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	<title>Arquivo de Relações com países sul-americanos são prioridades - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Relações com países sul-americanos são prioridades - WeekNews</title>
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		<title>Estados Unidos não desejam negociar tarifas, afirma Celso Amorim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 22:11:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Celso Amorim]]></category>
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		<category><![CDATA[emprego e investimentos tendem a recuar devido a tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O assessor para assuntos internacionais do presidente da República, embaixador Celso Amorim, afirmou que o governo dos Estados Unidos não tem demonstrado disposição para negociar as supostas divergências comerciais apontadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Eles não têm o desejo de negociar”, disse Amorim ao participar, nesta quarta-feira (20), de uma audiência pública realizada pela Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados. Notícias relacionadas: Exportações, emprego e investimentos tendem a recuar devido a tarifaço. Relações com países sul-americanos são prioridades, diz Lula a Noboa. Para Amorim, ao impor sobretaxas a mais de uma centena de países, o governo dos Estados Unidos colocou em xeque o sistema multilateral de comércio, desenvolvido após a Segunda Guerra Mundial (1939/1945), por meio de sucessivos acordos&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O assessor para assuntos internacionais do presidente da República, embaixador Celso Amorim, afirmou que o governo dos Estados Unidos não tem demonstrado disposição para negociar as supostas divergências comerciais apontadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755727876_212_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755727876_578_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“Eles não têm o desejo de negociar”, disse Amorim ao participar, nesta quarta-feira (20), de uma audiência pública realizada pela Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Exportações, emprego e investimentos tendem a recuar devido a tarifaço.</li>
<li>Relações com países sul-americanos são prioridades, diz Lula a Noboa.</li>
</ul>
<p><strong>Para Amorim, ao impor sobretaxas a mais de uma centena de países, o governo dos Estados Unidos colocou em xeque o sistema multilateral de comércio,</strong> desenvolvido após a Segunda Guerra Mundial (1939/1945), por meio de sucessivos acordos que, pouco a pouco, estabeleceram regras globais de comércio.</p>
<blockquote>
<p>“Estamos tendo esta disputa comercial com os Estados Unidos – que no caso do Brasil tem características específicas – mas, mais importante que isso, é que o que está sendo posto em xeque é o sistema multilateral de comércio”, comentou Amorim ao sustentar que o mundo enfrenta um “momento de profundas mudanças da ordem internacional”.</p>
</blockquote>
<p>“Desde que entrei no Itamaraty, sempre [ouvimos sobre] o papel importante do Gatt e, depois, da OMC”, acrescentou o embaixador, referindo-se ao Acordo Geral de Tarifas e Comércio (Gatt) e à Organização Mundial do Comércio (OMC), criada em 1995, para substituir o acordo.</p>
<blockquote>
<p>“Sempre ouvimos [falar sobre] a necessidade de termos regras multilaterais. Porque, na medida em que um país muito forte coloca tarifas unilateralmente, desnorteia todo o comércio [global]”, ponderou o embaixador, para quem, “como cidadãos do mundo, temos que defender o sistema multilateral” de comércio.</p>
</blockquote>
<p>Amorim também criticou a postura do governo estadunidense, principalmente em relação ao Brasil, prejudicado por questões político-ideológicas, segundo o embaixador. “Não podemos dizer que o comércio internacional é a lei do mais forte”, reafirmou </p>
<p>“É importante [compreender] que isso não é uma questão de briga entre Brasil e EUA. O caso do Brasil é singular. Que eu saiba, [somos] o único [país sobretaxado pelo governo Trump] em que se misturou abertamente a questão comercial com a política”, lembrou Amorim, citando o texto da Ordem Executiva de 30 de julho, no qual o governo estadunidense afirma que o aumento do valor das tarifas de importação cobradas dos produtos brasileiros é uma resposta, entre outras coisas, ao fato do ex-presidente Jair Bolsonaro responder a processos judiciais no Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>Amorim lembrou que, antes mesmo de publicar a Ordem Executiva, o presidente Donald Trump já tinha tornado público o teor de uma mensagem crítica enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O documento, segundo ele, foi divulgado antes mesmo de Lula recebê-lo. “Nunca vi este nível de desrespeito e intromissão”, mencionou. </p>
<blockquote>
