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	<title>Arquivo de Senado aprova regras para uso da inteligência artificial - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Senado aprova regras para uso da inteligência artificial - WeekNews</title>
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		<title>Conecta PretaLab apresenta ferramentas de IA a mulheres negras em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 12:15:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[alerta autor]]></category>
		<category><![CDATA[As inscrições podem ser feitas pelo site do Sesc]]></category>
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		<category><![CDATA[Governo cria grupo para coordenar plano de inteligência artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A inteligência artificial já faz parte das decisões do dia a dia, como um aplicativo que ajuda a estudar ou uma ferramenta que organiza finanças. O evento Conecta PretaLab, com abertura nesta terça-feira (2), oferecerá oficinas práticas, rodas de conversa e debates sobre o uso da inteligência artificial para mulheres negras. O objetivo é mostrar, na prática, como a tecnologia pode facilitar a vida e abrir portas. No Sesc Pompeia, um grupo de mulheres negras da PretaLab, iniciativa do Olabi, vai ensinar outras mulheres a usar IA no celular, no computador e no trabalho. Muitas das professoras e facilitadoras descobriram a tecnologia justamente por causa do projeto, e agora, voltam para compartilhar esse conhecimento. O evento é gratuito e aberto ao público. Notícias&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/conecta-pretalab-apresenta-ferramentas-de-ia-a-mulheres-negras-em-sp/">Leia mais...</a></p>
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				</p>
<p>A inteligência artificial já faz parte das decisões do dia a dia, como um aplicativo que ajuda a estudar ou uma ferramenta que organiza finanças. <strong>O evento Conecta PretaLab, com abertura nesta terça-feira (2), oferecerá oficinas práticas, rodas de conversa e debates sobre o uso da inteligência artificial para mulheres negras. O objetivo é mostrar, na prática, como a tecnologia pode facilitar a vida e abrir portas.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1764677712_307_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1764677712_202_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>No Sesc Pompeia, um grupo de mulheres negras da PretaLab, iniciativa do Olabi, vai ensinar outras mulheres a usar IA no celular, no computador e no trabalho. Muitas das professoras e facilitadoras descobriram a tecnologia justamente por causa do projeto, e agora, voltam para compartilhar esse conhecimento. O evento é gratuito e aberto ao público.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Inteligência artificial ameaça aprendizado da escrita, alerta autor.</li>
<li>Governo cria grupo para coordenar plano de inteligência artificial.</li>
<li>Senado aprova regras para uso da inteligência artificial.</li>
</ul>
<p>A abertura do Conecta, às 19h de hoje, terá a mesa “Inteligência artificial e justiça social”, com participação de Jurema Werneck, médica e diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil; Mayara Ferrão, artista visual e referência em arte + IA; e Silvana Bahia, codiretora do Olabi e uma das principais vozes do país no debate sobre tecnologia e inclusão.</p>
<p>Silvana Bahia ressalta que, apesar de a inteligência artificial já fazer parte do nosso cotidiano, o acesso real a esse tipo de tecnologia ainda é bastante desigual. Isso porque quem consegue explorar essas ferramentas são, em sua maioria, pessoas que já têm familiaridade com o digital, boa conexão, tempo e condições materiais para experimentar.</p>
<blockquote>
<p>“Quando a gente olha para o Brasil, percebe que mulheres negras, pessoas periféricas e grupos historicamente excluídos chegam muito depois nessa conversa. Muitas vezes só entram como usuárias, e não como criadoras. E esse é o grande desafio: não basta ‘usar’ IA. É preciso entender como ela funciona, ter autonomia e participar das decisões sobre o que essas tecnologias serão no futuro”, disse.</p>
</blockquote>
<p><strong>Nas oficinas, nos dias 6 e 7 de dezembro, as facilitadoras apresentarão ferramentas de IA que ajudam a montar currículos, organizar planilhas, revisar textos, criar artes para pequenos negócios, estudar para provas e planejar finanças.</strong> A proposta do projeto é que tudo seja compartilhado de forma simples, acessível e imediata. Para muitas participantes, é o primeiro contato direto com essas ferramentas. <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.sescsp.org.br/programacao/workshops-conecta-pretalab/" target="_blank">As inscrições podem ser feitas pelo site do Sesc</a>.</p>
