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	<title>Arquivo de Unaids - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Unaids - WeekNews</title>
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		<title>Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços</title>
		<link>https://weeknews.online/infeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-falta-de-recursos-ameaca-avancos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 22:11:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Internacional de Aids]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[ONU: 4 milhões de pessoas podem morrer de aids até 2030]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa aponta lacuna entre conhecimento e uso de PrEP contra o HIV]]></category>
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		<category><![CDATA[SUS adquire tecnologia para produzir principal remédio contra o HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Unaids]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à Aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento.   Em todo o mundo foram registradas 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 2010. Já o número de mortes por Aids no ano passado chegou a 570 mil. Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% em resposta&#8230;</p>
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<p>As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à Aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids).</p>
<p>No entanto, a organização alerta que <strong>este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento</strong>.  </p>
<p>Em todo o mundo foram registradas 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 2010. Já o número de mortes por Aids no ano passado chegou a 570 mil.</p>
<p>Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% em resposta a esse aumento.</p>
<p>O relatório foi divulgado antes da abertura da 26ª Conferência Internacional de Aids, maior evento global sobre a doença, que começou nesta segunda-feira (27) no Rio de Janeiro. Esta é a primeira edição da conferência no Brasil.</p>
<h2>Fim da pandemia de Aids</h2>
<p>A diretora-executiva da Unaids Winnie Byanyima ressaltou que <strong>o fim da epidemia de Aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável</strong>, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia pré-exposição (Prep) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses. </p>
<blockquote>
<p>“Essa é uma das maiores oportunidades que nós temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a Aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles”, enfatizou. </p>
</blockquote>
<p><strong>A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à prep injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a Aids como ameaça de saúde pública até 2030</strong>. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas ha algumas semanas. </p>
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<figure class="weeknews-ai-media jg-image-source-figure" style="margin:24px 0;max-width:100%;overflow:hidden;clear:both"><img src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/img_20260727_154759.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 27/07/2026 – A diretora-executiva do UNAIDS e subsecretária-geral das Nações Unidas, Winnie Byanyima, na coletiva de imprensa de abertura da 26° Conferência Internacional de AIDS.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil" loading="lazy" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit jg-image-source-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/infeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-falta-de-recursos-ameaca-avancos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Com</a></figcaption></figure>
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<p>A diretora-executiva do Unaids e subsecretária-geral das Nações Unidas, Winnie Byanyima, na coletiva de imprensa de abertura da 26° Conferência Internacional de AIDS. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=470082--></p>
</div>
</div>
<p>“Isso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais”, ressalvou Winnie. </p>
<blockquote>
<p>“A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa fazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nós escolheremos acabar com a Aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 2 milhões de novas infecções, e 1,3 bilhão de mortes relacionadas com à Aids”, complementou a diretora-geral da Unaids.</p>
</blockquote>
<p>O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. </p>
<p><strong>Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o <em>Overseas Development Assistance </em>(ODA) caíram 23% em 2025</strong>, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.</p>
<p>Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.</p>
<h2>Estigmatização</h2>
<p>Outro aspecto destacado pela Unaids é o recrudescimento da discriminacao contra pessoas LGBTI+ e populações vulneráveis, como trabalhadores sexuais e usuários de entorpecentes. <strong>Pela primeira vez, a criminalização de pessoas que se relacionam com outras do mesmo sexo aumentou em 2025 ao invés de diminuir, chegando a 66 países</strong>. </p>
<p>A organização também identificou 14 países que criminalizam pessoas trans, além de 168 países onde diferentes aspectos do trabalho sexual são proibidos, e 152 que punem a posse de pequenas quantidades de drogas. </p>
<blockquote>
<p>“Quando as pessoas temem a prisão, a violência, a discriminação, o estigma, elas evitam os serviços de saúde. O HIV se espalha quando direitos são negados. Os direitos humanos não estão separados da resposta ao HIV, eles são a resposta ao HIV” destacou a diretora-executiva da Unaids. </p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/infeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-falta-de-recursos-ameaca-avancos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Pesquisa: brasileiros que têm o vírus da Aids sofrem com discriminação</title>
		<link>https://weeknews.online/pesquisa-brasileiros-que-tem-o-virus-da-aids-sofrem-com-discriminacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 00:09:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Unaids]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Mais da metade dos brasileiros que têm o vírus da Aids já sofreu discriminação por causa da doença. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (8), em Brasília, pelo programa das Nações Unidas sobre a doença, o Unaids. A forma mais comum de discriminação é por comentários negativos e fofocas – dentro da família, em 35% dos casos, e fora dela, em quase 39%. Já 1 em cada 5 pessoas foi excluída de eventos sociais, religiosos ou familiares. Apesar de a taxa ter caído em relação à pesquisa de 2018, quando era de 64%, o estigma ainda impede que muitas pessoas busquem tratamento, não só no sistema de saúde. Foi o que explicou a coordenadora de educação e assistência da ONG Gestos, Jô Meneses. &#8220;Os serviços&#8230;</p>
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<p>Mais da metade dos brasileiros que têm o vírus da Aids já sofreu discriminação por causa da doença. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (8), em Brasília, pelo programa das Nações Unidas sobre a doença, o Unaids.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746749357_425_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746749358_341_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A forma mais comum de discriminação é por comentários negativos e fofocas – dentro da família, em 35% dos casos, e fora dela, em quase 39%.</p>
<p>Já 1 em cada 5 pessoas foi excluída de eventos sociais, religiosos ou familiares.</p>
<p>Apesar de a taxa ter caído em relação à pesquisa de 2018, quando era de 64%, o estigma ainda impede que muitas pessoas busquem tratamento, não só no sistema de saúde.</p>
<p>Foi o que explicou a coordenadora de educação e assistência da ONG Gestos, Jô Meneses.</p>
<p>&#8220;Os serviços que trabalham com assistência social, Bolsa Família, CadÚnico, a gente precisa que esses profissionais sejam sensibilizados. É importante que as gestões considerem esses dados tão importantes, como são os dados epidemiológicos, como são os dados dos avanços biomédicos&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo o levantamento, quase metade dos entrevistados desconfia que seu diagnóstico não é mantido em sigilo nas unidades de saúde. Isso agrava sintomas como depressão e ansiedade – relatados por até 40% dos participantes.</p>
<p>A pesquisa também ouviu pessoas afetadas por desastres climáticos e pela pandemia. Quase 1 em cada 4 perdeu consultas por causa da covid-19.</p>
<p>E, após eventos extremos, 20% tiveram dificuldade para conseguir os remédios.</p>
<p>Mesmo assim, o Brasil aparece em 4º lugar entre os países com menor estigma, atrás de Canadá, Portugal e África do Sul.</p>
<p>No ranking global, o Brasil se destaca por leis avançadas, mas ainda enfrenta desigualdades regionais e violência contra grupos mais vulneráveis.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> paulliny.tort , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/saude/audio/2025-05/pesquisa-brasileiros-que-tem-o-virus-da-aids-sofrem-com-discriminacao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 08 May 2025 22:58:53 +0000 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/pesquisa-brasileiros-que-tem-o-virus-da-aids-sofrem-com-discriminacao/">Pesquisa: brasileiros que têm o vírus da Aids sofrem com discriminação</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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