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	<title>Arquivo de Seis em cada dez quilombolas vivem em área rural - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Seis em cada dez quilombolas vivem em área rural - WeekNews</title>
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		<title>Grileiros ameaçam servidores do Incra e quilombolas em área de Goiás</title>
		<link>https://weeknews.online/grileiros-ameacam-servidores-do-incra-e-quilombolas-em-area-de-goias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Aug 2025 16:21:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Ameaças]]></category>
		<category><![CDATA[Arroz produzido por quilombolas abastece cozinha solidária em Sergipe]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[Governo entrega certidão de autodefinição a quilombolas do Maranhão]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisadores]]></category>
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		<category><![CDATA[revela Censo do IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Seis em cada dez quilombolas vivem em área rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Uma equipe de pesquisadores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) tem sido ameaçada, nos últimos dias, por grileiros em extensa área rural (de aproximadamente 1,5 mil hectares), chamada de Antinha de Baixo, na cidade de Santo Antônio do Descoberto (GO).  Esses profissionais avaliam se o território pode ser demarcado e titulado como remanescente quilombola. Para os descendentes, o lugar é “Antinha dos Pretos”. Lideranças da comunidade quilombola também se sentem ameaçadas (foto). Notícias relacionadas: Seis em cada dez quilombolas vivem em área rural, revela Censo do IBGE. Governo entrega certidão de autodefinição a quilombolas do Maranhão. Arroz produzido por quilombolas abastece cozinha solidária em Sergipe. “A etapa do estudo antropológico (atualmente em andamento) tem sido marcada por fortes ameaças contra&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>Uma equipe de pesquisadores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) tem sido ameaçada, nos últimos dias, por grileiros em extensa área rural (de aproximadamente 1,5 mil hectares), chamada de Antinha de Baixo, na cidade de Santo Antônio do Descoberto (GO). <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755447667_974_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755447667_589_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Esses profissionais avaliam se o território pode ser demarcado e titulado como remanescente quilombola. Para os descendentes, o lugar é “Antinha dos Pretos”. Lideranças da comunidade quilombola também se sentem ameaçadas (foto).</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Seis em cada dez quilombolas vivem em área rural, revela Censo do IBGE.</li>
<li>Governo entrega certidão de autodefinição a  quilombolas do Maranhão.</li>
<li>Arroz produzido por quilombolas abastece cozinha solidária em Sergipe.</li>
</ul>
<p>“A etapa do estudo antropológico (atualmente em andamento) tem sido marcada por fortes ameaças contra os servidores do Incra-DF e Entorno”, informou o órgão em documento enviado à <strong>Agência Brasil</strong>.  </p>
<p>O Incra não divulga os nomes dos autores das ameaças e como procedem. Questionado, o órgão disse que partiriam “de pessoas e grupos, inclusive políticos, que têm interesses nessas terras”.</p>
<p><strong>Para garantir a segurança dos pesquisadores, o Incra informou que procurou apoio das “instituições do sistema de justiça e forças de segurança para acompanhar o processo investigativo por meio da Câmara Nacional de Conciliação Agrária”.</strong></p>
<p>Questionada sobre a denúncia do Incra, a Polícia Militar do Estado de Goiás informou que atua de forma preventiva e ostensiva. “Em relação ao fato mencionado, não recebeu nenhuma solicitação formal, mas se coloca à disposição de qualquer interessado”, afirmou. A Secretaria de Segurança Pública não respondeu os questionamentos da reportagem. </p>
<p> </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/0d7a3913.jpg" alt="Santo Antônio do Descoberto (GO), 08/08/2025 - Desocupação de área rural no entorno do DF remanescente de quilombo. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta"><!--copyright=433512-->Santo Antônio do Descoberto (GO), 08/08/2025 &#8211; Desocupação de área rural no entorno do DF remanescente de quilombo. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil &#8211; <strong>Valter Campanato/Agência Brasil</strong><!--END copyright=433512--></h6>
</div>
</div>
<p> </p>
<h2>Conflito judicial</h2>
<p>Liderança comunitária em Santo Antônio do Descoberto, a professora Railda Oliveira testemunha que a equipe do Incra precisou de apoio da Polícia Federal para fazer o trabalho de coleta de material. “As pessoas estavam realmente ameaçadas na comunidade de Antinha”.</p>
<p>Para os pesquisadores, tudo pode ser importante. Rastros, pistas, reminiscências, documentos, inscrições, informações orais e até cruz de cemitério. O primeiro passo para o reconhecimento como território quilombola foi dado por parte da comunidade ao solicitar o autorreconhecimento pela Fundação Cultural Palmares. </p>
<p>O documento da Fundação Palmares foi publicado no dia 1º de agosto. Dois dias antes, uma decisão assinada pela juíza Ailime Virgínia Martins determinava a desocupação de 32 imóveis da comunidade.</p>
<p>A disputa judicial pela região começou na década de 1940. O morador Francisco Apolinário Viana pediu que a terra fosse regularizada no nome dele. Em 1985, mais três pessoas (Luiz Soares de Araújo, Raul Alves de Andrade Coelho e Maria Paulina Boss) também entraram na justiça. Lideranças da comunidade alegam que os documentos seriam falsos. Maria Paulina era esposa de Emival Caiado. Com esse argumento, os descendentes dessa família pediram a posse.</p>
