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	<title>Arquivo de Redes da Maré - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Redes da Maré - WeekNews</title>
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		<title>Câmara do Rio aprova projeto que prevê arborização de favelas contra calor extremo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 13:56:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Feed Editoria Radioagência Nacional. A Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro aprovou, em primeira discussão, na quarta-feira (2), um projeto de lei que cria o Plano Municipal de Arborização das Favelas. A iniciativa busca reduzir os efeitos do calor extremo e diminuir os riscos de deslizamentos durante temporais. A proposta ainda passará por uma segunda votação, sem data definida. A prioridade do plano será para áreas com menor cobertura vegetal, comunidades com histórico de queda de encostas e desastres naturais, além de locais com alta concentração de moradias. A elaboração do texto considerou uma pesquisa da Redes da Maré, organização da sociedade civil formada por moradores do Complexo da Maré, que identificou a falta de árvores, a proximidade das&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/1091138-ferfraz_abr_18092017__82t1365-1024x512.jpg" alt="Câmara do Rio aprova projeto que prevê arborização de favelas contra calor extremo" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2026-09/favelas-cariocas-terao-plano-de-arborizacao-contra-calor-extremo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>

<p>Feed Editoria Radioagência Nacional.</p>

<p>A Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro aprovou, em primeira discussão, na quarta-feira (2), um projeto de lei que cria o Plano Municipal de Arborização das Favelas. A iniciativa busca reduzir os efeitos do calor extremo e diminuir os riscos de deslizamentos durante temporais. A proposta ainda passará por uma segunda votação, sem data definida.</p>
<p>A prioridade do plano será para áreas com menor cobertura vegetal, comunidades com histórico de queda de encostas e desastres naturais, além de locais com alta concentração de moradias. A elaboração do texto considerou uma pesquisa da Redes da Maré, organização da sociedade civil formada por moradores do Complexo da Maré, que identificou a falta de árvores, a proximidade das casas e as ruas estreitas como fatores que aumentam a exposição ao calor.</p>
<p>Segundo o Censo Demográfico do IBGE de 2022, o Complexo da Maré reúne cerca de 125 mil moradores em mais de 16 comunidades. No local, pesquisadores encontraram ilhas de calor com temperaturas até 6°C acima das registradas em áreas próximas.</p>
<p>O plano prevê a realização de audiências públicas com associações de moradores das regiões abrangidas. A execução deverá considerar a proteção das bacias hidrográficas, identificar terrenos sujeitos a erosão ou inundações, promover a estabilização de encostas e utilizar, no mínimo, 50% de espécies frutíferas na arborização.</p>
<p>A matéria segue para nova votação na Câmara, mas ainda não há data para a análise do texto.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2026-09/favelas-cariocas-terao-plano-de-arborizacao-contra-calor-extremo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>CNE publica resolução nacional que obriga redes de ensino a garantir 200 dias letivos mesmo em crises e emergências</title>
		<link>https://weeknews.online/cne-publica-resolucao-nacional-que-obriga-redes-de-ensino-a-garantir-200-dias-letivos-mesmo-em-crises-e-emergencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 22:52:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[calendário escolar]]></category>
		<category><![CDATA[CNE]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[emergência climática]]></category>
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		<category><![CDATA[estudo Educação Resiliente: Recomendações para fortalecer a resiliência dos sistemas educacionais brasileiros frente às crises climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou uma resolução que estabelece parâmetros nacionais para assegurar o cumprimento dos 200 dias letivos e do direito à educação em situações que comprometam o calendário escolar, como violência armada, emergências climáticas, crises sanitárias e problemas administrativos. A medida atende a uma recomendação do Ministério Público Federal (MPF) de julho de 2025, que buscava enfrentar os impactos da violência armada sobre a educação. A nova regra tem efeito em todo o país e cria diretrizes para planejamento, prevenção, resposta e reorganização do calendário letivo, visando o retorno seguro às atividades. A resolução