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	<title>Arquivo de Sonia Guajajara - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Sonia Guajajara - WeekNews</title>
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		<title>Em SP, povos e comunidades lançam aliança em Defesa da Mata Atlântica</title>
		<link>https://weeknews.online/em-sp-povos-e-comunidades-lancam-alianca-em-defesa-da-mata-atlantica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 02:08:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidades Tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[especulação imobiliária]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sonia Guajajara]]></category>
		<category><![CDATA[Terras raras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria Radioagência Nacional. Nesta quarta-feira, 27 de maio, é celebrado o Dia da Mata Atlântica. Para marcar a data, representantes de territórios ancestrais realizaram o lançamento oficial da Aliança dos Povos e Comunidades Tradicionais Guardiões da Mata Atlântica. O movimento marca a primeira articulação e reúne sete fóruns regionais e a Comissão Guarani Yvyrupa. O evento aconteceu no Largo São Francisco, no centro de São Paulo, e reuniu representantes de territórios ancestrais, como Ivanildes Kerexu, que é uma liderança da Aldeia Rio Bonito, em Ubatuba, no litoral de São Paulo. Ela explica que a aliança permite às comunidades que vivem nos territórios da Mata Atlântica unir forças para lutar contra ameaças, como a especulação imobiliária de grandes empreendimentos: “Inclusive, tem uma aldeia, uma aldeia&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria Radioagência Nacional.</p>

<p></p>
<div>
<p>Nesta quarta-feira, 27 de maio, é celebrado o Dia da Mata Atlântica. Para marcar a data, representantes de territórios ancestrais realizaram o lançamento oficial da <strong>Aliança dos Povos e Comunidades Tradicionais Guardiões da Mata Atlântica</strong>. O movimento marca a primeira articulação e reúne sete fóruns regionais e a Comissão Guarani Yvyrupa.</p>
<p>O evento aconteceu no Largo São Francisco, no centro de São Paulo, e reuniu representantes de territórios ancestrais, como <strong>Ivanildes Kerexu</strong>, que é uma liderança da Aldeia Rio Bonito, em Ubatuba, no litoral de São Paulo. Ela explica que a aliança permite às comunidades que vivem nos territórios da Mata Atlântica unir forças para lutar contra ameaças, como a especulação imobiliária de grandes empreendimentos:</p>
<blockquote>
<p>“Inclusive, tem uma aldeia, uma aldeia da Boa Vista, que 15 anos atrás quase não tinha moradores. E hoje, se a gente passar lá, é tanto morador que vai até quase na entrada da aldeia. Então, é essa especulação imobiliária, pessoas que que fazem as suas casas de veraneio. Então, isso também prejudica, infelizmente”</p>
</blockquote>
<p><strong>Wellington Quilombola</strong> é presidente da Associação do Quilombo Porto da Areia, na cidade de Estância, em Sergipe. Ele destaca que o turismo que chega à comunidade é de um modelo exploratório, que não é benéfico para a população local:</p>
<blockquote>
<p>“Nós precisamos do turismo e defendemos o turismo, mas tem que ser um turismo que seja bom para todos. E aí, com o turismo, vêm os resorts. Também ajudam a destruir a mata e ajudam a destruir os manguezais. Com os resorts, a gente fica pensando: o que é que querem com esses resorts na nossa comunidade? É pegar o homem nativo, que é pescador, para colocar para lavar os carros, para lavar os quartos, lavar roupa, prato, sendo que ele pode sobreviver da própria pesca? Então, esse tipo de turismo não serve pra a gente.”</p>
</blockquote>
<p>A deputada federal e ex-ministra dos Povos Indígenas <strong>Sonia Guajajara</strong> participou do evento e destacou a importância da aliança como um espaço para denunciar o que as comunidades tradicionais enfrentam. <strong>Ela citou as consequências do desmatamento, da mineração e a pressão internacional pela exploração das terras raras, minerais estratégicos para a transição energética</strong>:</p>
<blockquote>
<p>“Se as terras raras são exploradas da mesma forma, sem considerar direitos, sem considerar salvaguardas, sem considerar a consulta livre, prévia, informada, as consequências não serão diferentes do que é a exploração do petróleo para os nossos povos. Então, nós temos que pensar, sim, uma transição energética, mas uma transição energética justa, que considere os modos de vida e que respeite os direitos humanos de todas as pessoas.”</p>
</blockquote>
<h3>Mata Atlântica</h3>
<p>A mata atlântica cobria 15% do território brasileiro, ao longo de 17 estados, no início da colonização portuguesa. Hoje, resta pouco mais de 12% da vegetação original do bioma. Ainda assim, é o habitat de 20 mil espécies de plantas e de mais de duas mil espécies de animais.</p>
<p><em>*Com colaboração de Elaine Patrícia Cruz</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2026-05/em-sp-povos-e-comunidades-lancam-alianca-em-defesa-da-mata-atlantica" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Wed, 27 May 2026 20:57:00 -0300</p>
<p></p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Após cinco dias de internação, Sônia Guajajara recebe alta médica</title>
		<link>https://weeknews.online/apos-cinco-dias-de-internacao-sonia-guajajara-recebe-alta-medica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 20:19:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[A ministra foi internada]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan produzirá remédio contra câncer para o SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil de SP alerta para temporais desta quinta até sexta]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Incor]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério dos Povos Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Sonia Guajajara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Após cinco dias de internação em um hospital da capital paulista, a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, recebeu alta médica nesta quinta-feira (26). Segundo boletim médico do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor-SP), a ministra deixa o hospital em boas condições, sem dor, alimentando-se normalmente e com quadro controlado. Notícias relacionadas: Butantan produzirá remédio contra câncer para o SUS. Defesa Civil de SP alerta para temporais desta quinta até sexta. “Seguirá com medicação por período determinado e acompanhamento ambulatorial”, diz o boletim assinado pelo médico Alfredo José Mansur, diretor clínico do InCor. A ministra foi internada no InCor no último sábado (21), após apresentar um quadro de mal-estar, febre alta e dor&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p><strong>Após cinco dias de internação em um hospital da capital paulista, a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, recebeu alta médica nesta quinta-feira (26).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1774556341_755_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1774556341_913_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Segundo boletim médico do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor-SP), a ministra deixa o hospital em boas condições, sem dor, alimentando-se normalmente e com quadro controlado.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Butantan produzirá remédio contra câncer para o SUS.</li>
<li>Defesa Civil de SP alerta para temporais desta quinta até sexta.</li>
</ul>
<p>“Seguirá com medicação por período determinado e acompanhamento ambulatorial”, diz o boletim assinado pelo médico Alfredo José Mansur, diretor clínico do InCor.</p>
<p>A ministra foi internada no InCor no último sábado (21), após apresentar um quadro de mal-estar, febre alta e dor abdominal. Nos últimos dias a ministra teve uma evolução clínica positiva.</p>
<p>“Durante a internação, respondeu bem ao tratamento, com melhora contínua dos sintomas e recuperação do estado geral, sem episódios recentes de febre”, afirma o boletim do hospital.</p>
