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	<title>Arquivo de STF inicia análise da ADPF das favelas do Rio de Janeiro - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de STF inicia análise da ADPF das favelas do Rio de Janeiro - WeekNews</title>
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		<title>Guia conecta turistas a empreendedorismo nas favelas do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Oct 2025 14:09:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Clique aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Cufa lança instituto de pesquisas cooperativo com foco em favelas]]></category>
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		<category><![CDATA[STF inicia análise da ADPF das favelas do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Tendência de consumo em favelas foge de estereótipo da pobreza extrema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Disponível gratuitamente na internet, a publicação Descubra a Favela &#8211; Um guia para viver as favelas de dentro é um texto que apresenta experiências turísticas em seis favelas da zona sul do Rio de Janeiro: Babilônia, Vidigal, Rocinha, Pavão Pavãozinho, Dona Marta e Providência. O guia mapeia locais de lazer e gastronomia em morros do Rio. A publicação conecta visitantes aos empreendedores das comunidades, e se propõe a promover a economia criativa e o protagonismo dos moradores. Para acessar, clique aqui Notícias relacionadas: STF inicia análise da ADPF das favelas do Rio de Janeiro. Cufa lança instituto de pesquisas cooperativo com foco em favelas . Tendência de consumo em favelas foge de estereótipo da pobreza extrema. Entre os negócios rastreados pelo guia está&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Disponível gratuitamente na internet, a publicação <em>Descubra a Favela &#8211; Um guia para viver as favelas de dentro </em>é um texto que apresenta experiências turísticas em seis favelas da zona sul do Rio de Janeiro: Babilônia, Vidigal, Rocinha, Pavão Pavãozinho, Dona Marta e Providência.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759673356_557_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759673357_470_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O guia mapeia locais de lazer e gastronomia em morros do Rio. A publicação conecta visitantes aos empreendedores das comunidades, e se propõe a promover a economia criativa e o protagonismo dos moradores. Para acessar, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://institutoaupaba.org/projeto/guia-das-favelas-aupaba/" target="_blank">clique aqui </a></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>STF inicia análise da ADPF das favelas do Rio de Janeiro.</li>
<li>Cufa lança instituto de pesquisas cooperativo com foco em favelas .</li>
<li>Tendência de consumo em favelas foge de estereótipo da pobreza extrema.</li>
</ul>
<p>Entre os negócios rastreados pelo guia está o coletivo <em>Nós do Crochê</em>, projeto de capacitação profissional para mulheres na Rocinha. Dayanne Albuquerque, assistente administrativa do grupo, celebra a visibilidade proporcionada pela publicação.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Estar presente em um projeto como esse amplia a nossa visibilidade, conecta o nosso trabalho a um público mais diverso e fortalece a valorização das iniciativas que nascem dentro das comunidades. O guia nos ajuda a mostrar que o crochê vai muito além de um produto: ele carrega histórias, afeto e a transformação social que vivemos todos os dias no ateliê&#8221;, descreve.</p>
</blockquote>
<p><strong>Também é explicado no guia o projeto Favela Orgânica, criado pela chef Regina Tchelly há 14 anos. A atividade promove o consumo consciente e a redução do desperdício de alimentos nas comunidades da Babilônia e do Chapéu Mangueira, além de prestar serviços em outros estados e países.</strong></p>
<h2>Empreendimento</h2>
<p><strong>O guia foi criado pelo Instituto Aupaba, e é publicado no contexto onde o empreendedorismo é marca registrada das comunidades cariocas. Segundo pesquisa do Instituto Data Favela (2023), cerca de 40% dos moradores de favelas possuem pequenos empreendimentos próprios.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;A força do empreendedorismo das favelas também coloca o carioca como parte desse contexto de consumo, de participação coletiva, onde todos são convidados a frequentar as favelas na medida em que esses serviços são interessantes de serem consumidos e reconhecidos, tanto quanto o asfalto&#8221;, destaca Luciana de Lamare, presidente e cofundadora do Instituto Aupaba &#8211; organização sem fins lucrativos que atua na promoção do turismo como ferramenta de transformação social e econômica.</p>
</blockquote>
<p>Para ela, o guia funciona como instrumento de integração urbana e ferramenta de escuta para políticas públicas.</p>
