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	<title>Arquivo de Sul Global - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Sul Global - WeekNews</title>
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		<title>Soluções do Sul Global são protagonistas do Rio Nature &#038; Climate Week</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 21:47:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento do Atlântico potencializa eventos climáticos extremos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. As conferências oficiais da primeira edição do Rio Nature &#038; Climate Week foram encerradas nesta sexta-feira (5), pondo no centro do debate as propostas e soluções do Sul Global para a crise climática.  A América Latina, a África e o Sudeste Asiático são detentores de 90% de tudo que ainda resta de floresta tropical no mundo e de 80% de toda a biodiversidade do planeta.  Em entrevista à Agência Brasil, o presidente do Instituto Natureza e Clima Brasil, Rodrigo Medeiros, idealizador do fórum internacional, disse que o Sul Global cansou de ir a fóruns no Hemisfério Norte para discutir e não encontrar uma solução.  “Agora, a gente tem um fórum para chamar de nosso, e, a partir daqui, as nossas demandas, oportunidades e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p>As conferências oficiais da primeira edição do Rio Nature &#038; Climate Week foram encerradas nesta sexta-feira (5), pondo no centro do debate as propostas e soluções do Sul Global para a crise climática. </p>
<p>A América Latina, a África e o Sudeste Asiático são detentores de 90% de tudo que ainda resta de floresta tropical no mundo e de 80% de toda a biodiversidade do planeta. </p>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, o presidente do Instituto Natureza e Clima Brasil, Rodrigo Medeiros, idealizador do fórum internacional, disse que <strong>o Sul Global cansou de ir a fóruns no Hemisfério Norte para discutir e não encontrar uma solução</strong>. </p>
<p>“Agora, a gente tem um fórum para chamar de nosso, e, a partir daqui, as nossas demandas, oportunidades e também as soluções que são desenvolvidas aqui no Sul Global vão ser discutidas e vão ser amplificadas para o mundo”.</p>
<p>O objetivo do evento é influenciar a agenda mundial e construir um ecossistema de ações que discuta natureza e clima e possa conectar políticas públicas, finanças, ciência, cultura e movimentos de base.</p>
<p>O encontro aconteceu meses antes da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP31), marcada para novembro, em Antalya, na Turquia.</p>
<p>A proposta dos organizadores é fazer com que o Rio de Janeiro receba anualmente representantes de todo o mundo, para discutir problemas e soluções que atendam às necessidades daqueles que são os mais vulneráveis, mas, ao mesmo tempo, os que já contribuem enormemente com as soluções necessárias para a questão da biodiversidade e do clima.</p>
<h2>Metano</h2>
<p><strong>Na discussão dos elementos que podem contribuir rapidamente para frear o aquecimento global, um destaque é a redução das emissões de metano.</strong> Na avaliação de Medeiros, esse tema é especial, porque o mundo percebeu agora que é preciso ter soluções rápidas.</p>
<p>Medeiros destacou que um terço das emissões que mais afetam a mudança do clima estão relacionadas a gases como o metano. Esse gás tem um tempo de permanência na atmosfera muito curto, de cerca de 10 a 12 anos, o que significa que se dissipa muito rápido.</p>
<blockquote>
<p>“Se 30%, ou um terço do problema do aquecimento é causado pelo acúmulo de metano na atmosfera, essa talvez seja uma via mais eficiente e mais rápida de a gente conseguir reduzir em 30% o problema do aquecimento global”, argumentou.</p>
</blockquote>
<p>O idealizador do Rio Nature &#038; Climate Week destacou que o metano é gerado fortemente nos resíduos domésticos e industriais que vão para os aterros, cuja decomposição naturalmente produz esse gás, que vai para a atmosfera. </p>
<p>Uma das vias para reduzir sua emissão é investir em tecnologias que hoje já são amplamente dominadas para capturar esse metano, transformando-o, por exemplo, em biogás. A outra via é a da transição alimentar, já que a pecuária também está entre as emissoras de metano. </p>
<p>“É absolutamente inconcebível que a gente continue ainda em uma curva de produção de proteína animal ou de grãos que servem para alimentar a cadeia da produção de proteína animal, de frango, boi, porco”.</p>
<h2>Debate público</h2>
<p><strong>A ex-secretária nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e atual CEO e diretora-executiva da COP30, Ana Toni, endossou que “reduzir as emissões de metano é uma das formas mais rápidas de ganhar tempo na luta contra a mudança do clima”</strong>. </p>
<p>“Trata-se de um gás de efeito estufa extremamente potente, cerca de 80 vezes mais impactante que o CO₂ no curto prazo, mas que permanece na atmosfera por um período relativamente menor”.</p>
<p>Ana Toni participou do Fórum de Emergência Climática, realizado pela organização Uma Gota no Oceano durante a Rio Nature &#038; Climate Week. Ela ponderou que, por essas características, a ação sobre o metano produz resultados mais imediatos. </p>
<p>“O mais importante é que já existem tecnologias disponíveis e soluções economicamente viáveis. O desafio agora é transformar esse tema técnico em uma agenda compreendida e abraçada pela sociedade, e é aí que a comunicação desempenha um papel fundamental”, sugeriu.</p>
<h2>Programação paralela</h2>
<p>Entre os eventos paralelos ao fórum principal realizados nesta sexta-feira (5), destaque para a oficina “Vozes que Plantam o Futuro”, uma experiência de formação, recreação e mobilização socioambiental para crianças e jovens do Complexo do Alemão, realizada na Casa Voz. O objetivo foi criar um plantio coletivo permanente na Casa Voz e fortalecer o vínculo das juventudes com o território, a sustentabilidade e o cuidado coletivo.</p>
<p>Na Praça Tiradentes, região central do Rio, ocorreu, à tarde, o evento “Periferias urbanas, assentamentos informais adequados, sustentáveis e resilientes contra o racismo ambiental”, promovido em parceria pelos ministérios da Igualdade Racial e das Cidades.</p>
<p>De acordo com os dois ministérios, a crise climática não produz impactos neutros. E, em cidades marcadas por desigualdades estruturais, o racismo, a xenofobia e outras formas de violência acabam determinando as populações que estão mais expostas aos riscos ambientais, menos protegidas pelas infraestruturas urbanas e mais excluídas dos mecanismos de adaptação climática. </p>
<h2>Encerramento</h2>
<p>O encerramento oficial do Rio Nature &#038; Climate Week está programado para este sábado (6), com show gratuito na Enseada de Botafogo, do qual participarão cantores internacionais e brasileiros. </p>
<p>O evento é realizado pela organização Global Citizen Live Rio e tem como principal atração a cantora Lauryn Hill, que celebrará os 30 anos do álbum <em>The Score</em>. O evento também terá participações de Wyclef Jean, YG Marley, Zion Marley e da cantora brasileira Ludmilla.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-06/solucoes-do-sul-global-sao-protagonistas-do-rio-nature-climate-week" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 05 Jun 2026 18:39:00 -0300</p>
<p></p>

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		<title>Ao lado do Brasil, Senegal persegue protagonismo no Sul Global</title>
		<link>https://weeknews.online/ao-lado-do-brasil-senegal-persegue-protagonismo-no-sul-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 19:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[10º Fórum Internacional de Dacar sobre Paz e Segurança na África]]></category>
		<category><![CDATA[africanos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil assumiu a liderança do grupo]]></category>
		<category><![CDATA[Entenda como a África quer superar o terrorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Índice de Terrorismo Global]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Líderes africanos pedem soberania e integração para superar terrorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Lula diz que África do Sul não pode ser vetada do G20]]></category>
		<category><![CDATA[pleito antigo do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Sahel]]></category>
		<category><![CDATA[Sul Global]]></category>
		<category><![CDATA[terrorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Com uma população de quase 4 milhões de pessoas na região metropolitana, a capital do Senegal, Dacar, é o ponto do continente africano mais próximo das Américas &#8211; apenas 2,9 mil quilômetros separam Dacar e o Brasil. A cidade é sede do 10º Fórum Internacional de Dacar sobre Paz e Segurança na África, evento de dois dias que terminou nesta terça-feira (21). O encontro reúne chefes de Estado e representantes de 38 países – sendo 18 dos 54 africanos – além de integrantes de dez organismos internacionais, como Organização das Nações Unidas (ONU) e União Europeia (EU). O Brasil está representado pela embaixadora no Senegal, Daniella Xavier. Dacar &#8211; 21/04/2026 &#8211; Abertura do 10º Fórum Internacional de Dacar sobre Paz e Segurança na África. Foto: Divulgação Notícias&#8230;</p>
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				</p>
<p>Com uma população de quase 4 milhões de pessoas na região metropolitana, a capital do Senegal, Dacar, é o ponto do continente africano mais próximo das Américas &#8211; apenas 2,9 mil quilômetros separam Dacar e o Brasil. A cidade é sede do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://dakarinternationalforum.org/" target="_blank">10º Fórum Internacional de Dacar sobre Paz e Segurança na África</a>, evento de dois dias que terminou nesta terça-feira (21).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776799257_635_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776799257_813_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O encontro reúne chefes de Estado e representantes de 38 países – sendo 18 dos 54 africanos – além de integrantes de dez organismos internacionais, como Organização das Nações Unidas (ONU) e União Europeia (EU). O Brasil está representado pela embaixadora no Senegal, Daniella Xavier.</p>