<p>Em publicação nas redes sociais, a ministra agradeceu todas as mensagens de apoio e o atendimento prestado pela equipe do hospital.</p>
<p> Elaine Patrícia Cruz &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/apos-cinco-dias-de-internacao-sonia-guajajara-recebe-alta-medica">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 26 Mar 2026 16:54:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/apos-cinco-dias-de-internacao-sonia-guajajara-recebe-alta-medica/">Após cinco dias de internação, Sônia Guajajara recebe alta médica</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Publicado decreto que suspende hidrovias na Amazônia</title>
		<link>https://weeknews.online/publicado-decreto-que-suspende-hidrovias-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 11:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[anunciada ontem (23)]]></category>
		<category><![CDATA[decisão de suspender]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto n° 12.856]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[diz Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[Governo consultará indígenas sobre hidrovia no Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[Governo revoga decreto sobre concessão de hidrovias na Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[hidrovia]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém: indígenas protestam contra desestatização de hidrovias]]></category>
		<category><![CDATA[Sonia Guajajara]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/publicado-decreto-que-suspende-hidrovias-na-amazonia/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Brasília (DF), 23/02/2026 &#8211; Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, e a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, durante entrevista para falar sobre a revogação do Decreto 12600. Foto: SGPR/Divulgação &#8211; SGPR/Divulgação A edição de hoje (24) do Diário Oficial de União (DOU) traz pulicado o Decreto n° 12.856, que suspende, entre outros pontos, o início dos estudos para a concessão à iniciativa privada da hidrovia do Rio Tapajós e de mais dois rios amazônicos – o Madeira e o Tocantins. A decisão de suspender os efeitos do Decreto n° 12.600, anunciada ontem (23) pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e pela ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, atende a reivindicações de povos indígenas contrários ao projeto, principalmente das comunidades&#8230;</p>
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<p>O post <a href="https://weeknews.online/publicado-decreto-que-suspende-hidrovias-na-amazonia/">Publicado decreto que suspende hidrovias na Amazônia</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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Feed Últimas.<br />
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/55112893848_8a0d418602_o.jpg" alt="Brasília (DF), 23/02/2026 - Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, e a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, durante entrevista para falar sobre a revogação do Decreto 12600. Foto: SGPR/Divulgação" title="SGPR/Divulgação"><br />
    <!-- END scald=453687 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta"><!--copyright=453687-->Brasília (DF), 23/02/2026 &#8211; Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, e a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, durante entrevista para falar sobre a revogação do Decreto 12600. Foto: SGPR/Divulgação &#8211; <strong>SGPR/Divulgação</strong><!--END copyright=453687--></div>
</div>
</div>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>A edição de hoje (24) do Diário Oficial de União (DOU) traz pulicado o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/decreto-n-12.856-de-23-de-fevereiro-de-2026-688404889" target="_blank">Decreto n° 12.856</a>, que suspende, entre outros pontos, o início dos estudos para a concessão à iniciativa privada da hidrovia do Rio Tapajós e de mais dois rios amazônicos – o Madeira e o Tocantins.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771931379_556_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771931379_741_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/decreto/D12600.htm#:~:text=DECRETO%20N%C2%BA%2012.600%2C%20DE%2028,no%20Programa%20Nacional%20de%20Desestatiza%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">decisão de suspender</a> os efeitos do Decreto n° 12.600, anunciada ontem (23) pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e pela ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, atende a reivindicações de povos indígenas contrários ao projeto, principalmente das comunidades que vivem na região do Baixo Tapajós, próximo a Santarém, no oeste do Pará.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Governo revoga decreto sobre concessão de hidrovias na Amazônia.</li>
<li>Santarém: indígenas protestam contra desestatização de hidrovias.</li>
<li>Governo consultará indígenas sobre hidrovia no Tapajós, diz Boulos.</li>
</ul>
<p>&#8220;Esse é um governo que tem compromisso com a escuta do povo, com a escuta dos trabalhadores, com a escuta dos povos indígenas. Esse é um governo, inclusive, que leva a escuta ao ponto de recuar de uma decisão própria, por entender, compreender a posição desses povos. Esse não é o governo que passa por cima da floresta, que passa por cima dos povos originários&#8221;, destacou o ministro, em declaração a jornalistas nessa segunda-feira.</p>
</blockquote>
<h2>Protestos</h2>
<p>Em manifestações contra o decreto, os indígenas chegaram a ocupar o escritório da multinacional do agronegócio Cargill no Porto de Santarém, às margens do Tapajós. Em Brasília e em São Paulo, permaneceram dias acampados.  <br />
 </p>
<p> Da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/publicado-decreto-que-suspende-hidrovias-na-amazonia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 24 Feb 2026 07:44:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/publicado-decreto-que-suspende-hidrovias-na-amazonia/">Publicado decreto que suspende hidrovias na Amazônia</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo decide revogar decreto sobre hidrovias na Amazônia</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-decide-revogar-decreto-sobre-hidrovias-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 22:32:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto 12.600]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[diz Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[Governo consultará indígenas sobre hidrovia no Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[hidrovia]]></category>
		<category><![CDATA[protesto de indígenas Muduruku]]></category>
		<category><![CDATA[realização da consulta prévia]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém: indígenas protestam contra desestatização de hidrovias]]></category>
		<category><![CDATA[Sonia Guajajara]]></category>
		<category><![CDATA[suspender o processo de contratação]]></category>
		<category><![CDATA[Um post compartilhado por SOS Tapajós (@sos.tapajos)]]></category>
		<category><![CDATA[Ver essa foto no Instagram]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/governo-decide-revogar-decreto-sobre-hidrovias-na-amazonia/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governo federal anunciou nesta segunda-feira (23) que vai revogar o Decreto 12.600, editado no ano passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que previa estudos para a concessão à iniciativa privada da hidrovia do Rio Tapajós e de outros dois rios amazônicos – o Madeira e o Tocantins. A decisão foi comunicada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e pela ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, após reunião no Palácio do Planalto, em Brasília. Notícias relacionadas: Santarém: indígenas protestam contra desestatização de hidrovias. Governo consultará indígenas sobre hidrovia no Tapajós, diz Boulos. A revogação da norma era a principal reivindicação de povos indígenas, especialmente das comunidades que vivem na região do Baixo Tapajós, próximo a Santarém, no Oeste do&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
