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	<title>Arquivo de Relator da CPI do Crime pede intervenção federal no Rio de Janeiro - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Relator da CPI do Crime pede intervenção federal no Rio de Janeiro - WeekNews</title>
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		<title>Gilmar Mendes diz que não há base legal para CPI indiciar ministros</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 18:41:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (14) não haver base legal para que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado possa indiciar ministros da Corte por crime de responsabilidade.  Em relatório final sobre os trabalhos da CPI, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) indiciou os ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, bem como o procurador-geral da República, Paulo Gonet, por crimes de responsabilidade como “proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa” e “proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções”.  Notícias relacionadas: Relatório da CPI do Crime conecta facções com sistema financeiro. Relator da CPI do Crime pede intervenção federal no Rio de Janeiro. Relator da&#8230;</p>
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<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (14) não haver base legal para que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado possa indiciar ministros da Corte por crime de responsabilidade. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776192116_717_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776192116_984_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Em relatório final sobre os trabalhos da CPI, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) indiciou os ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, bem como o procurador-geral da República, Paulo Gonet</strong>, por crimes de responsabilidade como “proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa” e “proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções”. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Relatório da CPI do Crime conecta facções com sistema financeiro.</li>
<li>Relator da CPI do Crime pede intervenção federal no Rio de Janeiro.</li>
<li>Relator da CPI pede indiciamentos de Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet.</li>
</ul>
<p>A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. </p>
<p>O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão, em sessão marcada para esta terça-feira. </p>
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<h2>Críticas</h2>
<p>Após o documento vir a público, Gilmar Mendes publicou uma mensagem na rede social X criticando o relatório e o trabalho da CPI. </p>
<p><strong>“O pedido do relator da CPI do Crime Organizado, voltado ao indiciamento de ministros do STF sem base legal, nos leva a uma reflexão sobre o papel e os poderes das CPIs”, afirmou Mendes.</strong></p>
<p>O ministro entende que o relatório “flerta com a arbitrariedade” ao querer criminalizar a concessão de habeas corpus contra abusos de poder. </p>
<p><strong>Gilmar Mendes disse ser “elementar, até mesmo para um estudante de Direito, que o indiciamento constitui ato privativo de delegado de polícia e não se aplica a crimes de responsabilidade”.</strong> </p>
<p>De acordo com o ministro, tais crimes são regidos por lei própria, a Lei de Impeachment (<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l1079.htm" target="_blank">Lei 1.079/1950</a>), que atribui somente à Mesa Diretora do Senado, à Comissão Especial e ao Plenário da Casa as atribuições para processar crimes de responsabilidade, “sem sequer prever a atuação de CPIs nesse procedimento”. </p>
<h2>Cortina de fumaça </h2>
<p>Decano do Supremo, Gilmar Mendes avalia que o relatório final da CPI de fazer “cortina de fumaça” diante da omissão da comissão em cumprir seu objetivo original, de investigar a atuação de policiais que tenham “cruzado para o lado sombrio das milícias”. </p>
<blockquote>
<p>“O relatório revela verdadeira cortina de fumaça, ao deixar de enfrentar o grave problema a que se propôs e ao dedicar-se a engrossar a espuma midiática contra o STF, na expectativa de produzir dividendos eleitorais para certos atores políticos”, escreveu Gilmar Mendes. </p>
</blockquote>
<h2>Flávio Dino</h2>
<p>O ministro do Supremo Flávio Dino, que não foi indiciado pela CPI do Crime Organizado, também saiu em defesa da Corte e de seus ministros. </p>
<p>Ele afirmou ser um “imenso erro” colocar o Supremo como o “maior problema nacional”. </p>
<p><strong>Dino ressalta que o relatório final da CPI não cita ninguém ligado de fato ao crime organizado e que o Supremo constantemente toma decisões de combate ao problema.</strong> </p>
<p>&#8220;É uma irresponsabilidade investigar o crime organizado e não tratar sobre milicianos, traficantes de drogas, vendedores de armas ilegais, garimpos ilegais, facções que controlam territórios, matadores e pistoleiros etc.&#8221;, escreveu Dino nas redes sociais. </p>
