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	<title>Arquivo de salário - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de salário - WeekNews</title>
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		<title>Brasil gera 145 mil empregos formais em junho, mas ritmo desacelera frente a 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 20:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Brasil registrou saldo positivo de 145.161 empregos com carteira assinada em junho, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados nesta quarta-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O resultado veio de 2.220.131 admissões contra 2.074.970 desligamentos no período. O estoque total de empregos formais atingiu 48.032.308, uma variação de 0,30% em relação a maio. No acumulado dos últimos 12 meses, o saldo chega a 942.854 vagas. Apesar do número positivo, o desempenho de junho ficou abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram criados 161.999 postos. Todos os cinco grandes agrupamentos econômicos tiveram saldo positivo. O setor de Serviços liderou, com 74.514 novas vagas, seguido pela Agropecuária (22.898),&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/01_carteira_de_trabalho2-1024x512.jpg" alt="Brasil gera 145 mil empregos formais em junho, mas ritmo desacelera frente a 2025" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/brasil-fecha-o-mes-de-junho-com-saldo-positivo-de-145161-empregos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O Brasil registrou saldo positivo de 145.161 empregos com carteira assinada em junho, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados nesta quarta-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O resultado veio de 2.220.131 admissões contra 2.074.970 desligamentos no período.</p>
<p>O estoque total de empregos formais atingiu 48.032.308, uma variação de 0,30% em relação a maio. No acumulado dos últimos 12 meses, o saldo chega a 942.854 vagas. Apesar do número positivo, o desempenho de junho ficou abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram criados 161.999 postos.</p>
<p>Todos os cinco grandes agrupamentos econômicos tiveram saldo positivo. O setor de Serviços liderou, com 74.514 novas vagas, seguido pela Agropecuária (22.898), Comércio (19.177), Construção Civil (14.136) e Indústria (4.438).</p>
<p>Na divisão regional, o Sudeste foi o maior gerador de empregos, com 70.383 postos (alta de 0,29% sobre maio). Em seguida vieram Nordeste (34.433 postos, +0,43%), Centro-Oeste (19.617, +0,46%), Sul (10.453, +0,12%) e Norte (9.633, +0,40%).</p>
<p>Entre os estados, 25 apresentaram saldo positivo. Em números absolutos, São Paulo liderou com 34.981 vagas, seguido por Minas Gerais (20.805) e Rio de Janeiro (16.856). Já Espírito Santo teve o pior desempenho, com saldo negativo de 2.259 postos, seguido por Tocantins (-135) e Rondônia, que gerou apenas 108 vagas. Proporcionalmente, os destaques foram Amapá (1.111 vagas), Acre (980) e Mato Grosso (8.258).</p>
<p>O salário médio real de admissão em junho foi de R$ 2.404,34, um aumento de R$ 16,90 em relação a maio. Por faixa etária, os jovens de 18 a 24 anos foram responsáveis por 100.597 das contratações, seguidos por adolescentes até 17 anos (24.833), pessoas de 25 a 29 anos (13.007) e 30 anos ou mais (6.724). Em relação à raça/cor, trabalhadores pardos somaram 106.176 postos, brancos 28.636 e pretos 20.199.</p>
<p>O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, atribuiu a desaceleração na geração de empregos à política de juros do Banco Central. &#8220;Isso é o comportamento da economia desacelerando e você tem como evidente a contradição dos juros&#8221;, afirmou. A Selic, taxa básica de juros, está em 14,25% ao ano após corte de 0,25 ponto percentual na última reunião do Copom.</p>
<p>Marinho também citou impactos externos, como o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a produtos brasileiros e os conflitos internacionais. &#8220;São números positivos levando em consideração os juros que estamos praticando, levando em consequência o tarifaço e as guerras. O tarifaço e principalmente as guerras deram uma mexida no humor do petróleo global&#8221;, completou o ministro.</p>
<p>Apesar do cenário de desaceleração, o governo avalia que o mercado de trabalho formal segue em expansão, ainda que em ritmo menor do que no ano anterior. Os dados do Caged são considerados um termômetro importante da atividade econômica e do emprego no país.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/brasil-fecha-o-mes-de-junho-com-saldo-positivo-de-145161-empregos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Moraes dá 48h para tribunais explicarem pagamentos a juízes que ultrapassam R$ 78,8 mil</title>
		<link>https://weeknews.online/moraes-da-48h-para-tribunais-explicarem-pagamentos-a-juizes-que-ultrapassam-r-788-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 17:15:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes decide manter Bolsonaro em prisão domiciliar]]></category>
		<category><![CDATA[Juízes]]></category>
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		<category><![CDATA[Moraes manda Exército entregar armas registradas em nome de Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Regras do período de defeso eleitoral começam a valer neste sábado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (6) que os presidentes de sete tribunais locais prestem esclarecimentos, em até 48 horas, sobre pagamentos a magistrados que excederam o limite estipulado pela Corte. A decisão abrange o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) e os tribunais de Justiça de Goiás, Maranhão, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rondônia. Em caso de descumprimento, Moraes alertou que os dirigentes das cortes poderão sofrer &#8220;imediato afastamento do cargo de direção e responsabilidade penal&#8221;. A medida foi motivada por uma reportagem publicada nesta segunda-feira pelo jornal Folha de S. Paulo, que revelou que esses tribunais realizaram pagamentos acima dos parâmetros fixados pelo plenário&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/antcrz_abr_0908182913-1024x512.jpg" alt="Moraes dá 48h para tribunais explicarem pagamentos a juízes que ultrapassam R$ 78,8 mil" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/stf-da-48h-para-tribunais-explicarem-pagamentos-acima-do-limite-juiz" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (6) que os presidentes de sete tribunais locais prestem esclarecimentos, em até 48 horas, sobre pagamentos a magistrados que excederam o limite estipulado pela Corte. A decisão abrange o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) e os tribunais de Justiça de Goiás, Maranhão, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rondônia. Em caso de descumprimento, Moraes alertou que os dirigentes das cortes poderão sofrer &#8220;imediato afastamento do cargo de direção e responsabilidade penal&#8221;.</p>