reconhece a necessidade de fortalecer a articulação entre União, estados, Distrito Federal e municípios para respostas coordenadas, definição de responsabilidades e adoção&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/cne-publica-resolucao-nacional-que-obriga-redes-de-ensino-a-garantir-200-dias-letivos-mesmo-em-crises-e-emergencias/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/renato_araujo_agencia_brasilia-1024x512.jpg" alt="CNE publica resolução nacional que obriga redes de ensino a garantir 200 dias letivos mesmo em crises e emergências" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-07/cne-define-regras-para-garantir-200-dias-letivos-do-calendario-escolar" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou uma resolução que estabelece parâmetros nacionais para assegurar o cumprimento dos 200 dias letivos e do direito à educação em situações que comprometam o calendário escolar, como violência armada, emergências climáticas, crises sanitárias e problemas administrativos. A medida atende a uma recomendação do Ministério Público Federal (MPF) de julho de 2025, que buscava enfrentar os impactos da violência armada sobre a educação.</p>
<p>A nova regra tem efeito em todo o país e cria diretrizes para planejamento, prevenção, resposta e reorganização do calendário letivo, visando o retorno seguro às atividades. A resolução reconhece a necessidade de fortalecer a articulação entre União, estados, Distrito Federal e municípios para respostas coordenadas, definição de responsabilidades e adoção de medidas integradas. O objetivo é &#8220;prevenir interrupções evitáveis, reduzir impactos a respeito do calendário letivo e viabilizar a retomada segura das atividades educacionais sempre que ocorram situações de crise, emergência, violência intra e extraescolar, inclusive os confrontos armados em territórios vulnerabilizados&#8221;.</p>
<p>A atuação do MPF, por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) no Rio de Janeiro, começou em 2024 e contou com a parceria da organização da sociedade civil Redes da Maré, do Fórum Estadual de Educação e da defensora pública do Estado do Rio de Janeiro Maria Júlia Miranda, que atua em causas de infância.</p>
<p>A resolução orienta ações para além da violência armada, incluindo confrontos e operações policiais, insegurança no entorno da escola, emergências sanitárias (como a pandemia de covid-19), paralisações prolongadas ou problemas administrativos (greve docente, atrasos em licitações de transporte ou alimentação escolar, falta de concursos públicos), desastres ou perda de serviços essenciais, e emergências climáticas, como as fortes chuvas de maio de 2024 no Rio Grande do Sul.</p>
<p>A norma cita dados do estudo &#8220;Educação Resiliente: Recomendações para fortalecer a resiliência dos sistemas educacionais brasileiros frente às crises climáticas&#8221;, do movimento Todos pela Educação, que revelam que 34% das escolas brasileiras suspenderam dias letivos em 2023 devido a eventos climáticos extremos. Em 2024, a média nacional de dias sem aula por causa de eventos climáticos dobrou, passando de cinco para dez dias.</p>
<p>A resolução exige que as redes de ensino elaborem planejamento prévio para evitar decisões improvisadas e respostas desiguais. Os gestores públicos devem formular protocolos por unidade escolar, definir instâncias decisórias oficiais, estabelecer canais de comunicação institucional com a comunidade escolar (profissionais da educação e famílias), com prazos e rotinas de atualização, adotar medidas de continuidade pedagógica (reposição de dias e recomposição das aprendizagens) com prioridade para estudantes e comunidades em maior vulnerabilidade, e oferecer formação continuada e orientações para os profissionais da educação.</p>
<p>A suspensão das aulas presenciais não deve ser a resposta padrão automática. A norma determina que sejam consideradas medidas proporcionais de mitigação e adaptação, desde que haja garantia de permanência segura da comunidade escolar. Deve ser evitada a suspensão por prazo indeterminado, sem critérios objetivos de transição e sem prazo de reavaliação ou encerramento. Também não devem ser adotadas alternativas pedagógicas que não garantam a equidade de acesso à educação, evitando ações que resultem na exclusão escolar de estudantes por imposição de barreiras sociais, físicas ou financeiras.</p>
<p>A reorganização do calendário, quando necessária, deve respeitar a obrigação jurídica de cumprir os 200 dias de efetivo trabalho escolar e a carga horária mínima anual, não sendo admissível a substituição de dias por ampliação da carga diária. Excepcionalmente, admite-se a flexibilidade do ano civil, podendo o calendário se estender para o ano seguinte, desde que a comunidade escolar seja ouvida.</p>