<p><strong>&#8220;A ideia é gerar maior integração entre o que está acontecendo na favela e o que está acontecendo no asfalto, e melhorar a percepção do microempreendedor num contexto comunitário. Na medida em que mapeamos as necessidades, conseguimos fazer um <em>advocacy </em>[mobilização em defesa de uma causa] a partir dessa escuta, do que eles precisam, e não do que a gente acha que eles precisam&#8221;, assegura.</strong></p>
<p>“<em>Descubra a Favela &#8211; Um guia para viver as favelas de dentro</em>&#8221; atende a públicos do Brasil e do exterior, pode ser lido em português, inglês e espanhol.</p>
<p><em>*Estagiária sob orientação do jornalista Gilberto Costa</em></p>
<p> </p>
<p> Alice Rodrigues* , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/guia-conecta-turistas-empreendedorismo-nas-favelas-do-rio">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 05 Oct 2025 10:57:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>ADPF das Favelas: Barroso diz que STF não pretende criminalizar a PM</title>
		<link>https://weeknews.online/adpf-das-favelas-barroso-diz-que-stf-nao-pretende-criminalizar-a-pm/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 22:34:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[ADPF das Favelas]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Criminalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fachin vota para manter restrições a operações policiais no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[Luís Roberto Barroso]]></category>
		<category><![CDATA[PM]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro fez 4.600 operações policiais mesmo com ADPF]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[STF inicia análise da ADPF das favelas do Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, destacou nesta terça-feira (5) que a Corte não pretende criminalizar a Polícia Militar do Rio de Janeiro ao determinar medidas para redução da letalidade durante operações em comunidades da capital fluminense. O STF começou a julgar definitivamente a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida como ADPF das Favelas. Na ação, que foi protocolada em 2019 pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), a Corte já determinou medidas para reduzir a letalidade durante operações realizadas pela Polícia Militar do Rio contra o crime organizado. Após a suspensão do julgamento, que será retomado no próximo mês, Barroso ressaltou que a atividade policial é imprescindível. &#8220;Nós, em nenhuma hipótese, queremos criminalizar a polícia,&#8230;</p>
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<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, destacou nesta terça-feira (5) que a Corte não pretende criminalizar a Polícia Militar do Rio de Janeiro ao determinar medidas para redução da letalidade durante operações em comunidades da capital fluminense.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738794846_545_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738794846_290_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O STF começou a julgar definitivamente a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida como ADPF das Favelas. Na ação, que foi protocolada em 2019 pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), a Corte já determinou medidas para reduzir a letalidade durante operações realizadas pela Polícia Militar do Rio contra o crime organizado.</p>
<p>Após a suspensão do julgamento, que será retomado no próximo mês, Barroso ressaltou que a atividade policial é imprescindível.</p>
<p>&#8220;Nós, em nenhuma hipótese, queremos criminalizar a polícia, cuja atividade é imprescindível, inclusive para a proteção dos direitos humanos. A segurança pública é um dos componentes importantes da Constituição. Embora a criminalidade tenha causas sociais, causas na pobreza e na desigualdade, é preciso não esquecer que pobre também precisa de segurança pública. Nós temos muitas preocupações de não tornar a polícia inoperante&#8221;, afirmou.</p>
<p>O ministro Edson Fachin, único a votar na sessão de hoje, também reiterou que o objetivo das medidas é reduzir a letalidade policial e também proteger os policiais.</p>
<p>&#8220;Em uma camada mais profunda, na qual só resta o que chamamos esperança, almeja-se que conduzam à consolidação, ainda que gradualmente, de uma nova cultura organizacional com mais transparência, mais eficiência e que reverterá, ao final e ao cabo, em mais segurança pública para todos, incluindo os policiais que arriscam suas vidas todos os dias e os milhões de trabalhadores e trabalhadoras que residem nas comunidades&#8221;, completou.</p>
<h2>Críticas</h2>
<p>Mais cedo, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, criticou a ADPF ao dizer que houve aumento da ocupação territorial pelo crime organizado.</p>
<p>“Essa APDF tem um problema grave. A impressão que se tem é que, de um lado, ela serviu de desculpa para aqueles que não querem trabalhar ou não têm competência para fazer valer a autoridade e o monopólio da força do Estado em determinadas áreas do território da cidade. De outro lado, também cria uma sensação de que o Rio de Janeiro virou, sei lá, um resort para delinquentes”, disse o prefeito, em vídeo divulgado hoje em suas redes sociais.</p>
