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	<title>Arquivo de Produção de motocicletas passa de 1 milhão em 2025 - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Produção de motocicletas passa de 1 milhão em 2025 - WeekNews</title>
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		<title>Produção de motocicletas atinge recorde histórico para julho, aponta Abraciclo</title>
		<link>https://weeknews.online/producao-de-motocicletas-atinge-recorde-historico-para-julho-aponta-abraciclo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 19:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Abraciclo]]></category>
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		<category><![CDATA[varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A indústria brasileira de motocicletas registrou em julho o maior volume de produção da história para o mês, conforme balanço divulgado nesta terça-feira (11) pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). Foram produzidas 190.794 unidades no Polo Industrial de Manaus, número 36% superior ao de julho de 2025 e 45,8% maior do que o registrado em junho deste ano. O resultado também impulsionou o acumulado do ano. Entre janeiro e julho, a produção somou 1.254.191 motocicletas, o melhor desempenho para o período desde 2008, com alta de 9,9% na comparação com os sete primeiros meses do ano passado. Em nota, o presidente da Abraciclo, Marcos Bento, atribuiu o desempenho à capacidade das fabricantes instaladas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/img_2677_0-1024x512.jpg" alt="Produção de motocicletas atinge recorde histórico para julho, aponta Abraciclo" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/producao-de-motos-tem-melhor-mes-de-julho-da-historia-diz-abraciclo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A indústria brasileira de motocicletas registrou em julho o maior volume de produção da história para o mês, conforme balanço divulgado nesta terça-feira (11) pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). Foram produzidas 190.794 unidades no Polo Industrial de Manaus, número 36% superior ao de julho de 2025 e 45,8% maior do que o registrado em junho deste ano.</p>
<p>O resultado também impulsionou o acumulado do ano. Entre janeiro e julho, a produção somou 1.254.191 motocicletas, o melhor desempenho para o período desde 2008, com alta de 9,9% na comparação com os sete primeiros meses do ano passado.</p>
<p>Em nota, o presidente da Abraciclo, Marcos Bento, atribuiu o desempenho à capacidade das fabricantes instaladas no Polo Industrial de Manaus de atender à demanda do mercado. “O desempenho registrado em julho reforça a trajetória positiva do nosso setor ao longo de 2026 e confirma a força da indústria de motocicletas e a capacidade das fabricantes instaladas no Polo Industrial de Manaus de responder à demanda do mercado”, afirmou.</p>
<p>O varejo também apresentou números expressivos. Em julho, foram licenciadas 199.236 motocicletas, volume 3,1% superior ao do mesmo mês de 2025 e 2,6% maior que o de junho. No acumulado de janeiro a julho, os licenciamentos totalizaram 1.373.580 unidades, alta de 12,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo a Abraciclo, trata-se do melhor resultado da história tanto para o mês de julho quanto para o acumulado do ano.</p>
<p>As exportações também cresceram. Em julho, foram embarcadas 3.289 motocicletas, volume 22,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025.</p>
<p>O setor de bicicletas também teve um mês positivo. As empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus produziram 37.413 unidades em julho, o melhor desempenho de 2026, com alta de 16,6% em relação a julho do ano passado e de 22,8% na comparação com junho.</p>
<p>No acumulado de janeiro a julho, porém, a produção de bicicletas somou 200.571 unidades, volume 5,7% inferior ao do mesmo período de 2025. A Abraciclo afirmou que, apesar da retração, o “volume está dentro do planejamento da indústria para atender à demanda do mercado”.</p>
<p>Os dados foram divulgados pela Abraciclo, que representa os fabricantes de motocicletas, ciclomotores, motonetas, bicicletas e similares no país. A entidade monitora a produção, as vendas no varejo e as exportações do setor, que tem como principal polo fabril a região de Manaus, no Amazonas.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/producao-de-motos-tem-melhor-mes-de-julho-da-historia-diz-abraciclo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Produção de motocicletas tem 2º melhor trimestre da história</title>