<p> Felipe Pontes &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/gilmar-mendes-diz-que-nao-ha-base-legal-para-cpi-indiciar-ministros">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 14 Apr 2026 14:54:00 -0300 </p>

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		<title>Relatório da CPI do Crime conecta facções com sistema financeiro</title>
		<link>https://weeknews.online/relatorio-da-cpi-do-crime-conecta-faccoes-com-sistema-financeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 17:38:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[armamento fosse desviada para as mãos de criminosos]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
		<category><![CDATA[Campos Neto falta à CPI do Crime Organizado pela terceira vez]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado]]></category>
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		<category><![CDATA[editou decretos para restringir o acesso a armas no país]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em cerca de 220 páginas, o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado (CPI) no Senado, apresentado nesta terça-feira (14) pelo relator Alessandro Vieira (MDB-SE), conecta o crime organizado em facções e milícias com operações do mercado financeiro realizadas para lavagem de dinheiro.  “Os grupos criminosos, além de criptoativos e outros ativos – virtuais ou não –, têm igualmente se valido do sistema financeiro formal para ocultar ou dissimular a natureza ilícita dos bens originários”, escreveu o relator. Notícias relacionadas: Campos Neto falta à CPI do Crime Organizado pela terceira vez . Relator da CPI do Crime pede intervenção federal no Rio de Janeiro. Relator da CPI pede indiciamentos de Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet. Vieira aponta o caso do Banco&#8230;</p>
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				</p>
<p>Em cerca de 220 páginas, o relatório final da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://legis.senado.leg.br/atividade/comissoes/comissao/2793/reuniao/14590/item/109515" target="_blank">Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado</a> (CPI) no Senado, apresentado nesta terça-feira (14) pelo relator Alessandro Vieira (MDB-SE), conecta o crime organizado em facções e milícias com operações do mercado financeiro realizadas para lavagem de dinheiro. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776188337_995_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776188337_150_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“Os grupos criminosos, além de criptoativos e outros ativos – virtuais ou não –, têm igualmente se valido do sistema financeiro formal para ocultar ou dissimular a natureza ilícita dos bens originários”, escreveu o relator.</p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Campos Neto falta à CPI do Crime Organizado pela terceira vez .</li>
<li>Relator da CPI do Crime pede intervenção federal no Rio de Janeiro.</li>
<li>Relator da CPI pede indiciamentos de Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet.</li>
</ul>
<p>Vieira aponta o caso do Banco Master como exemplo do uso do sistema financeiro para lavagem de dinheiro do crime organizado no Brasil.</p>
<p>“O caso Master evidenciou de forma incontornável que o crime organizado brasileiro atingiu um patamar de sofisticação em que facções criminosas de base territorial, como o PCC, operam em simbiose com operadores do mercado financeiro formal, valendo-se de fundos de investimento, gestoras de ativos e instituições bancárias para lavar bilhões de reais, corromper agentes públicos e capturar parcelas do aparato estatal e regulatório”, explicou.</p>
<p>O relator acrescentou que a CPI constatou que a lavagem de dinheiro permanece como o mecanismo central de sustentação do crime organizado, que utiliza mercados lícitos para reciclar o dinheiro do tráfico de drogas e armas.</p>
<blockquote>
<p>“A infiltração em setores como tabaco, ouro, combustíveis, mercado imobiliário e bebidas, aliada ao uso sofisticado de fintechs, criptomoedas e fundos de investimento, demonstra que a criminalidade organizada opera com grau de sofisticação empresarial que exige resposta igualmente qualificada do Estado”, pontuou Alessandro Vieira.</p>
</blockquote>
<p><strong>O relatório apresentado ainda precisa de aprovação da CPI do Crime Organizado, que ainda pode pedir vistas do texto, em sessão marcada para a tarde desta terça-feira (14).</strong></p>
<h2>Áreas dominadas pelas facções</h2>
<p>Diante da relação do crime organizado com o sistema financeiro, o relator da CPI Alessandro Vieira defende que o enfrentamento à criminalidade não pode se limitar ao combate ostensivo de facções em territórios dominados.</p>
<blockquote>
<p>“É igualmente necessário atuar sobre as cadeias econômicas que financiam essas estruturas, com especial atenção para mercados de consumo massivo, rotas logísticas já consolidadas e setores em que a aparência de legalidade”, disse.</p>
</blockquote>
