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	<title>Arquivo de Saúde - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Saúde - WeekNews</title>
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		<title>Realidade dos manicômios judiciários é tema do Caminhos da Reportagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 10:54:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos da Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[manicômios judiciários]]></category>
		<category><![CDATA[Novas regras sobre saúde mental no trabalho entram em vigor]]></category>
		<category><![CDATA[Resolução 487]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS: lei garante atendimento a crianças e adolescentes em saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[TV Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. No primeiro semestre de 2025, 1.655 pessoas em todo o país ainda estavam internadas em hospitais de custódia e tratamento psiquiátrico, também chamados de manicômios judiciários. São pacientes com transtornos mentais que entraram em conflito com a lei. As internações contrariam a Resolução 487 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), publicada em 2023, que determina o fechamento desses manicômios. A normativa também dita novas regras para o tratamento das pessoas que, por questões de saúde mental, são consideradas inimputáveis pela Justiça, mas precisam cumprir medida de segurança. Nesta segunda-feira (22), às 23h, na TV Brasil, o programa Caminhos da Reportagem discute a realidade dos manicômios judiciários, os desafios para a aplicação da resolução do CNJ e as alternativas para o cuidado dos pacientes que vão&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/realidade-dos-manicomios-judiciarios-e-tema-do-caminhos-da-reportagem/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p>No primeiro semestre de 2025, 1.655 pessoas em todo o país ainda estavam internadas em hospitais de custódia e tratamento psiquiátrico, também chamados de manicômios judiciários. São pacientes com transtornos mentais que entraram em conflito com a lei.</p>
<p><strong>As internações contrariam a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/4960" target="_blank">Resolução 487</a> do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), publicada em 2023, que determina o fechamento desses manicômios. </strong>A normativa também dita novas regras para o tratamento das pessoas que, por questões de saúde mental, são consideradas inimputáveis pela Justiça, mas precisam cumprir medida de segurança.</p>
<p>Nesta segunda-feira (22), às 23h, na <strong>TV Brasil</strong>, o programa <em>Caminhos da Reportagem</em> discute a realidade dos manicômios judiciários, os desafios para a aplicação da resolução do CNJ e as alternativas para o cuidado dos pacientes que vão passar pelo processo de desinstitucionalização.</p>
<p><strong>A Lei da Reforma Psiquiátrica, que completou 25 anos, proíbe a manutenção das pessoas com transtornos mentais em instituições asilares, com exceção de internações curtas em períodos de crise. Inspirada na experiência italiana,</strong> &#8220;a lei tratava de princípios, de ter locais de tratamento que não fossem locais de exclusão, locais de tratamento e de cuidado e em liberdade. Mas, de fato, ela foi mais adotada na área dentro do setor saúde,&#8221; explica o pesquisador da Fiocruz Paulo Amarante. O CNJ entendeu que a normativa também deve ser aplicada aos pacientes em conflito com a lei.</p>
<p><strong>A determinação de fechar as unidades penais recebeu críticas de entidades como a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público, que ajuizaram ações contra a resolução do CNJ no Supremo Tribunal (STF).</strong> Os estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro obtiveram liminares no STF para manter as instituições funcionando com a justificativa de que falta estrutura na rede pública de saúde para tratar as pessoas com transtornos mentais em conflito com a lei.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A gente quer sim desinternar, mas quer que as pessoas fiquem bem, quer que as pessoas não voltem. E se você não der a elas um aparato para isso, elas vão voltar&#8221;, pondera a defensora pública Ana Cristina Duarte, que atua no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Henrique Roxo, em Niterói.</p>
</blockquote>
<p>Segundo a juíza auxiliar da presidência do CNJ, Andréa Britto, já é possível ver “um resultado extremamente efetivo e importante”. <strong>O número internações em manicômios judiciários passou de 2.314 pacientes, em 2023, para 1.655, no primeiro semestre de 2025. Todos os estados entregaram planos de implementação da política antimanicomial do judiciário. Até agora, seis estados fecharam os manicômios judiciários: Ceará, Roraima, Piauí, Alagoas, Mato Grosso e Goiás.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Esses espaços juntam o pior do pior. O pior do manicômio e o pior das penitenciárias. Pessoas que deveriam estar recebendo o cuidado em saúde mental com o estabelecimento de medidas terapêuticas para que pudessem ser reinseridas na sociedade, acabavam recebendo castigo físico, punição, como surras ou isolamento, quando entravam em crise&#8221;, afirma Ivani Oliveira, presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP).</p>
</blockquote>
<p><em>A última inspeção nacional nos hospitais de custódia e tratamento psiquiátrico, realizada pelo CFP, apontou uma série de violações de direitos.</em> Foi o que Adilson Nogueira do Amaral vivenciou quando passou um ano e cinco meses num hospital penal no estado do Rio. &#8220;Me colocaram num lugar que é a solitária, um buraquinho pequenininho. E você fica ali dentro daquele lugar todo escuro. O banheiro é um buraco no chão&#8221;, lembra.</p>
<p>Hoje, Adilson é compositor de blocos de carnaval ligados aos centros de Atenção Psicossocial (Caps), onde faz tratamento. &#8220;Eu vou brincar meu carnaval para libertar o meu povo do eletrochoque, da lágrima e da dor&#8221;, ele canta.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/realidade-dos-manicomios-judiciarios-e-tema-do-caminhos-da-reportagem" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Mon, 22 Jun 2026 07:32:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Marcha em São Paulo pede legalização da maconha</title>
		<link>https://weeknews.online/marcha-em-sao-paulo-pede-legalizacao-da-maconha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 23:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa aprova cultivo de cannabis por empresas e amplia acesso]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil atingiu a marca de 672 mil pacientes que se tratam com cannabis]]></category>
		<category><![CDATA[indica as mulheres de meia-idade e início da velhice como o principal grupo usuário da cannabis medicinal]]></category>
		<category><![CDATA[Maconha]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha da Maconha]]></category>
		<category><![CDATA[principal organização brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. Dezenas de milhares de pessoas se reuniram, na tarde de hoje (21), em um protesto pela legalização da maconha no país. Em frente ao Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), os manifestantes criticaram os efeitos da criminalização da planta. O grupo destacou que a proibição sobrecarrega o sistema prisional e gera preconceito contra o uso medicinal e terapêutico, que atende inclusive crianças sob prescrição médica.  A 18ª Marcha da Maconha reuniu apoiadores, ativistas e organizações ligadas ao debate sobre regulamentação da cannabis. Na Avenida Paulista, camisetas e cartazes denunciaram as restrições aos medicamentos durante o ato deste domingo e traziam mensagens como &#8220;Maconha não mata, mas o feminicídio, sim&#8221;. O perfil dos participantes da marcha era diverso, contando com idosos, pais e mães com&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
<div>
<p>Dezenas de milhares de pessoas se reuniram, na tarde de hoje (21), em um protesto pela legalização da maconha no país. Em frente ao Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), os manifestantes criticaram os efeitos da criminalização da planta. O grupo destacou que a proibição sobrecarrega o sistema prisional e gera preconceito contra o uso medicinal e terapêutico, que atende inclusive crianças sob prescrição médica. </p>
<p>A 18ª Marcha da Maconha reuniu apoiadores, ativistas e organizações ligadas ao debate sobre regulamentação da cannabis.</p>
<p>Na Avenida Paulista, camisetas e cartazes denunciaram as restrições aos medicamentos durante o ato deste domingo e traziam mensagens como &#8220;Maconha não mata, mas o feminicídio, sim&#8221;. O perfil dos participantes da marcha era diverso, contando com idosos, pais e mães com seus filhos e jovens adultos. </p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/_int1767.jpg.jpg" alt="São Paulo (SP), 21/06/2026  - 18ª Marcha da Maconha na avenida Paulista. 