		<link>https://weeknews.online/producao-de-motocicletas-tem-2o-melhor-trimestre-da-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 15:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Abraciclo]]></category>
		<category><![CDATA[diz Abraciclo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Em dez anos]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
		<category><![CDATA[frota de motocicletas cresce 42% no país]]></category>
		<category><![CDATA[Polo Industrial de Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de motocicletas]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de motocicletas passa de 1 milhão em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Venda de motocicletas em 2025 é a maior dos últimos 22 anos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. As fabricantes de motocicletas instaladas no Polo Industrial de Manaus produziram 561.448 unidades de motocicletas no primeiro trimestre deste ano. Isso representa uma alta de 12,1% em relação ao mesmo período do ano passado e o segundo melhor resultado da história, apontou hoje (9) a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), que está completando 50 anos de existência em 2026. No ranking do primeiro trimestre, os modelos de baixa cilindrada ficaram em primeiro lugar, com 435.731 unidades produzidas, o que representou 77,6% do volume total. Em segundo lugar, ficaram as motocicletas de média cilindrada, com 110.405 unidades (19,7% ), seguidas pelas de alta cilindrada, que somaram 15.312 unidades (2,7%). Notícias relacionadas: Venda de motocicletas em 2025 é&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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				</p>
<p><strong>As fabricantes de motocicletas instaladas no Polo Industrial de Manaus produziram 561.448 unidades de motocicletas no primeiro trimestre deste ano.</strong> Isso representa uma alta de 12,1% em relação ao mesmo período do ano passado e o segundo melhor resultado da história, apontou hoje (9) a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), que está completando 50 anos de existência em 2026.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775750224_98_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775750225_46_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>No <em>ranking</em> do primeiro trimestre, os modelos de baixa cilindrada ficaram em primeiro lugar, com 435.731 unidades produzidas, o que representou 77,6% do volume total.</strong> Em segundo lugar, ficaram as motocicletas de média cilindrada, com 110.405 unidades (19,7% ), seguidas pelas de alta cilindrada, que somaram 15.312 unidades (2,7%).</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Venda de motocicletas em 2025 é a maior dos últimos 22 anos.</li>
<li>Em dez anos, frota de motocicletas cresce 42% no país.</li>
<li>Produção de motocicletas passa de 1 milhão em 2025, diz Abraciclo.</li>
</ul>
<p><strong>Só no mês de março foram produzidas 212.716 unidades, um avanço de 34,5% em comparação a março do ano passado e de 29,6% ante fevereiro.</strong> <strong>Segundo a Abraciclo, esse volume de produção é um recorde histórico para o mês de março.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O resultado do primeiro trimestre foi extremamente positivo, com o melhor março histórico de produção”, comemorou o presidente da Abraciclo, Marcos Bento. O Brasil é atualmente o sexto maior produtor de motocicletas do mundo.</p>
</blockquote>
<h2>Varejo</h2>
<p>O mercado de motocicletas também foi bastante positivo em relação às vendas, registrando volumes recordes de licenciamentos tanto no acumulado do primeiro trimestre quanto no mês de março. <strong>Entre janeiro e março deste ano, as vendas no varejo totalizaram 571.728 unidades, resultado 20,6% superior ao mesmo período de 2025.</strong> Considerando-se <strong>apenas o mês de março, foram licenciadas 221.618 unidades, crescimento de 33,5% em relação a março de 2025 e de 29,2% ante fevereiro.</strong></p>
<blockquote>
<p>“As vendas continuam consistentes, principalmente pelos atributos da motocicleta como economia, mobilidade urbana, menor custo de aquisição e uso profissional”, disse o presidente da associação, durante entrevista coletiva concedida hoje.</p>
</blockquote>
<p>Apesar disso, ele diz que o setor se mantém alerta por possíveis reflexos provocados pela guerra no Oriente Médio. <strong>“Existe uma preocupação quanto aos conflitos globais. Isso está impactando no preço do petróleo e de seus derivados, o que pressiona a inflação e provocou uma leve queda na taxa da Selic. Esse cenário macroeconômico gera um pouco de preocupação no segmento”, falou Bento.</strong></p>
