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	<title>Arquivo de SIN - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de SIN - WeekNews</title>
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		<title>Bandeira tarifária amarela segue em agosto com acréscimo de R$ 1,88 por 100 kWh</title>
		<link>https://weeknews.online/bandeira-tarifaria-amarela-segue-em-agosto-com-acrescimo-de-r-188-por-100-kwh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 21:50:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel leiloa mais quatro lotes de transmissão de energia]]></category>
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		<category><![CDATA[Mais de 100 mil clientes ainda estão sem energia após vendaval no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[ONS]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba como pedir ressarcimento por prejuízos com a falta de energia]]></category>
		<category><![CDATA[SIN]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (31) que a bandeira tarifária continuará amarela em agosto. Com isso, os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN) terão um acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos nas contas de luz. Esta será a quarta vez consecutiva que a bandeira amarela é aplicada. De acordo com a Aneel, a manutenção da bandeira amarela reflete as condições menos favoráveis de geração de energia no país, principalmente por causa do período seco. Nesse cenário, há uma redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas, o que diminui a geração hidrelétrica e aumenta a necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado. Em nota, a agência esclareceu&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/rbr1589-1024x512.jpg" alt="Bandeira tarifária amarela segue em agosto com acréscimo de R$ 1,88 por 100 kWh" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/bandeira-tarifaria-continuara-amarela-em-agosto" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (31) que a bandeira tarifária continuará amarela em agosto. Com isso, os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN) terão um acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos nas contas de luz. Esta será a quarta vez consecutiva que a bandeira amarela é aplicada.</p>
<p>De acordo com a Aneel, a manutenção da bandeira amarela reflete as condições menos favoráveis de geração de energia no país, principalmente por causa do período seco. Nesse cenário, há uma redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas, o que diminui a geração hidrelétrica e aumenta a necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado.</p>
<p>Em nota, a agência esclareceu que &#8220;a sinalização reflete condições menos favoráveis de geração de energia no país em razão do período seco, quando há redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado&#8221;.</p>
<p>O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel em 2015 e tem como objetivo refletir os custos variáveis da geração de energia elétrica. As bandeiras são divididas em cores e indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia utilizada nas residências, estabelecimentos comerciais e indústrias.</p>
<p>A cada mês, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) reavalia as condições de operação do sistema de geração de energia elétrica. Com base nessa análise, o ONS define a melhor estratégia de geração para atender à demanda e traça uma previsão de custos que serão cobertos pelas bandeiras tarifárias.</p>
<p>As cores das bandeiras são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a bandeira verde é aplicada, não há nenhum acréscimo na conta de luz. Já quando são aplicadas as bandeiras amarela ou vermelha, a conta sofre um acréscimo a cada 100 kWh consumidos.</p>
<p>Os valores cobrados em cada bandeira são os seguintes: na bandeira amarela, que indica condições de geração menos favoráveis, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 kWh consumidos; na bandeira vermelha, no Patamar 1, que representa condições mais custosas de geração, o acréscimo é de R$ 4,46 para cada 100 kWh; e na bandeira vermelha, no Patamar 2, quando as condições de geração são ainda mais custosas, o acréscimo é de R$ 7,87 para cada 100 kWh consumidos.</p>
<p>A decisão da Aneel de manter a bandeira amarela em agosto ocorre em um momento de atenção para o setor elétrico brasileiro, que enfrenta a estiagem e a consequente redução da capacidade de geração das hidrelétricas. A expectativa é que, com a chegada do período chuvoso, as condições de geração melhorem e a bandeira possa voltar a ficar verde.</p>
<p>A informação foi divulgada pela Agência Brasil, que também destacou que a manutenção da bandeira amarela é um reflexo direto das condições hidrológicas desfavoráveis. A agência lembrou ainda que, em julho, a bandeira já estava amarela, e que a sequência de meses com a bandeira amarela indica um cenário de custos mais elevados para a geração de energia no país.</p>
<p>Para os consumidores, a manutenção da bandeira amarela significa que as contas de luz continuarão com um custo adicional, o que pode impactar o orçamento doméstico. A Aneel recomenda que os consumidores adotem medidas de eficiência energética para reduzir o consumo e, consequentemente, o valor da conta.</p>
