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	<title>Arquivo de Sociedade civil busca reparação e amparo para órfãos da covid-19 - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Sociedade civil busca reparação e amparo para órfãos da covid-19 - WeekNews</title>
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		<title>Pesquisadora Margareth Dalcolmo recebe medalha Oswaldo Cruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 20:35:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Após cinco anos de vacinação]]></category>
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		<category><![CDATA[em setembro de 2024]]></category>
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		<category><![CDATA[Margareth Dalcolmo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. A pneumologista e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz Margareth Dalcolmo recebeu nesta sexta-feira (13) a medalha de mérito Oswaldo Cruz, honraria concedida pela Presidência da República a personalidades e iniciativas que tenham contribuído com o bem-estar e a saúde física e mental dos brasileiros.  Margareth Dalcolmo se tornou uma das principais vozes de orientação durante a pandemia de covid-19. Desde o início da emergência sanitária, a pesquisadora da Fiocruz fez alertas sobre a importância das medidas de isolamento e em defesa da vacinação. Notícias relacionadas: Após cinco anos de vacinação, covid recua, mas ainda preocupa . Sociedade civil busca reparação e amparo para órfãos da covid-19. Ao receber a homenagem, a cientista lembrou que o decreto de pandemia, feito pela Organização Mundial da&#8230;</p>
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<p><strong>A pneumologista e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz Margareth Dalcolmo recebeu nesta sexta-feira (13) a medalha de mérito Oswaldo Cruz, honraria concedida pela Presidência da República a personalidades e iniciativas que tenham contribuído com o bem-estar e a saúde física e mental dos brasileiros. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773434139_527_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773434139_953_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Margareth Dalcolmo se tornou uma das principais vozes de orientação durante a pandemia de covid-19.</strong> Desde o início da emergência sanitária, a pesquisadora da Fiocruz fez alertas sobre a importância das medidas de isolamento e em defesa da vacinação.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Após cinco anos de vacinação, covid recua, mas ainda preocupa .</li>
<li>Sociedade civil busca reparação e amparo para órfãos da covid-19.</li>
</ul>
<p>Ao receber a homenagem, a cientista lembrou que o decreto de pandemia, feito pela Organização Mundial da Saúde, completou seis anos na última quarta-feira (11). </p>
<p>“Neste dia, eu gravei um pequeno e modesto vídeo anunciando que seria uma tragédia que se abateria sobre o Brasil e infelizmente era verdade. Nós fizemos o primeiro alerta”, disse. </p>
<p><strong>Margareth Dalcolmo também lembrou das dificuldades de enfrentar os discursos negacionistas. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Deu muito mais trabalho descontrair a retórica nociva ao povo brasileiro do que informar sobre os progressos que nós conseguimos fazer. Nós fizemos isso porque é nossa obrigação, porque é isso que nós sabemos fazer. Esse é o meu compromisso de todo dia. A nossa ideologia é cuidar de pessoas. Vou ficar velhinha fazendo isso”. </p>
</blockquote>
<p>
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<p>A concessão oficial da medalha foi feita em setembro de 2024, mas a pesquisadora não pode participar da cerimônia em Brasília. Por isso, recebeu a medalha, das mãos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante um evento no Hospital do Andaraí, na Zona Norte do Rio de Janeiro, nesta sexta (13). </p>
<p>A apresentação da medalha foi feita pela ex-ministra da Saúde Nísia Trindade, colega de Margaret na Fiocruz e que presidiu a instituição durante a pandemia. Nísia destacou que os serviços prestados pela pesquisadora à população não se encerraram com o fim da emergência sanitária. </p>
<p>“Além de todo o trabalho durante a pandemia, de informar as pessoas, de ser uma alento na sua comunicação, dando as palavras da ciência e orientando as família, Margareth colaborou conosco o tempo todo no Ministério e colabora até agora pra que nós sejamos de novo referência de vacinação no mundo”, garantiu a ex-ministra.</p>
<p> Tâmara Freire &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Editoria. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/pesquisadora-margareth-dalcolmo-recebe-medalha-oswaldo-cruz">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 13 Mar 2026 16:58:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Há 5 anos, Brasil aplicava primeiras doses de vacina contra a covid-19</title>
		<link>https://weeknews.online/ha-5-anos-brasil-aplicava-primeiras-doses-de-vacina-contra-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 12:47:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[A comissão também sugeriu o indiciamento de 68 pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[as hospitalizações e mortes entre idosos começaram a cair vertiginosamente]]></category>