<h2>Exportações</h2>
<p><strong>As exportações de motocicletas produzidas no Polo Industrial de Manaus cresceram 18,6% no primeiro trimestre deste ano, totalizando 11.441 unidades.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Houve crescimento novamente para a América do Sul, com o primeiro lugar liderado pela Argentina, provocada pela recuperação da economia”, falou o presidente da entidade.</p>
</blockquote>
<p>No mês de março foram exportadas 4.606 unidades, volume 13,9% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado e 29,1% maior na comparação com janeiro.</p>
<h2>Projeções para 2026</h2>
<p>Para este ano, a Abraciclo projeta um crescimento de 4,5% na produção de motocicletas, com 2.070.000 unidades fabricadas. <strong>A previsão também é crescimento no licenciamento, com 2.300.000 vendidas,  representando aumento de 4,6% em relação ao ano passado.</strong></p>
<p>Quanto às exportações, a projeção da entidade indica crescimento em torno de 4,4% para este ano, com 45.000 unidades embarcadas.</p>
<p> </p>
<p> Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/producao-de-motocicletas-tem-2o-melhor-trimestre-da-historia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 09 Apr 2026 12:41:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Moto cresce como opção perigosa para quem teve mobilidade negada</title>
		<link>https://weeknews.online/moto-cresce-como-opcao-perigosa-para-quem-teve-mobilidade-negada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 10:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[6%]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes de motos]]></category>
		<category><![CDATA[Acidentes de Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[cresceu 42%]]></category>
		<category><![CDATA[diz Abraciclo]]></category>
		<category><![CDATA[Em dez anos]]></category>
		<category><![CDATA[frota de motocicletas cresce 42% no país]]></category>
		<category><![CDATA[Motociclistas]]></category>
		<category><![CDATA[motos]]></category>
		<category><![CDATA[mototaxistas]]></category>
		<category><![CDATA[número de vítimas de sinistros com motos]]></category>
		<category><![CDATA[o número de motos vendidas aumentou 18]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de motocicletas passa de 1 milhão em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Rota Perigosa]]></category>
		<category><![CDATA[série Rota Perigosa: brasileiros se arriscam em motos por renda e mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. No começo de 2024, Laura Maria de Oliveira, de 59 anos, trabalhava como diarista e estava satisfeita por ter conseguido um emprego de carteira assinada como empregada doméstica. No dia 1º de março, ela saiu de casa de manhã, em Cascadura, na zona norte do Rio de Janeiro, em direção à casa dos patrões na Tijuca, também na zona norte. A empregada doméstica optou por uma moto de aplicativo para economizar cerca de uma hora no deslocamento, o que costumava ser possível porque os motociclistas cortavam o congestionamento trafegando no meio dos carros. Naquele dia, entretanto, um automóvel trocou de faixa sem dar seta, atingindo a moto que a transportava. Notícias relacionadas: Em dez anos, frota de motocicletas cresce 42% no país. Produção de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p>No começo de 2024, Laura Maria de Oliveira, de 59 anos, trabalhava como diarista e estava satisfeita por ter conseguido um emprego de carteira assinada como empregada doméstica. No dia 1º de março, ela saiu de casa de manhã, em Cascadura, na zona norte do Rio de Janeiro, em direção à casa dos patrões na Tijuca, também na zona norte.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754477716_649_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754477716_944_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>A empregada doméstica optou por uma moto de aplicativo para economizar cerca de uma hora no deslocamento</strong>, o que costumava ser possível porque os motociclistas cortavam o congestionamento trafegando no meio dos carros. <strong>Naquele dia, entretanto, um automóvel trocou de faixa sem dar seta, atingindo a moto que a transportava.</strong></p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Em dez anos, frota de motocicletas cresce 42% no país.</li>
<li>Produção de motocicletas passa de 1 milhão em 2025, diz Abraciclo.</li>
</ul>
<p>“Eu cheguei a ver o carro fechando a gente e apaguei. A minha sorte é que o trânsito estava muito parado e ele não estava em alta velocidade. Mas, antes disso, o motoqueiro estava correndo muito. Eu usei muito esse serviço, e, em praticamente todas as vezes, eles corriam muito e ficavam olhando o celular. Um risco muito grande.”</p>
