi indicado em três categorias melhor filme, melhor atriz, para Fernando Torres, e melhor filme internacional.</p>
<h2>Presente</h2>
<p>Em geral, estudiosos ouvidos pela <strong>Agência Brasil</strong> explicam que remexer no passado de uma forma diferente, em diálogo com um presente atribulado, mobiliza crítica e o público, o que já, de antemão, representa vitória. </p>
<p>De acordo com o professor Arthur Autran, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e que lidera grupo de pesquisa sobre cinema e audiovisual na América Latina, a <strong>repercussão é “enorme” em diversos níveis, independentemente se o longa receber algum Oscar neste domingo.</strong></p>
<p><strong>Há o que o pesquisador chama de uma “repercussão social”</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“O filme se tornou, de fato, uma espécie de evento. Muitas pessoas se interessaram pelo cinema brasileiro”, explica.</p>
</blockquote>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=415733:cheio_8colunas --><br />
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    <!-- END scald=415733 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=415733-->Brasília (DF), 01/03/2025 &#8211; Foliã se fantasia de Fernanda Torres ganhando o Oscar no bloco de carnaval, Vai quem fica, nas ruas de Brasília. &#8211; <strong>Joédson Alves/Agência Brasil</strong><!--END copyright=415733--></h6>
</p>
</div>
<p>Para ele, isso evidentemente cria um clima bastante positivo e, <strong>mesmo sem utilizar diretamente de recursos públicos, é uma expressão da política pública brasileira para o audiovisual.</strong></p>
<p>Outra vitória do filme para o país citada pelo professor é a <strong>valorização da memória nacional</strong>. “(O assassinato de Rubens Paiva) Foi um crime praticado pela ditadura militar brasileira. O filme é trazido de uma forma muito emocionante e candente. Houve muita competência em recontar essa tragédia brasileira e trazer isso de uma forma narrativamente muito poderosa”, diz Autran. </p>
<p>O filme, em si mesmo, segundo analisa o especialista, ao trazer uma narrativa poderosa, coloca luz sobre o cinema brasileiro. </p>
<h2>“Nós temos voz”</h2>
<p>Outra estudiosa, a professora de artes cênicas Dirce Waltrick do Amarante, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), identifica que a visibilidade fora do Brasil significa uma vitória expressiva para a arte brasileira.</p>
<blockquote>
<p>“Nós temos conseguido erguer a nossa voz. É uma voz falada em português, de um país periférico como o Brasil. Uma voz que tem sido ouvida”, explica a pesquisadora. </p>
</blockquote>
<p>O alcance do filme, de acordo com o que Dirce Waltrick entende, tem trazido repercussão às produções brasileiras na arte. “Esse filme é importantíssimo em razão dessa temática e tem muitas chances de vencer no Oscar. De toda forma, eu acho um filme fundamental, uma virada de chave para a nossa cultura”. </p>
<p>Para a professora<strong>, a função da obra de arte é de fato mexer e perturbar.</strong></p>
<blockquote>
<p>“As pessoas se sentem instigadas a ir atrás e a saber mais sobre quem foi Eunice Paiva, que lutou pelo direito dos indígenas (o que é menos abordado no filme)”.</p>
</blockquote>
<h2>De olho no presente</h2>
<p>Para o professor de história Marco Pestana, da Universidade Federal Fluminense (UFF), pesquisador do tema da ditadura,<strong> o filme tem diferentes méritos, como o de, mesmo tratando de um período obscuro, conseguir dialogar de maneira direta com o presente. </strong>“É um filme que, nessa conjuntura, tem cumprido um papel importante”. </p>
<p>Em um cenário de expansão de correntes autoritárias pelo mundo, como ele avalia a ascensão do extremismo em países de diferentes continentes, o <strong>longa apresenta-se como uma linguagem universal e que pode ser compreendida além do cenário do passado brasileiro. </strong></p>
<p>Segundo considera Pestana, esse avanço político foi conquistado por uma disputa ideológica ferrenha, inclusive com uma ideia reverberada e falsa de que haveria tranquilidade no Brasil e que tinham problemas com a polícia e com a justiça quem estava fazendo algo de errado. “Isso é parte da construção ideológica de valorização desse período”, explica. </p>
