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	<title>Arquivo de TAC - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de TAC - WeekNews</title>
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		<title>MPSP propõe acordo à plataforma Discord após morte de adolescente transmitida ao vivo</title>
		<link>https://weeknews.online/mpsp-propoe-acordo-a-plataforma-discord-apos-morte-de-adolescente-transmitida-ao-vivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 20:58:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional de Proteção de Dados investiga plataforma Discord]]></category>
		<category><![CDATA[AGU se reúne com Discord e cobra proteção de crianças na plataforma]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças e Adolescentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) informou nesta terça-feira (11) que encaminhou à empresa responsável pela plataforma Discord no Brasil uma proposta de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). O órgão aguarda agora a manifestação da companhia sobre o documento apresentado. A medida ocorre em meio a uma apuração sigilosa sobre a divulgação, pela plataforma, de conteúdos envolvendo violência sexual, maus-tratos a animais e estímulo à prática de automutilação de crianças e adolescentes. Em nota, o MPSP afirmou que a iniciativa se insere na atuação institucional voltada à proteção de direitos coletivos e ao aperfeiçoamento de mecanismos de prevenção e enfrentamento à utilização de plataformas digitais para a prática de ilícitos, especialmente quando as vítimas são crianças,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/mg_5832_0-1024x512.jpg" alt="MPSP propõe acordo à plataforma Discord após morte de adolescente transmitida ao vivo" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-08/ministerio-publico-de-sp-encaminha-tac-plataforma-discord-no-brasil" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) informou nesta terça-feira (11) que encaminhou à empresa responsável pela plataforma Discord no Brasil uma proposta de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). O órgão aguarda agora a manifestação da companhia sobre o documento apresentado. A medida ocorre em meio a uma apuração sigilosa sobre a divulgação, pela plataforma, de conteúdos envolvendo violência sexual, maus-tratos a animais e estímulo à prática de automutilação de crianças e adolescentes.</p>
<p>Em nota, o MPSP afirmou que a iniciativa se insere na atuação institucional voltada à proteção de direitos coletivos e ao aperfeiçoamento de mecanismos de prevenção e enfrentamento à utilização de plataformas digitais para a prática de ilícitos, especialmente quando as vítimas são crianças, adolescentes, mulheres e animais.</p>
<p>A investigação sobre o Discord teve início após o suicídio de uma adolescente de 13 anos, identificada como Lívia, transmitido ao vivo na plataforma no dia 22 de julho. A transmissão durou cerca de 45 minutos e ocorreu na casa onde a menina morava com a família em Naviraí, município localizado a 365 quilômetros de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Antes de ser induzida a tirar a própria vida, a adolescente teria sido coagida no ambiente virtual pelos criminosos a torturar e matar um gato, o que não chegou a ocorrer.</p>
<p>O episódio motivou a deflagração da Operação Lívia, conduzida pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul com apoio do Ministério da Justiça. A ação resultou na apreensão de cinco menores de idade, com idades entre 13 e 18 anos, em cinco estados do país.</p>
<p>Paralelamente, a empresa Discord entregou à Advocacia-Geral da União (AGU) uma proposta prevendo a adoção de medidas para reforçar a segurança de seus usuários no ambiente digital, com atenção especial a crianças e adolescentes. Segundo a AGU, representantes da companhia apresentaram a proposta na segunda-feira (10), quatro dias após terem se reunido com servidores da AGU, do Ministério da Justiça e Segurança Pública e da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).</p>
<p>Na reunião anterior, ocorrida na quinta-feira (6), os representantes do governo trataram com a empresa sobre falhas na verificação da idade dos usuários do aplicativo e sobre a necessidade de aprimorar a proteção de menores de 18 anos. A AGU não detalhou o conteúdo integral da proposta apresentada pela plataforma, mas indicou que ela prevê medidas de segurança adicionais.</p>
<p>O caso ganhou repercussão nacional após a transmissão ao vivo do suicídio da adolescente, que chocou a população e levantou questionamentos sobre a responsabilidade das plataformas digitais na prevenção de crimes contra crianças e adolescentes. A Operação Lívia, batizada em homenagem à vítima, tem como objetivo identificar e responsabilizar os envolvidos na coação e nos crimes relacionados ao episódio.</p>
<p>A proposta de TAC encaminhada pelo MPSP à Discord no Brasil ocorre em um momento de maior escrutínio sobre as práticas de moderação de conteúdo e verificação de idade nas redes sociais. O órgão paulista atua na defesa de direitos coletivos e busca, por meio do acordo, estabelecer mecanismos mais eficazes de prevenção e combate a ilícitos praticados por meio da plataforma.</p>
<p>A empresa ainda não se manifestou publicamente sobre a proposta do Ministério Público de São Paulo. O MPSP não divulgou detalhes sobre os termos do TAC, que tramita sob sigilo, mas a expectativa é de que a companhia apresente sua resposta nos próximos dias.</p>
<p>Enquanto isso, a AGU segue acompanhando o caso e mantém diálogo com a plataforma para garantir que as medidas propostas sejam implementadas de forma efetiva. A atuação conjunta dos órgãos públicos reflete a preocupação crescente com a segurança de crianças e adolescentes no ambiente digital, especialmente após episódios de violência extrema como o ocorrido com Lívia.</p>