</blockquote>
<div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=432483:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/whatsapp_image_2025-07-31_at_16.34.36.jpeg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 31/07/2025 - Laura Maria de Oliveira mostra ferimentos após acidente com moto. Foto: Laura Maria de Oliveira/Arquivo Pessoal" title="Laura Maria de Oliveira/Arquivo Pessoal"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/whatsapp_image_2025-07-31_at_16.34.36.jpeg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 31/07/2025 - Laura Maria de Oliveira mostra ferimentos após acidente com moto. Foto: Laura Maria de Oliveira/Arquivo Pessoal" title="Laura Maria de Oliveira/Arquivo Pessoal"><br />
    <!-- END scald=432483 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">Laura Maria de Oliveira sofreu acidente de moto no início do ano passado &#8211; <strong>Foto: Laura Maria de Oliveira/Arquivo Pessoal</strong><!--END copyright=432483--></h6>
</div>
</div>
<p>Laura ficou 14 dias internada esperando vaga em cirurgias para tratar diáfises de úmero e clavícula, e também reparação do nervo radial. Um ano e cinco meses depois, ela vai passar por um terceiro procedimento para retirar a placa inserida no úmero, que prejudica os movimentos do seu cotovelo. Mesmo assim, é possível que ela não os recupere completamente.<strong> Em acompanhamento no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), ela ainda não conseguiu voltar a trabalhar.</strong></p>
<p>“Estava há vários sem um trabalho com carteira assinada e tinha começado há 15 dias. E eu ainda ia fazer outro trabalho extra, como diarista. Eu tinha duas rendas. Até passar o período de análise do INSS e obter o benefício, foi uma espera muito grande. Foi muito complicado”, lembra ela. “Pra mim, não existe mais esse transporte. Eu tenho um filho que tem moto, e nem com o meu filho eu ando mais. Não quero mais passar por isso na minha vida.”</p>
<h2>Alternativa perigosa</h2>
<p><strong>O crescimento do uso de motocicletas no Brasil reflete uma alternativa perigosa encontrada por quem teve o direito à mobilidade negligenciado</strong>. O alerta é do oficial técnico em segurança viária e prevenção de lesões não intencionais da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) no Brasil Victor Pavarino e abre a série<em> Rota Perigosa: brasileiros se arriscam em motos por renda e mobilidade</em>, em que a <strong>Agência Brasil</strong> discute os impactos do aumento da frota de motocicletas na segurança viária e na saúde pública.</p>
<blockquote>
<p>“O que está acontecendo é uma consequência, mas também um indicador dos problemas desse sistema de mobilidade centrado e feito à imagem e semelhança de sua majestade, o automóvel. Foi pensado desde os anos 1950 dessa forma e está entrando em colapso”, critica o especialista.</p>
</blockquote>
<p>Doutor em transportes pela Universidade de Brasília, Pavarino descreve que, <strong>em cidades construídas para carros particulares e com modais de transporte coletivo com abrangência ou qualidade insuficiente, a moto ganha cada vez mais espaço entre as opções de deslocamento.</strong></p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=432661:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/_rbr4159.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 30/07/2025 - Motociclistas de aplicativos transitam pelas ruas do centro do Rio.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/_rbr4159.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 30/07/2025 - Motociclistas de aplicativos transitam pelas ruas do centro do Rio.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=432661 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">Motociclistas de aplicativos transitam pelas ruas do centro do Rio &#8211;<strong> Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=432661--></h6>
</div>
</div>
<p>Na outra ponta, <strong>famílias de menor renda adquirem as motos por serem mais acessíveis que os automóveis, e trabalhadores informais em busca de renda assumem riscos em jornadas exaustivas e sem proteção de vínculos formais ou seguridade social, como entregadores ou mototaxistas de aplicativos.</strong></p>
<p>“Toda a questão do trânsito, por qualquer modal, tem uma ligação direta com as questões sociais e econômicas. Mas, no caso da moto, essa relação é gritante. De certa forma, joga na nossa cara a implicação social, econômica e trabalhista que tem a questão do transporte.”</p>
