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	<title>Arquivo de Saúde orienta farmácias sobre testes para HIV - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Saúde orienta farmácias sobre testes para HIV - WeekNews</title>
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		<title>Ministério da Saúde lança campanha de enfrentamento à sífilis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 17:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional de Enfrentamento à Sífilis]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de sífilis e de HIV/aids aumentam entre homens jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[RS: gestantes terão prioridade para testagem de HIV e sífilis]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde orienta farmácias sobre testes para HIV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira a (16) a Campanha Nacional de Enfrentamento à Sífilis. Com o tema Sífilis tem cura – Faça o teste, trate-se e previna-se, a mobilização reforça a importância da prevenção, da testagem, do diagnóstico e do tratamento contra a doença, disponíveis via Sistema Único de Saúde (SUS). A campanha tem como público principal jovens de 15 a 30 anos, gestantes e seus parceiros sexuais. A proposta, segundo a pasta, é utilizar linguagem leve e acessível para incentivar o autocuidado e a prevenção em meio ao Outubro Verde, mês dedicado à mobilização nacional contra a sífilis. Notícias relacionadas: Saúde orienta farmácias sobre testes para HIV, sífilis e hepatites. RS: gestantes terão prioridade para testagem de HIV e sífilis&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>O Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira a (16) a <strong>Campanha Nacional de Enfrentamento à Sífilis</strong>. Com o tema Sífilis tem cura – Faça o teste, trate-se e previna-se, a mobilização reforça a <strong>importância da prevenção, da testagem, do diagnóstico e do tratamento contra a doença</strong>, disponíveis via Sistema Único de Saúde (SUS).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760721725_39_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760721726_475_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A campanha tem como público principal <strong>jovens de 15 a 30 anos, gestantes e seus parceiros sexuais</strong>. A proposta, segundo a pasta, é utilizar linguagem leve e acessível para incentivar o autocuidado e a prevenção em meio ao Outubro Verde, mês dedicado à mobilização nacional contra a sífilis.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Saúde orienta farmácias sobre testes para HIV, sífilis e hepatites.</li>
<li>RS: gestantes terão prioridade para testagem de HIV  e sífilis .</li>
<li>Casos de sífilis e de HIV/aids aumentam entre homens jovens.</li>
</ul>
<p>A programação, ao longo de todo o mês, inclui webinários abertos ao público às quartas-feiras, a partir das 10h30, abordando temas como diagnóstico, manejo clínico, prevenção e vigilância. Todas as transmissões ficarão disponíveis para acesso posterior, caso não possam ser acompanhadas em tempo real.</p>
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<h2>Números</h2>
<p>Dados do Boletim Epidemiológico de Sífilis 2025, divulgado esta semana, apontam uma redução dos casos de sífilis no país – <strong>nos últimos três anos, o Brasil registrou 2.093 casos a menos da doença</strong>.</p>
<p>Ainda assim, <strong>ao longo de 2024, foram notificados 256 mil casos de sífilis adquirida, 89 mil casos de sífilis em gestantes e 24 mil casos de sífilis congênita</strong> (quando a infecção é transmitida da mãe para o bebê durante a gestação ou durante o parto), além de um total de <strong>183 óbitos pela doença.</strong></p>
<p>O estado do Rio de Janeiro registrou a maior taxa de detecção de sífilis em gestantes, com 68,3 casos por mil nascidos vivos. Por outro lado, o estado do Tocantins foi responsável pela maior incidência de sífilis congênita, com 17,8 casos por mil nascidos vivos.</p>
<h2>Testes rápidos</h2>
<p>Para ampliar o diagnóstico, <strong>a pasta informou ter expandido o acesso ao teste rápido combo HIV/sífili</strong>s, que identifica simultaneamente as duas infecções. <strong>Em 2025, a oferta do exame aumentou em mais de 40%, totalizando 6,5 milhões de unidades</strong>, com investimento de R$ 9,2 milhões.</p>
<p>“O exame é simples, rápido e gratuito, e permite o início imediato do tratamento — essencial para interromper a transmissão, inclusive durante a gestação”, destacou a pasta em nota.</p>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-10/ministerio-da-saude-lanca-campanha-de-enfrentamento-sifilis">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 17 Oct 2025 14:10:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Hepatites virais causam mais de mil mortes em 2024 no Brasil</title>
