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	<title>Arquivo de presidente da França - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de presidente da França - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>Alta do petróleo mobiliza potências do G7 em meio à guerra no Irã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 20:08:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque no Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[disparada dos preços]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanuel Macron]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra contra o Irã faz petróleo dos EUA saltar 12%]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Países asiáticos adotam medidas para restringir gastos de petróleo]]></category>
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		<category><![CDATA[Petróleo se encaminha para aumento recorde com escalada da guerra]]></category>
		<category><![CDATA[presidente da França]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O aumento do preço do barril de petróleo vem mobilizando as potências ocidentais reunidas no G7, grupo dos países mais industrializados do mundo. Os ministros das finanças do grupo se reuniram, nesta segunda-feira (9), para discutir medidas contra a disparada dos preços no mercado mundial.   Por enquanto, as potências decidiram não liberar as reservas de emergência para forçar a queda dos preços. O barril chegou a quase US$ 120, maior valor desde o início da guerra na Ucrânia, em 2022. Houve um aumento de até 30% desde o início da guerra no Irã e do fechamento do Estreito de Ormuz. Notícias relacionadas: Petróleo se encaminha para aumento recorde com escalada da guerra . Guerra contra o Irã faz petróleo dos EUA saltar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p>O aumento do preço do barril de petróleo vem mobilizando as potências ocidentais reunidas no G7, grupo dos países mais industrializados do mundo. <strong>Os ministros das finanças do grupo se reuniram, nesta segunda-feira (9), para discutir medidas contra a disparada dos preços no mercado mundial.  </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773086927_993_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773086927_414_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Por enquanto, as <strong>potências decidiram não liberar as reservas de emergência para forçar a queda dos preços. O barril chegou a quase US$ 120, maior valor desde o início da guerra na Ucrânia, em 2022.</strong> Houve um aumento de até 30% desde o início da guerra no Irã e do fechamento do Estreito de Ormuz.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Petróleo se encaminha para aumento recorde com escalada da guerra .</li>
<li>Guerra contra o Irã faz petróleo dos EUA saltar 12%.</li>
<li>Países asiáticos adotam medidas para restringir gastos de petróleo.</li>
</ul>
<p>As potências do G7 – França, Alemanha, Estados Unidos (EUA), Itália, Japão, Canadá e Reino Unido – discutiram a liberação das reservas estimadas em 1,2 bilhão de barris de petróleo, além de 600 milhões mantidos por obrigação governamental.</p>
<p><strong>O fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã, por onde transitam cerca de 25% do petróleo mundial, tem abalado os mercados financeiros, com bolsas caindo em todo o mundo.</strong></p>
<p>As retaliações de Teerã contra alvos nos países do Golfo Pérsico também contribuíram para reduzir a oferta no mercado de grandes produtores como Bahrein e Catar.</p>
<blockquote>
<p>“Além dos desafios da travessia do Estreito de Ormuz, uma parcela substancial da produção de petróleo foi reduzida. Isso está criando riscos significativos e crescentes para o mercado”, afirmou o diretor executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol.</p>
</blockquote>
<p>A diretora técnica do Instituto de Estudos Estratégicos em Petróleo (Ineep), Ticiana Álvares, destacou à <strong>Agência Brasil</strong> que o mercado projetava, para 2026, um preço médio em torno dos US$ 70 o barril.</p>
<p>“Os mais impactados imediatamente devem ser, nessa ordem, Ásia e Europa. Só que, se o conflito se mantiver, se aprofundar, a tendência é que haja um impacto global de maiores repercussões”, comentou.</p>
<p>A AIE estima que 80% do petróleo que transitou pelo Estreito de Ormuz, em 2025, foi com destino à Ásia. “No entanto, os impactos de uma interrupção prolongada no transporte marítimo seriam globais”, disse a agência internacional.</p>
<h2>Petrobras pode se beneficiar</h2>
<p>Ticiana Álvares acrescentou que a Petrobras pode se beneficiar como alternativa à queda da oferta do óleo do Oriente Médio e estima que a China pode “segurar” o não fornecimento do Irã por cerca de dois meses.</p>
<blockquote>
<p>“A própria geografia do fornecimento do petróleo vai ser impactada. O Brasil pode ser uma alternativa para o fornecimento de muita gente, elevando ainda mais a produção no Brasil. Os EUA também são grandes fornecedores de petróleo, principalmente de derivados”, completou Ticiana.</p>