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<h6 class="meta"><!--copyright=460174-->Dacar &#8211; 21/04/2026 &#8211; Abertura do <a rel="nofollow" target="_blank" data-cke-saved-href="https://dakarinternationalforum.org/" href="https://dakarinternationalforum.org/" target="_blank">10º Fórum Internacional de Dacar sobre Paz e Segurança na África</a>. Foto: <strong>Divulgação</strong><!--END copyright=460174--></h6>
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</div>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Líderes africanos pedem soberania e integração para superar terrorismo.</li>
<li>Lula diz que África do Sul não pode ser vetada do G20.</li>
</ul>
<p><strong>Na cerimônia de abertura, o presidente senegalês, Bassirou Diomaye Faye, classificou Dacar como uma capital do diálogo estratégico africano e internacional.</strong></p>
<p><strong>“Um espaço de reflexão e troca sobre caminhos para desenvolver soluções endógenas [internas] para os desafios de segurança do continente”, discursou.</strong></p>
<p>Além de diagnosticar desafios, debater temas e propor soluções para o continente, o evento é uma forma de reforçar o protagonismo do Senegal na região. O país se destaca por ser considerado um dos mais estáveis da África.</p>
<p>Mais que a liderança regional, o país de quase 19 milhões de habitantes busca estender a influência internacional em parceria com outras regiões do mundo, notadamente o chamado Sul Global, do qual o Brasil também busca ser expoente, conforme avaliam profundos conhecedores das relações internacionais entrevistados pela <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<h2>Histórico de paz e estabilidade</h2>
<p>O diplomata Leonardo Santos Simão, chefe do Escritório da ONU para a África Ocidental e Sahel, destaca que o Senegal tem uma história de desenvolvimento da paz e estabilidade, sem nunca ter sofrido um golpe de Estado.</p>
<p><strong>O moçambicano lembra que a África enfrenta momentos “conturbados” por causa de conflitos internos, regionais, terrorismo e crime organizado.</strong></p>
<p>A região do Sahel, faixa continental de costa a costa que marca a transição entre o deserto do Saara e as savanas ao Sul, é apontada como epicentro do terrorismo internacional, sofrendo ameaças de grupos jihadistas (extremistas islâmicos), como Al-Qaeda e Estado Islâmico.</p>
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<h6 class="meta"><!--copyright=460173-->Dacar &#8211; 21/04/2026 &#8211; Chefe do Escritório da ONU para a África Ocidental e Sahel, Leonardo Santos Simão. <strong>Foto: Bruno de Freitas Moura/Agência Brasil</strong><!--END copyright=460173--></h6>
</div>
</div>
<p>A edição 2026 do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.economicsandpeace.org/wp-content/uploads/2026/03/Global-Terrorism-Index-2026-Report.pdf" target="_blank">Índice de Terrorismo Global</a> aponta que a região responde por mais da metade de todas as mortes por terrorismo no mundo em 2025, concentradas em três países: Mali, Burkina Faso e Niger.</p>
<p>As demais nações da região são Senegal, Gâmbia, Mauritânia, Guiné, Chade, Camarões e Nigéria.</p>
<p>&gt;&gt; Entenda como a África quer superar o terrorismo</p>
<p>“Senegal, através deste diálogo regular, oferece justamente esse espaço de troca de ideias, de troca de opiniões sobre como enfrentar, na prática, esses desafios do nosso tempo”, disse o diplomata, destacando que o fórum recebe representantes de países de fora da África.</p>
<h2>Sul Global</h2>
<p>O representante da ONU enfatizou que o Senegal faz parte de uma aglutinação internacional defendida pelo Brasil, o Sul Global – grupo de nações em desenvolvimento que compartilham problemas sociais.</p>
<p>Simão assinala que o Sul Global serve como instância para uma espécie de diálogo interno do Sul, de modo a identificar quais são os desafios comuns; e também na interlocução entre o Sul Global e o Norte Global (países ricos).</p>
<p>“Este Sul está cada vez mais unido”, disse. “Senegal é parte desse esforço também. Está no mesmo diapasão que o Brasil e outros países do Sul no trazer desta voz do Sul Global para que sejam encontradas soluções para os problemas da pobreza e da exclusão”, sustentou.</p>
<p>Leonardo Simão aponta ainda que<strong> a soberania dos países africanos “é um imperativo cada vez maior”</strong>.</p>
<p>Para ele, os países do Norte têm que entender que “as relações do passado já não são aceitas, precisam ser revistas”.</p>
<p>Entre as delegações estrangeiras no Fórum Internacional de Dacar estão integrantes de governos europeus que possuem passado de política colonial, como Alemanha, Espanha, Portugal e a França – que colonizou Senegal até 1960. </p>
<h2>Soft power</h2>
<p>O professor moçambicano Carlos Lucas Mamboza, especialista em Estudos Estratégicos, Segurança e Defesa, considera que a realização do fórum é um “instrumento claro” de <em>soft power</em>.</p>
<p>No jargão do mundo diplomático, <em>soft power</em> é a habilidade de influenciar relações internacionais por meio de atração e persuasão, em vez de coerção e uso de força militar.</p>
<p>“Procura projetar a imagem de um Estado estável, com capacidade institucional, capacidade de mediação dos conflitos na zona do Sahel, mas também na África como um todo”, explica diretamente de Maputo, capital de Moçambique.</p>
<p>O tema do fórum deste ano é <em>“África enfrenta os desafios da estabilidade, integração e soberania: Quais soluções sustentáveis?”</em>.</p>
<p>Para Mamboza, também professor de África na Relações Internacionais na Universidade Federal Fluminense (UFF), a escolha do assunto evidencia um grande dilema que os Estados africanos têm sofrido.</p>
<blockquote>
<p>“É a necessidade de equilibrar uma estabilidade interna, os processos de integração regional e a preservação da soberania em um cenário internacional marcado por uma intensa competição entre as grandes potências, nomeadamente China, a Rússia e os Estados Unidos”.</p>
</blockquote>
<p>O professor ressalta que o encontro apresenta agenda mais ampla, trazendo questões relacionadas a mudanças climáticas, pandemias, criminalidade transnacional, cibersegurança e assuntos tecnológicos.</p>
<p>“Indica um esforço do continente em se posicionar de forma autônoma na definição de suas próprias prioridades estratégicas”, completa.</p>
<h2>América do Sul</h2>
<p>Carlos Lucas Mamboza destaca que Senegal também apresenta uma fase diplomática ligada à América do Sul e ao Brasil. O país é um dos integrantes da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (Zopacas), aliança com mais de 20 países, a maioria africanos, voltada para a manutenção da parte Sul do Oceano Atlântico livre de guerras e de disputas geopolíticas.</p>
<p>Há menos de duas semanas, o Brasil assumiu a liderança do grupo, em um evento no Rio de Janeiro. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Senegal emerge como um elo importante entre a África Ocidental e o espaço estratégico do Atlântico Sul, conectando-se diretamente com os interesses do Brasil&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Nas palavras do professor, é uma cooperação Sul-Sul. Ao comentar interesses conjuntos dos dois países, Mamboza citou a defesa de reformas na governança global. Um exemplo é no Conselho de Segurança (CS) da ONU, pleito antigo do Brasil e de africanos.</p>
<p>Atualmente, apenas cinco países têm presença permanente no conselho e poder de veto (Rússia, Estados Unidos, China, Reiuno Unido e França), nenhum deles da América do Sul ou da África.</p>
<p>Entre as funções do CS estão a imposição de sanções internacionais e permitir intervenção militar.</p>
<h2>Estados Unidos</h2>
<p>O protagonismo buscado por Senegal foi reconhecido pela delegação dos Estados Unidos que seguiu para Dacar, conforme o subsecretário adjunto do Departamento de Estado (equivalente ao Ministério das Relações Exteriores), Richard Michaels.</p>
<blockquote>
<p>“A liderança do Senegal em questões de segurança regional demonstra o impacto transformador que os países africanos podem alcançar quando traçam seu próprio caminho rumo ao sucesso”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>“Saudamos uma nova fase de liderança africana, com atores nacionais e regionais à frente do enfrentamento dos desafios do continente — sejam eles econômicos, de segurança ou políticos”, completa o diplomata dos Estados Unidos.</p>
<p>Richard Michaels afirmou ainda que os Estados Unidos estão “redefinindo de forma essencial” a relação com parceiros africanos, “agora baseada em comércio mutuamente benéfico, em vez de ajuda e dependência”.</p>
<h2>Minerais críticos</h2>
<p>O representante do governo americano deixou claro que o país tem interesse em participar da cadeia de exploração dos chamados minerais críticos, recursos essenciais para tecnologias modernas, defesa e transição energética.</p>
<p>“África é o epicentro da corrida global por minerais críticos”, definiu.</p>
<p>“Estamos trabalhando com parceiros africanos para construir cadeias de suprimentos seguras, transparentes e comercialmente viáveis, que garantam que os países africanos capturem mais valor de seus próprios recursos”, concluiu.</p>
<p><em>* O repórter viajou a convite do Ministério da Integração Africana, Negócios Estrangeiros e Senegaleses no Estrangeiro.</em></p>
