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	<title>Arquivo de queda - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de queda - WeekNews</title>
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		<title>Queda de caça F-4 grego durante exibição aérea deixa mortos perto de Atenas</title>
		<link>https://weeknews.online/queda-de-caca-f-4-grego-durante-exibicao-aerea-deixa-mortos-perto-de-atenas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 15:44:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Um caça F-4 da Força Aérea da Grécia caiu neste sábado (5) durante uma apresentação em um show aéreo realizado no aeroporto de Tanagra, próximo a Atenas. A aeronave fazia parte de uma exibição quando o acidente ocorreu, e informações iniciais indicam que houve vítimas fatais. O avião, um modelo utilizado há décadas pelas forças armadas gregas, caiu em uma área próxima ao aeroporto militar de Tanagra, que fica a cerca de 60 quilômetros ao norte da capital grega. Equipes de resgate foram acionadas imediatamente após a queda, e o tráfego aéreo na região foi interrompido como medida de segurança. Testemunhas relataram ter visto a aeronave perder altitude rapidamente antes de atingir o solo, gerando uma densa coluna de fumaça&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/1785943329_thumb_1200x600_agbrasil-1024x512.png" alt="Queda de caça F-4 grego durante exibição aérea deixa mortos perto de Atenas" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-09/aviao-f-4-grego-cai-durante-show-aereo-perto-de-atenas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Um caça F-4 da Força Aérea da Grécia caiu neste sábado (5) durante uma apresentação em um show aéreo realizado no aeroporto de Tanagra, próximo a Atenas. A aeronave fazia parte de uma exibição quando o acidente ocorreu, e informações iniciais indicam que houve vítimas fatais.</p>
<p>O avião, um modelo utilizado há décadas pelas forças armadas gregas, caiu em uma área próxima ao aeroporto militar de Tanagra, que fica a cerca de 60 quilômetros ao norte da capital grega. Equipes de resgate foram acionadas imediatamente após a queda, e o tráfego aéreo na região foi interrompido como medida de segurança.</p>
<p>Testemunhas relataram ter visto a aeronave perder altitude rapidamente antes de atingir o solo, gerando uma densa coluna de fumaça no local. Autoridades locais ainda não divulgaram oficialmente a causa do acidente, e uma investigação foi aberta para apurar as circunstâncias do ocorrido.</p>
<p>O F-4 é um caça de origem americana que entrou em operação na década de 1960 e ainda é utilizado por algumas forças aéreas, incluindo a grega, que mantém uma frota operacional da aeronave. O acidente ocorreu durante uma demonstração pública, um tipo de evento que costuma atrair grande público na Grécia.</p>
<p>Até o momento, não foram divulgados os nomes das vítimas, e a Força Aérea Grega não se pronunciou oficialmente sobre o número exato de ocupantes da aeronave no momento da queda. A área foi isolada para os trabalhos de perícia e remoção dos destroços.</p>
<p>Este é o mais recente de uma série de incidentes envolvendo aeronaves militares na Grécia, país que enfrenta desafios orçamentários para a manutenção de seus equipamentos de defesa. O governo grego já anunciou planos de modernização de sua frota, mas o processo é lento e depende de recursos limitados.</p>
<p>O show aéreo de Tanagra é um evento tradicional na região, realizado periodicamente para demonstrar a capacidade das forças armadas gregas. A organização do evento ainda não se manifestou sobre o impacto do acidente na programação dos próximos dias.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-09/aviao-f-4-grego-cai-durante-show-aereo-perto-de-atenas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Inflação oficial recua a 0,07% em julho e volta a ficar dentro da meta do governo</title>
		<link>https://weeknews.online/inflacao-oficial-recua-a-007-em-julho-e-volta-a-ficar-dentro-da-meta-do-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 12:57:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[02%]]></category>
		<category><![CDATA[06% em julho]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expectativa do mercado para inflação de 2026 cai para 5]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A inflação oficial do país perdeu força pelo quarto mês consecutivo e encerrou julho com alta de 0,07%, pressionada principalmente pela queda nos preços dos alimentos. Com esse resultado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou 4,44% em 12 meses, retornando ao intervalo da meta estabelecida pelo governo. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado de julho veio em linha com as expectativas do mercado financeiro. O boletim Focus, divulgado na segunda-feira (10) pelo Banco Central (BC) a partir de consulta a instituições econômicas, projetava exatamente 0,07% para o mês. Para o fechamento de 2026, a mesma sondagem indica uma inflação acumulada de 5,02%. A trajetória do&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/2022-05-24t121313z_1_lynxnpei4n0kb_rtroptp_4_health-coronavirus-brazil-1024x512.jpg" alt="Inflação oficial recua a 0,07% em julho e volta a ficar dentro da meta do governo" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/inflacao-recua-para-007-em-julho-e-volta-para-meta-do-governo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A inflação oficial do país perdeu força pelo quarto mês consecutivo e encerrou julho com alta de 0,07%, pressionada principalmente pela queda nos preços dos alimentos. Com esse resultado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou 4,44% em 12 meses, retornando ao intervalo da meta estabelecida pelo governo. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O resultado de julho veio em linha com as expectativas do mercado financeiro. O boletim Focus, divulgado na segunda-feira (10) pelo Banco Central (BC) a partir de consulta a instituições econômicas, projetava exatamente 0,07% para o mês. Para o fechamento de 2026, a mesma sondagem indica uma inflação acumulada de 5,02%.</p>
<p>A trajetória do IPCA ao longo deste ano mostra uma desaceleração gradual. Em janeiro, o índice registrou 0,33%; em fevereiro, 0,70%; em março, 0,88%; em abril, 0,67%; em maio, 0,58%; e em junho, 0,16%. Com a leitura de julho, o indicador acumula uma alta de 3,47% no ano.</p>
<p>O comportamento dos preços em julho foi suficiente para trazer o acumulado de 12 meses de volta ao centro da meta, que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é de 1,5% e o superior, de 4,5%. Em abril, o acumulado estava em 4,39%, ainda dentro do intervalo, mas em maio subiu para 4,72% e em junho para 4,64%, ambos acima do teto.</p>
<p>Desde o início de 2025, a meta passou a ser avaliada com base nos 12 meses imediatamente anteriores, e não apenas no resultado acumulado até dezembro. Pela regra atual, a meta é considerada descumprida se a inflação ficar fora do intervalo de tolerância por seis meses consecutivos.</p>
<p>O resultado de julho foi o menor desde agosto de 2025, quando o IPCA marcou 0,11%. Considerando apenas os meses de julho, o desempenho deste ano é o mais baixo desde 2022, quando o índice registrou deflação de 0,68%.</p>
<p>A queda nos preços dos alimentos foi o principal fator para a desaceleração. O grupo Alimentação e bebidas recuou 0,67% no mês, com impacto negativo de 0,14 ponto percentual no índice geral. Também houve deflação em Vestuário, com queda de 0,66%, e em Educação, com variação de -0,03%. Por outro lado, o grupo Habitação subiu 0,99%, contribuindo com 0,15 ponto percentual, seguido por Saúde e cuidados pessoais (0,40%), Despesas pessoais (0,22%), Artigos de residência (0,07%), Transportes (0,05%) e Comunicação (0,04%).</p>