</blockquote>
<h2>Liberação dos estoques</h2>
<p><strong>Apesar dos riscos para o mercado global, os países do G7 decidiram não liberar, por enquanto, os estoques de emergência, o que poderia derrubar os preços.</strong></p>
<p>“Ainda não chegamos lá [na liberação das reservas]. O que acordamos foi usar todas as ferramentas necessárias, se preciso for, para estabilizar o mercado, incluindo a possível liberação dos estoques necessários”, disse à Reuters o ministro da Economia francês, Rolando Lescure.</p>
<p><strong>Para a especialista do Ineep, os estoques da AIE não conseguem segurar o preço por muito tempo</strong>. “A medida estudada pelo G7 teria eficácia pequena porque isso sustenta por um tempo muito pequeno uma maior oferta de petróleo”, disse Ticiana.</p>
<p> </p>
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<h6 class="meta">Fumaça sobe após explosão depois que EUA e Israel lançaram ataques contra o Irã em 2 de março de 2026 &#8211; <strong>Foto: Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via Reuters &#8211; Proibido reprodução</strong><!--END copyright=454671--></h6>
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<h2>Irã responsabiliza EUA e Israel</h2>
<p>Autoridades iranianas destacam que a alta dos preços é responsabilidade dos EUA e de Israel, que iniciaram a agressão contra Teerã, conforme afirmou o presidente do Legislativo, Mohammad Bagher (MB) Ghalibaf.</p>
<p>“O impacto econômico dessa guerra, que se alastra para a infraestrutura em toda a região e no mundo, será vasto e duradouro. O preço do petróleo pode permanecer acima de US$ 100 por algum tempo. A política de Donald Trump pode levar à ruína não só a América, mas o mundo inteiro”, comentou MB em uma rede social.</p>
<p>Por sua vez, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que a subida do valor do barril de petróleo é um preço “muito pequeno” a se pagar “pela segurança e paz dos EUA e do mundo&#8221;. &#8220;Só os tolos pensariam diferente”, afirmou. Para Trump, os preços cairão assim que a “ameaça” do Irã for eliminada.</p>
<p> </p>
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<h6 class="meta">Para Trump, preços do petróleo cairão quando “ameaça” do Irã for eliminada &#8211; <strong>Foto: Arquivo/Reuters/Jonathan Ernst/Proibida reprodução</strong><!--END copyright=450089--></h6>
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</div>
<h2>França vai ao Mar Vermelho</h2>
<p>O <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.elysee.fr/emmanuel-macron/2026/03/09/deplacement-a-chypre" target="_blank">presidente da França, Emmanuel Macron,</a> informou que o país enviará uma dúzia de navios de guerra e um porta-aviões para o Mar Vermelho na tentativa de possibilitar “a livre navegação e segurança marítima” perto do Estreito de Ormuz, fechado pelo Irã, em uma operação “puramente defensiva”.</p>
<p>O chanceler alemão, Friedrich Merz, também manifestou preocupação com o aumento do preço da energia, com o governo de Berlim estudando a regulação mais rigorosa para empresas petrolíferas por meio de limites ao reajuste de preços, segundo informa a mídia alemã Deutschlandfunk.</p>
<h2>Brasil e a inflação</h2>
<p><strong>Apesar de a Petrobras poder se beneficiar da queda na oferta de petróleo do Oriente Médio, o Brasil pode sofrer com uma inflação global ou com uma recessão mundial, caso a guerra se prolongue por muito tempo.</strong></p>
<p>Especialista do Ineep, <strong>Ticiana Álvares pondera, por outro lado, que a Petrobras teria condições de amortecer o impacto do aumento dos preços dos combustíveis</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“A Petrobras tem condições de segurar a variação do preço de importação de derivados. É possível amortecer os efeitos dessa alta nas bombas de gasolina, pelo menos por um tempo, aqui internamente no Brasil”, disse.</p>
</blockquote>
<p>Porém, a especialista lembra que o amortecimento dos preços é limitado uma vez que o Brasil é importador de produtos derivados do petróleo, como gasolina e diesel, e hoje tem várias refinarias privadas.</p>
<p>“A refinaria da Bahia, a Rlam, foi privatizada. Logo, você tem menos mecanismos de segurar o preço dessas refinarias que foram privatizadas do que, por exemplo, a Petrobras tem”, finalizou.</p>
<p> Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-03/alta-do-petroleo-mobiliza-potencias-do-g7-em-meio-guerra-no-ira">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 09 Mar 2026 17:00:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/alta-do-petroleo-mobiliza-potencias-do-g7-em-meio-a-guerra-no-ira/">Alta do petróleo mobiliza potências do G7 em meio à guerra no Irã</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lula recebe certificado de país livre da febre aftosa</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-recebe-certificado-de-pais-livre-da-febre-aftosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 15:51:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[acesso a mercados mais exigentes]]></category>