<p>O governador do Rio, Cláudio Castro, disse que a ADPF retira o direito da população à segurança pública.</p>
<p>&#8220;Ninguém aqui foge à crítica ou de um processo de melhoria e evolução. Acho positivas as situações em que a ADPF venha melhorar a atividade policial e o reforço na transparência.  Os casos complexos são esse critério de extraordinariedade, que vem de encontro à ostensividade, que é o trabalho da polícia. Quando você cria uma ideia de extraordinariedade, tiramos do povo, da comunidade, o direito de ter uma polícia ostensiva”, afirmou o governador, segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> André Richter &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-02/adpf-das-favelas-barroso-diz-que-stf-nao-pretende-criminalizar-pm">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 05 Feb 2025 19:17:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Fachin vota para manter restrições a operações policiais no Rio</title>
		<link>https://weeknews.online/fachin-vota-para-manter-restricoes-a-operacoes-policiais-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 22:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[ADPF das Favelas]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro fez 4.600 operações policiais mesmo com ADPF]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[STF inicia análise da ADPF das favelas do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[STF marca início do julgamento da ADPF das favelas do Rio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/fachin-vota-para-manter-restricoes-a-operacoes-policiais-no-rio/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira (5) para manter restrições às operações realizadas pela Polícia Militar do Rio de Janeiro. Fachin é relator do processo que trata da letalidade policial na capital fluminense. A Corte julga definitivamente a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida com ADPF das Favelas. Na ação, que foi protocolada em 2019 pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), a Corte já determinou medidas para reduzir a letalidade durante operações realizadas pela Polícia Militar do Rio contra o crime organizado nas comunidades da capital fluminense. Durante a tramitação da ADPF, o Supremo obrigou o uso de câmeras corporais nas fardas dos policiais e nas viaturas, além da determinação de aviso antecipado das&#8230;</p>
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<p>O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira (5) para manter restrições às operações realizadas pela Polícia Militar do Rio de Janeiro. Fachin é relator do processo que trata da letalidade policial na capital fluminense.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738792893_336_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738792894_542_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Corte julga definitivamente a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida com ADPF das Favelas. Na ação, que foi protocolada em 2019 pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), a Corte já determinou medidas para reduzir a letalidade durante operações realizadas pela Polícia Militar do Rio contra o crime organizado nas comunidades da capital fluminense.</p>
<p>Durante a tramitação da ADPF, o Supremo obrigou o uso de câmeras corporais nas fardas dos policiais e nas viaturas, além da determinação de aviso antecipado das operações para autoridades das áreas de saúde e educação a fim de proteger escolas e unidades de saúde de tiroteios entre policiais e criminosos.</p>
<p>Ao proferir voto definitivo (mérito) sobre a questão, Fachin reafirmou diversas determinações para atuação da PM durante as operações e na investigação criminal de mortes de moradores das comunidades e policiais ocorridas durante as operações.</p>
<p>Após o voto do ministro, o julgamento foi suspenso. Segundo o presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, o julgamento deverá ser retomado no próximo mês.</p>
<p>Fachin fez as seguintes determinações:</p>
<p>&#8211; <strong>Divulgação de dados sobre mortes em operações</strong> &#8211; O estado do Rio deverá divulgar dados sobre as mortes por letalidade policial. Os dados deverão conter as ocorrências com morte por unidade ou batalhão e devem esclarecer se o agente atingido estava em serviço e se o óbito ocorreu em uma operação policial;</p>
<p>&#8211; <strong>Uso diferenciado da força </strong>&#8211; As ações policiais deverão observar os princípios constantes na Lei 13.060/2014, norma que definiu que a utilização de armas de fogo pelos agentes de segurança deve seguir os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, ou seja, o uso proporcional da força policial conforme a circunstância;</p>