<p>A comunidade reclamou que a decisão não levou em conta o pedido de remeter o caso à Justiça Federal ao ignorar o protocolo feito para a Fundação Palmares. No dia 5 de agosto, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, havia decidido suspender a ordem de desocupação. O caso passou a ser da alçada da Justiça Federal.</p>
<p>Só que pelo menos 10 casas foram destruídas por homens em tratores a serviço de beneficiários da decisão. Membros da comunidade <strong>(foto em destaque)</strong> apontaram que um fazendeiro chamado Murilo Caiado se apresentou como proprietário da área e que teria dado ordens para tomar posse dos imóveis. O empresário não foi localizado pela reportagem. </p>
<p>Outro beneficiário seria o irmão dele, o desembargador Breno Caiado. A <strong>Agência Brasil</strong> também não conseguiu contato com o magistrado.  </p>
<p>Eles são primos do atual governador de Goiás, Ronaldo Caiado. Por meio da assessoria de comunicação, o governo afirma que Caiado não é parte do processo e que não cabe comentário sobre decisão judicial.</p>
<p>O advogado Francisco Porfírio, de 56 anos, que mora na região desde 2005 e é presidente da associação dos moradores, disse que a derrubada foi traumática. “Resta entrar na Justiça para ser indenizado”, afirmou enquanto levava móveis em uma caminhonete para a casa de um familiar.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/0d7a3861.jpg" alt="Santo Antônio do Descoberto (GO), 08/08/2025 - Francisco Porfírio fala sobre área de desocupação rural no entorno do DF remanescente de quilombo. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta"><!--copyright=433506-->Santo Antônio do Descoberto (GO), 08/08/2025 &#8211; Francisco Porfírio fala sobre área de desocupação rural no entorno do DF remanescente de quilombo. Foto: <strong>Valter Campanato/Agência Brasil</strong><!--END copyright=433506--></h6>
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<h2>Quilombolas</h2>
<p>A decisão do STF representou alívio para o motorista Jair da Silva Moreira, de 58 anos, uma das lideranças quilombolas do local. Ele é nascido e criado na mesma casa, construída há mais de 60 anos, e que ficou por um triz de ser derrubada na primeira semana de agosto. “Eu e minha família ficamos sem dormir. Não tem como ficar tranquilo. Meu avô Saturnino (já falecido) também sempre recebeu ameaças por ser quilombola e morar aqui”.</p>
<p>Tomar banho no Córrego da Inês, apreciar a vista do Morro da Liduvina, correr por entre o canavial, recostar-se à sombra da mangueira plantada pelo avô. Cada cantinho de Antinha de Baixo tem significados especiais para a família dele &#8211; cerca de 400 pessoas.</p>
<p> “Todos ficamos inconformados e, depois, um pouco mais aliviados. Mas ainda há pessoas armadas andando pela nossa comunidade que é de nossos ancestrais”. Nas proximidades de casa, está o cemitério em que os avós e bisavós estão enterrados.</p>
<p>O avô Saturnino, segundo o neto, já tinha sido ameaçado por fazendeiros do local, segundo Jair. “Meu avô já dizia que eles iriam criar uns documentos falsos para tomar nossa terra. Isso foi em 1995”, recorda. Desta vez, em 2025, viu de novo pessoas circulando armadas e tirando fotos das casas deles. “No dia em que iriam derrubar minha casa, um homem ficou na porta de casa e o outro ficou lá dentro”, disse. Uma marca de saudade é uma mangueira que ele viu o avô plantar há 50 anos. </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/0d7a3987.jpg" alt="Santo Antônio do Descoberto (GO), 08/08/2025 - Jair da Silva mostra área de desocupação rural no entorno do DF remanescente de quilombo. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta"><!--copyright=433520-->Santo Antônio do Descoberto (GO), 08/08/2025 &#8211; Jair da Silva mostra área de desocupação rural no entorno do DF remanescente de quilombo. Foto:<strong>Valter Campanato/Agência Brasil</strong><!--END copyright=433520--></h6>
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</div>
<p>O primo de Jair, o agricultor Gilson Pereira, de 48 anos, diz que a roça de casa é a vida para eles. “Quem tenta tirar a gente daqui, quer nos matar. Eu não sei fazer outra coisa sem ser plantar para viver e vender na feira da cidade”.</p>
<p>Nos fundos da casa, estão as plantações de milho, feijão, banana e cana. Outra especialidade da família é a produção e venda da rapadura. “O doce é símbolo da nossa resistência também. É nossa raiz. Temos tanta história dos nossos antepassados, e a gente viu que ia perder tudo de um minuto para o outro”, afirma Gilson. </p>
<p>Quando se viu ameaçado, o agricultor lembrou do pai Espiridião Pereira, falecido há mais de seis anos, que o ensinou a plantar cana e a fazer a rapadura. Pensou também nos dois filhos, um adulto, advogado, e uma criança. Outra produtora rural quilombola, Geralda da Silva, de 56 anos, testemunha que todos na comunidade ainda estão assustados. “Inclusive as crianças que não entendiam o que estava ocorrendo. Elas choraram e agora estão mais tranquilas”.  </p>
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<h6 class="meta"><!--copyright=433513-->Santo Antônio do Descoberto (GO), 08/08/2025 &#8211; Gilson Dionísio fala sobre área de desocupação rural no entorno do DF remanescente de quilombo. Foto:<strong>Valter Campanato/Agência Brasil</strong><!--END copyright=433513--></h6>
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<p>Para outra produtora rural, Maria Aparecida da Silva, de 58 anos, que diz sentir felicidade em se identificar como quilombola, manter o chão onde nasceu significa manter a história viva para os oito filhos. “A gente ouve falar que esses fazendeiros podem estar interessados em nossa área por ser terra rara, rica em minérios. Mas nossa família só quer plantar”.</p>
<p>Diante do córrego de Antinha, em que os mais velhos se acostumaram a se refrescar, homens e mulheres da região estavam emocionados. “Essas águas são limpas. A gente pode beber. Nossos filhos e netos também viverão aqui. A gente ainda tem muito medo, mas agora também alguma esperança”, diz Jair Moreira. </p>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-08/grileiros-ameacam-servidores-do-incra-e-quilombolas-em-area-de-goias">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 17 Aug 2025 10:17:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>GO: grileiros ameaçam pesquisadores do Incra em área com quilombolas</title>
