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	<title>Arquivo de Terra Indígena Apyterewa - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Terra Indígena Apyterewa - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>Povo Parakanã, do Pará, reocupa território após retirada de invasores </title>
		<link>https://weeknews.online/povo-parakana-do-para-reocupa-territorio-apos-retirada-de-invasores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 12:11:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[desintrusão]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[MEC anuncia construção de 117 escolas indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Povo Parakanã]]></category>
		<category><![CDATA[Reocupação]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém: indígenas protestam contra desestatização de hidrovias]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena Apyterewa]]></category>
		<category><![CDATA[Vulnerabilidade reduz altura média de crianças indígenas e nordestinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Dois anos depois da retirada de invasores da Terra Indígena (TI) Apyterewa, no sudeste do Pará, o povo Parakanã está reocupando os limites do território e fazendo planos para o futuro. Apesar disso, ainda enfrenta reflexos de anos de ocupação ilegal de produtores rurais e grileiros. O programa Caminhos da Reportagem mostrará, em sua edição desta segunda-feira (2), às 22h30, na TV Brasil, o trabalho dos órgãos governamentais para manter a TI Apyterewa livre de invasores e a organização dos Parakanã para manter o controle total de seu território.  As ações de retirada dos invasores de terras indígenas, chamadas de desintrusão, foram determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2023. Na TI Apyterewa, o processo começou em outubro do mesmo ano.   Operações de desintrusão ocorreram em nove territórios da Amazônia Legal onde vivem 60 mil indígenas &#8211; Foto Bruno Peres/Agência Brasil Notícias relacionadas: MEC anuncia construção de 117 escolas indígenas. Santarém: indígenas protestam contra&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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Feed Últimas.<br />
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				</p>
<p>Dois anos depois da retirada de invasores da Terra Indígena (TI) Apyterewa, no sudeste do Pará, o povo Parakanã está reocupando os limites do território e fazendo planos para o futuro. Apesar disso, ainda enfrenta reflexos de anos de ocupação ilegal de produtores rurais e grileiros. <strong>O programa <em>Caminhos da Reportagem</em> mostrará, em sua edição desta segunda-feira (2), às 22h30, na TV Brasil, o trabalho dos órgãos governamentais para manter a TI Apyterewa livre de invasores e a organização dos Parakanã para manter o controle total de seu território. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772453500_4_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772453500_540_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>As ações de retirada dos invasores de terras indígenas, chamadas de desintrusão, foram determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2023. Na TI Apyterewa, o processo começou em outubro do mesmo ano.  </p>
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Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/_mg_9921.jpg" alt="Território indígena Apyterewa (PA), 16/12/2025 - Povo Parakanã na Aldeia Apyterewa, onde acontece a ação de desintrusão no território indígena Apyterewa, é realizada de forma integrada, com participação do Ministério dos Povos Indígenas, Funai, Abin, Ibama, Força Nacional, polícias Civil e Militar do Pará e da Agência de Defesa Agropecuária do estado.
