<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Sal-gema - WeekNews</title>
	<atom:link href="https://weeknews.online/tag/sal-gema/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://weeknews.online/tag/sal-gema/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 12 Nov 2025 17:13:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.4</generator>

<image>
	<url>https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/cropped-Gemini_Generated_Image_o4oxj8o4oxj8o4ox-1-150x150.png</url>
	<title>Arquivo de Sal-gema - WeekNews</title>
	<link>https://weeknews.online/tag/sal-gema/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Vítimas de afundamento de solo criticam acordo entre Braskem e Alagoas</title>
		<link>https://weeknews.online/vitimas-de-afundamento-de-solo-criticam-acordo-entre-braskem-e-alagoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 17:13:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[2 bilhão por desmoronamentos em Maceió]]></category>
		<category><![CDATA[20 pessoas foram indiciadas]]></category>
		<category><![CDATA[Afundamento do solo em Maceió: PF indicia 20 pessoas por crimes]]></category>
		<category><![CDATA[Alagoas]]></category>
		<category><![CDATA[Braskem]]></category>
		<category><![CDATA[Braskem fecha acordo de R$ 1]]></category>
		<category><![CDATA[comunicado publicado nas redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[estimativa apontada pela Secretaria de Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[exploração do mineral sal-gema]]></category>
		<category><![CDATA[Maceió]]></category>
		<category><![CDATA[mantém um site com informações]]></category>
		<category><![CDATA[Operação apura crimes na exploração de sal-gema em Maceió]]></category>
		<category><![CDATA[pediu indenização de R$ 4 bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[petroquímica em comunicado]]></category>
		<category><![CDATA[Sal-gema]]></category>
		<category><![CDATA[termo firmado entre a empresa e o governo estadual]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/vitimas-de-afundamento-de-solo-criticam-acordo-entre-braskem-e-alagoas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Movimento Unificado das Vítimas da Braskem (Muvb) criticou, nesta quarta-feira (12), o acordo firmado entre a petroquímica Braskem e o governo de Alagoas, que estabelece indenização de R$ 1,2 bilhão relacionada ao desastre geológico que causou o afundamento de cinco bairros na capital alagoana, Maceió. “O Muvb manifesta profunda indignação diante do acordo”, afirma comunicado publicado nas redes sociais.  Notícias relacionadas: Braskem fecha acordo de R$ 1,2 bilhão por desmoronamentos em Maceió. Operação apura crimes na exploração de sal-gema em Maceió. Afundamento do solo em Maceió: PF indicia 20 pessoas por crimes. De acordo com a associação que representa ex-moradores, donos de imóveis e comerciantes dos bairros atingidos, o termo firmado entre a empresa e o governo estadual foi negociado sem a&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/vitimas-de-afundamento-de-solo-criticam-acordo-entre-braskem-e-alagoas/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/vitimas-de-afundamento-de-solo-criticam-acordo-entre-braskem-e-alagoas/">Vítimas de afundamento de solo criticam acordo entre Braskem e Alagoas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>O Movimento Unificado das Vítimas da Braskem (Muvb) criticou, nesta quarta-feira (12), o acordo firmado entre a petroquímica Braskem e o governo de Alagoas, </strong>que estabelece indenização de R$ 1,2 bilhão relacionada ao desastre geológico que causou o afundamento de cinco bairros na capital alagoana, Maceió.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762967588_982_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762967588_534_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“O Muvb manifesta profunda indignação diante do acordo”, afirma <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.instagram.com/reel/DQ7jsu2ATCM/?utm_source=ig_embed&amp;ig_rid=6da2d04e-182a-49d3-9ac4-3aec032c78a5" target="_blank">comunicado publicado nas redes sociais</a>. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Braskem fecha acordo de R$ 1,2 bilhão por desmoronamentos em Maceió.</li>
<li>Operação apura crimes na exploração de sal-gema em Maceió.</li>
<li>Afundamento do solo em Maceió: PF indicia 20 pessoas por crimes.</li>
</ul>
<p><strong>De acordo com a associação que representa ex-moradores, donos de imóveis e comerciantes dos bairros atingidos, o termo firmado entre a empresa e o governo estadual foi negociado sem a participação das vítimas.</strong></p>
<p>“O resultado é um acordo construído sem as vítimas e contra elas, que transforma um desastre humano e ambiental em simples transação financeira e política”, completa o Muvb, que considerou baixo o montante da indenização.</p>
<p>A tragédia foi causada pela exploração do mineral sal-gema, utilizado na produção de soda cáustica e bicarbonato de sódio.</p>
<blockquote>
<p>“Um valor de R$ 30 bilhões estimados pelo próprio estado passa a ser de R$ 1,2 bilhão. Como um dano de tal magnitude se reduz, de repente, a essa cifra? Que cálculos justificam tamanha renúncia?”, questiona o Muvb.</p>
</blockquote>