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        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>O governo federal anunciou nesta segunda-feira (23) que vai revogar o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/decreto/D12600.htm#:~:text=DECRETO%20N%C2%BA%2012.600%2C%20DE%2028,no%20Programa%20Nacional%20de%20Desestatiza%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">Decreto 12.600</a>, editado no ano passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que previa estudos para a concessão à iniciativa privada da hidrovia do Rio Tapajós e de outros dois rios amazônicos – o Madeira e o Tocantins.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771885958_955_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771885958_198_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A decisão foi comunicada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e pela ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, após reunião no Palácio do Planalto, em Brasília.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Santarém: indígenas protestam contra desestatização de hidrovias.</li>
<li>Governo consultará indígenas sobre hidrovia no Tapajós, diz Boulos.</li>
</ul>
<p>A revogação da norma era a principal reivindicação de povos indígenas, especialmente das comunidades que vivem na região do Baixo Tapajós, próximo a Santarém, no Oeste do Pará.</p>
<p>Há mais de um mês, os indígenas organizam protestos contra o Decreto. Eles chegaram a ocupar o escritório da multinacional do agronegócio Cargill no Porto de Santarém, às margens do Tapajós, e lideravam protestos também em São Paulo e na capital federal, com um grupo de indígenas acampado em Brasília. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Os povos indígenas vêm de uma manifestação de mais de 30 dias questionando o decreto, apontando os efeitos que poderiam ter para suas comunidades, também para quilombolas e ribeirinhos. A Secretaria-Geral da Presidência e o Ministério dos Povos Indígenas têm feito o diálogo nesse período e, após um processo de discussão dentro do governo, que ouviu várias posições, hoje se firmou a decisão pela revogação do Decreto 12.600&#8221;, disse Boulos.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Esse é um governo que tem compromisso com a escuta do povo, com a escuta dos trabalhadores, com a escuta dos povos indígenas. Esse é um governo, inclusive, que leva a escuta ao ponto de recuar de uma decisão própria, por entender, compreender a posição desses povos. Esse não é o governo que passa a boiada, esse não é o governo que passa por cima da floresta, que passa por cima dos povos originários&#8221;, disse em declaração a jornalistas.</p>
<h2>Comemoração</h2>
<p>Nas redes sociais, as organizações indígenas que lideravam os protestos comemoraram a decisão. <br />
 </p>
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<p style="color:#c9c8cd;font-family:Arial,sans-serif;font-size:14px;line-height:17px;margin-bottom:0;margin-top:8px;overflow:hidden;padding:8px 0 7px;text-align:center;white-space:nowrap"><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.instagram.com/reel/DVHWjw9j5em/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style="color:#c9c8cd;font-family:Arial,sans-serif;font-size:14px;font-style:normal;font-weight:normal;line-height:17px;text-decoration:none" target="_blank">Um post compartilhado por SOS Tapajós (@sos.tapajos)</a></p>
</div>
</blockquote>
<h2>Hidrovias</h2>
<p>O modal aquaviário é considerado um importante corredor logístico para escoar produtos do agronegócio, especialmente oriundos do Mato Grosso e que usam portos do Pará para a exportação. O modelo, no entanto, enfrenta resistência das comunidades instaladas nas áreas ribeirinhas.</p>
<p><strong>Estima-se que cerca de 7 mil indígenas de 14 etnias diferentes vivam no Baixo Tapajós, segundo o Conselho Indígena Tapajós Arapiuns (CITA), que representa os povos da região.</strong></p>
<h2>Histórico</h2>
<p>No ano passado, após o protesto de indígenas Muduruku que interditou a entrada da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém, <strong>o governo chegou a se comprometer com a realização da consulta prévia aos povos do Rio Tapajós sobre o projeto de hidrovia na região, seguindo uma determinação da Convenção nº 169 da Organização das Nações Unidas (ONU).</strong></p>
<p>&#8220;Para nós, é considerar o direito à consulta, livre, plena e informada, o direito de escuta, como foi anunciado em novembro na COP30, em diálogo com eles. Então, aqui, hoje, a gente vem reafirmar esse nosso compromisso com o respeito à Convenção 169 e o direito de escuta dos povos&#8221;, afirmou a ministra Sônia Guajajara.</p>
<p>No início de fevereiro, o governo já havia decidido suspender o processo de contratação de uma empresa para realizar a dragagem do leito do Rio Tapajós, obra que permitira a passagem de embarcações mesmo em períodos de maior seca do rio.</p>
<p><strong>As entidades indígenas da região criticam a falta de estudos ambientais adequados e o impacto da concessão da hidrovia e da dragagem do rio sobre territórios tradicionais, modos de vida e espiritualidade do povos. </strong></p>
<p>Eles também alertam para riscos ambientais e sociais associados à pesca, erosão das margens, ressuspensão de substâncias contaminantes depositadas no fundo do rio e danos que podem ser irreversíveis em um dos principais corredores ecológicos da Amazônia.</p>
<p> </p>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script> Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/governo-decide-revogar-decreto-sobre-hidrovias-na-amazonia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 23 Feb 2026 19:12:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Na COP, Brasil anuncia iniciativa global para proteção de terras</title>
		<link>https://weeknews.online/na-cop-brasil-anuncia-iniciativa-global-para-protecao-de-terras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 21:04:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[COP30: Coalizão Corais do Brasil trabalhará por conservação de recifes]]></category>
		<category><![CDATA[COP30: crianças participam de negociações em dia dedicado à infância]]></category>
		<category><![CDATA[Entenda os pontos em negociação na retal final da COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[Sonia Guajajara]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/na-cop-brasil-anuncia-iniciativa-global-para-protecao-de-terras/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Brasil lançou nesta segunda-feira (17) a primeira iniciativa global dedicada a garantir os direitos territoriais de povos indígenas, afrodescendentes e comunidades tradicionais, com a meta coletiva de proteger 160 milhões de hectares. Ao todo, 15 países apoiaram a iniciativa. Junto com o anúncio, Alemanha, Noruega, Holanda, Reino Unido e mais 27 filantropias renovaram o compromisso para Florestas e Posse da Terra (Pledge 2.0), de apoio aos direitos fundiários com um novo aporte de US$ 1,8 bilhão em financiamento entre 2026 e 2030. Notícias relacionadas: COP30: crianças participam de negociações em dia dedicado à infância. COP30: Coalizão Corais do Brasil trabalhará por conservação de recifes. Entenda os pontos em negociação na retal final da COP30. Segundo a ministra dos Povos Indígenas Sônia Guajajara, o Pledge&#8230;</p>
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				</p>
<p>O Brasil lançou nesta segunda-feira (17) a primeira iniciativa global dedicada a garantir os direitos territoriais de povos indígenas, afrodescendentes e comunidades tradicionais, com a meta coletiva de proteger 160 milhões de hectares. Ao todo, 15 países apoiaram a iniciativa.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763413472_420_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763413473_161_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Junto com o anúncio, Alemanha, Noruega, Holanda, Reino Unido e mais 27 filantropias renovaram o compromisso para Florestas e Posse da Terra (Pledge 2.0), de apoio aos direitos fundiários com um novo aporte de US$ 1,8 bilhão em financiamento entre 2026 e 2030.</p>