<p>“Nos meus mais de 60 anos de carreira [diplomática], jamais vi uma carta como a que o presidente Trump mandou para o presidente Lula. Uma carta que foge totalmente às práticas diplomáticas. Primeiro porque foi postada [simultaneamente] com seu envio [a Lula]. Ou seja, ela se tornou pública antes do presidente Lula recebê-la. E o mais curioso é que, diferentemente da situação com outros países, nos quais a questão tarifária ficou limitada à parte comercial, a carta [ao presidente brasileiro] começa com dois parágrafos sobre política interna brasileira”, enfatizou Amorim, reafirmando a disposição do governo brasileiro ao diálogo.</p>
</blockquote>
<p>“Não queremos romper com os EUA. Não tomamos nenhuma ação hostil […] Sempre procuramos negociar. Inclusive, o ministro da Fazenda [Fernando Haddad] marcou uma conversa por telefone com o secretário de Tesouro dos EUA [Scott Bessent], mas esta foi cancelada  por uma interferência externa”, finalizou Amorim.</p>
<p> Alex Rodrigues &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-08/estados-unidos-nao-desejam-negociar-tarifas-afirma-celso-amorim">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 20 Aug 2025 19:02:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lula e Macron se comprometem a mais diálogo para acordo Mercosul-UE</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-e-macron-se-comprometem-a-mais-dialogo-para-acordo-mercosul-ue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 17:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[acordo mercosul-ue]]></category>
		<category><![CDATA[acusado de liderar uma tentativa de golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[apresentou à Organização Mundial do Comércio (OMC)]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil assume Mercosul com proposta de mais integração regional]]></category>
		<category><![CDATA[chantagem política com objetivo de atingir o Brics]]></category>
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		<category><![CDATA[Emanuel Macron]]></category>
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		<category><![CDATA[fechou acordo com a Associação Europeia de Livre Comércio (Efta)]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula pede que Macron “abra seu coração” para acordo com Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Macron esteve na Casa Branca acompanhando o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy]]></category>
		<category><![CDATA[medidas que o governo adotou para proteger os trabalhadores e as empresas brasileiras]]></category>
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		<category><![CDATA[Relações com países sul-americanos são prioridades]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Trump elevou a tarifa de importações de alguns produtos para 50% contra o Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em meio à imposição de tarifas comerciais pelo Estados Unidos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da França, Emmanuel Macron, se comprometeram, nesta quarta-feira (20), com a conclusão das negociações para a assinatura do acordo entre Mercosul e União Europeia. Negociado há mais de 20 anos, o acordo ainda encontra resistências, especialmente da França, para entrar em vigor. Enquanto o líder francês afirma que o acordo não leva em consideração exigências ambientais na produção agrícola e industrial, Lula rebate afirmando que a França é protecionista sobre seus interesses agrícolas. Neste semestre, o Brasil está na presidência do Mercosul e tem por objetivo finalizar o acordo com os europeus. Notícias relacionadas: Relações com países sul-americanos são prioridades, diz Lula a&#8230;</p>
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				</p>
<p>Em meio à imposição de tarifas comerciais pelo Estados Unidos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da França, Emmanuel Macron, se comprometeram, nesta quarta-feira (20), com a conclusão das negociações para a assinatura do acordo entre Mercosul e União Europeia. Negociado há mais de 20 anos, o acordo ainda encontra resistências, especialmente da França, para entrar em vigor.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755709809_5_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755709810_637_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Enquanto o líder francês afirma que o acordo não leva em consideração exigências ambientais na produção agrícola e industrial, Lula rebate afirmando que a França é protecionista sobre seus interesses agrícolas. Neste semestre, o Brasil está na presidência do Mercosul e tem por objetivo finalizar o acordo com os europeus.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Relações com países sul-americanos são prioridades, diz Lula a Noboa.</li>
<li>Lula pede que Macron “abra seu coração” para acordo com Mercosul.</li>
<li>Brasil assume Mercosul com proposta de mais integração regional .</li>
</ul>
<p><strong>A sinalização do francês vai ao encontro dos interesses do Brasil na diversificação de parcerias e a ampliação de acordos que fortaleçam os países do Sul Global.</strong> </p>