<p>A medida foi motivada por uma reportagem publicada nesta segunda-feira pelo jornal Folha de S. Paulo, que revelou que esses tribunais realizaram pagamentos acima dos parâmetros fixados pelo plenário do STF em março. Segundo a publicação, alguns valores ultrapassaram R$ 200 mil, com o maior montante chegando a mais de R$ 495 mil. A ordem do Supremo, de 25 de março, estabeleceu que a remuneração mensal dos magistrados não pode superar R$ 78,8 mil, considerando salário e apenas verbas indenizatórias autorizadas, como diárias e ajuda de custo por promoção. Além disso, o plenário determinou que os pagamentos não excedam 35% do vencimento regular do juiz.</p>
<p>Questionados sobre as irregularidades, os tribunais justificaram os repasses com base em uma resolução aprovada por unanimidade pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que prevê o pagamento de verbas indenizatórias adicionais. A decisão de Moraes foi tomada no âmbito de um recurso extraordinário com repercussão geral, no qual o STF julga quais pagamentos a juízes são constitucionais ou não.</p>
<p>A reportagem da Folha apontou que, mesmo após a determinação do STF em março, os tribunais continuaram a efetuar pagamentos que violam o teto. O caso mais extremo, de R$ 495 mil, foi registrado em um dos tribunais estaduais, mas a reportagem não especificou qual. Os valores pagos incluem verbas como auxílio-moradia, ajudas de custo e outras indenizações que, somadas ao salário, ultrapassam o limite constitucional.</p>
<p>O ministro Alexandre de Moraes, relator do recurso, considerou que os pagamentos podem configurar desrespeito à decisão do plenário e determinou a abertura de prazo para esclarecimentos. A ordem de afastamento imediato e responsabilização penal dos presidentes dos tribunais, caso não cumpram a determinação, é uma medida drástica, mas prevista no regimento do STF para casos de descumprimento de decisões judiciais.</p>
<p>O STF já havia fixado o teto de R$ 78,8 mil em março, após uma série de discussões sobre os chamados &#8220;supersalários&#8221; no Judiciário. A Corte entendeu que os magistrados não podem receber valores acima desse limite, mesmo com a soma de verbas indenizatórias, exceto aquelas expressamente autorizadas. A decisão de Moraes reforça a necessidade de cumprimento imediato da determinação.</p>
<p>Os tribunais envolvidos agora têm 48 horas para apresentar suas justificativas. Caso as explicações não sejam consideradas suficientes, o STF poderá adotar novas medidas, incluindo a abertura de procedimentos disciplinares contra os presidentes das cortes. A Agência Brasil procurou os tribunais para comentar o assunto, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.</p>
<p>A situação expõe um embate entre o STF e os tribunais locais, que argumentam que a resolução do CNJ autoriza pagamentos adicionais. No entanto, o Supremo entende que sua decisão tem precedência sobre qualquer norma infralegal. O caso segue em julgamento no plenário virtual, com repercussão geral reconhecida, o que significa que a decisão final valerá para todos os tribunais do país.</p>
<p>Enquanto isso, a sociedade acompanha com atenção o desfecho do caso, que pode redefinir os limites salariais no Judiciário brasileiro. A transparência nos pagamentos e o cumprimento das regras constitucionais são pontos centrais da discussão, que envolve não apenas os tribunais citados, mas todo o sistema de justiça nacional.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/stf-da-48h-para-tribunais-explicarem-pagamentos-acima-do-limite-juiz" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>STF: sem salário e FGTS, terceirizados da comunicação entram em greve</title>
		<link>https://weeknews.online/stf-sem-salario-e-fgts-terceirizados-da-comunicacao-entram-em-greve/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 12:53:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Fundac]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada menor e auxílio-creche: veja o que muda para terceirizados]]></category>
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		<category><![CDATA[Terceirizados do governo têm redução de jornada e auxílio para creche]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os jornalistas e radialistas terceirizados que trabalham na comunicação do Supremo Tribunal Federal (STF), na TV Justiça e na Rádio Justiça aprovaram uma greve com início na próxima segunda-feira (15), em razão do atraso no pagamento de salários e de verbas trabalhistas.  A decisão foi tomada por unanimidade por mais de 80 empregados da Fundação de Artes e Comunicação (Fundac), empresa terceirizada responsável por prestar os serviços de comunicação. O contingente representa mais da metade dos funcionários que trabalham no Supremo.  Uma das motivações da greve são os atrasos de salário frequentes. O salário do mês de junho, por exemplo, que devia ter sido pago até o dia 8, ainda não havia sido depositado até o dia 10. A situação se repete a cada&#8230;</p>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>Os jornalistas e radialistas terceirizados que trabalham na comunicação do Supremo Tribunal Federal (STF), na <em>TV Justiça e na Rádio Justiça </em>aprovaram uma greve com início na próxima segunda-feira (15), em razão do atraso no pagamento de salários e de verbas trabalhistas. </strong></p>
<p><strong>A decisão foi tomada por unanimidade por mais de 80 empregados da Fundação de Artes e Comunicação (Fundac), empresa terceirizada responsável por prestar os serviços de comunicação.</strong> O contingente representa mais da metade dos funcionários que trabalham no Supremo. </p>
