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	<title>Arquivo de reunião - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de reunião - WeekNews</title>
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		<title>MPRJ promove debate sobre aplicação da Lei Antifacção contra organizações ultraviolentas</title>
		<link>https://weeknews.online/mprj-promove-debate-sobre-aplicacao-da-lei-antifaccao-contra-organizacoes-ultraviolentas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 00:48:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) realizou, nesta sexta-feira (31), um encontro para debater a aplicação da Lei Antifacção e os desafios apresentados pelas organizações criminosas classificadas como ultraviolentas. O evento reuniu integrantes da instituição para discutir estratégias de enfrentamento a esses grupos, que, segundo as autoridades, ampliaram sua atuação para além da prática de crimes, passando a exercer controle territorial e social em comunidades. O procurador-geral de Justiça do Rio, Antonio José Campos Moreira, afirmou que a nova legislação representa uma resposta ao avanço dessas organizações. Em sua avaliação, a lei oferece instrumentos inéditos para lidar com grupos que utilizam a violência não apenas para cometer delitos, mas também para dominar territórios, restringir direitos e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/ffraz_abr_081019093-1024x512.jpg" alt="MPRJ promove debate sobre aplicação da Lei Antifacção contra organizações ultraviolentas" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/mprj-debate-aplicacao-da-lei-antifaccao-no-combate-ao-crime" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) realizou, nesta sexta-feira (31), um encontro para debater a aplicação da Lei Antifacção e os desafios apresentados pelas organizações criminosas classificadas como ultraviolentas. O evento reuniu integrantes da instituição para discutir estratégias de enfrentamento a esses grupos, que, segundo as autoridades, ampliaram sua atuação para além da prática de crimes, passando a exercer controle territorial e social em comunidades.</p>
<p>O procurador-geral de Justiça do Rio, Antonio José Campos Moreira, afirmou que a nova legislação representa uma resposta ao avanço dessas organizações. Em sua avaliação, a lei oferece instrumentos inéditos para lidar com grupos que utilizam a violência não apenas para cometer delitos, mas também para dominar territórios, restringir direitos e explorar economicamente populações inteiras.</p>
<p>“A Lei Antifacção oferece novos instrumentos para enfrentar organizações criminosas que utilizam a violência não apenas para cometer crimes, mas para exercer domínio territorial e social, restringir direitos e explorar economicamente comunidades inteiras”, declarou o procurador-geral.</p>
<p>Moreira também destacou a importância de o Ministério Público construir entendimentos uniformes sobre a aplicação da lei, de modo a garantir uma atuação institucional coesa no combate a essas organizações. “É fundamental que o Ministério Público construa entendimentos uniformes sobre a aplicação da lei, assegurando uma atuação institucional coesa no enfrentamento dessas organizações”, completou.</p>
<p>O assessor-chefe da Assessoria Criminal do MPRJ, procurador de Justiça Alexandre Araripe Marinho, também participou do debate e defendeu a necessidade de uma interpretação harmônica dos novos instrumentos legais. Para ele, é essencial que a instituição atue de forma coordenada diante das transformações verificadas na dinâmica do crime organizado.</p>
<p>“É importante a interpretação harmônica dos novos instrumentos legais e da construção de uma atuação institucional coordenada diante das transformações verificadas na dinâmica do crime organizado”, afirmou Marinho.</p>
<p>O encontro ocorre em um contexto de crescente preocupação com a atuação de facções que, segundo o MPRJ, vêm ampliando seu poder de influência sobre comunidades, impondo regras e explorando economicamente os moradores. A Lei Antifacção, sancionada recentemente, é vista como uma ferramenta para fortalecer o combate a essas estruturas criminosas.</p>
<p>Durante o debate, os participantes discutiram os desafios práticos para a aplicação da nova legislação, incluindo a necessidade de capacitação de agentes e a integração entre diferentes órgãos do sistema de justiça criminal. Também foram abordados temas como a identificação de lideranças, o rastreamento de recursos financeiros e a proteção de testemunhas.</p>
<p>O procurador-geral ressaltou que a atuação do MPRJ deve ser pautada pela legalidade e pela eficiência, sempre com o objetivo de desarticular as organizações criminosas e devolver às comunidades a segurança e a liberdade que lhes foram tiradas. Ele também mencionou a importância de se estabelecer protocolos claros para a atuação conjunta com as polícias e outras instituições.</p>
<p>A reunião desta sexta-feira faz parte de uma série de iniciativas do MPRJ para se adaptar às novas exigências legais e aprimorar sua atuação no enfrentamento ao crime organizado. A expectativa é que, a partir dos debates, sejam definidas diretrizes que orientem os promotores e procuradores em todo o estado.</p>
<p>O evento foi realizado na sede do MPRJ, no Rio de Janeiro, e contou com a participação de membros da instituição envolvidos diretamente no combate ao crime organizado. A Agência Brasil acompanhou o encontro e ouviu as autoridades sobre os principais pontos discutidos.</p>
<p>A Lei Antifacção, que entrou em vigor recentemente, é considerada um marco no enfrentamento a organizações criminosas no Brasil. Ela amplia os mecanismos legais para punir líderes e integrantes de facções, além de facilitar a cooperação entre órgãos de segurança e justiça.</p>
<p>Com o debate, o MPRJ busca garantir que a aplicação da lei seja uniforme e eficaz, evitando interpretações divergentes que possam comprometer o combate às organizações ultraviolentas. A instituição também pretende investir em treinamento e na troca de experiências entre os profissionais da área criminal.</p>
<p>O procurador-geral finalizou sua participação no evento reforçando o compromisso do Ministério Público com a defesa da ordem jurídica e dos direitos fundamentais, destacando que a nova legislação é uma ferramenta importante, mas que sua efetividade dependerá da atuação coordenada de todos os órgãos envolvidos no sistema de justiça criminal.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/mprj-debate-aplicacao-da-lei-antifaccao-no-combate-ao-crime" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Negociações do Brics terminam sem declaração conjunta</title>
		<link>https://weeknews.online/negociacoes-do-brics-terminam-sem-declaracao-conjunta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 13:19:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[declaração conjunta]]></category>