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/_int1767.jpg.jpg" alt="São Paulo (SP), 21/06/2026  - 18ª Marcha da Maconha na avenida Paulista. 
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=466637 --></div>
<p><h5 class="meta">ão Paulo (SP), 21/06/2026 &#8211; 18ª Marcha da Maconha na avenida Paulista. <strong>Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=466637--></h5>
</p>
</div>
<p>A professora de educação infantil Stephanie Oliveira participou da mobilização pela primeira vez, acompanhada do namorado. Ela contou que sua mãe, de 47 anos, usa cannabis medicinal para regular o sono e aliviar dores nas costas.</p>
<p>Stephanie explicou à reportagem que hesitou em compartilhar fotos da marcha em suas redes sociais, receando a reação de colegas de trabalho. No entanto, ela acabou decidindo não esconder sua participação por entender que o movimento pela legalização discute direitos.</p>
<p>&#8220;Não é um assunto tão aberto e eu não converso muito sobre isso na escola com as minhas colegas de trabalho, sendo que a maioria me segue no Instagram. Cheguei a pensar se deveria postar, mas considero o movimento importante. Vou publicar independentemente de julgamentos, porque é uma causa que eu apoio, mesmo não fumando&#8221;, afirmou.</p>
<p>De acordo com o anuário da Kaya Mind, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-11/expocannabis-mostra-potencial-de-empregabilidade-no-mercado-da-planta" target="_blank">principal organização brasileira</a> voltada à sistematização e divulgação de dados nacionais sobre o segmento, atualmente 50 mil pessoas no país declaram se tratar com produtos à base da cannabis sativa. </p>
<p>A publicação, lançada com financiamento da Gravital Clínica Canábica e da Cannect, destaca que a falta de aceitação da planta por grande parcela da sociedade atrapalha a regulamentação. Diante dessa resistência, as discussões não avançam e apenas pessoas com alto poder aquisitivo conseguem importar itens canábicos.</p>
<p>Levantamento da Bliss Data 2026 <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/mulheres-de-45-64-anos-lideram-mercado-de-cannabis-medicinal-no-pais" target="_blank">indica as mulheres de meia-idade e início da velhice como o principal grupo usuário da cannabis medicinal</a>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/marcha-em-sao-paulo-pede-legalizacao-da-maconha" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Sun, 21 Jun 2026 19:36:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Maioria dos pacientes que importam remédios canábicos faz musculação</title>
		<link>https://weeknews.online/maioria-dos-pacientes-que-importam-remedios-canabicos-faz-musculacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 17:36:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Blis Data 2026]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[ciclismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério da Saúde começa a vacinar crianças com a pneumo 20]]></category>
		<category><![CDATA[musculação]]></category>
		<category><![CDATA[Pilates]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto apoia mães e crianças atípicas tratadas à base de cannabis]]></category>
		<category><![CDATA[remédios canábicos]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Mundial da Alergia alerta para prevenção e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
		<category><![CDATA[Uma pesquisa inédita da Blis Data 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. Uma pesquisa inédita da Blis Data 2026, a maior base de dados sobre pacientes canábicos da América Latina, aponta a musculação como a principal atividade praticada por quem faz esse tipo de tratamento com produtos importados. Ela aparece no topo da lista das modalidades mais populares, com 44%. Levantar peso para trabalhar os músculos fica em primeiro lugar com forte predominância, já que a segunda colocada, a caminhada, soma apenas 9%. Corrida e pilates respondem, respectivamente, por 8,4% e 8%. Na quinta colocação fica o ciclismo (6%). Em uma relação mais longa, de 10 posições, o futebol figura em penúltimo, isto é, 9º lugar. A maioria (54%) dos participantes se exercita de três a cinco vezes por semana. Um quinto (20%) mantém-se ativo&#8230;</p>
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
<div>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://blis-data-especial-esporte-cannabis.lovable.app/" target="_blank">Uma pesquisa inédita da Blis Data 2026</a>, a maior base de dados sobre pacientes canábicos da América Latina, aponta a musculação como a principal atividade praticada por quem faz esse tipo de tratamento com produtos importados. Ela aparece no topo da lista das modalidades mais populares, com 44%.</p>
<p>Levantar peso para trabalhar os músculos fica em primeiro lugar com forte predominância, já que a segunda colocada, a caminhada, soma apenas 9%. Corrida e pilates respondem, respectivamente, por 8,4% e 8%.</p>
<p>Na quinta colocação fica o ciclismo (6%). Em uma relação mais longa, de 10 posições, o futebol figura em penúltimo, isto é, 9º lugar.</p>
<p>A maioria (54%) dos participantes se exercita de três a cinco vezes por semana. Um quinto (20%) mantém-se ativo diariamente.</p>
<p>A Blis Data 2026 revela ainda as queixas mais comumente relatadas pelos pacientes canábicos. São elas: perda de foco (1°), sono ruim (2°) e estresse matinal (3°).</p>
<p>Outro dado importante diz respeito à utilização casada do medicamento canábico com outros, convencionais. Nesse caso, a parcela é de mais de 54%.  </p>
<p>A plataforma elaborou o levantamento após filtrar mais de 75 mil cadastros seus, limitando-se a analisar somente os hábitos do grupo não sedentário, majoritário e que totaliza mais de 47 mil pessoas. Os cadastros são feitos voluntariamente e incluem questões sobre aspectos emocionais concernentes ao uso de medicamentos à base de cannabis sativa.</p>
<p> </p>
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Gráfico Blis Data" title="Gráfico Blis Data"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/blis_lista.jpeg" alt="Brasília (DF), 21/06/2026 – Maioria dos pacientes que importam remédios canábicos faz musculação
Gráfico Blis Data" title="Gráfico Blis Data"/><br />
    <!-- END scald=466624 --></div>
<p><h5 class="meta rtecenter"> <strong>Gráfico Blis Data</strong><!--END copyright=466624--></h5>
</p>
</div>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/maioria-dos-pacientes-que-importa-remedios-canabicos-faz-musculacao" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Sun, 21 Jun 2026 14:21:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Semana Mundial da Alergia alerta para prevenção e diagnóstico</title>