<p>O índice de difusão, que mede a proporção de itens com aumento de preço, ficou em 50% em julho. Isso significa que, dos 377 produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, metade teve alta no mês.</p>
<p>O IPCA é calculado para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos e abrange 377 subitens. A coleta de preços é realizada em dez regiões metropolitanas — Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre — além de Brasília e das capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/inflacao-recua-para-007-em-julho-e-volta-para-meta-do-governo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Queda de helicóptero no Rio mata três turistas colombianas da mesma família e piloto</title>
		<link>https://weeknews.online/queda-de-helicoptero-no-rio-mata-tres-turistas-colombianas-da-mesma-familia-e-piloto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 22:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[helicóptero]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Quatro pessoas morrem em queda de helicóptero no Rio de Janeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Sistema Alerta Rio informou, em nota publicada no Instagram, que as três turistas colombianas que morreram na queda de um helicóptero na manhã deste sábado (8), no Rio de Janeiro, eram da mesma família: avó, mãe e filha. O piloto da aeronave também não resistiu ao acidente. A queda ocorreu em uma área de mata íngreme e de difícil acesso. As vítimas faziam um passeio panorâmico na modalidade &#8220;doors off&#8221;, em que o helicóptero voa sem as portas. O passeio havia sido contratado com a empresa Voos Rio Panorâmico (VRP). Segundo o comprovante de pagamento, as turistas pagaram R$ 2.550 pelo voo. O passeio teria duração aproximada de 20 minutos e incluía o sobrevoo de pontos turísticos da cidade,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/img-20260808-wa0028-1024x512.jpg" alt="Queda de helicóptero no Rio mata três turistas colombianas da mesma família e piloto" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-08/colombianas-que-morreram-na-queda-de-helicoptero-eram-avo-mae-e-filha" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Sistema Alerta Rio informou, em nota publicada no Instagram, que as três turistas colombianas que morreram na queda de um helicóptero na manhã deste sábado (8), no Rio de Janeiro, eram da mesma família: avó, mãe e filha. O piloto da aeronave também não resistiu ao acidente. A queda ocorreu em uma área de mata íngreme e de difícil acesso.</p>
<p>As vítimas faziam um passeio panorâmico na modalidade &#8220;doors off&#8221;, em que o helicóptero voa sem as portas. O passeio havia sido contratado com a empresa Voos Rio Panorâmico (VRP). Segundo o comprovante de pagamento, as turistas pagaram R$ 2.550 pelo voo.</p>
<p>O passeio teria duração aproximada de 20 minutos e incluía o sobrevoo de pontos turísticos da cidade, entre eles a Floresta da Tijuca, região onde ocorreu a queda. A empresa oferece diferentes opções de voos panorâmicos pelo Rio de Janeiro, incluindo passeios que podem chegar a uma hora de duração e custar mais de R$ 1,3 mil por pessoa.</p>
<p>O helicóptero, modelo Robinson R44, de prefixo PP-MFS, caiu em área de mata fechada e de difícil acesso. As circunstâncias e as causas da queda serão investigadas.</p>
<p>A tragédia ocorreu em um dos pontos mais procurados para voos turísticos na cidade, que atraem visitantes do mundo inteiro. A Floresta da Tijuca é uma das maiores florestas urbanas do país e um dos cartões-postais do Rio, com trilhas, cachoeiras e mirantes.</p>
<p>A empresa Voos Rio Panorâmico, responsável pelo passeio, ainda não se manifestou publicamente sobre o acidente. A aeronave envolvida é um modelo amplamente utilizado em voos turísticos e de instrução, conhecido por sua versatilidade, mas que também exige manutenção rigorosa e pilotos experientes.</p>
<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro deve abrir inquérito para apurar as causas da queda. Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli e do Instituto Médico-Legal (IML) foram acionados para realizar os procedimentos de praxe. As investigações vão incluir a análise dos destroços, a caixa-preta, se houver, e a documentação da aeronave e do piloto.</p>
<p>A queda do helicóptero mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, que enfrentaram dificuldades para acessar o local, em razão da vegetação densa e do relevo acidentado. O resgate dos corpos foi concluído ainda na manhã deste sábado.</p>
<p>As identidades das vítimas não foram divulgadas oficialmente até o momento. A Embaixada da Colômbia no Brasil foi comunicada sobre o acidente e deve prestar assistência às famílias das turistas.</p>
<p>O acidente reacende a discussão sobre a segurança dos voos panorâmicos na cidade, que operam em áreas de mata e sobre o mar, com condições climáticas que podem mudar rapidamente. A modalidade &#8220;doors off&#8221;, embora popular entre turistas em busca de fotos e vídeos, exige cuidados adicionais, como o uso de equipamentos de proteção e a observância de limites de peso e de bagagem.</p>
<p>A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que acompanhará as investigações e que a operadora Voos Rio Panorâmico possui autorização para realizar voos turísticos. A agência também destacou que, em caso de irregularidades, a empresa poderá ser multada ou ter a autorização suspensa.</p>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, lamentou o ocorrido e se colocou à disposição das famílias das vítimas. O prefeito, em nota, expressou solidariedade e disse que aguarda os resultados das investigações para tomar as medidas cabíveis.</p>
<p>O caso gerou comoção nas redes sociais, com mensagens de pesar de moradores e turistas. Muitos lembraram que o Rio de Janeiro é um dos destinos mais procurados para voos panorâmicos no mundo, mas que a segurança deve ser prioridade absoluta.</p>
<p>As causas da queda ainda são desconhecidas. Especialistas ouvidos pela imprensa local apontam que fatores como falha mecânica, erro humano, condições meteorológicas adversas ou até mesmo colisão com aves podem ter contribuído para o acidente, mas nenhuma hipótese foi confirmada oficialmente.</p>
<p>A queda do helicóptero é o mais recente acidente envolvendo aeronaves de pequeno porte no Brasil. Dados da Anac mostram que, nos últimos anos, houve uma redução no número de acidentes, mas a segurança em voos turísticos ainda é motivo de preocupação.</p>
<p>A Voos Rio Panorâmico, que opera no mercado há anos, oferece pacotes que incluem sobrevoos por pontos como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, as praias de Copacabana e Ipanema e a Floresta da Tijuca. A empresa não retornou aos contatos da reportagem até o fechamento desta matéria.</p>
<p>O Corpo de Bombeiros informou que as equipes atuaram no local até o fim da tarde, quando os destroços foram isolados para os trabalhos periciais. A área permanece interditada.</p>
<p>A Embaixada da Colômbia em Brasília divulgou nota de pesar e informou que está em contato com as autoridades brasileiras para acompanhar as investigações e prestar apoio consular às famílias das vítimas.</p>
<p>O acidente ocorreu em um sábado, dia de grande movimento turístico na cidade. A queda foi presenciada por moradores da região, que relataram ter ouvido um forte barulho e visto fumaça. As equipes de resgate tiveram que abrir caminho na mata para chegar ao local.</p>
<p>A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar o caso. O delegado responsável afirmou que todas as hipóteses serão consideradas e que a prioridade é dar respostas às famílias das vítimas. O laudo do IML e os laudos periciais devem ser concluídos nos próximos dias.</p>