		<category><![CDATA[Durigan: Brasil discutirá guerra e minerais em reuniões do Brics e G7]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pezeshkian pede atuação do Brics para deter agressão contra o Irã]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os principais diplomatas dos países do Brics, incluindo o Irã e Emirados Árabes Unidos, não conseguiram emitir declaração conjunta nesta sexta-feira (15), após reunião de dois dias em Nova Delhi, na Índia, deixando o país anfitrião com apenas uma nota da presidência que expôs as divergências do grupo. Teerã queria que o bloco de economias emergentes condenasse a guerra de Estados Unidos (EUA) e Israel contra o Irã e acusou os Emirados Árabes Unidos, aliados dos EUA, de envolvimento direto em operações militares contra o país. O Irã atacou os Emirados Árabes Unidos com mísseis e drones diversas vezes desde o início da guerra, em 28 de fevereiro. &#8220;Houve opiniões divergentes entre alguns membros em relação à situação na região do Oriente Médio e da Ásia&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p>Os principais diplomatas dos países do Brics, incluindo o Irã e Emirados Árabes Unidos, não conseguiram emitir declaração conjunta nesta sexta-feira (15), após reunião de dois dias em Nova Delhi, na Índia, deixando o país anfitrião com apenas uma nota da presidência que expôs as divergências do grupo.</p>
<p><strong>Teerã queria que o bloco de economias emergentes condenasse a guerra de Estados Unidos (EUA) e Israel contra o Irã e acusou os Emirados Árabes Unidos, aliados dos EUA, de envolvimento direto em operações militares contra o país.</strong></p>
<p>O Irã atacou os Emirados Árabes Unidos com mísseis e drones diversas vezes desde o início da guerra, em 28 de fevereiro.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Houve opiniões divergentes entre alguns membros em relação à situação na região do Oriente Médio e da Ásia Ocidental&#8221;, afirmou a Índia na declaração e no documento final.</p>
</blockquote>
<p><strong>Sem mencionar os Emirados Árabes Unidos, o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, disse, em entrevista, que um membro do Brics vetou algumas partes da declaração.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Não temos dificuldades com esse país em particular; eles não foram nosso alvo na guerra atual. Atacamos apenas bases e instalações militares americanas que, infelizmente, estão em território deles&#8221;, disse o chanceler iraniano, acrescentando que espera que a situação mude quando os líderes do Brics se reunirem ainda neste ano.</p>
</blockquote>
<p><strong>&#8220;Espero que, quando chegarmos à cúpula, eles cheguem a um bom entendimento de que o Irã é um vizinho, que temos que conviver, que convivemos há séculos e que continuaremos a conviver pelos séculos que virão.&#8221;</strong></p>
<p>O Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.</p>
<p><strong>Os membros do grupo manifestaram suas posições e compartilharam uma série de perspectivas, afirmou o comunicado da Índia.</strong></p>
<p><strong>Essas perspectivas variam desde a necessidade de uma resolução rápida da crise e o valor do diálogo e da diplomacia até o respeito à soberania e à integridade territorial, acrescentou.</strong></p>
<p>Também foram discutidos a importância de se defender o direito internacional, garantir o comércio marítimo seguro e sem entraves pelas vias navegáveis ​​internacionais e proteger a infraestrutura e as vidas civis, concluiu o comunicado.</p>
<h2>Apelo à união</h2>
<p><strong>A nota informou que os ministros do Brics &#8220;lembraram que a Faixa de Gaza é parte inseparável do Território Palestino Ocupado&#8221;. Eles também destacaram a importância de unificar a Cisjordânia e a Faixa de Gaza sob a Autoridade Palestina e reafirmaram o direito do povo palestino à autodeterminação e a um Estado independente.</strong></p>
<p>Um membro apresentou reservas sobre alguns aspectos da parte referente a Gaza, segundo a declaração, sem citar nomes.</p>
<p><strong>A nota da Índia, como presidente do bloco em 2026, afirmou que os países-membros apelaram para que o mundo em desenvolvimento permaneça unido para enfrentar os desafios globais.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Eles ressaltaram a importância do Sul Global como motor de mudanças positivas&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>A região enfrenta desafios internacionais que vão desde crescentes tensões geopolíticas a dificuldades econômicas, mudanças tecnológicas, medidas protecionistas e pressões migratórias.</p>
<h2>Brics</h2>
<p><strong>Atualmente, o bloco conta com 11 países-membros e dez países-parceiros.</strong></p>
<p>Países-membros: África do Sul, Arábia Saudita, Brasil, China, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia, Índia, Irã e Rússia.</p>
<p>Países-parceiros: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda, Uzbequistão e Vietnã.</p>
<p>A modalidade país-parceiro foi criada durante a Cúpula de Kazan, na Rússia, em outubro de 2024. Esses países são convidados a participar dos encontros e dos debates. A principal diferença entre as categorias é que apenas os países-membros têm poder de deliberação, ou seja, votar nos encontros, por exemplo, para referendar a declaração final.</p>
<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-05/negociacoes-do-brics-terminam-sem-declaracao-conjunta" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 15 May 2026 10:08:00 -0300</p>
<p></p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lula participa de cúpula da Celac na Colômbia</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-participa-de-cupula-da-celac-na-colombia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2025 14:08:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Celac]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula diz que Acordo de Paris está longe da meta e faz apelo a líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Lula diz que gasto com armas vai causar "apocalipse climático"]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>
		<category><![CDATA[reunião da Celac]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa neste domingo (9) em Santa Marta, na Colômbia, da cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e da União Europeia (UE). Em entrevista a agências internacionais em Belém (PA), na semana passada, Lula avaliou que o encontro é ambiente apropriado para discutir a movimentação militar dos Estados Unidos (EUA) na região do Caribe e na costa da Venezuela. Notícias relacionadas: Lula diz que Acordo de Paris está longe da meta e faz apelo a líderes. Lula diz que gasto com armas vai causar &#8220;apocalipse climático&#8221;. “Só tem sentido a reunião da Celac, neste momento, se a gente for discutir essa questão dos navios de guerra americanos aqui nos mares da América Latina. Tive oportunidade de&#8230;</p>
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]]></description>
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</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
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 </p>