		<category><![CDATA[como o do Japão]]></category>
		<category><![CDATA[conseguiu segurar a entrada do vírus em plantéis comercias]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanuel Macron]]></category>
		<category><![CDATA[frebe aftosa]]></category>
		<category><![CDATA[Lula é o 20º chefe de Estado homenageado pela Academia Francesa]]></category>
		<category><![CDATA[Lula está em visita de Estado à França]]></category>
		<category><![CDATA[Lula foi recebido pelo presidente francês]]></category>
		<category><![CDATA[Lula pede que Macron “abra seu coração” para acordo com Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[novo status sanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Ontem (5)]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[que há dois anos o Brasil teve o primeiro caso de gripe aviária em animais silvestres e]]></category>
		<category><![CDATA[Reconhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, nesta sexta-feira (6), o certificado de reconhecimento do status do Brasil como país livre da febre aftosa sem vacinação. O novo status sanitário foi aprovado pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) em 29 de maio e, para Lula, é o reconhecimento da robustez e a confiabilidade do sistema de defesa agropecuária brasileiro. “É dia de agradecimento ao esforço que os produtores de gado no Brasil, que o Ministério da Agricultura, que os frigoríficos brasileiros trabalharam 60 anos para serem reconhecidos como cidadãos de primeira categoria”, disse Lula, no evento da OMSA, em Paris. Lula está em visita de Estado à França e até a próxima terça-feira (10) tem diversas atividades agendadas. “Uma coisa é a&#8230;</p>
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<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, nesta sexta-feira (6), o certificado de reconhecimento do status do Brasil como país livre da febre aftosa sem vacinação.</strong> O novo <em>status</em> sanitário foi aprovado pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) em 29 de maio e, para Lula, é o reconhecimento da robustez e a confiabilidade do sistema de defesa agropecuária brasileiro.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749225108_4_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749225108_381_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“É dia de agradecimento ao esforço que os produtores de gado no Brasil, que o Ministério da Agricultura, que os frigoríficos brasileiros trabalharam 60 anos para serem reconhecidos como cidadãos de primeira categoria”, disse Lula, no evento da OMSA, em Paris. Lula está em visita de Estado à França e até a próxima terça-feira (10) tem diversas atividades agendadas.</p>
<blockquote>
<p>“Uma coisa é a gente trabalhar para tentar agradar apenas aqueles de dentro da nossa casa, outra coisa é a gente tentar ganhar o mundo e trabalhar para tentar agradar e convencer pessoas que, muitas vezes, nem conhece o Brasil e nem conhece os produtores e que são competidores conosco e, muitas vezes, colocam exigências que nós achamos que é absurda, mas nós cumprimos. Então, hoje é o reconhecimento de um país que tem no agronegócio, que tem na agropecuária uma das suas mais importantes vertentes econômicas”, acrescentou Lula.</p>
</blockquote>
<p><strong>O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou a eficiência do sistema sanitário brasileiro diante das crises cada vez mais severas e redundantes.</strong> <strong>Ele lembrou que há dois anos o Brasil teve o primeiro caso de gripe aviária em animais silvestres e, por esse período, conseguiu segurar a entrada do vírus em plantéis comercias.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Estando preparados, nós conseguimos, com toda certeza segurar o foco no âmbito de uma única granja. É muito difícil este procedimento e o Brasil está se mostrando muito eficiente. Então, não se trata aqui de comemorar crise, mas a oportunidade da crise, de mostrar essa robustez”, disse Fávaro.</p>
</blockquote>
<p>Ele lembrou ainda que o Estado brasileiro fez parcerias com diversos, distribuindo vacinas contra febre aftosa, para garantir que não houvessem focos nos territórios vizinhos.</p>
<p>Para o ministro, o novo <em>status </em>sanitário abre grandes oportunidades comerciais, de acesso a mercados mais exigentes, como o do Japão. <strong>Ele disse que o Brasil já exporta carne bovina e suína para mais de 160 países.</strong></p>
<p>O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, também afirmou que o certificado é um ganho de imagem e que vai se reverter em dinheiro para a balança comercial do Brasil. Ele deu como exemplo a China, que, por razões sanitárias, só consegue comprar carne suína sem osso do Rio Grande do Sul.</p>
<blockquote>