<p>A investigação sobre o caso continua em andamento, tanto na esfera criminal, sob responsabilidade da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, quanto na esfera administrativa e judicial, com a atuação do MPSP e da AGU. A sociedade aguarda desdobramentos que possam trazer mais segurança aos usuários das plataformas digitais e responsabilização para os envolvidos em crimes dessa natureza.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-08/ministerio-publico-de-sp-encaminha-tac-plataforma-discord-no-brasil" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Deputada pede ao STF retirada imediata de Ednaldo Rodrigues da CBF</title>
		<link>https://weeknews.online/deputada-pede-ao-stf-retirada-imediata-de-ednaldo-rodrigues-da-cbf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 01:53:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[(TJ-RJ) anulou o acordo e o então presidente da CBF Ednaldo Rodrigues foi retirado do cargo]]></category>
		<category><![CDATA[ação civil pública]]></category>
		<category><![CDATA[assinatura]]></category>
		<category><![CDATA[CBF]]></category>
		<category><![CDATA[CBF elege Ednaldo Rodrigues presidente em meio a imbróglio judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Coronel Nunes]]></category>
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		<category><![CDATA[Ednaldo Rodrigues é reeleito à presidência da CBF]]></category>
		<category><![CDATA[Em nota oficial]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
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		<category><![CDATA[Justiça tira Ednaldo Rodrigues da presidência da CBF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Reeleito por unanimidade há pouco mais de um mês, o presidente da CBF Ednaldo Rodrigues corre o risco de não chegar ao fim do mandato. Na noite de segunda-feira (5), a deputada federal Daniela Carneiro (União Brasil/RJ), mais conhecida como Daniela do Waguinho, entrou com uma petição no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo o afastamento imediato do dirigente da entidade que regula o futebol no país. Além disso, a parlamentar solicita a revisão do acordo homologado pelo STF em fevereiro, que reconheceu a legalidade do processo eleitoral da entidade em 2022.    A petição protocolada pela deputada e ex-ministra do Turismo aponta a falsificação de uma das cinco assinaturas que ratificaram o acordo homologado pelo STF no início do ano. Trata-se da assinatura de Antônio&#8230;</p>
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<p>Reeleito por unanimidade há pouco mais de um mês, o presidente da CBF Ednaldo Rodrigues corre o risco de não chegar ao fim do mandato. Na noite de segunda-feira (5), a deputada federal Daniela Carneiro (União Brasil/RJ), mais conhecida como Daniela do Waguinho, entrou com uma petição no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo o afastamento imediato do dirigente da entidade que regula o futebol no país. Além disso, a parlamentar solicita a revisão do acordo homologado pelo STF em fevereiro, que reconheceu a legalidade do processo eleitoral da entidade em 2022.   <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746582804_592_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746582804_696_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A petição protocolada pela deputada e ex-ministra do Turismo aponta a falsificação de uma das cinco assinaturas que ratificaram o acordo homologado pelo STF no início do ano. Trata-se da assinatura de Antônio Carlos Nunes, também conhecido como Coronel Nunes, ex-presidente da CBF e um dos vice-presidentes da entidade no mandato anterior de Ednaldo Rodrigues. A parlamentar questiona o acordo, com base no artigo 168 do Código Civil, que dá permissão ao juiz de anular “negócio jurídico ou seus efeitos” quando houver vício de consentimento.</p>
<p>Um dos documentos anexados à petição é um laudo pericial que lança dúvidas sobre a autenticidade da assinatura de Nunes. Segundo o laudo, assinado por Jacqueline Tirotti, vinculada à empresa Tirotti Perícias e Avaliações, “as assinaturas questionadas divergem do punho periciado de Antônio Carlos Nunes de Lima em características personalíssimas e imperceptíveis”.  </p>
<p>A perícia foi encomendada pelo vereador carioca Marcos Dias (Podemos), que também enviou denúncia ao Ministério Público solicitando investigação. A empresa Tirotti Perícias e Avaliações teve laudos contestados anteriormente em casos de acusações contra o padre Júlio Lancelotti (o escritório validou um vídeo em que ele era acusado de pedofilia) e contra a apresentadora Ana Hickmann (a empresa atestou veracidade na assinatura dela em documento de dívida com o banco Daycoval). </p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.cbf.com.br/a-cbf/noticias/comissao-termos-sorteios/a/nota-oficial-a-imprensa"><strong>Em nota oficial</strong></a>, a CBF &#8220;reitera seu compromisso com a transparência, a legalidade e a boa-fé em todas as suas ações e decisões institucionais&#8217;. A entidade esclarece ainda que &#8220;não teve acesso formal ao referido laudo pericial, supostamente assinado por perito particular, que está sendo utilizado de forma midiática e precipitada, em verdadeira espetacularização que atende a interesses nada republicanos e aparentemente questionado por terceiros absolutamente estranhos ao processo&#8221;. </p>