<p>A Anac informou que vai auditar a empresa Voos Rio Panorâmico e verificar se todas as normas de segurança foram cumpridas. A agência também vai analisar a documentação do piloto e a manutenção da aeronave.</p>
<p>O acidente gerou comoção também na Colômbia, onde a notícia foi destaque nos principais veículos de comunicação. O governo colombiano, por meio do Ministério das Relações Exteriores, manifestou solidariedade às famílias e pediu celeridade nas investigações.</p>
<p>A queda do helicóptero no Rio de Janeiro é um lembrete trágico dos riscos inerentes à aviação, mesmo em voos de curta duração e em condições aparentemente favoráveis. A expectativa é que as investigações tragam respostas claras sobre as causas do acidente e contribuam para a prevenção de novas tragédias.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-08/colombianas-que-morreram-na-queda-de-helicoptero-eram-avo-mae-e-filha" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Lula promete enviar a Trump dados sobre queda do desmatamento na Amazônia</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-promete-enviar-a-trump-dados-sobre-queda-do-desmatamento-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 17:58:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[87% no último ano]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento na Amazônia cai 36]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Trump usa desmatamento para impor taxas ao Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[queda do desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Redução do desmatamento contrasta com argumentos dos EUA para tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (8), em São Paulo, que pretende enviar ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, os números mais recentes sobre a redução do desmatamento na Amazônia. A declaração foi feita durante um encontro do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) em Taboão da Serra, na região metropolitana da capital paulista. Na ocasião, Lula lembrou que o governo americano citou o desmatamento ilegal como um dos argumentos para justificar a imposição de tarifas sobre produtos brasileiros, o chamado tarifaço. Segundo o presidente, ele chegou a fotografar os dados para comprovar a queda no desmatamento e pretende encaminhá-los ao líder americano. “Fiz questão de tirar fotografia dos números porque, para os Estados Unidos,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/2026-07-31t030944z_575812914_rc26jma8ll9l_rtrmadp_3_brazil-election-lula-1024x512.jpg" alt="Lula promete enviar a Trump dados sobre queda do desmatamento na Amazônia" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-08/lula-quer-mostrar-trump-numeros-de-queda-do-desmatamento-na-amazonia" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (8), em São Paulo, que pretende enviar ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, os números mais recentes sobre a redução do desmatamento na Amazônia. A declaração foi feita durante um encontro do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) em Taboão da Serra, na região metropolitana da capital paulista.</p>
<p>Na ocasião, Lula lembrou que o governo americano citou o desmatamento ilegal como um dos argumentos para justificar a imposição de tarifas sobre produtos brasileiros, o chamado tarifaço. Segundo o presidente, ele chegou a fotografar os dados para comprovar a queda no desmatamento e pretende encaminhá-los ao líder americano.</p>
<p>“Fiz questão de tirar fotografia dos números porque, para os Estados Unidos, nesse novo tarifaço que fizeram para o Brasil, um dos motivos era que a gente não cuidava do desmatamento. Quero preparar os números e mandar para o meu amigo Trump. Pra ele saber que quem o informou não informou sobre a verdade”, disse Lula.</p>
<p>A declaração ocorre um dia após o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgar, na sexta-feira (7), os dados do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter). De acordo com o levantamento, o desmatamento na Amazônia registrou queda de 36,87% entre agosto de 2025 e julho de 2026, o menor índice da série histórica, que teve início em 2016.</p>
<p>Os números contrastam com as justificativas apresentadas pelo governo Trump para a imposição de tarifas ao Brasil. Na avaliação de Lula, as informações repassadas ao governo americano não refletem a realidade dos esforços brasileiros no combate ao desmatamento ilegal.</p>
<p>A fala do presidente foi feita em um evento do MTST, movimento social ligado à luta por moradia, em Taboão da Serra. O encontro reuniu lideranças e apoiadores do movimento, e Lula aproveitou a ocasião para comentar a política externa e a relação com os Estados Unidos.</p>
<p>A redução do desmatamento na Amazônia tem sido apontada pelo governo federal como um dos principais resultados da política ambiental do país. Os dados do Inpe mostram uma tendência de queda nos últimos anos, após um período de alta registrado entre 2019 e 2021.</p>
<p>Ainda não há informações sobre quando os dados serão formalmente enviados ao presidente americano, nem sobre a forma de envio. O governo brasileiro, no entanto, tem buscado reforçar o diálogo com os Estados Unidos em temas como comércio e meio ambiente.</p>
<p>A declaração de Lula ocorre em um momento de tensão comercial entre os dois países, após os Estados Unidos anunciarem tarifas sobre produtos brasileiros. O governo brasileiro tem defendido que as medidas são injustificadas e que o país cumpre compromissos ambientais.</p>
<p>O encontro do MTST em Taboão da Serra também serviu para Lula tratar de pautas sociais e reafirmar o compromisso do governo com políticas públicas voltadas à população de baixa renda. O presidente não detalhou, no entanto, outras medidas relacionadas ao tarifaço ou à relação bilateral.</p>
<p>A queda de 36,87% no desmatamento é considerada significativa por especialistas, mas ainda há desafios para a preservação da floresta, como o combate a queimadas e a grilagem de terras. O governo federal tem investido em fiscalização e em tecnologias de monitoramento para coibir crimes ambientais.</p>
<p>A expectativa é de que os números sejam apresentados a Trump como forma de demonstrar o compromisso do Brasil com a agenda ambiental. Lula, que já havia mencionado a intenção de dialogar com o governo americano, agora deve formalizar o envio dos dados.</p>
<p>A relação entre Brasil e Estados Unidos tem sido marcada por divergências em temas como comércio e clima, mas também por tentativas de aproximação em áreas de interesse mútuo. A iniciativa de Lula de enviar os números do desmatamento pode ser vista como uma tentativa de reduzir as tensões comerciais.</p>
<p>O governo brasileiro não informou se haverá uma reunião entre Lula e Trump para tratar do assunto, mas a expectativa é de que o diálogo continue por canais diplomáticos. Enquanto isso, os dados do Inpe reforçam o discurso oficial de que o Brasil está avançando na proteção da Amazônia.</p>
<p>A fala de Lula foi repercutida por apoiadores e por críticos, mas o presidente não respondeu a questionamentos sobre a eficácia das medidas ambientais. O foco da declaração foi a defesa dos números oficiais e a crítica às informações que teriam sido repassadas ao governo americano.</p>
<p>Ainda não há previsão de quando os dados serão enviados, mas a promessa de Lula indica que o tema deve continuar em pauta nas próximas semanas. A redução do desmatamento é um dos principais indicadores usados pelo governo para mostrar resultados na área ambiental.</p>
<p>O encontro do MTST também abordou questões como a reforma agrária e a política de habitação, mas a declaração sobre o desmatamento ganhou destaque na imprensa. Lula, que já havia criticado o tarifaço em outras ocasiões, voltou a defender que o Brasil não pode ser penalizado por informações falsas.</p>
