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	<title>Arquivo de Sarampo: Europa e Ásia Central têm recorde de casos em mais de 25 anos - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Sarampo: Europa e Ásia Central têm recorde de casos em mais de 25 anos - WeekNews</title>
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		<title>Casos de sarampo preocupam, mas Brasil ainda é país livre da doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2025 15:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[certificado de país livre da doença]]></category>
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		<category><![CDATA[Distrito Federal registra primeiro caso de sarampo desde 2020]]></category>
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		<category><![CDATA[Sarampo: Europa e Ásia Central têm recorde de casos em mais de 25 anos]]></category>
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		<category><![CDATA[Vacinas contra o sarampo salvam cinco vidas por segundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O aumento de casos de sarampo no continente americano acende um alerta para o Brasil, mas, por enquanto, os três casos confirmados aqui não comprometem o certificado de país livre da doença, reconquistado no ano passado. “Para a gente perder essa recertificação, a gente tem que ter durante um ano, a partir do primeiro caso, cadeias de transmissão com o mesmo genótipo do vírus circulando”, explica a chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais da Fundação Oswaldo Cruz (Tiocruz), Marilda Siqueira, O laboratório é credenciado como unidade de referência regional para sarampo pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Por enquanto, o Ministério da Saúde confirmou apenas casos esporádicos: dois no Rio de Janeiro, em bebês gêmeos que ainda não tinham&#8230;</p>
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<p><strong>O aumento de casos de sarampo no continente americano acende um alerta para o Brasil, mas, por enquanto, os três casos confirmados aqui não comprometem o certificado de país livre da doença, reconquistado no ano passado.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1743349680_194_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1743349680_958_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Para a gente perder essa recertificação, a gente tem que ter durante um ano, a partir do primeiro caso, cadeias de transmissão com o mesmo genótipo do vírus circulando”, explica a chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais da Fundação Oswaldo Cruz (Tiocruz), Marilda Siqueira, O laboratório é credenciado como unidade de referência regional para sarampo pela Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Por enquanto, <strong>o Ministério da Saúde confirmou apenas casos esporádicos: dois no Rio de Janeiro, em bebês gêmeos que ainda não tinham idade para se vacinar, e um no Distrito Federal, em uma mulher adulta que provavelmente foi infectada em uma viagem ao exterior.</strong></p>
<p><strong>Das 110 suspeitas notificadas até o dia 12 de março, 22 ainda estavam em investigação</strong> nessa data, de acordo com a última atualização do painel epidemiológico da pasta.</p>
<p>Os <strong>casos suspeitos de sarampo são de notificação compulsória</strong>, ou seja, devem ser comunicados imediatamente às autoridades de saúde. Há um protocolo rígido para quando são confirmados, que inclui a identificação e o monitoramento de todas as pessoas que podem ter sido infectadas pelo doente, e o bloqueio vacinal, que é o reforço da vacinação nos locais que essa pessoa frequentou, como escola e local de trabalho.</p>
<p>&#8220;O sarampo é causado por um dos vírus mais infecciosos que existem. Se alguém com sarampo chega em um ambiente com baixa cobertura vacinal, o vírus é transmitido para 17 pessoas, mais ou menos. Já o SARS-CoV, por exemplo, é transmitido para duas pessoas, apesar de ser um vírus que também é muito transmissível”, complementa a chefe do laboratório da Fiocruz.</p>
<h2>Casos nas Américas</h2>
<p>O risco se intensifica quando há surtos em outros países. Relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), divulgado em 24 de março, aponta que, <strong>este ano, 507 casos foram confirmados em outros países do continente,</strong> superando a contagem de todo o ano passado. São 301 nos Estados Unidos, com duas mortes; 173 no Canadá; 22 no México e 11 na Argentina. A Opas avalia que o risco de disseminação da doença, com ameaça à saúde, é alto.</p>