<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa neste domingo (9) em Santa Marta, na Colômbia, da cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e da União Europeia (UE).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762697286_940_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762697286_952_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Em entrevista a agências internacionais em Belém (PA), na semana passada, Lula avaliou que o encontro é ambiente apropriado para discutir a movimentação militar dos Estados Unidos (EUA) na região do Caribe e na costa da Venezuela.</strong></p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula diz que Acordo de Paris está longe da meta e faz apelo a líderes.</li>
<li>Lula diz que gasto com armas vai causar &#8220;apocalipse climático&#8221;.</li>
</ul>
<p>“Só tem sentido a <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://reunião da Celac" target="_blank">reunião da Celac</a>, neste momento, se a gente for discutir essa questão dos navios de guerra americanos aqui nos mares da América Latina. Tive oportunidade de conversar com o presidente [Donald] Trump sobre esse assunto, dizendo para ele que a América Latina é uma zona de paz”, disse.</p>
</blockquote>
<p><strong>“Somos uma zona de paz, não precisamos de guerra aqui. O problema que existe na Venezuela é um problema político que deve ser resolvido na política”, acrescentou Lula.</strong></p>
<h2>Entenda</h2>
<p>A cúpula ocorre em momento de tensão no Caribe, para onde os Estados Unidos enviaram tropas terrestres, submarinos e navios militares. O governo de Donald Trump chegou a bombardear embarcações na região, sob a justificativa de estar combatendo rotas de narcotráfico que abastecem o país norte-americano.</p>
<p><strong>O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, argumenta que há interesses estadunidenses nas reservas de petróleo do país e que o reforço militar na região tem o objetivo de tirá-lo do poder.</strong></p>
<h2>O encontro</h2>
<p><strong>A cúpula reúne líderes dos 27 países da União Europeia e das 33 nações da Celac, com foco na retomada do diálogo birregional e nas negociações do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia.</strong></p>
<p>Esta é a quarta cúpula entre a Celac e a UE e o décimo encontro entre as duas regiões desde 1999. A expectativa é que, durante o evento, seja consolidada a chamada Declaração de Santa Marta e o Mapa do Caminho 2025-2027, que visam converter o diálogo birregional em ações concretas.</p>
<p><strong>A Colômbia ocupa a presidência<em> pro tempore</em> da reunião em 2025, sucedendo Honduras. O posto será assumido pelo Uruguai em 2026. O Brasil retomou sua participação na cúpula em janeiro de 2023, após três anos de ausência.</strong></p>
<p>O encontro segue até segunda-feira (10), mas Lula participa apenas do primeiro dia de reunião e retorna a Belém para a abertura da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30).</p>
<p> Paula Laboissière e Andreia Verdélio – Repórteres da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/lula-participa-de-cupula-da-celac-na-colombia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 09 Nov 2025 10:26:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Alckmin: reunião de Lula e Trump destrava negociações técnicas</title>
		<link>https://weeknews.online/alckmin-reuniao-de-lula-e-trump-destrava-negociacoes-tecnicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 18:04:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Alckmin diz que há bons motivos para acreditar no diálogo com os EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[impactados pelas sobretaxas]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula: em poucos dias teremos uma solução definitiva entre EUA e Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[medida provisória dos datacenters]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Trump parabeniza Lula e diz que negociações com Brasil prosseguem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, marcou o “passo mais importante” na reaproximação entre os dois países, disse nesta segunda-feira (27) o presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB). O encontro ocorreu no domingo (26), em Kuala Lumpur, na Malásia, e foi o primeiro diálogo direto entre os dois líderes desde que Trump voltou à Casa Branca. Segundo Alckmin, o gesto político abriu caminho para destravar as negociações sobre tarifas, investimentos e cooperação econômica. Notícias relacionadas: Alckmin diz que há bons motivos para acreditar no diálogo com os EUA . Lula: em poucos dias teremos uma solução definitiva entre EUA e Brasil. Trump&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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        </a>
</div>
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Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>A reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, marcou o “passo mais importante” na reaproximação entre os dois países, disse nesta segunda-feira (27) o presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761588246_837_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761588246_930_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O encontro ocorreu no domingo (26), em Kuala Lumpur, na Malásia, e foi o primeiro diálogo direto entre os dois líderes desde que Trump voltou à Casa Branca.<strong> Segundo Alckmin, o gesto político abriu caminho para destravar as negociações sobre tarifas, investimentos e cooperação econômica.</strong></p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Alckmin diz que há bons motivos para acreditar no diálogo com os EUA .</li>
<li>Lula: em poucos dias teremos uma solução definitiva entre EUA e Brasil.</li>
<li>Trump parabeniza Lula e diz que negociações com Brasil prosseguem.</li>
</ul>
<p>“O passo político foi dado com brilho e louvor. Agora é hora de avançar no lado técnico e estabelecer a pauta de trabalho”, disse Alckmin a jornalistas, em entrevista na portaria da Vice-Presidência da República, em Brasília.</p>
</blockquote>
<h2>Prioridade é o fim do tarifaço</h2>
<p><strong>O vice-presidente reafirmou que a principal prioridade do governo brasileiro é a retirada da sobretaxa de 40% aplicada pelos Estados Unidos a produtos nacionais desde agosto</strong>. Alckmin voltou a dizer que a medida, que afeta setores industriais e do agronegócio, é considerada “inadequada”.</p>
<blockquote>
<p>“Essas tarifas de 10% [impostas em abril] mais 40% [impostas no fim de julho] são totalmente desproporcionais. A tarifa média do Brasil para os Estados Unidos é de apenas 2,7%. Precisamos resolver isso rapidamente”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo o Ministério do Desenvolvimento, cerca de 34% dos US$ 40 bilhões exportados pelo Brasil aos EUA no último ano foram impactados pelas sobretaxas</strong>. Em julho, a pasta tinha divulgado que o percentual tinha ficado em 35,9%, mas o número foi revisado levemente para baixo.</p>
<p>O governo trabalha agora em duas frentes: pedir a suspensão temporária das tarifas durante as negociações técnicas e ampliar a lista de produtos isentos. Entre os itens que o Brasil tenta incluir na lista de exceções está o café, hoje sujeito a uma tarifa de até 50%.</p>