		<link>https://weeknews.online/semana-mundial-da-alergia-alerta-para-prevencao-e-diagnostico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 15:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[alérgicos]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa determina recolhimento de lotes de antibióticos]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Alergia]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Mundial de Alergia]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de atenção domiciliar amplia cuidado aos idosos no país]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas da doença falciforme vão além da anemia; saiba mais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Dados da Organização Mundial de Alergia (WAO, do nome em inglês) apontam que 30% da população mundial têm algum tipo de alergia. No Brasil, isso se repete. Os brasileiros alérgicos constituem “uma multidão, um país dentro de outro”, disse à Agência Brasil a presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), Fátima Rodrigues Fernandes. &#8220;São vários tipos de doença ocasionadas por uma alteração do nosso sistema imunológico, que responde de uma maneira mais exacerbada a estímulos, causando as inflamações.”, afirmou. A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que, até 2050, metade da população global poderá ter alergias, devido às mudanças climáticas, que permitem maior penetração de alérgicos no organismo das pessoas. A rinite alérgica atinge cerca de 30% da população do Brasil. Cerca&#8230;</p>
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<p>O post <a href="https://weeknews.online/semana-mundial-da-alergia-alerta-para-prevencao-e-diagnostico/">Semana Mundial da Alergia alerta para prevenção e diagnóstico</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>Dados da Organização Mundial de Alergia (WAO, do nome em inglês) apontam que 30% da população mundial têm algum tipo de alergia. No Brasil, isso se repete.</strong></p>
<p>Os brasileiros alérgicos constituem “uma multidão, um país dentro de outro”, disse à <strong>Agência Brasil</strong> a presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), Fátima Rodrigues Fernandes.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;São vários tipos de doença ocasionadas por uma alteração do nosso sistema imunológico, que responde de uma maneira mais exacerbada a estímulos, causando as inflamações.”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que, até 2050, metade da população global poderá ter alergias, devido às mudanças climáticas, que permitem maior penetração de alérgicos no organismo das pessoas.</strong></p>
<p>A rinite alérgica atinge cerca de 30% da população do Brasil. Cerca de 26% das crianças brasileiras têm rinite. Em adolescentes, esse percentual alcança 30%, de acordo com dados do Estudo Internacional de Asma e Alergias na Infância (ISSAC), aplicados em vários estados do país.</p>
<p><strong>A asma alérgica é outra condição prevalente no Brasil, atingindo cerca de 20% da população. </strong>No mundo, a asma afeta cerca de 260 milhões de indivíduos e responde por mais de 450 mil mortes a cada ano. Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito, tosse, sensação de cansaço e dor no peito, frequentemente após esforço físico ou até mesmo ao falar e rir.</p>
<p><strong>Outra doença com impacto significativo na qualidade de vida é a dermatite atópica, doença crônica da pele, não contagiosa, que afeta pessoas de todas as idades. Esse tipo atinge </strong>especialmente as crianças &#8211; cerca de 20% &#8211; sendo que 5% delas apresentam a forma mais grave da doença.</p>
<p><strong>Em torno de 60% dos casos são iniciados no primeiro ano de vida. Entre os adultos, a estimativa é que 3% tenham dermatite atópica. A coceira intensa e as lesões de pele levam o paciente a quadros de ansiedade e, por vezes, até à depressão, de acordo com a Asbai.</strong></p>
<h2>Campanha</h2>
<p><strong>A Semana Mundial da Alergia, que ocorrerá de 21 a 27 deste mês, organizada pela WAO e, no Brasil, pela AsbaiI, com o objetivo de prevenir, diagnosticar e tratar as doenças alérgicas, que aumentam a cada ano, visando seu controle. O tema da campanha é <em>Cuidado com a Alergia é Cuidado Essencia</em>l, alertando para a saúde de toda a família.</strong> </p>
<p>Fátima deu o exemplo da rinite, uma das alergias mais frequentes, cujos sintomas se caracterizam por coceira constante no nariz ou nos olhos, espirros seguidos, coriza e obstrução nasal, mesmo sem resfriado.</p>
<blockquote>
<p>“A pessoa dorme com a boca aberta, tem perturbação no sono, mas não liga. Ela acostumou e pensa que aquilo é o normal dela. Mas não é”, diz a presidente da associação. A pessoa pode ter uma qualidade de vida melhor se ela se cuidar.&#8221;</p>
</blockquote>
<p><strong>Como a campanha coincide no Hemisfério Sul com o início do inverno, a entidade aproveita para alertar sobre os sintomas das doenças alérgicas e incentivar os pacientes a procurarem um médico especialista, que pode ser um alergista ou imunologista, para controlar esses sintomas.</strong></p>
<p>A especialista afirmou que, na maioria das vezes, a alergia é genética e, portanto, não tem cura, mas tem controle. “Se controlada, o indivíduo pode ficar totalmente sem sintomas”. Para isso, entretanto, é preciso, em primeiro lugar, definir qual é o tipo de alergia, qual é o alérgeno que desencadeia aquele problema e instituir o tratamento adequado.</p>
<p>Além de entrevistas com especialistas que podem ser acessadas no site da Asbai e em suas redes sociais, a campanha contará com eventos junto ao público em diversas regionais da entidade pelo país, mostrando como são os exames para diagnosticar alergia e tirar dúvidas da população.</p>
<h2>Testes</h2>
<p><strong>Como orientação geral, a médica ressaltou a necessidade de a pessoa reconhecer seus sintomas. Ela mencionou, por exemplo, a asma, muito problemática nessa época do ano, em especial.</strong> “Os prontos-socorros ficam cheios de crianças, adolescentes e idosos com problemas pulmonares e respiratórios. A asma é uma doença que pode ser bem mais grave, colocando, inclusive, em risco a vida do paciente”.</p>
<p><strong>No inverno, as pessoas que têm problemas respiratórios devem procurar ajuda médica, de preferência com especialista, que é preparado para esse tipo de diagnóstico e de cuidado, recomendou Fátima. O diagnóstico pode ser feito por meio de testes alérgicos feitos na pele do indivíduo, ou por coleta de sangue do paciente.</strong></p>
<p>A presidente da associação afirma que seja qual for o teste, ele ajuda a diagnosticar a causa da alergia e previne novos sintomas que forem aparecendo, preparando a pessoa para lidar melhor com a doença e ter uma vida mais saudável.</p>
<blockquote>
<p>“O importante é diagnosticar, cuidar e permitir que o indivíduo tenha uma vida normal e não, simplesmente, isolada”.</p>
</blockquote>
<p>Além das alergias respiratórias, a médica citou as alergias alimentares, que podem resultar também em quadros graves; as dermatites, que podem adquirir um aspecto muito grave que limita a vida da pessoa; as urticárias, bastante incômodas, que prejudicam bastante a vida do paciente.</p>
<p><strong>A campanha objetiva ainda dar atenção às pessoas que cuidam dos alérgicos.</strong> Como a alergia é hereditária, muitas vezes as famílias cuidam de uma criança alérgica e esquecem, muitas vezes, que o pai tem uma rinite e a mãe pode ter uma asma e negligenciam o cuidado dos adultos.</p>
<p>Fátima também aconselhou que todos da família façam tratamento. “A gente costuma dizer que, quando se fala de alergia, o tratamento não é só do paciente; é de toda a família. A alergia à poeira, a ácaros em casa acende o alerta, porque todos vão estar influenciados por esse tipo de exposição. Nesses casos, deve-se cuidar da casa e da família como um todo, “até para melhorar a qualidade geral de vida”.</p>
<h2>Orientações</h2>
<p><strong>Visando garantir uma vida com mais qualidade, a ASBAI sugeriu algumas orientações:</strong></p>