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta"><strong>Operações de desintrusão ocorreram em nove territórios da Amazônia Legal onde vivem 60 mil indígenas</strong> &#8211; Foto <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=448126--></h6>
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<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>MEC anuncia construção de 117 escolas indígenas.</li>
<li>Santarém: indígenas protestam contra desestatização de hidrovias.</li>
<li>Vulnerabilidade reduz altura média de crianças indígenas e nordestinas.</li>
</ul>
<p>De acordo com a Casa Civil da Presidência da República, que coordenou o trabalho conjunto de 20 órgãos e agências federais, <strong>as operações de desintrusão ocorreram em nove territórios da Amazônia Legal onde vivem 60 mil indígenas. Segundo Nilton Tubino, que esteve à frente das ações, o processo em Apyterewa foi o mais tenso de todos devido principalmente à interferência de políticos e fazendeiros que tentaram barrar a operação. </strong></p>
<blockquote>
<p>“A grande pressão era a quantidade de gado. Nesse processo, foi construída uma vila que era utilizada próximo da base [da Funai]. No meio da terra tinha um posto de gasolina, vários comércios e igrejas”, explica Tubino. </p>
</blockquote>
<p>Segundo o Ministério dos Povos Indígenas (MPI), os mais de 2 mil não indígenas que viviam no território foram retirados logo nos primeiros meses e, em março de 2024, a TI foi simbolicamente devolvida aos Parakanã. </p>
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<h6 class="meta">Povo Parakanã, na Aldeia Apyterewa, passa por ação de desintrusão feita de forma integrada por vários órgãos de governo &#8211; Foto <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=448127--></h6>
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</div>
<p>Apesar de não haver mais não indígenas vivendo ilegalmente em Apyterewa, as ações das agências governamentais continuam, já que parte do rebanho bovino de fazendeiros locais ainda pasta dentro da TI. </p>
<p>Embora a maior parte das 50 mil cabeças de gado tenha sido retirada pelos próprios pecuaristas durante a desintrusão, ainda restaram cerca de 1.300 bovinos espalhados em 43 pontos do território, de acordo com monitoramento feito pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).  </p>
<p><strong>Uma equipe de reportagem da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) esteve na TI Apyterewa em dezembro e acompanhou de perto o trabalho para manter o território livre de invasores e do gado ilegal. </strong></p>
<p><strong>Na ocasião, a operação para a retirada de animais remanescentes no território terminou de forma trágica, com o assassinato de Marcos Antônio Pereira da Cruz, um dos 12 vaqueiros contratados pelo Ibama para ajudar a tocar a boiada. </strong></p>
<p>Marcos tinha 38 anos, morava na cidade de Padre Bernardo, em Goiás, e tinha um filho de um ano. A irmã mais velha, Luciane Pereira, lembra que “ele sempre falou que era perigoso, que lá no Pará era perigoso. Só que ele confortava a gente, a minha mãe principalmente, falando que ele estava acompanhado por policiais, por pessoas que iriam garantir a segurança dele lá.” </p>
<p>No fim de janeiro, a Polícia Federal anunciou a prisão de um suspeito do assassinato e de atentados contra os indígenas, mas afirmou que as investigações seguem em sigilo.  </p>
<blockquote>
<p>“A morte do Marcos não pode ficar impune e não ter nenhum responsável identificado nessa ação porque foi um ataque contra o Estado brasileiro, porque ele estava a serviço de uma determinação judicial”, declara Marcos Kaingang, secretário nacional de Direitos Territoriais Indígenas do Ministério dos Povos Indígenas (MPI). </p>
</blockquote>
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<h6 class="meta">Mamá Parakanã, cacique-geral da Terra Indígena Apyterewa, que passa por processo de desintrusão &#8211; Foto <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=454177--></h6>
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<p><strong>No mês seguinte, o carro da associação Tato’a, que representa o povo Parakanã, foi cravejado de balas e o assessor que conduzia o veículo escapou pela mata.</strong> Os parakanãs vêm denunciando ameaças, tentativas de invasão e ataques de pistoleiros. Segundo Mamá Parakanã, cacique-geral da TI Apyterewa, ocorreram oito ataques às aldeias depois da desintrusão e um indígena chegou a ser baleado na perna. </p>
<blockquote>
<p>“A gente recebia e recebe até hoje muita ameaça. Mas a gente está firme aqui porque essa terra foi demarcada, homologada, registrada. Então essa terra é nossa. Não é do fazendeiro, não é do deputado, não é do senador”, afirma o cacique. </p>
</blockquote>