<p><strong>O professor entende que o filme mostra que aquele período não era exatamente uma era de ouro para o Brasil. </strong>“Evidentemente dialoga (e contesta) com esse imaginário que a extrema-direita tenta fomentar”.  </p>
<h2>Direitos</h2>
<p>Naquele cenário da obra, o filme destaca o impacto da ação repressiva sobre um membro da família. “E como isso tem consequências para o conjunto daquela família, não só naquele momento, e como é um impacto de longa duração. Não deixa de mostrar o momento da luta e o em que a família consegue o atestado de óbito”, explica.</p>
<p>Sobre o direito da família, a advogada Ariadne Maranhão reconhece que o filme traz visibilidade ao tema da morte presumida.</p>
<blockquote>
<p>“O reconhecimento antecipado da morte foi um avanço que garantiu não apenas segurança jurídica, mas um alívio necessário para que essas famílias seguissem com suas vidas dentro do ordenamento&#8221;, explica.</p>
</blockquote>
<p>Ela entende que a repercussão do filme <em>Ainda Estou Aqui</em>, no âmbito do direito de famílias e sucessões, é relevante, já que <strong>evidenciou como o contexto histórico impactou diretamente as estruturas familiares e a autonomia das mulheres. </strong></p>
<p>“Como sabemos, por séculos, as mulheres foram silenciadas e relegadas ao papel de zeladoras da família, sem voz, para participar das decisões que moldavam suas próprias vidas”. Para a especialista, o filme retrata essa realidade sob a ótica de Eunice Paiva.</p>
<blockquote>
<p>“A arte desempenha um papel fundamental para alertar a sociedade sobre os seus direitos”. </p>
</blockquote>
<h2>“Fura a bolha”</h2>
<p>O professor de história Marco Pestana, da UFF, argumenta que o filme consegue ter repercussão até com pessoas que não conheciam ou compreendiam as violências perpetradas pelos agentes da ditadura. Com Oscar ou sem, há uma vitória nesse sentido. </p>
<blockquote>
<p>“Furou a bolha. Em alguma medida, isso tem relação com a estratégia narrativa de politizar pelo viés do cotidiano, da vida familiar”.</p>
</blockquote>
<p>No entender do professor Arthur Autran, da UFSCar, a esse respeito, houve um esforço do filme de tentar falar para um público o mais amplo possível dentro do Brasil e fora do Brasil também. Ainda que, conforme os especialistas, com limitações a “quem não quer ouvir”. Ele lembrou que Marcelo Rubens Paiva, que é cadeirante, foi atacado quando estava em um bloco de carnaval. </p>
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=400351-->Brasília (DF), 23/09/2024 &#8211; Cena do filme Ainda estou aqui.- <strong>Alile Dara Onawale/Sony Pictures</strong><!--END copyright=400351--></h6>
</p>
</div>
<h2>Justiça </h2>
<p>Depois que o filme foi lançado, o Supremo Tribunal Federal (STF) resolveu analisar o processo que estava com trâmite parado há uma década. Agora, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://noticias.stf.jus.br/postsnoticias/caso-rubens-paiva-sera-analisado-pelo-stf-com-status-de-repercussao-geral/" target="_blank">Corte anunciou que vai julgar</a> se a Lei da Anistia se aplica aos crimes de sequestro e cárcere privado cometidos durante a ditadura militar a partir das investigações da morte do ex-deputado Rubens Paiva.</p>
<p>Marco Pestana avalia que a decisão tem relação com o filme e a conjuntura. “O STF soube ler (o momento) e entendeu que era momento para pautar isso&#8221;. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-03/ainda-estou-aqui-chega-vencedor-ao-oscar-dizem-estudiosos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 02 Mar 2025 09:44:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Ainda Estou Aqui vence prêmio Goya de melhor filme ibero-americano</title>
		<link>https://weeknews.online/ainda-estou-aqui-vence-premio-goya-de-melhor-filme-ibero-americano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Feb 2025 15:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Ainda Estou Aqui]]></category>
		<category><![CDATA[certidão de óbito foi corrigida]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Torres]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Torres e Ainda Estou Aqui são indicados ao Oscar 2025]]></category>
		<category><![CDATA[foi indicado a três categorias]]></category>
		<category><![CDATA[já havia sido premiada]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Goya]]></category>