<h2>Negociações e próximos passos</h2>
<p>Alckmin coordena o grupo responsável pelas negociações com Washington, ao lado dos ministros das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e da Fazenda, Fernando Haddad. A expectativa é de que equipes técnicas dos dois países se reúnam nas próximas semanas.</p>
<p>Durante viagem ao Japão nesta segunda, Trump classificou o encontro com Lula, ocorrido no domingo (26) na Malásia, como “muito bom”. O presidente estadunidense, no entanto, evitou prometer o fim imediato das tarifas. “Não sei se alguma coisa vai acontecer, mas veremos. Eles gostariam de fazer um acordo”, disse Trump.</p>
<p>Lula, por sua vez, afirmou que Brasil e Estados Unidos devem “fazer um bom acordo” nas próximas rodadas de negociação.</p>
<h2>Datacenters</h2>
<p><strong>Além da pauta tarifária, Alckmin destacou que os dois governos discutem temas não tarifários, como a instalação de datacenters (centros de dados) no Brasil e a atração de investimentos em energia renovável.</strong></p>
<p>O vice-presidente voltou a defender a aprovação da medida provisória dos datacenters, editada em setembro, que cria regras para o setor e é considerada essencial para atrair capital estrangeiro.</p>
<blockquote>
<p>“Essa iniciativa pode atrair investimentos, especialmente diante da escassez global de energia. O Brasil tem abundância de fontes limpas e renováveis”, disse.</p>
</blockquote>
<h2>Nova fase diplomática</h2>
<p><strong>Alckmin encerrou a entrevista classificando o gesto entre Lula e Trump como “um marco político que reposiciona o Brasil no cenário internacional”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Foi uma importantíssima aproximação entre as duas maiores democracias do Ocidente. Agora começa uma fase importante para aprofundar os laços e buscar oportunidades concretas”, concluiu.</p>
</blockquote>
<p> Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-10/alckmin-reuniao-de-lula-e-trump-destrava-negociacoes-tecnicas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 27 Oct 2025 14:36:00 -0300 </p>

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		<title>Papa Leão faz 1ª reunião com sobreviventes de abuso sexual na Igreja</title>
		<link>https://weeknews.online/papa-leao-faz-1a-reuniao-com-sobreviventes-de-abuso-sexual-na-igreja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 13:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Abusos Sexuais]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Papa critica tratamento "desumano" de imigrantes nos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Leão diz a bispos para não esconderem denúncias de abuso]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Leão XIV]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>
		<category><![CDATA[Sobreviventes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O papa Leão XIV se reuniu com sobreviventes de abuso sexual pelo clero católico pela primeira vez, nesta segunda-feira (20), disseram os participantes, dias depois que a Comissão de Proteção à Criança do Vaticano acusou os líderes da Igreja de serem muito lentos para ajudar as vítimas. Leão teve encontro com representantes da Ending Clergy Abuse, uma coalizão internacional de sobreviventes. O encontro durou cerca de uma hora e foi &#8220;um momento significativo de diálogo&#8221;, afirmou o grupo. Notícias relacionadas: Papa Leão diz a bispos para não esconderem denúncias de abuso. Papa critica tratamento &#8220;desumano&#8221; de imigrantes nos EUA. A Igreja, de 1,4 bilhão de seguidores, tem sido abalada há décadas por escândalos em todo o mundo envolvendo abuso e encobrimento, prejudicando sua credibilidade e custando&#8230;</p>
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				</p>
<p>O papa Leão XIV se reuniu com sobreviventes de abuso sexual pelo clero católico pela primeira vez, nesta segunda-feira (20), disseram os participantes, dias depois que a Comissão de Proteção à Criança do Vaticano acusou os líderes da Igreja de serem muito lentos para ajudar as vítimas.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760965279_573_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760965280_971_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Leão teve encontro com representantes da Ending Clergy Abuse, uma coalizão internacional de sobreviventes. O encontro durou cerca de uma hora e foi &#8220;um momento significativo de diálogo&#8221;, afirmou o grupo.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Papa Leão diz a bispos para não esconderem denúncias de abuso.</li>
<li>Papa critica tratamento &#8220;desumano&#8221; de imigrantes nos EUA.</li>
</ul>
<p>A Igreja, de 1,4 bilhão de seguidores, tem sido abalada há décadas por escândalos em todo o mundo envolvendo abuso e encobrimento, prejudicando sua credibilidade e custando centenas de milhões de dólares em acordos.</p>
<p><strong>Relatório da Comissão de Proteção à Criança, publicado na quinta-feira (16), criticou os bispos por não fornecerem informações às vítimas sobre como suas denúncias de abuso estavam sendo tratadas, ou se os bispos negligentes haviam recebido sanções.</strong></p>
<p>Gemma Hickey, sobrevivente canadense que participou da reunião de segunda-feira, disse que Leão ouviu atentamente as vítimas.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O papa Leão é muito afetuoso, ele ouviu&#8221;, declarou Hickey. &#8220;Dissemos a ele que viemos como construtores de pontes, prontos para caminhar juntos em direção à verdade, à justiça e à cura.&#8221;</p>
</blockquote>
<p><em><strong>*É proibida a reprodução deste conteúdo.</strong></em></p>
<p> Joshua McElwee &#8211; Repórter da Reuters* , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-10/papa-leao-faz-1a-reuniao-com-sobreviventes-de-abuso-sexual-na-igreja">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 20 Oct 2025 09:45:00 -0300 </p>

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		<title>Lula se reúne com líderes globais nos EUA; Palestina é principal tema</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-se-reune-com-lideres-globais-nos-eua-palestina-e-principal-tema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 12:31:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[agenda de Lula inclui Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[democracia e clima]]></category>
		<category><![CDATA[Em Nova York]]></category>
		<category><![CDATA[Estado da Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Netanyahu avisa a líderes ocidentais que não haverá Estado palestino]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido e Austrália reconhecem o Estado Palestino]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros líderes globais se reúnem nesta segunda-feira (22) na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, para discutir a situação da Palestina. A Conferência Internacional de Alto Nível para a Solução Pacífica da Questão da Palestina e a Implementação da Solução de Dois Estados está agendada para começar às 15h no horário local (16h no horário de Brasília). Notícias relacionadas: Em Nova York, agenda de Lula inclui Palestina, democracia e clima. Canadá, Reino Unido e Austrália reconhecem o Estado Palestino. Netanyahu avisa a líderes ocidentais que não haverá Estado palestino. O encontro foi convocado pela França e Arábia Saudita. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, o governo brasileiro espera que o momento&#8230;</p>