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<li>Entenda os pontos em negociação na retal final da COP30.</li>
</ul>
<p>Segundo a ministra dos Povos Indígenas Sônia Guajajara, o Pledge 2.0 complementa e reforça os objetivos do Compromisso Intergovernamental sobre Posse da Terra da Parceria de Líderes para Florestas e Clima.</p>
<blockquote>
<p>“Essas ações demonstram um momento político e financeiro crescente que apoia diretamente os verdadeiros guardiões e guardiãs da floresta. Como parte do nosso compromisso, o Brasil anuncia a regularização e proteção de 63 milhões de hectares de terras indígenas e quilombolas até 2030”, declarou.</p>
</blockquote>
<p>Segundo a ministra, desse total, 4 milhões de hectares são em territórios quilombolas e os <strong>outros 59 milhões são territórios distribuídos em</strong> <strong>dez territórios indígenas</strong> com processos na câmaras de destinação de áreas pública que serão incorporados pelo Plano Integrado de Implementação da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI).</p>
<p>Os países também anunciaram esforços para aumentar o percentual de financiamento direto de longo prazo e flexível, garantindo que as comunidades tenham poder decisório sobre a utilização dos recursos, além da garantia do direito de consulta livre, prévia e informada, sobre as decisões que impactem seus territórios, conforme estabelecido na Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas.</p>
<p>Segundo a ministra, os novos compromissos avançam no sentido de criar as condições necessárias para que o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF) cumpra sua destinação de mínimo 20% dos pagamentos por serviços florestais aos povos indígenas e comunidades locais.</p>
<p> Fabiola Sinimbu &#8211; Enviada Especial , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-11/na-cop-brasil-anuncia-iniciativa-global-para-protecao-de-terras">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 17 Nov 2025 17:54:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>COP30: marcha global indígena em Belém cobra demarcação de territórios</title>
		<link>https://weeknews.online/cop30-marcha-global-indigena-em-belem-cobra-demarcacao-de-territorios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 19:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[Côrrea do Lago promete levar pleitos da Cúpula dos Povos à COP30]]></category>
		<category><![CDATA[demarcação]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha Global dos Povos Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Semana final da COP30 começa com reunião em busca por consenso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Na concentração para o protesto, cantos ancestrais e rituais que remetiam a séculos de história. Povos originários de todos os continentes invocaram o apoio de parentes do passado para somar forças na Marcha Global dos Povos Indígenas, que percorreu as ruas de Belém nesta segunda-feira (17). A capital do Pará é a sede da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30). Notícias relacionadas: Semana final da COP30 começa com reunião em busca por consenso. Côrrea do Lago promete levar pleitos da Cúpula dos Povos à COP30. Os organizadores não divulgaram uma estimativa de quantas pessoas participaram do ato. A percepção de quem estava lá era de que havia milhares de manifestantes. Milhares de pessoas participaram da Marcha Global dos Povos Indígenas&#8230;</p>
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				</p>
<p>Na concentração para o protesto, cantos ancestrais e rituais que remetiam a séculos de história. <strong>Povos originários de todos os continentes invocaram o apoio de parentes do passado para somar forças na Marcha Global dos Povos Indígenas, que percorreu as ruas de Belém nesta segunda-feira (17). </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763406665_178_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763406665_815_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A capital do Pará é a sede da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30).</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Semana final da COP30 começa com reunião em busca por consenso.</li>
<li>Côrrea do Lago promete levar pleitos da Cúpula dos Povos à COP30.</li>
</ul>
<p>Os organizadores não divulgaram uma estimativa de quantas pessoas participaram do ato. A percepção de quem estava lá era de que havia milhares de manifestantes.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/_mg_9128.jpg" alt="Belém (PA), 17/11/2025 - Marcha Global dos Povos Indígenas - A Resposta Somos Nós, evento paralelo à COP30. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Milhares de pessoas participaram da Marcha Global dos Povos Indígenas pelas ruas de Belém, no Pará &#8211; <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=444931--></h6>
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</div>
<p>Para os indígenas, qualquer número seria subestimado e impreciso, porque o entendimento é de que todos os espíritos do passado estavam presentes.</p>
<p><strong>A marcha começou às 8h30 na Aldeia COP – base montada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) na Escola de Aplicação da Universidade Federal do Pará (UFPA) – e terminou às 11h30 no Bosque Rodrigues Alves.</strong></p>
<p>Com o lema oficial dos povos e movimentos sociais nesta COP A Resposta Somos Nós, a marcha centrou reivindicações em cinco eixos:</p>
<ol>
<li>Reconhecimento territorial como política climática;</li>
<li>desmatamento zero e fim da exploração dos combustíveis fósseis e de mineração nos territórios;</li>
<li>proteção dos defensores;</li>
<li>acesso direto ao financiamento climático;</li>
<li>participação com poder real.</li>
</ol>
<p>O coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), Kleber Karipuna, disse que nunca antes uma COP reuniu tantos indígenas como a que ocorre no Brasil neste ano.</p>
<p>A mobilização, no entanto, continua sendo necessária, por conta da pressão das forças contrárias que participam do evento.</p>
<blockquote>
<p>“Do outro lado está o pessoal lobista do petróleo, da mineração, do agronegócio, do setor privado que tentam retirar os nossos direitos. Eles conseguem colocar muito mais gente aqui e fazer muito mais <em>lobby</em> do que nós, povos indígenas. Continuamos resistindo para ter mais dos nossos nos espaços e nas negociações oficiais”, disse Karipuna.</p>
</blockquote>
<p><strong>“O que a gente quer é o avanço das demarcações e homologações das terras indígenas. Ao fazer isso, o governo federal vai sinalizar de que lado efetivamente está”, complementou.</strong></p>
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<h6 class="meta">Ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, participa da Marcha Global dos Povos Indígenas &#8211; A Resposta Somos Nós, evento paralelo à COP30 &#8211; <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=444927--></h6>
</div>
</div>
<p>A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, participou da marcha e, em um primeiro momento, quebrou protocolos ao não ficar no carro principal de som, mas abraçada, cantando e dançando com outros indígenas.</p>
<p>Quando falou ao microfone, garantiu que o governo vai anunciar novas demarcações de territórios indígenas em breve.</p>
<blockquote>
<p>“O presidente Lula, ainda nessa COP, vai fazer mais um gesto para avançar com a demarcação de terras indígenas. E nós vamos sair daqui, sim, com portarias declaratórias e com territórios marcados”, disse Guajajara.</p>
</blockquote>
<p>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, saiu em defesa de Sonia Guajajara sobre críticas em relação à demora nas homologações de territórios indígenas.</p>