<ul>
<li>O diagnóstico não é o fim, mas o início do controle. Seguir o tratamento prescrito previne crises graves</li>
<li>Sintomas como tosse persistente, espirros constantes, coceira na pele e falta de ar não devem ser normalizados. Podem ser sinais de alergias não diagnosticadas</li>
<li>Alergia é uma doença séria, não &#8220;frescura&#8221;. Informação médica segura é o único caminho para proteger a saúde, evitando receitas caseiras sem comprovação</li>
<li>O tratamento vai além dos remédios. O controle de poeira, mofo e ácaros no ambiente doméstico é parte integrante e essencial do tratamento. </li>
</ul>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/semana-mundial-da-alergia-alerta-para-prevencao-e-diagnostico" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Sun, 21 Jun 2026 12:21:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/semana-mundial-da-alergia-alerta-para-prevencao-e-diagnostico/">Semana Mundial da Alergia alerta para prevenção e diagnóstico</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Após cirurgia, cacique Raoni segue com boa evolução clínica em UTI</title>
		<link>https://weeknews.online/apos-cirurgia-cacique-raoni-segue-com-boa-evolucao-clinica-em-uti/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 15:13:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Cacique Raoni]]></category>
		<category><![CDATA[Cacique Raoni é transferido de Mato Grosso para São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Cacique Raoni fará cirurgia de desobstrução intestinal neste sábado]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgua]]></category>
		<category><![CDATA[diz Hospital São Paulo]]></category>
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		<category><![CDATA[UTI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. O cacique Raoni Metukire, de 94 anos, foi submetido na tarde de sábado (20) a uma cirurgia para desobstrução intestinal, no hospital da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na capital paulista. O procedimento foi feito sem complicações, com uma técnica minimamente invasiva. Posteriormente, o cacique foi transferido para Unidade de Terapia Intensiva (UTI), para se recuperar da cirurgia e do quadro de desidratação e pneumonia aspirativa. Em boletim divulgado às 11h30 deste domingo (21), o hospital afirma que o cacique segue com boa evolução clínica, afebril e respirando em ar ambiente. Está consciente e respondendo às solicitações.  O Instituto Raoni, que presta informações sobre o estado de saúde do cacique, nas redes sociais, agradeceu a todos que vibraram positivamente pela cirurgia e pela recuperação&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/apos-cirurgia-cacique-raoni-segue-com-boa-evolucao-clinica-em-uti/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Editoria.</p>

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<p>O cacique Raoni Metukire, de 94 anos,<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/cacique-raoni-fara-cirurgia-de-desobstrucao-intestinal-neste-sabado" target="_blank"> foi submetido na tarde de sábado (20) a uma cirurgia para desobstrução intestinal, no hospital da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na capital paulist</a>a.</p>
<p>O procedimento foi feito sem complicações, com uma técnica minimamente invasiva. Posteriormente, o cacique foi transferido para Unidade de Terapia Intensiva (UTI), para se recuperar da cirurgia e do quadro de desidratação e pneumonia aspirativa.</p>
<p><strong>Em boletim divulgado às 11h30 deste domingo (21), o hospital afirma que o cacique segue com boa evolução clínica, afebril e respirando em ar ambiente. Está consciente e respondendo às solicitações. </strong></p>
<p>O Instituto Raoni, que presta informações sobre o estado de saúde do cacique, nas redes sociais, agradeceu a todos que vibraram positivamente pela cirurgia e pela recuperação da liderança indígena.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A cirurgia foi um sucesso e ele permanece na UTI para observação, recebendo todos os cuidados&#8221;, afirma o instituto, em nota. &#8220;Nossa profunda gratidão por cada gesto de carinho e solidariedade&#8221;.</p>
</blockquote>
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<p>Anteriormente, Raoni estava internado no hospital Maternidade Dois Pinheiros, em Sinop, no Mato Grosso. Ele foi transferido para São Paulo sexta-feira (19).</p>
<p>Em São Paulo, o acompanhamento de Raoni é conduzido pelo médico Franz Robert Apodaca Torrez, cirurgião e professor da Escola Paulista de Medicina da Unifesp.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/apos-cirurgia-cacique-raoni-segue-com-boa-evolucao-clinica-em-uti" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Sun, 21 Jun 2026 11:07:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/apos-cirurgia-cacique-raoni-segue-com-boa-evolucao-clinica-em-uti/">Após cirurgia, cacique Raoni segue com boa evolução clínica em UTI</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Cacique Raoni é submetido a cirurgia intestinal e segue na UTI</title>
		<link>https://weeknews.online/cacique-raoni-e-submetido-a-cirurgia-intestinal-e-segue-na-uti/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 14:19:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Cacique Raoni]]></category>
		<category><![CDATA[Cacique Raoni é transferido de Mato Grosso para São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O cacique Raoni Metukire, de 94 anos, foi submetido na tarde de sábado (20) a uma cirurgia para desobstrução intestinal, no hospital da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na capital paulista. O procedimento foi feito sem complicações, com uma técnica minimamente invasiva. Posteriormente, o cacique foi transferido para Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde deve se recuperar da cirurgia e do quadro de desidratação e pneumonia aspirativa. O Instituto Raoni, que presta informações sobre o estado de saúde do cacique, nas redes sociais, agradeceu a todos que vibraram positivamente pela cirurgia e pela recuperação da liderança indígena. &#8220;A cirurgia foi um sucesso e ele permanece na UTI para observação, recebendo todos os cuidados&#8221;, afirma o instituto, em nota. &#8220;Nossa profunda gratidão por&#8230;</p>
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<p>    </a>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p>O cacique Raoni Metukire, de 94 anos,<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/cacique-raoni-fara-cirurgia-de-desobstrucao-intestinal-neste-sabado" target="_blank"> foi submetido na tarde de sábado (20) a uma cirurgia para desobstrução intestinal, no hospital da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na capital paulist</a>a.</p>
<p>O procedimento foi feito sem complicações, com uma técnica minimamente invasiva. Posteriormente, o cacique foi transferido para Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde deve se recuperar da cirurgia e do quadro de desidratação e pneumonia aspirativa.</p>