<p> Bruno de Freitas Moura – enviado especial , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-04/ao-lado-do-brasil-senegal-persegue-protagonismo-no-sul-global">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 21 Apr 2026 15:57:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/ao-lado-do-brasil-senegal-persegue-protagonismo-no-sul-global/">Ao lado do Brasil, Senegal persegue protagonismo no Sul Global</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ONU apresenta soluções urbanas brasileiras para países do Sul Global</title>
		<link>https://weeknews.online/onu-apresenta-solucoes-urbanas-brasileiras-para-paises-do-sul-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Feb 2026 13:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Baía de Todos-os-Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil diz que irá monitorar novo ODS 18 para igualdade racial]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades melhoram Índice de Desenvolvimento Sustentável em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha de Maré]]></category>
		<category><![CDATA[ONU-Habitat]]></category>
		<category><![CDATA[Planos de Bairro]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de desenvolvimento sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[Sul Global]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Ilha de Maré, um bairro que se estende por uma das ilhas da Baía de Todos-os-Santos, em Salvador, foi terreno para um projeto de desenvolvimento sustentável que beneficiou cerca de 4 mil moradores em 12 comunidades, sendo seis delas reconhecidas como quilombolas. O projeto, chamado Planos de Bairro, e capitaneado pela Prefeitura de Salvador, buscou a integração de líderes comunitários, poder público, universidades e organizações locais em um processo de diagnóstico e planejamento. Notícias relacionadas: Cidades melhoram Índice de Desenvolvimento Sustentável em 2025. Brasil diz que irá monitorar novo ODS 18 para igualdade racial. A iniciativa buscou enfrentar desigualdades sociais e propor soluções para o desenvolvimento da região. A pescadora quilombola Marizélia Lopes, moradora da Ilha de Maré, enfatiza a relação entre&#8230;</p>
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<p>O post <a href="https://weeknews.online/onu-apresenta-solucoes-urbanas-brasileiras-para-paises-do-sul-global/">ONU apresenta soluções urbanas brasileiras para países do Sul Global</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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Feed Últimas.<br />
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				</p>
<p>A Ilha de Maré, um bairro que se estende por uma das ilhas da Baía de Todos-os-Santos, em Salvador, foi terreno para um projeto de desenvolvimento sustentável que beneficiou cerca de 4 mil moradores em 12 comunidades, sendo seis delas reconhecidas como quilombolas.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770472312_352_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770472312_348_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O projeto, chamado Planos de Bairro, e capitaneado pela Prefeitura de Salvador, buscou a integração de líderes comunitários, poder público, universidades e organizações locais em um processo de diagnóstico e planejamento.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Cidades melhoram Índice de Desenvolvimento Sustentável em 2025.</li>
<li>Brasil diz que irá monitorar novo ODS 18 para igualdade racial.</li>
</ul>
<p><strong>A iniciativa buscou enfrentar desigualdades sociais e propor soluções para o desenvolvimento da região.</strong></p>
<p>A pescadora quilombola Marizélia Lopes, moradora da Ilha de Maré, enfatiza a relação entre a natureza e a atividade econômica dela.<br />
 </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/ilha_da_mare03.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 06/02/2026 – Plano da ilha de Maré.
Foto: Nilton Sousa/prefeitura de salvador" title="Nilton Sousa/prefeitura de salvador"><br />
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<h6 class="meta">Plano da ilha de Maré buscou a integração de líderes comunitários, poder público, universidades e organizações locais &#8211; Foto: <strong>Nilton Sousa/Prefeitura de Salvador</strong><!--END copyright=452246--></h6>
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</div>
<blockquote>
<p>“A gente não enxerga a natureza só como um espaço de exploração, a gente tem uma relação, a gente não consegue desassociar o que é natureza da gente, da vida da gente. Então a gente é a natureza, né?”, diz.</p>
</blockquote>
<h2>Seleção de soluções</h2>
<p>O exemplo baiano é um dos 16 projetos que fazem parte de uma seleção elaborada por uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa da Organização das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat). </p>
<p><strong>A ideia é que os projetos sirvam de inspiração para outros países em desenvolvimento, o chamado Sul Global.</strong></p>
<p>Outra iniciativa selecionada é desenvolvida no Recife e representa uma solução baseada na natureza. São os Jardins Filtrantes no Parque do Caiara.</p>
<p>Executado pela Agência Recife para Inovação e Estratégia (Aries), uma associação vinculada à Prefeitura do Recife, o projeto inclui a implantação de um sistema de jardins filtrantes na foz do Riacho do Cavouco, em uma área de cerca de 7 mil metros quadrados (m²), para tratamento da água antes de chegar ao Rio Capibaribe.</p>
<p><strong>Foram plantadas 7,5 mil plantas aquáticas nativas, formando um sistema natural de filtragem da água.</strong></p>
<p>A intervenção baseada na natureza também deu reflexos positivos para o parque, como o percebido pela moradora da região Gabriela Machado.</p>
<p>“O Jardim do Caiara, inaugurado e renovado, é um espaço que posso curtir do lado da minha casa, um lugar da minha região, que traz valor para minha região”, disse Gabriela em depoimento à equipe que reuniu os exemplos de soluções urbanas.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/jardim_filtrante_recife_01.02.23_-_foto_giselle_cahu_-_aries-citinova_0.jpg" alt="Recife (PE) - Despoluição do riacho do Cavouco, afluente do Rio Capibaribe (PE). Jardins Filtrantes (início de março). Foto: Giselle Cahú/CITinova" title="Giselle Cahú/CITinova"><br />
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<h6 class="meta">Projeto inclui a implantação de um sistema de jardins filtrantes na foz do Riacho do Cavouco &#8211; Foto: <strong>Giselle Cahú/CITinova</strong><!--END copyright=320919--></h6>
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</div>
<h2>Simetria urbana</h2>
<p>O trabalho de seleção foi feito pelo Programa Simetria Urbana, lançado em 2023. Na parceria com o ONU-Habitat, o governo brasileiro é representado pela Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores (ABC/MRE).</p>
<p><strong>A chamada pública permitiu a inscrição de iniciativas desenvolvidas por governos locais, instituições públicas, organizações da sociedade civil e comunidades.</strong></p>
<p>As áreas de intervenção são relacionadas a um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o número 11, que trata de comunidades e cidades sustentáveis, e engloba temas como habitação, juventude, mobilidade urbana, planejamento participativo e igualdade de gênero.</p>
<h2>Igualdade de gênero</h2>
<p>O programa Marias na Construção, da Prefeitura de Salvador, une igualdade de gênero, qualificação e geração de renda para mulheres em situação de violência doméstica ou familiar e outras vulnerabilidades sociais. <strong>Em dois anos, mais de 600 mulheres se formaram nos diferentes cursos oferecidos.</strong></p>
<p>Janaína dos Santos é uma das alunas do Marias na Construção. “Já terminei um curso agora e vou começar outros dois. Aprendi muita coisa. Quero crescer na área. Futuramente, quero fazer um curso técnico, se assim Deus me permitir, fazer uma faculdade e ser uma grande mulher na construção”, projeta.<br />
 </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/mao_na_massa_-_tania_rego.jpg" alt="Projeto Mão na Massa (Tânia Rêgo/Agência Brasil)" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta"><!--copyright=101104-->Programa Marias na Construção, da Prefeitura de Salvador, une igualdade de gênero, qualificação e geração de renda para mulheres em situação de violência doméstica &#8211; Foro: <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil/Arquivo</strong><!--END copyright=101104--></h6>
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</div>
<h2>Inspiração</h2>
<p>A parceria do Brasil e ONU-Habitat tem por meta que desafios semelhantes entre países do Sul Global podem ser motivadores para que soluções já experimentadas no Brasil sejam exportadas.</p>
<p>Para a arquiteta urbanista Laura Lacastagneratte de Figueiredo, analista de programas do ONU-Habitat, a publicação Simetria Urbana busca transformar boas práticas brasileiras em ferramentas concretas de cooperação entre países do Sul Global.</p>
<p><strong>“Ao sistematizar soluções que já apresentaram resultados, amplia o potencial dessas experiências como referências para a cooperação e como modelos adaptáveis e inspiradores de políticas públicas, capazes de dialogar com realidades semelhantes”, explica à Agência Brasil.</strong></p>
<p>“O objetivo é estimular intercâmbios, projetos conjuntos e o fortalecimento de capacidades locais, contribuindo para acelerar a implementação de ações efetivas de desenvolvimento urbano sustentável em diferentes contextos”, completa a urbanista.</p>
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Foto:Laura Lacastagneratte de Figueiredo/Arquivo pessoal" title="Laura Figueiredo/Arquivo pessoal"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/onu_apresenta_solucoes_urbanas_brasileiras_para_paises_do_sul_global.jpg" alt="Brasília (DF), 06/02/2026 – Arquiteta urbanista Laura Lacastagneratte de Figueiredo.
