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	<title>Arquivo de tarifas comerciais - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de tarifas comerciais - WeekNews</title>
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		<title>No Sudeste Asiático, Lula buscará mercado de 680 milhões de habitantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 11:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[17ª Cúpula do Brics]]></category>
		<category><![CDATA[cúpula da Asean]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula chama América Latina de zona de paz e critica intervenções]]></category>
		<category><![CDATA[Lula defende América Latina independente contra “fala grossa” externa]]></category>
		<category><![CDATA[malásia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca nesta terça-feira (21) para o Sudeste Asiático, onde visitará a Indonésia e Malásia. A programação inclui participações na cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) e no encontro de líderes do Leste Asiático (EAS). Lula também participará de reuniões bilaterais com os países anfitriões e outros chefes de Estado visitantes, incluindo um possível encontro com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, que ainda não está confirmado. O presidente retorna ao Brasil no dia 28. Entre os principais objetivos da viagem, segundo o governo brasileiro, está uma aproximação política com os países da região e a possibilidade de expansão do comércio bilateral. Notícias relacionadas: Lula chama América Latina de zona de paz e critica&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/no-sudeste-asiatico-lula-buscara-mercado-de-680-milhoes-de-habitantes/">Leia mais...</a></p>
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				</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca nesta terça-feira (21) para o Sudeste Asiático, onde visitará a Indonésia e Malásia.<strong> A programação inclui participações na cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) e no encontro de líderes do Leste Asiático (EAS).</strong> Lula também participará de reuniões bilaterais com os países anfitriões e outros chefes de Estado visitantes, incluindo um possível encontro com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, que ainda não está confirmado. O presidente retorna ao Brasil no dia 28.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761044420_640_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761044420_920_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Entre os principais objetivos da viagem, segundo o governo brasileiro, está uma aproximação política com os países da região e a possibilidade de expansão do comércio bilateral.</strong></p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula chama América Latina de zona de paz e critica intervenções.</li>
<li>Lula defende América Latina independente contra “fala grossa” externa.</li>
</ul>
<p>&#8220;É a primeira vez que um presidente brasileiro participa, como convidado, de uma cúpula da Asean&#8221;, destacou o embaixador Everton Frask Lucero, que é diretor do Departamento de Índia, Sul e Sudeste da Ásia do Palácio Itamaraty, em conversa com jornalistas para detalhar a viagem.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;É uma oportunidade de encontro e reunião com diversos líderes mundiais, já que todos os grandes países têm algum tipo relação com a Asean e participam da cúpula&#8221;, observou. <strong>Entre os encontros já confirmados, por exemplo, está o de Lula com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, previsto para domingo (26), em Kuala Lumpur, na Malásia.</strong></p>
<p>Fundada em 1967 pela Indonésia, Malásia, pelas Filipinas, por Singapura e Tailândia, a Asean é uma organização regional que promove a cooperação econômica, política, de segurança e sociocultural entre os seus membros. Além dos países fundadores, o bloco é composto também por Brunei, Laos, Mianmar, pelo Vietnã, Camboja e, durante esta próxima cúpula, receberá formalmente a adesão do Timor Leste, que se tornará o 11º membro.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Do ponto de vista econômico, os 11 países, considerando o Timor Leste, que agora entra para a associação, eles somam mais de 680 milhões de habitantes com PIB [Produto Interno Bruto] agregado de cerca de US$ 4 trilhões. Considerados em conjunto, então, eles formariam o terceiro maior país em termos populacionais e a quarta maior economia do mundo&#8221;, apontou Lucero.</p>
</blockquote>
<p><strong>O embaixador ainda destacou que o comércio do Brasil com os países da Asean superou US$ 37 bilhões no ano passado e continua crescendo.</strong> Se fosse um único país, a Asean seria o quinto principal parceiro comercial do Brasil, atrás da China, União Europeia, dos Estados Unidos e da Argentina.</p>