<p><strong>Uma das motivações da greve são os atrasos de salário frequentes. O salário do mês de junho, por exemplo, que devia ter sido pago até o dia 8, ainda não havia sido depositado até o dia 10.</strong> A situação se repete a cada mês, segundo os funcionários. </p>
<p>As verbas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) também não são recolhidas há quase um ano, segundo os sindicatos dos jornalistas e dos radialistas, que estão à frente do movimento paredista. </p>
<p>De acordo com dirigentes do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF), até mesmo verbas de pensão alimentícia estariam sendo descontadas dos salários, mas não estariam sendo repassadas aos beneficiários, sendo apropriadas indevidamente pela Fundac. </p>
<blockquote>
<p>“A paralisação pode resultar em interrupção ou redução da cobertura jornalística, da transmissão de julgamentos, sessões, programas e notícias diárias, prejudicando a prestação do serviço público à sociedade”, disse o SJPDF. </p>
</blockquote>
<p><strong>Responsável pelas operações da assessoria de comunicação e da <em>TV e Rádio Justiça</em>, a empresa possui um histórico de reclamações trabalhistas, o que levou o Supremo a impedir a participação em um próximo edital, orçado em mais de R$ 30.milhões.</strong> A Fundac, contudo, obteve na Justiça o direito de participar do certame, embora tenha perdido a disputa. </p>
<p>Com isso, uma nova empresa deverá assumir a operação, o que gera mais receio entre os funcionários. O medo é que, ao deixar o contrato com o Supremo, a Fundac não honre os direitos atrasados nem pague verbas rescisórias devidas. </p>
<p><strong>Em nota, o Supremo Tribunal Federal afirmou que faz pagamentos regulares à Fundac em troca dos serviços prestados, nos termos dos três contratos que possui com a fundação. </strong>Tais contratos estão no final da vigência e serão substituídos. </p>
<blockquote>
<p>“Assim, os atrasos noticiados no pagamento aos trabalhadores não decorrem de inadimplemento do STF perante a contratada, mas de obrigações trabalhistas cuja responsabilidade primária é da própria Fundac, sem afastar as providências administrativas adotadas pelo Tribunal para cobrar a regularização das pendências”, diz o texto. </p>
</blockquote>
<p>Ainda segundo o Supremo, a Justiça de São Paulo, onde fica a sede da Fundac, já nomeou um administrador judicial para assumir o comando da empresa, após identificar irregularidades na gestão da mesma. </p>
<blockquote>
<p>O Supremo disse ainda que “tem acompanhado a execução contratual, cobrado a regularização das pendências identificadas e adotado as providências cabíveis dentro dos limites legais e contratuais”.</p>
</blockquote>
<p>O tribunal acrescentou que “tem adotado providências administrativas em face da contratada, inclusive medidas de apuração de responsabilidade e aplicação das sanções cabíveis, observados o contraditório e a ampla defesa. Entre as medidas já adotadas, destaca-se o impedimento da Fundac de licitar e contratar com o STF, em razão de inadimplementos verificados no curso da execução contratual”.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> tenta contato com a Fundação de Artes e Comunicação (Fundac) e deixa o espaço aberto para posicionamento da empresa. </p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/stf-sem-salario-e-fgts-terceirizados-da-comunicacao-entram-em-greve" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Thu, 11 Jun 2026 09:41:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/stf-sem-salario-e-fgts-terceirizados-da-comunicacao-entram-em-greve/">STF: sem salário e FGTS, terceirizados da comunicação entram em greve</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Distrito Federal e 15 estados têm rendimento do trabalhador recorde</title>
		<link>https://weeknews.online/distrito-federal-e-15-estados-tem-rendimento-do-trabalhador-recorde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 15:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[1%]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil fecha 2025 com aumento de 5% no estoque de empregos]]></category>
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		<category><![CDATA[Desemprego no 1º trimestre é de 6]]></category>
		<category><![CDATA[divulgada no dia 30 de abril]]></category>
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		<category><![CDATA[Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Distrito Federal e 15 estados alcançaram no primeiro trimestre deste ano um recorde no rendimento médio mensal do trabalhador. Esse grupo de 16 unidades da federação repete o comportamento da média nacional, que atingiu o maior valor dentro da série histórica iniciada em 2012, de R$ 3.722. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos de idade ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. De acordo com o levantamento, o rendimento médio do&#8230;</p>
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p>O Distrito Federal e 15 estados alcançaram no primeiro trimestre deste ano um recorde no rendimento médio mensal do trabalhador. <strong>Esse grupo de 16 unidades da federação repete o comportamento da média nacional</strong>, que atingiu o maior valor dentro da série histórica iniciada em 2012, de R$ 3.722.</p>
<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p><strong>A pesquisa apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos de idade ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.</strong></p>
<p>De acordo com o levantamento, o rendimento médio do trabalhador no DF foi de R$ 6.720, patamar 81% superior à média nacional, que já havia sido <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/salario-medio-do-trabalhador-amplia-recorde-e-chega-r-3722" target="_blank">divulgada no dia 30 de abril</a>. </p>
<p><strong>O valor no Distrito Federal é exatamente três vezes o do Maranhão, de R$ 2.240, que mesmo sendo recorde para o estado, é o menor do país.</strong></p>
<p>O destaque do DF se explica pelo grande contingente de funcionários públicos na capital federal, que conseguem uma remuneração acima da média da iniciativa privada.</p>
<p><strong>Confira todas as UF que alcançaram recorde de rendimento do trabalhador:</strong></p>
<ul>
<li>Distrito Federal: R$ 6.720</li>
<li>Santa Catarina: R$ 4.298</li>
<li>Paraná: R$ 4.180</li>