<p> &#8211; <strong>Acompanhamento psicológico de policiais</strong> &#8211; Obrigar a participação de policiais envolvidos em operações com mortes em programa de assistência psicológica;</p>
<p>&#8211; <strong>Helicópteros</strong> &#8211; O uso de helicópteros deve ocorrer somente em casos de &#8220;estrita necessidade&#8221;, que deverá ser comprovada em relatório posterior à realização da operação;</p>
<p>&#8211; <strong>Buscas domiciliares</strong> &#8211; Somente em flagrante delito, não sendo admitido o ingresso forçado de policiais a partir de denúncia anônima como justificativa exclusiva para a diligência;</p>
<p>&#8211; <strong>Ambulâncias em operações policiais</strong> &#8211; Determina a regulamentação de lei estadual para o acompanhamento obrigatório de ambulâncias nas operações;</p>
<p>&#8211; <strong>Preservação de local e vestígios de crime</strong> &#8211; Os agentes devem preservar os vestígios de crimes para evitar a remoção indevida de cadáveres e descarte de provas;</p>
<p>&#8211; <strong>Operações nas proximidades de escolas e hospitais</strong> &#8211; Os locais não podem ser usados como base para as operações;</p>
<p>&#8211; <strong>Relatórios de operações policiais</strong> &#8211; A polícia deverá elaborar um relatório das operações, que deverá ser encaminhado ao Ministério Público;</p>
<p>&#8211; <strong>Câmeras nas fardas</strong> &#8211; O estado do Rio deverá implantar  sistemas de gravação de áudio e vídeo nas viaturas das polícias militar e civil e nas fardas dos policiais;</p>
<p>&#8211; <strong>Perícia </strong>&#8211; Os peritos deverão guardar, em meio eletrônico, todas as provas periciais produzidas em investigações de crimes contra a vida;</p>
<p>&#8211; <strong>Investigação</strong>  &#8211; Criação de um comitê para acompanhar o cumprimento das medidas determinadas.</p>
<h2>Voto</h2>
<p>Fachin rebateu acusações de que a Corte está impedindo o trabalho regular da polícia do Rio e fortalecendo o crime organizado.</p>
<p>Na avaliação do ministro, as disputas territoriais, a circulação de armamento pesado e a presença de criminosos de outros estados nas comunidades do Rio são situações que ocorrem antes da tramitação da ADPF no Supremo.</p>
<p>&#8220;Imputar problemas crônicos e de origem anterior à presente Arguição a medidas impostas por esta Corte consiste não apenas em grave equívoco, mas em inverdade&#8221;, afirmou.</p>
<p>O relator também voltou a ressaltar que as restrições impostas pelo Supremo às operações policiais não proibiram a realização dessas operações. </p>
<p>&#8220;Inexiste qualquer dado, documento ou análise consistente que estabeleça nexos de causalidade entre os referidos problemas preexistentes e as medidas tomadas por esta Corte no âmbito da ADPF 635, as quais jamais proibiram a realização de operações policiais, mas tão somente exigem o atendimento a parâmetros mínimos de planejamento, transparência e controle externo&#8221;, garantiu.</p>
<h2>Resultados</h2>
<p>Edson Fachin também ressaltou que as medidas tomadas pela Corte reduziram os números da letalidade policial no Rio.</p>
<p>Citando dados do Ministério Público do Rio, o relator disse que a redução de mortes por intervenção policial foi de 52% entre 2019 e 2023. Conforme os dados, em 2023, foram registradas 871 mortes durante operações. Em 2019, ano em que a ADPF foi protocolada, foram registradas 1.814 mortes.</p>
<p>&#8220;Tais números evidenciam que a adoção de parâmetros de transparência e controle na atividade policial têm o condão de viabilizar o exercício das funções de segurança pública de forma competente e sem elevação de índices de criminalidade&#8221;, comentou.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> André Richter &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-02/fachin-vota-para-manter-restricoes-operacoes-policiais-no-rio">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 05 Feb 2025 18:33:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/fachin-vota-para-manter-restricoes-a-operacoes-policiais-no-rio/">Fachin vota para manter restrições a operações policiais no Rio</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rio de Janeiro fez 4.600 operações policiais mesmo com ADPF</title>
		<link>https://weeknews.online/rio-de-janeiro-fez-4-600-operacoes-policiais-mesmo-com-adpf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 16:16:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
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		<category><![CDATA[Favelas]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[STF inicia análise da ADPF das favelas do Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Sob críticas do governo do estado do Rio de Janeiro, a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida com ADPF das Favelas, terá seu julgamento retomado nesta quarta-feira (5) pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A ação foi impetrada pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) em 2019, com o argumento de que ações policiais, em vez de prevenir mortes e conflitos armados, incentiva a letalidade promovida pelo Estado. Com a covid-19, em 2020, o ministro do STF Edson Facchin decidiu suspender, em junho daquele ano, as operações policiais em comunidades do Rio durante a pandemia. As ações deveriam ser restritas a casos excepcionais e serem informadas previamente ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Facchin também determinou a instalação de câmeras nas&#8230;</p>
