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	<title>Arquivo de suíno - WeekNews</title>
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		<title>País tem recorde na produção de ovos, abate de bovinos, frango e porco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 14:17:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A agropecuária brasileira terminou 2024 com números recordes na produção de ovos e abate de bovinos, frangos e suínos. Considerando apenas pecuária, o abate de bovinos no ano passado cresceu 15,2% em relação a 2023.  Os dados fazem parte da Estatísticas da Produção Pecuária, levantamento divulgado nesta terça-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Em 2024, foram abatidas 39,27 milhões de cabeças de gado, 5,17 milhões a mais que o registrado em 2023. A última vez que o país tinha abatido um número tão grande de bovinos foi em 2013, quando o volume chegou a 34,41 milhões de cabeças. De acordo com o IBGE, o recorde de 2024 é explicado pelo grande número de fêmeas abatidas (um recorde de 16,9 milhões&#8230;</p>
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<p>A agropecuária brasileira terminou 2024 com números recordes na produção de ovos e abate de bovinos, frangos e suínos. Considerando apenas pecuária, o abate de bovinos no ano passado cresceu 15,2% em relação a 2023. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742307427_885_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1742307427_133_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados fazem parte da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/2380/epp_2024_4tri.pdf" target="_blank">Estatísticas da Produção Pecuária</a>, levantamento divulgado nesta terça-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</p>
<p><strong>Em 2024, foram abatidas 39,27 milhões de cabeças de gado, 5,17 milhões a mais que o registrado em 2023. </strong>A última vez que o país tinha abatido um número tão grande de bovinos foi em 2013, quando o volume chegou a 34,41 milhões de cabeças.</p>
<p>De acordo com o IBGE, o recorde de 2024 é explicado pelo grande número de fêmeas abatidas (um recorde de 16,9 milhões de cabeças, 19% a mais que em 2023). Esse número foi impulsionado “por uma fase de baixa do ciclo pecuário, iniciada em 2022”.</p>
<p>Mato Grosso lidera o <em>ranking</em> estadual de abate de bovinos no ano passado, com 18,1% da participação nacional, seguido por Goiás (10,2%) e São Paulo (10,2%).</p>
<h2>Exportação</h2>
<p>A gerente da pesquisa, Angela Lordão, aponta que <strong>a demanda doméstica por carne é explicada pelo “fortalecimento da economia interna, melhoria das condições de emprego e renda, e a queda na taxa de desemprego”</strong>, ou seja, fatores que dão maior poder de compra à população.</p>
<p>Ao mesmo tempo, lembra a pesquisadora, “a demanda Internacional por carne também cresceu significativamente”.</p>
<blockquote>
<p>“O Brasil ocupa as primeiras posições no <em>ranking</em> de países produtores e exportadores de carne, devido ao nosso rigoroso padrão sanitário”, justificou.</p>
</blockquote>
<p>No ano passado foram exportadas 2,55 milhões de toneladas de carne bovina, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), órgão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.</p>
<p>Um estudo divulgado na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) aponta que a demanda internacional tem pressionado para cima o preço da carne no país.</p>
<p><strong>A China foi o principal destino da carne bovina brasileira ao importar 52% do volume total enviado ao exterior</strong> &#8211; aumento de 10,6%.</p>
<p>Os Estados Unidos ficaram na segunda posição com 7,4% das nossas exportações – o país quase dobrou (+93,8%) as compras de carne brasileira de um ano para o outro. <strong>Emirados Árabes Unidos e Chile seguem na sequência de principais compradores.</strong></p>
<h2>Frangos</h2>
<p>O abate de frangos alcançou 6,46 bilhões de unidades em 2024, expansão de 2,7% em relação ao ano anterior. <strong>Isso representa incremento de 172,73 milhões de unidades de frangos de um ano para o outro.</strong></p>
<p>Os três estados da Região Sul lideram o <em>ranking</em> de abate de frangos, sendo o Paraná à frente, com 34,2% de participação nacional, seguido por Santa Catarina (13,8%) e Rio Grande do Sul (11,4%).</p>
<p><strong>De todo o volume de frango abatido no país, 65% são consumidos internamente</strong>. Os demais 35% são exportados, fazendo com que o país seja o maior produtor do mundo. China, Emirados Árabes Unidos, Japão e Arábia Saudita são os principais destinos do frango brasileiro.</p>
<h2>Suínos</h2>
<p>O abate de suínos também foi recorde, com 57,86 milhões de cabeças. Em comparação com 2023, a expansão de 1,2% representa 684,24 mil cabeças a mais em 2024 do que em 2023.</p>
<p>Assim como no abate de frangos, a Região Sul lidera a de suínos. Santa Catarina figura na liderança, com 29,1% do abate nacional, seguido por Paraná (21,5%) e Rio Grande do Sul (17,1%).</p>
<p>A pesquisadora Angela Lordão detalha que 2024 foi duplamente favorável aos produtores de suínos. </p>
<blockquote>
<p>“Foi um bom ano para a suinocultura, com melhor margem para o produtor. O preço da carne subiu, e os custos com alimentação foram menores”.</p>
</blockquote>
<p>China e Filipinas são os principais compradores de carne suína do Brasil, ambos com mais de 18% do total exportado.</p>
<p><strong>De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior, tanto a exportação de cortes de suínos como a de frangos foram recordes em 2024.</strong></p>
<h2>Último trimestre</h2>
<p>Apesar de números recordes no acumulado do ano, o abate de bovinos, frangos e suínos apresentou retração no quarto trimestre de 2024 ante o terceiro trimestre. </p>
<p>No caso dos bovinos, o recuo foi de 7,9%. Para os frangos, queda de 1,1%; e para suínos, 4,6% abaixo.</p>
<h2>Ovos</h2>
<p>Em 2024, a produção de ovos de galinha também foi recorde. <strong>O volume chegou a 4,67 bilhões de dúzias, expansão de 10% em relação ao ano anterior.</strong></p>
<p>Especificamente no quarto trimestre, a produção de ovos de galinha alcançou 1,2 bilhão de dúzias, representando aumento de 0,2% ante o terceiro trimestre. </p>
<p><strong>Esse dado faz do último trimestre de 2024 o período de três meses em que mais se produziu ovos de galinha no Brasil na série histórica do IBGE, iniciada em 1987.</strong></p>
<p>“Ao longo de 2024, o setor avícola foi impulsionado pelos aumentos nos preços relacionados a outras proteínas, com demandas internas e externas aquecidas”, assinada o IBGE.</p>
<p>De todos os ovos produzidos em 2024, 82,1% foram destinados ao consumo e 17,9% à incubação.</p>
<p> </p>
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<p> Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/pais-tem-recorde-na-producao-de-ovos-abate-de-bovinos-frango-e-porco">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 18 Mar 2025 11:10:00 -0300 </p>

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