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Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Ação de retirada de invasores foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal em 2023 &#8211; Foto <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=448125--></h6>
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<p><strong>A área de 773 mil hectares, onde vivem cerca de 1.400 parakanãs, começou a ser demarcada no início dos anos 1990 e foi homologada em 2007. Mas continuou a ser invadida nas últimas décadas, principalmente por pecuaristas</strong>. Por causa da criação de gado ilegal, a terra indígena é a mais desmatada da Amazônia. Segundo monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a derrubada da floresta atingiu o ápice em 2022, com 102 quilômetros quadrados (km²) de desmatamento, e caiu mais de 90% após a desintrusão, chegando a 7,5 km² de desmatamento em 2025. </p>
<p>Oaea Parakanã saía para caçar e voltava com as mãos vazias porque a destruição promovida pelos antigos ocupantes ilegais espantava os animais, mas já sente os efeitos positivos da retirada dos invasores. “Agora eu acho que está recuperando. Agora tem jabuti, porcão, dá pra gente ver mutum”, conta o indígena. <br />
 <br />
“Positivamente, as desintrusões têm garantido que os povos indígenas consigam fazer a manutenção devida do seu território, principalmente na pauta de preservação, conservação e reprodução sociocultural”, afirma o coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Dinamam Tuxá.  O maior desafio, segundo ele, é a manutenção da presença estatal para garantir que os povos indígenas continuem em posse dos seus territórios, o que é um direito constitucional. </p>
<p><strong>Marcos Kaingang garante que as medidas de proteção aos territórios vão continuar e que o MPI vem fazendo interlocuções com outros órgãos para aumentar a segurança na TI Apyterewa. </strong></p>
<p>O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou, em nota, que “está promovendo o reforço do efetivo da Força Nacional de Segurança Pública na região, tendo reforçado a operação em dezembro de 2025 com o envio de efetivo especializado, incluindo profissionais com capacitação em pilotagem de drones, e prevendo novo reforço nos próximos dias, conforme as demandas operacionais”.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/_mg_9408.jpg" alt="Terra Indígena Apyterewa (PA), 11/12/2025 - Wenatoa Parakanã, presidente da associação Tato'a, na aldeia Terra Indígena Apyterewa. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Wenatoa Parakanã, presidente da Associação Tato&#8217;a, na aldeia Terra Indígena Apyterewa &#8211; Foto <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=454200--></h6>
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<p>Enquanto constroem um plano de proteção do território em conjunto com os órgãos governamentais, os parakanãs avançam na busca de parceiros que ajudem a reparar os danos causados pelos invasores e recuperar as matas perdidas.</p>
<p><strong>Wenatoa Parakanã, presidente da associação Tato’a, diz que o próximo passo é fazer o reflorestamento. “Inclusive, as mulheres já receberam capacitação, como secar a semente, como plantar”, conta Wenatoa.</strong></p>
<p><em>*A equipe da<strong> EBC</strong> viajou a convite do Ministério dos Povos Indígenas </em></p>
<p> Ana Passos &#8211; Repórter da TV Brasil* , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/povo-parakana-do-para-reocupa-territorio-apos-retirada-de-invasores">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 02 Mar 2026 08:02:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/povo-parakana-do-para-reocupa-territorio-apos-retirada-de-invasores/">Povo Parakanã, do Pará, reocupa território após retirada de invasores </a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vaqueiro é morto ao ajudar a retirar gado invasor de área indígena</title>
		<link>https://weeknews.online/vaqueiro-e-morto-ao-ajudar-a-retirar-gado-invasor-de-area-indigena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 15:03:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato de vaqueiro em São Félix do Xingu foi emboscada]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[diz Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena Apyterewa]]></category>