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<p>Sob críticas do governo do estado do Rio de Janeiro, a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida com ADPF das Favelas, terá seu julgamento retomado nesta quarta-feira (5) pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A ação foi impetrada pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) em 2019, com o argumento de que ações policiais, em vez de prevenir mortes e conflitos armados, incentiva a letalidade promovida pelo Estado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738772177_345_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738772178_556_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com a covid-19, em 2020, o ministro do STF Edson Facchin decidiu suspender, em junho daquele ano, as operações policiais em comunidades do Rio durante a pandemia. As ações deveriam ser restritas a casos excepcionais e serem informadas previamente ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).</p>
<p>Facchin também determinou a instalação de câmeras nas fardas e equipamentos de GPS de policiais, além da gravação em áudio e vídeo nas viaturas, inclusive para as unidades de operações especiais da Polícia Militar (Bope) e da Polícia Civil (Core).</p>
<p>Em agosto de 2020, uma nova liminar do STF passou a restringir o uso de helicópteros apenas para casos de estrita necessidade, já que a Justiça considerou que as aeronaves estavam sendo usadas como plataformas de tiro.</p>
<p>A realização de ações próximas a creches, escolas e unidades de saúde deveria ser excepcional e justificada ao Ministério Público. Além disso, foi proibido o uso dessas instalações como base policial durante as operações.</p>
<p>Em abril de 2024, representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) concluíram que a única forma de fiscalizar a atuação policial e preservar os direitos humanos seria garantir uma supervisão do MPRJ sobre os dados de investigações, ocorrências e operações policiais.</p>
<h2>Governo</h2>
<p>O governador fluminense, Cláudio Castro, criticou, nesta terça-feira (4), a ADPF 635, durante um discurso na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), afirmando que a medida retira, do povo, o direito à segurança pública.</p>
<p>“Ninguém aqui foge à crítica ou de um processo de melhoria e evolução. Acho positivas as situações em que a ADPF venha melhorar a atividade policial e o reforço na transparência. Os casos complexos são esse critério de extraordinariedade, que vem de encontro à ostensividade, que é o trabalho da polícia. Quando você cria uma ideia de extraordinariedade, tiramos do povo, da comunidade, o direito de ter uma polícia ostensiva”, afirmou o governador, segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa.</p>
<p>Castro afirmou ainda que o Rio de Janeiro sofre efeitos colaterais negativos com a ADPF.</p>
<p>Na última terça-feira, a prefeitura do Rio de Janeiro entrou como <em>amicus curiae</em> (parte interessada) no processo de julgamento da ADPF. Segundo o prefeito Eduardo Paes, o município do Rio tem visto “um aumento da ocupação territorial pelo crime organizado”, “em qualquer lugar que se vá”.</p>
<p>“Essa APDF tem um problema grave. A impressão que se tem é que, de um lado, ela serviu de desculpa para aqueles que não querem trabalhar ou não tem competência para fazer valer a autoridade e o monopólio da força do Estado em determinadas áreas do território da cidade. De outro lado, também cria uma sensação de que o Rio de Janeiro virou, sei lá, um resort para delinquentes”, disse o prefeito, em vídeo divulgado em suas redes sociais.</p>
<p>Segundo Paes, a prefeitura entende que tem um papel importante a contribuir nessa discussão. “É importante que essas medidas que são exigidas fiquem claras, que o Supremo Tribunal Federal diga claramente: ‘não está impedida a polícia de agir. Só exigimos que aja dentro da legalidade’”, disse o prefeito.</p>
<p>O governador Cláudio Castro, por sua vez, afirmou que o Estado tem combatido o crime com inteligência e investigação e cobrou das prefeituras maior participação no ordenamento urbano e no trabalho de segurança pública, com guardas municipais mais equipadas.</p>
<h2>Ações policiais</h2>
<p>Apesar de o governador afirmar que a ADPF prejudica o trabalho de ostensividade da polícia, as liminares do STF não impediram que as forças policiais fluminenses realizassem mais de 4 mil operações policiais no período.</p>