<p>O sistema de ensino deve dar suporte técnico e fazer articulação intersetorial externa quando o evento exigir providências externas ou recursos à gestão educacional, sobretudo em situações que envolvam riscos. A resolução estabelece que a responsabilidade do sistema de ensino de resolver problemas de segurança ou infraestrutura não deve ser transferida para a gestão da escola. As secretarias de Educação devem agir de forma coordenada com áreas de segurança pública, saúde, assistência social, proteção e Defesa Civil, além de dialogar com o Ministério Público e a Defensoria Pública.</p>
<p>A resolução também prevê medidas de apoio e acompanhamento dos estudantes compatíveis com a obrigação de equidade, garantindo que todos recebam o suporte necessário de acordo com suas necessidades específicas. A cooperação entre os entes federativos e diferentes setores do governo deve ser fortalecida para garantir respostas coordenadas e responsabilidades conjuntas quando ocorrerem interrupções das atividades escolares.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-07/cne-define-regras-para-garantir-200-dias-letivos-do-calendario-escolar" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Vacinação despenca na Maré em dias de operação policial, aponta Unicef</title>
		<link>https://weeknews.online/vacinacao-despenca-na-mare-em-dias-de-operacao-policial-aponta-unicef/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 09:25:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA["Não vamos negar aos nossos filhos o direito à vacina"]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa adesão de meninos à vacina do HPV preocupa governo de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil lidera desinformação sobre vacina na América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo da Maré]]></category>
		<category><![CDATA[diz estudo]]></category>
		<category><![CDATA[diz Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Redes da Maré]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Unicef]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Nos dias de operações policiais, cai drasticamente o número de vacinas aplicadas em crianças de até 6 anos no Conjunto de Favelas da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, mesmo quando as unidades de saúde continuam abertas. A conclusão é de uma pesquisa realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela organização Redes da Maré, para investigar o impacto dos tiroteios no acesso à imunização em regiões periféricas. Ao longo de 2024, as forças de segurança realizaram operações em alguma comunidade do complexo em 43 dias. Os confrontos armados obrigaram o fechamento de ao menos uma unidade de saúde em 22 desses dias. Como consequência, apenas nove crianças foram vacinadas, em média, em dias de operação policial ─ uma redução de 90%&#8230;</p>
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				</p>
<p>Nos dias de operações policiais, cai drasticamente o número de vacinas aplicadas em crianças de até 6 anos no Conjunto de Favelas da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, mesmo quando as unidades de saúde continuam abertas. A conclusão é de uma pesquisa realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela organização Redes da Maré, para investigar o impacto dos tiroteios no acesso à imunização em regiões periféricas.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761297955_385_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761297956_863_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Ao longo de 2024, as forças de segurança realizaram operações em alguma comunidade do complexo em 43 dias. Os confrontos armados obrigaram o fechamento de ao menos uma unidade de saúde em 22 desses dias. Como consequência, <strong>apenas nove crianças foram vacinadas, em média, em dias de operação policial ─ uma redução de 90% em comparação com as 89 imunizadas nos dias normais</strong>. A queda brusca também aparece no número de doses aplicadas: a média diária de 187 cai para 20.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>&#8220;Não vamos negar aos nossos filhos o direito à vacina&#8221;, diz Padilha.</li>
<li>Brasil lidera desinformação sobre vacina na América Latina, diz estudo.</li>
<li>Baixa adesão de meninos à vacina do HPV preocupa governo de São Paulo.</li>
</ul>
<p>O levantamento também analisou os dados do primeiro semestre deste ano, que corroboram a observação sobre o impacto das operações. A média de doses aplicadas nos dias normais, em 2025, foi de 176,7, com 76 crianças atendidas. Já nos dias em que as forças de segurança estavam em atuação, foram aplicadas apenas 21,1 doses, em média, com 11 crianças imunizadas por dia.</p>