<p>O último grande surto vivido no Brasil comprova como os vírus não conhecem fronteiras. Em 2017, o Brasil estava recebendo muitos cidadãos da Venezuela, onde os casos de sarampo estavam altos. No ano seguinte, os registros explodiram nos estados próximos à fronteira, e começaram a surgir também em outros locais.</p>
<p>“Os culpados, por assim dizer, não foram os cidadãos da Venezuela. É porque naquela época nós já estávamos com deficiência na nossa cobertura vacinal. Hoje em dia, com todas as conexões que nós temos, principalmente através da aviação,  naturalmente nós esperamos, não só no Brasil, um número de casos importados todos os anos. O que a gente não deve ter é essa grande batalha para que não tenha cadeias de transmissão. A gente tem uma ferramenta poderosa na nossa mão que é a vacina”, lembra Marilda Siqueira.</p>
<h2>Vacinação</h2>
<p>A vacina contra o <em>Morbilivirus</em>, causador do sarampo, foi desenvolvida na década de 1960, mas a imunização só foi intensificada no Brasil a partir dos anos 1990, quando autoridades de todo o mundo decidiram concentrar esforços no controle da doença, já que a maior preocupação anterior, a poliomielite, havia sido erradicada. Antes disso, o sarampo matava cerca de 2,5 milhões de crianças no mundo por ano.</p>
<p>Atualmente, ela é aplicada no Sistema Único de Saúde (SUS) como parte do imunizante Tríplice Viral, que também protege contra a caxumba e a rubéola. A primeira dose deve ser aplicada aos 12 meses de idade, e a segunda, aos 15.  Em 2024, o Brasil atingiu a meta de cobertura de 95% na primeira dose, mas menos de 80% dos bebês tomaram a segunda.</p>
<blockquote>
<p>“A eficácia dessa vacina é de 93% a 95%, o que significa que 5% a 7% das pessoas não vão responder de forma adequada. Então a gente faz a segunda dose por dois motivos: para evitar essa falha primária e porque, com o passar do tempo, a proteção diminui naturalmente, e o reforço prolonga essa proteção”, explica o diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Juarez Cunha.</p>
</blockquote>
<p>Cunha complementa que o Brasil ainda está superando outro agravante: “Durante a pandemia, caiu muito a cobertura vacinal, então, vamos dizer, se a gente teve 70% de cobertura, significa que 30% daquelas crianças não foram vacinadas no tempo correto. Se elas não foram vacinadas até agora, elas vão engrossar um grupo de suscetíveis.”</p>
<p>Por isso, <strong>pessoas de até 59 anos, que não se vacinaram ou não sabem se foram imunizadas também devem procurar as unidades de saúde.</strong> Os dados das infecções registradas este ano nas Américas mostram que o sarampo não é uma doença exclusiva de crianças pequenas: quase metade dos infectados tem de 10 a 29 anos.</p>
<p>Ainda que os adultos tenham menos chances de adoecer com gravidade, eles transmitem a doença normalmente, inclusive para bebês menores de 1 ano e pessoas com alguma imunodeficiência que não podem se vacinar. Mas, se a cobertura de 95% for atingida para toda a população, nas duas doses, todos ficam protegidos pela imunidade coletiva, já que a vacinação em altas taxas quebra a cadeia de transmissão do vírus.</p>
<p>&#8220;O sarampo é frequentemente descrito como o melhor sinal de que a vacinação não vai bem em algum lugar, porque como ele é muito facilmente transmissível, qualquer perda na imunidade coletiva já permite que pessoas suscetíveis adoeçam, em especial, as crianças mais novas”, complementa a chefe de Saúde do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, Luciana Phebo.</p>
<p>Ela reforça que a queda na cobertura das vacinas de rotina, observada globalmente durante a pandemia de covid-19, é uma causa fundamental para esse aumento de casos de sarampo, mas também responsabiliza a hesitação vacinal, “que chegou a ser considerada uma das principais ameaças à saúde pública global”.</p>
<p>O termo significa o atraso ou a recusa em se vacinar, mesmo quando as vacinas estão disponíveis. A principal causa da hesitação é a perda do medo da doença, mas ela também pode acontecer quando as pessoas não estão bem informadas, e têm medo ou dúvidas sobre a vacina, ou quando acreditam em discursos falsos.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Tâmara Freire &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/casos-de-sarampo-preocupam-mas-brasil-ainda-e-pais-livre-da-doenca">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 30 Mar 2025 11:59:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/casos-de-sarampo-preocupam-mas-brasil-ainda-e-pais-livre-da-doenca/">Casos de sarampo preocupam, mas Brasil ainda é país livre da doença</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Contra o sarampo, Rio terá vacinação na Central do Brasil</title>