<p>“A gente sabe que ainda precisa fazer mais. E é muito bom que vocês tragam aqui hoje essas reivindicações de todas as homologações necessárias. Vocês sabem que isso não depende só da Sonia. Passa pelo Ministério da Justiça, passa pela análise técnica e nem sempre acontece no tempo que a gente gostaria”, disse Boulos.</p>
<p><strong>“Nós falamos com o presidente Lula e ele assumiu o compromisso de que nós vamos ter nas próximas semanas novas homologações de terras indígenas</strong> e novas portarias declaratórias para territórios indígenas nesse país. É necessário que isso seja feito. É um reconhecimento à história de vocês que mantém as florestas de pé”, complementou.</p>
<h2>Luta por demarcação</h2>
<p>Irleusa Robertino foi uma das manifestantes que cobrou mais ceridade das autoridades. Ela é presidente da Associação Indígena Apiaká Iakunda&#8217;Y, sediada em Trairão, no Médio Tapajós, Pará, e conta que o território do povo Apiaká ainda não é completamente demarcado.</p>
<blockquote>
<p>“É uma luta que existe há muitas décadas. Apesar de o governo ter demarcado algumas áreas, a gente ainda luta para a demarcação total do nosso território, para poder continuar preservando tudo que existe ali. Existem muitas invasões dos madeireiros e convivemos com a prática ilegal da mineração”, conta Robertino.</p>
</blockquote>
<p>A liderança Apiaká trouxe o neto de cinco anos para a marcha e explicou que a identidade guerreira indígena é formada desde os primeiros anos de vida.</p>
<p>“Quando a criança nasce, a partir do momento que ela amamenta, já participa das conferências, já participa das reuniões e das assembleias. Este momento aqui é importante para dizer a eles que são o futuro e a semente da nova geração. E eles estão aqui para levar esse legado dos mais velhos até os que virão no futuro. Não existe indígena sem luta”, disse Robertino.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/_mg_8909.jpg" alt="Belém (PA), 17/11/2025 - Marcha Global dos Povos Indígenas - A Resposta Somos Nós, evento paralelo à COP30. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Indígenas marcham pelas ruas de Belém, no Pará em evento paralelo à COP30 &#8211; <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=444923--></h6>
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</div>
<h2>Marcha global</h2>
<p><strong>Povos originários de outras partes do planeta trouxeram reivindicações específicas e compartilharam os desafios que enfrentam nos territórios onde vivem.</strong></p>
<p>Calvin Wisan, representante do povo Minahasa, no Norte de Sulawesi, na Indonésia, participou das atividades em Belém. Ele participa da <em>Indian People’s Alliance of the Archipelago,</em> maior organização indígena da Indonésia, e explica que o principal problema em sua terra é romper com estruturas coloniais ainda presentes.</p>
<p> “Um dos nossos grandes desafios é a religião, porque a maioria na minha província é cristã e é difícil para alguns povos indígenas retomarem suas práticas. As religiões consideram nossas práticas como demoníacas”, disse Wisan.</p>
<blockquote>
<p>“Meu povo agora está tentando lutar não apenas contra mineração ou indústrias extrativistas, mas também contra o vandalismo. Eles vandalizam nossos artefatos, nossos locais sagrados”, complementa.</p>
</blockquote>
<p>A filipina Joan Carling, diretora executiva da <em>Indigenous Peoples Rights International</em>, discursou contra a violência territorial e a favor da responsabilização de criminosos que invadem territórios indígenas.</p>
<p>“Como povos indígenas, nossas terras não estão à venda. Nossos direitos não são negociáveis. Precisamos de justiça climática agora. Parem de grilar terras indígenas para mineração e energia. Que os poluidores paguem por tudo o que fazem. Fiquem ao lado dos povos indígenas. Sejam solidários aos povos indígenas. O tempo está se esgotando, precisamos de justiça climática já”, disse Carling.</p>
<p> Rafael Cardoso – enviado especial , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-11/cop30-marcha-global-indigena-em-belem-cobra-demarcacao-de-territorios">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 17 Nov 2025 14:11:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Após protesto, indígenas Munduruku são recebidos por presidente da COP</title>
		<link>https://weeknews.online/apos-protesto-indigenas-munduruku-sao-recebidos-por-presidente-da-cop/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 18:11:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[André Corrêa do Lago]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto nº 12.600/2025]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Em protesto pacífico]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas Munduruku cobram participação na COP30]]></category>
		<category><![CDATA[manifestação transcorreu sem incidentes]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Munduruku]]></category>
		<category><![CDATA[Povos Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Sonia Guajajara]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena Munduruku volta a ser pressionada pelo desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Lideranças do povo Munduruku foram recebidas, na manhã desta sexta-feira (14), em Belém, pelo presidente da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), André Corrêa do Lago, após um protesto pacífico na entrada principal do evento. A manifestação transcorreu sem incidentes, e apenas impactou em um tempo maior de entrada dos participantes da COP. Notícias relacionadas: Em protesto pacífico, indígenas Munduruku cobram participação na COP30. Terra Indígena Munduruku volta a ser pressionada pelo desmatamento. A reunião ocorreu em um edifício anexo ao Tribunal de Justiça do Pará (TJ-PA), que fica nas proximidades da Zona Sul, a área oficial de negociações da COP30. Além de Corrêa do Lago, o encontro contou com as presenças das ministras Sônia Guajajara (Povos Indígenas) e Marina&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Lideranças do povo Munduruku foram recebidas, na manhã desta sexta-feira (14), em Belém, pelo presidente da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), André Corrêa do Lago, após um protesto pacífico na entrada principal do evento</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763143875_221_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763143875_71_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A manifestação transcorreu sem incidentes, e apenas impactou em um tempo maior de entrada dos participantes da COP.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Em protesto pacífico, indígenas Munduruku cobram participação na COP30.</li>
<li>Terra Indígena Munduruku volta a ser pressionada pelo desmatamento.</li>
</ul>
<p>A reunião ocorreu em um edifício anexo ao Tribunal de Justiça do Pará (TJ-PA), que fica nas proximidades da Zona Sul, a área oficial de negociações da COP30.</p>
<p><strong>Além de Corrêa do Lago, o encontro contou com as presenças das ministras Sônia Guajajara (Povos Indígenas) e Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima).</strong></p>
<p>&#8220;Nós trouxemos eles aqui para ter um diálogo com as duas ministras e comigo, e foi um diálogo muito construtivo, muito positivo, mas realmente eles têm preocupações muito fortes e muito legítimas e nos transmitiram dois documentos que nós recebemos formalmente e que vamos procurar levar adiante todas as preocupações que eles têm.&#8221;</p>
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<p>Os indígenas pedem que Lula revogue o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/decreto/D12600.htm" target="_blank">Decreto nº 12.600/2025</a> que prevê a privatização de empreendimentos públicos federais do setor hidroviário, incluindo no Rio Tapajós.</p>
<p><strong>Eles também criticam a construção da Ferrogrão, uma ferrovia que ligará o Mato Grosso ao Pará, para escoamento de produção agrícola, com impactos sobre o modo de vida dos indígenas e pressão sobre suas terras.</strong></p>