<li>Rio Grande do Sul: R$ 4.127</li>
<li>Goiás: R$ 3.878</li>
<li>Mato Grosso do Sul: R$ 3.768</li>
<li>Espírito Santo: R$ 3.708</li>
<li>Minas Gerais: R$ 3.448</li>
<li>Amapá: R$ 3.412</li>
<li>Sergipe: R$ 3.031</li>
<li>Rio Grande do Norte: R$ 2.953</li>
<li>Paraíba: R$ 2.806</li>
<li>Piauí: R$ 2.628</li>
<li>Ceará: R$ 2.597</li>
<li>Bahia: R$ 2.483</li>
<li>Maranhão: R$ 2.240</li>
</ul>
<p><strong>A pesquisa detalha que três das cinco regiões do país atingiram recorde de rendimento médio mensal do trabalhador no primeiro trimestre deste ano:</strong></p>
<ul>
<li>Centro-Oeste: R$ 4.379 (recorde)</li>
<li>Sul: R$ 4.193 (recorde)</li>
<li>Sudeste: R$ 4.125</li>
<li>Norte: R$ 2.849</li>
<li>Nordeste: R$ 2.616 (recorde)</li>
</ul>
<h2>Desemprego por UF</h2>
<p>De acordo com o IBGE, a taxa de desocupação no país, conhecida popularmente como taxa de desemprego, ficou em 6,1% no primeiro trimestre deste ano, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/desemprego-no-1o-trimestre-e-de-61-o-menor-ja-registrado-no-periodo" target="_blank">menor para o período em toda a série histórica</a>.<br /><strong>Pelos critérios do IBGE, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa.</strong> Os agentes do instituto visitaram 211 mil domicílios em todo o país.</p>
<p>A pesquisa aponta que em 12 estados o desemprego fica abaixo da média nacional, com destaque para Santa Catarina, único abaixo do patamar de 3%.</p>
<p><strong>Veja as taxas de desocupação por UFs no primeiro trimestre:</strong></p>
<ul>
<li>Amapá: 10%</li>
<li>Bahia: 9,2%</li>
<li>Alagoas: 9,2%</li>
<li>Pernambuco: 9,2%</li>
<li>Piauí: 8,9%</li>
<li>Sergipe: 8,6%</li>
<li>Amazonas: 8,3%</li>
<li>Acre: 8,2%</li>
<li>Rio Grande do Norte: 7,6%</li>
<li>Rio de Janeiro: 7,3%</li>
<li>Ceará: 7,3%</li>
<li>Distrito Federal: 7,1%</li>
<li>Paraíba: 7%</li>
<li>Pará: 7%</li>
<li>Maranhão: 6,9%</li>
<li>Brasil: 6,1%</li>
<li>São Paulo: 6%</li>
<li>Roraima: 5,7%</li>
<li>Tocantins: 5,6%</li>
<li>Goiás: 5,1%</li>
<li>Minas Gerais: 5%</li>
<li>Rio Grande do Sul: 4%</li>
<li>Mato Grosso do Sul: 3,8%</li>
<li>Rondônia: 3,7%</li>
<li>Paraná: 3,5%</li>
<li>Espírito Santo: 3,2%</li>
<li>Mato Grosso: 3,1%</li>
<li>Santa Catarina: 2,7%</li>
</ul>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/distrito-federal-e-15-estados-tem-rendimento-do-trabalhador-recorde" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Thu, 14 May 2026 12:20:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Com salário suspenso após prisão, PM terá remuneração na reserva</title>
		<link>https://weeknews.online/com-salario-suspenso-apos-prisao-pm-tera-remuneracao-na-reserva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 18:29:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[acusam fraude em audiência pública]]></category>
		<category><![CDATA[CGU recorre à IA para facilitar acesso à plataforma Fala.BR]]></category>
		<category><![CDATA[em SP]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Gisele Alves Santana]]></category>
		<category><![CDATA[Habitantes de Perus]]></category>
		<category><![CDATA[PM aposenta tenente-coronel preso por suspeita de feminicídio em SP]]></category>
		<category><![CDATA[PMSP]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
		<category><![CDATA[reserva]]></category>
		<category><![CDATA[reserva da Polícia Militar]]></category>
		<category><![CDATA[salário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A transferência do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, indiciado pelo feminicídio da soldado Gisele Alves Santana e por fraude processual, para a reserva da Polícia Militar faz com que ele passe a receber uma remuneração na inatividade. Na estrutura militar, a medida equivale à aposentadoria. A portaria de inatividade foi publicada, nesta quinta-feira (2), no Diário Oficial do Estado, quando já passou a ter efeito. A decisão da corporação tem impacto nos recebimentos de Geraldo Leite, enquanto policial militar. Notícias relacionadas: PM aposenta tenente-coronel preso por suspeita de feminicídio em SP. CGU recorre à IA para facilitar acesso à plataforma Fala.BR. Habitantes de Perus, em SP, acusam fraude em audiência pública. O pagamento ao tenente-coronel, referente à remuneração na ativa, está suspenso desde&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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 </p>
<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>A transferência do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, indiciado pelo feminicídio da soldado Gisele Alves Santana e por fraude processual, para a reserva da Polícia Militar faz com que ele passe a receber uma remuneração na inatividade. Na estrutura militar, a medida equivale à aposentadoria.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775240985_246_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775240985_228_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A portaria de inatividade foi publicada, nesta quinta-feira (2), no Diário Oficial do Estado, quando já passou a ter efeito. A decisão da corporação tem impacto nos recebimentos de Geraldo Leite, enquanto policial militar.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>PM aposenta tenente-coronel preso por suspeita de feminicídio em SP.</li>
<li>CGU recorre à IA para facilitar acesso à plataforma Fala.BR.</li>
<li>Habitantes de Perus, em SP, acusam fraude em audiência pública.</li>
</ul>
<p>O pagamento ao tenente-coronel, referente à remuneração na ativa, está suspenso desde a sua prisão, em 18 de março, conforme informou a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP).</p>
<p>Segundo a publicação no diário oficial, ele tem direito a proventos integrais, considerando a proporcionalidade do tempo de serviço. O texto aponta “proporcionalidade de 58/60”, o que equivale à remuneração praticamente integral do tenente-coronel.</p>
<p><strong>Segundo a SSP, no entanto, a passagem para a reserva não interfere na responsabilização penal ou disciplinar do militar.</strong></p>
<p>A pasta disse, em nota, que “autorizou a instauração de um conselho de justificação em relação ao tenente-coronel Geraldo Neto, que pode resultar em demissão, perda do posto e da patente. A instrução continua a valer mesmo após a transferência do oficial para a reserva”.</p>