Foto:Laura Lacastagneratte de Figueiredo/Arquivo pessoal" title="Laura Figueiredo/Arquivo pessoal"><br />
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<h6 class="meta">Arquiteta urbanista Laura Lacastagneratte de Figueiredo &#8211; Foto: <strong>Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=452298--></h6>
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</div>
<h2>Iniciativas</h2>
<p><strong>O conjunto de soluções coletadas pelo Brasil afora inclui iniciativas como formação de jovens cearenses para projetos socioambientais; centros comunitários em territórios vulneráveis no Recife; design de interiores para habitação social, em Niterói (RJ); e desenvolvimento de ônibus híbrido elétrico-hidrogênio, em Maricá (RJ), entre outros.</strong></p>
<p>A relação completa está disponível no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://brasil.un.org/sites/default/files/2026-02/20260203-Relatorio-BoasPraticas-SimetriaUrbana.pdf" target="_blank">site do programa</a>. </p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/onu-apresenta-solucoes-urbanas-brasileiras-para-paises-do-sul-global">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 07 Feb 2026 10:28:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Rio sedia 1ª Cúpula Popular do Brics para debater Sul Global</title>
		<link>https://weeknews.online/rio-sedia-1a-cupula-popular-do-brics-para-debater-sul-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 18:10:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[4 milhões para Ministério das Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[BC fecha cerco a contas-bolsão e regulamenta serviços bancários]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula Popular do Brics]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo libera R$ 501]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Stédile]]></category>
		<category><![CDATA[Sul Global]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Começou nesta segunda-feira (1º). no Armazém da Utopia, no centro do Rio de Janeiro, a 1ª Cúpula Popular do Brics, evento criado para integrar movimentos sociais ao bloco, composto por 11 países do mercado emergente.  O objetivo é articular a participação da sociedade civil na elaboração de propostas voltadas à cooperação do Sul Global.  Durante o encontro serão debatidos temas como a cooperação econômica e o multilateralismo, a construção da multipolaridade, a reconfiguração da geopolítica mundial, os desafios da governança global, o próprio papel do Brics e a redução da dependência dos países emergentes ao dólar americano nas transações internacionais e formação de reservas financeiras. Público acompanha a abertura da Cúpula Popular do Brics.. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil Notícias relacionadas: Governo libera R$ 501,4 milhões para Ministério&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Começou nesta segunda-feira (1º). no Armazém da Utopia, no centro do Rio de Janeiro, a 1ª Cúpula Popular do Brics, evento criado para integrar movimentos sociais ao bloco, composto por 11 países do mercado emergente. </strong> O objetivo é articular a participação da sociedade civil na elaboração de propostas voltadas à cooperação do Sul Global. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1764612653_247_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1764612654_995_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Durante o encontro serão debatidos temas como a cooperação econômica e o multilateralismo</strong>, a construção da multipolaridade, a reconfiguração da geopolítica mundial, os desafios da governança global, o próprio papel do Brics e a redução da dependência dos países emergentes ao dólar americano nas transações internacionais e formação de reservas financeiras.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/toms1359.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 01/12/2025 – Público durante abertura da Cúpula Popular do Brics, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Público acompanha a abertura da Cúpula Popular do Brics.. Foto: <strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=446654--></h6>
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</div>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Governo libera R$ 501,4 milhões para Ministério das Cidades.</li>
<li>BC fecha cerco a contas-bolsão e regulamenta serviços bancários.</li>
</ul>
<p><strong>O Conselho Civil Popular do Brics foi criado em 2024 na Cúpula do Brics de Kazan, na Rússia, para promover o diálogo entre atores da sociedade civil e governos dos países do grupo</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“O conselho é um marco na consolidação da participação da sociedade organizada nas discussões do bloco e visa dar voz aos movimentos populares, estudantes, professores e ONGs nas pautas estratégicas do agrupamento&#8221;, diz a organização.</p>
</blockquote>
<p><strong>Este é o último grande evento realizado pelo BRICS com o Brasil na presidência do bloco, antes da Índia assumir a posição no ano que vem.</strong></p>
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<p>Em vídeo enviado para a abertura do evento, a ex-presidenta do Brasil e presidente do Novo Banco de Desenvolvimento do Brics, Dilma Rousseff, disse que a primeira cúpula consagra a participação da sociedade civil organizada na construção da cooperação do Sul Global.</p>
<blockquote>
<p>“Pela primeira vez, os povos dos países do Brics dispõem de um canal permanente de diálogo com os governos e as instâncias decisórias do agrupamento”, afirmou Dilma.</p>
</blockquote>
<p><strong>João Pedro Stedile, da direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais SemTerra (MST) e do Conselho Civil dos Brics no Brasil</strong>, disse que a cúpula vai formalizar o conselho civil de como deve funcionar de forma permanente para entregar um modus operandi para o novo mandato na Índia no ano que vem.</p>
<blockquote>
<p>“Os governos sabem que, sem a mobilização da sociedade civil, para alguns temas não tem como resolver, como a defesa da natureza, a construção de moradia popular. Vamos analisar temas da geopolítica mundial, mas também vamos nos dedicar a temas que a sociedade civil pode ajudar a resolver”, disse Stedile.</p>
</blockquote>
<p><strong>Os países membros do bloco são líderes na produção de grãos, carnes, fertilizantes e fibras, respondendo por cerca de 70% da produção agrícola global</strong>. “Além disso, concentram mais da metade da agricultura familiar do planeta, o que gera aproximadamente 80% do valor da produção global de alimentos. Essa posição estratégica confere ao bloco uma responsabilidade ainda maior na construção de sistemas alimentares sustentáveis e equitativos, pautas que o Conselho Popular do Brics busca integrar nas discussões”, dizem os organizadores.</p>
<p> Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-12/rio-sedia-cupula-popular-do-brics-para-debater-sul-global">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 01 Dec 2025 14:40:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Relatório mostra desigualdade no processo de transição energética</title>
		<link>https://weeknews.online/relatorio-mostra-desigualdade-no-processo-de-transicao-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 16:09:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>>Lula defende Petrobras lucrativa e líder da transição energética]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil e mais 16 países assinam carta por transição energética justa]]></category>
		<category><![CDATA[desigualde energética]]></category>
		<category><![CDATA[Economista critica transição energética via mercado de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Marina pede transição energética que considere limitações de cada país]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Oxfam Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Sul Global]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/relatorio-mostra-desigualdade-no-processo-de-transicao-energetica/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Um estudo produzido pela organização da sociedade civil sem fins lucrativos, Oxfam Brasil, reúne dados que reforçam uma relação desigual nos modelos atuais de consumo energético e indicam uma continuidade desse padrão no processo de transição energética. O relatório Transição Injusta: Resgatando o Futuro Energético do Colonialismo Climático, além de dados, traz recomendações em busca de justiça energética. Os pesquisadores se debruçaram sobre os dados relativos aos padrões de consumo de energia em todo o planeta nos últimos 60 anos e, a partir dos números, foi constatado que nas últimas seis décadas o Norte Global, formado pelos países mais ricos, consumiram ao longo do período 3.300 petawatts-hora (PWh) além do necessário para suprir as necessidades energéticas básicas modernas. Notícias relacionadas: Brasil e mais&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/relatorio-mostra-desigualdade-no-processo-de-transicao-energetica/">Leia mais...</a></p>
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p><strong>Um estudo produzido pela organização da sociedade civil sem fins lucrativos, Oxfam Brasil, reúne dados que reforçam uma relação desigual nos modelos atuais de consumo energético e indicam uma continuidade desse padrão no processo de transição energética. O relatório Transição Injusta: Resgatando o Futuro Energético do Colonialismo Climático, além de dados, traz recomendações em busca de justiça energética.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1759248558_64_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1759248559_711_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Os pesquisadores se debruçaram sobre os dados relativos aos padrões de consumo de energia em todo o planeta nos últimos 60 anos e, a partir dos números, foi constatado que nas últimas seis décadas o Norte Global, formado pelos países mais ricos, consumiram ao longo do período 3.300 petawatts-hora (PWh) além do necessário para suprir as necessidades energéticas básicas modernas.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Brasil e mais 16 países assinam carta por transição energética justa.</li>