		<category><![CDATA[vaqueiro assassinado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Em meio a uma operação de retirada de gado ilegal na Terra Indígena (TI) Apyterewa, no Pará, mais uma vítima. Assassinos emboscaram e mataram um vaqueiro que fazia parte da equipe do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e participava de uma operação de desintrusão determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O nome do vaqueiro não vai ser divulgado até que a família seja avisada. Ele foi baleado na altura do pescoço por volta de 14h dessa segunda-feira (15), enquanto participava da condução de cerca de 350 cabeças de gado por ramais estreitos na mata. ⏩ Ouça também: Assassinato de vaqueiro em São Félix do Xingu foi emboscada, diz Ibama Nós da equipe do Caminhos da Reportagem e o fotógrafo&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/vaqueiro-e-morto-ao-ajudar-a-retirar-gado-invasor-de-area-indigena/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/vaqueiro-e-morto-ao-ajudar-a-retirar-gado-invasor-de-area-indigena/">Vaqueiro é morto ao ajudar a retirar gado invasor de área indígena</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>Em meio a uma <strong>operação de retirada de gado ilegal na Terra Indígena (TI) Apyterewa</strong>, no Pará, mais uma vítima. <strong>Assassinos emboscaram e mataram um vaqueiro que fazia parte da equipe do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) </strong>e participava de uma operação de desintrusão determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765983791_757_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765983791_269_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O nome do vaqueiro não vai ser divulgado até que a família seja avisada. Ele foi baleado na altura do pescoço por volta de 14h dessa segunda-feira (15), enquanto participava da condução de cerca de 350 cabeças de gado por ramais estreitos na mata.</p>
<h3><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/23e9.png" alt="⏩" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ouça também: </strong>Assassinato de vaqueiro em São Félix do Xingu foi emboscada, diz Ibama</h3>
<p>Nós da equipe do <em>Caminhos da Reportagem</em> e o fotógrafo da <strong>Agência Brasil </strong>Bruno Peres <strong>acompanhamos uma parte da operação </strong>a convite do Ministério dos Povos Indígenas e tínhamos saído de lá na manhã desta segunda.  </p>
<p>A operação de retirada de gado ilegal da Terra Indígena Apyterewa, em São Félix do Xingu, no Sudeste do Pará, faz parte de uma série de ações que <strong>cumprem determinação do STF para retirada de invasores das terras indígenas</strong>.</p>
<p>Em outubro de 2023, foram retiradas da TI Apyterewa, de forma estimada, mais de 2 mil pessoas que criavam gado e cultivavam cacau ilegalmente no território. Foi a terra indígena mais desmatada entre 2018 e 2022 por conta dessas atividades.</p>
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Um funcionário do Ibama morreu, nesta segunda-feira (15), após ser baleado durante uma operação para a retirada de invasores na Terra Indígena Apyterewa.
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/_mg_1045.jpg" alt="São Félix do Xingu (PA), 16/12/2025 – Colaboradores e fiscais do Ibama são vistos na separação de gado durante ação de desintrusão no território indígena Apyterewa, é realizada de forma integrada, com participação do Ministério dos Povos Indígenas, Funai, Abin, Ibama, Força Nacional, polícias Civil e Militar do Pará e da Agência de Defesa Agropecuária do estado.
Um funcionário do Ibama morreu, nesta segunda-feira (15), após ser baleado durante uma operação para a retirada de invasores na Terra Indígena Apyterewa.
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"><br />
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<div class="meta rtecenter"><!--copyright=448122-->São Félix do Xingu (PA), 16/12/2025 – Colaboradores e fiscais do Ibama são vistos na separação de gado durante ação de desintrusão no território indígena Apyterewa. &#8211; <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=448122--></div>
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<h2><strong>Local tem histórico de ataques</strong></h2>
<p>Apesar de os produtores rurais já terem sido retirados da área, ainda há gado remanescente. O <strong>Ibama detectou mais de 40 pontos com a presença de bovinos. Alguns invasores continuam tentando entrar na área indígena pra manejar esse gado e eles vêm fazendo atentados contra os indígenas e contra os agentes do Estado</strong>. Um funcionário da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) chegou a ser baleado no ano passado.</p>
<p>Além de disparar, esse invasores queimam pontes e também deixam estruturas pontiagudas nas estradas pra furar os pneus dos carros oficiais.</p>
<p>Da operação de retirada de gado participam, além do Ibama e do Ministério dos Povos Indígenas, a Funai, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Força Nacional, Agência de Defesa Agropecuária do Pará e as Polícias Militar e Civil do estado.</p>
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            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/_mg_0713.jpg" alt="São Félix do Xingu (PA), 16/12/2025 – Colaboradores e fiscais do Ibama são vistos na separação de gado durante ação de desintrusão no território indígena Apyterewa, é realizada de forma integrada, com participação do Ministério dos Povos Indígenas, Funai, Abin, Ibama, Força Nacional, polícias Civil e Militar do Pará e da Agência de Defesa Agropecuária do estado.
