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	<title>Arquivo de Supremo decidiu contra o marco - WeekNews</title>
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		<title>Mendes defende diálogo em conciliação sobre marco temporal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 19:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
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		<category><![CDATA[STF retira mineração dos debates da comissão do marco temporal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta segunda-feira (12) diálogo e entendimento entre os participantes da comissão de conciliação sobre o marco temporal para demarcação de terras indígenas. As audiências foram retomadas hoje e vão prosseguir até 25 de junho. Na abertura da audiência, o ministro disse que a conciliação é única forma de resolver os conflitos pela demarcação de terras e garantir os direitos dos indígenas. &#8220;Espero que vocês usem o diálogo e o entendimento ao invés das lutas tradicionais, que já se mostraram não dar certo porque as mortes e os conflitos no campo permanecem e estão aí acontecendo com bastante frequência, infelizmente&#8221;, afirmou. Gilmar Mendes também declarou que a decisão final da Corte sobre a constitucionalidade&#8230;</p>
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<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta segunda-feira (12) diálogo e entendimento entre os participantes da comissão de conciliação sobre o marco temporal para demarcação de terras indígenas. As audiências foram retomadas hoje e vão prosseguir até 25 de junho.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747076411_831_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747076411_284_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Na abertura da audiência, o ministro disse que a conciliação é única forma de resolver os conflitos pela demarcação de terras e garantir os direitos dos indígenas.</strong></p>
<p>&#8220;Espero que vocês usem o diálogo e o entendimento ao invés das lutas tradicionais, que já se mostraram não dar certo porque as mortes e os conflitos no campo permanecem e estão aí acontecendo com bastante frequência, infelizmente&#8221;, afirmou.</p>
<p>Gilmar Mendes também declarou que a decisão final da Corte sobre a constitucionalidade do marco temporal não vai encerrar os conflitos no campo.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Nós estamos propondo outra saída possível para o impasse, baseada em uma reconciliação, uma nova forma de solução para a jurisdição constitucional, de maneira a resolver definitivamente o problema do conflito no campo e não ficar empurrando-o para frente, sem que este tenha fim&#8221;, completou.</p>
</blockquote>
<p>Mendes é relator das ações protocoladas pelo PL, o PP e o Republicanos para manter a validade do projeto de lei que reconheceu a tese do marco temporal e de processos nos quais entidades que representam os indígenas e partidos governistas contestam a constitucionalidade da tese.</p>
<p><strong>Pela tese do marco temporal, os indígenas somente têm direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época.</strong></p>
<p>No ano passado, além de levar o caso para conciliação, <strong>Mendes negou pedido de entidades para suspender a deliberação do Congresso que validou o marco, </strong>decisão que desagradou aos indígenas.</p>
<p>Em seguida, representantes da Articulação dos Povos Indígenas (Apib) se retiraram da conciliação. A entidade entendeu que os direitos dos indígenas são inegociáveis e não há paridade no debate. Os representantes da Câmara dos Deputados, do Senado e do governo federal continuaram nos debates.</p>
<p>Em dezembro de 2022, o Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que validou o marco.</p>
<p>Em setembro, antes da decisão dos parlamentares, o Supremo decidiu contra o marco. A decisão da Corte foi levada em conta pela equipe jurídica do Palácio do Planalto para justificar o veto presidencial.</p>
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    </div>
<p> André Richter &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-05/mendes-defende-dialogo-em-conciliacao-sobre-marco-temporal">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 12 May 2025 15:45:00 -0300 </p>

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