<p>A Aneel também informou que continuará monitorando as condições de geração de energia e que a bandeira tarifária será reavaliada mensalmente. A próxima atualização está prevista para o início de setembro, quando a agência deverá anunciar a cor da bandeira para o mês seguinte.</p>
<p>A manutenção da bandeira amarela em agosto reforça a necessidade de atenção ao consumo de energia, especialmente em um período de seca e de aumento dos custos de geração. A população deve estar atenta às orientações da Aneel e buscar formas de economizar energia, contribuindo para a sustentabilidade do sistema elétrico nacional.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/bandeira-tarifaria-continuara-amarela-em-agosto" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Incêndio em subestação provoca apagão na madrugada em todas as regiões</title>
		<link>https://weeknews.online/incendio-em-subestacao-provoca-apagao-na-madrugada-em-todas-as-regioes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 11:24:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[apagão]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ministério de minas e energia]]></category>
		<category><![CDATA[ONS]]></category>
		<category><![CDATA[SIN]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/incendio-em-subestacao-provoca-apagao-na-madrugada-em-todas-as-regioes/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que às 0h32 desta terça-feira (14) uma ocorrência no Sistema Interligado Nacional (SIN) provocou a interrupção de cerca de 10 mil megawatts (MW) de carga, afetando os quatro subsistemas: Sul, Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte.  Em nota, o ONS detalhou que a ocorrência teve início com um incêndio em um reator na Subestação de Bateias, no Paraná, desligando toda a subestação de 500 kilovolts (kV) e ocasionando a abertura da interligação entre as duas regiões. “No momento, a Região Sul exportava cerca de 5 mil MW para o Sudeste/Centro-Oeste”. Ainda de acordo com o comunicado, na Região Sul, houve perda de aproximadamente 1,6 mil MW de carga. No Nordeste, a interrupção foi da ordem de 1,9&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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</div>
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Feed Últimas.<br />
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 </p>
<p>O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que às 0h32 desta terça-feira (14) uma ocorrência no Sistema Interligado Nacional (SIN) provocou a interrupção de cerca de 10 mil megawatts (MW) de carga, afetando os quatro subsistemas: Sul, Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760441053_202_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760441053_282_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em nota, o ONS detalhou que a ocorrência teve início com um incêndio em um reator na Subestação de Bateias, no Paraná, desligando toda a subestação de 500 kilovolts (kV) e ocasionando a abertura da interligação entre as duas regiões. “No momento, a Região Sul exportava cerca de 5 mil MW para o Sudeste/Centro-Oeste”.</p>
<p>Ainda de acordo com o comunicado, na Região Sul, houve perda de aproximadamente 1,6 mil MW de carga. No Nordeste, a interrupção foi da ordem de 1,9 mil MW; no Norte, de 1,6 mil MW; e no Sudeste, de 4,8 mil MW.</p>
<blockquote>
<p>“Assim que identificou a situação, o ONS iniciou ação conjunta com os agentes para restabelecer a energia nas regiões.”</p>
</blockquote>
<p>“O retorno dos equipamentos e a recomposição das cargas se deu de maneira segura, logo nos primeiros minutos, sendo que, em até uma hora e meia, todas as cargas das regiões Norte, Nordeste, Sudeste/Centro-Oeste foram restabelecidas. As cargas da Região Sul foram recompostas totalmente por volta de duas horas e meia após a ocorrência.”</p>
<p>Segundo o ONS, uma reunião com os principais agentes envolvidos na ocorrência está programada para hoje. Um outro encontro, definido como reunião preliminar de Análise da Perturbação, está previsto para ocorrer até a próxima sexta-feira (17).</p>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/incendio-em-subestacao-provoca-apagao-na-madrugada-em-todas-regioes">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 14 Oct 2025 08:12:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>ONS defende volta do horário de verão para suprir demanda de energia</title>
		<link>https://weeknews.online/ons-defende-volta-do-horario-de-verao-para-suprir-demanda-de-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 19:33:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
		<category><![CDATA[CCEE]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica fica mais cara em SP a partir de sexta-feira dia 4]]></category>
		<category><![CDATA[LOLP]]></category>
		<category><![CDATA[MME]]></category>
		<category><![CDATA[Nova tarifa social de energia elétrica passa a valer neste sábado]]></category>
		<category><![CDATA[ONS]]></category>
		<category><![CDATA[ONS recomenda que governo volte a adotar o horário de verão]]></category>
		<category><![CDATA[pen 2025]]></category>