<p>Em meio a uma conjuntura de imposição de tarifas unilaterais no comércio internacional, a Asean pode ampliar ainda mais as possiblidades de escoamento de produtos brasileiros exportados, já que os países do bloco responderam, no ano passado, por mais de 20% do superávit de comércio exterior global do Brasil, com um saldo favorável à balança nacional da ordem de US$ 15,5 bilhões, segundo informou o Itamaraty.</p>
<h2>Programação na Indonésia</h2>
<p><strong>A primeira parada de Lula será Jacarta, capital da Indonésia, a maior economia da região, onde o presidente será recebido em visita de Estado para reafirmar a relação estratégica bilateral.</strong> É também uma retribuição da recente visita do presidente indonésio, Prabowo Subianto, ocorrida em julho deste ano, logo após a 17ª Cúpula do Brics, realizada no Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>A chegada de Lula ao país está prevista para as 15h30 (horário local) desta quarta-feira (22), sem agenda oficial. O fuso horário de Jacarta é de 10 horas à frente do horário de Brasília.</strong> No dia seguinte, quinta-feira (23), a partir das 10h30 (0h30 em Brasília), está marcada a cerimônia oficial de recepção a Lula, à primeira-dama Janja da Silva e aos demais integrantes da comitiva brasileira no Palácio Presidencial da Indonésia, seguida de reunião privada entre Lula e Subianto. Os dois presidentes se reúnem posteriormente com ministros dos dois lados, para assinatura de atos oficiais, que devem incluir ao menos um memorando de entendimento na área de energia renovável, segundo informações do Itamaraty. Por fim, fazem uma declaração à imprensa.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A Indonésia é parceiro estratégico do Brasil desde 2008, é a terceira maior democracia do mundo, a quarta nação mais populosa e a principal economia da Asean. Os contatos de alto nível entre o Brasil e a Indonésia têm se intensificado nos últimos anos.</p>
</blockquote>
<p>O ministro Mauro Vieira [chanceler] esteve lá em 2023, no primeiro ano do atual governo, quando foi firmado o plano de ação revitalizado da nossa parceria estratégica, que prevê a aproximação dos dois países em termos de diálogo e cooperação em diversas áreas tanto da pauta bilateral, quanto das negociações multilaterais&#8221;, afirmou o embaixador Lucero.<strong> Entre as áreas de interesse prioritário do Brasil e da Indonésia estão comércio agrícola, segurança alimentar, bioenergia, desenvolvimento sustentável e defesa.</strong></p>
<p>Após almoço oferecido pelo presidente da Indonésia, Lula continua a tarde em Jacarta, onde participará do encerramento de um fórum empresarial com representantes dos dois países. Apenas entre os brasileiros, estão sendo esperados cerca de 100 empresários. <strong>Na sexta-feira (24), o presidente tem encontro marcado com o secretário-geral da Asean, o cambojano Kao Kim Hourn</strong>. A sede da entidade fica na capital da Indonésia. À tarde, Lula embarca para Kuala Lumpur, na Malásia.</p>
<h2>Asean e Honoris Causa</h2>
<p><strong>Na Malásia, a programação de Lula começa sábado (25), com a visita oficial ao país e reunião com o primeiro-ministro malaio Anwar Ibrahim.</strong> Os dois líderes vêm desenvolvendo uma aproximação política nos últimos anos, especialmente por compartilharem visões comuns em temas globais como a questão Palestina, a guerra na Ucrânia, o combate à fome e a necessidade de reforma no sistema de governança global.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O que é interessante notar é que já  somos um parceiro comercial da Malásia de longa data, tradicional, mas nunca tínhamos chegado no ponto de elevar essa parceria para um nível que fosse, digamos, mais político, mais visível politicamente. Então, a viagem à Malásia agora é uma afirmação de que estamos ampliando a nossa presença, estamos com voz ativa e interesses concretos num país que é central na dinâmica de crescimento da região do Sudeste Asiático, uma das mais dinâmicas economicamente deste século&#8221;, argumentou o embaixador Everton Frask Lucero.</p>
</blockquote>
<p>Na parte de cooperação bilateral, Brasil e Malásia devem assinar memorandos relacionados à produção de semicondutores, segmento em que o país asiático é uma potência, e também em outras matérias de ciência, tecnologia e energia renovável.</p>
<p>Ainda no próximo sábado (25), Lula receberá o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Nacional da Malásia, ocasião que um fará um discurso sobre a visão brasileira das relações sociais, culturais e políticas com a Ásia.</p>