<p>Em nota, o Movimento Munduruku Ipereg Ayu denunciou que o corredor Tapajós-Arco Norte é um dos principais vetores de avanço do agronegócio sobre a Amazônia, de acordo com dados do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc).</p>
<p><strong>O povo Munduruku também protesta contra as negociações climáticas internacionais que, segundo eles, tratam as matas nativas como meros ativos de crédito de carbono.</strong></p>
<p>Em alguns dos cartazes do grupo, era possível ler frases como &#8220;Nossa Floresta não Está à Venda&#8221; e &#8220;Não Negociamos a Mãe Natureza&#8221;.<br />
 </p>
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Foto: Gabriel Corrêa/Rádio Nacional" title="Gabriel Corrêa/Rádio Nacional"><br />
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<h6 class="meta">Belém 14/11/2025 – Protesto na entrada principal da COP30 &#8211; <strong>Gabriel Corrêa/Rádio Nacional</strong><!--END copyright=444556--></h6>
</div>
</div>
<h2>Respostas do governo</h2>
<p>A jornalistas, a ministra Sônia Guajajara classificou a manifestação como legítima e informou que os indígenas cobraram esclarecimentos sobre processos demarcatórios envolvendo duas áreas tradicionalmente ocupadas por eles, a Sawre Ba&#8217;pim e a Sawré Muybu, ambas no município de Itaituba, na bacia do Rio Tapajós.</p>
<p>&#8220;O processo demarcatório do Sawré Muybu já foi assinado pelo ministro [Ricardo] Lewandowski [da Justiça e Segurança Pública], ainda no ano passado. Está agora com a Funai [Fundação Nacional dos Povos Indígenas], que já está contratando uma empresa para fazer o processo da demarcação física, que é a instalação dos marcos, das placas nos limites do território.&#8221;</p>
<p>Sobre a demarcação do território Sawre Ba&#8217;pim, a ministra informou que o processo está no Ministério da Justiça, com o ministro Lewandowski para que seja assinada a portaria declaratória.</p>
<p>A ministra do Marina Silva disse ainda que não há pedido de licenciamento da Ferrogrão em análise pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Esse processo está judicializado. Quando foi apresentado o EIA/RIMA [Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental], estava muito ruim, o Ibama devolveu. Desde então, não foi reapresentado, mas a preocupação deles continua e é uma preocupação legítima.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Sobre a privatização das hidrovias, Marina Silva disse que encaminhará a demanda dos indígenas para o Ministério dos Transportes.</p>
<p>Sobre a participação na COP30, a ministra Sônia Guajajara afirmou que 360 lideranças indígenas de todo o Brasil estão credenciadas para acompanhar as negociações na Zona Azul, sendo 150 de povos da Amazônia.</p>
<p>&#8220;Lógico que não houve ali a contemplação de todos os povos da Amazônia, uma vez que é uma diversidade imensa. [Mas] a Alessandra [Munduruku] está credenciada na zona azul. Ela está representando os Mundurukus nesse credenciamento. A gente conseguiu ampliar pela primeira vez na história a participação indígena. Essa participação nunca houve na história das COPs&#8221;, observou.</p>
<h2>&#8220;Queremos ser ouvidos&#8221;</h2>
<p>Segundo Alessandra Munduruku, o grupo mantém o pedido de reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, especialmente para revogar o decreto que autoriza concessão de hidrovia na bacia do Tapajós: &#8220;A gente quer uma resposta do Lula, principalmente [sobre] o decreto.&#8221;</p>
<p>&#8220;A nossa preocupação é o decreto e a Ferrogrão, isso vai nos prejudicar bastante. Mas estar aqui com a Sônia, com a ministra, já é um avanço, e agora com o presidente da COP. Só que a gente precisa ser mais ouvido, precisa ser mais consultado dentro do território. Eu não posso falar pelo meu povo sozinha, eu tenho que consultar meu povo, sempre foi falado isso. A decisão é coletiva, a decisão é quando está todo mundo junto e decidimos juntos&#8221;, afirmou Alessandra.</p>
<p> </p>
<p> Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-11/apos-protesto-indigenas-munduruku-sao-recebidos-por-presidente-da-cop">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 14 Nov 2025 14:30:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>COP30 colocou pauta indígena no centro do debate global, diz ministra</title>
		<link>https://weeknews.online/cop30-colocou-pauta-indigena-no-centro-do-debate-global-diz-ministra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 18:38:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Cacique Raoni critica exploração de petróleo na Amazônia durante COP30]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[COP30: Cúpula dos Povos critica omissão de países na tomada de decisão]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF)]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[pauta indígena como centro do debate global]]></category>
		<category><![CDATA[Povos Indígenas]]></category>
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		<category><![CDATA[Todos na mesma aldeia: COP30 mobiliza 3 mil indígenas em Belém]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, disse nesta quinta-feira (13) que a 30ª Conferência das Partes sobre Mudança do Clima (COP30) colocou a pauta indígena como centro do debate global. Segundo ela, entre os legados a serem deixados pela conferência está o reconhecimento de que tanto territórios indígenas como quilombolas e demais comunidades tradicionais fazem parte das soluções a serem adotadas para a mitigação climática. Notícias relacionadas: Todos na mesma aldeia: COP30 mobiliza 3 mil indígenas em Belém. Cacique Raoni critica exploração de petróleo na Amazônia durante COP30. COP30: Cúpula dos Povos critica omissão de países na tomada de decisão. Nesse sentido, é fundamental que se consolide a posse de terra para essas comunidades, defendeu a ministra durante o programa Bom Dia,&#8230;</p>
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				</p>
<p>A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, disse nesta quinta-feira (13) que a 30ª Conferência das Partes sobre Mudança do Clima (COP30) colocou a pauta indígena como centro do debate global.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763059090_283_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763059090_37_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Segundo ela, entre os legados a serem deixados pela conferência está o reconhecimento de que tanto territórios indígenas como quilombolas e demais comunidades tradicionais fazem parte das soluções a serem adotadas para a mitigação climática.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Todos na mesma aldeia: COP30 mobiliza 3 mil indígenas em Belém.</li>
<li>Cacique Raoni critica exploração de petróleo na Amazônia durante COP30.</li>
<li>COP30: Cúpula dos Povos critica omissão de países na tomada de decisão.</li>
</ul>
<p>Nesse sentido, é fundamental que se consolide a posse de terra para essas comunidades, defendeu a ministra durante o programa <em>Bom Dia, Ministra</em>, produzido pela <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“É lógico que o que se espera é que tenha de fato decisões concretas para garantir o financiamento climático do tamanho que é a emergência, e para que a gente possa enfrentar com ações nos territórios”, disse a ministra.</p>
</blockquote>
<h2>COP da democracia</h2>
<p>“Que, aqui, se reconheça os territórios indígenas de comunidades tradicionais e quilombolas como medidas de mitigação climática, garantindo a consolidação da posse da terra”, acrescentou referindo-se a “todos que vivem da terra”, que estão “protagonizando a participação [na COP30] para garantir não só que sejamos beneficiados, mas que sejamos, de fato, protegidos”.</p>
<p><strong>Na avaliação da ministra, esta será considerada a COP da democracia, uma vez que garantiu a participação da diversidade de povos, territórios e culturas do Brasil, bem como de mulheres e da juventude.</strong></p>
<h2>Centro do debate global</h2>
<p>“Temos 900 indígenas credenciados de todo o mundo [para a área azul, destinada às discussões envolvendo autoridades]. Só do Brasil, são 360, em meio a 3,4 mil indígenas já confirmados na aldeia COP”, destacou a ministra ao afirmar que há povos indígenas “em todos os espaços” do evento, acompanhando de forma organizada as negociações.</p>