<li>Economista critica transição energética via mercado de carbono.</li>
<li>Marina pede transição energética que considere limitações de cada país.</li>
</ul>
<p>O estudo considera excedente o que vai além do conceito de 1.000 quilowatts-hora, partindo do mínimo de energia moderna (MEM) proposto como meta global de consumo de eletricidade pela Fundação Rockefeller e pelo Energy for Growth Hub. O valor estabelecido é maior ao do que as Nações Unidas consideram necessário para garantir a universalização do acesso à energia de forma justa até 2030.</p>
<p>Esse excedente observado no modelo de consumo energético do Norte Global, seria capaz de atender às necessidades básicas modernas de todo o planeta, incluindo quem ainda não tem acesso à anergia, por 20 anos.</p>
<p>No Brasil, por exemplo, o Censo 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontou que 99,8% dos domicílios brasileiros tinham energia elétrica, levando ao entendimento de que o percentual de população que vive sem acesso à energia elétrica representa algo em torno de 400 mil pessoas.</p>
<blockquote>
<p>“Diante de um contexto de pobreza energética, nós estamos fazendo uma transição energética. E essa transição, ao invés de coletar as lições aprendidas durante o período de utilização da matriz de combustíveis fósseis, na verdade, ela reproduz tudo aquilo que provocou desigualdade, pobreza energética e, na maneira como está sendo feita, repete um padrão colonial”, afirma a diretora-executiva da Oxfam Brasil, Viviana Santiago.</p>
</blockquote>
<p>O estudo também busca relacionar as oportunidades geradas pela transição energética &#8211; como a identificação da presença de recursos necessários a geração de energia renovável &#8211; com esse padrão de consumo. Ao cruzar os dados, os pesquisadores observaram que embora os países do Sul Global detenham 70% das reservas de minerais críticos para a transição energética, a maior parte dos investimentos em energia renovável estão concentrados no Norte Global, onde estão 46% dos investimentos, enquanto a China concentra outros 29% desse tipo de aplicações de recursos.</p>
<p><strong>Por outro lado, a América Latina recebeu apenas 3% dos investimentos de 2024 e o Sudeste Asiático, o Oriente Médio e a África receberam somente 2% cada, apesar de a África Subsaariana concentrar 85% da população mundial sem acesso à eletricidade. </strong></p>
<blockquote>
<p>“O estudo chama atenção para o fato de que a gente está fazendo uma transição energética que hoje, ao que tudo indica, vai priorizar apenas as pessoas mais ricas, não vai incidir diretamente na pobreza energética, e vai definitivamente deixar uma enorme zona de sacrifício reforça Viviana.</p>
</blockquote>
<p><strong>&gt;&gt;Lula defende Petrobras lucrativa e líder da transição energética</strong></p>
<h2>Justiça energética</h2>
<p>Outro dado levantado pelo estudo aponta uma grande extensão de território de comunidades tradicionais ameaçadas por possuírem recursos necessários à transição energética, como minerais críticos. “As terras indígenas reconhecidas ameaçadas por atividades industriais relacionadas em grande parte à atual transição energética extrativa cobrem 22,7 milhões de km² – uma área ainda maior do que o Brasil, os Estados Unidos e a Índia juntos”, destaca o relatório.</p>
<p>Na avaliação dos pesquisadores é necessário aplicar o princípio das responsabilidades compartilhadas, porém diferenciadas, uma vez que a transição energética é uma necessidade de todo o planeta, mas não pode ocorrer de forma a manter os impactos no Sul Global e a distribuição dos benefícios no Norte Global.</p>
<blockquote>
<p>“São os desafios do nosso tempo e que demandam da gente hoje muito diálogo com o conjunto da população para que a gente possa ter uma pressão sobre os países, sobre as empresas, para que a gente, de fato, faça uma transição justa”, diz a diretora-executiva da Oxfam Brasil.</p>
</blockquote>
<p>Para isso, o relatório apresenta algumas recomendações globais como estratégias com base em responsabilidade e capacidade histórica onde os países que consomem mais energia, mais combustíveis fósseis e cuidam menos do meio ambiente com maiores índices de emissões de gases do efeito estufa sejam responsabilizados pela conservação dos recursos ainda existentes no planeta.</p>
<p>Entre as medidas estão uma governança energética reformas no sistema financeiro e de financiamento global, salvaguarda das comunidades tradicionais com garantia de benefícios energéticos e o fortalecimento de ambientes de multilateralismo com justiça internacional.</p>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-09/estudo-mostra-desigualdade-energetica-no-processo-de-transicao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 30 Sep 2025 12:51:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/relatorio-mostra-desigualdade-no-processo-de-transicao-energetica/">Relatório mostra desigualdade no processo de transição energética</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Institutos de Saúde do Brics propõem fortalecimento de parcerias</title>
		<link>https://weeknews.online/institutos-de-saude-do-brics-propoem-fortalecimento-de-parcerias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 19:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Brics aprova parceria para eliminar doenças socialmente determinadas]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[firmada em julho]]></category>
		<category><![CDATA[interrupção do financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sul Global]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Os institutos nacionais de saúde dos países que compõem o Brics querem intensificar parcerias técnicas e científicas, para combater problemas comuns existentes e fortalecer a preparação para eventuais futuras emergências. Essas questões estão sendo discutidas em um encontro no Rio de Janeiro, organizado pela Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz (imagem) que é o representante brasileiro. O grupo divulgará uma carta com compromissos e propostas, na quarta-feira (17).  Notícias relacionadas: Brics aprova parceria para eliminar doenças socialmente determinadas. &#8220;Os institutos nacionais de saúde pública podem fazer contribuições muito importantes, seja na preparação e na resposta às emergências de saúde, seja em emergências por questões relativas a fenômenos naturais, mudança climática ou assuntos epidêmicos. É positivo, para todos, que os países que têm capacidades científicas, produtivas&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Os institutos nacionais de saúde dos países que compõem o Brics querem intensificar parcerias técnicas e científicas</strong>, para combater problemas comuns existentes e fortalecer a preparação para eventuais futuras emergências.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1757962895_364_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1757962895_140_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Essas questões estão sendo discutidas em um encontro no Rio de Janeiro, organizado pela Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz (imagem) que é o representante brasileiro. <strong>O grupo divulgará uma carta com compromissos e propostas, na quarta-feira (17)</strong>. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Brics aprova parceria para eliminar doenças socialmente determinadas.</li>
</ul>
<p>&#8220;Os institutos nacionais de saúde pública podem fazer contribuições muito importantes, seja na preparação e na resposta às emergências de saúde, seja em emergências por questões relativas a fenômenos naturais, mudança climática ou assuntos epidêmicos. É positivo, para todos, que os países que têm capacidades científicas, produtivas e econômicas – como são os países dos Brics – possam contribuir à produção de inovações que vão dar acesso às populações que precisam, a novos medicamentos, vacinas, kits de diagnóstico.&#8221; destacou o representante da Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil, Cristian Morales.</p>
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<p><strong>Compõem o Brics os seguintes países: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia.</strong></p>
<p>A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, mencionou o cenário de interrupção do financiamento de programas internacionais de saúde por parte dos Estados Unidos e como o momento propicia a união de países na área, como os membros do Brics:</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Nesse momento, a gente tem um cenário global com o país mais rico do planeta virando as suas costas para o mundo, e, por outro lado, uma comunhão de países que buscam manter a ciência na frente das políticas públicas e elaborar políticas públicas baseadas em evidência científica.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>&#8220;É um momento muito oportuno para o Brasil, que está na liderança dos Brics, e vê a possibilidade de fazer coisas que vão beneficiar a saúde da população dos nossos países&#8221;, complementou.</p>
<p><strong>Um princípio norteador para o trabalho conjunto dos institutos, de acordo com Mariângela, é a Parceria pela Eliminação de Doenças Socialmente Determinadas</strong>, firmada em julho, durante a última cúpula de chefes de estado do bloco.</p>
<p>Esse termo designa as doenças influenciadas por fatores sociais, econômicos e ambientais, como a desigualdade, a falta de saneamento e a dificuldade de acessar serviços médicos e que, por isso, geralmente atingem as populações mais pobres. São exemplos dessas doenças a tuberculose, a doença de Chagas, a malária e as hepatites virais.  </p>