<p>O dano de R$ 30 bilhões citado se refere a uma <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://segov.al.gov.br/noticia/26-mais-noticias/299-governo-do-estado-defende-que-maceio-reveja-acordo-bilionario-com-a-braskem" target="_blank">estimativa apontada pela Secretaria de Fazenda</a> alagoana.</p>
<p>Para a associação de vítimas, “o que se esperava como gesto de justiça converte-se em renúncia de direitos coletivos, firmado sem debate público, sem transparência e sem respeito àqueles que carregam as consequências do crime socioambiental todos os dias”.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> pediu comentários aos ministérios públicos Federal e Estadual ─ instituições que acompanham os trâmites de reparação ─ sobre o acordo entre Braskem e o governo de Alagoas, mas não recebeu respostas até a conclusão da reportagem. </p>
<h2>Pagamento em 10 anos</h2>
<p>O acordo entre Braskem e o governo de Alagoas, anunciado na última segunda-feira (10), determina que a indenização será paga ao longo de dez anos, e R$ 139 milhões já foram desembolsados.</p>
<p>“O saldo deverá ser quitado em dez parcelas anuais variáveis corrigidas, principalmente após 2030, considerando a capacidade de pagamento da Companhia”, detalhou a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://api.mziq.com/mzfilemanager/v2/d/540b55c5-af99-45f7-a772-92665eb948e9/a94d21a1-954c-72ed-0a08-7d1015906f90?origin=1" target="_blank">petroquímica em comunicado</a>.</p>
<p>Ainda segundo a Braskem, o acordo “representa um significativo e importante avanço para a companhia em relação aos impactos decorrentes do evento geológico em Alagoas”.</p>
<p><strong>O entendimento entre as partes precisa ainda de homologação judicial.</strong></p>
<p>Procuro pela <strong>Agência Brasil</strong>, o governo de Alagoas não comentou a insatisfação do Muvb em relação à participação dos atingidos.</p>
<p>No dia seguinte ao anúncio do acordo, o governo alagoano divulgou um pacote de R$ 5 bilhões de investimentos na região metropolitana de Maceió. Dentro desse montante, constam R$ 2,8 bilhões que viriam da indenização.</p>
<p>“O Fato Relevante [comunicado a investidores] divulgado pela própria empresa confirma o pagamento de R$ 1,2 bilhão ao estado, que corrigidos chegarão a R$ 2,8 bilhões além de valores já provisionados e novas compensações em curso”, escreveu o governo para justificar o aumento da cifra.</p>
<h2>Desastre</h2>
<p>O acidente geológico em Maceió ganhou contornos dramáticos a partir de 2018. <strong>A exploração do mineral sal-gema causou a instabilidade no solo, fazendo com que houvesse afundamento nos bairros Pinheiro, Mutange, Bebedouro, Bom Parto e Farol. </strong></p>
<p><strong>Milhares de imóveis tiveram a estrutura comprometida, e a estimativa é de que mais de 60 mil pessoas tenham sido impedidas de morar nas regiões, por questões de segurança.</strong></p>
<p>As consequências se arrastaram por anos, e, em novembro de 2023, a <strong>prefeitura da capital alagoana precisou decretar estado de emergência por risco de colapso</strong> em uma das minas de sal-gema.</p>
<p>A Defesa Civil de Maceió acompanhava, diariamente, a magnitude do afundamento do solo.</p>
<p><strong>A Polícia Federal (PF) abriu uma investigação sobre o caso e, em novembro do ano passado, 20 pessoas foram indiciadas. </strong>O inquérito foi encaminhado para a 2ª Vara Federal de Alagoas.</p>
<h2>Reparação</h2>
<p>Em julho de 2025, a Defensoria Pública de Alagoas pediu indenização de R$ 4 bilhões para compensar desvalorização de imóveis de moradores de bairros vizinhos ao evento geológico.</p>
<p>Dois anos antes, <strong>em julho de 2023, a prefeitura de Maceió fechou um acordo com a Braskem para realizar obras estruturantes e criar um fundo de amparo aos moradores</strong>. O entendimento garantiu à administração municipal indenização de R$ 1,7 bilhão. Os termos foram homologados pela Justiça Federal.</p>
<p><strong>O termo não invalidou negociações entre a empresa e os moradores.</strong></p>
<p><strong>À Agência Brasil, a Braskem informou que apresentou 19,2 mil propostas aos moradores das áreas de desocupação, o que representa 99,9% dos pleitos recebidos até o fim de outubro.</strong> Do total, 19.122 (99,6%) foram aceitas e 19.105 (99,5%) indenizações já foram pagas.</p>
<p>“Somadas compensações e auxílios financeiros, o programa já pagou R$ 4,23 bilhões desde que foi criado, em 2019”, pontua.</p>
<p>A empresa <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.braskem.com.br/alagoas" target="_blank">mantém um <em>site</em> com informações</a> sobre ações de reparação, que incluem medidas para mitigar, reparar ou compensar os efeitos do afundamento do solo.</p>
<p>A Braskem é uma companhia controlada pela Novonor (antiga Odebrecht) e pela Petrobras, com 47% das ações com poder de voto.</p>
<p> </p>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script> Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-11/vitimas-de-afundamento-de-solo-criticam-acordo-entre-braskem-e-alagoas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 12 Nov 2025 13:39:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/vitimas-de-afundamento-de-solo-criticam-acordo-entre-braskem-e-alagoas/">Vítimas de afundamento de solo criticam acordo entre Braskem e Alagoas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