<p>A relação entre os dois países deve ser acompanhada de perto nos próximos meses, especialmente em relação às tarifas comerciais. O governo brasileiro espera que os dados sobre o desmatamento ajudem a reverter a decisão americana, mas ainda não há sinais de que as tarifas serão suspensas.</p>
<p>A declaração de Lula também reforça a importância do monitoramento ambiental como ferramenta de política externa. O Brasil tem usado os dados do Inpe para mostrar que está cumprindo metas de redução do desmatamento, o que pode fortalecer sua posição em negociações internacionais.</p>
<p>O presidente não detalhou o conteúdo exato das fotografias que tirou, mas os números do Deter são públicos e podem ser acessados por qualquer cidadão. A expectativa é de que o envio seja feito nos próximos dias, possivelmente por canais oficiais do governo.</p>
<p>Enquanto isso, o governo brasileiro segue monitorando o desmatamento e buscando formas de reduzir ainda mais os índices. A meta é chegar a desmatamento zero até 2030, conforme compromisso assumido pelo país em acordos internacionais.</p>
<p>A fala de Lula em Taboão da Serra foi mais um capítulo na disputa narrativa entre Brasil e Estados Unidos sobre a questão ambiental. O governo brasileiro tem insistido que os dados oficiais mostram uma realidade diferente da apresentada pelo governo americano.</p>
<p>Ainda não há informações sobre a reação de Trump aos dados, mas a promessa de Lula indica que o assunto deve ganhar novos desdobramentos. O presidente brasileiro parece disposto a usar os números como argumento para reverter as tarifas e melhorar a imagem do país no exterior.</p>
<p>A queda de 36,87% no desmatamento é o menor índice da série histórica do Deter, que começou em 2016. O dado foi comemorado por ambientalistas e por integrantes do governo, mas ainda há críticas sobre a lentidão no processo de regularização fundiária e na punição de infratores.</p>
<p>O encontro do MTST também serviu para Lula reforçar seu compromisso com movimentos sociais, mas a declaração sobre o desmatamento foi o ponto mais comentado. O presidente deve voltar a falar sobre o assunto nas próximas semanas, especialmente se houver novidades na relação com os Estados Unidos.</p>
<p>A promessa de enviar os números a Trump é vista como uma tentativa de diálogo direto com o líder americano, sem intermediários. Lula já havia dito que pretende manter uma relação próxima com Trump, apesar das diferenças políticas.</p>
<p>O governo brasileiro não informou se os dados serão enviados por meio de uma carta oficial ou se haverá uma conversa por telefone. A expectativa é de que o assunto seja tratado com prioridade, dada a importância do comércio bilateral para a economia brasileira.</p>
<p>A declaração de Lula também foi uma forma de responder às críticas de que o Brasil não estaria fazendo o suficiente para proteger a Amazônia. Os números do Inpe mostram uma tendência de queda, mas ainda há desafios a serem enfrentados.</p>
<p>O presidente, no entanto, preferiu destacar os avanços e criticar as informações repassadas ao governo americano. A fala foi feita em tom de confiança, com Lula afirmando que os dados falam por si.</p>
<p>Ainda não há previsão de quando os números serão enviados, mas a promessa de Lula indica que o tema deve continuar em pauta nas próximas semanas. A redução do desmatamento é um dos principais indicadores usados pelo governo para mostrar resultados na área ambiental.</p>
<p>O encontro do MTST também abordou questões como a reforma agrária e a política de habitação, mas a declaração sobre o desmatamento ganhou destaque na imprensa. Lula, que já havia criticado o tarifaço em outras ocasiões, voltou a defender que o Brasil não pode ser penalizado por informações falsas.</p>
<p>A relação entre os dois países deve ser acompanhada de perto nos próximos meses, especialmente em relação às tarifas comerciais. O governo brasileiro espera que os dados sobre o desmatamento ajudem a reverter a decisão americana, mas ainda não há sinais de que as tarifas serão suspensas.</p>
<p>A declaração de Lula também reforça a importância do monitoramento ambiental como ferramenta de política externa. O Brasil tem usado os dados do Inpe para mostrar que está cumprindo metas de redução do desmatamento, o que pode fortalecer sua posição em negociações internacionais.</p>
<p>O presidente não detalhou o conteúdo exato das fotografias que tirou, mas os números do Deter são públicos e podem ser acessados por qualquer cidadão. A expectativa é de que o envio seja feito nos próximos dias, possivelmente por canais oficiais do governo.</p>
<p>Enquanto isso, o governo brasileiro segue monitorando o desmatamento e buscando formas de reduzir ainda mais os índices. A meta é chegar a desmatamento zero até 2030, conforme compromisso assumido pelo país em acordos internacionais.</p>
<p>A fala de Lula em Taboão da Serra foi mais um capítulo na disputa narrativa entre Brasil e Estados Unidos sobre a questão ambiental. O governo brasileiro tem insistido que os dados oficiais mostram uma realidade diferente da apresentada pelo governo americano.</p>
<p>Ainda não há informações sobre a reação de Trump aos dados, mas a promessa de Lula indica que o assunto deve ganhar novos desdobramentos. O presidente brasileiro parece disposto a usar os números como argumento para reverter as tarifas e melhorar a imagem do país no exterior.</p>
<p>A queda de 36,87% no desmatamento é o menor índice da série histórica do Deter, que começou em 2016. O dado foi comemorado por ambientalistas e por integrantes do governo, mas ainda há críticas sobre a lentidão no processo de regularização fundiária e na punição de infratores.</p>
<p>O encontro do MTST também serviu para Lula reforçar seu compromisso com movimentos sociais, mas a declaração sobre o desmatamento foi o ponto mais comentado. O presidente deve voltar a falar sobre o assunto nas próximas semanas, especialmente se houver novidades na relação com os Estados Unidos.</p>
<p>A promessa de enviar os números a Trump é vista como uma tentativa de diálogo direto com o líder americano, sem intermediários. Lula já havia dito que pretende manter uma relação próxima com Trump, apesar das diferenças políticas.</p>
<p>O governo brasileiro não informou se os dados serão enviados por meio de uma carta oficial ou se haverá uma conversa por telefone. A expectativa é de que o assunto seja tratado com prioridade, dada a importância do comércio bilateral para a economia brasileira.</p>
<p>A declaração de Lula também foi uma forma de responder às críticas de que o Brasil não estaria fazendo o suficiente para proteger a Amazônia. Os números do Inpe mostram uma tendência de queda, mas ainda há desafios a serem enfrentados.</p>
<p>O presidente, no entanto, preferiu destacar os avanços e criticar as informações repassadas ao governo americano. A fala foi feita em tom de confiança, com Lula afirmando que os dados falam por si.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-08/lula-quer-mostrar-trump-numeros-de-queda-do-desmatamento-na-amazonia" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Emissões globais de gases por incêndios atingem menor patamar em 24 anos, aponta Copernicus</title>
		<link>https://weeknews.online/emissoes-globais-de-gases-por-incendios-atingem-menor-patamar-em-24-anos-aponta-copernicus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:36:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Copernicus]]></category>
		<category><![CDATA[Emissão]]></category>