		<link>https://weeknews.online/go-grileiros-ameacam-pesquisadores-do-incra-em-area-com-quilombolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Aug 2025 13:31:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Ameaças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Uma equipe de pesquisadores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) tem sido ameaçada, nos últimos dias, por grileiros em extensa área rural (de aproximadamente 1,5 mil hectares), chamada de Antinha de Baixo, na cidade de Santo Antônio do Descoberto (GO).  Esses profissionais avaliam se o território pode ser definido como remanescente quilombola. Para os descendentes, o lugar é a comunidade “Antinha dos Pretos”. Notícias relacionadas: Seis em cada dez quilombolas vivem em área rural, revela Censo do IBGE. Governo entrega certidão de autodefinição a quilombolas do Maranhão. Arroz produzido por quilombolas abastece cozinha solidária em Sergipe. “A etapa do estudo antropológico (atualmente em andamento) tem sido marcada por fortes ameaças contra os servidores do Incra-DF e Entorno”, informou o órgão&#8230;</p>
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				</p>
<p>Uma equipe de pesquisadores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) tem sido ameaçada, nos últimos dias, por grileiros em extensa área rural (de aproximadamente 1,5 mil hectares), chamada de Antinha de Baixo, na cidade de Santo Antônio do Descoberto (GO). <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755437468_691_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755437469_519_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Esses profissionais avaliam se o território pode ser definido como remanescente quilombola. Para os descendentes, o lugar é a comunidade “Antinha dos Pretos”.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Seis em cada dez quilombolas vivem em área rural, revela Censo do IBGE.</li>
<li>Governo entrega certidão de autodefinição a  quilombolas do Maranhão.</li>
<li>Arroz produzido por quilombolas abastece cozinha solidária em Sergipe.</li>
</ul>
<p>“A etapa do estudo antropológico (atualmente em andamento) tem sido marcada por fortes ameaças contra os servidores do Incra-DF e Entorno”, informou o órgão em documento enviado à <strong>Agência Brasil</strong>.  </p>
<p>O Incra não divulga os nomes dos autores das ameaças e como procedem. Questionado, o órgão se limitou a escrever que partiriam “de pessoas e grupos, inclusive políticos, que têm interesses nessas terras”.</p>
<p>Para garantir a segurança dos pesquisadores, o Incra informou que procurou apoio das “instituições do sistema de justiça e forças de segurança para acompanhar o processo investigativo por meio da Câmara Nacional de Conciliação Agrária”.</p>
<p>Questionada sobre a denúncia do Incra, a Polícia Militar do Estado de Goiás informou que atua de forma preventiva e ostensiva. “Em relação ao fato mencionado, não recebeu nenhuma solicitação formal, mas se coloca à disposição de qualquer interessado”, afirmou. A Secretaria de Segurança Pública não respondeu os questionamentos da reportagem. </p>
<p>Para os pesquisadores, tudo pode ser importante. Rastros, pistas, reminiscências, documentos, inscrições, informações orais e até cruz de cemitério. O primeiro passo para o reconhecimento como território quilombola foi dado por parte da comunidade ao solicitar o autorreconhecimento pela Fundação Cultural Palmares. </p>
<p>Liderança comunitária em Santo Antônio do Descoberto, a professora Railda Oliveira testemunha que a equipe do Incra precisou de apoio da Polícia Federal para fazer o trabalho de coleta de material. “As pessoas estavam realmente ameaçadas na comunidade de Antinha”.</p>
<h2>Conflito judicial</h2>
<p>O documento da Fundação Palmares foi publicado no dia 1º de agosto. Dois dias antes, uma decisão assinada pela juíza Ailime Virgínia Martins determinava a desocupação de 32 imóveis da comunidade.</p>
<p>A disputa judicial pela região começou na década de 1940. O morador Francisco Apolinário Viana pediu que a terra fosse regularizada no nome dele. Em 1985, mais três pessoas (Luiz Soares de Araújo, Raul Alves de Andrade Coelho e Maria Paulina Boss) também entraram na justiça. Lideranças da comunidade alegam que os documentos seriam falsos. Maria Paulina era esposa de Emival Caiado. Com esse argumento, os descendentes dessa família pediram a posse.</p>
<p>A comunidade reclamou que a decisão não levou em conta o pedido de remeter o caso à Justiça Federal ao ignorar o protocolo feito para a Fundação Palmares. No dia 5 de agosto, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, havia decidido suspender a ordem de desocupação. O caso passou a ser da alçada da Justiça Federal.</p>
<p>Só que pelo menos 10 casas foram destruídas por homens em tratores a serviço de beneficiários da decisão. Membros da comunidade apontaram que um fazendeiro chamado Murilo Caiado se apresentou como proprietário da área e que teria dado ordens para tomar posse dos imóveis. O empresário não foi localizado pela reportagem. </p>
<p>Outro beneficiário seria o irmão dele, o desembargador Breno Caiado. A <strong>Agência Brasil</strong> também não conseguiu contato com o magistrado.  </p>
<p>Eles são primos do atual governador de Goiás, Ronaldo Caiado. Por meio da assessoria de comunicação, o governo afirma que Caiado não é parte do processo e que não cabe comentário sobre decisão judicial.</p>
<p>O advogado Francisco Porfírio, de 56 anos, que mora na região desde 2005 e é presidente da associação dos moradores, disse que a derrubada foi traumática. “Resta entrar na Justiça para ser indenizado”, afirmou enquanto levava móveis em uma caminhonete para a casa de um familiar.</p>
<h2>Quilombolas</h2>