<p>O Conecta PretaLab parte da premissa de que mulheres negras precisam estar no centro da conversa sobre inteligência artificial. Isso só ocorrem quando elas têm acesso, formação, segurança e espaço para aprender e experimentar. Silvana conta que o projeto atende a uma demanda que aparece todos os dias.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=386720:cheio_8colunas --><br />
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/_dsc0223.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 23/05/2024 – A empreendedora social e co-fundadora OLABI, Silvana Bahia durante o Encontro Internacional de Educação Midiática, no centro da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"><br />
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<div class="meta"><!--copyright=386720-->Rio de Janeiro (RJ), 23/05/2024 –  Silvana Bahia destacou que o acesso real à IA ainda é bastante desigual. Foto-arquivo: Tomaz Silva/Agência Brasil &#8211; <strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=386720--></div>
</div>
</div>
<p>“[São] mulheres que querem usar tecnologia para facilitar a vida, para impulsionar seus trabalhos, para estudar, para empreender, mas que nunca se viram como ‘pessoas da tecnologia’”, destaca.</p>
<p>A inteligência artificial, ressalta Silvana, não está isolada das desigualdades do país, ela tende a reproduzir exatamente as mesmas estruturas que já marcam a educação, o mercado de trabalho e o acesso à cultura.</p>
<blockquote>
<p>“Se vivemos num país onde parte significativa da população tem dificuldade de acessar direitos básicos, não é surpresa que o acesso à tecnologia mais avançada siga a mesma lógica”, afirmou Silvana.</p>
</blockquote>
<p>“A IA é construída a partir de dados, referências e prioridades definidas por grupos muito restritos, e isso faz com que boa parte da sociedade fique de fora desde o início. E quando mulheres negras, pessoas periféricas, pessoas indígenas ou com deficiência não participam da construção das tecnologias, os impactos negativos voltam para elas de forma ainda mais intensa”, explicou Silvana.</p>
<p> Camila Boehm &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/conecta-pretalab-apresenta-ferramentas-de-ia-mulheres-negras-em-sp">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 02 Dec 2025 09:05:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Norma do CNJ autoriza decisões escritas por IA e revisadas por juiz</title>
		<link>https://weeknews.online/norma-do-cnj-autoriza-decisoes-escritas-por-ia-e-revisadas-por-juiz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 15:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil está entre os países que mais usam inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Brics estuda medidas para regular Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
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		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[Senado aprova regras para uso da inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[uso de inteligência artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou na terça-feira (18) novas regras para o uso de tecnologias de inteligência artificial (IA) pelo Poder Judiciário, incluindo a previsão de que minutas de decisões judiciais possam ser escritas por meio de ferramentas de IA generativa. Uma vez escritas, tais minutas devem receber “interpretação, verificação e revisão por parte do magistrado”, segundo a resolução recém-aprovada.  Ainda que a redação possa ser gerada artificialmente, o juiz à frente do processo “permanecerá integralmente responsável pelas decisões tomadas e pelas informações nelas contidas”.  &#8220;É importante destacar que ninguém vai ser julgado por robô&#8221;, garante o conselheiro Luiz Fernando Bandeira de Mello, que supervisionou a produção da norma.  Entre as prioridades está “mitigar e prevenir vieses discriminatórios”, sendo vedado o&#8230;</p>
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<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou na terça-feira (18) novas regras para o uso de tecnologias de inteligência artificial (IA) pelo Poder Judiciário, incluindo a previsão de que minutas de decisões judiciais possam ser escritas por meio de ferramentas de IA generativa. Uma vez escritas, tais minutas devem receber “interpretação, verificação e revisão por parte do magistrado”, segundo a resolução recém-aprovada. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739977352_464_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739977353_574_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ainda que a redação possa ser gerada artificialmente, o juiz à frente do processo “permanecerá integralmente responsável pelas decisões tomadas e pelas informações nelas contidas”. </p>
<p>&#8220;É importante destacar que ninguém vai ser julgado por robô&#8221;, garante o conselheiro Luiz Fernando Bandeira de Mello, que supervisionou a produção da norma. </p>