<p><strong>Mesmo quando as unidades não fecharam, apesar das operações em curso, a vacinação caiu 82%</strong>, tanto no número de doses quanto no de crianças vacinadas. De acordo com o estudo, isso &#8220;sugere um efeito indireto ou difuso das operações&#8221;, causado pela &#8220;atmosfera de medo e tensão, que restringe a circulação de moradores e profissionais e o acesso às unidades de saúde para vacinar suas crianças&#8221;.</p>
<h2>125 mil habitantes</h2>
<p><strong>A Maré é um dos maiores conjuntos de favelas do Brasil, com 15 favelas e quase 125 mil habitantes.</strong> Destes, mais da metade tem menos de 30 anos, e 12,4% são crianças de 0 a 6 anos. Atualmente, o complexo é atendido por seis unidades básicas de saúde, que oferecem as vacinas previstas no calendário básico do Sistema Único de Saúde, entre outros serviços.</p>
<p>A chefe do escritório do Unicef no Rio de Janeiro, Flávia Antunes, alerta que a política de segurança pública segue um modelo não protetivo da infância e tem funcionado como um determinante social da saúde.</p>
<p>&#8220;Está impedindo que as crianças acessem o seu direito de receber vacinas absolutamente centrais nesse período, como pólio, sarampo, coqueluche&#8230;&#8221;, adverte.</p>
<p>Flávia Antunes também lembra que o atraso ou a ausência da vacinação nas crianças pequenas põem em risco toda a comunidade:</p>
<p>&#8220;<strong>A imunidade de rebanho é essencial para um território densamente povoado como o da Maré</strong>, que enfrenta outros desafios, como o saneamento, por exemplo. Essa imunidade acaba protegendo indiretamente quem não pode ser vacinado, como, por exemplo, os recém-nascidos. Então, quando você compromete a imunidade coletiva, você tem a maior circulação de agentes infecciosos e amplia o risco de surto ou epidemia&#8221;</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=109581:cheio_8colunas --><br />
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/910225-moradores_complexo da mare_5190.jpg" alt="Rio de Janeiro - Moradores do Complexo da Maré, agora ocupado por tropas do Exército e Fuzileiros Navais, vivem expectativa de mudanças sociais (Fernando Frazão/Agência Brasil)" title="2.2 W"><br />
    <!-- END scald=109581 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta"><!--copyright=109581-->Problemas de saneamento básico aumentam exposição a doenças infecciosas. <strong>Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=109581--></h6>
</div>
</div>
<p>De acordo com a coordenadora do eixo Direito à Saúde da ONG Redes da Maré, Carolina Dias, essa situação reforça a desigualdade que atinge os moradores da Maré e de outras regiões periféricas que vivem em meio a confrontos armados, diferentemente dos habitantes de outras localidades, com consequências para a sua qualidade de vida e saúde.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Quando se decide que a política de segurança se sobrepõe à política de saúde, ao acesso ao direito de saúde, a gente tem um problema. É sobre isso que a gente quer falar. Como que se constroem políticas públicas de modo que uma coisa não seja mais importante que a outra, e que esses moradores não tenham seus direitos negados&#8221;, complementa.</p>
</blockquote>
<h2>Consequências</h2>
<p>A perda de oportunidade de vacinação é uma das grandes preocupações dos especialistas. A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Isabela Ballalai, destaca que <strong>a falta de acesso aos postos de vacinação é um dos principais fatores que impactam a imunização no Brasil</strong>, associada ao dia a dia corrido das famílias, que nem sempre podem dispor de vários dias para levar as crianças às salas de vacina.</p>
<p>&#8220;Oportunidade de vacinação é algo que a gente aprendeu que não pode perder. Uma oportunidade perdida pode significar que essa criança não vai voltar ou só vai voltar muito tempo depois. As vacinas, todas elas, são contra doenças graves. Mesmo a catapora, que todo mundo acha que é só uma doença de criança, é uma doença que pode matar e hospitalizar. A vacinação fez com que essas doenças que tanto mataram deixassem de acontecer. Só que, se parar de vacinar, os vírus e as bactérias podem voltar, como é o caso do sarampo&#8221;, acrescenta.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=145861:cheio_8colunas --><br />
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/ffraz_abr_12081920508.jpg" alt="Rio de Janeiro - Alunos e moradores do Complexo da Maré protestam com cartas em frente ao Tribunal de Justiça contra o aumento de mortes e interrupções de aulas durante operações policiais na comunidade. (Fernando Frazão/Agência Brasil)" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"><br />