<p>A decisão do STF representou alívio para o motorista Jair da Silva Moreira, de 58 anos, uma das lideranças quilombolas do local. Ele é nascido e criado na mesma casa, construída há mais de 60 anos, e que ficou por um triz de ser derrubada na primeira semana de agosto. “Eu e minha família ficamos sem dormir. Não tem como ficar tranquilo. Meu avô Saturnino (já falecido) também sempre recebeu ameaças por ser quilombola e morar aqui”.</p>
<p>Tomar banho no Córrego da Inês, apreciar a vista do Morro da Liduvina, correr por entre o canavial, recostar-se à sombra da mangueira plantada pelo avô. Cada cantinho de Antinha de Baixo tem significados especiais para a família dele &#8211; cerca de 400 pessoas.</p>
<p> “Todos ficamos inconformados e, depois, um pouco mais aliviados. Mas ainda há pessoas armadas andando pela nossa comunidade que é de nossos ancestrais”. Nas proximidades de casa, está o cemitério em que os avós e bisavós estão enterrados.</p>
<p>O avô Saturnino, segundo o neto, já tinha sido ameaçado por fazendeiros do local, segundo Jair. “Meu avô já dizia que eles iriam criar uns documentos falsos para tomar nossa terra. Isso foi em 1995”, recorda. Desta vez, em 2025, viu de novo pessoas circulando armadas e tirando fotos das casas deles. “No dia em que iriam derrubar minha casa, um homem ficou na porta de casa e o outro ficou lá dentro”, disse. Uma marca de saudade é uma mangueira que ele viu o avô plantar há 50 anos. </p>
<p>O primo dele, o agricultor Gilson Pereira, de 48 anos, diz que a roça de casa é a vida para eles. “Quem tenta tirar a gente daqui, quer nos matar. Eu não sei fazer outra coisa sem ser plantar para viver e vender na feira da cidade”.</p>
<p>Nos fundos da casa, estão as plantações de milho, feijão, banana e cana. Outra especialidade da família é a produção e venda da rapadura. “O doce é símbolo da nossa resistência também. É nossa raiz. Temos tanta história dos nossos antepassados, e a gente viu que ía perder tudo de um minuto para o outro”, afirma Gilson. </p>
<p>Quando se viu ameaçado, o agricultor lembrou do pai Espiridião Pereira, falecido há mais de seis anos, que o ensinou a plantar cana e a fazer a rapadura. Pensou também nos dois filhos, um adulto, advogado, e uma criança. Outra produtora rural quilombola, Geralda da Silva, de 56 anos, testemunha que todos na comunidade ainda estão assustados. “Inclusive as crianças que não entendiam o que estava ocorrendo. Elas choraram e agora estão mais tranquilas”.  </p>
<p>Para outra produtora rural, Maria Aparecida da Silva, de 58 anos, que diz sentir felicidade em se identificar como quilombola, manter o chão onde nasceu significa manter a história viva para os oito filhos. “A gente ouve falar que esses fazendeiros podem estar interessados em nossa área por ser terra rara, rica em minérios. Mas nossa família só quer plantar”.</p>
<p>Diante do córrego de Antinha, em que os mais velhos se acostumaram a se refrescar, homens e mulheres da região estavam emocionados. “Essas águas são limpas. A gente pode beber. Nossos filhos e netos também viverão aqui. A gente ainda tem muito medo, mas agora também alguma esperança”, diz Jair Moreira. </p>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-08/go-grileiros-ameacam-pesquisadores-do-incra-em-area-com-quilombolas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 17 Aug 2025 10:17:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/go-grileiros-ameacam-pesquisadores-do-incra-em-area-com-quilombolas/">GO: grileiros ameaçam pesquisadores do Incra em área com quilombolas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Palmares reconhece autodeclaração da Baixa da Xanda como quilombo</title>
		<link>https://weeknews.online/palmares-reconhece-autodeclaracao-da-baixa-da-xanda-como-quilombo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 14:06:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Aquilomba Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[autodeclaração]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Palmares]]></category>
		<category><![CDATA[Governo entrega certidão de autodefinição a quilombolas do Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo Baixa da Xanda]]></category>
		<category><![CDATA[rconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[revela Censo do IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Seis em cada dez quilombolas vivem em área rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Alegria misturada ao choro incontido e tremores na fala e nas mãos. Estas foram as primeiras reações da jornalista Suzan Monteverde Martins, de 34 anos, ao ser comunicada que a Baixa da Xanda, em Parintins (AM), foi certificada oficialmente como a primeira comunidade autodefinida como remanescente de quilombo no município. A certificação foi dada pela Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, na última semana. A localidade é o berço do Boi-bumbá Garantido, astro do duelo anual no bumbódromo do Festival Folclórico de Parintins, com outro boi, o Caprichoso, sempre no fim de junho. A ligação de Suzan com o território vai além do cargo que ocupa desde 2019 na comissão de arte da agremiação, em meio a alegorias e tambores. O&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p>Alegria misturada ao choro incontido e tremores na fala e nas mãos. Estas foram as primeiras reações da jornalista Suzan Monteverde Martins, de 34 anos, ao ser comunicada que a Baixa da Xanda, em Parintins (AM), foi certificada oficialmente como a primeira comunidade autodefinida como remanescente de quilombo no município. A certificação foi dada pela Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, na última semana.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749650782_296_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749650783_818_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A localidade é o berço do Boi-bumbá Garantido, astro do duelo anual no bumbódromo do Festival Folclórico de Parintins, com outro boi, o Caprichoso, sempre no fim de junho.</p>