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				</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros líderes globais se reúnem nesta segunda-feira (22) na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, para discutir a situação da Palestina.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758544271_477_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758544272_443_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A Conferência Internacional de Alto Nível para a Solução Pacífica da Questão da Palestina e a Implementação da Solução de Dois Estados está agendada para começar às 15h no horário local (16h no horário de Brasília).</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Em Nova York, agenda de Lula inclui Palestina, democracia e clima.</li>
<li>Canadá, Reino Unido e Austrália reconhecem o Estado Palestino.</li>
<li>Netanyahu avisa a líderes ocidentais que não haverá Estado palestino.</li>
</ul>
<p><strong>O encontro foi convocado pela França e Arábia Saudita. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, o governo brasileiro espera que o momento sirva de oportunidade para que mais países reconheçam a Palestina como Estado.</strong></p>
<p>No domingo (21), os primeiros-ministros do Reino Unido, Keir Starmer; do Canadá, Mark Carney; e da Austrália, Anthony Albanese, reconheceram formalmente o Estado da Palestina.</p>
<p>Os posicionamentos dos três tradicionais aliados dos Estados Unidos foram divulgados por meio de redes sociais, condenando as ações de Israel em Gaza que mataram dezenas de milhares de pessoas – muitas delas civis inocentes.</p>
<p>Os comunicados também responsabilizam o grupo islâmico palestino Hamas pelo ataque de outubro de 2023, quando centenas de pessoas foram mortas ou capturadas em uma festa em Israel, nas proximidades da fronteira com a Faixa de Gaza. Todos deixaram claro que o Hamas não deve ter participação no Estado da Palestina.</p>
<h2>ONU</h2>
<p>Lula embarcou nesse domingo (21) para os Estados Unidos, a fim de participar da 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas, acompanhado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e por outros ministros e especialistas que integram a comitiva.</p>
<p>Como tradição desde 1955, o Brasil será o primeiro Estado-membro a discursar na abertura do debate geral. Lula falará nesta terça-feira (23) de manhã, logo após os discursos do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e da presidente da 80ª assembleia geral, Annalena Baerbock.</p>
<h2>Democracia</h2>
<p>Na quarta-feira (24), o presidente participa da segunda edição do evento Em Defesa da Democracia e Contra o Extremismo, acompanhado de representantes de cerca de 30 países. Além do Brasil, lideram a iniciativa os presidentes do Chile, Gabriel Boric, e da Espanha, Pedro Sánchez.</p>
<p>Segundo o Itamaraty, a iniciativa pretende avançar em uma diplomacia ativa, que promova a cooperação internacional contra a deterioração das instituições, a desinformação, o discurso de ódio e a desigualdade social. O primeiro encontro ocorreu no Chile, em julho, quando foi publicada uma declaração conjunta.</p>
<h2>Crise climática</h2>
<p>Também no dia 24, um evento sobre crise climática – outra prioridade da agenda de Lula em Nova York – será copresidido pelo Brasil e pelo secretário-geral da ONU. O encontro deve incluir a apresentação de novas contribuições nacionalmente determinadas (NDC, na sigla em inglês).</p>
<p>O presidente ainda participa, em Nova York, de evento organizado pelo Brasil para ampliar o apoio à construção do Fundo Florestas Tropicais para Sempre, a ser lançado em Belém com o objetivo de financiar a preservação de florestas.</p>
<p>Outra agenda é o encontro promovido pelo Centro Global de Adaptação para discutir mecanismos de adaptação à mudança climática.</p>
<p> Paula Laboissière &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-09/lula-se-reune-com-lideres-globais-nos-eua-palestina-e-principal-tema">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 22 Sep 2025 09:10:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/lula-se-reune-com-lideres-globais-nos-eua-palestina-e-principal-tema/">Lula se reúne com líderes globais nos EUA; Palestina é principal tema</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Copom inicia reunião nesta terça para definir taxa básica de juros</title>
		<link>https://weeknews.online/copom-inicia-reuniao-nesta-terca-para-definir-taxa-basica-de-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 10:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[BC endurece regras de segurança para instituições de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[BC rejeita compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB)]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Copom mantém juros básicos da economia em 15% ao ano]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[taxa básica de juros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/copom-inicia-reuniao-nesta-terca-para-definir-taxa-basica-de-juros/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne  hoje (16) e nesta quarta-feira para definir em quanto ficará a taxa básica de juros da economia (Selic). Formado pelo presidente do Banco Central (BC) e por seus diretores, o Copom se reúne, por dois dias seguidos, a cada 45 dias. Na reunião anterior, ocorrida nos dias 29 e 30 de julho, o Copom decidiu interromper o ciclo de alta da taxa de juros, mantendo a selic em 15% ao ano, sob a justificativa de que o ambiente externo está mais adverso, por conta das políticas comerciais e fiscais adotadas pelos Estados Unidos (EUA). Notícias relacionadas: BC endurece regras de segurança para instituições de pagamento. Copom mantém juros básicos da economia em 15% ao ano. BC rejeita compra&#8230;</p>
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				</p>
<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne  hoje (16) e nesta quarta-feira para definir em quanto ficará a taxa básica de juros da economia (Selic). Formado pelo presidente do Banco Central (BC) e por seus diretores, o Copom se reúne, por dois dias seguidos, a cada 45 dias.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758017466_966_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758017467_539_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Na reunião anterior, ocorrida nos dias 29 e 30 de julho, o Copom decidiu interromper o ciclo de alta da taxa de juros, mantendo a selic em 15% ao ano, sob a justificativa de que o ambiente externo está mais adverso, por conta das políticas comerciais e fiscais adotadas pelos Estados Unidos (EUA).</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>BC endurece regras de segurança para instituições de pagamento.</li>