<p><strong>No domingo (26), o presidente participa da sessão de abertura da 47ª Cúpula da Asean, na parte da manhã, horário local.</strong> Nesse dia, ele deve participar de dois eventos com empresários brasileiros e malaios e outro com o fórum de empresários da Asean. </p>
<h2>Encontros bilaterais</h2>
<p>O período da tarde deste dia está reservado para encontros bilaterais com outros líderes. Até o momento, só há a confirmação da reunião com Narendra Modi, da Índia, mas outros encontros deverão ser confirmados. </p>
<p><strong>Há ainda a expectativa de uma possível reunião, nesse dia, entre Lula e Trump, em meio a tratativas de reaproximação entre o Brasil e os Estados Unidos desde a imposição de tarifas comerciais pelo governo norte-americano, em agosto.</strong> Trump é um dos líderes estrangeiros aguardados na Cúpula da Asean e da Cúpula do Leste Asiático, que ocorrerá em seguida.</p>
<p><strong>A viagem de Lula prossegue na segunda-feira (27), com a participação do presidente na 20ª Cúpula do Leste Asiático, a EAS (na sigla em inglês), também em Kuala Lumpur.</strong> Nesse encontro, ele fará um discurso aos demais líderes presentes.</p>
<p>A EAS é um fórum que reúne 18 países da Ásia e da Oceania, incluindo os membros da própria Asean, além da Rússia, dos EUA, da Coreia do Sul, Austrália, Índia, China, do Japão e da Nova Zelândia. Os encontros costumam ser anuais, normalmente após as cúpulas da Asean.</p>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-10/no-sudeste-asiatico-lula-buscara-mercado-de-680-milhoes-de-habitantes">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 21 Oct 2025 07:48:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Na OMC, Brasil diz que tarifas não podem ser usadas contra soberania</title>
		<link>https://weeknews.online/na-omc-brasil-diz-que-tarifas-nao-podem-ser-usadas-contra-soberania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 19:43:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[alerta ministro]]></category>
		<category><![CDATA[anunciou o aumento tarifário a ser aplicado a partir de 1º de agosto]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Lula: governo vai recorrer à OMC contra tarifas dos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[OMC]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifaço pode desequilibrar mercado interno no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas comerciais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Representando o governo brasileiro na reunião do Conselho Geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Itamaraty, embaixador Philip Fox-Drummond Gough, criticou o uso de “medidas comerciais unilaterais como instrumento de interferência nos assuntos internos de outros países”. Durante o encontro, em Genebra entre os dias 22 e 23 de julho, foram debatidos, por iniciativa do Brasil, temas relativos à necessidade de respeito ao sistema multilateral de comércio baseado em regras. Notícias relacionadas: Tarifaço pode desequilibrar mercado interno no Brasil, alerta ministro. Lula: governo vai recorrer à OMC contra tarifas dos Estados Unidos. “Infelizmente, neste exato momento, estamos testemunhando um ataque sem precedentes ao Sistema Multilateral de Comércio e à credibilidade da OMC. Tarifas arbitrárias, anunciadas&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Representando o governo brasileiro na reunião do Conselho Geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Itamaraty, embaixador Philip Fox-Drummond Gough, criticou o uso de “medidas comerciais unilaterais como instrumento de interferência nos assuntos internos de outros países”.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753299785_4_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753299786_674_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Durante o encontro, em Genebra entre os dias 22 e 23 de julho, foram debatidos, por iniciativa do Brasil, temas relativos à necessidade de respeito ao sistema multilateral de comércio baseado em regras.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Tarifaço pode desequilibrar mercado interno no Brasil, alerta ministro.</li>
<li>Lula: governo vai recorrer à OMC contra tarifas dos Estados Unidos.</li>
</ul>
<p>“Infelizmente, neste exato momento, estamos testemunhando um ataque sem precedentes ao Sistema Multilateral de Comércio e à credibilidade da OMC. Tarifas arbitrárias, anunciadas e implementadas de forma caótica, estão interrompendo as cadeias de valor globais e correm o risco de lançar a economia mundial em uma espiral de preços altos e estagnação”, discursou o diplomata brasileiro.</p>
</blockquote>
<p>Recentemente, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou o aumento tarifário a ser aplicado a partir de 1º de agosto sobre produtos brasileiros exportados para os EUA.</p>