<p>A ligação de Suzan com o território vai além do cargo que ocupa desde 2019 na comissão de arte da agremiação, em meio a alegorias e tambores. O elo dela é ancestral.</p>
<p>Nascida e criada na comunidade, Suzan é, primeiramente, a bisneta do criador do boi-bumbá vermelho e branco, em 1913, Lindolfo Monteverde, um dos sete filhos de Alexandrina, apelidada de Dona Xanda. A benzedeira e artesã negra, descendente de escravizados, deu nome à comunidade quilombola, localizada a 370 quilômetros de Manaus.</p>
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<p><!--copyright=426791-->Suzan Monteverde, bisneta do Fundador do Boi Garantido,, por Instagram/@suzanmonteverde<!--END copyright=426791--></p>
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<p>Suzan foi uma das responsáveis pela mobilização iniciada em 2024, que exultou na realização de assembleias e reunião de documentos, escuta de relatos sobre ancestralidade negra, resistência e opressões sofridas pelos primeiros ocupantes daquele solo. Partes do processo que resultou, agora, na certificação de autodefinição da Baixa da Xanda como território de um quilombo.</p>
<p>Ela, que é também doutoranda em estudos de cultura contemporânea na Universidade Federal de Mato Grosso, em Cuiabá, entende que esse reconhecimento do Estado brasileiro não é só um papel, mas “a afirmação de uma história que sempre existiu e que, por muito tempo, foi apagada”.</p>
<blockquote>
<p>“O Estado brasileiro está reconhecendo que aquele território tem uma história de resistência negra, de ancestralidade, de luta, de pertencimento. E de que ali ainda vivem descendentes de pessoas que fugiram da escravidão e que formaram um modo de vida baseado na coletividade, na cultura, na preservação da memória. E digo: nossos passos vieram de longe e eles importam”, disse emocionada Suzan Monteverde, bisneta do criador do Boi Garantido e tataraneta de Dona Xanda.</p>
</blockquote>
<h2>Toada do boi e antropologia</h2>
<blockquote>
<p>“<em>Tem que se achar que a vida não é só isso que se vê. É um pouco mais, que os olhos não conseguem perceber”</em>. Foi lembrando os versos do samba <em>Sei Lá Mangueira</em>, do compositor Paulinho da Viola, que o doutor em antropologia Alvatir Carolino, de 53 anos, comemorou a emissão da Certidão de Autorreconhecimento pela Fundação Palmares.</p>
</blockquote>
<p>O profissional – que também é professor titular e pesquisador do Instituto Federal do Amazonas – é o responsável pela construção do processo da Baixa da Xanda e pelo relatório antropológico que registra a trajetória histórica dessa comunidade e suas relações territoriais específicas. Toda essa documentação foi enviada à Fundação Cultural Palmares, em março deste ano.</p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/whatsapp_image_2025-06-06_at_17.06.16.jpg" alt="Brasília (DF), 06/06/2025  -   Alvatir Carolino (doutor em Antropologia e membro da comissão de artes do Boi Garantido. do Amazonas). Fotos Arquivo pessoal" title="Fotos Arquivo pessoal"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/whatsapp_image_2025-06-06_at_17.06.16.jpg" alt="Brasília (DF), 06/06/2025  -   Alvatir Carolino (doutor em Antropologia e membro da comissão de artes do Boi Garantido. do Amazonas). Fotos Arquivo pessoal" title="Fotos Arquivo pessoal"/><br />
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<p><h6 class="meta">Alvatir Carolino, doutor em antropologia e membro da comissão de artes do Boi Garantido, do Amazonas. <strong>Foto Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=426796--></h6>
</p>
</div>
<p>Alvatir Carolino entende que o tempo de análise do processo pela União, na atual gestão da Fundação Palmares, cumpre o direito constitucional da titulação das terras quilombolas e não pode ser comparado com governos anteriores.</p>
<blockquote>
<p>“A gente teve tempo célere de um governo que compreende a importância dessas certificações e que está em consonância com os direitos constitucionais, porque o reconhecimento de terras tradicionalmente ocupadas, a certificação de quilombos, é um direito constitucional”.</p>
</blockquote>
<p>O antropólogo compara o andamento desse processo à experiência de certificação de outras duas terras remanescentes de quilombos: o segundo quilombo urbano reconhecido no Brasil, o do Barranco de São Benedito, no bairro da Praça 14, em Manaus; e o quilombo do Rio Andirá, no município de Barreirinha (AM).</p>
<p>Somado ao lado profissional, Alvatir Carolino revelou à <strong>Agência Brasil</strong> que tem memórias afetivas com o Garantido desde os 8 anos de idade, quando representantes do boi branco e vermelho foram brincar em um festival em Manaus, em 1980, e se ligaram à família dele.</p>
<p>Alvatir partilha lembranças de quando teve a oportunidade de conhecer Parintins. Por todas as histórias que ouvia sobre o Boi Garantido, ele manifestou interesse em sair da área central, logo após a igreja de São Benedito, e descer até a periferia da cidade, onde se encontrou na Baixa da Xanda, desde 1988. “Eu tinha uns 13, 14 anos e acho que já era meio antropólogo ali, porque o meu olhar estava sempre além, olhando para as pessoas e dialogando”.</p>
<p>Hoje, Alvatir Carolino, diz ter parentesco com a Baixa da Xanda. Ele é casado com outra antropóloga, que tem raízes familiares na comunidade e se emociona com a recente certificação.</p>
<p>“Foi uma extraordinária emoção que supera a do dia de minha titulação de doutor e da progressão ao cargo máximo na carreira do Ministério da Educação, o de professor titular. Esse reconhecimento, por tudo que trabalhei em outros reconhecimentos de quilombos na Amazônia, me afeta em um ponto emocional da minha alma, que é extraordinário, é indescritível. Estou muito feliz.”</p>
<h2>Trabalho de Palmares</h2>
<p>A Fundação Cultural Palmares é a responsável pela emissão de certidões às comunidades quilombolas a partir do reconhecimento da autodeclaração.</p>