<h2>Frota cada vez maior</h2>
<p>A frota de motocicletas no país está em expansão. Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), <strong>o número de veículos motorizados de duas rodas cresceu 42% de 2015 a 2024, quando atingiu o patamar de 35 milhões de unidades no país.</strong></p>
<p><strong>Só no ano passado, o número de motos vendidas aumentou 18,6%, alcançando o maior patamar desde 2011</strong>. Para 2025, a expectativa é de mais uma alta, de 7,7%, ultrapassando 2 milhões de emplacamentos em um ano.</p>
<p><strong>Se forem contabilizadas apenas as motocicletas, os veículos em circulação no país eram 29 milhões em junho de 2025, segundo a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Cinco anos antes, em 2020, o país tinha uma frota de 23,4 milhões, o que mostra que houve um acréscimo de quase 6 milhões de motocicletas nas ruas brasileiras.</strong></p>
<blockquote>
<p>“De certa forma, o que está ocorrendo com a moto é que um imenso segmento da população, não só do Brasil, está recorrendo a uma possibilidade de mobilidade que lhes foi negada durante décadas”, pondera Pavarino. “É difícil a gente falar que não se pode ou não se deve usar motos, enquanto, em muitos casos, como em favelas, ela é a única forma que boa parte da população tem para chegar até sua casa e como ganha-pão”, contextualiza Pavarino.</p>
</blockquote>
<p>Entre as principais respostas necessárias, <strong>o especialista em segurança viária da Opas defende medidas de impacto coletivo, como o fortalecimento do transporte público, a adoção de tarifa zero e o encorajamento dos deslocamentos por caminhada e bicicletas, por meio de cidades mais convidativas ao pedestre e ao ciclista.</strong></p>
<p>Essas medidas precisam ser adotadas para que se interrompa a migração dos usuários de transporte público para as modalidades de transporte individual motorizado, entre as quais a moto é a mais arriscada.</p>
<p> </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/_rbr9167.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 25/06/2025 - Motociclista trafega pela passarela de pedestres na Avenida Brasil, zona norte da cidade.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Motociclista trafega pela passarela de pedestres na Avenida Brasil, zona norte da cidade &#8211; <strong>Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=432663--></h6>
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<blockquote>
<p>“A moto tem, sim, seus problemas. É um veículo que é intrinsecamente mais vulnerável que os demais, por questões óbvias, porque está compartilhando o espaço viário com outros veículos de massa maior e em velocidade. Em algumas situações, chega a ser mais vulnerável que o próprio pedestre. Mas a questão que a gente está vendo da sinistralidade com moto não é uma questão simplesmente de trânsito. É uma questão social, econômica e de trabalho, envolvendo tantas outras coisas, e que eclode no trânsito”, aponta o especialista da Opas</p>
</blockquote>
<p>Na cerimônia de abertura da Conferência Nacional de Segurança no Trânsito, realizada em Brasília nesta semana, o secretário nacional de Trânsito, Adrualdo Catão, avaliou que os problemas relacionados ao uso da moto se dão principalmente em cidades médias que vivenciaram crescimento acelerado, sem que houvesse investimentos equivalentes em transporte coletivo. Além disso, <strong>em seis estados do Norte e Nordeste, as motos representam mais da metade da frota de veículos: Piauí (55%), Pará (54%), Maranhão (60%), Rondônia (51%), Acre (53%) e Ceará (50%).</strong></p>
<p>“A gente não pode tratar esse tema como se fosse de mera escolha individual. O cidadão escolhe a motocicleta porque não deram a ele uma alternativa segura. Não há bala de prata para essa questão, mas, se houvesse, seria o transporte coletivo de qualidade.”</p>
<p> </p>
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<h6 class="meta"><strong>Arte EBC</strong><!--END copyright=432955--></h6>
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<h2>Veículo mais letal</h2>
<p>Juntamente com mais possibilidades de locomoção e trabalho para seus condutores, o aumento da frota no país também tem contribuído para o número de óbitos no trânsito. Segundo o Atlas da Violência 2025, o usuário da motocicleta é, atualmente, a maior vítima dos sinistros de trânsito no Brasil, que registra um aumento do número de mortes desde 2020.</p>
<p><strong>Em 2019, houve 31.945 vítimas do trânsito no Brasil, número que aumentou nos anos seguintes até chegar a 34.881 em 2023. Neste mesmo período, o número de vítimas de sinistros com motos subiu de 11.182 para 13.477.</strong></p>