<p>Entre as prioridades está “mitigar e prevenir vieses discriminatórios”, sendo vedado o emprego de IA, por exemplo, “que classifiquem ou ranqueiem pessoas naturais, com base no seu comportamento ou situação social” ou “que valorem traços da personalidade, características ou comportamentos de pessoas naturais ou de grupos de pessoas naturais, para fins de avaliar ou prever o cometimento de crimes”.</p>
<p>A nova norma é resultado de um grupo de trabalho criado no ano passado pelo CNJ para discutir o uso da IA nos tribunais brasileiros e atualizar uma primeira resolução sobre o tema, publicada em 2020, e que não trazia nenhuma menção à possibilidade de redação de decisões judiciais com o uso de IA. </p>
<p>Segundo a própria resolução do CNJ, “se faz necessário atualizar esse normativo para abarcar novas tecnologias, em especial aquelas conhecidas como inteligências artificiais generativas”. </p>
<p>O regulamento define a IA generativa como qualquer sistema “especificamente destinado a gerar ou modificar significativamente, com diferentes níveis de autonomia, texto, imagens, áudio, vídeo ou código de software”. São as ferramentas do tipo <em>chatbot</em>, capazes de simular conversas e gerar textos similares aos escritos por humanos, tendo como base o processamento massivo de grandes quantidades de dados. Entre as ferramentas mais famosas do tipo estão o ChatGPT, da empresa estadunidense OpenIA, e a DeepSeek, desenvolvida na China.</p>
<p>A norma do CNJ prevê, contudo, que <em>chatbots</em> próprios possam ser desenvolvidos, treinados e implementados pelos próprios tribunais, utilizando as bases de dados e levando em consideração as especificidades de cada instituição.</p>
<h2>Projetos</h2>
<p>Atualmente, o Judiciário tem ao menos 140 projetos para a adoção de IA pelos tribunais, segundo painel mantido pelo CNJ. Desses, pouco mais de uma dezena se dedica a ferramentas para o auxílio na redação de peças processuais. </p>
<p>As principais aplicações, dos 63 sistemas que já se encontram em utilização em 62 tribunais, são a busca e agrupamento de casos similares e a classificação de documentos.</p>
<p>Um dos únicos sistemas de IA generativa que já se encontra em fase de operação é o MarIA, lançado em dezembro do ano passado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que auxilia na redação de peças processuais.</p>
<p>De início, contudo, o uso da ferramenta pelo Supremo se restringe ao resumo de votos e relatórios. O MarIA também pode sugerir respostas a petições iniciais de apenas um tipo específico de processo, a reclamação constitucional.</p>
<h2>Contratação</h2>
<p>O MarIA foi uma solução desenvolvida em parceria com empresas do ramo, convocadas pelo Supremo por meio de edital. </p>
<p>A resolução do CNJ prevê que os tribunais podem desenvolver suas próprias ferramentas ou contratá-las entre as disponíveis no mercado.</p>
<p>Os modelos devem ser utilizados por magistrados e servidores, “preferencialmente, por meio de acesso que seja habilitado, disponibilizado e monitorado pelos tribunais”, mas se o tribunal não oferecer “solução corporativa”, a norma autoriza a contratação pessoal, pelos próprios juízes, de <em>chatbots</em>, desde que obedecidos os critérios de riscos estabelecidos pelo CNJ.</p>
<p>A norma cria também o Comitê Nacional de Inteligência Artificial no Judiciário, com 15 integrantes, entre os quais representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do Ministério Público e da Defensoria Pública.</p>
<p>O comitê tem o poder, por exemplo, de “avaliar a conveniência do uso, de ofício ou mediante provocação, de soluções de IA disponíveis no mercado, gratuitas ou não, que poderão ser utilizadas pelos magistrados e servidores”.</p>
<p>Cabe ao colegiado avaliar e revisar a classificação de riscos na utilização de IA. Pelas regras atuais, por exemplo, são consideradas de alto risco o uso em processos que tratem de ameaças a direitos fundamentais. </p>
<p>A resolução aprovada pelo CNJ veda a utilização de IA generativa, os chamados Modelos de Linguagem em Larga Escala, no caso de processos que tenham informações em sigilo ou que tramitem em segredo de Justiça. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Felipe Pontes &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-02/norma-do-cnj-autoriza-decisoes-escritas-por-ia-e-revisadas-por-juiz">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 19 Feb 2025 11:36:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/norma-do-cnj-autoriza-decisoes-escritas-por-ia-e-revisadas-por-juiz/">Norma do CNJ autoriza decisões escritas por IA e revisadas por juiz</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Brics estuda medidas para regular Inteligência Artificial</title>