<p>Na instituição, o processo da Baixa da Xanda foi recebido pela equipe da coordenadora de Projetos do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-brasileiro, Cida Santos. Ela comenta que o reconhecimento da Baixa da Xanda como primeiro quilombo de Parintins deve ser motivo de grande orgulho por ser o território onde foi criado o Boi-Bumbá Garantido,  reconhecido nacional e internacionalmente como expressão cultural do povo brasileiro.</p>
<blockquote>
<p>“A população de Parintins e de todo o Amazonas deve se sentir orgulhosa dessa expressão de ancestralidade, que é o festival de Parintins. E essa emissão da certificação de autorreconhecimento, enquanto comunidade quilombola, para nós, é uma satisfação muito grande.”</p>
</blockquote>
<p>Cida Santos relata que desde o início deste ano, a fundação tem intensificado a campanha nacional com o nome Acelera Certificação Quilombola, com o objetivo de ampliar o reconhecimento formal de mais de 8 mil comunidades quilombolas do país.  Até junho deste ano, 3.940 comunidades já haviam sido certificadas pela entidade.</p>
<h2>Mais direitos</h2>
<p>A certificação de reconhecimento do Estado brasileiro, de que se trata de uma comunidade quilombola, é acionadora de direitos específicos para o grupo, diz a coordenadora da Fundação Cultural Palmares. “Esta certificação é um ‘abre portas’ para o acesso a diversas políticas afirmativas implementadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva”</p>
<p>Cida detalha que o documento administrativo permite que as comunidades quilombolas possam ser assistidas pelas políticas públicas intersetoriais do programa Aquilomba Brasil, coordenado pelo Ministério da Igualdade Racial (MIR).</p>
<p>O <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2023-2026/2023/Decreto/D11447.htm#art17" target="_blank">Aquilomba Brasil</a> está dividido em quatro eixos temáticos:</p>
<p>·         1 &#8211; acesso à terra;</p>
<p>·         2 &#8211; infraestrutura e qualidade de vida;</p>
<p>·        3 &#8211; inclusão produtiva e desenvolvimento local;</p>
<p>·        4 &#8211; direitos e cidadania.</p>
<p>Além disso, os estudantes quilombolas desses territórios que estão matriculados em instituições federais de ensino superior passam a ter direito à Bolsa Permanência. A política pública concede auxílio financeiro diretamente aos estudantes de graduação, com o objetivo de contribuir para a permanência e a diplomação dos beneficiados.</p>
<h2>Próximos passos</h2>
<p>A Certidão de Autorreconhecimento emitida pela Fundação Cultural Palmares é o documento inicial no processo de regularização fundiária de seu território como sendo de uma comunidade remanescente de quilombo.</p>
<p>A partir da certificação do governo federal, a comunidade Baixa da Xanda deve solicitar a abertura de um processo administrativo de regularização fundiária de seu território na superintendência regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no estado, para requerer o título de posse dessa terra.</p>
<p>O Incra, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), é o órgão responsável pela identificação, demarcação e titulação, entre outras, das terras quilombolas no Brasil.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-06/palmares-reconhece-autodeclaracao-da-baixa-da-xanda-como-quilombo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 11 Jun 2025 09:12:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Governo entrega certidão de autodefinição a quilombolas do Maranhão</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-entrega-certidao-de-autodefinicao-a-quilombolas-do-maranhao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 12:14:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Arroz produzido por quilombolas abastece cozinha solidária em Sergipe]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Palmares]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombolas pedem orçamento e celeridade em regularização de terras]]></category>
		<category><![CDATA[revela Censo do IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Seis em cada dez quilombolas vivem em área rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A Fundação Cultural Palmares (FCP), em parceria com a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater/MDA), entregou Certidões de Autodefinição para as Comunidades Guarimã e Babaçual dos Pretos, no Maranhão. A solenidade foi nessa quinta-feira (5), em São Luís, e representa o reconhecimento formal de 62 comunidades quilombolas nos municípios de São Benedito do Rio Preto e Nina Rodrigues. Mais de setecentas famílias foram beneficiadas. A certidão de autodefinição é um documento voltado a comunidades quilombolas, e vai garantir o acesso a políticas públicas e assistência técnica e jurídica da Fundação Cultural Palmares, como a Assistência Técnica e Extensão Rural, que pode apoiar comunidades na garantia da segurança alimentar. Em nota, a diretora técnica da Anater, Loroana Santana, explicou o objetivo do&#8230;</p>
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<p><strong>A Fundação Cultural Palmares (FCP), em parceria com a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater/MDA), entregou Certidões de Autodefinição para as Comunidades Guarimã e Babaçual dos Pretos, no Maranhão</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749212057_183_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749212057_618_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A solenidade foi nessa quinta-feira (5), em São Luís, e representa o reconhecimento formal de 62 comunidades quilombolas nos municípios de São Benedito do Rio Preto e Nina Rodrigues. Mais de setecentas famílias foram beneficiadas.</p>
<p>A certidão de autodefinição é um documento voltado a comunidades quilombolas, e vai garantir o acesso a políticas públicas e assistência técnica e jurídica da Fundação Cultural Palmares, como a Assistência Técnica e Extensão Rural, que pode apoiar comunidades na garantia da segurança alimentar. Em nota, a diretora técnica da Anater, Loroana Santana, explicou o objetivo do certificado.</p>