		<link>https://weeknews.online/hepatites-virais-causam-mais-de-mil-mortes-em-2024-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 15:25:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil reduz mortalidade por hepatites]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[hepatite]]></category>
		<category><![CDATA[Incidência]]></category>
		<category><![CDATA[mostra boletim]]></category>
		<category><![CDATA[População do quilombo Boa Esperança no Rio é vacinada contra hepatite]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde orienta farmácias sobre testes para HIV]]></category>
		<category><![CDATA[sífilis e hepatites]]></category>
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		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Brasil registrou em 2024 mais de 34 mil casos diagnosticados de hepatite viral, com cerca de 1,1 mil mortes diretas. A doença atinge o fígado e pode ser causada por cinco sorotipos de vírus: A, B, C, D e E. Os tipos mais prevalentes no Brasil são o B e C e a maior parte dos casos é crônica: o vírus permanece silencioso dentro do organismo por décadas, causando danos acumulados no órgão, até provocar quadros graves como fibrose cística, cirrose ou mesmo câncer, e só então desenvolve sintomas. Notícias relacionadas: População do quilombo Boa Esperança no Rio é vacinada contra hepatite. Brasil reduz mortalidade por hepatites, mostra boletim. Saúde orienta farmácias sobre testes para HIV, sífilis e hepatites. A Organização Mundial da&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O Brasil registrou em 2024 mais de 34 mil casos diagnosticados de hepatite viral, com cerca de 1,1 mil mortes diretas. A doença atinge o fígado e pode ser causada por cinco sorotipos de vírus: A, B, C, D e E.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753716313_864_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753716314_54_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Os tipos mais prevalentes no Brasil são o B e C e a maior parte dos casos é crônica: o vírus permanece silencioso dentro do organismo por décadas, causando danos acumulados no órgão, até provocar quadros graves como fibrose cística, cirrose ou mesmo câncer, e só então desenvolve sintomas.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>População do quilombo Boa Esperança no Rio é vacinada contra hepatite.</li>
<li>Brasil reduz mortalidade por hepatites, mostra boletim.</li>
<li>Saúde orienta farmácias sobre testes para HIV, sífilis e hepatites.</li>
</ul>
<p><strong>A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu como meta a redução da incidência de hepatite B e V em 90%, com redução de 65% da mortalidade até 2030. Por isso, o dia de hoje &#8211; 28 de julho &#8211; foi eleito como Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais.</strong></p>
<h2>Prevenção</h2>
<p>A boa notícia é que as hepatites virais podem ser prevenidas, como explica o infectologista Pedro Martins. &#8220;Geralmente dividimos as Hepatites A e E como hepatites de transmissão fecal-oral, ao levar água ou alimentos contaminados com fezes à boca, enquanto as hepatites B, C e D são de transmissão parenteral, ocorrendo predominantemente a partir do contato com sangue contaminado, ao compartilhar objetos de uso pessoal como alicates de unha, lâminas de barbear ou escovas de dentes ou durante o sexo desprotegido. A Hepatite A pode ser transmitida no sexo oral onde há contato da boca com o ânus e as Hepatites B, C e D, durante a penetração&#8221;, afirma..</p>
<blockquote>
<p>Outra importante forma de prevenção é a vacinação. Atualmente, o Sistema Único de Saúde disponibiliza gratuitamente as vacinas contra a hepatite A e B, mas a segunda também protege contra o vírus do tipo D, já que ele só infecta quem tem hepatite B. Os dois imunizantes fazem parte do calendário básico de vacinação das crianças.</p>
</blockquote>
<p>A primeira dose da vacina contra a hepatite B deve ser tomada logo após o nascimento, e outras três doses são administradas aos 2, 4 e 6 meses de vida. Gestantes também devem se vacinar, caso não possam comprovar que foram devidamente imunizadas, porque a doença pode ser transmitida durante a gravidez, parto ou amamentação.</p>
<h2>Casos têm queda</h2>
<p><strong>A vacinação tem contribuído para a diminuição dos casos. Em 2013 a taxa de detecção de hepatite B a cada 100 mil habitantes era de 8,3 e caiu para 5,3 em 2024. De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunização, Renato Kfouri, a erradicação da doença é possível caso o país consiga manter altos índices de vacinação.</strong></p>
<p>&#8220;Não há reservatório do vírus da hepatite B que não seja o ser humano. Então, você consegue, através da vacinação em 100%, eliminar a criação de novos portadores crônicos, e com isso, consequentemente não tem mais onde se infectar pelo vírus B. A partir da introdução da vacina na pediatria, nós estamos acumulando pessoas vacinadas ao longo do tempo, e já temos aí mais de 30 anos anos de vacinação aqui no Brasil, então, a gente caminha para uma geração sem vírus de hepatite B, que é uma vacina altamente eficaz&#8221;, assegura Kfouri.</p>