		<category><![CDATA[SIN]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O sistema elétrico brasileiro deve apresentar problemas para o suprimento da demanda de potência de energia elétrica nos horários de pico, especialmente no fim do dia, nos próximos cinco anos, caso não realize leilões de potência de energia. A conclusão é do Plano da Operação Energética (PEN 2025), lançado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) nessa terça-feira (8). O documento traz as avaliações das condições de atendimento ao mercado previsto de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN) para o período de 2025 a 2029. Notícias relacionadas: Nova tarifa social de energia elétrica passa a valer neste sábado. Energia elétrica fica mais cara em SP a partir de sexta-feira dia 4. ONS recomenda que governo volte a adotar o horário de verão.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>O sistema elétrico brasileiro deve apresentar problemas para o suprimento da demanda de potência de energia elétrica nos horários de pico, especialmente no fim do dia, nos próximos cinco anos, caso não realize leilões de potência de energia.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752089585_111_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752089585_181_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A conclusão é do Plano da Operação Energética (PEN 2025), lançado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) nessa terça-feira (8). O documento traz as avaliações das condições de atendimento ao mercado previsto de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN) para o período de 2025 a 2029.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Nova tarifa social de energia elétrica passa a valer neste sábado.</li>
<li>Energia elétrica fica mais cara em SP a partir de sexta-feira dia 4.</li>
<li>ONS recomenda que governo volte a adotar o horário de verão.</li>
</ul>
<p>Segundo o ONS, <strong>haverá necessidade de despacho de usinas térmicas flexíveis para atender a demanda no horário de pico, com a adoção de medidas alternativas. Entre elas, a possibilidade de retorno do horário de verão</strong>, suspenso no governo do ex-presidente Bolsonaro. A adoção do horário de verão poderá ser recomendada, mas dependerá das projeções de atendimento dos próximos meses.</p>
<p><strong>O documento aponta que a geração de energia no país cresceu, puxada principalmente pelas fontes de energia intermitentes, como a eólica, solar e a MMGD (mini e microgeração distribuída solar), essas últimas duas praticamente não produzem menos energia no horário noturno, quando há maior necessidade de potência.</strong></p>
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<h2>Futuro</h2>
<p>Para os próximos anos, é estimado um acréscimo de 36 Giga Watts (GW) de capacidade instalada, em relação ao gerado em dezembro de 2024, totalizando 268 GW até 2029.</p>
<p> A MMGD, em conjunto com fonte solar, corresponderá a 32,9% da matriz elétrica em 2029, fazendo com que a fonte solar seja a segunda maior em termos de capacidade instalada do Sistema Interligado Nacional (SIN).</p>
<p>Para o operador, a mudança no perfil da matriz elétrica, com a crescente participação das fontes renováveis no atendimento ao SIN, trouxe novos desafios para a operação e tem exigido maior flexibilidade na operação, especialmente das usinas das hidrelétricas, que são mais controláveis, além do despacho das termelétricas.</p>
<p><strong>A avaliação do ONS é que, diante do cenário atual, haverá necessidade de preparar o sistema para elevados montantes de despacho termelétrico no segundo semestre para o atendimento de potência sob o ponto de vista conjuntural, principalmente a partir de outubro deste ano.</strong> “Observa-se, em todo o horizonte, necessidade de elevado despacho térmico adicional ao previsto para atendimento energético, sendo que grande parte dos cenários já indica a necessidade de utilização da reserva de potência ao longo do segundo semestre de 2025”, diz o documento.</p>
<h2>Geração térmica</h2>
<p>Apesar de apontar a necessidade de despacho das térmicas, o ONS não recomenda a inclusão de geração térmica com alto nível de inflexibilidade ou com longo tempo de acionamento nos próximos cinco anos.</p>
<p>“Ao contrário, o SIN tem demandado cada vez mais requisitos de flexibilidade e, desta forma, o ONS precisa ter à disposição elementos de despachabilidade adequados às rápidas variações de potência requeridas para o atendimento à variação da demanda e das fontes intermitentes ao longo do dia”, diz o ONS.</p>
<h2>Leilão</h2>
<p>Um leilão para a contratação de potência elétrica &#8211;  Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência &#8211; estava previsto para agosto do ano passado. Mas o certame foi judicializado, levando a inúmeros adiamentos da definição das regras do leilão.</p>
<p>A previsão era de que o leilão ocorresse em junho, mas em abril, o Ministério de Minas e Energia editou uma portaria revogando as regras para o certame, o que, na prática, acabou cancelando a disputa que seria destinada à contratação de potência elétrica a partir de empreendimentos de geração, novos e existentes provenientes de usinas hidrelétricas e termelétricas a gás natural e a biocombustíveis.</p>
<blockquote>
<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) disse que, caso seja publicada uma nova portaria, um novo leilão será coordenado pela Aneel e realizado na plataforma <em>online</em> da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). </p>