<p><strong>Outro grande foco é combater a desigualdade de acesso a insumos, tratamentos e inovações, que é desfavorável aos países em desenvolvimento. </strong></p>
<p>&#8220;A gente quer, de fato, ampliar o acesso à saúde e à capacidade local, inclusive de produção. Isso conversa com a resposta às emergências, isso conversa com a soberania nacional dos diferentes países, especialmente no Sul Global. É fundamental que a gente esteja ligado, articulando, trabalhando juntos para se fortalecer e não viver mais o cenário horrível que nós vivemos durante a pandemia&#8221;, enfatizou a vice-presidente de Saúde Global e Relações Internacionais da Fiocruz, Lourdes Oliveira. </p>
<p> Tâmara Freire – repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-09/institutos-de-saude-do-brics-propoem-fortalecimento-de-parcerias">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 15 Sep 2025 15:36:00 -0300 </p>

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		<title>Escanteado na pandemia, Sul Global coopera por maior acesso a vacinas</title>
		<link>https://weeknews.online/escanteado-na-pandemia-sul-global-coopera-por-maior-acesso-a-vacinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 18:09:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan se prepara para testar vacina contra gripe aviária em humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula do Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Em 2023]]></category>
		<category><![CDATA[o número de vacinas aplicadas até o terceiro ano da pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Our World in Data]]></category>
		<category><![CDATA[Países da OMS adotam acordo global sobre pandemia; EUA não aderem]]></category>
		<category><![CDATA[Países do Brics se unem para eliminar "doenças da pobreza"]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia de covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[parceria para a eliminação das doenças socialmente determinadas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sul Global]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Coordenadora do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Vacinas dos Brics, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) trabalha por um alinhamento dos esforços de pesquisas sobre vacinas nos países do grupo, para que sejam direcionadas à assegurar o acesso das populações do Sul Global. Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, o presidente da fundação, Mário Moreira, conta que a necessidade de reagir como bloco ficou clara quando, na pandemia de covid-19, a escassez de suprimentos indispensáveis fez com que os países ricos monopolizassem as compras e deixassem os mais pobres sem suprimentos. &#8220;Nós vimos, na pandemia, que o Sul Global ficou no final da fila para receber vacinas, medicamentos, equipamentos de proteção individual, respiradores. Tudo chegou por último. Então, tomamos um susto e estamos, todos, agora, nos organizando em bloco&#8221;, disse&#8230;</p>
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				</p>
<p>Coordenadora do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Vacinas dos Brics, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) trabalha por um alinhamento dos esforços de pesquisas sobre vacinas nos países do grupo, para que sejam direcionadas à assegurar o acesso das populações do Sul Global. Em entrevista exclusiva à <strong>Agência Brasil</strong>, o presidente da fundação, Mário Moreira, conta que a necessidade de reagir como bloco ficou clara quando, na pandemia de covid-19, a escassez de suprimentos indispensáveis fez com que os países ricos monopolizassem as compras e deixassem os mais pobres sem suprimentos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751998186_616_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751998187_935_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>&#8220;Nós vimos, na pandemia, que o Sul Global ficou no final da fila para receber vacinas, medicamentos, equipamentos de proteção individual, respiradores. Tudo chegou por último. Então, tomamos um susto e estamos, todos, agora, nos organizando em bloco&#8221;, disse à <strong>Agência Brasil.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Países da OMS adotam acordo global sobre pandemia; EUA não aderem.</li>
<li>Países do Brics se unem para eliminar &#8220;doenças da pobreza&#8221; .</li>
<li>Butantan se prepara para testar vacina contra gripe aviária em humanos.</li>
</ul>
<p>Um indicador que exemplifica a avaliação do presidente da Fiocruz foi o número de vacinas aplicadas até o terceiro ano da pandemia, em 2023. Em todo o mundo, mais de 13,2 bilhões de doses haviam sido aplicadas até março daquele ano, e menos de 1 bilhão dessas doses foram usadas na prevenção da populações do continente africano.</p>
<p>Segundo a plataforma <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://ourworldindata.org/covid-vaccinations" target="_blank">Our World in Data</a>, que monitorou dados sobre a pandemia em todo o mundo, os países de renda alta e média alta conseguiram atingir a marca de uma dose aplicada por habitante em agosto de 2021. Os países de renda média baixa, por sua vez, chegaram a esse patamar em fevereiro de 2022. Já os países de renda baixa chegaram ao fim da emergência em saúde pública global, em maio de 2023, com apenas 40 doses para cada 100 habitantes.</p>
<p>A cooperação entre os Brics também é mais um passo para efetivar a coalizão global para o desenvolvimento e a produção local de vacinas, proposta pela presidência do Brasil na Cúpula do G20, no ano passado.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=419206:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
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Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Presidente da Fiocruz, Mario Moreira, durante anuncio de mais uma etapa da reestruturação dos hospitais federais do Rio de Janeiro <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=419206--></h6>
</div>
</div>
<p>&#8220;Estamos, agora, na etapa de mobilização dos institutos de cada país, para montar um repositório digital de projetos, e alinhar esses projetos em prol dos interesses comuns dos países. É evidente que, no campo das vacinas, a situação de cada um dos países não é homogênea, e a ideia dessa cooperação é justamente para tentar nivelar isso.</p>
<p>A expectativa é que os países firmem também acordos para garantir o financiamento dessas inovações: &#8220;Esse é o tema da hora: como esse novo multilateralismo, ou o que eu chamo de coalizão dos interessados, pode se sustentar. E aí o Banco do Brics é importantíssimo, assim como os grandes doadores internacionais e as grandes agências como a Rockefeller, Bill e Melinda Gates Foundation e etc&#8221;. Moreira também destacou a possibilidade de criação de um novo órgão multilateral para o financiamento científico.</p>
<p><strong>O presidente da Fiocruz acrescentou que o Brasil, representado pela Fiocruz, assumiu a liderança da iniciativa de vacinas pela robustez do seu sistema público de vacinação e de produção de imunizantes e também pela sua &#8220;reconhecida tradição em cooperações estruturantes&#8221;</strong>. &#8220;O Brasil já tem um acúmulo muito grande de cooperações com a América Latina e também com a África, sobretudo com os países de língua portuguesa, e que, agora, estamos ampliando, com a assinatura de acordos pela Fiocruz, em alinhamento estreito com as orientações do governo brasileiro&#8221;.</p>
<h2>Novos escritórios</h2>
<p><strong>Para fortalecer as relações internacionais, a Fiocruz inaugura no dia 22 de julho, um escritório em Portugal</strong>, que servirá de ponto focal para negociações com os países da Europa. Em outubro, outra unidade será inaugurada na Etiópia, para fortalecer as parcerias com os países africanos.</p>
<p>&#8220;A Índia também é um assunto de discussão na Fiocruz. Como é que a gente se aproxima daquele país no sentido de colaboração? Nós já temos alguns projetos de cooperação industrial e também temos outros de cooperação no desenvolvimento de novas vacinas que já foram apresentados ao Ministério da Saúde, para que elas possam ser introduzidas no nosso programa nacional de imunizações&#8221;, complementa o presidente da Fundação.</p>
<p><strong>O Brasil também passou a integrar recentemente a Rede Pasteur de Laboratórios</strong>, composta por 35 unidades de pesquisa em 25 países, e está liderando um comitê estratégico da Organização Panamericana de Saúde &#8220;para mapear as condições atuais científicas, tecnológicas e industriais da América Latina, para organizar um tipo de consórcio desenvolvedor e produtor de vacinas, medicamentos e diagnóstico&#8221;</p>
<p>O presidente da Fiocruz acredita que o fortalecimento das relações internacionais do Brasil no campo científico podem ajudar o nosso país a vencer o que ele chama de &#8220;vale da morte&#8221;:  &#8220;o abismo que separa a produção científica da transformação disso em produtos inovadores e novas tecnologias&#8221;, principalmente devido à falta de infraestrutura produtiva de ponta.</p>
<p><strong>A Fundação espera inaugurar, em agosto, uma nova unidade com esse objetivo, o Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde.</strong> A plataforma tecnológica vai receber projetos de novos produtos de saúde de todo o Brasil, e até de outros países, para ajudar a acelerar o seu desenvolvimento e produção.</p>
<h2>Doenças socialmente determinadas</h2>
<p>A cooperação entre os países do Brics para a promoção de pesquisa e desenvolvimento de abordagens inovadoras para saúde, incluindo as vacinas, foi firmada em uma parceria para a eliminação das doenças socialmente determinadas, que constou na Declaração Final da Cúpula de Líderes do grupo, a Declaração do Rio. </p>