		<link>https://weeknews.online/contra-o-sarampo-rio-tera-vacinacao-na-central-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 09:47:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[a vacinação em pontos de grande circulação]]></category>
		<category><![CDATA[Após dois casos]]></category>
		<category><![CDATA[Central do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito Federal registra primeiro caso de sarampo desde 2020]]></category>
		<category><![CDATA[que voltou a ter casos confirmados no estado do Rio de Janeiro neste ano]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[São João de Meriti terá vacinação contra o sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[Sarampo: Europa e Ásia Central têm recorde de casos em mais de 25 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A Secretaria Municipal de Saúde do Rio leva a vacinação contra o sarampo para o terminal de trens da Central do Brasil, nesta terça-feira (25), a partir das 7h45. A ação faz parte da mobilização contra a doença, que voltou a ter casos confirmados no estado do Rio de Janeiro neste ano. A vacinação ocorrerá das 8 às 16h, na terça-feira e na quinta-feira. Há duas vacinas disponíveis para proteção contra o sarampo: vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e a tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela). Ambas são contraindicadas para gestantes. Os imunizantes também estão disponíveis para crianças e adultos em todas as 239 unidades de Atenção Primária do município, como clínicas da família e centros municipais de saúde.  Ao anunciar a vacinação em&#8230;</p>
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<p>A Secretaria Municipal de Saúde do Rio leva a vacinação contra o sarampo para o terminal de trens da Central do Brasil, nesta terça-feira (25), a partir das 7h45. A ação faz parte da mobilização contra a doença, que voltou a ter casos confirmados no estado do Rio de Janeiro neste ano. A vacinação ocorrerá das 8 às 16h, na terça-feira e na quinta-feira.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742896040_838_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742896040_657_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Há duas vacinas disponíveis para proteção contra o sarampo: vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e a tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela). Ambas são contraindicadas para gestantes.</strong></p>
<p>Os imunizantes também estão disponíveis para crianças e adultos em todas as 239 unidades de Atenção Primária do município, como clínicas da família e centros municipais de saúde. </p>
<p><strong>Ao anunciar a vacinação em pontos de grande circulação, a prefeitura do Rio busca completar o esquema vacinal contra o sarampo para adultos de 18 a 59 anos que não estejam imunizados.</strong></p>
<p>Na rotina do Programa Nacional de Imunizações (PNI) para a vacinação infantil, a primeira dose desta vacina é aplicada aos 12 meses de idade. Aos 15 meses, está prevista a vacina combinada à vacina varicela, a tetraviral.</p>
<p>Caso não tenham sido vacinadas na infância, estão contemplados na vacinação de rotina do PNI as pessoas até 29 anos, com duas doses, em intervalo mínimo de 30 dias; e as pessoas entre 30 e 59 anos, com uma dose.</p>
<p><strong>De acordo com o secretário municipal de Saúde do Rio, Daniel Soranz, “em 2025, até o momento, o município do Rio não registrou nenhum caso da doença, mas há casos recentes em cidades vizinhas”, alertou.</strong></p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>O sarampo é uma doença febril aguda, altamente transmissível, que pode acometer pessoas em qualquer faixa etária. Sua transmissão ocorre diretamente por contato direto pessoa a pessoa, por meio de gotículas de secreções expelidas ao falar, tossir ou espirrar.</p>
<p>Além disso, o contágio também ocorre por dispersão de gotículas com partículas virais no ar, em ambientes fechados como, por exemplo, escolas, creches e clínicas.</p>
<p><strong>Principais sintomas do sarampo:</strong></p>
<ul>
<li>Manchas vermelhas (exantema) no corpo e febre alta (acima de 38,5°) acompanhada de um ou mais dos seguintes sintomas:</li>
<li>Tosse seca;</li>
<li>Irritação nos olhos (conjuntivite);</li>
<li>Nariz escorrendo ou entupido;</li>
<li>Mal-estar intenso;</li>
</ul>
<p>O sarampo é uma doença que pode causar quadros graves, provocando a morte ou deixando sequelas por toda a vida. </p>
<p><strong>Segundo o Ministério da saúde, algumas das complicações do sarampo são:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Pneumonia</strong> ─ Uma em cada 20 crianças pode desenvolver pneumonia, causa mais comum de morte por sarampo em crianças pequenas;</li>