<p>Nas manifestações, Trump tem associado a medida a supostas desvantagens comerciais na relação entre os dois países e, também, à forma como as investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro têm sido conduzidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
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<h2>Violação flagrante</h2>
<p><strong>Segundo Philip Fox-Drummond Gough, tais medidas unilaterais representam “violação flagrante dos princípios fundamentais que sustentam a OMC, essenciais para o funcionamento do comércio internacional”.</strong> Ele alertou sobre os riscos desse tipo de tratamento para a economia mundial, uma vez que mina coerências jurídicas e previsibilidade do sistema multilateral de comércio.</p>
<blockquote>
<p>“Além das violações generalizadas das regras do comércio internacional – e ainda mais preocupantes –, estamos testemunhando uma mudança extremamente perigosa em direção ao uso de tarifas como ferramenta para tentar interferir nos assuntos internos de terceiros países”, argumentou o diplomata brasileiro.</p>
</blockquote>
<h2>Reforma estrutural</h2>
<p>Diante desse cenário preocupante, <strong>o Brasil voltou a defender que os países redobrem seus esforços em prol de uma reforma estrutural do sistema multilateral de comércio e da plena recuperação do papel da OMC.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Continuaremos a priorizar soluções negociadas e a confiar em boas relações diplomáticas e comerciais. Caso as negociações fracassem, recorreremos a todos os meios legais disponíveis para defender nossa economia e nosso povo – e isso inclui o sistema de solução de controvérsias da OMC”, complementou.</p>
</blockquote>
<p>Na sequência, o diplomata brasileiro disse que a incapacidade de encontrar soluções promoverá “uma espiral negativa de medidas e contramedidas que nos tornarão mais pobres e mais distantes dos objetivos de prosperidade e desenvolvimento sustentável”.</p>
<h2>União das economias em desenvolvimento</h2>
<p>Ao final, disse que o Brasil está pronto para começar a trabalhar em direção a uma reforma estrutural e abrangente da OMC, e defendeu a união das economias em desenvolvimento para lidar com a situação.</p>
<p>“As economias em desenvolvimento, que são as mais vulneráveis a atos de coerção comercial, devem se unir em defesa do sistema multilateral de comércio baseado em regras. Negociações baseadas em jogos de poder são um atalho perigoso para a instabilidade e a guerra”.</p>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/na-omc-brasil-diz-que-tarifas-nao-podem-ser-usadas-contra-soberania">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 23 Jul 2025 16:18:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Parlamentos do Brics criticam ações protecionistas no comércio mundial</title>
		<link>https://weeknews.online/parlamentos-do-brics-criticam-acoes-protecionistas-no-comercio-mundial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 01:52:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[15º Fórum Parlamentar dos Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[diz Macron]]></category>
		<category><![CDATA[Guterres pede fim da impunidade após morte de 168 funcionários da ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas comerciais]]></category>
		<category><![CDATA[Trump proíbe entrada nos Estados Unidos de viajantes de 12 países]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia e Rússia não podem ser tratados em pé de igualdade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/parlamentos-do-brics-criticam-acoes-protecionistas-no-comercio-mundial/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Integrantes de parlamentos de cerca de 16 países do Brics, entre membros permanentes e parceiros, aprovaram nesta quinta-feira (5), em Brasília, uma declaração conjunta sobre diferentes temas, incluindo questões relacionadas a um comércio mundial justo, reforma das instituições de governança global, transição e adaptação climática, saúde, segurança internacional e regulação adequada de tecnologias de Inteligência Artificial (IA). O documento foi debatido nos últimos dois dias, durante o 15º Fórum Parlamentar dos Brics, que reuniu autoridades legislativas de países como o Brasil, China, Rússia, Índia, África do Sul, Egito, Indonésia, Irã, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Cuba, Bolívia e Nigéria. Em meio às repercussões da guerra de tarifas comerciais, iniciada com no novo mandato do presidente dos EUA, Donald Trump, os parlamentares dos Brics reafirmaram a defesa&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/parlamentos-do-brics-criticam-acoes-protecionistas-no-comercio-mundial/">Leia mais...</a></p>