<p>O Instituto Raoni, que presta informações sobre o estado de saúde do cacique, nas redes sociais, agradeceu a todos que vibraram positivamente pela cirurgia e pela recuperação da liderança indígena.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A cirurgia foi um sucesso e ele permanece na UTI para observação, recebendo todos os cuidados&#8221;, afirma o instituto, em nota. &#8220;Nossa profunda gratidão por cada gesto de carinho e solidariedade&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Anteriormente, Raoni estava internado no hospital Maternidade Dois Pinheiros, em Sinop, no Mato Grosso. Ele foi transferido para São Paulo sexta-feira (19).</p>
<p>Em São Paulo, o acompanhamento de Raoni é conduzido pelo médico Franz Robert Apodaca Torrez, cirurgião e professor da Escola Paulista de Medicina da Unifesp.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/cacique-raoni-e-submetido-cirurgia-intestinal-e-segue-na-uti" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Sun, 21 Jun 2026 11:07:00 -0300</p>
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		<item>
		<title>Projeto apoia mães e crianças atípicas tratadas à base de cannabis</title>
		<link>https://weeknews.online/projeto-apoia-maes-e-criancas-atipicas-tratadas-a-base-de-cannabis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 17:34:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>>Juiz autoriza farmácia de manipulação a fabricar produtos de cannabis]]></category>
		<category><![CDATA[Abecmed]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil atingiu a marca de 672 mil pacientes que se tratam com cannabis]]></category>
		<category><![CDATA[Canabidiol]]></category>
		<category><![CDATA[Canabidiol: em favelas do RJ]]></category>
		<category><![CDATA[canabis]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando de Noronha]]></category>
		<category><![CDATA[filho atípico]]></category>
		<category><![CDATA[mãe atípica]]></category>
		<category><![CDATA[maioria depende de ajuda para tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa da UFRJ identifica canabidiol em planta nativa brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[STJ decide que paciente tem direito a receber canabidiol da União]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Na ilha de Fernando de Noronha, a professora Rayane Dixie dos Santos, de 31 anos, vivia uma situação complicada com seu filho neurodivergente. A mãe solo de uma criança com o Transtorno do Espectro Autista (TEA) de suporte 2 e com o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), lidava com intensas crises de agitação e agressividade de seu filho. Além do cuidado com a criança atípica, Rayane precisava dividir sua atenção com o outro filho e o emprego. Com tamanha demanda, a professora logo percebeu que estava adoecendo: “Eu sou a única que cuida dele. A rotina pesada de mãe atípica me levou a um quadro de ansiedade generalizada e problemas com sono”, contou Rayane. Há cerca de três meses, em&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/projeto-apoia-maes-e-criancas-atipicas-tratadas-a-base-de-cannabis/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>Na ilha de Fernando de Noronha, a professora Rayane Dixie dos Santos, de 31 anos, vivia uma situação complicada com seu filho neurodivergente.</strong></p>
<p>A mãe solo de uma criança com o Transtorno do Espectro Autista (TEA) de suporte 2 e com o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), lidava com intensas crises de agitação e agressividade de seu filho.</p>
<p>Além do cuidado com a criança atípica, Rayane precisava dividir sua atenção com o outro filho e o emprego. Com tamanha demanda, a professora logo percebeu que estava adoecendo:</p>
<blockquote>
<p>“Eu sou a única que cuida dele. A rotina pesada de mãe atípica me levou a um quadro de ansiedade generalizada e problemas com sono”, contou Rayane.</p>
</blockquote>
<p><strong>Há cerca de três meses, em março, o filho de Rayane iniciou um tratamento à base de canabidiol (CBD) – composto natural extraído da cannabis – e apresentou mudanças positivas de comportamento, com a diminuição das crises.</strong></p>
<p>O tratamento com canabidiol foi viabilizado pelo Projeto Noronha, uma iniciativa conjunta entre a Associação Brasileira de Estudos dos Canabinóides (Abecmed), a Associação de Mães Atípicas de Fernando de Noronha (AMA-FN) e a Administração Distrital da ilha.</p>
<p> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=462034:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/4_-_parque_nacional_de_marinho_fernando_de_noronha_creditomarcelo_krause_1.jpg" alt="08/05/2026 - Visitação recorde em unidades de conservação injeta R$ 20 bilhões no PIB e gera mais de 332 mil empregos. Parque Nacional de Marinho Fernando de Noronha. Foto: Marcelo Krause/ ICMBio" title="Marcelo Krause/ ICMBio"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/4_-_parque_nacional_de_marinho_fernando_de_noronha_creditomarcelo_krause_1.jpg" alt="08/05/2026 - Visitação recorde em unidades de conservação injeta R$ 20 bilhões no PIB e gera mais de 332 mil empregos. Parque Nacional de Marinho Fernando de Noronha. Foto: Marcelo Krause/ ICMBio" title="Marcelo Krause/ ICMBio"/><br />
    <!-- END scald=462034 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=462034-->08/05/2026 &#8211; O tratamento com canabidiol foi viabilizado pelo Projeto Noronha, uma iniciativa conjunta entre a Abecmed, AMA-FN) e a Administração Distrital da ilha. Foto: Marcelo Krause/ ICMBio &#8211; <strong>Marcelo Krause/ ICMBio</strong><!--END copyright=462034--></p>
</div>
</div>
<p>Em fevereiro e maio deste ano, o projeto realizou dois mutirões, com o objetivo de promover uma opção de tratamento integrativo e gerar conhecimento sobre o tema. O movimento realizou, de forma gratuita, 126 consultas médicas e distribuiu 221 óleos de canabidiol.</p>
<p>Agora, a iniciativa viabiliza a construção de uma futura sede em um terreno cedido pela Administração da ilha. Com o novo espaço, as famílias neuroatípicas poderão receber acompanhamento, orientação e acolhimento de maneira integral.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A maior parte dos mutirões de saúde realizados no Brasil acontece uma única vez. A equipe atende a população e depois vai embora. Em Noronha, estamos construindo algo diferente. Já voltamos à ilha uma segunda vez, retornaremos a cada três meses e agora estamos ajudando a estruturar uma rede permanente de suporte para essas famílias&#8221;, afirma Alexandre Assis, diretor da Abecmed.</p>
</blockquote>
<p>Outro aspecto do projeto é a atenção para as mães das crianças atípicas, que constantemente são as únicas que desempenham o papel de cuidado integral dos filhos.</p>
<p>Ladislau Porto, um dos idealizadores da iniciativa, diz que o projeto pensou também no atendimento às mulheres com filhos atípicos: “Quando a criança está em crise, ela tem a mãe. Quando a mãe está em crise, ela não tem ninguém”. Em razão disso, o programa oferece atendimento e acompanhamento às mulheres.</p>
<p><strong>Uma das mães atendidas pelo programa é Rebeca Allen, presidente da associação de mães do arquipélago</strong>. Rebeca tem um filho de sete anos com TDAH e Transtorno do Processamento Sensorial. Ela desenvolveu depressão e Transtorno de Ansiedade Generalizada por causa da sobrecarga do cuidado maternal.</p>
<blockquote>
<p>“Eu comecei a sentir os sinais em torno de 2023, quando estava em busca de ajuda para o meu filho. Comecei a esquecer das coisas, ter falta de ar e pontadas no coração. Mas eu pensava ‘meu Deus, eu sou o contato de emergência do meu filho, eu preciso me cuidar’”.</p>