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<h6 class="meta">Motociclistas de aplicativos transitam pelas ruas do centro do Rio &#8211; <strong>Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=432659--></h6>
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<p>Esses números mostram que, a cada três pessoas que morrem no trânsito no Brasil, uma foi vítima de um sinistro envolvendo motocicletas. Além disso, entre as quase 3 mil mortes a mais por ano que o país registrou em 2023, em relação a 2019, quase 2,3 mil vieram apenas desses incidentes.</p>
<p><strong>Embora as motos representassem apenas cerca de 22,5% dos veículos em circulação no país em 2023, as colisões, quedas e atropelamentos envolvendo esses veículos causaram 38,6% das mortes no trânsito naquele ano.</strong></p>
<p>Essa mortalidade é ainda mais presente nos estados em que a moto já superou o automóvel. No Piauí, por exemplo, onde elas já passam dos 50%, os sinistros com motos representam quase 70% das mortes no trânsito.</p>
<h2>Respostas imediatas</h2>
<p>Ao mesmo tempo em que é preciso incentivar o transporte público e enfrentar as desigualdades que aceleram o crescimento do uso de moto, os danos imediatos ligados à sua disseminação podem ser reduzidos por medidas de curto prazo.<strong> A fiscalização do cumprimento das regras de segurança está entre as principais, explica o especialista Victor Pavarino.</strong></p>
<p>“A gente não pode deixar de dar resposta ao que está acontecendo agora, imediatamente. Tem gente morrendo neste momento nas pistas”, afirma ele, que cita precauções essenciais. “O uso, por exemplo, do capacete. O uso de vestimenta apropriada, a qualidade da mecânica, os freios ABS para moto, entre outras coisas. Tudo isso vai ajudar na redução de danos.”</p>
<p>O leque de medidas sugeridas pela Opas, com evidências já observadas, inclui também a obrigatoriedade do uso de luzes de circulação diurna, a garantia de pavimentos de qualidade nas vias, o uso de roupas refletoras de luz, as inspeções periódicas nos veículos e a redução dos limites de velocidade nas cidades.</p>
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<h6 class="meta">Especialista em segurança viária da Opas Victor Pavarino &#8211; <strong>Foto: Karina Zambrana/Opas/OMS</strong><!--END copyright=432691--></h6>
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<p>Nesse cenário, <strong>o transporte de passageiros por motociclistas de aplicativos requer regulamentação não apenas na questão das regras de trânsito, mas nos aspectos de saúde do trabalhador, defende Pavarino</strong>. “Essas pessoas trabalham oito, 12 horas por dia, e, obviamente, na condição com que elas vão trabalhar, elas vão ficar ainda mais vulnerabilizadas”, destaca ele.</p>
<p>Além de lidar com o cansaço e o desgaste de tantas horas no trânsito, esses motociclistas também precisam conduzir o veículo, muitas vezes, levando passageiros inexperientes.</p>
<p>“Diferentemente de um carro, quem está na garupa de uma moto, de certa forma, também está conduzindo. Ele [o passageiro] tem também um papel em relação à forma com que ele coloca o corpo dele, inclinando, para lá e para cá, nas curvas.”</p>
<h2>Epidemia</h2>
<p>Assim como o número de motos e o de mortes no trânsito, cresce também o de pessoas atendidas nas emergências do Sistema Único de Saúde (SUS) por conta de colisões, quedas, atropelamentos e outros sinistros sobre duas rodas.</p>
<p>Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em média, <strong>de 70% a 75% das unidades de terapia intensiva adultas, nos serviços de urgência dos hospitais gerais, estão ocupadas por pacientes vítimas do trânsito como um todo, e a grande maioria dessas pessoas estava usando motos.</strong></p>
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<h6 class="meta"><!--copyright=411283-->Motos em circulação no país somavam 29 milhões em junho de 2025 &#8211; <strong>Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=411283--></h6>
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<p>“Não tem hospital que dê conta se a gente não conseguir enfrentar essa verdadeira epidemia de acidentes de moto”, disse o ministro, que participou de uma cerimônia na última sexta-feira (1º) em que foram anunciados recursos para triplicar as cirurgias ortopédicas no Hospital Municipal Barata Ribeiro, no Rio de Janeiro.</p>