<li>Copom mantém juros básicos da economia em 15% ao ano.</li>
<li>BC rejeita compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB).</li>
</ul>
<p>A decisão do comitê levou também em conta o fato de a inflação ainda estar acima da meta.</p>
<p>De acordo com o BC, a reunião do Copom segue um “processo que procura embasar da melhor forma possível a sua decisão”. Nela, seus integrantes assistem a apresentações técnicas do corpo funcional do BC.</p>
<h2>Perspectivas</h2>
<p><strong>Entre os assuntos abordados para a definição da taxa Selic estão evolução e perspectivas das economias brasileira e mundial, condições de liquidez e comportamento dos mercados.</strong></p>
<p>As decisões, então, são tomadas levando em conta a situação inflacionária, as contas públicas, a atividade econômica e o cenário externo – tudo tendo como base a avaliação do cenário macroeconômico e os principais riscos a ele associados.</p>
<p>Todos os membros do Copom presentes na reunião votam e seus votos são detalhados posteriormente.</p>
<blockquote>
<p>“As decisões do Copom são tomadas visando que a inflação medida pelo IPCA [Índice de Preços ao Consumidor Amplo] situe-se em linha com a meta definida pelo CMN [Conselho Monetário Nacional”, explica o BC.</p>
</blockquote>
<p><strong>As atas do Copom são publicadas no prazo de até quatro dias úteis após as reuniões.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Uma vez definida a taxa Selic, o BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião”, explica, em sua página na internet, a autoridade monetária.</p>
</blockquote>
<h2>Selic</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a Selic. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p><strong>Os bancos consideram outros fatores além da Selic na hora de definir os juros a serem cobrados dos consumidores, entre eles risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</strong></p>
<p>Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-09/copom-inicia-reuniao-nesta-terca-para-definir-taxa-basica-de-juros">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 16 Sep 2025 07:02:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Líderes europeus se juntarão a Zelensky em encontro com Trump</title>
		<link>https://weeknews.online/lideres-europeus-se-juntarao-a-zelensky-em-encontro-com-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Aug 2025 18:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mas com diálogo "produtivo"]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Trump e Putin encerram reunião sem acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Trump e Putin se reúnem no Alasca para tratar de trégua na Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Washington]]></category>
		<category><![CDATA[Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas.  Líderes europeus, incluindo os da Alemanha, França e do Reino Unido, se juntarão ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em seu encontro com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, em Washington, disseram neste domingo (17), buscando reforçar sua posição enquanto Trump pressiona por um acordo de paz. Trump está tentando convencer Zelensky a concordar com um acordo depois que ele se encontrou com o presidente russo, Vladimir Putin, no Alasca. Neste domingo, prometeu &#8220;grande progresso em relação à Rússia&#8221; em publicação nas redes sociais, sem especificar o que poderia ser. Notícias relacionadas: Trump e Putin se reúnem no Alasca para tratar de trégua na Ucrânia. Trump e Putin encerram reunião sem acordo, mas com diálogo &#8220;produtivo&#8221;. O secretário de Estado dos EUA, Marco&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/lideres-europeus-se-juntarao-a-zelensky-em-encontro-com-trump/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/lideres-europeus-se-juntarao-a-zelensky-em-encontro-com-trump/">Líderes europeus se juntarão a Zelensky em encontro com Trump</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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				</p>
<p> Líderes europeus, incluindo os da Alemanha, França e do Reino Unido, se juntarão ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em seu encontro com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, em Washington, disseram neste domingo (17), buscando reforçar sua posição enquanto Trump pressiona por um acordo de paz.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755456127_72_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755456127_893_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Trump está tentando convencer Zelensky a concordar com um acordo depois que ele se encontrou com o presidente russo, Vladimir Putin, no Alasca. Neste domingo, prometeu &#8220;grande progresso em relação à Rússia&#8221; em publicação nas redes sociais, sem especificar o que poderia ser.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Trump e Putin se reúnem no Alasca para tratar de trégua na Ucrânia.</li>
<li>Trump e Putin encerram reunião sem acordo, mas com diálogo &#8220;produtivo&#8221;.</li>
</ul>
<p>O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que Trump tinha visto o suficiente para justificar a reunião com Zelensky e os europeus na segunda-feira (18), mas acrescentou que tanto a Rússia quanto a Ucrânia precisarão fazer concessões.</p>
<p>O chanceler alemão, Friedrich Merz, o presidente francês, Emmanuel Macron, e o premiê britânico, Keir Starmer, estavam organizando uma reunião neste domingo para reforçar a posição de Zelensky, esperando obter garantias de segurança robustas para a Ucrânia, que incluiriam um papel dos EUA.</p>
<p>De acordo com fontes, os líderes dos EUA e da Rússia discutiram, em sua cúpula na sexta-feira, propostas para que a Rússia renuncie a territórios ocupados na Ucrânia em troca de Kiev ceder uma faixa de terra fortificada no leste e congelar as linhas de frente em outros lugares.</p>
<p>Pelo seu valor nominal, algumas das exigências de Putin seriam extremamente difíceis de serem aceitas pela Ucrânia, preparando o terreno para discussões tensas sobre o fim da guerra mais mortal da Europa em 80 anos, que já se arrasta por três anos e meio e matou ou feriu mais de 1 milhão de pessoas.</p>
<p>Os aliados europeus estão ansiosos para ajudar Zelensky a evitar uma repetição da última reunião no Salão Oval, em fevereiro. O encontro foi desastroso, com Trump e o vice-presidente JD Vance dando uma bronca pública no líder ucraniano, acusando-o de ser ingrato e desrespeitoso.</p>
<p>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também viajará para Washington, assim como o presidente da Finlândia, Alexander Stubb, cujo acesso a Trump incluiu partidas de golfe neste ano, e a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, que é admiradora de muitas das políticas de Trump.</p>
<p>&#8220;É importante que Washington esteja conosco&#8221;, disse Zelensky ao lado de Von der Leyen em uma visita a Bruxelas, afirmando que as atuais linhas de frente da guerra devem ser a base para as negociações de paz. &#8220;Putin não quer parar a matança, mas deve fazê-lo&#8221;.</p>
