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	<title>Arquivo de responsabilização das redes sociais - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de responsabilização das redes sociais - WeekNews</title>
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		<title>Maioria do STF vota a favor da responsabilização das redes sociais </title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 21:24:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Dino vota a favor da responsabilização de redes por conteúdos ilegais]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Mendonça: redes não podem ser responsabilizadas por postagens ilegais]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[Zanin vota para responsabilizar redes sociais por posts de usuários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta quarta-feira (11) a favor da responsabilização das plataformas que operam as redes sociais pelas postagens ilegais feitas por seus usuários. Até o momento, o placar da votação é de 6 votos a 1 para que as plataformas sejam responsabilizadas civilmente na Justiça pelos conteúdos ilícitos, como postagens antidemocráticas e contra o sistema eleitoral, discursos de ódio (racismo e homofobia), incitação de crimes contra autoridades e transmissão lives que induzem ao suicídio e à automutilação de crianças e adolescentes.  Após a formação da maioria, o julgamento foi suspenso e será retomado nesta quinta-feira (12), quando os demais ministros votarão a tese jurídica que vai definir as regras para aplicação da decisão. A Corte&#8230;</p>
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<p><strong>A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta quarta-feira (11) a favor da responsabilização das plataformas que operam as redes sociais pelas postagens ilegais feitas por seus usuários.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749677048_211_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749677048_388_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Até o momento, o placar da votação é de 6 votos a 1 para que as plataformas sejam responsabilizadas civilmente na Justiça pelos conteúdos ilícitos</strong>, como postagens antidemocráticas e contra o sistema eleitoral, discursos de ódio (racismo e homofobia), incitação de crimes contra autoridades e transmissão lives que induzem ao suicídio e à automutilação de crianças e adolescentes. </p>
<p>Após a formação da maioria, <strong>o julgamento foi suspenso e será retomado nesta quinta-feira (12)</strong>, quando os demais ministros votarão a tese jurídica que vai definir as regras para aplicação da decisão.</p>
<p>A Corte julga a constitucionalidade do Artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.</p>
<p>De acordo com o dispositivo, &#8220;com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura&#8221;, as plataformas só podem ser responsabilizadas pelas postagens de seus usuários se, após ordem judicial, não tomarem providências para retirar o conteúdo. </p>
<h2>Votos</h2>
<p>Na sessão de hoje,<strong> o ministro Gilmar Mendes considerou que o Artigo 19 é &#8220;ultrapassado&#8221;</strong> e que a regulamentação das redes sociais não representa uma ameaça à liberdade de expressão.</p>
<p>Para o ministro, o &#8220;modelo de irresponsabilidade das plataformas&#8221; não pode ser mantido.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A retórica corporativa tem instrumentalizado a liberdade de expressão para preservar modelos de negócio, mantendo o status quo, no qual decisões com impactos profundos sobre a democracia são tomadas de forma opaca e sem prestação de contas&#8221;, afirmou. </p>
</blockquote>
<p><strong>Cristiano Zanin votou pela inconstitucionalidade do artigo e afirmou que o dispositivo não é adequado para proteger os direitos fundamentais</strong> e impõe aos usuários o ônus de acionar o Judiciário em caso de postagens ofensivas e ilegais.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Essa liberdade de expressão pode estar sendo mal utilizada para atacar o Estado de Direito, a incolumidade física das pessoas, inclusive crianças e adolescentes&#8221;, afirmou Zanin.</p>
</blockquote>
<p>Nas sessões anteriores, <strong>os  ministros Luiz Fux e Dias Toffoli votaram para permitir a exclusão de postagens ilegais por meio de notificações extrajudiciais,</strong> ou seja, pelos próprios atingidos, sem decisão judicial prévia.</p>
<p><strong>Luís Roberto Barroso diz que a ordem judicial é necessária para a remoção somente de postagens de crimes contra a honra</strong> (calúnia, difamação e injúria&#8221;). Nos demais casos, a notificação extrajudicial é suficiente para a remoção de conteúdo, mas cabe às redes o dever de cuidado para avaliar se as mensagens estão em desacordo com as políticas de publicação.</p>
<p><strong>O único voto divergente foi proferido pelo ministro André Mendonça</strong>, que votou a favor pela manutenção das atuais regras que impedem a responsabilização direta das redes.</p>
<h2>Casos julgados</h2>
<p>O STF julga dois casos concretos que envolvem o Marco Civil da Internet e que chegaram à Corte por meio de recursos.</p>
<p>Na ação relatada pelo ministro Dias Toffoli, o tribunal julga a validade da regra que exige ordem judicial prévia para responsabilização dos provedores por atos ilícitos. O caso trata de um recurso do Facebook para derrubar decisão judicial que condenou a plataforma por danos morais pela criação de perfil falso de um usuário.</p>
<p>No processo relatado pelo ministro Luiz Fux, o STF discute se uma empresa que hospeda um site na internet deve fiscalizar conteúdos ofensivos e retirá-los do ar sem intervenção judicial. O recurso foi protocolado pelo Google. </p>
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<p> André Richter &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-06/maioria-do-stf-vota-favor-da-responsabilizacao-das-redes-sociais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 11 Jun 2025 18:10:00 -0300 </p>

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