<p><strong>&#8220;A assistência técnica e extensão rural deu visibilidade às comunidades e despertou o interesse pelas políticas públicas. Com a Fundação Palmares tivemos êxito na busca desse direito e agora mais de setecentas famílias estão contempladas com a certidão. Além de saírem da invisibilidade, poderão receber Assistência Técnica e Extensão Rural, que pode apoiar comunidades na garantia da segurança alimentar&#8221;, enfatizou.</strong></p>
<h2>Reconhecimento</h2>
<p>Para João Jorge Rodrigues, presidente da Fundação Cultural Palmares, a entrega das certidões não é apenas um ato administrativo, mas um reconhecimento da história de resistência do povo quilombola.</p>
<p><strong>&#8220;A luta pela terra sempre foi central na história do povo negro no Brasil. Os quilombos nasceram da recusa à escravidão, mas também da afirmação de um modo de vida, de uma relação com o território, com a cultura e com a liberdade. Hoje, quando uma comunidade como Guarimã ou Babaçual dos Pretos recebe sua certidão de reconhecimento, o estado legitima, ainda que tardiamente, essa história de resistência&#8221;, afirmou</strong>.</p>
<p>O presidente da fundação disse, ainda, que a certificação também é uma ferramenta de combate às violações sofridas por essas comunidades, como a ação de grileiros, o desmatamento e a violência, e reafirma o papel da Fundação Palmares na defesa de direitos e na busca por justiça histórica. </p>
<p>* Estagiária sob a supervisão de Marcelo Brandão</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Ana Carolina Alli Marques * , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-06/governo-entrega-certidao-de-autodefinicao-quilombolas-do-maranhao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 06 Jun 2025 08:44:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/governo-entrega-certidao-de-autodefinicao-a-quilombolas-do-maranhao/">Governo entrega certidão de autodefinição a quilombolas do Maranhão</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Xodó de Cozinha exibe último episódio inédito da temporada</title>
		<link>https://weeknews.online/xodo-de-cozinha-exibe-ultimo-episodio-inedito-da-temporada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 May 2025 10:57:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Arroz produzido por quilombolas abastece cozinha solidária em Sergipe]]></category>
		<category><![CDATA[culinária quilombola]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição de bonecas mostra saber quilombola no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[favela orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[por este site]]></category>
		<category><![CDATA[revela Censo do IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Seis em cada dez quilombolas vivem em área rural]]></category>
		<category><![CDATA[Sintonize]]></category>
		<category><![CDATA[TV Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[WebTV]]></category>
		<category><![CDATA[Xodó de Cozinha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A TV Brasil leva ao ar neste sábado (31), às 13h, o último episódio inédito da temporada de Xodó de Cozinha. A chef e apresentadora Regina Tchelly recebe Marcelo Olanjimina, cozinheiro quilombola tradicional, para um papo descontraído sobre ervas e suas propriedades medicinais. Mais do que deixar os alimentos deliciosos, muitas dessas plantas têm poder de cura. Hortelã, salsinha, manjericão e cebolinha são exemplos de alguns temperos comuns nas cozinhas que podem dar uma bela ajuda nos momentos em que a saúde precisa.  Durante o programa, Regina e Marcelo preparam receitas aproveitando integralmente as ervas e dão dicas de produtos para o bem-estar, como o xarope lambedor. A apresentadora e o convidado também cozinham bolinho de arroz com urtiga e aipim com ervas. O&#8230;</p>
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<p>A <strong>TV Brasil </strong>leva ao ar neste sábado (31), às 13h, o último episódio inédito da temporada de <em>Xodó de Cozinha</em>. A chef e apresentadora Regina Tchelly recebe Marcelo Olanjimina, cozinheiro quilombola tradicional, para um papo descontraído sobre ervas e suas propriedades medicinais.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748689043_951_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748689043_888_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Mais do que deixar os alimentos deliciosos, muitas dessas plantas têm poder de cura. Hortelã, salsinha, manjericão e cebolinha são exemplos de alguns temperos comuns nas cozinhas que podem dar uma bela ajuda nos momentos em que a saúde precisa. </p>
<p><strong>Durante o programa, Regina e Marcelo preparam receitas aproveitando integralmente as ervas e dão dicas de produtos para o bem-estar, como o xarope lambedor. A apresentadora e o convidado também cozinham bolinho de arroz com urtiga e aipim com ervas.</strong></p>
<p>O conteúdo original da emissora pública prioriza a alimentação saudável, nutritiva, de baixo custo e com uso integral dos alimentos. O <em>Xodó de Cozinha </em>pode ser acompanhado no YouTube do canal e fica disponível no App TV Brasil Play.</p>
<h2>Sobre o programa</h2>
<p>Apresentado pela <em>chef </em>Regina Tchelly na <strong>TV Brasil</strong>, o<em> Xodó de Cozinha</em> busca incentivar a alimentação saudável e de baixo custo. A temporada de estreia tem 26 episódios. Cada edição conta com um convidado especial para preparar receitas com um alimento específico e conversar sobre um tema. A produção já recebeu personalidades como Bela Gil, André Trigueiro e Sidarta Ribeiro, entre outros.</p>
<p>Com seu afeto e carisma, Regina Tchelly tem uma linguagem bastante característica para cativar o público e os entrevistados desta atração televisiva. &#8220;Os convidados são incríveis e fico feliz de estar reunida com tanta gente que está fazendo acontecer, mostrando que é possível comer bem, de forma saudável e acessível&#8221;, diz.</p>
<p>Os assuntos discutidos na produção abordam temas como sustentabilidade, combate à fome, sazonalidade dos alimentos, geração de renda, empreendedorismo e educação financeira. Além disso, o programa valoriza a cultura tradicional e afetiva, além de abordar pratos que evocam memórias e heranças culinárias.</p>