		<link>https://weeknews.online/brics-estuda-medidas-para-regular-inteligencia-artificial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 20:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil está entre os países que mais usam inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[G20 pretende criar força-tarefa para discutir inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
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		<category><![CDATA[Senado aprova regras para uso da inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Dez países integrantes do Brics estão planejando &#8211; de forma conjunta &#8211; formas de lidar com os impactos que a Inteligência Artificial causará no mercado de trabalho. Entre as medidas em debate figura possibilidade de se desenvolver medidas regulatórias conjuntas visando o uso ético dessa tecnologia. O assunto foi debatido nesta quinta-feira (13) e ontem (12) durante reuniões do grupo de trabalho (GT) formado pelo bloco para debater assuntos relacionados a emprego. Integram o Brics Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia e Emirados Árabes Unidos. Entre as preocupações observadas pelo GT estão o desenvolvimento de políticas de proteção social para trabalhadores que perderem emprego diante das transformações tecnológicas; e o estímulo para que jovens e idosos desenvolvam potencialidades&#8230;</p>
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<p>Dez países integrantes do Brics estão planejando &#8211; de forma conjunta &#8211; formas de lidar com os impactos que a Inteligência Artificial causará no mercado de trabalho. Entre as medidas em debate figura possibilidade de se desenvolver medidas regulatórias conjuntas visando o uso ético dessa tecnologia.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739479531_686_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739479532_21_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O assunto foi debatido nesta quinta-feira (13) e ontem (12) durante reuniões do grupo de trabalho (GT) formado pelo bloco para debater assuntos relacionados a emprego.</p>
<p>Integram o Brics Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia e Emirados Árabes Unidos.</p>
<p>Entre as preocupações observadas pelo GT estão o desenvolvimento de políticas de proteção social para trabalhadores que perderem emprego diante das transformações tecnológicas; e o estímulo para que jovens e idosos desenvolvam potencialidades para que possam estar incluídos nessas novas tecnologias.</p>
<h2>Consensos</h2>
<p>Coordenadora do Grupo de Trabalho sobre Emprego do Brics, Maíra Lacerda diz estar confiante de que muitos consensos serão apresentados em documento a ser assinado pelos ministros do Trabalho do bloco, durante a reunião agendada para 25 de abril no Itamaraty, em Brasília.</p>
<p>Segundo ela, que é também assessora de Relações Internacionais do Ministério do Trabalho e Emprego, as reuniões prévias para o encontro, ocorridas de forma virtual esta semana, já acenam com “propostas concretas e objetivas”, em especial relacionadas a uma regulação ética da Inteligência Artificial.</p>
<p>“Todos países planejam fazer algo no âmbito local, mas estamos antevendo que algo está em vista também de forma coletiva envolvendo o bloco”, disse a coordenadora do GT. “Na visão de todos, a IA não é monstro, mas ela precisa ser usada com ética”, acrescentou.</p>
<h2>Sessões</h2>
<p>Foram dois dias de reuniões dedicadas a discutir o tema. As atividades se dividiram em quatro sessões: impacto da IA no mercado de trabalho; transformação digital para novos setores; desenvolvimento de políticas de proteção social para trabalhadores que perderem emprego; e encorajamento ao aprendizado continuado para desenvolver potencialidades, em especial de jovens e idosos.</p>
<p>Maíra Lacerda disse ser grande a expectativa de colaboração entre os países, no sentido de proteger os trabalhadores. “Percebemos consensos também com relação à preocupação com educação e com a inserção de trabalhadores jovens e idosos”, disse</p>
<p>“Todos falam de cooperação e união do Brics para tratar do tema Inteligência Artificial. Existindo vontade, os horizontes são amplos, inclusive com troca de conhecimentos e de tecnologias, pelos países”, acrescentou.</p>
<h2>Implementação</h2>
<p>A fim de viabilizar ao máximo a implementação das propostas que constarão no documento a ser assinado pelos ministros, estuda-se, caso seja do interesse do país membro, a possibilidade de internalizar alguns pontos acordados em suas legislações. </p>
<p>Tal medida é vista como um recurso para evitar que uma eventual mudança de governo nos países resulte em retrocesso àquilo que havia sido consensual no grupo. “Mas isso é algo a ser decidido de forma individual pelo país”, pondera a coordenadora do GT.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/brics-estuda-medidas-para-regular-inteligencia-artificial">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 13 Feb 2025 17:00:00 -0300 </p>

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