<h2>Eficácia da vacina</h2>
<p>A vacina contra a hepatite A também demonstrou sua eficácia. Em 2013, 903 crianças menores de 5 anos foram infectadas pelo vírus no Brasil. A partir de 2014, com a entrada no imunizante no calendário básico infantil, houve redução consistente de novas infecções, e, em 2024, apenas 16 casos foram registrados nesse público, uma redução de mais de 98%.</p>
<p><strong>No entanto, os casos vêm subindo na faixa etária entre 20 e 39 anos, especialmente entre homens. Após o Ministério da Saúde identificar surtos da doença entre a população de homens que fazem sexo com homens, em maio deste ano, a vacinação foi ampliada para os usuários de PrEP (profilaxia pré-exposição).</strong></p>
<p><strong>Infelizmente, ainda não há vacina para a hepatite C, tipo mais comum e com maior letalidade de hepatite viral.</strong> Em 2024, o Brasil anotou 19.343 novos diagnósticos da doença e 752 óbitos diretos. Mas a infecção pode ser confirmada por testes de laboratório e tratada com antivirais que tem taxa de cura superior a 95%.</p>
<p><strong>&#8220;Quando o tratamento consegue ser iniciado de forma oportuna, as consequências são mínimas. Mas quando a infecção permanece por anos sem tratamento, pode evoluir para cirrose hepática e câncer de fígado, mesmo naquelas pessoas que não tem hábito de consumir bebidas alcoólicas&#8221;, afirma o infectologista Pedro Martins. </strong></p>
<p> Tâmara Freire &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-07/hepatites-virais-causam-mais-de-mil-mortes-em-2024-no-brasil">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 28 Jul 2025 12:17:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>População do quilombo Boa Esperança no Rio é vacinada contra hepatite</title>
		<link>https://weeknews.online/populacao-do-quilombo-boa-esperanca-no-rio-e-vacinada-contra-hepatite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 10:43:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil reduz mortalidade por hepatites]]></category>
		<category><![CDATA[hepatite]]></category>
		<category><![CDATA[Hepatite B terá notificação compulsória para gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[Julkho Amarelo]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[sífilis e hepatites]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Gerência Estadual de Hepatites Virais (GEHV), realiza nesta quinta-feira (17) a testagem e vacinação no quilombo Boa Esperança, em Areal, na região serrana fluminense. A iniciativa faz parte da campanha do Julho Amarelo de conscientização e combate às hepatites A, B, C e D. As ações da equipe de saúde da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) também vão prestar serviço na aldeia Guarani, em Maricá, no dia 22 deste mês. “Embora o cuidado com as hepatites deva ser permanente, a campanha serve como um importante alerta sobre essas doenças, que, apesar de graves, têm tratamento e cura. A vacina está disponível nos postos para toda a população, mas, neste ano, optamos por intensificar as ações junto aos grupos mais vulneráveis”, disse&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>A Gerência Estadual de Hepatites Virais (GEHV), realiza nesta quinta-feira (17) a testagem e vacinação no quilombo Boa Esperança, em Areal, na região serrana fluminense.</strong> A iniciativa faz parte da campanha do Julho Amarelo de conscientização e combate às hepatites A, B, C e D. As ações da equipe de saúde da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) também vão prestar serviço na aldeia Guarani, em Maricá, no dia 22 deste mês.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752748985_873_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752748985_719_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“Embora o cuidado com as hepatites deva ser permanente, a campanha serve como um importante alerta sobre essas doenças, que, apesar de graves, têm tratamento e cura. A vacina está disponível nos postos para toda a população, mas, neste ano, optamos por intensificar as ações junto aos grupos mais vulneráveis”, disse a secretária de Estado de Saúde, Claudia Mello.</p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Saúde orienta farmácias sobre testes para HIV, sífilis e hepatites.</li>
<li>Hepatite B terá notificação compulsória para gestantes .</li>
<li>Brasil reduz mortalidade por hepatites, mostra boletim.</li>
</ul>