<p>O relator da CPI acrescenta que, sem esse olhar econômico e patrimonial, a repressão tende a incidir apenas “sobre manifestações visíveis da criminalidade, preservando-se, entretanto, os mecanismos que garantem sua reprodução financeira e institucional”.</p>
<p><strong>A CPI do Crime no Senado foi instalada após operação policial no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro, que resultou na morte de 122 pessoas, a maior letalidade de uma operação na história do país.</strong></p>
<h2>Controle de armas</h2>
<p>O relator Alessandro Vieira ainda destacou a importância de aumentar a fiscalização das armas e munições no Brasil. Segundo ele, alterações legislativas e falhas de fiscalização, “criam ambiente propício a desvios e usos indevidos de armas e munições. Esse ponto interessa diretamente ao crime organizado”.</p>
<p>Durante o governo de Jair Bolsonaro, foram editados decretos e regulamentos que flexibilizaram a posse de armas de fogo, em consequência da plataforma do governo anterior que defendia a flexibilização das regras para venda e posse de armas no Brasil. </p>
<p>Estudo do Instituto Sou da Paz aponta que medidas de flexibilização favoreceu que parte desse armamento fosse desviada para as mãos de criminosos. </p>
<p>Em 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou decretos para restringir o acesso a armas no país, revertendo a flexibilização no monitoramento e acesso a armas que havia sido promovida durante o governo anterior. </p>
<h2>Redes Sociais e crianças</h2>
<p>Um dos focos da CPI do Crime Organizado no Senado foi investigar o papel das plataformas digitais para a criminalidade organizada e os ganhos econômicos das <em>bigtechs</em> por meio da prática de crimes pela internet. </p>
<p><strong>No relatório final, o senador Alessandro Vieira aponta que o ambiente digital é elemento estruturante no aliciamento e exploração de crianças e adolescente.</strong>  </p>
<blockquote>
<p>“Evidências mostram que plataformas amplamente utilizadas, como Facebook e Instagram, são centrais no aliciamento, enquanto sistemas de recomendação podem conectar usuários a redes ilícitas, inclusive de abuso sexual infantil”, escreveu.</p>
</blockquote>
<p>O relatório aponta que esse quadro é agravado pela atuação “predominantemente passiva das plataformas”, a partir de denúncias realizadas por usuários.</p>
<blockquote>
<p>“Esse modelo, no entanto, revela limitações evidentes quando se considera que o ambiente é amplamente frequentado por crianças e adolescentes, que não dispõem de plena capacidade de identificar, compreender e reagir adequadamente a situações de violência e exploração”, completou Vieira.</p>
</blockquote>
<p><strong>A SaferNet Brasil registrou, entre janeiro e julho de 2025, 49.336 denúncias de abuso e exploração sexual infantil <em>online</em>, aumento de 18,9%, correspondendo a 64% das denúncias de crimes cibernéticos.</strong></p>
<h2>Déficit do sistema prisional e das forças de segurança</h2>
<p>O “alarmante” déficit de vagas no sistema prisional brasileiro, que ultrapassa as 202 mil, é apontado no relatório como grave porque os presídios seriam a principal plataforma das facções no Brasil.  </p>
<blockquote>
<p>“[Essa situação] permitiu que os presídios se tornassem o berço e o centro de comando das organizações criminosas no país”, escreveu o relator. O Brasil possui a terceira maior população prisional do mundo, com 701 mil pessoas presas.  </p>
</blockquote>
<p><strong>Para suprir esse déficit, o relator calculou que seriam necessários aportes de RS 14 bilhões para construção de novas vagas.</strong></p>
<p>Vieira ainda destaca o efetivo “diminuto” das forças de segurança em função das dimensões continentes do país, com a Polícia Federal operando com 40% de déficit no quadro funcional.</p>
<blockquote>
<p>“A descapitalização dos órgãos de controle e inteligência representa, paradoxalmente, um dos maiores estímulos à expansão do crime organizado, pois reduz a capacidade do Estado de detectar, investigar e reprimir atividades ilícitas”, completou.</p>
</blockquote>
<h2>Indiciamentos e Intervenção do RJ</h2>
<p>O relator da CPI do Crime Organizado no Senado Alessandro Vieira ainda pediu, no mesmo relatório, os indiciamentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet. </p>
<p>A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master. Vieira aponta que há indícios do cometimento de crimes de responsabilidades de “proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa”; e de “proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções”.</p>
<p>Além disso, o relatório recomenda que o presidente da República decrete uma intervenção federal no estado do Rio de Janeiro (RJ) como medida “indispensável” diante da infiltração do crime no Poder Público local, o que comprometeria a capacidade do estado “de conduzir, com autonomia e idoneidade, as ações de enfrentamento necessárias”. </p>
<p> </p>
<p> Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/relatorio-da-cpi-do-crime-conecta-faccoes-com-sistema-financeiro">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 14 Apr 2026 14:11:00 -0300 </p>

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