<blockquote>
<p>“A gente entende que esta COP não é somente uma presença física. Estamos conseguindo trazer a pauta indígena para o centro do debate global”, concluiu.</p>
</blockquote>
<h2>TFFF</h2>
<p>Uma outra aposta de legado da Conferência citada pela ministra é o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF). <strong>A expectativa é de que esse fundo garanta repasses para povos indígenas e comunidades locais dos países com florestas tropicais, a partir de um novo modelo de financiamento climático.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Países que preservam as florestas tropicais serão recompensados financeiramente por meio de um fundo de investimento global. Uma das regras previstas é que 20% do valor repassado a cada nação a partir da rentabilidade do fundo seja encaminhado a populações indígenas e comunidades locais”, disse a ministra.</p>
</blockquote>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-11/cop30-colocou-pauta-indigena-no-centro-do-debate-global-diz-ministra">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 13 Nov 2025 15:10:00 -0300 </p>

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		<title>Ministra cobra de países desenvolvidos cumprimento do Acordo de Paris</title>
		<link>https://weeknews.online/ministra-cobra-de-paises-desenvolvidos-cumprimento-do-acordo-de-paris/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 18:10:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[1ª Conferência Nacional das Mulheres Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Bom Dia Ministra]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil monitora direitos de indígenas e mulheres em metas da COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência de Mulheres indígenas define 50 propostas de políticas]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[COP30 anuncia conselho para adaptação às mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ministra]]></category>
		<category><![CDATA[Povos Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[programa Bom Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Sonia Guajajara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A três meses da realização da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), de 10 a 21 de novembro, em Belém, no Pará, a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, defendeu que se cobre de países desenvolvidos os compromissos firmados no Acordo de Paris, na 21ª Conferência das Partes (COP21), em 2015, para o enfrentamento das mudanças climáticas. “Acho que não é chegar lá e cobrar do governo brasileiro. Afinal de contas, a COP30 é um evento global das Nações Unidas [ONU], que é composta por 198 países. E ali, esses líderes precisam assumir compromissos conjuntos”, defendeu. Notícias relacionadas: Conferência de Mulheres indígenas define 50 propostas de políticas. Brasil monitora direitos de indígenas e mulheres em metas da COP30.&#8230;</p>
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				</p>
<p>A três meses da realização da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), de 10 a 21 de novembro, em Belém, no Pará, a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, defendeu que se cobre de países desenvolvidos os compromissos firmados no Acordo de Paris, na 21ª Conferência das Partes (COP21), em 2015, para o enfrentamento das mudanças climáticas.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754503807_432_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754503807_404_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“Acho que não é chegar lá e cobrar do governo brasileiro. Afinal de contas, a COP30 é um evento global das Nações Unidas [ONU], que é composta por 198 países. E ali, esses líderes precisam assumir compromissos conjuntos”, defendeu.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Conferência de Mulheres indígenas define 50 propostas de políticas.</li>
<li>Brasil monitora direitos de indígenas e mulheres em metas da COP30.</li>
<li>COP30 anuncia conselho para adaptação às mudanças climáticas.</li>
</ul>
<p>Em entrevista ao <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://https://www.youtube.com/watch?v=enMbVIr7050" target="_blank">programa <em>Bom Dia, Ministra</em></a>,  produzido pelo <strong>Canal Gov</strong>, da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>, nesta quarta-feira (6), a ministra também falou da realização da 1ª Conferência Nacional das Mulheres Indígenas, que vai até esta quinta-feira (7), em Brasília.</p>
<p>Segundo a ministra, a principal proposta dos povos indígenas para a COP30 é o reconhecimento de seus territórios indígenas como uma solução eficaz para mitigar as mudanças climáticas.</p>
<blockquote>
<p>“Os territórios indígenas, comprovadamente, são os mais preservados, onde têm a maior biodiversidade, e essa proteção é feita pelo próprio modo de vida dos povos indígenas. Apresentamos essa proposta também para ser incluída nas nossas contribuições Nacionalmente Determinadas (NDC) por cada país”, defendeu a ministra.</p>
</blockquote>
<p>
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<h2>COP30</h2>
<p>Em resposta à uma radialista sobre críticas aos valores da hospedagem na capital paraense durante a realização da COP30 e sobre os custos adicionais do evento por ser realizado na Região Amazônica, a ministra descartou o risco de o evento ser transferido de local.</p>
<p>“Muitos países ainda em desenvolvimento, que não têm tantos recursos, estão com dificuldades de garantir a sua vinda, a participação da sua comitiva aqui. E eles têm trazido essa preocupação. Mas não há risco de a COP sair de Belém do Pará”, disse.</p>
<p>A ministra defende que o foco dos participantes seja na urgência das discussões sobre as mudanças climáticas. </p>
<blockquote>
<p>“Temos que focar, acreditar, e apostar. Essa COP precisa dar certo. É a primeira COP na Amazônia. Nós estamos falando da COP da floresta, da COP da participação, da COP da inclusão e, também, da COP da implementação. A ministra Marina [Silva, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima] tem frisado muito isso”.</p>
</blockquote>
<h2>Líderes indígenas</h2>
<p><strong>O Ministério dos Povos Indígenas tem realizado o Ciclo Coparente em todas as regiões do Brasil para preparar a participação indígena nas negociações durante o evento global.</strong> A ministra informou que o ciclo já passou pelas regiões Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste, e que estão agora na Amazônia. E agora em agosto, os encontros serão no Amazonas, em Manaus e São Gabriel da Cachoeira, e no sul do estado.</p>
<p>A preparação para a COP também será realizada em Roraima, juntamente com uma visita para verificar as ações realizadas pela Casa de Governo no Território Indígena Yanomami.</p>
<p>A ministra lembrou que, desde o ano passado, o governo federal desenvolve o programa Kuntari Katu para preparar líderes indígenas na política global, nos espaços de negociação, como as COP. </p>
<p><strong>“Nós vamos ter nessa COP várias instâncias de participação, desde a cúpula dos povos, a zona verde, a zona azul, e teremos esses indígenas que estão sendo preparados para lidar diretamente com os negociadores da COP. Nós o chamamos de nossos diplomatas indígenas”.</strong></p>
<p>A ministra adiantou que novas turmas de lideranças indígenas serão criadas para aumentar o número de preparados para atuar em instâncias globais.</p>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-08/ministra-cobra-de-paises-desenvolvidos-cumprimento-do-acordo-de-paris">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 06 Aug 2025 14:56:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sonia Guajajara é a primeira indígena doutora honoris causa da Uerj</title>
		<link>https://weeknews.online/sonia-guajajara-e-a-primeira-indigena-doutora-honoris-causa-da-uerj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 17:28:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[atacada no dia anterior em audiência]]></category>