<li><strong>Otite média aguda</strong> ─ Chega a acometer uma em 10 crianças com sarampo, e pode resultar em perda auditiva permanente;</li>
<li><strong>Encefalite aguda </strong>─ Até quatro em cada 1 mil crianças podem desenvolver essa complicação, que leva à morte em 10% dos casos;</li>
<li><strong>Morte</strong> ─ Até três em cada 1 mil crianças não resistem à doença.</li>
</ul>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Douglas Correa &#8211; repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/contra-o-sarampo-rio-tera-vacinacao-na-central-do-brasil">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 25 Mar 2025 06:20:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Após dois casos, São João de Meriti terá vacinação contra o sarampo</title>
		<link>https://weeknews.online/apos-dois-casos-sao-joao-de-meriti-tera-vacinacao-contra-o-sarampo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 21:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito Federal registra primeiro caso de sarampo desde 2020]]></category>
		<category><![CDATA[dois casos de sarampo foram confirmados na cidade.]]></category>
		<category><![CDATA[havia confirmado outro caso]]></category>
		<category><![CDATA[imunização]]></category>
		<category><![CDATA[onde dois casos de sarampo foram confirmados]]></category>
		<category><![CDATA[Rio confirma dois casos de sarampo na Baixada Fluminense]]></category>
		<category><![CDATA[São João do Meriti]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[Sarampo: Europa e Ásia Central têm recorde de casos em mais de 25 anos]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro promove neste sábado (22) uma ação conjunta com o Ministério da Saúde e a prefeitura de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, para a vacinação de pessoas de 9 meses a 59 anos não vacinadas contra o sarampo e busca ativa de casos suspeitos da doença no bairro de Venda Velha.  Profissionais de saúde do município, Estado e governo federal farão uma varredura, percorrendo as casas nas imediações onde dois casos de sarampo foram confirmados na semana passada. A finalidade é ampliar a investigação em relação a pessoas que tiveram possível contato com os casos confirmados e imunizar quem não esteja protegido contra a doença. A Escola Municipal Valério Vilas Boas Filho, em&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/apos-dois-casos-sao-joao-de-meriti-tera-vacinacao-contra-o-sarampo/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/apos-dois-casos-sao-joao-de-meriti-tera-vacinacao-contra-o-sarampo/">Após dois casos, São João de Meriti terá vacinação contra o sarampo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
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<p>A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro promove neste sábado (22) uma <strong>ação conjunta com o Ministério da Saúde e a prefeitura de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, para a vacinação de pessoas de 9 meses a 59 anos não vacinadas contra o sarampo</strong> e busca ativa de casos suspeitos da doença no bairro de Venda Velha. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742592614_501_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742592615_522_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Profissionais de saúde do município, Estado e governo federal farão uma varredura, percorrendo as casas nas imediações onde dois casos de sarampo foram confirmados na semana passada.</strong> A finalidade é ampliar a investigação em relação a pessoas que tiveram possível contato com os casos confirmados e imunizar quem não esteja protegido contra a doença.</p>
<p>A Escola Municipal Valério Vilas Boas Filho, em Vilar dos Teles, distrito de São João de Meriti, servirá de base para as equipes e como ponto de partida da ação. </p>
<h2>Casos no município</h2>
<p><strong>Na sexta-feira passada (14), dois casos de sarampo foram confirmados na cidade. São duas crianças da mesma família, menores de um ano, que foram hospitalizadas, receberam cuidados médicos e passam bem.</strong></p>
<p>De acordo com a Secretaria de Saúde, os casos foram confirmados pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen-RJ). Após a confirmação, o município foi orientado a vacinar os profissionais de saúde onde as crianças foram atendidas e a fazer busca ativa por casos suspeitos.</p>
<p>Em fevereiro deste ano, o Ministério da Saúde havia confirmado outro caso esporádico de sarampo no município de Itaboraí (RJ).</p>
<h2>Vacinação</h2>
<p><strong>De acordo com o Ministério da Saúde, todas as pessoas de 12 meses a 59 anos de idade têm indicação para serem vacinadas contra o sarampo.</strong> Adolescentes e adultos não vacinados ou com esquema incompleto contra o sarampo devem iniciar ou completar o esquema vacinal de acordo com a situação encontrada, respeitando as indicações do Calendário Nacional de Vacinação. </p>