<p>Questionada pela reportagem sobre a perda de remuneração caso haja demissão, perda do posto e da patente de Geraldo Leite, a SSP respondeu que “a interrupção dos vencimentos previdenciários depende de decisão judicial definitiva”.</p>
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<h2>Investigações</h2>
<p>Em relação às investigações, a SSP informou que o inquérito policial militar que apura a morte da soldado Gisele Alves Santana está em fase final e será encaminhado ao Judiciário. </p>
<p>O suspeito, tenente-coronel Geraldo Leite, permanece preso preventivamente por decisão judicial, após representação da Corregedoria da PM. Além disso, o inquérito da Polícia Civil já foi concluído e encaminhado à Justiça, com pedido de prisão, que também já foi cumprido.</p>
<p>Gisele foi encontrada com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que o casal morava, na capital paulista. O tenente-coronel, que estava no local, chamou socorro e reportou o caso às autoridades como suicídio. Posteriormente, o registro foi alterado para morte suspeita.</p>
<p><strong>Laudos do Instituto Médico Legal (IML) confirmaram marcas de agressão incompatíveis com suicídio. A família da vítima contestou a versão de suicídio desde o registro da ocorrência.</strong></p>
<p> Camila Boehm &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/com-salario-suspenso-apos-prisao-pm-tera-remuneracao-na-reserva">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 03 Apr 2026 15:22:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Ensino superior no Brasil pode mais que dobrar salário</title>
		<link>https://weeknews.online/ensino-superior-no-brasil-pode-mais-que-dobrar-salario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 11:02:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[4]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros adultos com ensino superior completo chegam a 18]]></category>
		<category><![CDATA[ensino superior]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa oferece bolsas para alunos negros acessarem ensino superior]]></category>
		<category><![CDATA[OCDE]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório]]></category>
		<category><![CDATA[salário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. No Brasil, ter um diploma de ensino superior faz diferença: aumenta as chances de ter um emprego e melhores salários, que chegam a mais que o dobro daqueles que têm formação até o ensino médio. Mesmo assim, um em cada quatro estudantes abandona os estudos depois de cursar apenas um ano. As informações estão no relatório Education at a Glance (EaG) 2025, da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne as principais e mais ricas economias do mundo. Notícias relacionadas: Iniciativa oferece bolsas para alunos negros acessarem ensino superior. Brasileiros adultos com ensino superior completo chegam a 18,4%. O documento traz dados educacionais como desempenho dos estudantes, taxas de matrícula e organização dos sistemas educacionais dos 38 países-membros da organização, além de&#8230;</p>
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>No Brasil, ter um diploma de ensino superior faz diferença: aumenta as chances de ter um emprego e melhores salários, que chegam a mais que o dobro daqueles que têm formação até o ensino médio. Mesmo assim, um em cada quatro estudantes abandona os estudos depois de cursar apenas um ano.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1757415728_984_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1757415728_770_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>As informações estão no relatório <em>Education at a Glance</em> (<em>EaG</em>) <em>2025</em>, da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne as principais e mais ricas economias do mundo.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Iniciativa oferece bolsas para alunos negros acessarem ensino superior.</li>
<li>Brasileiros adultos com ensino superior completo chegam a 18,4%.</li>
</ul>
<p><strong>O documento traz dados educacionais como desempenho dos estudantes, taxas de matrícula e organização dos sistemas educacionais dos 38 países-membros da organização, além de Argentina, Bulgária, China, Croácia, Índia, Indonésia, Peru, Romênia, Arábia Saudita, África do Sul e Brasil – que é parceiro-chave da OCDE.</strong></p>
<p>Neste ano, o relatório tem como foco principal o ensino superior. Os dados mostram que brasileiros de 25 a 64 anos que concluem o ensino superior ganham, em média, 148% a mais do que aqueles que têm ensino médio. Essa diferença é maior do que a média dos países da OCDE, que é de um salário médio 54% maior. </p>
<p><strong>O Brasil fica atrás apenas da Colômbia, onde concluir o ensino superior proporciona, em média, um salário 150% maior do que ter apenas o ensino médio, e África do Sul, onde esse percentual é 251%. </strong></p>
<p>Mas, essa etapa de ensino não chega a todos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas um a cada cinco, ou seja, 20,5% dos brasileiros de 25 anos ou mais têm ensino superior, conforme dados de 2024.</p>
<p><strong>O relatório da OCDE traz outra preocupação. Quase um quarto (24%) dos jovens de 18 a 24 anos no Brasil, não estão empregados nem em educação ou treinamento (NEET na sigla em inglês)</strong>. Essa taxa é maior que a média da OCDE, de 14%. Além disso, há uma diferença entre homens e mulheres, com 29% das mulheres e 19% dos homens sendo NEET em 2024 no Brasil. As taxas de NEET para homens e mulheres tendem a ser semelhantes na maioria dos outros países da organização.</p>
<h2>Abandono dos estudos</h2>
<p>Entre aqueles que entram no ensino superior, no Brasil, 25% abandonam os estudos após o primeiro ano do bacharelado. Entre os países da OCDE, a média é 13%. Mesmo após três anos do fim do período esperado para a conclusão do curso, menos da metade, 49%, dos ingressantes conclui os estudos. Entre os países da OCDE, essa média é 70%.</p>
<p><strong>Diante desse cenário, no Brasil, apenas 24% de todos os jovens de 25 a 34 anos de fato concluem o ensino superior, o que representa pouco menos da metade da média da OCDE de 49%.</strong></p>