</blockquote>
<p>“Assim, todo o aprendizado e os documentos redigidos no processo, como a consulta pública realizada pela Agência, poderão ser utilizados como base, na medida do que for adequado e pertinente, em eventual nova instrução”, informou a agência reguladora.</p>
<h2>Próximos anos</h2>
<p><strong>Para o horizonte estrutural (2026/2029), documento aponta o risco explícito de insuficiência da oferta de potência (LOLP), com a violação do nível de confiança da insuficiência da oferta de potência de agosto de 2026 a dezembro de 2026, de agosto de 2027 a abril de 2028 e de julho de 2028 a dezembro de 2029. Ou seja, a LOLP é violada em todos os anos da avaliação.</strong></p>
<p>“No sentido de busca do equilíbrio estrutural em termos de atendimento aos requisitos de potência, é premente a realização de leilões anuais de reserva de capacidade na forma de potência, uma vez que os estudos do PEN 2024 já indicaram violação dos critérios de garantia de suprimento de potência em 2025, e os resultados do PEN 2025 mostram aprofundamento das violações com o decorrer dos anos avaliados” diz o documento.</p>
<h2>Cargas especiais</h2>
<p><strong>Outro ponto que merece atenção é a inserção de cargas especiais no sistema, tais como plantas de <em>datacenters</em> e hidrogênio verde, que demandam alto suprimento de energia e possuem baixa flexibilidade operativa, “com impacto tanto nos critérios de garantia de suprimento de energia quanto de potência, como mostrado nos cenários de sensibilidade”.</strong></p>
<p>“Atenção especial deve ser dada na viabilização do atendimento destas cargas no período de ponta noturno, momento no qual o sistema já apresenta uma maior dificuldade no atendimento aos requisitos de carga”, finaliza o documento. </p>
<p> Luciano Nascimento &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/ons-brasil-precisara-de-termicas-e-da-volta-do-horario-de-verao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 09 Jul 2025 15:59:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Energia: Brasil precisará de térmicas para atender horário de pico</title>
		<link>https://weeknews.online/energia-brasil-precisara-de-termicas-para-atender-horario-de-pico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 19:11:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
		<category><![CDATA[CCEE]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica fica mais cara em SP a partir de sexta-feira dia 4]]></category>
		<category><![CDATA[LOLP]]></category>
		<category><![CDATA[MME]]></category>
		<category><![CDATA[Nova tarifa social de energia elétrica passa a valer neste sábado]]></category>
		<category><![CDATA[ONS]]></category>
		<category><![CDATA[ONS recomenda que governo volte a adotar o horário de verão]]></category>
		<category><![CDATA[pen 2025]]></category>
		<category><![CDATA[SIN]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/energia-brasil-precisara-de-termicas-para-atender-horario-de-pico/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O sistema elétrico brasileiro deve apresentar problemas para o suprimento da demanda de potência de energia elétrica nos horários de pico, especialmente no fim do dia, nos próximos cinco anos, caso não realize leilões de potência de energia. A conclusão é do Plano da Operação Energética (PEN 2025), lançado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) nessa terça-feira (8). O documento traz as avaliações das condições de atendimento ao mercado previsto de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN) para o período de 2025 a 2029. Notícias relacionadas: Nova tarifa social de energia elétrica passa a valer neste sábado. Energia elétrica fica mais cara em SP a partir de sexta-feira dia 4. ONS recomenda que governo volte a adotar o horário de verão.&#8230;</p>
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<p><strong>O sistema elétrico brasileiro deve apresentar problemas para o suprimento da demanda de potência de energia elétrica nos horários de pico, especialmente no fim do dia, nos próximos cinco anos, caso não realize leilões de potência de energia.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752088292_144_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752088292_666_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A conclusão é do Plano da Operação Energética (PEN 2025), lançado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) nessa terça-feira (8). O documento traz as avaliações das condições de atendimento ao mercado previsto de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN) para o período de 2025 a 2029.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Nova tarifa social de energia elétrica passa a valer neste sábado.</li>
<li>Energia elétrica fica mais cara em SP a partir de sexta-feira dia 4.</li>
<li>ONS recomenda que governo volte a adotar o horário de verão.</li>
</ul>
<p>Segundo o ONS, haverá necessidade de despacho de usinas térmicas flexíveis para atender a demanda no horário de pico, com a adoção de medidas alternativas. Entre elas, a possibilidade de retorno do horário de verão, suspenso no governo do ex-presidente Bolsonaro. A adoção do horário de verão poderá ser recomendada, mas dependerá das projeções de atendimento dos próximos meses.</p>