Um funcionário do Ibama morreu, nesta segunda-feira (15), após ser baleado durante uma operação para a retirada de invasores na Terra Indígena Apyterewa.
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/_mg_0713.jpg" alt="São Félix do Xingu (PA), 16/12/2025 – Colaboradores e fiscais do Ibama são vistos na separação de gado durante ação de desintrusão no território indígena Apyterewa, é realizada de forma integrada, com participação do Ministério dos Povos Indígenas, Funai, Abin, Ibama, Força Nacional, polícias Civil e Militar do Pará e da Agência de Defesa Agropecuária do estado.
Um funcionário do Ibama morreu, nesta segunda-feira (15), após ser baleado durante uma operação para a retirada de invasores na Terra Indígena Apyterewa.
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"><br />
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<div class="meta rtecenter"><!--copyright=448118-->São Félix do Xingu (PA), 16/12/2025 – Colaboradores e fiscais do Ibama são vistos na separação de gado durante ação de desintrusão no território indígena Apyterewa, no Pará &#8211; <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=448118--></div>
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<h2><strong>Destino do rebanho</strong></h2>
<p>É uma ação complexa, porque esse gado está em áreas de floresta por onde não é possível chegar de carro, às vezes nem de quadriciclo. Os vaqueiros contratados pelo Ibama tocam o gado até o local onde é embarcado. Depois o rebanho é levado para uma fazenda a cargo da agência de defesa agropecuária do Pará.</p>
<p>Lá o gado é triado. Uma parte fica de quarentena e outra vai para o abate. A carne só pode ser destinada a ações sociais, como merenda escolar. Não pode ser vendido.</p>
<p><strong>A morte do vaqueiro vai ser investigada pela Polícia Federal, que já tem uma investigação em andamento sobre as ações dos invasores.</strong></p>
<p>  <span class="hms hms-format-m-ss">2:50</span> Ana Passos &#8211; enviada especial da TV Brasil para a Rádio Nacional , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2025-12/pa-vaqueiro-e-morto-ao-ajudar-retirar-gado-invasor-de-area-indigena">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 16 Dec 2025 12:51:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/vaqueiro-e-morto-ao-ajudar-a-retirar-gado-invasor-de-area-indigena/">Vaqueiro é morto ao ajudar a retirar gado invasor de área indígena</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Justiça mantém ordem para não indígenas deixarem TI Apyterewa, no Pará</title>
		<link>https://weeknews.online/justica-mantem-ordem-para-nao-indigenas-deixarem-ti-apyterewa-no-para/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 20:04:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[A desintrusão da área foi concluída em março do ano passado]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[AGU entrega ao Supremo plano para regularização de terras indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[desintrusão]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[diz Alessandra Munduruku]]></category>
		<category><![CDATA[Filme mostra reencontro de pai e filhas indígenas 40 anos depois]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de carbono ameaça vida indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Povos Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[terra indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena Apyterewa]]></category>
		<category><![CDATA[TRF-1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta quarta-feira (9) que conseguiu assegurar na Justiça Federal que não indígenas devem desocupar a Terra Indígena (TI) Apyterewa, em São Félix do Xingu, no Pará. Apesar de a decisão favorável aos indígenas ter sido proferida em maio deste ano, pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, sediado em Brasília, ela foi divulgada hoje pela AGU. Notícias relacionadas: Filme mostra reencontro de pai e filhas indígenas 40 anos depois. AGU entrega ao Supremo plano para regularização de terras indígenas. Mercado de carbono ameaça vida indígena, diz Alessandra Munduruku. A desintrusão da área foi concluída em março do ano passado, quando um ato do governo federal marcou a devolução do território ao povo Parakanã.   Os não indígenas,&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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				</p>