		<category><![CDATA[Gases]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O observatório europeu Copernicus divulgou nesta segunda-feira (6) que o primeiro semestre de 2026 registrou o menor nível global de emissões de gases do efeito estufa decorrentes de incêndios desde o início da série histórica, em 2003. De 1º de janeiro a 30 de junho, foram emitidas menos de 400 megatoneladas (milhões de toneladas) de carbono, reafirmando uma tendência geral de queda. No início das medições, em 2003, o valor ultrapassava um gigaton (bilhão de toneladas) de carbono, e a série histórica nunca havia registrado valor abaixo de 500 megatoneladas. De acordo com os dados do Sistema Global de Assimilação de Incêndios (GFAS, na sigla em inglês), a queda nas emissões tem sido impulsionada principalmente pela redução dos incêndios sazonais&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/1095537-vacpto__25.10.17_16-1024x512.jpg" alt="Emissões globais de gases por incêndios atingem menor patamar em 24 anos, aponta Copernicus" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/copernicus-emissao-global-de-gases-por-incendios-e-menor-em-24-anos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O observatório europeu Copernicus divulgou nesta segunda-feira (6) que o primeiro semestre de 2026 registrou o menor nível global de emissões de gases do efeito estufa decorrentes de incêndios desde o início da série histórica, em 2003. De 1º de janeiro a 30 de junho, foram emitidas menos de 400 megatoneladas (milhões de toneladas) de carbono, reafirmando uma tendência geral de queda. No início das medições, em 2003, o valor ultrapassava um gigaton (bilhão de toneladas) de carbono, e a série histórica nunca havia registrado valor abaixo de 500 megatoneladas.</p>
<p>De acordo com os dados do Sistema Global de Assimilação de Incêndios (GFAS, na sigla em inglês), a queda nas emissões tem sido impulsionada principalmente pela redução dos incêndios sazonais na África tropical. Desde o início do ano, a África registrou aproximadamente 154 megatoneladas de carbono, enquanto no mesmo período de 2025 foram 213 megatoneladas. A Ásia também reduziu suas emissões, de 164 para 113 megatoneladas de carbono.</p>
<p>Apesar do recorde positivo, o cientista sênior do Serviço de Monitoramento Atmosférico Copernicus, Mark Parrington, alerta que incêndios observados nas últimas duas semanas na Eurásia e na América do Norte acendem um sinal de alerta. A situação pode ser agravada pelo fenômeno El Niño, que tende a impactar as condições climáticas e intensificar a seca sazonal. “Olhando mais adiante, as condições previstas para o El Niño têm o potencial de aumentar as emissões globais decorrentes de incêndios, como observamos durante os anos anteriores do fenômeno climático, em 2015 e 2019, quando a queima persistente de biomassa na Indonésia causou neblina regional generalizada e degradou gravemente a qualidade do ar”, alerta Parrington.</p>
<p>Para o período de seis meses, a atividade mais intensa de incêndio florestal foi observada no estado de Victoria, no sudeste da Austrália, no início de janeiro. Durante o monitoramento, foram registradas temperaturas recordes. Embora a América do Sul historicamente emita menos que os continentes africano e asiático, as emissões na região diminuíram ainda mais, passando de 40,9 para 38,8 megatoneladas de carbono. Também foram observados incêndios intensos no continente durante o primeiro semestre, com destaque para a região de Biobío, no Chile, e na província de Chubut, na Patagônia argentina.</p>
<p>O sistema utilizado pelo Copernicus utiliza observações de satélites para calcular estimativas da potência dos incêndios florestais, determinando as emissões de carbono e outros poluentes. A evolução esperada desses incêndios é prevista por meio da integração com dados do Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo (ECMWF).</p>
<p>A informação foi divulgada pela Agência Brasil, com reportagem de Fabíola Sinimbú e edição de Graça Adjuto. O observatório Copernicus, da União Europeia, monitora continuamente a atmosfera terrestre e fornece dados essenciais para o entendimento das mudanças climáticas e seus impactos.</p>
<p>Embora o primeiro semestre de 2026 tenha apresentado o menor nível de emissões por incêndios em 24 anos, a perspectiva para o restante do ano é de cautela. O El Niño, que já está em desenvolvimento, pode reverter essa tendência, como ocorreu em 2015 e 2019, quando grandes queimadas na Indonésia causaram graves problemas de qualidade do ar. A combinação de seca sazonal e altas temperaturas favorece a propagação de incêndios, especialmente em regiões como a Eurásia e a América do Norte, onde já foram observados focos recentes.</p>
<p>Os dados do Copernicus reforçam a importância de políticas de prevenção e combate a incêndios, bem como de monitoramento contínuo das emissões. A redução observada na África tropical, por exemplo, pode estar relacionada a mudanças no uso da terra e a práticas agrícolas mais controladas, mas ainda é cedo para afirmar se a tendência se manterá a longo prazo.</p>
<p>Para a América do Sul, a diminuição das emissões também é um sinal positivo, mas os incêndios no Chile e na Argentina mostram que a região ainda está vulnerável a eventos extremos. A expectativa é que, com o avanço do El Niño, as condições climáticas se tornem mais secas em várias partes do mundo, aumentando o risco de novos incêndios de grande escala.</p>
<p>O Copernicus continuará monitorando a situação e divulgando atualizações periódicas. Enquanto isso, autoridades ambientais e governos devem se preparar para um possível aumento das emissões nos próximos meses, especialmente se as previsões de El Niño se confirmarem.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/copernicus-emissao-global-de-gases-por-incendios-e-menor-em-24-anos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Desemprego até maio cai para 5,6%, o menor já registrado no período</title>
		<link>https://weeknews.online/desemprego-ate-maio-cai-para-56-o-menor-ja-registrado-no-periodo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:09:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 8]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exigências regulatórias da UE podem embarreirar pequenos cafeicultores]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Maio]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A taxa de desemprego no trimestre encerrado em maio ficou em 5,6%. O resultado é o menor para o período em toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.  A taxa representa também redução em relação ao trimestre móvel anterior (dezembro, janeiro e fevereiro), quando estava em 5,8%. Em 2025, o índice do trimestre encerrado em maio era 6,2%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).   De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, atingir a mínima histórica para o período indica que “o mercado mantém uma tendência estrutural de aquecimento e expansão na absorção de mão de obra”. O levantamento aponta que o país tinha&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p>A taxa de desemprego no trimestre encerrado em maio ficou em 5,6%. O resultado é o menor para o período em toda a série histórica da <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://ttps://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&#038;id=72421" target="_blank">Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua</a>, iniciada em 2012. </p>
<p><strong>A taxa representa também redução em relação ao trimestre móvel anterior (dezembro, janeiro e fevereiro), quando estava em 5,8%. Em 2025, o índice do trimestre encerrado em maio era 6,2%.</strong></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (26) pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ibge" target="_blank">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</a> (IBGE).  </p>
<p><strong>De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, atingir a mínima histórica para o período indica que “o mercado mantém uma tendência estrutural de aquecimento e expansão na absorção de mão de obra”.</strong></p>