		<category><![CDATA[Túmulo de Eunice Paiva vira ponto turístico após Ainda Estou Aqui]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O filme brasileiro Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles, venceu, neste sábado (8), o prêmio Goya 2025, na categoria de melhor filme ibero-americano. A premiação é considerada a principal do cinema espanhol. Esta é a primeira vez que uma produção brasileira é indicada e vence a categoria. Nesta 39ª edição do prêmio, a produção brasileira concorria com outros quatro filmes: El jockey, da Argentina; Agarrame fuerte, do Uruguai; No lugar da outra, do Chile; e Memorias de un cuerpo que arde, da Costa Rica. Em carta lida no momento do recebimento do troféu Goya, o diretor Walter Salles agradeceu à distância o prêmio à academia de cinema espanhol e ressaltou que esta é a primeira vez que um filme brasileiro foi indicado&#8230;</p>
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<p>O filme brasileiro <em>Ainda Estou Aqui</em>, dirigido por Walter Salles, venceu, neste sábado (8), o prêmio Goya 2025, na categoria de melhor filme ibero-americano. A premiação é considerada a principal do cinema espanhol.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739114590_185_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739114590_636_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Esta é a primeira vez que uma produção brasileira é indicada e vence a categoria. Nesta 39ª edição do prêmio, a produção brasileira concorria com outros quatro filmes: <em>El jockey</em>, da Argentina; <em>Agarrame fuerte</em>, do Uruguai; <em>No lugar da outra</em>, do Chile; e <em>Memorias de un cuerpo que arde</em>, da Costa Rica.</p>
<p>Em carta lida no momento do recebimento do troféu Goya, o diretor Walter Salles agradeceu à distância o prêmio à academia de cinema espanhol e ressaltou que esta é a primeira vez que um filme brasileiro foi indicado a uma categoria do Goya.</p>
<p>&#8220;<em>Ainda Estou Aqui </em>é um filme sobre a memória de uma família, durante a longa noite da ditadura militar no Brasil, que está entrelaçada com a memória do meu país. Gostaria de dedicar esse prêmio ao cinema brasileiro, a Eunice Paiva e toda a sua família, a Fernanda Montenegro e a Fernanda Torres”, disse em carta o diretor Walter Salles.</p>
<h2>Prêmio e indicações</h2>
<p>Em janeiro, a atriz Fernanda Torres já havia sido premiada com o Globo de Ouro, em Los Angeles, de melhor atriz na categoria Drama pela atuação em <em>Ainda Estou aqui</em>. Esta foi a primeira vez que a premiação foi entregue a uma brasileira. </p>
<p>O filme <em>Ainda Estou Aqui </em>também foi indicado a três categorias do Oscar 2025: a de Melhor Filme; Melhor Filme Estrangeiro; e a atriz Fernanda Torres foi indicada à categoria de Melhor Atriz. A cerimônia do Oscar 2025 está agendada para 2 de março, também em Los Angeles.</p>
<h2>Filme</h2>
<p>O drama brasileiro <em>Ainda Estou Aqui </em>é baseado no livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva, que conta a história de sua mãe, a advogada e ativista pelos direitos humanos Eunice Paiva, durante a ditadura militar no Brasil. O papel de Eunice Paiva, falecida em 2018, foi interpretado por Fernanda Torres.</p>
<p>O enredo aborda a luta pela democracia, a resistência à opressão, a força da mulher, a busca por desaparecidos políticos e a importância da memória, a partir do desaparecimento, em 1971, do ex-deputado federal Rubens Paiva (com atuação de Selton Mello), marido de Eunice Paiva. O político brasileiro, que teve seus direitos políticos cassados em 1964, com o golpe militar, foi torturado e assassinado, no Rio de Janeiro. Seu corpo nunca foi encontrado.</p>
<p>Em 1996, foi emitido o atestado de óbito de Rubens Paiva. Em 2025, a certidão de óbito foi corrigida para constar que sua morte foi causada por agentes do Estado durante a ditadura militar.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-02/ainda-estou-aqui-vence-premio-goya-de-melhor-filme-ibero-americano">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 09 Feb 2025 11:47:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/ainda-estou-aqui-vence-premio-goya-de-melhor-filme-ibero-americano/">Ainda Estou Aqui vence prêmio Goya de melhor filme ibero-americano</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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