<p>Segundo dados divulgados pelo MPRJ, de junho de 2020 a janeiro deste ano, as policiais Civil e Militar do Rio de Janeiro comunicaram a realização de cerca de 4.600 operações em comunidades do estado, ou seja, uma média de três operações por dia.</p>
<p>Apenas em 2024 e no primeiro mês deste ano, foram 1.354 operações, sendo 1.208 da PM e 146 da Civil. O acompanhamento dessas ações gerou a elaboração e distribuição de 315 Notícias de Fato (sendo 41 apenas este ano), que são procedimentos iniciais para apurar a ocorrência de ilegalidades, como violações de direitos e mortes. Esses casos foram encaminhados para as Promotorias de Justiça competentes para serem analisadas.</p>
<p>Outro dado informado pelo MPRJ foi o número de mortes registrados por seu Plantão de Monitoramento de Operações Policiais, que chegou a 236 neste período. Também foram registrados 177 casos de lesão corporal por projétil de arma de fogo.</p>
<p>Nesta terça-feira, o MPRJ criou um novo Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp), com o objetivo de aperfeiçoar o trabalho de controle externo da atividade policial.</p>
<p>&#8220;O MPRJ irá cumprir à risca todas as determinações da ADPF, de acordo com o julgamento do mérito por parte do STF e atuando dentro da ótica constitucional de exercer o controle externo da atividade policial. A instituição irá cobrar, das forças policiais, o cumprimento dos protocolos determinados pela ADPF, realizando um controle preventivo, concomitante e superveniente da atividade policial&#8221;, afirmou o procurador-geral de Justiça do estado, Antonio José Campos Moreira.</p>
<p>O pesquisador do Grupo de Estudos de Novos Ilegalismos (Geni) da Universidade Federal Fluminense (UFF) Daniel Hirata diz que é uma falácia afirmar que a ADPF tem o objetivo de impedir operações policiais.</p>
<p>“As operações policiais são necessárias no cenário do Rio de Janeiro, que é um território pontuado pelo controle territorial de vários grupos em conflito. A questão principal nunca foi impedir o trabalho das forças policiais, que é super importante, mas, sim, fazer com que essas ações garantam a segurança dos moradores de favelas e periferias do Rio de Janeiro”.</p>
<p>Dados compilados pelo Geni/UFF mostram que houve até um número maior de operações do que aquelas comunicadas ao MPRJ. Segundo o grupo de estudos, foram 5.833 operações de 2021 a 2024, uma queda de apenas 14% em relação ao período de 2016 a 2019.</p>
<p>Outro dado apresentado pelo Geni/UFF é o aumento no número de operações que ocorreu, ano após ano, desde 2021. Em 2024, por exemplo, segundo o grupo de estudos, foram 1.966 operações ante 852, em 2021.</p>
<p>“Nos últimos anos, houve um aumento do número de operações policiais. O que ocorre é que temos tido muito menos mortos durante operações policiais e isso é resultado da ADPF 635, porque nós temos aí uma série de parâmetros para garantir a segurança dessas ações”, disse Hirata.</p>
<p>Segundo a diretora-executiva do Instituto Fogo Cruzado, Cecília Olliveira, a ADPF 635 tem se mostrado um instrumento fundamental “na proteção de vidas e no planejamento de ações de segurança pública no Rio de Janeiro, com impactos concretos e mensuráveis”, afirma. “Somente nas primeiras semanas de vigência, a ADPF conseguiu poupar, em média, nove vidas por semana. Em seu primeiro ano de implementação, houve uma redução de 23% nos tiroteios e 26% no número de pessoas baleadas”.</p>
<p>A coordenadora de Direito e Segurança Pública da organização não governamental Redes da Maré, Tainá Alvarenga, diz que a ONG, que atua no Complexo da Maré, na zona norte do Rio, tem acompanhado de perto o trabalho da polícia na comunidade.</p>
<p>“A importância da ADPF na preservação de vidas nas favelas está materializada. A gente tem uma diminuição, no estado do Rio de Janeiro, em apenas quatro anos, a letalidade diminuiu 51,9%, passando de 1.814 mortes em 2019 para 871 em 2023”, afirma.</p>
<p>Outra entidade que participará como <em>amicus curiae</em> no julgamento desta quarta-feira é a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Por meio de nota, a instituição defendeu a ADPF.</p>
<p>“Reiteramos a necessidade de um esforço conjunto para a construção de uma segurança pública cidadã, onde as forças policiais sejam parte de um processo de garantia de direitos que assegure a segurança de toda a população. Embora o estado do Rio de Janeiro tenha um número exorbitante de territórios dominados por grupos criminosos armados, o uso da força de forma indiscriminada pelas forças do Estado não vem diminuindo, ao longo do tempo, esses domínios criminosos, o que por si só deveria ser um indício de que outras estratégias, pautadas em ações de inteligência, devem ser adotadas como caminho preferencial”, informa a nota da instituição.</p>
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<p> Vitor Abdala &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-02/rio-de-janeiro-fez-4600-operacoes-policiais-mesmo-com-adpf">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 05 Feb 2025 12:47:00 -0300 </p>

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