<p>O levantamento aponta que o país tinha 6,1 milhões de desocupados, patamar considerado estável em comparação ao trimestre móvel terminado em fevereiro (6,2 milhões) e diminuição de 9,3% em relação ao ano anterior, quando eram 6,7 milhões.</p>
<p><strong>A população ocupada ficou em 102,7 milhões no trimestre terminado em maio, 0,5% acima do período terminado em fevereiro (mais 558 mil pessoas).</strong></p>
<h2>Pnad</h2>
<p><strong>A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, sejam com ou sem carteira assinada, temporárias e por conta própria, por exemplo.</strong></p>
<p>Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</p>
<h2>Rendimento</h2>
<p><strong>O rendimento médio mensal do trabalhador ficou em R$ 3.726 no trimestre encerrado em maio, estável em relação ao trimestre móvel anterior (R$ 3.756) e 4% acima do registrado no mesmo período do ano passado</strong>. Os valores são reais, ou seja, já levam em conta a inflação do período.</p>
<h2>Informalidade</h2>
<p>A taxa de informalidade &#8211; proporção de trabalhadores informais na população ocupada &#8211; foi de 37,3%, o que representa 38,3 milhões de trabalhadores. Um ano antes, o indicador era 37,8%. O IBGE considera informais os empregados sem carteira assinada e autônomos sem CNPJ, por exemplo. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e décimo terceiro salário.</p>
<h2>Contribuição para a previdência</h2>
<p><strong>A pesquisa revelou que 66,6% dos trabalhadores contribuíram para a previdência. Isso equivale a 68,4 milhões de pessoas.</strong></p>
<p>Ao contribuir para institutos de previdência, o trabalhador adquire garantias, como aposentadoria, benefício por incapacidade e pensão por morte.</p>
<p><strong>O IBGE considera contribuintes os empregados, empregadores, trabalhadores domésticos e por conta própria que tenham contribuído para institutos de previdência oficial federal (INSS ou Plano de Seguridade Social da União), estadual ou municipal.</strong></p>
<p>O instituto esclarece que um trabalhador informal (por conta própria sem CNPJ) pode ser contribuinte individual do INSS.</p>
<h2>Marcos históricos</h2>
<p><strong>O menor desemprego já registrado pela Pnad foi 5,1% no último trimestre de 2025</strong>. A maior taxa já constatada foi 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/desemprego-ate-maio-cai-para-56-o-menor-ja-registrado-no-periodo" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
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<p>Fri, 26 Jun 2026 09:53:00 -0300</p>
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		<title>Salários diminuem pobreza em 22 regiões metropolitanas</title>
		<link>https://weeknews.online/salarios-diminuem-pobreza-em-22-regioes-metropolitanas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:42:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[100 anos: geógrafo negro teorizou sobre desigualdades]]></category>
		<category><![CDATA[boletim]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdade nas Metrópoles]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo mapeia 13 perfis de jovens mais vulneráveis a desigualdades]]></category>
		<category><![CDATA[Milton Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[Regiões Metropolitanas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Entre 2021 e 2025, mais de 10 milhões de pessoas deixaram a condição de pobreza nas regiões metropolitanas do país,. Os dados são do boletim Desigualdade nas Metrópoles, produzido em parceria pelo Observatório das Metrópoles, a Rede de Observatórios da Dívida Social na América Latina (RedODSAL) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Segundo o estudo, baseado em informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de pobreza em 22 metrópoles brasileiras chegou a 18,4% em 2025, “alcançando, pelo terceiro ano consecutivo, o menor valor da série histórica [desde 2012]”. “Foi uma redução significativa. Um patamar grande, apesar do nível de pobreza ainda se manter bastante alto no conjunto das metrópoles do Brasil”, afirma, em entrevista à Agência Brasil, o economista e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
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<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p>Entre 2021 e 2025, mais de 10 milhões de pessoas deixaram a condição de pobreza nas regiões metropolitanas do país,. Os dados são do boletim <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.observatoriodasmetropoles.net.br/wp-content/uploads/2026/06/boletim_n17_jun26.pdf" target="_blank">Desigualdade nas Metrópoles</a>, produzido em parceria pelo Observatório das Metrópoles, a Rede de Observatórios da Dívida Social na América Latina (RedODSAL) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).</p>
<p><strong>Segundo o estudo, baseado em informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de pobreza em 22 metrópoles brasileiras chegou a 18,4% em 2025, “alcançando, pelo terceiro ano consecutivo, o menor valor da série histórica [desde 2012]”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Foi uma redução significativa. Um patamar grande, apesar do nível de pobreza ainda se manter bastante alto no conjunto das metrópoles do Brasil”, afirma, em entrevista à <strong>Agência Brasil,</strong> o economista e sociólogo Marcelo Ribeiro, professor do Programa de Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pesquisador do Observatório das Metrópoles.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para o especialista, a redução observada da pobreza tem a ver com a remuneração do trabalho e foi beneficiada com a maior oferta de ocupações no país. “Está muito vinculada com o fato de as pessoas mais pobres terem aumentado o seu nível de renda a partir do rendimento do trabalho.”</strong></p>
<p>Ele descarta que a melhoria tem a ver com os programas sociais de transferência de renda. Os valores pagos pelo Bolsa Família não sofrem alteração desde março de 2023.</p>
<h2>Renda domiciliar mensal</h2>
<p><strong>Conforme o boletim Desigualdade nas Metrópoles, “a renda média domiciliar <em>per capita</em> do conjunto das metrópoles do país alcançou novo recorde em 2025”. O valor foi de R$ 2.766.</strong></p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/grafico1_copy.jpg" alt="Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Evolução da média de rendimentos. Foto: RedODSAL/ PUC-RS" title="RedODSAL/ PUC-RS"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/grafico1_copy.jpg" alt="Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Evolução da média de rendimentos. Foto: RedODSAL/ PUC-RS" title="RedODSAL/ PUC-RS"/><br />
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</div>
<p>No ano passado, havia nas regiões metropolitanas RM cerca 15,2 milhões de pessoas (15.188.817) em situação de pobreza – que contavam com até R$ 729 por mês (valor resultado da renda domiciliar mensal dividida pelo número de pessoas da família). O volume equivale ao total da população somada do Pará, da Paraíba e de Sergipe.</p>
<p>Desse universo, 2,6 milhões de pessoas estavam em condição de extrema pobreza: contavam com até R$ 229 por mês (renda familiar <em>per capita</em> mensal). O volume equivale ao total de habitantes de Fortaleza ou de Salvador.</p>
<p><strong>O boletim destaca que “a taxa de extrema pobreza caiu para 3,2% no conjunto das metrópoles brasileiras. Esse nível só foi maior do que as taxas registradas em 2013 e 2014.</strong></p>
<h2>10% mais ricos ganham 16,1 vezes a mais que os 40% mais pobres</h2>