<p>“Este reconhecimento poderá dizer para a China que ela pode nos reconhecer [o país inteiro], como reconhece Rio Grande do Sul, Paraná, Acre e Rondônia, livres de vacina de febre aftosa sem vacinação, podendo vender carne com osso e miúdo suínos. Isto dá só para o Rio Grande do Sul, no período de um ano, US$ 120 milhões, que vai para a balança comercial, mas que vai também distribuído numa pleia de pequenos produtores integrados que vão fazer justiça social”, disse.</p>
</blockquote>
<h2>Doutor Honoris Causa</h2>
<p><strong>Antes do evento na OMSA, Lula também recebeu o título Doutor Honoris Causa da Universidade Paris 8</strong>. A homenagem é em reconhecimento ao trabalho do presidente em políticas de acesso ao ensino superior, combate à fome e em defesa da democracia.</p>
<p><em>Honoris causa</em> vem do latim ‘por causa de honra’ e é o mais importante título que pode ser concedido por uma instituição de nível superior em reconhecimento a pessoas que contribuem em áreas como cultura e educação. <strong>Além de Lula, a filósofa brasileira Marilena Chauí já foi reconhecida pela Universidade Paris 8.</strong></p>
<p><strong>Para Lula, o título vem do compromisso que ele tem com aqueles que sempre tiveram de lutar por voz e por espaço.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Eu tenho certeza que esse prêmio e esse titulo é muito mais uma homenagem à capacidade de resistência do povo brasileiro a qualquer outra coisa que eu tenha feito no meu país”, disse na cerimônia.</p>
</blockquote>
<p><strong>A Universidade Paris 8 foi criada para democratizar o ensino superior francês e tem um forte vínculo com a classe trabalhadora, imigrantes e outros públicos marginalizados.</strong> A instituição tem cooperação com o Brasil, entre eles, um programa para doutorandos indígenas.</p>
<blockquote>
<p>“Temos que acreditar na educação como forma de dar oportunidade a todas as pessoas. O que meu deixa muito feliz é saber que, no meu país, uma filha de emprega doméstica pode disputar um banco da universidade com uma filha de sua patroa. Nós não queremos prejudicar ninguém, o que queremos é dar a eles o direito de disputar as vagas em igualdade de condições”, disse Lula.</p>
</blockquote>
<p><strong>Em seu discurso, o presidente lembrou do avanço da extrema direita no mundo e o ataque desses políticos às universidades. </strong>Nos Estados Unidos, por exemplo, o presidente Donald Trump cortou verbas e quer limitar debates e proibir instituições de receber estudantes estrangeiros.</p>
<blockquote>
<p>“A extrema direita tem medo da educação porque sabe que é onde nasce a consciência. A França, que acolheu tantos intelectuais brasileiros exilados, sabe que defender as universidades é resguardar a ciência. Em tempos de desinformação e negacionismo, o saber deve ser protegido como instrumento de bem comum”, disse.</p>
</blockquote>
<h2>Agenda</h2>
<p><strong>Também nesta sexta-feira, Lula visitou a exposição <em>Nosso Barco Tambor Terra</em>, de Ernesto Neto, no Grand Palais, o principal centro de convenções do país.</strong> O evento marca o ano do Brasil na França, que compreenderá diversas atividades até setembro, em mais de 50 cidades francesas.</p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/54570829021_ffe38cbb43_o.jpg" alt="Paris, 06/06/2025 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita à exposição “Nosso Barco Tambor Terra”, de Ernesto Neto, na companhia do Presidente da República Francesa, Emmanuel Macron, no Grand Palais. Foto: Ricardo Stuckert/PR" title="Ricardo Stuckert/PR"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/54570829021_ffe38cbb43_o.jpg" alt="Paris, 06/06/2025 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita à exposição “Nosso Barco Tambor Terra”, de Ernesto Neto, na companhia do Presidente da República Francesa, Emmanuel Macron, no Grand Palais. Foto: Ricardo Stuckert/PR" title="Ricardo Stuckert/PR"/><br />
    <!-- END scald=426735 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=426735-->Presidente Lula durante visita à exposição Nosso Barco Tambor Terra, de Ernesto Neto, na companhia do Presidente Emmanuel Macron, no Grand Palais. Foto: <strong>Ricardo Stuckert/PR</strong><!--END copyright=426735--></h6>
</p>
</div>
<p>Ontem (5), Lula foi recebido pelo presidente francês, Emmanuel Macron, quando assinaram 20 acordos bilaterais nas áreas de saúde, segurança pública, educação e ciência e tecnologia.</p>
<p><strong>O presidente também foi homenageado, pela Academia Francesa, em Paris. </strong>A instituição foi criada em 1635 e, em seus quase 400 anos de história, apenas outros 19 chefes de Estado foram homenageados em sessão oficial. Antes de Lula, o único brasileiro reconhecido pela honraria havia sido Dom Pedro II, em 1872.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-06/lula-recebe-certificado-de-pais-livre-da-febre-aftosa">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 06 Jun 2025 12:08:00 -0300 </p>

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