<p>As hepatites virais agem silenciosamente e, quando o paciente descobre, pode estar enfrentando um quadro mais grave, como cirrose hepática, por exemplo. <strong>As hepatites também podem afetar os mais jovens. Por isso, o uso de preservativo em todas as relações sexuais é essencial para prevenir as hepatites B e C.  Fazer o teste é fundamental para que, em caso de infecção, o diagnóstico seja rápido e o tratamento seja iniciado com agilidade.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Aqueles que nunca fizeram o teste rápido para hepatite B e C, devem procurar a unidade de saúde mais próxima de casa e realizar a testagem. Com o resultado negativo, é fundamental tomar a vacina, que protege contra a hepatite B. Para a hepatite C existe tratamento, que é eficiente em 95% dos casos”, explica a gerente estadual de hepatites virais da Secretaria de Estado de Saúde, Clarice Gdalevici. </p>
</blockquote>
<p>A campanha de testagem e vacinação teve início nos municípios de Angra dos Reis e Paraty, respectivamente nas aldeias Sapukai e Paraty-Mirim.</p>
<p><strong>Para fortalecer a campanha de Julho Amarelo, a SES-RJ enviou para os 92 municípios fluminenses 50.925 testes rápidos para hepatite B e 60.375 para o tipo C. Além disso, foram enviadas 86.750 doses de vacina contra hepatite B e C.</strong></p>
<p>A iniciativa da secretaria tem o objetivo de vacinar o maior número de pessoas possível, no entanto a busca por imunização é espontânea. Dessa forma, é muito importante que a população tome conhecimento sobre os riscos que as Hepatites Virais representam e saiba que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece todos os cuidados gratuitamente.</p>
<h2>Hepatite</h2>
<p>A hepatite é uma doença infecciosa que atinge o fígado causando alterações que podem se tornar graves se não forem cuidadas. As formas virais da doença se subdividem em: A, B, C e D, esta última é mais comum na Região Norte do país.</p>
<p><strong>Entre os sintomas mais comuns de todos os tipos estão: cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoos, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras, e pele e olhos amarelados.</strong></p>
<p>As formas B e C podem ser transmitidas sexualmente e por meio de procedimentos invasivos como transfusão de sangue e da mãe para o feto, durante a gestação. A vacina é a maneira mais eficaz de prevenir a hepatite B.</p>
<p>A hepatite A é transmitida por meio de alimentos mal higienizados ou água contaminada. O tratamento para a hepatite é oferecido pelo SUS de forma gratuita.</p>
<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-07/populacao-do-quilombo-boa-esperanca-no-rio-e-vacinada-contra-hepatite">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 17 Jul 2025 07:32:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/populacao-do-quilombo-boa-esperanca-no-rio-e-vacinada-contra-hepatite/">População do quilombo Boa Esperança no Rio é vacinada contra hepatite</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil reduz mortalidade por hepatites, mostra boletim</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-reduz-mortalidade-por-hepatites-mostra-boletim/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 22:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o perfil da Agência Brasil no Instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais]]></category>
		<category><![CDATA[Hepatite B terá notificação compulsória para gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[Hepatites Virais]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde amplia vacinação contra hepatite A para usuários de PrEP]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde orienta farmácias sobre testes para HIV]]></category>
		<category><![CDATA[sífilis e hepatites]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Brasil conseguiu reduzir a mortalidade por hepatites nos últimos dez anos com o avanço da vacinação. É o que indica o Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais, lançado nesta terça-feira (8) pelo Ministério da Saúde. O levantamento traz um panorama dessas doenças no país. A iniciativa integra a mobilização do Julho Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre o tema. Segundo o boletim, em relação à hepatite B, entre 2014 e 2024, o Brasil registrou uma queda de 50% do coeficiente de mortalidade, que passou de 0,2 óbito por grupo de 100 mil habitantes para 0,1 óbito por 100 mil habitantes. Notícias relacionadas: Saúde amplia vacinação contra hepatite A para usuários de PrEP. Saúde orienta farmácias sobre testes para HIV, sífilis e hepatites. Hepatite B terá notificação compulsória para gestantes&#8230;</p>