<blockquote>
<p>“Macron e Lula comprometeram-se a ultimar o diálogo com vistas à assinatura do acordo Mercosul-União Europeia ainda neste semestre, durante a presidência brasileira do bloco”, disse o Palácio do Planalto em nota após o telefonema entre os dois líderes.</p>
</blockquote>
<p>“O Brasil continuará trabalhando para concluir novos acordos comerciais e abrir mercados para a produção nacional”, acrescenta a nota.</p>
<p><strong>O presidente brasileiro telefonou para Macron na manhã desta quarta-feira e, na ligação, que durou quase 1 hora, os dois líderes trataram de temas das agendas global e bilateral.</strong> </p>
<p>“Reafirmaram seu apoio ao multilateralismo e ao livre comércio”, disse o Palácio do Planalto, acrescentando que também “reafirmaram a intenção de promover maior cooperação entre os países desenvolvidos e o Sul Global, em favor do comércio baseado em regras multilateralmente acordadas”.</p>
<h2>Acordos</h2>
<p>O Mercosul também fechou acordo com a Associação Europeia de Livre Comércio (Efta), formado por Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça, e tem negociado com novos parceiros, como Japão, Vietnã e Indonésia.</p>
<p><strong>Nesse contexto, o presidente Lula também está articulando uma cúpula virtual do Brics, para setembro.</strong> </p>
<p>Especialistas consultados pela <strong>Agência Brasil</strong> avaliam que a medida dos Estados Unidos também é uma chantagem política com objetivo de atingir o Brics, grupo de potências emergentes que tem sido encarado por Washington como uma ameaça à hegemonia estadunidense no mundo, em especial, devido à proposta de substituir o dólar nas trocas comerciais.</p>
<p>Em 6 de agosto, Trump elevou a tarifa de importações de alguns produtos para 50% contra o Brasil em retaliação a decisões que, segundo o presidente norte-americano, prejudicariam as big techs estadunidenses e em resposta ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de liderar uma tentativa de golpe de Estado após perder as eleições de 2022.</p>
<p>Na conversa com Macron nesta quarta-feira, o presidente Lula repudiou o uso político de tarifas comerciais contra o Brasil e relatou ao francês as medidas que o governo adotou para proteger os trabalhadores e as empresas brasileiras e informou sobre o recurso que o Brasil apresentou à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra as “injustificadas tarifas norte-americanas”.</p>
<h2>COP30</h2>
<p><strong>O presidente Emmanuel Macron confirmou sua participação na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), organizada pelo governo brasileiro, em Belém, no Pará, em novembro.</strong></p>
<p>Para Lula, esta será a “COP da verdade, em que ficará claro quais países acreditam na ciência” para o enfrentamento à mudança do clima. </p>
<blockquote>
<p>“O presidente Lula destacou a ambição das metas nacionalmente determinadas apresentadas pelo Brasil e realçou a importância de que a União Europeia e seus membros apresentem metas à altura do desafio que o planeta enfrenta”, informou o Palácio do Planalto.</p>
</blockquote>
<p><strong>Os dois mandatários também trocaram impressões sobre as negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, no conflito que dura mais de 3 anos</strong>. Nesta semana, Macron esteve na Casa Branca acompanhando o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy em encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem pressionado por uma solução para a guerra.</p>
<p>No telefonema, o presidente francês elogiou o papel do Grupo de Amigos da Paz, iniciativa liderada por Brasil e China em busca de estabelecer entendimentos comuns para apoiar os esforços globais para alcançar a paz, entre eles, o conflito entre Rússia e Ucrânia.</p>
<p>“Os dois presidentes acordaram continuar o diálogo sobre o conflito”, diz a nota do Planalto.</p>
<blockquote>
<p>“O presidente Lula demonstrou preocupação com o aumento dos gastos militares no mundo, enquanto cerca de 700 milhões de pessoas ainda passam fome. Registrou, nesse contexto, a saída do Brasil do Mapa da Fome da FAO [Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura] e defendeu a reforma das instituições multilaterais em favor de uma governança global mais representativa e democrática”, completou.</p>
</blockquote>
<p>No campo bilateral, Lula e Macron comprometeram-se a aprofundar a cooperação na área de defesa, setor que os dois países já desenvolvem projetos como a construção de helicópteros, submarinos e satélites.</p>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-08/lula-e-macron-se-comprometem-mais-dialogo-para-acordo-mercosul-ue">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 20 Aug 2025 13:21:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/lula-e-macron-se-comprometem-a-mais-dialogo-para-acordo-mercosul-ue/">Lula e Macron se comprometem a mais diálogo para acordo Mercosul-UE</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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