<p>O boletim também avaliou a concentração de renda aferida pelo índice de Gini. Em 2025, o valor foi de 0,511 – conforme o indicador, quanto mais próximo de 1, maior o acumulo do rendimento em menor número de pessoas.</p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/grafico2_copy.jpg" alt="Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Evolução do coeficiente de Gini. Foto: RedODSAL/ PUC-RS" title="RedODSAL/ PUC-RS"/><br />
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</div>
<p>Segundo nota de divulgação do estudo, “o aumento da desigualdade [entre 2024 e 2025] também foi identificado pela razão entre os rendimentos dos 10% mais ricos e dos 40% mais pobres da população. Em 2025, os integrantes do topo da distribuição de renda receberam, em média, 16,1 vezes mais do que aqueles situados na base, reforçando a persistência das disparidades socioeconômicas nas metrópoles brasileiras.”</p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/grafico3_copy.jpg" alt="Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Média de rendimento por estrato de renda. Foto: RedODSAL/ PUC-RS" title="RedODSAL/ PUC-RS"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/grafico3_copy.jpg" alt="Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Média de rendimento por estrato de renda. Foto: RedODSAL/ PUC-RS" title="RedODSAL/ PUC-RS"/><br />
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</div>
<p><strong>Para Marcelo Ribeiro, há mais de uma razão para a perpetuação da histórica desigualdade social no Brasil: o mercado de trabalho e os rendimentos de aplicações financeiras. “Para os mais ricos, o mercado de trabalho tem efeito especial. Eles estão nas ocupações de maior remuneração, pois são aquelas de maior escolarização.”</strong></p>
<p>Além disso, o economista lembra que no período de análise o país conviveu “com taxas de juros muito elevadas. Somente os grupos de maior poder aquisitivo têm condições de realizar aplicações financeira. Os rendimentos deles, tanto decorrentes do trabalho quanto de aplicações financeiras, contribuíram para o aumento de renda &#8211; que foi proporcionalmente maior do que os estratos socioeconômicos mais baixos.”</p>
<h2>Desigualdade no mapa</h2>
<p><strong>Ribeiro ressalta que a desigualdade tem distribuição geográfica. As metrópoles das regiões Norte e Nordeste têm proporcionalmente mais pobres do que as do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O Distrito Federal, com média de renda mensal de R$4.401, dispõe de um valor 2,7 vezes maior do que a média de renda da grande São Luís (R$ 1.616).</strong></p>
<p>As regiões metropolitanas observadas foram Manaus, Belém, Macapá, São Luís, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracaju, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Vale do Rio Cuiabá e Goiânia, o Distrito Federal e a Região Administrativa Integrada de Desenvolvimento de Teresina (PI).</p>
<p><strong>As 22 regiões metropolitanas observadas no estudo são formadas por cerca de 300 cidades. Quatro de cada dez pessoas que moram no Brasil vivem nessas áreas.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/salarios-diminuem-pobreza-em-22-regioes-metropolitanas" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 12 Jun 2026 07:10:00 -0300</p>
<p></p>

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		<item>
		<title>Queda de asa delta mata homem e fere mulher no Rio</title>
		<link>https://weeknews.online/queda-de-asa-delta-mata-homem-e-fere-mulher-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 19:28:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[asa delta]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[São Conrado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Um homem morreu e uma mulher está gravemente ferida após queda de asa delta na praia de São Conrado, na zona sul do Rio de Janeiro. Socorrido na praia, o homem não resistiu ao acidente. A mulher foi encaminhada ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea. O Corpo de Bombeiros Militar não identificou as vítimas, nem deu informações sobre nomes, profissão e idades. Segundo a imprensa local, trata-se de um instrutor de asa delta e uma turista estadunidense. O Corpo de Bombeiros foi acionado às 11h18 deste sábado para prestar socorro às duas pessoas. O auxílio foi prestado pelas delegacias da guarnição marítima de São Conrado e de Copacabana. Perícia policial está no local analisando o acidente. Gilberto Costa – repórter da Agência&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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 </p>
<p>Um homem morreu e uma mulher está gravemente ferida após queda de asa delta na praia de São Conrado, na zona sul do Rio de Janeiro.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771702118_156_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771702118_538_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Socorrido na praia, o homem não resistiu ao acidente. A mulher foi encaminhada ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea.</p>
<p>O Corpo de Bombeiros Militar não identificou as vítimas, nem deu informações sobre nomes, profissão e idades. Segundo a imprensa local, trata-se de um instrutor de asa delta e uma turista estadunidense.</p>
<p>O Corpo de Bombeiros foi acionado às 11h18 deste sábado para prestar socorro às duas pessoas. O auxílio foi prestado pelas delegacias da guarnição marítima de São Conrado e de Copacabana.</p>
<p>Perícia policial está no local analisando o acidente.</p>
<p> Gilberto Costa – repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/queda-de-asa-delta-mata-homem-e-fere-mulher-no-rio">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 21 Feb 2026 14:52:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Confiança da indústria recua pelo 14º mês consecutivo</title>
		<link>https://weeknews.online/confianca-da-industria-recua-pelo-14o-mes-consecutivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 20:07:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[CNI aponta juros como responsáveis por desaceleração da indústria]]></category>
		<category><![CDATA[CNI: faturamento da indústria fica estagnado em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Confiança da indústria sobe]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[mas ainda está na linha do pessimismo]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/confianca-da-industria-recua-pelo-14o-mes-consecutivo/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) caiu 0,3 ponto em fevereiro, passando de 48,5 para 48,2 pontos, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (12) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Com o resultado, o setor completa 14 meses consecutivos abaixo da linha de 50 pontos, que separa confiança da falta de confiança. Em janeiro, o indicador havia subido 0,5 ponto, aproximando-se do nível de neutralidade. O novo recuo ocorre após o Banco Central fixar a taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano, nível que mantém o Brasil entre os países com maiores juros reais do mundo. Notícias relacionadas: CNI: faturamento da indústria fica estagnado em 2025. CNI aponta juros como responsáveis por desaceleração da indústria. Confiança da indústria sobe,&#8230;</p>
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</div>
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Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) caiu 0,3 ponto em fevereiro, passando de 48,5 para 48,2 pontos, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (12) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Com o resultado, o setor completa 14 meses consecutivos abaixo da linha de 50 pontos, que separa confiança da falta de confiança.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770926856_275_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770926857_327_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em janeiro, o indicador havia subido 0,5 ponto, aproximando-se do nível de neutralidade. O novo recuo ocorre após o Banco Central fixar a taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano, nível que mantém o Brasil entre os países com maiores juros reais do mundo.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>CNI: faturamento da indústria fica estagnado em 2025.</li>