<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta quarta-feira (9) que conseguiu assegurar na Justiça Federal que não indígenas devem desocupar a Terra Indígena (TI) Apyterewa, em São Félix do Xingu, no Pará.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752091455_328_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752091455_721_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Apesar de a decisão favorável aos indígenas ter sido proferida em maio deste ano, pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, sediado em Brasília, ela foi divulgada hoje pela AGU.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Filme mostra reencontro de pai e filhas indígenas 40 anos depois.</li>
<li>AGU entrega ao Supremo plano para regularização de terras indígenas.</li>
<li>Mercado de carbono ameaça vida indígena, diz Alessandra Munduruku.</li>
</ul>
<p><strong>A desintrusão da área foi concluída em março do ano passado</strong>, quando um ato do governo federal marcou a devolução do território ao povo Parakanã.  </p>
<p><strong>Os não indígenas, entretanto, reivindicavam o direito de permanecer na área até o pagamento pelas benfeitorias realizadas e serem reassentados pelo Instituto Nacional de Reforma Agrária (Incra).</strong></p>
<p>O TRF-1 negou o pedido para derrubar a decisão de primeira instância que determinou a reintegração de posse favorável aos indígenas. <strong>Durante o julgamento, os desembargadores entenderam que não ficou demostrada a ilegalidade da decisão que determinou a desintrusão.</strong></p>
<p>&#8220;A jurisprudência deste tribunal já firmou entendimento de que a indenização por benfeitorias só é devida quando decorrentes de posse de boa-fé, o que não restou demonstrado no caso em tela&#8221;, diz a decisão.</p>
<p>A Terra Indígena Apyterewa foi homologada em 2007, mas enfrentava a presença de invasores e de atividades ilegais.</p>
<p>Em novembro de 2023, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, manteve o trabalho de desintrusão. Na ocasião, Barroso derrubou uma liminar do ministro Nunes Marques que suspendeu a retirada de particulares.</p>
<p> André Richter &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-07/justica-mantem-ordem-para-nao-indigenas-deixarem-ti-apyterewa-no-para">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 09 Jul 2025 16:50:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Indígenas relatam novo ataque armado à TI Apyterewa, no Pará</title>
		<link>https://weeknews.online/indigenas-relatam-novo-ataque-armado-a-ti-apyterewa-no-para/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 19:42:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[CNBB]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[funai]]></category>
		<category><![CDATA[invasão]]></category>
		<category><![CDATA[megaoperação de desintrusão]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena (TI) Apyterewa]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena Apyterewa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Lideranças da Terra Indígena (TI) Apyterewa, localizada em São Félix do Xingu, no sudeste do Pará, a cerca de 1 mil quilômetros de Belém, denunciaram ao Ministério Público Federal (MPF) um novo ataque armado à aldeia Tekatawa, do povo parakanã. Segundo o cacique Mama Parakanã, homens armados invadiram a aldeia na madrugada da última quarta-feira (19). “Foi muito tiro de [espingarda calibre] 12, pistola, carabina, rifle 44, todo tipo de arma”, relatou o líder indígena em uma mensagem de áudio que enviou a servidores do MPF. “A gente revidemos e, graças a Deus, ninguém se feriu”, acrescentou Mama Parakanã ao pedir ajuda dos órgãos públicos para evitar uma tragédia. “A gente precisa de apoio da Força Nacional, da Polícia Federal, de juiz, de&#8230;</p>
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]]></description>
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<p>
Feed Últimas.<br />
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 </p>
<div>
