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	<title>Arquivo de Projeto de lei “implode” licenciamento ambiental - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Projeto de lei “implode” licenciamento ambiental - WeekNews</title>
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		<title>Marina defende mudanças &#034;estruturais&#034; em PL que muda regras ambientais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 20:58:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[aprovadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara aprova PL que reduz exigências para licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[diz especialista]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Geral do Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva vê “PL da Devastação” como tiro no pé do agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto de Lei nº 2.159]]></category>
		<category><![CDATA[Senado aprova novo marco para o licenciamento ambiental no país]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. As novas regras para o licenciamento ambiental, aprovadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado, voltaram a ser criticadas pela ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva. Para a ministra, a eventual sanção do projeto representará uma “demolição” da legislação ambiental brasileira. “Estamos caminhando para fazer mudanças estruturais [no Projeto de Lei nº 2.159, que cria a Lei Geral do Licenciamento Ambiental]. Porque, da forma como ele foi aprovado, não cria nenhum benefício, nem para o licenciamento ambiental, nem para dar celeridade aos processos que tramitam dentro dos órgãos de licenciamento estaduais, federais ou municipais”, declarou Marina a veículos de imprensa da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) – Agência Brasil; Rádio Nacional e TV Brasil – nesta sexta-feira (25). Notícias&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>As novas regras para o licenciamento ambiental, aprovadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado, voltaram a ser criticadas pela ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva. Para a ministra, a eventual sanção do projeto representará uma “demolição” da legislação ambiental brasileira.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753477102_819_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753477102_960_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“Estamos caminhando para fazer mudanças estruturais [no Projeto de Lei nº 2.159, que cria a Lei Geral do Licenciamento Ambiental]. Porque, da forma como ele foi aprovado, não cria nenhum benefício, nem para o licenciamento ambiental, nem para dar celeridade aos processos que tramitam dentro dos órgãos de licenciamento estaduais, federais ou municipais”, declarou Marina a veículos de imprensa da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong> – <strong>Agência Brasil</strong>; <strong>Rádio Nacional</strong> e <strong>TV Brasil</strong> – nesta sexta-feira (25).</p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Marina Silva vê “PL da Devastação” como tiro no pé do agronegócio.</li>
<li>Câmara aprova PL que reduz exigências para licenciamento ambiental.</li>
<li>Senado aprova novo marco para o licenciamento ambiental no país.</li>
</ul>
<p>“As equipes técnicas dos ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima, da Casa Civil e da Secretaria de Relações Institucionais estão trabalhando e vamos levar para o presidente Lula, sugestões de encaminhamento que ajudem a reparar essa demolição da legislação brasileiro”, comentou a ministra, sem fornecer mais detalhes sobre as sugestões de “mudanças estruturais” que a equipe de governo estão discutindo.</p>
<p>Enviado para sanção presidencial, o projeto de lei prevê uma simplificação dos trâmites processuais, com a criação de novos tipos de licenças ambientais, e a redução dos prazos de análises, entre outras coisas. O presidente tem até o próximo dia 8 para sancionar ou vetar o texto final que a Câmara dos Deputados aprovou no último dia 17.</p>
<p><strong>&gt;&gt;Projeto de lei “implode” licenciamento ambiental, diz especialista</strong></p>
<p>Para os entusiastas, como o relator do projeto na Câmara, o deputado federal Zé Vitor (PL-MG), a proposta estabelece regras mais claras e objetivas para o licenciamento ambiental, favorecendo o desenvolvimento econômico nacional.<strong> Já os críticos, como a ministra, avaliam que a iniciativa vai fragilizar a proteção ambiental, favorecendo a aprovação de empreendimentos com potencial de causar degradação ambiental significativa.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Temos que entender que, nesse momento, o que temos é uma ação para amarrar as mãos do Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis], do ICMBio [Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade] e da própria Polícia Federal”, declarou a ministra, para quem a sanção presidencial integral da lei, conforme aprovada pelos parlamentares, seria prejudicial ao meio ambiente.</p>
</blockquote>
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<p>“[Da forma como está] cada município vai poder estabelecer suas tipologias para licenciamento ambiental. [Com isso] vamos criar uma verdadeira guerra [promovendo o rebaixamento das normas de] de licenciamento, já que, para atrair investimentos [privados para o município], as pessoas vão propor menos preservação [com regras mais frouxas]”, disse Marina, acrescentando que as mudanças podem afetar interesses comerciais brasileiros no exterior.</p>
<p><strong>“Isso pode prejudicar, por exemplo, o Acordo União Europeia com o Mercosul.</strong> E o próprio presidente dos Estados Unidos [Donald Trump] já deu uma declaração dizendo que uma das razões pelas quais ele, injustamente, está propondo uma taxação de 50% para os produtos brasileiros se dá em função das preocupações dele com, entre outras coisas, questões ambientais [no Brasil]”, finalizou a ministra.</p>
<p> Alex Rodrigues &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-07/marina-defende-mudancas-estruturais-em-pl-que-muda-regras-ambientais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 25 Jul 2025 16:38:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Senado aprova novo marco para o licenciamento ambiental no país</title>
		<link>https://weeknews.online/senado-aprova-novo-marco-para-o-licenciamento-ambiental-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 01:02:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Comissões do Senado aprovam flexibilização do licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[diz especialista]]></category>