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<p>O Brasil conseguiu reduzir a mortalidade por hepatites nos últimos dez anos com o avanço da vacinação. É o que indica o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/especiais/2025/boletim-epidemiologico-de-hepatites-virais.pdf/view" target="_blank">Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais</a>, lançado nesta terça-feira (8) pelo Ministério da Saúde. O levantamento traz um panorama dessas doenças no país. A iniciativa integra a mobilização do Julho Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre o tema.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752013626_904_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752013626_5_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Segundo o boletim, em relação à hepatite B, entre 2014 e 2024, o Brasil registrou uma queda de 50% do coeficiente de mortalidade,</strong> que passou de 0,2 óbito por grupo de 100 mil habitantes para 0,1 óbito por 100 mil habitantes.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Saúde amplia vacinação contra hepatite A para usuários de PrEP.</li>
<li>Saúde orienta farmácias sobre testes para HIV, sífilis e hepatites.</li>
<li>Hepatite B terá notificação compulsória para gestantes .</li>
</ul>
<p><strong>No caso da hepatite C, houve redução de 60%</strong>. Em 2024, o coeficiente de mortalidade no país foi de 0,4 óbito por 100 mil habitantes. Em 2014, era de uma morte por 100 mil habitantes.</p>
<p><strong>A meta, até 2030, é reduzir os óbitos por hepatites virais em 65% e a incidência dessas doenças em 90%,</strong> seguindo recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A OMS preconiza como meta de eliminação, como problema de saúde pública, até 2030 uma queda de 65% na mortalidade, entre 2015 e 2030. Em 2025, nós já estamos atingindo 60%, isso nos coloca realmente, de fato, no caminho para eliminar essas doenças como problema de saúde pública, dentro desse prazo, até 2030”, destacou o coordenador-geral de Vigilância das Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Mario Gonzales.</p>
</blockquote>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/0d7a9840.jpg" alt="Brasília (DF), 08/07/2025 - O coordenador-geral de Vigilância de Hepatites Virais, Mário Gonzales, durante lançamento da campanha publicitária nacional para eliminação das hepatites virais no país. A campanha, que reforça a importância da testagem, vacinação e tratamento, faz parte da mobilização do Julho Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre o tema. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"><br />
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<div class="meta">O coordenador-geral de Vigilância das Hepatites Virais, Mario Gonzales, durante lançamento da campanha para eliminação das hepatites virais no país &#8211; <strong>Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</strong><!--END copyright=430336--></div>
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<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, agradeceu o trabalho dos profissionais de saúde, especialmente pela melhora nos dados da cobertura vacinal entre crianças e recém-nascidos para hepatite B.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Os profissionais de saúde que estão lá nas unidades de base de saúde, quem cuida das salas de vacinação, o esforço de orientação do Ministério da Saúde, está reivindicado. Recuperando esse histórico. Saímos de 82,7% em 2022, voltamos para 94,19% em 2023 e agora nossa missão é só crescer cada vez mais”, disse o ministro.</p>
</blockquote>
<p>Padilha também destacou o fato de o Brasil ter desenvolvido sistemas de coleta de dados que permitem analisar uma série histórica e avaliar o quanto o país avançou no enfrentamento às hepatites virais, com expansão da oferta de vacinas.</p>
<h2>Monitoramento</h2>
<p><strong>Na ocasião, também foi apresentada uma plataforma inédita de monitoramento e de apoio à busca ativa e ao cuidado da população. </strong>Segundo Gonzales, a ferramenta servirá para que estados e municípios identifiquem onde estão as principais lacunas para a eliminação das hepatites virais no país.</p>
<p>Para o coordenador de Emergências, Evidência e Inteligência em Saúde do escritório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) no Brasil, Alex Rosewell, o Ministério da Saúde está conduzindo de maneira consistente a eliminação das hepatites virais, que são uma ameaça grande na saúde pública no mundo.</p>
<p>Segundo ele, a iniciativa da Opas visa &#8220;eliminar as hepatites virais até 2030, uma meta bem alinhada com as metas do Programa Brasil Saudável do SUS&#8221;. &#8220;Gostaria parabenizar o Ministério da Saúde e do SUS pelos avanços impressionantes na redução da transmissão e mortalidade que acabamos de ver na apresentação”, ressaltou.</p>
<p>Como parte das ações para a eliminação das hepatites virais no país, também foi lançada a campanha publicitária “Um Teste Pode Mudar Tudo”, que reforça a importância da testagem, vacinação e tratamento da doença.</p>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script> Pedro Lacerda &#8211; Repórter da Rádio Nacional , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-07/brasil-reduz-mortalidade-por-hepatites-mostra-boletim">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 08 Jul 2025 18:48:00 -0300 </p>

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