<p>O objetivo da parceria é fortalecer a cooperação, mobilizar recursos e avançar esforços coletivos para a eliminação integrada dessas doenças, que têm sua incidência agravada pela pobreza, desigualdade social e barreiras de acesso à saúde, o que faz com que sejam mais prevalentes no Sul Global.</p>
<p> Tâmara Freire &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-07/escanteado-na-pandemia-sul-global-coopera-por-maior-acesso-vacinas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 08 Jul 2025 14:59:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/escanteado-na-pandemia-sul-global-coopera-por-maior-acesso-a-vacinas/">Escanteado na pandemia, Sul Global coopera por maior acesso a vacinas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Países do Brics se unem para eliminar &#034;doenças da pobreza&#034;</title>
		<link>https://weeknews.online/paises-do-brics-se-unem-para-eliminar-doencas-da-pobreza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 18:46:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[a Declaração do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Baixo financiamento mundial ameaça combate à tuberculose]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Brics: Lula defende espaço fiscal para erradicar doenças no Sul Global]]></category>
		<category><![CDATA[constou também da Declaração Final da 17ª Reunião de Cúpula]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula do Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[doenças socialmente determinadas]]></category>
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		<category><![CDATA[Malária]]></category>
		<category><![CDATA[o Brics divulgou documento específico que detalha a nova parceria]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria entre Brics aumenta capacidade de produção de medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Sul Global]]></category>
		<category><![CDATA[Tuberculose]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/paises-do-brics-se-unem-para-eliminar-doencas-da-pobreza/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. Os países do Brics lançaram oficialmente nesta segunda-feira (7) a Parceria para a Eliminação de Doenças Socialmente Determinadas (DSDs). O objetivo é fortalecer a cooperação, mobilizar recursos e avançar esforços coletivos para a eliminação integrada dessas doenças, que têm sua incidência agravada pela pobreza, desigualdade social e barreiras de acesso à saúde, o que faz com que sejam mais prevalentes no Sul Global. A ideia é que os países se unam para eliminar doenças que, muitas vezes, não afetam países ricos e, portanto, não são consideradas na destinação de recursos para pesquisas nesses países. Notícias relacionadas: Parceria entre Brics aumenta capacidade de produção de medicamentos. Brics: Lula defende espaço fiscal para erradicar doenças no Sul Global. Baixo financiamento mundial ameaça combate à tuberculose. A parceria incluirá as&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/paises-do-brics-se-unem-para-eliminar-doencas-da-pobreza/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p>Os países do Brics lançaram oficialmente nesta segunda-feira (7) a Parceria para a Eliminação de Doenças Socialmente Determinadas (DSDs). <strong>O objetivo é fortalecer a cooperação, mobilizar recursos e avançar esforços coletivos para a eliminação integrada dessas doenças, que têm sua incidência agravada pela pobreza, desigualdade social e barreiras de acesso à saúde, o que faz com que sejam mais prevalentes no Sul Global.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751913975_850_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751913975_216_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A ideia é que os países se unam para eliminar doenças que, muitas vezes, não afetam países ricos e, portanto, não são consideradas na destinação de recursos para pesquisas nesses países.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Parceria entre Brics aumenta capacidade de produção de medicamentos.</li>
<li>Brics: Lula defende espaço fiscal para erradicar doenças no Sul Global.</li>
<li>Baixo financiamento mundial ameaça combate à tuberculose.</li>
</ul>
<p>A parceria incluirá as doenças que são reconhecidas como DSDs pelos países membros do Brics, de acordo com as realidades de cada um deles.</p>
<p><strong>Entre as doenças que deverão entrar no escopo da ação estão:</strong></p>
<ul>
<li><strong>tuberculose, </strong></li>
<li><strong>hanseníase, </strong></li>
<li><strong>malária e </strong></li>
<li><strong>dengue.</strong></li>
</ul>
<p>Até o momento, fazem parte da parceria os 11 países do Brics ─ Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia – além da Malásia, Bolívia e Cuba, países parceiros do fórum, que também aderiram à medida.</p>
<p><strong>Os países deverão se unir para a promoção de pesquisa e desenvolvimento de abordagens inovadoras para saúde, vacinas, prevenção, detecção precoce, diagnóstico e tratamento.</strong> Além disso, deverão incentivar investimentos internacionais ampliados, fortalecendo esforços diplomáticos para colocar a eliminação das DSDs no centro da agenda global de saúde e buscar a priorização dessa questão em fóruns multilaterais e regionais.</p>
<p>A iniciativa, que foi discutida nas reuniões que antecederam a Cúpula de Líderes do grupo, constou também da Declaração Final da 17ª Reunião de Cúpula, a Declaração do Rio de Janeiro, divulgada neste domingo (6). <strong>O tema foi uma das oito prioridades escolhidas pela presidência brasileira do Brics na área da saúde e teve como inspiração o Programa Brasil Saudável</strong>, que tem como objetivo enfrentar problemas sociais e ambientais que afetam a saúde de pessoas em maior vulnerabilidade social.</p>
<p>Nesta segunda, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/mre/pt-br/canais_atendimento/imprensa/notas-a-imprensa/parceria-do-brics-para-a-eliminacao-de-doencas-socialmente-determinadas" target="_blank">o Brics divulgou documento específico que detalha a nova parceria</a>. O texto inclui a utilização de tecnologias inovadoras, como a inteligência artificial, para o combate das doenças.</p>
<p>“Para atingir os objetivos da parceria, os membros promoverão e ampliarão iniciativas existentes voltadas para o fortalecimento do manejo de casos, expansão do acesso a áreas remotas e de difícil alcance, melhoria das condições de saneamento e habitação, combate à desnutrição e à pobreza, e aproveitamento de tecnologias inovadoras — como inteligência artificial, diagnóstico de doenças, terapêuticas, desenvolvimento de medicamentos e vacinas, plataformas digitais interoperáveis, sistemas de notificação harmonizados, mecanismos de detecção precoce, vigilância, intercâmbio de dados em tempo real, regulação e ferramentas integradas de eliminação de doenças”, diz o texto.</p>
<h2>Objetivos</h2>
<p>A parceria terá cinco objetivos principais, alinhados às atividades de organizações internacionais como a Organização Mundial de Saúde (OMS):</p>
<ul>
<li>Reforçar sistemas de saúde resilientes e a prestação de serviços essenciais, garantindo o acesso equitativo a vacinas, prevenção, detecção precoce, diagnóstico, tratamento e educação em saúde para DSDs, fortalecendo serviços de saúde comunitária e focando em populações em situação vulnerável nas regiões mais afetadas por DSDs, avançando também na Cobertura Universal de Saúde (CUS);</li>
<li>Fortalecer ações intersetoriais sobre os determinantes sociais, econômicos e ambientais da saúde, adotando uma abordagem integral de governo e sociedade;</li>
<li>Expandir a colaboração em pesquisa, desenvolvimento, capacitação, inovação e transferência de tecnologia entre os membros, promovendo o compartilhamento de conhecimentos como estratégia para fortalecer a cooperação e impulsionar soluções inovadoras adaptadas às realidades locais para eliminação das DSDs;</li>
<li>Advogar pela superação das barreiras financeiras à eliminação das DSDs, mobilizando recursos nacionais e internacionais e promovendo o engajamento com bancos de desenvolvimento, instituições financeiras, doadores e setor privado para garantir mecanismos sustentáveis e inovadores de financiamento;</li>
<li>Alinhar posições sobre DSDs no âmbito das organizações internacionais, incluindo agências da Organização das Nações Unidas como a OMS e outros fóruns relevantes, além de partes interessadas do setor privado, facilitando a integração em estruturas mais amplas de cooperação internacional e assegurando alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável globais.</li>
</ul>
<p>Para isso, de acordo com o documento, <strong>os países irão recorrer a financiamento do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o Banco do Brics, além do Banco Mundial e outros bancos multilaterais de desenvolvimento</strong>. Os países irão buscar também doadores e o apoio do setor privado por meio de iniciativas público-privadas. </p>
<p>O documento estabelece que os primeiros passos para o estabelecimento da parceria serão a realização de seminários técnicos, de atividades de capacitação e treinamento, além de reuniões da rede de pesquisa e engajamento com o NDB e outras instituições financeiras.</p>
<p> </p>
<p> Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/paises-do-brics-se-unem-para-eliminar-doencas-da-pobreza">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 07 Jul 2025 14:58:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/paises-do-brics-se-unem-para-eliminar-doencas-da-pobreza/">Países do Brics se unem para eliminar &quot;doenças da pobreza&quot;</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brics: Lula defende espaço fiscal para erradicar doenças no Sul Global</title>