<p>Segundo o relatório, as altas taxas de evasão no primeiro ano “podem sinalizar um descompasso entre as expectativas dos alunos e o conteúdo ou as exigências de seus programas, possivelmente refletindo a falta de orientação profissional para futuros alunos ou apoio insuficiente para novos ingressantes”, diz o texto.</p>
<p><strong>O relatório mostra ainda que, em todos os países, as mulheres que iniciam o bacharelado têm maior probabilidade do que os homens de concluir os estudos ou no tempo esperado ou em até três anos após esse período</strong>. No Brasil, a diferença de gênero é de 9 pontos percentuais, 53% para mulheres em comparação com 43% para homens. Essa diferença é menor do que a média da OCDE, de 12 pontos percentuais.</p>
<h2>Estudar em outros países</h2>
<p>Segundo o EaG, entre os países da OCDE, a mobilidade internacional de estudantes no ensino superior aumentou. Em média, 6% de todos os estudantes do ensino superior na OCDE eram estudantes internacionais ou estrangeiros em 2018. Esse percentual passou para 7,4% em 2023. O Brasil foi um dos poucos países sem aumento, com a proporção permanecendo constante em apenas 0,2%.</p>
<p>Investimentos</p>
<p>Em relação aos investimentos do país em ensino superior, no Brasil os gastos governamentais chegam a US$ 3.765 por aluno, em valores de 2022, o que equivale a cerca de R$ 20 mil. Já a média da OCDE é de US$ 15.102, ou cerca de R$ 80 mil. Embora, em valores, o investimento seja inferior, quando comparado ao Produto Interno Bruto (PIB) – que é a soma de todas as riquezas produzidas pelo país -, o investimento governamental no Brasil é semelhante ao da média da OCDE, 0,9% do PIB- Produto Interno Bruto &#8211; no ensino superior, incluindo os investimentos em pesquisa e inovação.  </p>
<p><strong>Para a OCDE, é preciso melhorar os indicadores não apenas no Brasil, mas em todo o conjunto de países, para que tanto a formação seja melhor, quanto para que os investimentos tenham mais retorno.</strong> Na publicação, o secretário-geral da OCDE, Mathias Cormann, diz que as baixas taxas de conclusão do ensino superior são &#8220;desafio que prejudica o retorno do investimento público, agrava a escassez de competências e limita o acesso a oportunidades”.</p>
<p>Entre as ações possíveis destacadas por ele estão o fortalecimento da preparação acadêmica e da orientação profissional no ensino médio, bem como a concepção de programas de ensino superior com sequências de cursos claramente definidas e medidas de apoio para aqueles em risco de atraso.</p>
<blockquote>
<p>“Também são necessárias opções de ensino superior mais inclusivas e flexíveis. Estas devem incluir programas personalizados para estudantes do ensino profissional, processos de admissão que reconheçam melhor os diversos perfis de alunos e ofertas mais curtas e direcionadas”, defende.</p>
</blockquote>
<p><strong>A OCDE também chama a atenção para a qualidade dos cursos de ensino superior</strong>. Outra pesquisa conduzida pela organização mostra que mesmo entre aqueles com diploma, há dificuldades até mesmo para ler textos complexos. A Pesquisa de Competências de Adultos 2023 mostra que nos 29 países e economias da OCDE participantes, em média 13% dos adultos com ensino superior não atingiram sequer o nível básico de proficiência em alfabetização, o que significa que conseguiam compreender apenas textos curtos sobre temas familiares.</p>
<blockquote>
<p>“Isso ilustra a necessidade de os países expandirem o acesso ao ensino superior e aumentarem a qualidade e a relevância da educação oferecida”, diz Cormann.</p>
</blockquote>
<p> Mariana Tokarnia &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/ensino-superior-no-brasil-pode-mais-que-dobrar-salario">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 09 Sep 2025 07:28:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Câmara dos Deputados diz ao STF que suspendeu salário de Zambelli</title>
		<link>https://weeknews.online/camara-dos-deputados-diz-ao-stf-que-suspendeu-salario-de-zambelli/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 20:18:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[deputada federal Carla Zambelli]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes oficializa pedido de extradição de Carla Zambelli]]></category>
		<category><![CDATA[Motta diz que vai levar ao plenário perda do mandato de Carla Zambelli]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Rede X recorre ao STF contra suspensão de perfis de Carla Zambelli]]></category>
		<category><![CDATA[salário]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[Suspensão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, informou nesta quinta-feira (12) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu o pagamento do salário e a verba de gabinete da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).  As medidas foram determinadas, na semana passada, pelo ministro Alexandre de Moraes, após a expedição do mandado de prisão da parlamentar, que fugiu para a Itália para evitar o cumprimento da condenação a dez anos de prisão pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2023. Cassação A Câmara também já foi notificada pelo Supremo sobre a determinação do ministro para cassação do mandato de Zambelli, uma das consequências da condenação. Mais cedo, Motta encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa a&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p><strong>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, informou nesta quinta-feira (12) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu o pagamento do salário e a verba de gabinete da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749759486_634_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749759486_176_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As medidas foram determinadas, na semana passada, pelo ministro Alexandre de Moraes, após a expedição do mandado de prisão da parlamentar, que fugiu para a Itália para evitar o cumprimento da condenação a dez anos de prisão pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2023.</p>
<h2>Cassação</h2>
<p>A Câmara também já foi notificada pelo Supremo sobre a determinação do ministro para cassação do mandato de Zambelli, uma das consequências da condenação.</p>
<p>Mais cedo, <strong>Motta encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa a decisão que cassou a parlamentar. O procedimento dá início ao processo de perda do mandato.</strong></p>