<p>A petição entregue pela pela deputada ao STF aumenta ainda mais a pressão sobre o atual presidente da CBF. No último dia 1º de maio, após pedido de vista do ministro Flávio Dino, o presidente do STF Luís Roberto Barroso já agendara para o próximo dia 28 de maio a retomada do julgamento da Acão Direta de Inconstitucionalidade 7580 (ADI 7580), relacionada à reforma estatutária da CBF (ação iniciada em em 2017).</p>
<p>A ADI 7580 questiona a legitimidade de o MP firmar Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com entidades esportivas. Em 2017 foi firmado um TAC entre CBF e MP: na ocasião o MP  entrara com uma Ação Civil Pública contra mudanças no estatuto eleitoral da CBF.   Na ação, o MP alertava para o critério diferenciado de valoração do votos: as 27 federações passavam a ter mais poder, com peso de votos triplicados (valor 3), enquanto os clubes da primeira divisão tinham  peso 2 e os da primeira divisão peso 1.  No ano seguinte, já com o novo estatuto em vigor, Rogério Caboclo foi eleito presidente da CBF. O pleito foi questionado pelo MP-RJ, mas o dirigente acabou suspenso por outro motivo: acusação de assédio sexual .</p>
<p>Em 2022, CBF e MP firmaram um acordo para encerrar ação, no qual a entidade esportiva se comprometia com a reforma do estatuto. No entanto, em dezembro do ano seguinte, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro <strong>(TJ-RJ) anulou o acordo e o então presidente da CBF Ednaldo Rodrigues foi retirado do cargo</strong>.  No mês seguinte (janeiro de 2024), uma liminar do ministro do STF Gilmar Mendes reconduziu Ednaldo Rodrigues à presidência.  </p>
<p>Em fevereiro deste ano, com a homologação no STF do acordo que reconheceu a legalidade do processo eleitoral da CBF, o ministro Gilmar Mendes arquivou a ação do MP originada em 2017. Mas, com a conclusão do pedido de vista solicitado pelo ministro Flávio Dino, o caso está de volta à pauta do STF,  para o julgamento no próximo dia 28 de maio, do mérito da Ação Civil Pública sobre as mudanças no estatuto eleitoral da CBF.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2025-05/deputada-pede-ao-stf-retirada-imediata-de-ednaldo-rodrigues-da-cbf">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 06 May 2025 18:32:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>MPRJ investiga incêndio em fábrica de lubrificantes</title>
		<link>https://weeknews.online/mprj-investiga-incendio-em-fabrica-de-lubrificantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 14:25:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Após incêndio em fábrica]]></category>
		<category><![CDATA[Bombeiros extinguem incêndio em fábrica de lubrificante no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Inea]]></category>
		<category><![CDATA[Inea teme vazamento de óleo na Guanabara]]></category>
		<category><![CDATA[MPRJ]]></category>
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		<category><![CDATA[segundo o Corpo de Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[TAC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) abriu uma investigação para apurar as causas, consequências ambientais e responsabilidades em relação ao incêndio que atingiu neste fim de semana uma fábrica de lubrificantes na capital fluminense. O MPRJ solicitará, nesta segunda-feira (10), ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea) um relatório técnico detalhado sobre a operação da fábrica e sobre os impactos ambientais na região. O MPRJ informou que acompanha a situação da fábrica, hoje pertencente à Cosan desde 2013, quando ainda era da ExxonMobil. Naquele ano, foi ajuizada uma Ação Civil Pública (ACP) em razão da contaminação ambiental provocada pela fábrica. Em 2024, a empresa Cosan manifestou interesse em firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MPRJ, segundo o&#8230;</p>
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<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) abriu uma investigação para apurar as causas, consequências ambientais e responsabilidades em relação ao incêndio que atingiu neste fim de semana uma fábrica de lubrificantes na capital fluminense. O MPRJ solicitará, nesta segunda-feira (10), ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea) um relatório técnico detalhado sobre a operação da fábrica e sobre os impactos ambientais na região.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739197514_375_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739197514_712_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O MPRJ informou que acompanha a situação da fábrica, hoje pertencente à Cosan desde 2013, quando ainda era da <em>ExxonMobil</em>. Naquele ano, foi ajuizada uma Ação Civil Pública (ACP) em razão da contaminação ambiental provocada pela fábrica.</p>
<p>Em 2024, a empresa Cosan manifestou interesse em firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MPRJ, segundo o próprio Ministério Público, com a finalidade de reparar danos ambientais causados pela operação da fábrica. Mas as negociações não foram concluídas, devido à indefinição, até o momento, em relação ao valor da indenização.</p>
<h2>Suspensão</h2>
<p>Com o incêndio, as tratativas do TAC estão suspensas “até que sejam apuradas integralmente as causas do acidente e seus impactos ambientais”, informou o MPRJ, por meio de nota.</p>
<p>O incêndio, que começou no último sábado (8), levou 28 horas para ser extinto, segundo o Corpo de Bombeiros. O Inea enviou uma equipe de técnicos para o local para avaliar possíveis danos ambientais. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Vitor Abdala &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/mprj-investiga-incendio-em-fabrica-de-lubrificantes">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 10 Feb 2025 10:56:00 -0300 </p>

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