<li>CNI aponta juros como responsáveis por desaceleração da indústria.</li>
<li>Confiança da indústria sobe, mas ainda está na linha do pessimismo.</li>
</ul>
<p>Para a CNI, o ambiente de juros elevados impacta tanto o crédito quanto as expectativas dos empresários. “O patamar elevado das taxas de juros afeta a atividade industrial de algumas formas. Uma delas é por meio do encarecimento do crédito, tanto para empresários quanto para os consumidores. Isso desacelera a atividade econômica”, afirma, em nota, Larissa Nocko, especialista em políticas e indústria da entidade.</p>
</blockquote>
<p>Segundo ela, a política monetária restritiva também influencia as projeções para os próximos meses. “Diante de uma política monetária mais apertada, os empresários tendem a projetar o enfraquecimento da economia lá na frente, impactando a projeção de demanda deles”, acrescenta.</p>
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<h2>Condições atuais e expectativas</h2>
<p><strong>Os dois componentes do ICEI registraram queda em fevereiro. O Índice de Condições Atuais recuou 0,2 ponto, para 43,8 pontos, indicando que os industriais avaliam que tanto a economia brasileira quanto os próprios negócios estão piores do que há seis meses.</strong></p>
<p>A piora foi puxada principalmente por uma percepção mais negativa sobre a situação das próprias empresas, apesar de leve melhora na avaliação do cenário econômico geral.</p>
<p><strong>Já o Índice de Expectativas caiu de 50,7 para 50,4 pontos. Embora permaneça acima da linha divisória de 50 pontos, o que indica perspectivas positivas para os próximos seis meses, houve deterioração nas projeções do desempenho das empresas. A piora, ressalta a CNI, ocorre mesmo com melhora nas expectativas em relação à economia para o mesmo período.</strong></p>
<p>A pesquisa ouviu 1.103 empresas entre os dias 2 e 6 de fevereiro de 2026. Desse total, 454 são pequenas, 400 médias e 249 grandes indústrias.</p>
<p> Welton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/confianca-da-industria-recua-pelo-14o-mes-consecutivo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 12 Feb 2026 16:38:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cesta básica cai em todas as capitais do país no 2º semestre de 2025</title>
		<link>https://weeknews.online/cesta-basica-cai-em-todas-as-capitais-do-pais-no-2o-semestre-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 14:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[02% projeção de inflação para 2026]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Capitais]]></category>
		<category><![CDATA[Cesta Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Cesta básica fica mais cara em 17 capitais em dezembro]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado financeiro reduz para 4]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[Valor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/cesta-basica-cai-em-todas-as-capitais-do-pais-no-2o-semestre-de-2025/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O preço da cesta básica de alimentos caiu em todas as 27 capitais brasileiras no acumulado do último semestre de 2025. As  quedas oscilaram entre -9,08%, em Boa Vista (RR,) e -1,56%, em Belo Horizonte (MG). Os dados, divulgados nesta terça-feira (20), são do  Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Desde julho de 2025, a pesquisa engloba todas as 27 capitais do país. Anteriormente, o levantamento era feito apenas em 17.  Notícias relacionadas: Cesta básica fica mais cara em 17 capitais em dezembro. Mercado financeiro reduz para 4,02% projeção de inflação para 2026. Campeã em queda de preço entre as capitais, Boa Vista (RR) teve a redução de -9,08% no valor da cesta básica&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/cesta-basica-cai-em-todas-as-capitais-do-pais-no-2o-semestre-de-2025/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/cesta-basica-cai-em-todas-as-capitais-do-pais-no-2o-semestre-de-2025/">Cesta básica cai em todas as capitais do país no 2º semestre de 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
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<p><p style="text-align:center">
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<p>O preço da cesta básica de alimentos caiu em todas as 27 capitais brasileiras no acumulado do último semestre de 2025. As  quedas oscilaram entre -9,08%, em Boa Vista (RR,) e -1,56%, em Belo Horizonte (MG).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768917637_952_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768917637_401_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Os dados, divulgados nesta terça-feira (20), são do  Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Desde julho de 2025, a pesquisa engloba todas as 27 capitais do país. Anteriormente, o levantamento era feito apenas em 17. </p>
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<p><strong>Campeã em queda de preço entre as capitais, Boa Vista (RR) teve a redução de -9,08% no valor da cesta básica no último semestre do ano passado, com o preço passando de R$ 712,83 em julho de 2025, para R$ 652,1,4 em dezembro –  R$ 60,69 menor.</strong></p>
<p>A segunda capital com maior queda no período foi Manaus (AM), com diminuição de -8,12% no preço da cesta, de R$ 674,78 para R$ 620,42, ou seja, custo R$ 54,36 a menos. Fortaleza (CE) ocupa o terceiro lugar em diminuição do preço do conjunto de alimentos essenciais: queda de -7,90%, passando de R$ 738,09, em julho, para R$ 677, em dezembro, R$ 61,09 mais barata. </p>
<p><strong>As capitais que tiveram menores baixas foram Belo Horizonte (MG), Macapá (AP) e Campo Grande (MS) com quedas de -1,56%, -2,10% e -2,16%, respectivamente, no acumulado do período.</strong></p>
<p>Por regiões, Boa Vista (RR) lidera o cenário de baixa de preços não só nacionalmente, mas também no Norte, assim como Fortaleza (CE), ocupa não somente o terceiro lugar geral, mas também é campeã no Nordeste do país. </p>
<p>No Centro-Oeste, Brasília (DF), é a recordista em declínio de preço da cesta no período, com variação de -7,65% nos últimos seis meses de 2025. No Sul, a capital mais bem colocada é Florianópolis (SC), que teve redução de -7,67% no valor do conjunto de produtos. Vitória (ES) é a capital vencedora no Sudeste do país, com redução de -7,05% no preço da cesta básica de alimentos de julho a dezembro do ano passado..</p>
<p><strong>Segundo o presidente da Conab, Edegar Pretto, o resultado dos últimos seis meses de 2025 demonstram que a política agrícola do Brasil está no caminho certo.</strong></p>
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<p>“Estamos comemorando porque essa queda generalizada é fruto dos investimentos que o governo federal vem fazendo no setor agropecuário brasileiro, aumentando a produção de alimentos para o consumo interno nacional”.</p>
</blockquote>
<p>Ele destacou os planos Safra dos últimos três anos, tanto o empresarial quanto o da Agricultura Familiar.</p>
<blockquote>
<p>“Já são três anos que ambos têm valores recordes, não faltando recursos para o financiamento agrícola, e com juros subsidiados”. </p>
</blockquote>
<p> Bruno Bocchini &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/cesta-basica-cai-em-todas-capitais-do-pais-no-2o-semestre-de-2025">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 20 Jan 2026 10:02:00 -0300 </p>

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