<p>Von der Leyen afirmou que os aliados da Ucrânia querem garantias de segurança robustas, sem limites para as Forças Armadas ucranianas e um assento na mesa para Kiev discutir seu território.</p>
<p>As potências europeias querem ajudar a organizar uma reunião trilateral entre Trump, Putin e Zelensky para garantir que a Ucrânia tenha um lugar à mesa para moldar seu futuro.</p>
<p>Em entrevista à CBS, Rubio disse que tanto a Ucrânia quanto a Rússia terão que fazer concessões para chegar a um acordo de paz e que as garantias de segurança para a Ucrânia serão discutidas nesta segunda-feira. </p>
<p>&#8220;Não estou dizendo que estamos à beira de um acordo de paz, mas estou dizendo que vimos movimento, suficiente para justificar uma reunião com Zelensky e os europeus, suficiente para dedicarmos ainda mais tempo a isso&#8221;, disse Rubio.</p>
<p>Ele acrescentou, no entanto, que os EUA podem não ser capazes de criar um cenário para acabar com a guerra.</p>
<p>Por sua vez, Putin informou a seu aliado próximo, o presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, sobre as negociações no Alasca, e também conversou com o presidente do Cazaquistão, Kassym-Jomart Tokayev.</p>
<p>Trump disse, na sexta-feira, que a Ucrânia deveria fazer um acordo para acabar com a guerra porque &#8220;a Rússia é uma potência muito grande, e ela não é&#8221;.</p>
<p>Após a cúpula no Alasca, Trump telefonou para Zelensky e lhe disse que o chefe do Kremlin havia oferecido congelar a maioria das linhas de frente se a Ucrânia cedesse Donetsk, a região industrial que é um dos principais alvos de Moscou, disse uma fonte familiarizada com o assunto.</p>
<p>Zelensky rejeitou a exigência. A Rússia já controla 20% da Ucrânia, incluindo cerca de 75% da província de Donetsk, onde entrou pela primeira vez em 2014.</p>
<p>Trump também disse que concorda com Putin que um acordo de paz deve ser buscado sem o cessar-fogo prévio exigido pela Ucrânia e seus aliados europeus. Isso foi uma inversão de sua posição antes da cúpula, quando disse que não ficaria satisfeito a menos que um cessar-fogo fosse acordado.</p>
<p><em><strong>*É proibida a reprodução deste conteúdo.</strong></em></p>
<p> Andrew MacAskill, Tom Balmforth e Max Hunder &#8211; Repórteres da Reuters , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-08/lideres-europeus-se-juntarao-zelensky-em-encontro-com-trump">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 17 Aug 2025 13:54:00 -0300 </p>

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		<title>Líderes europeus se juntarão a Zelenskiy em encontro com Trump</title>
		<link>https://weeknews.online/lideres-europeus-se-juntarao-a-zelenskiy-em-encontro-com-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Aug 2025 17:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mas com diálogo "produtivo"]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Trump e Putin encerram reunião sem acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Trump e Putin se reúnem no Alasca para tratar de trégua na Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Washington]]></category>
		<category><![CDATA[Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas.  Líderes europeus, incluindo os da Alemanha, França e do Reino Unido, se juntarão ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, em seu encontro com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, em Washington, disseram neste domingo (17), buscando reforçar sua posição enquanto Trump pressiona por um acordo de paz. Trump está tentando convencer Zelenskiy a concordar com um acordo depois que ele se encontrou com o presidente russo, Vladimir Putin, no Alasca. Neste domingo, prometeu &#8220;grande progresso em relação à Rússia&#8221; em publicação nas redes sociais, sem especificar o que poderia ser. Notícias relacionadas: Trump e Putin se reúnem no Alasca para tratar de trégua na Ucrânia. Trump e Putin encerram reunião sem acordo, mas com diálogo &#8220;produtivo&#8221;. O secretário de Estado dos EUA, Marco&#8230;</p>
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<p> Líderes europeus, incluindo os da Alemanha, França e do Reino Unido, se juntarão ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, em seu encontro com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, em Washington, disseram neste domingo (17), buscando reforçar sua posição enquanto Trump pressiona por um acordo de paz.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755450437_543_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755450437_46_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Trump está tentando convencer Zelenskiy a concordar com um acordo depois que ele se encontrou com o presidente russo, Vladimir Putin, no Alasca. Neste domingo, prometeu &#8220;grande progresso em relação à Rússia&#8221; em publicação nas redes sociais, sem especificar o que poderia ser.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Trump e Putin se reúnem no Alasca para tratar de trégua na Ucrânia.</li>
<li>Trump e Putin encerram reunião sem acordo, mas com diálogo &#8220;produtivo&#8221;.</li>
</ul>
<p>O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que Trump tinha visto o suficiente para justificar a reunião com Zelenskiy e os europeus na segunda-feira (18), mas acrescentou que tanto a Rússia quanto a Ucrânia precisarão fazer concessões.</p>
<p>O chanceler alemão, Friedrich Merz, o presidente francês, Emmanuel Macron, e o premiê britânico, Keir Starmer, estavam organizando uma reunião neste domingo para reforçar a posição de Zelenskiy, esperando obter garantias de segurança robustas para a Ucrânia, que incluiriam um papel dos EUA.</p>
<p>De acordo com fontes, os líderes dos EUA e da Rússia discutiram, em sua cúpula na sexta-feira, propostas para que a Rússia renuncie a territórios ocupados na Ucrânia em troca de Kiev ceder uma faixa de terra fortificada no leste e congelar as linhas de frente em outros lugares.</p>
<p>Pelo seu valor nominal, algumas das exigências de Putin seriam extremamente difíceis de serem aceitas pela Ucrânia, preparando o terreno para discussões tensas sobre o fim da guerra mais mortal da Europa em 80 anos, que já se arrasta por três anos e meio e matou ou feriu mais de 1 milhão de pessoas.</p>
<p>Os aliados europeus estão ansiosos para ajudar Zelenskiy a evitar uma repetição da última reunião no Salão Oval, em fevereiro. O encontro foi desastroso, com Trump e o vice-presidente JD Vance dando uma bronca pública no líder ucraniano, acusando-o de ser ingrato e desrespeitoso.</p>
<p>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também viajará para Washington, assim como o presidente da Finlândia, Alexander Stubb, cujo acesso a Trump incluiu partidas de golfe neste ano, e a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, que é admiradora de muitas das políticas de Trump.</p>
<p>&#8220;É importante que Washington esteja conosco&#8221;, disse Zelenskiy ao lado de Von der Leyen em uma visita a Bruxelas, afirmando que as atuais linhas de frente da guerra devem ser a base para as negociações de paz. &#8220;Putin não quer parar a matança, mas deve fazê-lo&#8221;.</p>