<p>Lideranças da Terra Indígena (TI) Apyterewa, localizada em São Félix do Xingu, no sudeste do Pará, a cerca de 1 mil quilômetros de Belém, denunciaram ao Ministério Público Federal (MPF) um novo ataque armado à aldeia Tekatawa, do povo parakanã.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740512548_135_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740512548_729_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo o cacique Mama Parakanã, homens armados invadiram a aldeia na madrugada da última quarta-feira (19). “Foi muito tiro de [espingarda calibre] 12, pistola, carabina, rifle 44, todo tipo de arma”, relatou o líder indígena em uma mensagem de áudio que enviou a servidores do MPF.</p>
<p>“A gente revidemos e, graças a Deus, ninguém se feriu”, acrescentou Mama Parakanã ao pedir ajuda dos órgãos públicos para evitar uma tragédia. “A gente precisa de apoio da Força Nacional, da Polícia Federal, de juiz, de procurador”.</p>
<p>De acordo com a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), uma ponte que dá acesso à região foi destruída, deixando a aldeia Tekatawa isolada. “Felizmente, não houve feridos no ataque. No entanto, em razão do risco iminente, as mulheres, crianças e idosos foram imediatamente evacuados para uma aldeia vizinha”, acrescentou a entidade indígena, cobrando que o episódio seja investigado e os agressores, punidos.</p>
<p>Segundo órgãos federais, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/funai/pt-br/assuntos/noticias/2024/desmatamento-na-terra-indigena-apyterewa-pa-cai-96-7-no-primeiro-semestre-de-2024-com-acoes-do-governo-federal" target="_blank">Terra Indígena (TI) Apyterewa</a> já foi o território mais desmatado da Amazônia Legal. Até que, em outubro de 2023, o governo federal deflagrou uma megaoperação de desintrusão para retirar todos os não indígenas da área de cerca de 773 mil hectares destinados ao usufruto exclusivo dos parakanã. Cada hectare corresponde, aproximadamente, às medidas de um campo de futebol oficial.</p>
<p>Segundo a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), além de devolver o território aos indígenas, a desintrusão e a presença dos órgãos estatais quase zeraram o desmatamento na TI Apyterewa. Contudo, as riquezas naturais do território seguem despertando a cobiça de invasores e, de tempos em tempos, novos ataques às comunidades e confrontos entre indígenas e não indígenas são registrados.</p>
<p>De acordo com o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), entidade vinculada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o ataque da última quarta-feira foi o terceiro registrado em menos de três meses.</p>
<p>“São represálias dos invasores à reocupação dos indígenas nas áreas em que eles ocupavam antes da desintrusão. Os parakanã estão abrindo novas aldeias nessas áreas para fazer a vigilância e o trabalho de agricultura. Isso dificulta ou impede o retorno. A cada mês, então, os antigos invasores fazem ataques como se a terra fosse deles”, analisa, em nota, José Cleanton Ribeiro, da coordenação do Conselho Indigenista Missionário – Cimi Regional Norte 2.</p>
<p>“Ressalte-se que essa não é a primeira vez que a aldeia é alvo de agressões, o que agrava o clima de insegurança e apreensão entre os membros da comunidade [que reafirma] a necessidade de medidas urgentes por parte das autoridades competentes para garantir a proteção dos direitos fundamentais dos povos indígenas, incluindo a segurança física e territorial”, reforçou a Coiab, também em nota.</p>
<p>Consultado pela <strong>Agência Brasil</strong>, o MPF informou que só foi comunicado da ocorrência na quinta-feira (20) e que encaminhou a denúncia imediatamente à Polícia Federal (PF), solicitando que as informações fossem juntadas ao inquérito policial que já investiga os episódios anteriores.</p>
<p>“O MPF acompanha e aguarda o trabalho da PF na apuração objetiva dos fatos, relacionando os elementos materiais coletados com os testemunhos, a fim de se traçar um panorama realista do ocorrido”, informou o MPF. A reportagem entrou em contato com a superintendência da PF no Pará e aguarda por uma resposta. </p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Alex Rodrigues &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-02/indigenas-relatam-novo-ataque-armado-ti-apyterewa-no-para">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 25 Feb 2025 16:15:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/indigenas-relatam-novo-ataque-armado-a-ti-apyterewa-no-para/">Indígenas relatam novo ataque armado à TI Apyterewa, no Pará</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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