<p><strong>Na rotina dos serviços públicos de vacinação, há duas vacinas disponíveis para proteção contra o sarampo: </strong></p>
<ul>
<li>vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)</li>
<li>tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela)</li>
</ul>
<p>A vacina tríplice viral é contraindicada durante a gestação. As gestantes não vacinadas ou com esquema incompleto deverão receber a vacina no puerpério.</p>
<p>A depender da situação epidemiológica de cada localidade, há a necessidade de estabelecer outras estratégias. Assim, além das doses de rotina estabelecidas no Calendário Nacional de Vacinação, a vacinação para o sarampo pode ser indicada para crianças de seis meses a menores de um ano, em localidades com o surto da doença, a depender da avaliação e indicação conjunta das três esferas de gestão.  </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/apos-dois-casos-sao-joao-de-meriti-tera-vacinacao-contra-o-sarampo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 21 Mar 2025 18:11:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/apos-dois-casos-sao-joao-de-meriti-tera-vacinacao-contra-o-sarampo/">Após dois casos, São João de Meriti terá vacinação contra o sarampo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Distrito Federal registra primeiro caso de sarampo desde 2020</title>
		<link>https://weeknews.online/distrito-federal-registra-primeiro-caso-de-sarampo-desde-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 12:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[dados foram divulgados na semana passada]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Rio confirma dois casos de sarampo na Baixada Fluminense]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[Sarampo: Europa e Ásia Central têm recorde de casos em mais de 25 anos]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou esta semana um caso de sarampo: uma mulher com idade entre 30 e 39 anos e histórico de viagens internacionais.  Em nota, a pasta informou que a paciente não precisou ser hospitalizada e a doença evoluiu sem complicações. &#8220;A paciente apresentou os primeiros sintomas em 27 de fevereiro e as manchas vermelhas na pele surgiram em 1º de março. A confirmação ocorreu após exames laboratoriais realizados no Laboratório Central do Distrito Federal (Lace-DF) e na Fundação Oswaldo Cruz do Rio de Janeiro (Fiocruz-RJ).&#8221; De acordo com a secretaria, no ano de 2020 foram registrados cinco casos de sarampo, todos importados, como o registrado esta semana. Já o último caso da doença com transmissão local foi identificado&#8230;</p>
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<p><strong>A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou esta semana um caso de sarampo: uma mulher com idade entre 30 e 39 anos e histórico de viagens internacionais. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742472072_346_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742472073_6_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nota, a pasta informou que a paciente não precisou ser hospitalizada e a doença evoluiu sem complicações.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A paciente apresentou os primeiros sintomas em 27 de fevereiro e as manchas vermelhas na pele surgiram em 1º de março. A confirmação ocorreu após exames laboratoriais realizados no Laboratório Central do Distrito Federal (Lace-DF) e na Fundação Oswaldo Cruz do Rio de Janeiro (Fiocruz-RJ).&#8221;</p>
</blockquote>
<p>De acordo com a secretaria, no ano de 2020 foram registrados cinco casos de sarampo, todos importados, como o registrado esta semana. Já o último caso da doença com transmissão local foi identificado no Distrito Federal no ano de 1999.</p>
<h2>Orientações</h2>
<p><strong>A orientação da pasta é para que a população mantenha o cartão de vacinação em dia</strong>, independentemente de planos de viagem. <strong>A vacina indicada para combate ao sarampo é a tríplice viral, que protege ainda contra a rubéola e a caxumba.</strong></p>
<p>O esquema vacinal recomendado pelo Ministério da Saúde é composto por duas doses para pessoas com idade entre 12 meses e 29 anos; uma dose para pessoas de 30 a 59 anos; e duas doses para profissionais de saúde, independentemente da idade.</p>
<p>Dados da secretaria indicam que, neste momento, <strong>a cobertura vacinal contra o sarampo no Distrito Federal, em crianças menores de 2 anos, é de 97,2% para a primeira dose e de 88,3% para a segunda dose.</strong> A meta, estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é alcançar 95% em abas as doses.</p>
