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	<title>Arquivo de revogou medidas que proibiam - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de revogou medidas que proibiam - WeekNews</title>
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		<title>Sete em cada dez brasileiros temem comprar remédios pela internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 21:49:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa libera venda de medicamentos por plataformas como iFood e Rapp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest de Pesquisa de Mercado mostrou que 69% dos consumidores têm receio de adquirir medicamentos falsificados pela internet. Quando isso acontece, 85% dos entrevistados atribuem às plataformas de venda online a responsabilidade pela oferta de medicamentos falsificados, sem registro ou de procedência desconhecida. A sondagem foi feita por encomenda da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e ouviu 2.024 pessoas que são responsáveis pela compra de medicamentos no domicílio e com hábito de realizar compras pelo menos uma vez a cada três meses. As entrevistas foram realizadas entre 13 e 17 de julho, em todas as regiões do país. Além da falsificação, 59% temem receber medicamentos vencidos ou armazenados de forma inadequada e 54% citam o risco de adquirir produtos&#8230;</p>
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<p>Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest de Pesquisa de Mercado mostrou que 69% dos consumidores têm receio de adquirir medicamentos falsificados pela internet.</p>
<p>Quando isso acontece, 85% dos entrevistados atribuem às plataformas de venda <em>online</em> a responsabilidade pela oferta de medicamentos falsificados, sem registro ou de procedência desconhecida.</p>
<p>A sondagem foi feita por encomenda da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e ouviu 2.024 pessoas que são responsáveis pela compra de medicamentos no domicílio e com hábito de realizar compras pelo menos uma vez a cada três meses. As entrevistas foram realizadas entre 13 e 17 de julho, em todas as regiões do país.</p>
<p>Além da falsificação, <strong>59% temem receber medicamentos vencidos ou armazenados de forma inadequada e 54% citam o risco de adquirir produtos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</strong>.</p>
<p>Na percepção dos consumidores entrevistados, as regras para a comercialização digital de medicamentos deve estar obrigatoriamente vinculada a uma farmácia ou drogaria autorizada (82%), enquanto 71% avaliam que medicamentos não devem ser tratados como mercadorias comuns em plataformas digitais.</p>
<h2>Anvisa</h2>
<p>Neste mês de agosto, a Anvisa <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/anvisa-libera-venda-de-medicamentos-por-plataformas-como-ifood-e-rapp" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">revogou medidas que proibiam</a> a comercialização e a propaganda de medicamentos em plataformas como iFood, Rappi, Mercado Livre, Submarino, Americanas e Shopee.</p>
<p><strong>A agência esclareceu, entretanto, que a decisão não representa autorização automática para a venda de medicamentos nesses canais.</strong></p>
<p>A <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-15.357-de-20-de-marco-de-2026-694461081" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Lei nº 15.357/2026</a> passou a permitir que farmácias e drogarias regularmente licenciadas contratem canais digitais e plataformas de comércio eletrônico exclusivamente para fins de logística e entrega de medicamentos ao consumidor, desde que cumprida a regulamentação sanitária aplicável.</p>
<p><strong>A implementação da medida não produz efeitos imediatos e ainda depende de regulamentação específica da Anvisa, destacou o CEO da Abrafarma, Sérgio Menna Barreto</strong>.</p>
<p>Segundo ele, a compra <em>online</em> de medicamentos está condicionada à existência de “regras claras, responsabilização e supervisão profissional, e não apenas à conveniência do canal”, uma vez que medicamentos exigem um nível de controle superior ao de outras categorias vendidas pela internet.</p>
<p>Para a Abrafarma, qualquer novo modelo de comércio deverá preservar integralmente as regras sanitárias aplicáveis à dispensa de medicamentos e as salvaguardas necessárias à proteção da saúde da população.</p>
<blockquote>
<p>“A responsabilidade pela venda e pela assistência farmacêutica deve permanecer com farmácias e drogarias regularmente licenciadas, com garantia de orientação profissional, controle de prescrições, rastreabilidade, armazenamento e transporte adequados.”</p>
</blockquote>
<p>No último dia 19, a Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, por unanimidade, a abertura de processo administrativo para regulamentar a contratação, por farmácias, de canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para fins de logística e entrega ao consumidor.</p>