<p>A atração é gravada na cozinha do projeto Favela Orgânica, iniciativa idealizada por Regina Tchelly que há 13 anos promove a culinária saudável nas comunidades Babilônia e Chapéu Mangueira, na zona sul do Rio de Janeiro. A coprodução realizada pela <strong>TV Brasil </strong>com a Kromaki, o Xodó de Cozinha tem direção de Pedro Asbeg.</p>
<h2>Favela Orgânica</h2>
<p>O projeto Favela Orgânica já recebeu diversos prêmios, nacionais e internacionais, por ações que visam promover segurança alimentar, capacitação profissional e mudanças na cultura de consumo e desperdício de alimentos. <em>Chef </em>de cozinha, empreendedora social e fundadora do projeto, Regina é paraibana e mora no Rio de Janeiro há 20 anos.</p>
<h2>Ao vivo e on demand   </h2>
<p>Acompanhe a programação da <strong>TV Brasil</strong> pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar" target="_blank">Sintonize</a>.   </p>
<p>Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://tvbrasilplay.com.br" target="_blank">por este <em>site</em></a> ou por aplicativo no <em>smartphone</em>. O App pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv" target="_blank">WebTV</a>.  </p>
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<p> EBC , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-05/xodo-de-cozinha-exibe-ultimo-episodio-inedito-da-temporada">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 31 May 2025 07:43:00 -0300 </p>

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		<title>Serviços crescem 0,3% em março, na segunda alta seguida</title>
		<link>https://weeknews.online/servicos-crescem-03-em-marco-na-segunda-alta-seguida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2025 13:08:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[com o Sul no topo]]></category>
		<category><![CDATA[dados comparativos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE lança mapa-múndi invertido]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE: número de crianças na creche triplica no Brasil em duas décadas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[revela Censo do IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Seis em cada dez quilombolas vivem em área rural]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O volume de serviços no país apresentou crescimento de 0,3% em março deste ano, na comparação com fevereiro. É a segunda alta consecutiva do indicador, que havia apresentado expansão de 0,9% em fevereiro. Com isso, o setor de serviços acumula ganho de 1,2% nesse período de dois meses. O segmento também apresentou altas de 1,9% na comparação com março do ano passado, 2,4% no acumulado do primeiro trimestre e 3% no acumulado de 12 meses, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (14), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O pesquisador do IBGE, Rodrigo Lobo, disse que o setor de serviços “vem se sustentando muito próximo do seu nível recorde, alcançado em outubro de 2024. Agora, em março de&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p><strong>O volume de serviços no país apresentou crescimento de 0,3% em março deste ano, na comparação com fevereiro. É a segunda alta consecutiva do indicador, que havia apresentado expansão de 0,9% em fevereiro. Com isso, o setor de serviços acumula ganho de 1,2% nesse período de dois meses.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747228091_440_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747228091_339_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O segmento também apresentou altas de 1,9% na comparação com março do ano passado, 2,4% no acumulado do primeiro trimestre e 3% no acumulado de 12 meses, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (14), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O pesquisador do IBGE, Rodrigo Lobo, disse que o setor de serviços “vem se sustentando muito próximo do seu nível recorde, alcançado em outubro de 2024. Agora, em março de 2025, o setor está apenas 0,5% abaixo do pico da série, sendo o segundo ponto mais alto da série histórica, iniciada em janeiro de 2011.”</p>
<p>Para ele, mesmo as quedas como as registradas em novembro de 2024 e em janeiro deste ano não podem ser vistas como de reversão de trajetória, porque flutuações nos serviços “são naturais”. O setor está 16,5% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020).</p>
<p><strong>Na passagem de fevereiro para março, três das cinco atividades de serviços apresentaram alta, com destaque para transportes (1,7%), que registrou o segundo resultado positivo seguido, com ganho acumulado de 2,2%.</strong></p>
<h2>Expansão</h2>
<p>Também tiveram expansão os serviços profissionais, administrativos e complementares (0,6%) e os serviços prestados às famílias (1,5%). Ambos tinham crescido em fevereiro e apresentam ganhos acumulados de 1,9% e de 1,8%, respectivamente.</p>
<p>Os outros serviços ficaram estáveis, depois de acumular alta de 5,5% em dois meses. O segmento de informação e comunicação apresentou queda (-0,2%), depois de ter acumulado ganho de 3,8% entre novembro de 2024 e fevereiro deste ano.</p>
<blockquote>
<p>O índice de atividades turísticas teve variação negativa de 0,2% de fevereiro para março, depois ter crescido 2,7% de janeiro para fevereiro. O setor de turismo está 9,2% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 3,9% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024.</p>
</blockquote>
<p><strong>A receita nominal dos serviços cresceu 1% em relação a fevereiro deste ano, 7,5% na comparação com março do ano passado, 7,6% no acumulado do ano e 7,7% no acumulado de 12 meses.</strong></p>
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    </div>
<p> Vitor Abdala &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/servicos-crescem-03-em-marco-na-segunda-alta-seguida">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 14 May 2025 09:44:00 -0300 </p>

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