<h2>Extradição </h2>
<p><strong>Ontem (11), Moraes enviou ao Ministério da Justiça e Segurança Pública o pedido de extradição de Zambelli.</strong></p>
<p>O documento contém a cópia da decisão que condenou a parlamentar, os artigos do Código Penal que fundamentaram a condenação e um resumo para que o governo brasileiro possa solicitar a extradição à Itália.</p>
<p><strong>No sábado (7), o ministro determinou a execução imediata da condenação da deputada Carla Zambelli. A decisão foi tomada após a Primeira Turma da Corte negar, por unanimidade, recurso apresentado pela defesa da parlamentar para anular a condenação.</strong></p>
<p>O <em>hacker</em> Walter Delgatti também foi condenado a 8 anos e 3 meses de prisão no mesmo processo. <strong>Segundo as investigações, a invasão eletrônica foi executada por Delgatti e ocorreu a mando de Zambelli.</strong></p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-06/camara-dos-deputados-diz-ao-stf-que-suspendeu-salario-de-zambelli">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 12 Jun 2025 16:47:00 -0300 </p>

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		<title>Empresas têm até hoje para o envio de dados de transparência salarial</title>
		<link>https://weeknews.online/empresas-tem-ate-hoje-para-o-envio-de-dados-de-transparencia-salarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 17:19:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil avançou]]></category>
		<category><![CDATA[diferença salarial]]></category>
		<category><![CDATA[divulgado em setembro do ano passado]]></category>
		<category><![CDATA[diz ministro]]></category>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Igualdade Salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da igualdade salarial tem boa adesão das empresas]]></category>
		<category><![CDATA[mas ainda há desigualdade entre homens e mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Nenhum país eliminou desigualdade entre homens e mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Portal Emprega Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[publicação do documento pelas empresas permanece suspensa em decorrência de liminar]]></category>
		<category><![CDATA[relatório de transparência salarial]]></category>
		<category><![CDATA[relatório mais recente]]></category>
		<category><![CDATA[salário]]></category>
		<category><![CDATA[Sancionada em julho de 2023]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Empresas com 100 ou mais funcionários têm até esta sexta-feira (28) para preencherem o Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). As informações devem ser inseridas pelo Portal Emprega Brasil. A medida é uma exigência da Lei da Igualdade Salarial que estabelece a obrigatoriedade de homens e mulheres que ocupam a mesma função receberem o mesmo salário. Sancionada em julho de 2023, a lei determina que as empresas devem adotar medidas para garantir essa igualdade, como a transparência salarial, a fiscalização contra a discriminação, adoção de canais de denúncia, criação de programas de diversidade e inclusão e apoio à capacitação de mulheres. Os dados vão compor o 3º Relatório de Transparência Salarial e Critérios do Ministério&#8230;</p>
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<p>Empresas com 100 ou mais funcionários têm até esta sexta-feira (28) para preencherem o Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). As informações devem ser inseridas pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://servicos.mte.gov.br/empregador/#/login" target="_blank">Portal Emprega Brasil</a>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740763154_724_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740763155_583_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A medida é uma exigência da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/l14611.htm" target="_blank">Lei da Igualdade Salarial</a> que estabelece a obrigatoriedade de homens e mulheres que ocupam a mesma função receberem o mesmo salário. Sancionada em julho de 2023, a lei determina que as empresas devem adotar medidas para garantir essa igualdade, como a transparência salarial, a fiscalização contra a discriminação, adoção de canais de denúncia, criação de programas de diversidade e inclusão e apoio à capacitação de mulheres.</p>
<p>Os dados vão compor o <strong>3º Relatório de Transparência Salarial e Critérios do Ministério do Trabalho e Emprego</strong>, previsto para ser disponibilizado a partir de 17 de março. Com a entrega do relatório, as empresas têm até o dia 31 de março para divulgar o resultado em suas plataformas digitais, conforme estabelece a lei.</p>
<p>Entre as informações encaminhadas para o Portal Emprega Brasil, além dos critérios remuneratórios, as <strong>empresas devem detalhar as políticas de contratação de mulheres, incluindo negras, com deficiências, em situação de violência, chefes de domicílio e LGBTQIA+</strong>, as políticas de promoção de mulheres a cargos de gerência e direção e iniciativas de apoio para o compartilhamento de responsabilidades familiares.</p>
<p>O MTE ressalta que o <strong>relatório não inclui dados pessoais como salários, nomes ou ocupações</strong>. As informações enviadas pelos empregadores são processadas pelo ministério agregando, ainda, os dados do Relatório Anual de Informações Sociais (Rais).</p>
<p>O relatório mais recente, divulgado em setembro do ano passado, revelou que <strong>as mulheres ainda recebem 20,7% a menos do que os homens nas mais de 50 mil empresas com 100 ou mais empregados</strong>, inscritas no eSocial. Em mais de 15 mil empresas, entretanto, essa diferença era de até 5%.</p>
<h2>Suspensão</h2>
<p>Mesmo com a divulgação do governo federal da necessidade de tornar público o relatório emitido pelo MTE, a obrigatoriedade de <strong>publicação do documento pelas empresas permanece suspensa em decorrência de liminar</strong> conquistada judicialmente pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).</p>