<p><strong>A dose é contraindicada para gestantes, para pessoas com comprometimento imunológico em razão de doenças ou medicamentos e para indivíduos com histórico de reações alérgicas graves a doses anteriores ou a componentes da vacina. </strong>Além disso, a gravidez deve ser evitada por 30 dias após a aplicação do imunizante.</p>
<h2>Doença infecciosa</h2>
<p><strong>O ministério alerta que o sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa que já foi uma das principais causas de mortalidade infantil em todo o mundo. </strong></p>
<p>Apesar dos avanços significativos no controle e na prevenção, por meio da vacinação, a doença ainda representa um desafio para a saúde pública, sobretudo em regiões com baixas taxas de imunização.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Caracterizado por sintomas que podem ser confundidos com os de outras doenças virais, o sarampo exige atenção e conhecimento para ser identificado e tratado adequadamente&#8221;, destacou a pasta.</p>
</blockquote>
<p>Os <strong>principais sinais e sintomas da doença são manchas vermelhas pelo corpo, conhecidas como exantema, e febre alta, acima de 38,5 graus Celsius (°C)</strong>, ambas acompanhadas de um ou mais dos seguintes sintomas:</p>
<ul>
<li>tosse seca;</li>
<li>irritação nos olhos (conjuntivite);</li>
<li>nariz escorrendo ou entupido; e</li>
<li>mal-estar intenso.</li>
</ul>
<p>No período de três a cinco dias, é comum aparecerem manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas que, em seguida, se espalham pelo restante do corpo. Após o aparecimento das manchas, a persistência da febre é um sinal de alerta e pode indicar gravidade do quadro, principalmente em crianças menores de 5 anos.</p>
<p>A transmissão do vírus acontece de pessoa a pessoa, por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar: <strong>&#8220;o sarampo é tão contagioso que uma pessoa infectada pode transmitir para 90% das pessoas próximas que não estejam imunes&#8221;.</strong></p>
<h2>Europa e Ásia Central</h2>
<p><strong>A Europa e a Ásia Central registraram, ao longo de 2024, um total de 127.350 casos de sarampo – o dobro do que havia sido contabilizado em 2023 e o maior número desde 1997. </strong></p>
<p>Os dados foram divulgados na semana passada pelo escritório da OMS na Europa e pelo Fundo das Nações Unidas pela Infância (Unicef).</p>
<p>Em nota conjunta, as entidades alertam que crianças menores de 5 anos respondem por 40% dos casos reportados na região. Em mais da metade desses casos,  foi necessário hospitalizar o paciente. <strong>Além disso, 38 mortes pela doença foram reportadas com base em dados preliminares recebidos até 5 de março.</strong></p>
<p>De acordo com a OMS, os casos de sarampo na Europa e na Ásia Central vinham caindo desde 2017. As infecções, entretanto, voltaram a subir de 2018 para 2019, quando foram identificados 89 mil e 106 mil casos, respectivamente.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Após um retrocesso na cobertura vacinal durante a pandemia de covid-19, os casos de sarampo voltaram a subir significativamente em 2023 e 2024. As taxas de vacinação em diversos países ainda não retornaram aos níveis pré-pandêmicos, aumentando o risco de surtos”, alertou a nota.</p>
</blockquote>
<p>Ainda segundo o comunicado, Europa e Ásia Central respondem, atualmente, por um terço do total de casos de sarampo registrados no planeta. <strong>Apenas em 2023, 500 mil crianças que vivem na regiam não receberam a primeira dose contra a doença</strong>, que deveria ser aplicada por meio de serviços de imunização de rotina.</p>
<p>“O sarampo é um dos vírus mais contagiosos que afetam pessoas. Além do risco de hospitalização e morte causado por complicações como pneumonia, encefalite, diarreia e desidratação, a doença pode causar problemas de saúde debilitantes, como a cegueira.”</p>
<blockquote>
<p>“O sarampo também pode danificar o sistema imunológico ao ‘apagar’ de sua memória como combater infecções, deixando os sobreviventes vulneráveis a outras doenças. A vacinação é a melhor linha de defesa contra o vírus”, reforçaram OMS e Unicef.</p>
</blockquote>
<p>As entidades alertam que países que atualmente não registram surtos de sarampo devem se preparar, inclusive para identificar e sanar lacunas de imunização, “construindo e sustentando a confiança pública nas vacinas e mantendo sistemas de saúde fortes”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/distrito-federal-registra-primeiro-caso-de-sarampo-desde-2020">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 20 Mar 2025 08:47:00 -0300 </p>