</blockquote>
<p>Ela foi atrás de atendimento médico e começou a tomar remédios para dormir, porém os sintomas não melhoraram. Com a introdução do canabidiol, em fevereiro deste ano, Rebeca notou melhora no controle da ansiedade e na qualidade do sono, com mais foco e organizada.</p>
<p><strong>O filho de Rebeca também começou um tratamento com o CBD em fevereiro. Ela notou que ele apresentou redução significativa na agressividade e maior colaboração na terapia e na escola.</strong></p>
<p><strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-11/brasil-atingiu-marca-de-672-mil-pacientes-que-se-tratam-com-cannabis" target="_blank">>>Brasil atingiu a marca de 672 mil pacientes que se tratam com cannabis</a></strong></p>
<h2>Um problema de saúde pública</h2>
<p>A iniciativa apoia-se numa grande questão estrutural e geográfica do distrito de Fernando de Noronha, que dificulta o acesso à saúde pública. <strong>A ilha tem apenas uma unidade médica de atendimento público, o Hospital São Lucas, que presta serviços de média complexidade</strong>. Para casos complexos, o atendimento é realizado em redes complementares, localizadas no continente.</p>
<p>Para os moradores de Noronha, as viagens para atendimentos médicos complexos podem ser bem cansativas, visto que a distância da ilha para Recife, principal polo de apoio médico para os ilhéus, é de 545 quilômetros.</p>
<p><strong>Além disso, o isolamento dos habitantes do arquipélago tem causado problemas psicológicos, com altos índices de depressão, ansiedade, insônia, além de questões neurológicas.</strong></p>
<p>O relatório de impacto do segundo mutirão realizado pela Abecmed, em maio, sugere que a população tem demandas persistentes para atendimentos psicológicos. A organização atendeu 58 pacientes que relataram sérias questões deste tipo.</p>
<p>A distribuição de diagnósticos e sintomas mostra que 70,6% dos pacientes buscaram atendimento médico para questões ligadas à saúde mental. Em seguida, aparecem neurodivergências (41,3%), dor crônica e osteomuscular (29,6%), sono (32%) e condições neurológicas (6,8¨%). Um mesmo paciente pode apresentar um ou mais diagnósticos e sintomas simultaneamente.</p>
<p> </p>
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<p><!--copyright=338794-->Brasília (DF) -Extrato de Cannabis é utilizado para dores físicas e mentais. &#8211; Imagem: TV Brasil &#8211; <strong>TV Brasil</strong><!--END copyright=338794--></p>
</div>
</div>
<p><strong>Os sintomas mais relatados foram ansiedade (25), insônia (16), dor crônica (11), alterações de humor (3), crises de pânico (3), bruxismo (3) e dificuldades de concentração (2).</strong></p>
<p>Sobre questões ligadas ao neurodesenvolvimento, os principais diagnósticos eram de TEA (10), TDAH (10), Transtorno Opositor Desafiador &#8211; TOD (2) e casos em investigação para TEA/TDAH (2).</p>
<p>A partir das intervenções na saúde pública da ilha, a organização sem fins lucrativos busca estudar o impacto social e econômico da ação. <strong>“Estamos coletando dados e iremos levar mais pesquisadores [para o arquipélago], com o intuito de gerar pesquisas na área”, disse Alexandre Assis.</strong></p>
<h2>Tratamento via canabidiol</h2>
<p>O interesse no uso medicinal da cannabis cresceu na última década. Desde 2012, pesquisadores têm observado o potencial do extrato da canabis para tratamentos neurológicos e psicológicos.</p>
<blockquote>
<p>“Os canabinoides são potentes anti-inflamatórios. Ele tem um efeito antioxidante que é importante em várias condições neurológicas, como epilepsia, esquizofrenia e depressão”, explicou o neurologista e voluntário do Projeto Noronha, Eduardo de Sá Faveret.</p>
</blockquote>
<p><strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-12/juiz-autoriza-farmacia-de-manipulacao-fabricar-produtos-de-cannabis" target="_blank">>>Juiz autoriza farmácia de manipulação a fabricar produtos de cannabis</a></strong></p>
<p>No caso de pessoas com TEA, o canabidiol ajuda a controlar agressividade, insônia e agitação. Muitas pessoas com autismo sofrem com a sobrecarga sensorial porque o sistema endocanabinoide delas – responsável pela filtração de ruídos, luzes, cheiros e toque, além de fundamental para dormir, relaxar, comer e esquecer – é reduzido.</p>
<p><strong>“O sistema endocanabinoide regula diversas funções do nosso corpo, buscando manter o equilíbrio ou a recuperação de situações de estresse físico ou emocional. Essa regulação envolve diversos receptores que são chamados de transientes. O canabidiol atua ativando e esgotando os receptores transientes. Na prática, isso reduz essa hipersensibilidade”, disse o neurologista.</strong></p>
<p>Um diferencial do tratamento com canabidiol em relação a outros medicamentos aprovados, como a Risperidona e o Aripiprazol, é de que o CBD não deixa o paciente sedado ou dopado, como aponta o psiquiatra e voluntário Wilson Lessa Junior.</p>
<p>“A dose [de outros medicamentos] que deixa muito sedado acaba tendo impacto no tratamento ‘ouro’ para o espectro autista, que é o tratamento multidisciplinar, com terapia ocupacional, fono, psicólogo etc. A criança, para poder ter proveito dessa terapia, precisa estar acordada. O canabidiol acaba tendo essa coisa de diminuir a agressividade, mas sem dar sono, e a pessoa permanece ativa”, explicou Wilson.</p>
<p><em>*Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/projeto-apoia-maes-e-criancas-atipicas-tratadas-base-de-cannabis" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Sat, 20 Jun 2026 14:10:00 -0300</p>
<p></p>

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		<title>Ministério da Saúde começa a vacinar crianças com a Pneumo 20</title>
		<link>https://weeknews.online/ministerio-da-saude-comeca-a-vacinar-criancas-com-a-pneumo-20/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 17:27:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[diz Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Pneumo-20]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS começa em duas semanas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Ministério da Saúde iniciou neste sábado (20) a aplicação da vacina pneumocócica 20-valente (VPC20), conhecida como Pneumo 20, em crianças menores de 5 anos. O imunizante, disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal causadora de doenças graves como pneumonia e meningite, responsáveis por hospitalizações, sequelas e óbitos. A vacina irá substituir a pneumocócica 10-valente (VPC10) que protegia contra dez sorotipos da bactéria. Neste primeiro momento, a vacinação é destinada apenas a crianças, de acordo com o histórico vacinal individual e as doses já recebidas da VPC10.  “Além das crianças de até 5 anos, essa vacina vai estar disponível no SUS para os idosos acamados e idosos que têm pneumopatia crônica, e doença pulmonar&#8230;</p>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>O Ministério da Saúde iniciou neste sábado (20) a aplicação da vacina pneumocócica 20-valente (VPC20), conhecida como Pneumo 20, em crianças menores de 5 anos. </strong></p>
<p>O imunizante, disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), protege contra 20 sorotipos da bactéria <em>Streptococcus pneumoniae</em>, principal causadora de doenças graves como pneumonia e meningite, responsáveis por hospitalizações, sequelas e óbitos.</p>