<p><strong>O documento aponta que a geração de energia no país cresceu, puxada principalmente pelas fontes de energia intermitentes, como a eólica, solar e a MMGD (mini e microgeração distribuída solar), essas últimas duas praticamente não produzem menos energia no horário noturno, quando há maior necessidade de potência.</strong></p>
<h2>Futuro</h2>
<p>Para os próximos anos, é estimado um acréscimo de 36 Giga Watts (GW) de capacidade instalada, em relação ao gerado em dezembro de 2024, totalizando 268 GW até 2029.</p>
<p> A MMGD, em conjunto com fonte solar, corresponderá a 32,9% da matriz elétrica em 2029, fazendo com que a fonte solar seja a segunda maior em termos de capacidade instalada do Sistema Interligado Nacional (SIN).</p>
<p>Para o operador, a mudança no perfil da matriz elétrica, com a crescente participação das fontes renováveis no atendimento ao SIN, trouxe novos desafios para a operação e tem exigido maior flexibilidade na operação, especialmente das usinas das hidrelétricas, que são mais controláveis, além do despacho das termelétricas.</p>
<p><strong>A avaliação do ONS é que, diante do cenário atual, haverá necessidade de preparar o sistema para elevados montantes de despacho termelétrico no segundo semestre para o atendimento de potência sob o ponto de vista conjuntural, principalmente a partir de outubro deste ano.</strong> “Observa-se, em todo o horizonte, necessidade de elevado despacho térmico adicional ao previsto para atendimento energético, sendo que grande parte dos cenários já indica a necessidade de utilização da reserva de potência ao longo do segundo semestre de 2025”, diz o documento.</p>
<h2>Geração térmica</h2>
<p>Apesar de apontar a necessidade de despacho das térmicas, o ONS não recomenda a inclusão de geração térmica com alto nível de inflexibilidade ou com longo tempo de acionamento nos próximos cinco anos.</p>
<p>“Ao contrário, o SIN tem demandado cada vez mais requisitos de flexibilidade e, desta forma, o ONS precisa ter à disposição elementos de despachabilidade adequados às rápidas variações de potência requeridas para o atendimento à variação da demanda e das fontes intermitentes ao longo do dia”, diz o ONS.</p>
<h2>Leilão</h2>
<p>Um leilão para a contratação de potência elétrica &#8211;  Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência &#8211; estava previsto para agosto do ano passado. Mas o certame foi judicializado, levando a inúmeros adiamentos da definição das regras do leilão.</p>
<p>A previsão era de que o leilão ocorresse em junho, mas em abril, o Ministério de Minas e Energia editou uma portaria revogando as regras para o certame, o que, na prática, acabou cancelando a disputa que seria destinada à contratação de potência elétrica a partir de empreendimentos de geração, novos e existentes provenientes de usinas hidrelétricas e termelétricas a gás natural e a biocombustíveis.</p>
<blockquote>
<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) disse que, caso seja publicada uma nova portaria, um novo leilão será coordenado pela Aneel e realizado na plataforma <em>online</em> da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). </p>
</blockquote>
<p>“Assim, todo o aprendizado e os documentos redigidos no processo, como a consulta pública realizada pela Agência, poderão ser utilizados como base, na medida do que for adequado e pertinente, em eventual nova instrução”, informou a agência reguladora.</p>
<h2>Próximos anos</h2>
<p><strong>Para o horizonte estrutural (2026/2029), documento aponta o risco explícito de insuficiência da oferta de potência (LOLP), com a violação do nível de confiança da insuficiência da oferta de potência de agosto de 2026 a dezembro de 2026, de agosto de 2027 a abril de 2028 e de julho de 2028 a dezembro de 2029. Ou seja, a LOLP é violada em todos os anos da avaliação.</strong></p>
<p>“No sentido de busca do equilíbrio estrutural em termos de atendimento aos requisitos de potência, é premente a realização de leilões anuais de reserva de capacidade na forma de potência, uma vez que os estudos do PEN 2024 já indicaram violação dos critérios de garantia de suprimento de potência em 2025, e os resultados do PEN 2025 mostram aprofundamento das violações com o decorrer dos anos avaliados” diz o documento.</p>
<h2>Cargas especiais</h2>
<p><strong>Outro ponto que merece atenção é a inserção de cargas especiais no sistema, tais como plantas de <em>datacenters</em> e hidrogênio verde, que demandam alto suprimento de energia e possuem baixa flexibilidade operativa, “com impacto tanto nos critérios de garantia de suprimento de energia quanto de potência, como mostrado nos cenários de sensibilidade”.</strong></p>
<p>“Atenção especial deve ser dada na viabilização do atendimento destas cargas no período de ponta noturno, momento no qual o sistema já apresenta uma maior dificuldade no atendimento aos requisitos de carga”, finaliza o documento. </p>
<p> Luciano Nascimento &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/ons-brasil-precisara-de-termicas-para-atender-horario-de-pico">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 09 Jul 2025 15:59:00 -0300 </p>

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