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<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta"><!--copyright=145861-->Impacto das operações nos serviços públicos é queixa recorrente dos moradores do Complexo da Maré. <strong>Foto:</strong> <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=145861--></h6>
</div>
</div>
<h2>Recomendação</h2>
<p>O Unicef e a Redes da Maré fazem recomendações para minimizar os danos verificados no estudo. <strong>Além de pedir a redução da violência armada, as duas organizações demandam que as unidades de saúde sejam protegidas e que o impacto nesses serviços seja considerado no planejamento das operações.</strong></p>
<p>Quanto às crianças que deixaram de ser vacinadas, recomendam &#8220;a vacinação em espaços intersetoriais, utilizando modelos combinados como escolas, centros de referência de assistência social (Cras), centros de referência especializados de assistência social (Creas) e visitas domiciliares.&#8221;</p>
<p>&#8220;O ideal seria que a gente não precisasse dessas ações, mas, havendo essa situação, a gente precisa fazer busca ativa das crianças que estão com a vacinação em atraso. A gente já identificou também, no processo de pesquisa, a [importância da] atuação, por exemplo, dos agentes comunitários de saúde, nesse processo de busca ativa. Então, temos que fortalecer esses profissionais também para que eles possam seguir garantindo o acesso à vacinação e à saúde como um todo&#8221;, complementa a coordenadora do eixo Direito à Saúde da Redes da Maré.</p>
<p>A chefe do escritório do UNICEF no Rio de Janeiro cobra que a presença do Estado nessas localidades precisa ser qualificada.</p>
<p>&#8220;Ela precisa de planejamento, de protocolo e de estar articulada com a saúde e com a assistência social. Muitas pessoas acham que ou a polícia atua de forma violenta interrompendo ou serviços de saúde ou ela não atua. A gente tem que acabar com esse falso dilema.&#8221;, conclui Flávia Antunes.</p>
<p> Tâmara Freire &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-10/vacinacao-despenca-na-mare-em-dias-de-operacao-policial-aponta-unicef">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 24 Oct 2025 06:20:00 -0300 </p>

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		<title>Levantamento avalia efetividade da ADPF 635 em operações na Maré</title>
		<link>https://weeknews.online/levantamento-avalia-efetividade-da-adpf-635-em-operacoes-na-mare/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 22:05:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[ADPF 635]]></category>
		<category><![CDATA[ADPF das Favelas]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[Redes da Maré]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Sessenta e três denúncias de violações de direitos durante operações na Maré apenas em 2024, além de 93 de invasão de domicílio. Esses e outros números estão presentes no boletim “Direito à Segurança Pública na Maré: De Olho na ADPF 635”, apresentado nesta sexta-feira (21) pela organização Redes da Maré. O levantamento avalia a efetividade das medidas determinadas pelo STF no contexto da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 635, mais conhecida como ADPF das Favelas. A votação está prevista para a próxima quarta-feira (26). O instrumento prevê uma série de medidas relacionadas às operações policiais, entre elas o uso de câmeras com dispositivo de gravação de áudio e a presença de ambulâncias e socorristas durante as ações dos agentes de segurança.  Também está&#8230;</p>
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<p>Sessenta e três denúncias de violações de direitos durante operações na Maré apenas em 2024, além de 93 de invasão de domicílio. Esses e outros números estão presentes no boletim “Direito à Segurança Pública na Maré: De Olho na ADPF 635”, apresentado nesta sexta-feira (21) pela organização Redes da Maré.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742594729_731_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742594729_611_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O levantamento avalia a efetividade das medidas determinadas pelo STF no contexto da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 635, mais conhecida como ADPF das Favelas. A votação está prevista para a próxima quarta-feira (26).</p>
<p>O instrumento prevê uma série de medidas relacionadas às operações policiais, entre elas o uso de câmeras com dispositivo de gravação de áudio e a presença de ambulâncias e socorristas durante as ações dos agentes de segurança. </p>