<p>A vacina irá substituir a pneumocócica 10-valente (VPC10) que protegia contra dez sorotipos da bactéria. <strong>Neste primeiro momento, a vacinação é destinada apenas a crianças, de acordo com o histórico vacinal individual e as doses já recebidas da VPC10. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Além das crianças de até 5 anos, essa vacina vai estar disponível no SUS para os idosos acamados e idosos que têm pneumopatia crônica, e doença pulmonar crônica. Então, além de uma proteção às crianças, também gera um alívio no bolso das famílias”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. </p>
</blockquote>
<p>O evento que marcou o início da vacinação com a Pneumo 20 ocorreu na Zona Sul de São Paulo, na AMA/Unidade Básica de Saúde (UBS) Integrada Vila Prel, na região do Campo Limpo.</p>
<p><strong>A estimativa do Ministério da Saúde é de imunizar cerca de 2 milhões de crianças em todo o país. O SUS adquiriu mais de 8 milhões de doses e já completou a distribuição aos estados e municípios.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Estamos começando essa estratégia nacional de vacinação da Pneumo 20 aqui na cidade de São Paulo, que é a nossa maior cidade do Brasil e que tem que ser a capital não só brasileira, mas a capital mundial da vacinação. Queria reforçar para os pais: procure a sua unidade básica de saúde mais próxima, onde a vacina já está disponível a todos os municípios brasileiros”, acrescentou o ministro.</p>
</blockquote>
<p>Na capital paulista, a vacina estará disponível nas Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Integradas até as 19h deste sábado. A partir de segunda-feira (22), a aplicação será ampliada para todas as UBSs da capital.</p>
<h2>Proteção ampliada</h2>
<p>Segundo o ministério, o diferencial da nova vacina é a ampliação da proteção imunológica, relacionada aos sorotipos que mais causam pneumonia invasiva, especialmente os tipos 3, 6A e 19A, sendo mais abrangente do que as formulações anteriores. A vacina também atua contra a otite média, condição que pode levar à perda auditiva e infecção generalizada.</p>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença pneumocócica é a maior causa de mortalidade infantil por doença prevenível. <strong>No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil óbitos, o que representa uma taxa de letalidade superior a 30%. </strong>Entre crianças menores de 5 anos, foram 616 casos e 188 mortes no mesmo período.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/ministerio-da-saude-comeca-vacinar-criancas-com-pneumo-20" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Sat, 20 Jun 2026 14:19:00 -0300</p>
<p></p>

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		<title>Cacique Raoni fará cirurgia de desobstrução intestinal neste sábado</title>
		<link>https://weeknews.online/cacique-raoni-fara-cirurgia-de-desobstrucao-intestinal-neste-sabado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 16:48:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Cacique Raoni]]></category>
		<category><![CDATA[Cacique Raoni é transferido de Mato Grosso para São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Cacique Raoni volta a ser internado em estado grave no Mato Grosso]]></category>
		<category><![CDATA[Cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[diz Hospital São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[foi transferido para a capital]]></category>
		<category><![CDATA[mas estável]]></category>
		<category><![CDATA[Quadro de saúde de Raoni é grave]]></category>
		<category><![CDATA[Raoni estava internado]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[UTI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O cacique Raoni Metukire, de 94 anos, será submetido, neste sábado (20), a uma cirurgia de desobstrução intestinal no Hospital São Paulo (HSP), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na capital paulista. “O paciente encontra-se internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e passou bem durante a noite, afebril, respirando sem auxílio de aparelhos. Está em uso de antibioticoterapia e de tratamento de suporte clínico. Está programada para hoje à tarde uma cirurgia de desobstrução intestinal”, diz boletim médico divulgado às 12h30. O cacique deu entrada nesta sexta-feira no HSP, apresentando quadro de obstrução intestinal, desidratação e pneumonia aspirativa. O quadro de saúde foi considerado grave, mas estável. Anteriormente, Raoni estava internado no hospital Maternidade Dois Pinheiros, em Sinop, no norte de&#8230;</p>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p>O cacique Raoni Metukire, de 94 anos, será submetido, neste sábado (20), a uma cirurgia de desobstrução intestinal no Hospital São Paulo (HSP), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na capital paulista.</p>
<p>“O paciente encontra-se internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e passou bem durante a noite, afebril, respirando sem auxílio de aparelhos. Está em uso de antibioticoterapia e de tratamento de suporte clínico. Está programada para hoje à tarde uma cirurgia de desobstrução intestinal”, diz boletim médico divulgado às 12h30.</p>
<p>O cacique deu entrada nesta sexta-feira no HSP, apresentando quadro de obstrução intestinal, desidratação e pneumonia aspirativa. O quadro de saúde foi considerado grave, mas estável.</p>
<p>Anteriormente, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-06/cacique-raoni-volta-ser-internado-no-mato-grosso-em-estado-grave" target="_blank">Raoni estava internado</a> no hospital Maternidade Dois Pinheiros, em Sinop, no norte de Mato Grosso. Ele <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-06/cacique-raoni-e-transferido-de-mato-grosso-para-sao-paulo" target="_blank">foi transferido para a capital</a> paulista na sexta-feira (19).</p>
<p>Em São Paulo, o acompanhamento do quadro de saúde de Raoni é conduzido pelo médico Franz Robert Apodaca Torrez, cirurgião e professor da Escola Paulista de Medicina da Unifesp.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/cacique-raoni-fara-cirurgia-de-desobstrucao-intestinal-neste-sabado" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Sat, 20 Jun 2026 13:40:00 -0300</p>
<p></p>

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		<item>
		<title>Brasil deverá ter centro para enfrentamento de emergências em saúde </title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-devera-ter-centro-para-enfrentamento-de-emergencias-em-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 13:19:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Guerras no Congo e menor cooperação em saúde favorecem surto do ebola]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sarampo: infectologista alerta sobre vacinação em viagens para a Copa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Até o final deste ano, o Brasil deverá criar um centro para o enfrentamento de emergências em saúde pública. A proposta é que o Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp), como vem sendo chamado, seja uma instituição para tornar o país mais resiliente e preparado para enfrentar futuras epidemias, surtos e outras emergências sanitárias e até climáticas. A ideia foi idealizada pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS) e vem sendo estudada há alguns anos por especialistas de diversas instituições do país, que pensaram em criar uma estrutura que respeite as normas do Regulamento Sanitário Internacional (RSI) e também seja integrada ao Sistema Único de Saúde e vinculada ao Ministério da Saúde. A governança deve ficar sob a responsabilidade da Fundação Oswaldo&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>Até o final deste ano, o Brasil deverá criar um centro para o enfrentamento de emergências em saúde pública. A proposta é que o Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp), como vem sendo chamado, seja uma instituição para tornar o país mais resiliente e preparado para enfrentar futuras epidemias, surtos e outras emergências sanitárias e até climáticas.</strong></p>