		<category><![CDATA[diz ministério]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de lei “implode” licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de licenciamento ambiental é grande retrocesso]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[senadores]]></category>
		<category><![CDATA[sustentam que o projeto representa o maior retrocesso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Senado aprovou nesta quarta-feira (21), com 54 votos favoráveis e 13 contrários, o projeto de lei (PL 2.159/2021) que estabelece um novo marco legal para o licenciamento ambiental no Brasil. A proposta determina as diretrizes para o licenciamento ambiental e sua aplicação pelos órgãos responsáveis, além de flexibilizar a necessidade da licença em alguns casos.   Como o texto foi alterado pelos senadores, ele retorna à Câmara dos Deputados para nova análise. A proposta está em discussão há 21 anos, tendo tramitado 17 anos na Câmara dos Deputados e quatro anos no Senado.  O texto aprovado dispensa de licenciamento ambiental atividades que não ofereçam risco ambiental ou que precisem ser executadas por questão de soberania nacional ou de calamidade pública. Também isenta de licenciamento&#8230;</p>
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<p><strong>O Senado aprovou nesta quarta-feira (21), com 54 votos favoráveis e 13 contrários, o projeto de lei (PL 2.159/2021) que estabelece um novo marco legal para o licenciamento ambiental no Brasil. </strong>A proposta determina as diretrizes para o licenciamento ambiental e sua aplicação pelos órgãos responsáveis, além de flexibilizar a necessidade da licença em alguns casos.  <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747875726_640_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747875726_236_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Como o texto foi alterado pelos senadores, ele retorna à Câmara dos Deputados para nova análise. A proposta está em discussão há 21 anos, tendo tramitado 17 anos na Câmara dos Deputados e quatro anos no Senado. </p>
<p><strong>O texto aprovado dispensa de licenciamento ambiental atividades que não ofereçam risco ambiental ou que precisem ser executadas por questão de soberania nacional ou de calamidade pública.</strong> Também isenta de licenciamento os empreendimentos agropecuários para cultivo de espécies de interesse agrícola, além de pecuária extensiva, semi-intensiva e intensiva de pequeno porte.</p>
<p><strong>Foi instituída ainda a Licença por Adesão e Compromisso (LAC), destinada a atividades ou empreendimentos de pequeno ou médio porte e de baixo ou médio potencial poluidor. </strong>A licença poderá ser expedida mediante uma autodeclaração de adesão e compromisso do empreendedor, com os requisitos preestabelecidos pela autoridade licenciadora.</p>
<p>A relatora do projeto, senadora Tereza Cristina (PP-MS), disse que o objetivo da proposta é licenciar as obras no país com mais clareza, eficiência e justiça. Segundo ela, o marco regulatório atual, com regras sobrepostas, trava iniciativas importantes e desestimula investimentos responsáveis. </p>
<blockquote>
<p>“A proposta não enfraquece o licenciamento ambiental, muito pelo contrário. Ela reafirma o compromisso com o rigor técnico, exige estudos de impacto ambiental, audiências públicas e avaliações trifásicas para grandes obras. E até dobra a pena para quem desrespeitar a legislação”, disse, salientando que hoje existem mais de 27 mil normas ambientais no país. </p>
</blockquote>
<p>Contrária ao projeto, a senadora Leila Barros (PDT-DF) lembrou que a defesa do meio ambiente é uma exigência da comunidade internacional. </p>
<blockquote>
<p>“O Brasil hoje vive neste momento uma reconquista de sua credibilidade ambiental. Essa imagem positiva se converte em oportunidades reais para nosso país, em termos diplomáticos e econômicos”, alertou.  </p>
</blockquote>
<h2>Penalidades</h2>
<p>Atualmente, a legislação estabelece que o crime de construir ou reformar obras ou serviços poluidores sem licença ambiental gera pena de prisão de um a seis meses. <strong>Os senadores aumentaram a pena para seis meses a dois anos ou multa, ou ambas cumulativamente. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Crime ambiental continua sendo crime, não estamos mudando nada. E a supressão de qualquer vegetação nativa sem licença continua sendo proibida”, disse Tereza Cristina. </p>
</blockquote>
<h2>Desestruturação</h2>
<p><strong>Em nota divulgada nesta quarta-feira (21), o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) diz que o PL representa desestruturação significativa do regramento existente sobre o tema e representa risco à segurança ambiental e social no país. </strong></p>
<blockquote>
<p>“A proposta terá impacto negativo para a gestão socioambiental, além de provocar, possivelmente, altos índices de judicialização, o que tornará o processo de licenciamento ambiental mais moroso e oneroso para a sociedade e para o Estado brasileiro”, avalia o MMA. </p>
</blockquote>
<p>Segundo a pasta, um dos pontos mais críticos do PL é a aplicação da Licença por Adesão e Compromisso, modalidade simplificada de licenciamento baseada na autodeclaração do empreendedor. </p>
<p>“Na prática, o texto permitiria o uso da LAC para um percentual expressivo de empreendimentos que atualmente são licenciados. Além disso, esses empreendimentos seriam monitorados por amostragem, dispensando a necessidade de fiscalização, pelo órgão ambiental, de todos os empreendimentos licenciados por essa modalidade”, diz a nota. </p>
<p><strong>Organizações ambientais sustentam que o projeto representa o maior retrocesso em matéria de legislação ambiental desde a Constituição de 1988. </strong>Outra crítica à proposta é a exclusão de licenciamento para atividades agropecuárias. </p>
<p> </p>
<p><em>*Com informações da Agência Senado</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Agência Brasil* , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-05/senado-aprova-novo-marco-para-o-licenciamento-ambiental-no-pais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 21 May 2025 21:36:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/senado-aprova-novo-marco-para-o-licenciamento-ambiental-no-pais/">Senado aprova novo marco para o licenciamento ambiental no país</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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