		<category><![CDATA[doutora honoris causa]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[primeira pessoa indígena a receber]]></category>
		<category><![CDATA[Sonia Guajajara]]></category>
		<category><![CDATA[Uerj]]></category>
		<category><![CDATA[Uerj concede título de doutora honoris causa a Sonia Guajajara]]></category>
		<category><![CDATA[Uerj entrega título doutora honoris causa à ministra Sonia Guajajara]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/sonia-guajajara-e-a-primeira-indigena-doutora-honoris-causa-da-uerj/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. “Registro número 155. Aos 28 dias do mês de maio do ano de 2025, em cerimônia solene realizada no Teatro Odylo Costa, filho da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, foi outorgado o título de doutora honoris causa a Sonia Guajajara, concedido pelos Conselhos Superiores em reconhecimento por sua relevante trajetória em nossa sociedade”. Com essas palavras foi concedido o título à ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, registrado no Livro Tombo de Ocorrências Históricas da Uerj.  O livro, escrito à mão, que registra os atos e acontecimentos considerados de expressiva relevância histórica na trajetória da universidade, agora guarda o nome da primeira pessoa indígena a receber a honraria mais importante da universidade. O nome de Sonia Guajajara está a algumas páginas de distância&#8230;</p>
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<p>O post <a href="https://weeknews.online/sonia-guajajara-e-a-primeira-indigena-doutora-honoris-causa-da-uerj/">Sonia Guajajara é a primeira indígena doutora honoris causa da Uerj</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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<p><em>“Registro número 155. Aos 28 dias do mês de maio do ano de 2025, em cerimônia solene realizada no Teatro Odylo Costa, filho da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, foi outorgado o título de doutora honoris causa a Sonia Guajajara, concedido pelos Conselhos Superiores em reconhecimento por sua relevante trajetória em nossa sociedade”.</em><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748539723_535_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748539723_974_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com essas palavras foi concedido o título à ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, registrado no <em>Livro Tombo de Ocorrências Históricas da Uerj</em>. </p>
<p><strong>O livro, escrito à mão, que registra os atos e acontecimentos considerados de expressiva relevância histórica na trajetória da universidade, agora guarda o nome da primeira pessoa indígena a receber a honraria mais importante da universidade. </strong></p>
<p>O nome de Sonia Guajajara está a algumas páginas de distância de outros que também receberam o mesmo título, como o compositor Antônio Carlos Jobim, o ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o artista Gilberto Gil.</p>
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<p><strong>A ministra recebeu a homenagem emocionada: “Como diz o maranhense, eu tô bestinha sem saber nem como é que se comporta. A gente não sabe se chora, se sorri, se sente, se paralisa”.</strong></p>
<p>Segundo Sônia Guajajara, receber o título de <em>doutora honoris causa</em> é “antes de tudo o reconhecimento à trajetória coletiva dos povos indígenas do Brasil e do mundo”. </p>
<p><strong>A ministra também destacou a relevância da Uerj, que foi a primeira universidade pública a instituir o sistema de cotas. </strong>Posteriormente, esse sistema viraria lei nacional para todas as universidades federais.</p>
<blockquote>
<p>“A Uerj entendeu isso muito antes de muitas outras instituições, quando há mais de duas décadas, de maneira pioneira no Brasil implementou as cotas raciais e sociais&#8221;, destacou a ministra.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;[A Uerj] reconheceu formalmente que o mérito acadêmico não pode ser separado das desigualdades estruturais que marcam a nossa sociedade. Com isso, possibilitou que milhares de jovens, negros, indígenas e periféricos, ocupassem lugares de produção de conhecimento e de transformação social”, disse.</p>
<p>Diante de um teatro ocupado por estudantes, parlamentares, representantes de movimentos sociais e professores, Sônia reforçou a importância da presença indígena nas mais diversas instituições brasileiras. </p>
<p>“Espero abrir aqui muitos caminhos às crianças indígenas e a toda nova geração que conquista cada vez mais espaços dentro da nossa sociedade. Sinto uma alegria profunda ao ver a nossa geração ocupando as salas de aulas, os meios de comunicação, as artes, os parlamentos, o judiciário e também os espaços do Poder Executivo nos municípios, estados e também nos ministérios do Governo Federal”.</p>
<p><strong>A ministra defendeu ainda a demarcação de terras e prestou solidariedade à ministra Marina Silva, atacada no dia anterior em audiência no Senado Federal. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Eu faço aqui esse registro e esse convite para que todas, que todos vocês abracem esta causa dos povos indígenas nessa luta pelo reconhecimento e demarcação dos nossos territórios. Nunca mais o Brasil sem nós”, finalizou.</p>
</blockquote>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=425846:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/imagem_do_whatsapp_de_2025-05-28_as_19.51.57_2250aae8_0.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ) 28/05/2025 - A reitora da Uerj, Gulnar Azevedo e Silva (c), discursa durante entrega título de Doutora Honoris Causa a ministra dos povos indígenas, Sonia Guajajara&#13;&#10;Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/imagem_do_whatsapp_de_2025-05-28_as_19.51.57_2250aae8_0.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ) 28/05/2025 - A reitora da Uerj, Gulnar Azevedo e Silva (c), discursa durante entrega título de Doutora Honoris Causa a ministra dos povos indígenas, Sonia Guajajara&#13;&#10;Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=425846 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=425846-->Reitora da Uerj, Gulnar Azevedo e Silva, discursa durante entrega de título à ministra dos povos indígenas, Sonia Guajajara &#8211; <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=425846--></h6>
</p>
</div>
<p>Também em discurso, a reitora da Uerj, Gulnar Azevedo e Silva, reforçou a importância do título. </p>
<p>“É uma imensa homenagem que a gente faz hoje para ela, mas para nós é um prazer enorme e é uma honra muito grande poder conceder o título de <em>doutora honoris causa</em> à ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara. <strong>Essa é a primeira vez que a Uerj entrega a uma personalidade indígena o nosso grau máximo de reconhecimento, por contribuição à sociedade, à cultura e à ciência”.</strong></p>
<p><strong>Segundo Gulnar, a universidade conta hoje com 38 estudantes indígenas, ingressantes por meio das cotas sociorraciais, distribuídos em 24 cursos.</strong></p>
<p>Os alunos de história Tangwa Puri e de pedagogia Thaís Guajajara, que estavam presentes na cerimônia, são dois desses estudantes. </p>
<p>“Quando uma parente nossa está ali recebendo essa manifestação – que é simbólica, mas também que é muito real –, demonstra que a gente não precisa só estar na resistência. Demonstra que a gente também está existindo no Brasil, também está recebendo honrarias e reconhecimento dos nossos saberes”, disse Tangwa.</p>
<p><strong>Thaís complementou: “A gente tem alguém que nos representa e que mostra que a gente pode estar lá um dia. É muito importante”.</strong></p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-05/sonia-guajajara-e-primeira-indigena-doutora-honoris-causa-da-uerj">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 29 May 2025 14:01:00 -0300 </p>

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