		<link>https://weeknews.online/brics-lula-defende-espaco-fiscal-para-erradicar-doencas-no-sul-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 14:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Kremlin diz que Brics não trabalha para prejudicar outros países]]></category>
		<category><![CDATA[Líbano]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Perguntas e respostas sobre o Brics]]></category>
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		<category><![CDATA[Saiba o que disse o Brics sobre Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Síria e Haiti]]></category>
		<category><![CDATA[Sudão]]></category>
		<category><![CDATA[Sul Global]]></category>
		<category><![CDATA[Trump ameaça países que se alinhem ao Brics com tarifa de 10%]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu mais espaço fiscal (gasto público) para que países do Sul Global possam assegurar vida saudável às populações. A declaração foi na abertura do segundo dia da cúpula de líderes dos países do Brics, nesta segunda-feira (7), no Rio de Janeiro.     “Não há direito à saúde sem investimento em saneamento básico, alimentação adequada, educação de qualidade, moradia digna, trabalho e renda”, disse Lula o presidente.  “Implementar o ODS 3 — saúde e bem-estar — requer espaço fiscal”, completou. O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 3 (ODS 3) é uma das metas da Organização das Nações Unidas. Já o espaço fiscal é a capacidade de os governos ampliarem gastos.     Em sua intervenção à frente&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu mais espaço fiscal (gasto público) para que países do Sul Global possam assegurar vida saudável às populações. A declaração foi na abertura do segundo dia da cúpula de líderes dos países do Brics, nesta segunda-feira (7), no Rio de Janeiro.  <br />
 </strong><br />
“Não há direito à saúde sem investimento em saneamento básico, alimentação adequada, educação de qualidade, moradia digna, trabalho e renda”, disse Lula o presidente. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751898974_430_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751898974_44_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“Implementar o ODS 3 — saúde e bem-estar — requer espaço fiscal”, completou. O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 3 (ODS 3) é uma das metas da Organização das Nações Unidas. Já o espaço fiscal é a capacidade de os governos ampliarem gastos.  <br />
 <br />
<strong>Em sua intervenção à frente dos demais líderes do Brics, Lula chamou atenção para as doenças determinadas por questões sociais, que atingem os países do Sul Global &#8211; nações em desenvolvimento que partilham problemas sociais.  </strong></p>
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<p>“No Brasil e no mundo, a renda, a escolaridade, o gênero, a raça e o local de nascimento determinam quem adoece e quem morre”, declarou. “Muitas das doenças que matam milhares em nossos países, como o mal de Chagas e a cólera, já teriam sido erradicadas se atingissem o Norte Global”, acrescentou. <br />
 <br />
Lula afirmou que o Brics aposta na ciência e na transferência de tecnologias “para colocar a vida em primeiro lugar” e que é urgente recuperar o protagonismo da Organização Mundial da Saúde (OMS) como foro legítimo para o enfrentamento às pandemias e a defesa da saúde dos povos. <br />
O presidente Lula adiantou que o Brics lançará nesta segunda-feira uma parceria para a eliminação de doenças socialmente determinadas, que se propõem a superar desigualdades com ações voltadas para infraestrutura física e digital. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Kremlin diz que Brics não trabalha para prejudicar outros países.</li>
<li>Trump ameaça países que se alinhem ao Brics com tarifa de 10% .</li>
<li>Saiba o que disse o Brics sobre Ucrânia, Sudão, Líbano, Síria e Haiti .</li>
</ul>
<p><strong>Ele apontou, ainda, que o Brics já alcançou avanços concretos, como a consolidação da Rede de Pesquisa de Tuberculose, com apoio do Novo Banco de Desenvolvimento (também conhecido como Banco do Brics) e da Organização Mundial da Saúde, assim como a cooperação regulatória em produtos médicos. “Estamos liderando pelo exemplo”, disse o presidente. “Colocando a dignidade humana no centro de nossas decisões”.  </strong></p>
<h2>Entenda o Brics </h2>
<p>O Brics é formado por 11 países-membros: África do Sul, Arábia Saudita, Brasil, China, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia, Índia, Irã e Rússia. Essas nações representam 39% da economia mundial e 48,5% da população do planeta.  Os países que têm status de parceiros são Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda, Uzbequistão e Vietnã. Os parceiros não têm poder de voto nos debates. </p>
<p>O Brics se identifica como nações do Sul Global e busca mais cooperação entre si e tratamento mais equânime em organismos internacionais.   <br />
Os países-membros se alternam ano a ano na presidência. O Brasil será sucedido pela Índia em 2026. <br />
 </p>
<h2>Perguntas e respostas sobre o Brics </h2>
<p> </p>
<p> </p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/brics-lula-defende-espaco-fiscal-para-erradicar-doencas-no-sul-global">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 07 Jul 2025 11:13:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/brics-lula-defende-espaco-fiscal-para-erradicar-doencas-no-sul-global/">Brics: Lula defende espaço fiscal para erradicar doenças no Sul Global</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Rio terá ponto facultativo na segunda-feira devido à Cúpula do Brics</title>
		<link>https://weeknews.online/rio-tera-ponto-facultativo-na-segunda-feira-devido-a-cupula-do-brics/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2025 14:43:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Brics terá declarações de IA]]></category>
		<category><![CDATA[Brics vive impasses sobre Irã]]></category>
		<category><![CDATA[doenças socialmente determinadas e clima]]></category>
		<category><![CDATA[Lula diz que Brics é fiador de um futuro promissor]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina e Conselho de Segurança]]></category>
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		<category><![CDATA[Relações Exteriores]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sul Global]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) estabeleceu ponto facultativo nesta segunda-feira (7) para os órgãos públicos federais localizados no município do Rio de Janeiro (RJ). A decisão considera a agenda internacional da Cúpula do Brics, realizada neste domingo (6) e na própria segunda-feira, na capital fluminense, com chefes de Estado e de governo dos países membros. Notícias relacionadas: Lula diz que Brics é fiador de um futuro promissor. Brics terá declarações de IA, doenças socialmente determinadas e clima. Brics vive impasses sobre Irã, Palestina e Conselho de Segurança. No entanto, o ponto facultativo não se aplica aos serviços públicos considerados essenciais, que devem manter o funcionamento normal. A medida foi estabelecida na Portaria nº 5.405/2025, publicada em edição extra&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/rio-tera-ponto-facultativo-na-segunda-feira-devido-a-cupula-do-brics/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/rio-tera-ponto-facultativo-na-segunda-feira-devido-a-cupula-do-brics/">Rio terá ponto facultativo na segunda-feira devido à Cúpula do Brics</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
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				</p>
<p><strong>O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) estabeleceu ponto facultativo nesta segunda-feira (7) para os órgãos públicos federais localizados no município do Rio de Janeiro (RJ).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751726588_919_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751726588_323_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A decisão considera a agenda internacional da Cúpula do Brics, realizada neste domingo (6) e na própria segunda-feira, na capital fluminense, com chefes de Estado e de governo dos países membros.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula diz que Brics é fiador de um futuro promissor.</li>
<li>Brics terá declarações de IA, doenças socialmente determinadas e clima.</li>
<li>Brics vive impasses sobre Irã, Palestina e Conselho de Segurança.</li>
</ul>
<p>No entanto, o <strong>ponto facultativo não se aplica aos serviços públicos considerados essenciais, que devem manter o funcionamento normal.</strong></p>
<p><strong>A medida foi estabelecida na Portaria nº 5.405/2025, publicada em edição extra do <em>Diário Oficial da União</em> nesta sexta-feira (4).</strong></p>
<h2>BRICS</h2>
<p>O Brics é  formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, bem como por outros membros recém-admitidos – Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Irã. O grupo representa um dos principais foros de articulação político diplomática dos países do Sul Global, com foco na cooperação em diversas áreas. </p>
<p><strong>Desde 1º de janeiro, o Brics está sob a presidência rotativa do Brasil, guiada pelo lema &#8220;Fortalecendo a Cooperação do Sul Global para uma Governança mais Inclusiva e Sustentável&#8221;.</strong></p>
<p>A duração do mandato brasileiro é um ano e se encerrará em 31 de dezembro de 2025.</p>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/rio-tera-ponto-facultativo-na-segunda-feira-devido-cupula-do-brics">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 05 Jul 2025 11:22:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/rio-tera-ponto-facultativo-na-segunda-feira-devido-a-cupula-do-brics/">Rio terá ponto facultativo na segunda-feira devido à Cúpula do Brics</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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