		<category><![CDATA[CoronaVac]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Dados do Observatório Covid-19 Brasil mostram que já a partir de abril]]></category>
		<category><![CDATA[diz ministra]]></category>
		<category><![CDATA[Especialistas calculam que isso preveniu 74% dos casos graves e 82% das mortes esperadas no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e os ex-ministros da Saúde Eduardo Pazuello e Marcelo Queiroga.]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino determinou a abertura de um inquérito na Polícia Federal para apurar os fatos denunciados pela CPI]]></category>
		<category><![CDATA[o que significa que mais de 300 mil vidas foram poupadas]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia de covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade civil busca reparação e amparo para órfãos da covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina brasileira de covid fortalece ciência e país]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina contra a covid-19 protege gestantes de complicações]]></category>
		<category><![CDATA[vacina covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Há 5 anos, o Brasil dava seus primeiros passos rumo ao fim de um pesadelo. No dia 17 de janeiro de 2021, logo depois que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso emergencial de duas vacinas no Brasil, a enfermeira paulista Mônica Calazans se tornava a primeira brasileira a ser vacinada contra a covid-19. Mônica foi escolhida para esse momento histórico porque participou dos ensaios clínicos da vacina Coronavac, feitos no final de 2020 para comprovar a segurança e a eficácia da vacina. Na época, ela trabalhava no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, hospital especializado em doenças infectocontagiosas e referência para a doença, que atendeu mais de 40 mil pacientes durantes a pandemia. Notícias relacionadas: Sociedade civil busca reparação e&#8230;</p>
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				</p>
<p>Há 5 anos, o Brasil dava seus primeiros passos rumo ao fim de um pesadelo. No dia 17 de janeiro de 2021, logo depois que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso emergencial de duas vacinas no Brasil, a enfermeira paulista Mônica Calazans se tornava a primeira brasileira a ser vacinada contra a covid-19.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768654055_134_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768654056_136_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Mônica foi escolhida para esse momento histórico porque participou dos ensaios clínicos da vacina Coronavac, feitos no final de 2020 para comprovar a segurança e a eficácia da vacina. Na época, ela trabalhava no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, hospital especializado em doenças infectocontagiosas e referência para a doença, que atendeu mais de 40 mil pacientes durantes a pandemia.</p>
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<li>Sociedade civil busca reparação e amparo para órfãos da covid-19.</li>
<li>Vacina brasileira de covid fortalece ciência e país, diz ministra.</li>
<li>Vacina contra a covid-19 protege gestantes de complicações.</li>
</ul>
<p>A enfermeira conta que estava de plantão naquele domingo quando foi avisada pela chefe que deveria ir até o local da cerimônia, onde autoridades aguardavam a decisão da Anvisa para começar a vacinação logo em seguida. Quando descobriu que seria a primeira a receber a vacina, não segurou as lágrimas:</p>
<p>&#8220;Eu chorava muito! De verdade! Porque a gente estava passando por um momento traumatizante, e o meu irmão estava com covid na época. E eu também chorei de emoção, de alegria, porque a ciência estava dando um passo importante para acabar com aquela tragédia que estava assolando o mundo&#8221;. &#8220;</p>
<blockquote>
<p>Na hora que eu recebi a vacina, eu trouxe esperança para as pessoas. O meu punho cerrado era uma mensagem de esperança e de vitória. De que nós iríamos vencer essa fase tão terrível &#8220;</p>
</blockquote>
<p>Já <strong>a vacinação no restante do país começou no dia seguinte, dia 18 de janeiro</strong>, após a distribuição de um primeio lote de 6 milhões de doses produzidas na China e importadas pelo Instituto Butantan, que posteriormente passou a processar a vacina no Brasil, a partir de ingrediente ativo enviado pela empresa Sinovac.</p>
<p><strong>Alguns dias depois, no dia 23 de janeiro, a campanha recebeu o reforço das primeiras 2 milhões de dose da vacina da Oxford/Astrazeneca</strong>, inicialmente importadas da Índia pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que depois incorporou gradualmente a tecnologia e passou a produzir a vacina em solo nacional.</p>
<p>A campanha priorizou os públicos mais vulneráveis, começando pelos trabalhadores de saúde da linha de frente, idosos e pessoas com deficiência que viviam em instituições e indígenas. Neste momento, o Brasil vivia o pico da variante Gama do coronavírus, que se mostrou mais agressiva e letal do que as que tinham se disseminado anteriormente.</p>