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<p>Integrantes de parlamentos de cerca de 16 países do Brics, entre membros permanentes e parceiros, aprovaram nesta quinta-feira (5), em Brasília, uma declaração conjunta sobre diferentes temas, incluindo questões relacionadas a um comércio mundial justo, reforma das instituições de governança global, transição e adaptação climática, saúde, segurança internacional e regulação adequada de tecnologias de Inteligência Artificial (IA).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749174762_909_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749174762_12_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O documento foi debatido nos últimos dois dias, durante o 15º Fórum Parlamentar dos Brics, que reuniu autoridades legislativas de países como o Brasil, China, Rússia, Índia, África do Sul, Egito, Indonésia, Irã, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Cuba, Bolívia e Nigéria.</p>
<p>Em meio às repercussões da guerra de tarifas comerciais, iniciada com no novo mandato do presidente dos EUA, Donald Trump, <strong>os parlamentares dos Brics reafirmaram a defesa do sistema multilateral de comércio &#8220;baseado em regras, aberto, inclusivo, justo, transparente, orientado por consenso e ancorado no direito internacional&#8221;.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Incentivamos a resolução de disputas comerciais por meio de mecanismos multilaterais inclusivos e ressaltamos a importância do diálogo para evitar escaladas e garantir oportunidades de desenvolvimento equitativas&#8221;, diz o texto.</p>
</blockquote>
<h2>Alternativa ao dólar</h2>
<p>Em linha com a agenda dos governos nacionais de reduzir a dependência do dólar, <strong>os parlamentares dos Brics defenderam ampliar o uso de moedas locais no comércio e nas transações financeiras entre seus países.</strong></p>
<p>&#8220;Incentivamos as autoridades competentes a continuar explorando a questão de moedas locais, bem como as de instrumentos e plataformas de pagamento&#8221;.</p>
<h2>Saúde global</h2>
<p>Na parte de saúde, a declaração final dos legisladores dos Brics <strong>incentivou a adoção de medidas para melhorar o acesso equitativo e irrestrito a serviços essenciais, como medicamentos, vacinas e tecnologias.</strong></p>
<p>&#8220;Além disso, promoveremos ações especificamente voltadas para o enfrentamento de doenças tropicais negligenciadas e doenças socialmente determinadas, que afetam de forma desproporcional o Sul Global, de resistência antimicrobiana (RAM), bem como de doenças não transmissíveis&#8221;.</p>
<h2>Transição climática</h2>
<p>Citando a próxima Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém, o <strong>documento conjunto</strong> do Fórum Parlamentar dos Brics <strong>reforça a cobrança aos países desenvolvidos por um &#8220;robusto financiamento climático, desenvolvimento de capacidades de transferências de tecnologias&#8221; e &#8220;sem impor encargos adicionais&#8221; aos países em desenvolvimento.</strong></p>
<p>&#8220;Buscaremos aprofundar a colaboração interparlamentar para compartilhar melhores práticas e desenvolver estratégias conjuntas para a cooperação em ações de mitigação e adaptação, a padronização contábil de emissões de carbono e o desenvolvimento de mercados de carbono transparentes e justos, incluindo o desenvolvimento e transferência de tecnologias, no que couber&#8221;.</p>
<h2>Inteligência Artificial</h2>
<p>O rápido avanço da inteligência artificial (IA) e de tecnologias associadas também é debatido no documento final do Fórum Parlamentar do Brics. <strong>Representantes dos parlamentos concordam, por exemplo, com a necessidade de formulação de leis e marcos regulatórios &#8220;que assegurem transparência e ética no uso seguro da IA, com o objetivo de mitigar vieses e garantir o respeito à diversidade cultural e linguística, bem como aos direitos humanos&#8221;.</strong></p>
<p><strong>O documento também enfatiza a necessidade de fortalecimento da soberania digital dos países membros do Brics</strong>, por meio da proteção da privacidade e da segurança de dados e construção de ecossistemas tecnológicos nacionais resilientes.</p>
<h2>Governança global e terrorismo</h2>
<p>Os países do Brics também abordaram a demanda por reforma nas instituições das Nações Unidas, incluindo o Conselho de Segurança. <strong>Sem citar a guerra entre Rússia e o Ucrânia e o cerco de Israel contra a Faixa de Gaza, o documento dos parlamentares defende &#8220;o aprimoramento dos mecanismos de resolução pacífica de conflitos e disputas internacionais, assegurando maior participação dos países do Sul Global nos diálogos e processos de paz&#8221;.</strong></p>