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		<title>Rio confirma dois casos de sarampo na Baixada Fluminense</title>
		<link>https://weeknews.online/rio-confirma-dois-casos-de-sarampo-na-baixada-fluminense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2025 14:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Após cinco anos]]></category>
		<category><![CDATA[Baixada Fluminense]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil recupera certificado de eliminação do sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil recuperou o certificado de eliminação do sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[destaca OMS]]></category>
		<category><![CDATA[ressalta a importância da vacinação da população]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[Sarampo: Europa e Ásia Central têm recorde de casos em mais de 25 anos]]></category>
		<category><![CDATA[vacina contra o sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas contra o sarampo salvam cinco vidas por segundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro confirmou, nesta sexta-feira (14), dois casos de sarampo em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. São duas crianças da mesma família e foram atendidas em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no município, no dia 2. Elas receberam alta médica na quinta-feira (13) e passam bem. De acordo com a Secretaria de Saúde, os casos foram confirmados pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen-RJ). Após a confirmação, o município foi orientado a vacinar os profissionais de saúde onde as crianças foram atendidas e a fazer busca ativa por casos suspeitos. Segundo o subsecretário estadual de Vigilância e Atenção Primária à Saúde, Mário Sergio Ribeiro, até o momento não há a notificação de&#8230;</p>
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<p>A Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro confirmou, nesta sexta-feira (14), <strong>dois casos de sarampo em São João de Meriti, na Baixada Fluminense</strong>. São duas crianças da mesma família e foram atendidas em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no município, no dia 2. Elas receberam alta médica na quinta-feira (13) e passam bem.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742050463_858_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742050464_920_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com a Secretaria de Saúde, os <strong>casos foram confirmados pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen-RJ)</strong>. Após a confirmação, o município foi orientado a vacinar os profissionais de saúde onde as crianças foram atendidas e a fazer busca ativa por casos suspeitos.</p>
<p>Segundo o subsecretário estadual de Vigilância e Atenção Primária à Saúde, Mário Sergio Ribeiro, <strong>até o momento não há a notificação de casos suspeitos relacionados a esses casos</strong>.</p>
<p>Em fevereiro deste ano, a secretaria já tinha confirmado um caso isolado de sarampo, em Itaboraí, na região metropolitana do Rio, em uma criança de 6 anos de idade, cuja suspeita para o sarampo havia sido constatada em outubro do ano passado. <strong>Os casos de Itaboraí e São João de Meriti não têm relação entre si</strong>, de acordo com a vigilância epidemiológica estadual.</p>
<p><strong>Em 2024, foram notificados 207 casos suspeitos</strong>, mas apenas um foi confirmado, e o outro permanece em investigação. Neste ano, além dos casos confirmados, já há 18 em investigação.</p>
<p><strong>A secretaria também orienta os municípios fluminense que notifiquem casos suspeitos imediatamente</strong> e ressalta a importância da vacinação da população. A imunização contra a doença é garantida pela vacina tríplice viral, que também protege contra a caxumba e a rubéola, e pela tetra viral, que inclui a catapora.</p>
<p><strong>As duas vacinas são parte do calendário vacinal obrigatório recomendado pelo Ministério da Saúde.</strong> A tríplice é aplicada aos 12 meses de idade e a tetra, aos 15 meses.</p>
<p><strong>Pessoas até 29 anos de idade devem ter duas doses da tríplice viral</strong>, enquanto adultos de 30 anos a 59 anos devem ter pelo menos uma dose. Profissionais de saúde precisam comprovar duas doses independentemente da idade. Em situações de surto, crianças de 6 meses a 11 meses de idade podem receber uma dose extra, a dose zero.</p>
<p><strong>A orientação para a população é verificar se a caderneta de vacinação dos filhos</strong> está em dia e procurar uma unidade de saúde em caso de sintomas compatíveis com sarampo, como febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas pelo corpo.</p>