<p>Também está em análise o respeito ao perímetro escolar durante as operações, restrição do uso de helicópteros como plataforma de tiros, obrigatoriedade da realização de perícias em casos de morte e adoção de um plano para redução da letalidade policial.</p>
<p>Mas, apesar das orientações previstas, de acordo com o boletim Direito à Segurança Pública na Maré, o que se vê na prática é que muitas recomendações do STF não estão sendo seguidas. </p>
<p>O levantamento aponta, por exemplo, que, em 2025, foram 42 dias de operações policiais no local, número seis vezes maior que as operações em 2021. Cerca de 90% delas ocorreram próximas a unidades de saúde, o que impactou diretamente nos serviços prestados à população. Além disso, 88% das ações ocorreram em imediações de escolas, com suspensão de aulas que afetaram mais de sete mil alunos. Embora a ADPF preveja utilização de câmeras corporais, em apenas 26 operações foram observadas a presença desses equipamentos.</p>
<p>Eliana Sousa Silva, diretora da Redes da Maré, resume o cenário:</p>
<p>“A gente vê que o uso de câmeras, ter ambulância, o policial estar identificado não virou ainda uma prática, infelizmente, das polícias aqui do Rio de Janeiro”.</p>
<p>Tainá Alvarenga, coordenadora da Redes da Maré, enfatiza os objetivos da ADPF:</p>
<blockquote>
<p>“É importante para tentar normatizar as ações policiais, que, ao contrário do que vem sendo veiculado, de que a ADPF proíbe as operações, na verdade, o que a ADPF prega é que essas ações, essas operações, sejam feitas a partir de parâmetros normativos”.</p>
</blockquote>
<p>Outro dado alarmante trazido pelo boletim refere-se às perícias em cenas de mortes. Dos 20 óbitos ocorridos em operações policiais, apenas quatro tiveram perícia de local. Em 17 casos, houve indícios de execução, conforme relatos de moradores e evidências coletadas por familiares das vítimas.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
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    </div>
<p> rafael.guimaraes , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2025-03/levantamento-avalia-efetividade-da-adpf-635-em-operacoes-na-mare">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 21 Mar 2025 20:59:26 +0000 </p>

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		<title>Complexo da Maré teve 42 operações policiais e 20 mortos em 2024</title>
		<link>https://weeknews.online/complexo-da-mare-teve-42-operacoes-policiais-e-20-mortos-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 15:46:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[ADPF 635]]></category>
		<category><![CDATA[ADPF das Favelas]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo da Maré]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo genético na Maré mostra evolução da covid-19 com impacto global]]></category>
		<category><![CDATA[Fachin vota para manter restrições a operações policiais no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Favela]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Policial]]></category>
		<category><![CDATA[polícia civil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Redes da Maré]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro fez 4.600 operações policiais mesmo com ADPF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Complexo da Maré, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, teve 42 dias de operações policiais em 2024, que deixaram 20 mortos. O levantamento, feito pela organização não governamental Redes da Maré, foi divulgado nesta sexta-feira (21). Segundo a ONG, o número de operações policiais é seis vezes maior que o registrado em 2021, quando houve sete incursões desse tipo. A Redes da Maré argumenta que a pesquisa mostra que a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, conhecida como ADPF das Favelas, não impede a realização de ações policiais, como argumentado pelo governo fluminense. A ONG destaca ainda que, desde 2022, o número de operações policiais no complexo de favelas vem crescendo: em 2022, foram 22 operações, com&#8230;</p>
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<p>O Complexo da Maré, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, teve 42 dias de operações policiais em 2024, que deixaram 20 mortos. O levantamento, feito pela organização não governamental Redes da Maré, foi divulgado nesta sexta-feira (21).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742571970_88_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742571971_236_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo a ONG, o número de operações policiais é seis vezes maior que o registrado em 2021, quando houve sete incursões desse tipo. <strong>A Redes da Maré argumenta que a pesquisa mostra que a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, conhecida como ADPF das Favelas, não impede a realização de ações policiais, como argumentado pelo governo fluminense</strong>.</p>