<p><strong>O texto condena o ataque terrorista em Jammu e Caxemira, uma região da Índia</strong>, que matou 26 turistas e deixou mais de uma dezena de feridos, em abril deste ano, e reafirma o engajamento dos países dos Brics no enfrentamento ao terrorismo em todas as suas formas.</p>
<p>&#8220;Condenamos veementemente quaisquer atos de terrorismo e os classificamos como criminosos e injustificáveis, independentemente da sua motivação, quando, onde e por quem quer que sejam cometidos&#8221;.</p>
<h2>Futuro promissor</h2>
<p><strong>O presidente do Senado e do Congresso Nacional brasileiro, Davi Alcolumbre, discursou na sessão final do Fórum Parlamentar dos Brics e destacou a relevância do encontro. </strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;A consolidação de espaços como este fórum é um passo fundamental na direção de uma voz parlamentar cada vez mais coesa e influente no nosso bloco no cenário mundial. Nosso futuro é promissor. O Brics é uma força inegável no cenário mundial, defensor de um mundo mais inclusivo e pacífico&#8221;, disse o senador. </p>
</blockquote>
<p>&#8220;Nossos países compartilham o compromisso com o desenvolvimento sustentável, a erradicação da pobreza e a segurança alimentar, sempre com base no direito internacional e nos princípios da carta estabelecida pelas Nações Unidas&#8221;, complementou.</p>
<p>Antes, em uma entrevista coletiva,<strong> Alcolumbre já tinha enfatizado o protagonismo do Brics, </strong>que conta com países continentais como Rússia, Índia e China, e foi ampliado recentemente com a incorporação de outros países de grande projeção global, como Arábia Saudita e Indonésia.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Nós estamos falando aí de 3 bilhões e meio de pessoas envolvidas pela representatividade do BRICS. Nós estamos falando de 40% do PIB [Produto Interno Bruto] global. Isso nunca será pouca coisa&#8221;.</p>
</blockquote>
<p> </p>
<p><em>*Matéria ampliada às 21h55 para acréscimo das falas do senador Davi Alcolumbre</em></p>
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    </div>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-06/parlamentos-do-brics-criticam-acoes-protecionistas-no-comercio-mundial">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 05 Jun 2025 20:47:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/parlamentos-do-brics-criticam-acoes-protecionistas-no-comercio-mundial/">Parlamentos do Brics criticam ações protecionistas no comércio mundial</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Lula celebra acordo entre China e EUA: &#8220;Tarda, mas não falha&#8221;</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-celebra-acordo-entre-china-e-eua-tarda-mas-nao-falha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2025 04:44:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[acordo para redução de tarifas comerciais entre China e Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[alívio imediato para a economia mundial]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula diz que pedirá a Putin que participe de negociação com Zelensky]]></category>
		<category><![CDATA[presidente brasileiro cumpriu visita oficial nos últimos dias]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas comerciais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou, nesta terça-feira (13), o anúncio de um acordo para redução de tarifas comerciais entre China e Estados Unidos, após rodada de negociação reunindo representantes os dois países, realizada há dois dias, na Suíça. &#8220;O acordo entre EUA e China, em Genebra, é uma demonstração, pura e simplesmente, de que tudo seria mais fácil se antes de anunciar de forma unilateral as taxações, os EUA tivessem conversado com a China. Seria muito mais fácil, muito mais simples e muito menos penoso para o mundo. É uma demonstração de que tarda, mas não falha. A sabedoria leva a gente sempre à mesa de negociação&#8221;, disse Lula durante entrevista à imprensa, em Pequim, capital chinesa, onde o presidente&#8230;</p>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou, nesta terça-feira (13), o anúncio de um acordo para redução de tarifas comerciais entre China e Estados Unidos, após rodada de negociação reunindo representantes os dois países, realizada há dois dias, na Suíça.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747197849_378_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747197849_626_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>&#8220;O acordo entre EUA e China, em Genebra, é uma demonstração, pura e simplesmente, de que tudo seria mais fácil se antes de anunciar de forma unilateral as taxações, os EUA tivessem conversado com a China. <strong>Seria muito mais fácil, muito mais simples e muito menos penoso para o mundo</strong>. É uma demonstração de que tarda, mas não falha. A sabedoria leva a gente sempre à mesa de negociação&#8221;, disse Lula durante entrevista à imprensa, em Pequim, capital chinesa, onde o presidente brasileiro cumpriu visita oficial nos últimos dias.</p>