<p>Von der Leyen afirmou que os aliados da Ucrânia querem garantias de segurança robustas, sem limites para as Forças Armadas ucranianas e um assento na mesa para Kiev discutir seu território.</p>
<p>As potências europeias querem ajudar a organizar uma reunião trilateral entre Trump, Putin e Zelenskiy para garantir que a Ucrânia tenha um lugar à mesa para moldar seu futuro.</p>
<p>Em entrevista à CBS, Rubio disse que tanto a Ucrânia quanto a Rússia terão que fazer concessões para chegar a um acordo de paz e que as garantias de segurança para a Ucrânia serão discutidas nesta segunda-feira. </p>
<p>&#8220;Não estou dizendo que estamos à beira de um acordo de paz, mas estou dizendo que vimos movimento, suficiente para justificar uma reunião com Zelenskiy e os europeus, suficiente para dedicarmos ainda mais tempo a isso&#8221;, disse Rubio.</p>
<p>Ele acrescentou, no entanto, que os EUA podem não ser capazes de criar um cenário para acabar com a guerra.</p>
<p>Por sua vez, Putin informou a seu aliado próximo, o presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, sobre as negociações no Alasca, e também conversou com o presidente do Cazaquistão, Kassym-Jomart Tokayev.</p>
<p>Trump disse, na sexta-feira, que a Ucrânia deveria fazer um acordo para acabar com a guerra porque &#8220;a Rússia é uma potência muito grande, e ela não é&#8221;.</p>
<p>Após a cúpula no Alasca, Trump telefonou para Zelenskiy e lhe disse que o chefe do Kremlin havia oferecido congelar a maioria das linhas de frente se a Ucrânia cedesse Donetsk, a região industrial que é um dos principais alvos de Moscou, disse uma fonte familiarizada com o assunto.</p>
<p>Zelenskiy rejeitou a exigência. A Rússia já controla 20% da Ucrânia, incluindo cerca de 75% da província de Donetsk, onde entrou pela primeira vez em 2014.</p>
<p>Trump também disse que concorda com Putin que um acordo de paz deve ser buscado sem o cessar-fogo prévio exigido pela Ucrânia e seus aliados europeus. Isso foi uma inversão de sua posição antes da cúpula, quando disse que não ficaria satisfeito a menos que um cessar-fogo fosse acordado.</p>
<p><em><strong>*É proibida a reprodução deste conteúdo.</strong></em></p>
<p> Andrew MacAskill, Tom Balmforth e Max Hunder &#8211; Repórteres da Reuters , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-08/lideres-europeus-se-juntarao-zelenskiy-em-encontro-com-trump">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
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		<title>Prefeitos irão se reunir em Brasília a partir de amanhã</title>
		<link>https://weeknews.online/prefeitos-irao-se-reunir-em-brasilia-a-partir-de-amanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 13:22:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Apagão: Câmara quer prefeitos fiscalizando serviço de energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitos]]></category>
		<category><![CDATA[programação completa está disponível aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>
		<category><![CDATA[site da SRI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Começa nesta terça-feira (11) e vai até quinta-feira (13), em Brasília, o Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas. Reunirá gestores municipais eleitos para o mandato 2025-2028. Promovido pelo governo federal, o evento tem como meta aproximar ministérios e órgãos governamentais dos municípios para facilitar o acesso a informações essenciais, ferramentas e recursos voltados aos novos gestores. Na abertura, está prevista a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de ministros. Dentre as mais de 170 atividades simultâneas figuram informações sobre diretrizes e orientações sobre os programas do governo federal e recursos disponíveis; informações técnicas, administrativas e financeiras sobre os municípios; debates sobre o enfrentamento de questões climáticas e eventos extremos; direitos humanos, cidadania e gestão local; políticas de integração e desenvolvimento&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/prefeitos-irao-se-reunir-em-brasilia-a-partir-de-amanha/">Leia mais...</a></p>
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<p>Começa nesta terça-feira (11) e vai até quinta-feira (13), em Brasília, o Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas. Reunirá gestores municipais eleitos para o mandato 2025-2028. Promovido pelo governo federal, o evento tem como meta aproximar ministérios e órgãos governamentais dos municípios para facilitar o acesso a informações essenciais, ferramentas e recursos voltados aos novos gestores.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739193737_813_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739193737_306_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Na abertura, está prevista a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de ministros. Dentre as mais de 170 atividades simultâneas figuram informações sobre diretrizes e orientações sobre os programas do governo federal e recursos disponíveis; informações técnicas, administrativas e financeiras sobre os municípios; debates sobre o enfrentamento de questões climáticas e eventos extremos; direitos humanos, cidadania e gestão local; políticas de integração e desenvolvimento regional, segurança pública; e transição energética.</p>
<p>Também serão abordados o relacionamento institucional das prefeituras com ministérios e outros órgãos governamentais, o pacto federativo e a gestão municipal.</p>
<h2>Processo de transição</h2>
<p>“O governo federal entende que esse processo de transição é um momento crucial para a continuidade das políticas públicas e para o fortalecimento das parcerias entre o governo federal e os municípios. Assim, o governo federal se prepara agora para o lançamento da terceira edição do Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas, que reunirá mais de 20 mil pessoas em Brasília”, informou o Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO).</p>
<p>A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (SRI/PR) e correalizada pela Associação Brasileira de Municípios (ABM) e conta com apoio da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e Frente Nacional de Prefeitos (FNP).</p>
<p>Para participar do Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas é necessário realizar inscrição prévia no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://cred-encontrodeprefeitos.serpro.gov.br/Inscricao" target="_blank">site da SRI</a>. As atividades serão distribuídas entre os auditórios e salas do Centro de Convenções Ulysses Guimarães. A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/sri/pt-br/SEAF/portalfederativo/encontro/2025_enpp-programacaocompleta-v2.pdf" target="_blank">programação completa está disponível aqui</a>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Luciano Nascimento &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/prefeitos-irao-se-reunir-em-brasilia-partir-de-amanha">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 10 Feb 2025 08:11:00 -0300 </p>

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