<p>A ONG destaca ainda que, desde 2022, o número de operações policiais no complexo de favelas vem crescendo: em 2022, foram 22 operações, com 26 mortes; e, em 2023, 34 operações, com oito mortes.</p>
<p>“A ADPF é resultado de evidências de que é preciso haver um controle sobre a atividade policial. A ADPF nunca foi para impedir que a polícia trabalhasse. Ao contrário, a gente questiona que a operação policial seja a única forma de a polícia entrar aqui na Maré ou em qualquer outra favela”, explica a diretora fundadora da Redes da Maré, Eliana Sousa Silva.</p>
<p><strong>Das operações policiais realizadas em 2024, 88% foram próximas a escolas, que resultaram em 37 dias de suspensão das aulas</strong>, afetando cerca de 7.302 alunos em média. <strong>Além disso, cerca de 90% das operações aconteceram perto de unidades de saúde</strong>, o que resultou em 30 dias sem serviços básicos de saúde, com 8.715 atendimentos adiados.</p>
<p>De acordo com a Redes da Maré, em apenas 26 das 42 operações policiais foi observada a presença de câmeras corporais e, em 17 delas, poucos policiais usaram o equipamento. Das 20 mortes registradas, somente quatro tiveram perícia de local.<strong> Em 17 casos, foram observados indícios de execução</strong>, a partir de relatos de moradores e evidências coletadas por familiares das vítimas.</p>
<h2>ADPF</h2>
<p>A ADPF 635 foi impetrada no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), em 2019, sob a justificativa de que ações policiais incentivavam a letalidade promovida pelo Estado, em vez de prevenir mortes e conflitos armados.</p>
<p>Em 2020, devido à covid-19 e com base na ADPF, o ministro do STF Edson Facchin decidiu suspender as operações policiais em comunidades do Rio durante a pandemia. As ações deveriam ser restritas a casos excepcionais e ser informadas previamente ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).</p>
<p>Também foram determinadas a instalação de câmeras nas fardas e equipamentos de GPS de policiais, a gravação em áudio e vídeo nas viaturas e a restrição ao uso de helicópteros apenas para casos de estrita necessidade. A realização de ações próximas a creches, escolas e unidades de saúde deveria ser excepcional e justificada ao Ministério Público. Além disso, foi proibido o uso dessas instalações como base policial durante as operações.</p>
<p>Mas <strong>o governo do estado critica a ADPF sob a alegação de que ela prejudica o trabalho da polícia ostensiva</strong>. Em fevereiro deste ano, o governador fluminense, Cláudio Castro, disse que achava positivas as situações em que a ADPF viesse a melhorar a atividade policial e a transparência das ações, mas considerou que a “extraordinariedade” exigida para a realização das operações tirava do povo “o direito de ter uma polícia ostensiva”. O julgamento da ADPF foi marcado para o próximo dia 26.</p>
<h2>Outros dados</h2>
<p>A pesquisa da Redes da Maré também traz dados sobre invasões de domicílio durante ações policiais. <strong>Em 2024, 93 casas de moradores foram invadidas sem mandado judicial por policiais</strong>. Em um único dia, 3 de setembro, foram 29 residências invadidas.</p>
<p>As invasões naquele ano foram seguidas de violações de direitos como danos ao patrimônio (30 casos), subtração de pertences (dez), violência física (seis), tortura (cinco) e ameaça (12).</p>
<p>De 2016 a 2024, foram 267 invasões, nas quais 67% das vítimas foram mulheres cis e mulheres trans e 72% foram de pessoas pretas ou pardas.</p>
<blockquote>
<p>“A sociedade não pode aceitar, naturalizar que, na favela, a polícia esteja autorizada a não cumprir o que existe legalmente. A única forma de enfrentamento ao crime, às redes ilícitas, não pode ser você suspender direitos de uma população tão significativa. A cidade do Rio de Janeiro é composta de um terço de pessoas que moram em áreas de favelas e periferias”, afirma Eliana.</p>
</blockquote>
<p>A assessoria de imprensa da Polícia Militar informou que só comenta dados oficiais. A Polícia Civil não respondeu à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Vitor Abdala &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-03/complexo-da-mare-teve-42-operacoes-policiais-e-20-mortos-em-2024">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 21 Mar 2025 12:38:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/complexo-da-mare-teve-42-operacoes-policiais-e-20-mortos-em-2024/">Complexo da Maré teve 42 operações policiais e 20 mortos em 2024</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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