<p>Ele ainda defendeu a volta da Organização Mundial do Comércio (OMC) como principal mecanismo para discussão de tarifas comerciais. </p>
<p><strong>Ambos os países anunciaram que reduzirão tarifas recíprocas extras impostas no mês passado</strong>. Pelo lado norte-americano, as tarifas contra produtos chineses cairão de 145% para 30%. Do lado oposto, os chineses reduzirão as taxas extras contra os EUA de 125% para 10%. As negociações entre as duas maiores potências econômicas do planeta prosseguirão, mas já trouxe alívio imediato para a economia mundial.   </p>
<h2>Nova ordem mundial</h2>
<p><strong>Lula voltou a defender a revitalização do sistema de governança global</strong>, argumentando que não há espaço para ações unilaterais, citando o desafio de conter o aquecimento global e suas consequências catastróficas para a vida humana no planeta.</p>
<p>&#8220;Se não tiver a ONU [Organização das Nações Unidas] com força, a questão climática vai ser tratada de forma secundária. Não adianta tomar decisão na COPs [conferências do clima da ONU], se depois você não tem uma instância de governança mundial que obriga a execução. Isso vai cansando, porque você toma decisão e não acontece nada. Chega um dia e desanima&#8221;, pontuou.</p>
<p>Para o presidente brasileiro, a <strong>visita à China fortaleceu a visão compartilhada com o líder do país, Xi Jinping, sobre a importância do multilateralismo </strong>na coordenação das questões globais. </p>
<p>&#8220;A China merece ser olhada com mais carinho e sem preconceitos. A China é a novidade econômica e tecnológica do século XXI. Os Brics é outra novidade extraordinária desse século&#8221;, destacou Lula, lembrando da Cúpula dos Brics que o Brasil sediará em julho, no Rio de Janeiro.</p>
<p>&#8220;Nós queremos tomar decisões importantes para ver se a gente muda o eixo da geopolítica mundial&#8221;, garantiu.</p>
<h2>Regulação das redes</h2>
<p>Durante a coletiva, em Pequim, Lula foi questionado sobre a conversa que teve com o presidente chinês, na noite anterior, em jantar de boas-vindas, a respeito dos impactos negativos de redes sociais na inflamação da violência política, como o TikTok, que é uma plataforma criada e controlada pela China.</p>
<p>Ao responder, Lula disse que ele abordou o tema com Xi Jinping e manifestou irritação com o vazamento do teor da conversa, que envolveu um comentário da primeira-dama Janja da Silva.</p>
<p>O presidente contou que perguntou a Xi Jinping se ele poderia enviar um representante ao Brasil para discutir a questão do funcionamento das redes sociais, em especial o Tik Tok. </p>
<p>&#8220;E aí a Janja pediu a palavra para explicar o que está acontecendo no Brasil, sobretudo contra as mulheres e contra as crianças. Foi só isso&#8221;, disse Lula. &#8220;A pergunta foi minha. Eu não me senti nenhum pouco incomodado. O fato da minha mulher pedir a palavra é porque minha mulher não é cidadã de segunda classe. Ela entende mais de direito digital do que eu e resolveu falar&#8221;, destacou o presidente.</p>
<p>&#8220;A primeira coisa que eu acho estranho é como essa pergunta chegou à imprensa, porque só estavam meus ministros lá, o [Davi] Alcolumbre [presidente do Senado] e o Elmar [Nascimento, 2º vice-presidente da Câmara dos Deputados]. Então, alguém teve a pachorra de ligar para alguém e contar uma conversa que teve num jantar, que era uma coisa muito confidencial e muito pessoal&#8221;, criticou.</p>
<p>Ainda sobre a conversa com o presidente chinês, Lula revelou que Xi Jinping respondeu &#8220;que o Brasil tem direito de fazer a regulamentação&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ainda bem que estava o Elmar, em nome da Câmara, e o Davi, que sabem que nós temos que regulamentar [as redes sociais]. Não é possível a gente continuar com as redes digitais cometendo os absurdos que cometem, e a gente não ter capacidade de fazer uma regulamentação&#8221;, afirmou.</p>
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    </div>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/lula-celebra-acordo-entre-china-e-eua-tarda-mas-nao-falha">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 14 May 2025 01:25:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/lula-celebra-acordo-entre-china-e-eua-tarda-mas-nao-falha/">Lula celebra acordo entre China e EUA: &#8220;Tarda, mas não falha&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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