<p>No processo, a Fiemg argumentou que a <strong>exigência legal de que as companhias deem publicidade aos relatórios ministeriais expõe informações pessoais dos funcionários e dados estratégicos das empresas</strong>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/empresas-tem-ate-hoje-para-o-envio-de-dados-de-transparencia-salarial">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 28 Feb 2025 13:51:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/empresas-tem-ate-hoje-para-o-envio-de-dados-de-transparencia-salarial/">Empresas têm até hoje para o envio de dados de transparência salarial</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Teto do INSS sobe para R$ 8.157,40 em 2025</title>
		<link>https://weeknews.online/teto-do-inss-sobe-para-r-8-15740-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 20:25:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[8% ao mês]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[divulgado nesta sexta-feira]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[INPC]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[INSS divulga calendário de pagamentos para 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Meu INSS]]></category>
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		<category><![CDATA[Portal Gov.br]]></category>
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		<category><![CDATA[Saiba quais são as regras para adesão dos bancos ao Meu INSS Vale+]]></category>
		<category><![CDATA[salário]]></category>
		<category><![CDATA[salário mínimo]]></category>
		<category><![CDATA[Teto]]></category>
		<category><![CDATA[Teto de juros do consignado do INSS subirá para 1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A partir de fevereiro, os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) terão aumento de 4,77%. Com a correção, o teto dos benefícios da Previdência Social sobe para R$ 8.157,40 em 2025, contra R$ 7.786,01 em 2024. A variação equivale ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2024, divulgado nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador mede a inflação para famílias com renda de até cinco salários mínimos. O reajuste de 4,77% será pago integralmente aos segurados que já recebiam as aposentadorias e pensões do INSS acima de um salário mínimo em 1º de fevereiro de 2024. Quem começou a receber o benefício após essa data terá aumento proporcional ao número de&#8230;</p>
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<p>A partir de fevereiro, os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) terão aumento de 4,77%. Com a correção, o teto dos benefícios da Previdência Social sobe para R$ 8.157,40 em 2025, contra R$ 7.786,01 em 2024.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1736540730_448_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1736540730_929_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A variação equivale ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2024, divulgado nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador mede a inflação para famílias com renda de até cinco salários mínimos.</p>
<p>O reajuste de 4,77% será pago integralmente aos segurados que já recebiam as aposentadorias e pensões do INSS acima de um salário mínimo em 1º de fevereiro de 2024. Quem começou a receber o benefício após essa data terá aumento proporcional ao número de meses em que o benefício foi pago.</p>
<p>Segundo o INSS, atualmente 12,2 milhões de beneficiários recebem acima do piso nacional, dos quais 10,6 mil ganham o teto da Previdência Social. Um total de 40,7 milhões de pessoas, cerca de 70% do total dos aposentados e pensionistas, ganham o salário mínimo, que subiu de R$ 1.412 para R$ 1.580.</p>
<p>Para quem recebe o salário mínimo, o pagamento das aposentadorias e pensões com reajuste vai de 27 de janeiro a 7 de fevereiro. O pagamento dos benefícios do INSS acima do mínimo com a correção de 4,77% vai de 3 a 7 de fevereiro. A data de pagamento varia conforme o número final do cartão de benefício, desconsiderando o dígito verificador, que aparece após o traço.</p>
<p>Por mais um ano, os aposentados e pensionistas que ganham além do mínimo não terão aumento real (acima da inflação), recebendo o equivalente ao INPC do ano anterior. Quem recebe o mínimo teve reajuste real de 2,5%, segundo a política aprovada pelo Congresso no fim do ano passado, que restringe o aumento real ao teto de crescimento de gastos do arcabouço fiscal.</p>
<h2>Tabela</h2>
<p>A correção de 4,77% também incidirá sobre a tabela do INSS, por meio da qual os trabalhadores da iniciativa privada com carteira assinada e de empresas estatais recolhem as contribuições mensais à Previdência Social. As alíquotas e as faixas de dedução vão incidir sobre as seguintes faixas:<br /> </p>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:500px;">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter"><strong>Salário de Contribuições</strong></td>
<td class="rtecenter"><strong>Alíquota</strong></td>
<td class="rtecenter"><strong>Parcela a deduzir do INSS</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Até R$ 1.518</td>
<td>7,5%</td>
<td>R$ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>De R$ 1.518,01 a R$ 2.793,88</td>
<td>9%</td>
<td>R$ 22,77</td>
</tr>
<tr>
<td>De R$ 2.793,89 a R$ 4.190,83</td>
<td>12%</td>
<td>R$ 106,59</td>
</tr>
<tr>
<td>De R$ 4.190,84 a R$ 8.157,41</td>
<td>14%</td>
<td>R$ 190,40</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h5><strong>Fonte: INSS</strong></h5>
<h2>Consulta</h2>
<p>Nas próximas semanas, o INSS fornecerá o extrato com os novos valores das aposentadorias e das pensões. As informações estão disponíveis no site <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://meu.inss.gov.br">Meu INSS</a> e no aplicativo de mesmo nome. A consulta exige login e senha do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/pt-br">Portal Gov.br</a>.</p>
<p>Quem não tem acesso à internet pode consultar o valor por meio do telefone 135. O segurado que ligar para esse número deve informar o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e confirmar alguns dados cadastrais para evitar fraudes.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-01/teto-do-inss-sobe-para-r-815740-em-2025">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 10 Jan 2025 16:46:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/teto-do-inss-sobe-para-r-8-15740-em-2025/">Teto do INSS sobe para R$ 8.157,40 em 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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