<p>A ideia foi idealizada pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS) e vem sendo estudada há alguns anos por especialistas de diversas instituições do país, que pensaram em criar uma estrutura que respeite as normas do Regulamento Sanitário Internacional (RSI) e também seja integrada ao Sistema Único de Saúde e vinculada ao Ministério da Saúde. A governança deve ficar sob a responsabilidade da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p><strong>Segundo a proposta, as verbas para o funcionamento do centro seriam provenientes do Orçamento Geral da União.</strong> Também está prevista a captação de recursos complementar por meio de convênios internacionais e geração de receitas próprias.</p>
<p>“A proposta prevê que o centro funcione em lógica de rede, trabalhando de forma estreita e colaborativa com o Ministério da Saúde, as secretarias estaduais e municipais, universidades e instituições de pesquisa. Uma de suas grandes inovações será a intersetorialidade: ele promoverá a colaboração permanente entre diferentes setores do governo — como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência, tecnologia e inovação —, além de garantir articulação com a sociedade civil”, explicou Gerson Penna, diretor-presidente do Instituto Todos pela Saúde (ITpS).</p>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, Penna ressaltou que o centro vem sendo planejado como uma política de Estado e não de governo, para não ser suscetível a intercorrências políticas, como ocorreu durante a pandemia de covid-19.</p>
<blockquote>
<p>“Entendemos que uma estrutura permanente com foco em prevenção, preparação e resposta a emergências em saúde pública ajudará o Brasil a reagir mais prontamente às crises”, disse Penna.</p>
</blockquote>
<p>Segundo ele, a pandemia de covid-19, que vitimou mais de 7 milhões de pessoas no mundo, sendo 10% dessas mortes no Brasil, expôs as vulnerabilidades do sistema de saúde do país.</p>
<p>&#8220;Apesar da imensa capacidade do SUS, sofremos com a falta de coordenação do governo federal, com uma comunicação inconsistente e com os ataques do negacionismo científico. O centro trará uma perspectiva nacional unificada, pactuada e baseada exclusivamente nas melhores evidências científicas, fornecendo uma liderança forte e confiável para que os mesmos erros não se repitam”, reforçou.</p>
<p><strong>Uma das funções do Centro será o monitoramento de riscos e estratégias de prevenção, controle e combate a futuras epidemias e pandemias, de modo que o país não reaja tardiamente às crises sanitárias. </strong>Ele também deve ficar responsável pela implementação da Política Nacional de Emergências de Saúde Pública (Pnesp).</p>
<p>“O centro trabalhará em um cenário global cada vez mais complexo, fortemente impactado pelas emergências climáticas, pelo desmatamento e pelos deslocamentos populacionais em larga escala. Apenas em 2024, por exemplo, o Brasil enfrentou simultaneamente a maior epidemia de dengue da história, surtos de mpox, oropouche e a ameaça iminente da gripe aviária, sem falar nas emergências climáticas e desastres. O centro existirá exatamente para atuar nesse espectro amplo de ameaças”, destacou Penna.</p>
<h2>Agilidade</h2>
<p>Com o novo centro, as respostas para situações de emergência poderão ser mais ágeis e articuladas, destacam seus idealizadores.</p>
<p>“O que nós temos hoje funciona e é feito com muita dedicação por milhares de trabalhadores, técnicos e profissionais, epidemiologistas, matemáticos, médicos e enfermeiros. Mas a gente avalia que a estruturação de uma organização específica e que cuide disso em conjunto com estados e municípios, e com uma área de inteligência epidemiológica, possa dar uma solução muito mais ágil e muito mais adequada”, reforçou o ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão, que fez parte do grupo de especialistas que ajudou a propor a criação do centro.</p>
<p><strong>Entre as vantagens desse centro, disse Temporão, estariam a constituição de uma governança específica e de uma equipe técnica de alta qualidade, que seria permanente para atuar nessas emergências. </strong></p>
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<p>“Nessa nova governança você teria a oportunidade de criar um corpo técnico especializado, cobrindo as várias áreas que envolvem a questão da detecção, do manejo, do enfrentamento, da comunicação e da avaliação, evidentemente sob o controle do Ministério da Saúde e em estreita colaboração com os estados e municípios. Acho que é um salto de qualidade que o Brasil vai dar, com certeza”, disse o ex-ministro. </p>
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<p><strong>A expectativa do governo federal é que o centro seja criado ainda neste ano, segundo a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão.   </strong></p>
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<p>“Temos um projeto de lei em andamento para instituir uma política de estado para emergência de doença – e que não fique à mercê de um gestor que resolve não reconhecer o que é evidência científica e fazer políticas fora do que é recomendado internacionalmente”, explicou durante um curso oferecido a jornalistas pelo ITpS.</p>
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<p>“Isso ainda está sendo discutido no âmbito da Fiocruz, em uma nova Fiocruz, que teria mais agilidade para gestão desse tipo de processo”, disse a secretária.</p>
<p>De acordo com Gerson Penna, o Ministério da Saúde ainda está decidindo como será encaminhada essa proposta de criação do centro. Enquanto isso não ocorre, ele defende  que o Brasil ainda precisa discutir a Política Nacional de Emergências de Saúde Pública e atualizar o seu arcabouço legal.</p>
<p>“As leis que vigoraram durante a pandemia de covid-19 foram feitas especificamente para o período e se extinguiram junto com a suspensão do estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (Espii). Diante de um cenário global incerto, que inclui até mesmo riscos geopolíticos, o país necessita de respostas inovadoras e duradouras com urgência. Nossa expectativa é que a discussão caminhe neste ano e que o centro comece a ser implementado em 2027”, afirmou o diretor-presidente do ITpS.</p>
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<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/brasil-devera-ter-centro-para-enfrentamento-de-emergencias-em-saude" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
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<p>Sat, 20 Jun 2026 10:06:00 -0300</p>
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