<p>Em novembro do ano passado, o Brasil recuperou o certificado de eliminação do sarampo, emitido pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que havia sido perdido em 2019, devido à queda da cobertura vacinal, que resultou em uma franca circulação da doença no país por mais de 12 meses.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Vitor Abdala &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/rio-confirma-dois-casos-de-sarampo-na-baixada-fluminense">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 15 Mar 2025 11:36:00 -0300 </p>

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		<title>Seis estados e DF têm alta de síndrome respiratória grave em crianças</title>
		<link>https://weeknews.online/seis-estados-e-df-tem-alta-de-sindrome-respiratoria-grave-em-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 22:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Covid: 5 anos após 1ª morte no país]]></category>
		<category><![CDATA[documentos expõem negacionismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mães vacinadas contra covid protegem bebês com aleitamento exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Sarampo: Europa e Ásia Central têm recorde de casos em mais de 25 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SRAG]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (13), alerta para o aumento da incidência de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), em níveis de moderado a alto, entre crianças e adolescentes de até 14 anos. Pará, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul e Sergipe foram os locais onde a alta mais teve impacto. Em crianças de até dois anos, a síndrome está mais associada ao vírus sincicial respiratório (VSR). Já na faixa etária de 2 a 14 anos, geralmente está associado ao rinovírus. Covid-19 Os casos de SRAG em idosos associados à covid-19 mantém uma incidência moderada no Mato Grosso e Tocantins, com tendência de crescimento em Tocantins. Nos outros estados das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, embora também haja aumento de ocorrências, a incidência&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p>O boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (13), alerta para o<strong> aumento da incidência de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), em níveis de moderado a alto, entre crianças e adolescentes de até 14 anos. Pará, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul e Sergipe foram os locais onde a alta mais teve impacto.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741903204_978_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741903205_485_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em crianças de até dois anos, a síndrome está mais associada ao vírus sincicial respiratório (VSR). Já na faixa etária de 2 a 14 anos, geralmente está associado ao rinovírus.</p>
<h2>Covid-19</h2>
<p>Os casos de SRAG em idosos associados à covid-19 mantém uma <strong>incidência moderada no Mato Grosso e Tocantins, com tendência de crescimento em Tocantins. </strong>Nos outros estados das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, embora também haja aumento de ocorrências, a incidência permanece em níveis baixos.</p>
<p>A pesquisadora Tatiana Portella, do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do Boletim InfoGripe, destaca que em locais com alta de casos, a orientação é usar máscara em ambientes fechados, com muita aglomeração de pessoas e em postos de saúde. Ela ainda enfatiza que a melhor forma de evitar hospitalizações e óbitos por covid-19 é a vacinação.</p>
<blockquote>
<p>“Todas as pessoas dos grupos de risco devem estar em dia com a vacina. Idosos e pessoas imunocomprometidas precisam se vacinar a cada seis meses para não perderem a proteção. Já os demais grupos prioritários devem tomar a vacina uma vez por ano”, afirma.</p>
</blockquote>
<p><strong>O estudo mostra que 10 das 27 unidades federativas apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento em longo prazo em dez unidades da Federação: Amapá, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins.</strong></p>
<p>Entre as capitais, nove também apresentam sinal de aumento de SRAG na tendência de longo prazo: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Macapá, Palmas, Porto Velho e Rio Branco.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/seis-estados-e-df-tem-alta-de-sindrome-respiratoria-grave-em-criancas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 13 Mar 2025 18:07:00 -0300 </p>

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	</channel>
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