<p><strong>Procurada pela reportagem, a Anvisa informou que o aperfeiçoamento regulatório será feito para adequar as regras sanitárias à Lei 15.357/2026.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Para a contratação de plataformas de comércio e canais digitais, como prevê a lei, a Anvisa ainda editará as normas. Assim, o artigo específico que trata deste item ainda depende de regulamentação”, concluiu a Agência.</p>
</blockquote>
<p>Durante a 15ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada de 2026 da Agência, o relator da matéria, diretor Daniel Pereira, observou que a medida tem potencial para ampliar o acesso da população a medicamentos, contribuindo ainda para maior conveniência, rapidez e eficiência na entrega de produtos essenciais à manutenção da saúde.</p>
<p>Ele deixou claro, porém, que a inovação legislativa não afasta a existência de riscos sanitários relevantes.</p>
<h2>CFF</h2>
<p>Procurado pela <strong>Agência Brasil</strong>, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) ressaltou que a entrada das plataformas não representa a venda de medicamentos pela internet de forma aleatória.</p>
<p>O que será autorizado, após a regulamentação pela Anvisa, é a utilização das plataformas pelas farmácias para a sua operação. Esse posicionamento da Anvisa será cobrado pelo CFF durante o processo de regulamentação.</p>
<h2>Procon-RJ</h2>
<p>O diretor jurídico do Procon do estado do Rio de Janeiro (Procon-RJ) Silvio Romero explica que as farmácias e as plataformas de venda <em>online</em> são responsáveis, perante o consumidor, por quaisquer prejuízos que ele eventualmente tiver relacionado à qualidade e garantia dos medicamentos que vier a adquirir via internet. </p>
<p>Segundo ele, enquanto não houver a regulamentação da Anvisa, somente farmácias autorizadas podem fazer essa venda por plataformas digitais: </p>
<blockquote>
<p>“A Anvisa está iniciando esse processo regulatório e a gente fica no aguardo de outras condições que ela eventualmente venha a colocar para continuar garantindo a qualidade dos produtos aos consumidores.”</p>
</blockquote>
<p>No entender do diretor do Procon-RJ, as farmácias e drogarias devem buscar fornecedores legalizados, que assegurem “todas as garantias de que esse produto vai ser entregue ao consumidor nas condições estabelecidas pelo fabricante dos medicamentos”.</p>
<p>Silvio Romero destacou que quando a venda de remédios por plataformas digitais estiver regulamentada, o consumidor deve estar atento para verificar vários aspectos, dentre os quais o preço.</p>
<p><strong>“Se ele identificar ofertas muito abaixo do valor de mercado, incompatíveis com o preço normalmente praticado pelas farmácias, este é um primeiro indício para ele desconfiar desse medicamento”</strong>.</p>
<p>Segundo ele, também será importante que o consumidor guarde todos os documentos referentes à compra, como comprovante de aquisição, nota fiscal, anúncio.</p>
<p>“Porque, caso ele venha a ter algum problema, terá mais condições de fazer essa reclamação para que os órgãos competentes possam fazer a sua investigação e, eventualmente, proceder à punição de fornecedores que estejam infringindo a legislação”.</p>
<p>Isso vale, por exemplo, para venda de produto com validade vencida, que é uma infração ao Código de Defesa do Consumidor e está sujeita à fiscalização e à instalação de processo administrativo no Procon-RJ. O mesmo acontece em relação à venda de produtos não autorizados.</p>
<h2>Consumidor digital</h2>
<p><strong>O consumidor brasileiro não enfrenta resistência ao comércio eletrônico, pelo contrário, comprova a pesquisa da QualiBest e Abrafarma: 95% dos entrevistados já realizaram compras <em>online</em> </strong>e nove em cada dez afirmam que costumam avaliar a segurança do <em>site</em> antes de comprar, considerando principalmente a credibilidade do vendedor e a experiência de outros consumidores.</p>
<p><strong>Mesmo com essas precauções, 69% relataram já ter enfrentado alguma experiência negativa em compras pela internet, </strong>como produto diferente do anunciado, atraso na entrega, produto danificado ou golpes em que a compra foi realizada, mas o item não foi recebido.</p>
<p>Quando a compra envolve medicamentos, a assistência profissional também aparece como fator de confiança, demonstra a sondagem. <strong>Para 78% dos entrevistados, a presença de um farmacêutico aumenta a confiança na compra de medicamentos.</strong></p>
<p><strong>Também a compra em uma plataforma de compras conhecida aumenta a percepção de que o produto é seguro para 52% dos consultados. Outros 56% disseram que teriam dificuldade para saber a quem recorrer caso enfrentassem algum problema com um medicamento adquirido nessas plataformas.</strong></p>
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<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/sete-em-cada-dez-brasileiros-temem-comprar-remedios-pela-internet" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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