<p>O ministro defendeu parcerias com as empresas de aplicativo para que haja um esforço de prevenção às infrações de trânsito, como o excesso de velocidade. Além disso, Padilha destacou os estudos realizados pelo governo federal para reduzir os custos para a emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Segundo a Senatran, metade das pessoas donas de motocicletas não tem carteira de habilitação.</p>
<p>“Tudo o que a gente puder prevenir vai reduzir o custo para o Sistema Único de Saúde, vai abrir mais leitos para a gente poder cuidar dos outros problemas. Às vezes, é cancelada uma cirurgia de câncer que a pessoa está esperando há muito tempo, uma cirurgia cardiológica, porque entra na urgência uma pessoa que foi vítima de um acidente de moto e tem que ocupar o centro cirúrgico, ocupar o leito de UTI. Então, além do custo financeiro, do custo para a vida da pessoa que sofre o acidente, tem um custo para todos os hospitais, para rede, para o sistema e para outras pessoas também.”</p>
<p> Vinícius Lisboa &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-08/moto-cresce-como-opcao-perigosa-para-quem-teve-mobilidade-negada">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 06 Aug 2025 07:30:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/moto-cresce-como-opcao-perigosa-para-quem-teve-mobilidade-negada/">Moto cresce como opção perigosa para quem teve mobilidade negada</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Em dez anos, frota de motocicletas cresce 42% no país</title>
		<link>https://weeknews.online/em-dez-anos-frota-de-motocicletas-cresce-42-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 01:54:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[5% no país]]></category>
		<category><![CDATA[52 com possível acordo entre EUA e União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Abraciclo]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento da frota]]></category>
		<category><![CDATA[diz Abraciclo]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar cai para R$ 5]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motocicletas]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de motocicletas passa de 1 milhão em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de mortes em acidentes de motocicletas cresce 12]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A frota nacional de motocicletas cresceu 42% no período de uma década, de 2015 a 2024, ano em que o total de veículos motorizados de duas rodas atingiu 35 milhões no país. Os dados são da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). Segundo os dados, o Brasil produz anualmente cerca de 1,8 milhão de unidades e é o sexto maior fabricante de motocicletas do mundo. Atualmente, mais de 40 milhões de pessoas estão aptas a conduzir motocicletas no país. Notícias relacionadas: Produção de motocicletas passa de 1 milhão em 2025, diz Abraciclo. Taxa de mortes em acidentes de motocicletas cresce 12,5% no país. Dólar cai para R$ 5,52 com possível acordo entre EUA e União Europeia. Nos&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>A frota nacional de motocicletas cresceu 42% no período de uma década, de 2015 a 2024, ano em que o total de veículos motorizados de duas rodas atingiu 35 milhões no país.</strong> Os dados são da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753322088_639_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753322088_672_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Segundo os dados, o Brasil produz anualmente cerca de 1,8 milhão de unidades e é o sexto maior fabricante de motocicletas do mundo. Atualmente, mais de 40 milhões de pessoas estão aptas a conduzir motocicletas no país.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Produção de motocicletas passa de 1 milhão em 2025, diz Abraciclo.</li>
<li>Taxa de mortes em acidentes de motocicletas cresce 12,5% no país.</li>
<li>Dólar cai para R$ 5,52 com possível acordo entre EUA e União Europeia.</li>
</ul>
<p>Nos últimos dez anos, os estados de Alagoas, do Amazonas e da Bahia foram os que registraram maior aumento no número de pessoas habilitadas para conduzir motos, com crescimento de 86,3%, 79,7% e 62,6%, respectivamente.</p>
<blockquote>
<p>“O levantamento revela que esse avanço não se limita aos maiores centros urbanos nacionais: Alagoas, Amazonas, Bahia e Piauí lideram a lista, demonstrando que o uso da motocicleta tem se expandido por diversas regiões do país, especialmente fora dos principais polos econômicos”, destacou a Abraciclo, em nota.</p>
</blockquote>
<p> Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/em-dez-anos-frota-de-motocicletas-cresce-42-no-pais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 23 Jul 2025 19:58:00 -0300 </p>

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