<p> </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/astrazeneca_oxford_fiocruz230120210912.jpg" alt="A médica pneumologista do Centro de Referência Professor Helio Fraga, da Fiocruz, Margareth Dalcolmo recebe a dose da vacina de Oxford/AstraZeneca na Fiocruz." title="Tomaz Silva/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=251824 --></div>
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<h6 class="meta"><!--copyright=251824-->A médica pneumologista do Centro de Referência Professor Helio Fraga, da Fiocruz, Margareth Dalcolmo recebe a dose da vacina de Oxford/AstraZeneca na Fiocruz em janeiro de 2021 &#8211; <strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=251824--></h6>
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</div>
<p><strong>Dado o limitado número de doses, a imunização avançou lentamente até alcançar outros públicos também bastante vulneráveis, como os idosos em geral. </strong>Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, as pessoas com idades entre 60 e 70 anos só receberam o imunizante ao longos dos meses de março e abril 2021.</p>
<p>Ainda assim, os benefícios da vacinação não demoraram a aparecer. <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.thelancet.com/journals/lanam/article/PIIS2667-193X(22)00214-9/fulltext" target="_blank">Dados do Observatório Covid-19 Brasil mostram que já a partir de abril, as hospitalizações e mortes entre idosos começaram a cair vertiginosamente</a>.</p>
<p>Os pesquisadores acreditam que <strong>apenas nos primeiros sete meses da campanha, 165 mil hospitalizações e 58 mil mortes entre idosos foram evitadas</strong>.</p>
<p>Nos meses seguintes, tanto o Butantan, quanto a Fiocruz passaram a finalizar e envazar as vacinas no Brasil, o que possibilitou o aumento expressivo de doses, em conjunto com a chegada de imunizantes adquiridos de empresas privadas.</p>
<p><strong>Em um ano, 339 milhões de doses foram aplicadas, atendendo a 84% da população brasileira.</strong> <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9779315/" target="_blank">Especialistas calculam que isso preveniu 74% dos casos graves e 82% das mortes esperadas no Brasil, o que significa que mais de 300 mil vidas foram poupadas</a>.</p>
<h2>Atrasos</h2>
<p>No entanto, o mesmo estudo do Observartório Covid-19 Brasil que calculou as vidas salvas pela vacina também concluiu que &#8220;um contingente adicional de 104.000 hospitalizações poderia ter sido evitado se a vacinação tivesse começado mais cedo&#8221; e <strong>&#8220;outras 47 mil vidas poderiam ter sido salvas caso o governo brasileiro tivesse iniciado o programa de vacinação anteriormente&#8221;</strong>, apenas entre os idosos.</p>
<p>A vice-presidente da Associação de Vítimas e Familiares de Vítimas da Covid-19 (Avico), Paola Falceta, acredita que a mãe, falecida em janeiro de 2021, está nessas estatísticas. Para ela, não há dúvidas que houve atraso no início da vacinação no Brasil, e que ele é resultado da negligência do governo federal da época.  </p>
<p>&#8220;A gente não poderia salvar todo mundo, obviamente, até porque a vacina depende da vontade própria da pessoa e existiria ainda aquele grupo que não tomaria a vacina&#8221;.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Mas a maioria das pessoas queria acesso à vacina, e muitos dos que morreram foram as pessoas que poderiam ter tomado a vacina antes e não conseguiram. E essa falta foi imposta pela própria gestão, que decidiu não comprar, não negociar todos os tipos de vacina existentes&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>A avaliação de Paola é corroborada por <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.scielo.br/j/rbepid/a/Csj3NQBSBj4rqDQ4qSdrNDM/?lang=en" target="_blank">um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais</a>. <strong>Se a vacinação no Brasil tivesse começado 40 dias antes, na mesma data em que foi iniciada no Reino Unido, com mais doses, e associada a medidas de isolamento e proteção, o Brasil poderia ter evitado 400 mil mortes</strong>, concluem os pesquisadores. Isso é mais do que a metade das cerca de 700 mil mortes causadas pela doença no país.</p>
<p> </p>
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Foto: Alex Pazuello/Semcom/Arquivo" title="Alex Pazuello/Semcom/Arquivo"><br />
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<h6 class="meta">Cemitério Público Nossa Senhora Aparecida, em Manaus, teve que ampliar número de sepulturas para vítimas de covid-19 Foto: Alex Pazuello/Semcom/Arquivo</h6>
</div>
</div>
<p>Por trás dos números, há histórias como as de Paola e de Ana Lucia Lopes, que perdeu o companheiro em maio de 2021.</p>
<blockquote>
<p>“Um mês depois que o Cláudio faleceu, eu fui tomar vacina. Nós tínhamos a mesma idade, então, ele iria tomar no mesmo momento. E é muito revoltante pensar isso, que ele não teve essa oportunidade. Imagina quanta gente poderia ter tomado a vacina, e tido a chance de sobreviver&#8221;.</p>
</blockquote>
<p><strong>A CPI da Covid-19, realizada em 2021, também concluiu que o governo federal impôs uma &#8220;escassez&#8221; de doses de vacina, que foi determinante para aumentar o número de casos e de mortos</strong>, e possibilitar a disseminação de novas variantes. Uma das provas consideradas foram as propostas de venda feitas pela farmacêutica Pfizer em agosto de 2020, oferendo 1,5 milhão de doses a serem entregues ainda no primeiro ano da pandemia. O governo brasileiro sequer respondeu.  </p>
<p>&#8220;A aquisição de imunizantes deveria ter figurado como a principal providência no processo de prevenção à disseminação do novo coronavírus e, consequentemente, de proteção à saúde das pessoas, mas, infelizmente, essa medida foi negligenciada. Não obstante, as tratativas e a conclusão das negociações do governo federal sofreram injustificável e intencional atraso, que impactou diretamente na compra das vacinas e no cronograma de imunização da população brasileira”, diz o relatório final da CPI.</p>
<p> </p>
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<h6 class="meta"><!--copyright=272559-->Senadores atuantes na CPI da Covid-19 entregam o relatório final dos trabalhos da comissão ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=272559--></h6>
</div>
</div>
<p><strong>A comissão também sugeriu o indiciamento de 68 pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e os ex-ministros da Saúde Eduardo Pazuello e Marcelo Queiroga.</strong> O pedido, no entanto, foi arquivado a pedido do procurador-geral da República da época, Augusto Aras, em julho de 2022.</p>
<p>No ano passado, entretanto, o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino determinou a abertura de um inquérito na Polícia Federal para apurar os fatos denunciados pela CPI.</p>
<p> Tâmara Freire &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-01/ha-5-anos-brasil-aplicava-primeiras-doses-de-vacina-contra-covid-19">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 17 Jan 2026 09:17:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/ha-5-anos-brasil-aplicava-primeiras-doses-de-vacina-contra-a-covid-19/">Há 5 anos, Brasil aplicava primeiras doses de vacina contra a covid-19</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Covid: quem tem 12 anos ou mais pode se imunizar, no Rio, com vacina</title>
		<link>https://weeknews.online/covid-quem-tem-12-anos-ou-mais-pode-se-imunizar-no-rio-com-vacina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 14:10:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19 deixou 149 mil crianças e adolescentes órfãos em 2020 e 2021]]></category>
		<category><![CDATA[diz ministra]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade civil busca reparação e amparo para órfãos da covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina brasileira de covid fortalece ciência e país]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A partir desta quarta-feira (3), a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro ampliou o público-alvo da vacina contra a variante JN.1 da Covid-19. Assim, quem tem a partir dos 12 anos de idade também pode ser imunizado com a dose de reforço. Em 2025, até o momento, houve 14.474 casos da doença no Rio.  Até então, apenas idosos residentes nas Instituições de Longa Permanência (ILPI), o grupo acima de 60 anos, pessoas com imunossupressão, ou seja, com o sistema imunológico fragilizado, crianças entre 6 meses e 4 anos, e crianças entre 5 e 11 anos imunocomprometidas ou com comorbidades podiam se imunizar com a vacina atualizada. Caderneta Notícias relacionadas: Sociedade civil busca reparação e amparo para órfãos da covid-19. Covid-19 deixou&#8230;</p>
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<p><strong>A partir desta quarta-feira (3), a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro ampliou o público-alvo da vacina contra a variante JN.1 da Covid-19. Assim, quem tem a partir dos 12 anos de idade também pode ser imunizado com a dose de reforço. Em 2025, até o momento, houve 14.474 casos da doença no Rio. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1764771039_714_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1764771040_483_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Até então, apenas idosos residentes nas Instituições de Longa Permanência (ILPI), o grupo acima de 60 anos, pessoas com imunossupressão, ou seja, com o sistema imunológico fragilizado, crianças entre 6 meses e 4 anos, e crianças entre 5 e 11 anos imunocomprometidas ou com comorbidades podiam se imunizar com a vacina atualizada.</p>
<h2>Caderneta</h2>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Sociedade civil busca reparação e amparo para órfãos da covid-19.</li>
<li>Covid-19 deixou 149 mil crianças e adolescentes órfãos em 2020 e 2021.</li>
<li>Vacina brasileira de covid fortalece ciência e país, diz ministra.</li>
</ul>
<p><strong>Agora, para tomar o medicamento é preciso comparecer a uma unidade de saúde com documento de identidade e, se possível, a caderneta de vacinação. </strong></p>
<p><strong>A vacina pode ser encontrada em 240 salas disponíveis do Rio, incluindo as unidades do Super Centro Carioca de Vacinação, de Botafogo, da zona oeste (no ParkShopping CampoGrande) e da zona norte (no Shopping Nova América, em Del Castilho).</strong></p>
<p> Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-12/covid-quem-tem-12-anos-ou-mais-pode-se-imunizar-no-rio-com-vacina">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 03 Dec 2025 10:55:00 -0300 </p>

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