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	<title>Arquivo de Venezuela: Maduro assume 3º mandato e promete reforma na Constituição - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Venezuela: Maduro assume 3º mandato e promete reforma na Constituição - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>Com oposição rachada, Venezuela realiza eleição legislativa e regional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 11:26:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[González hoje se encontra asilado na Espanha]]></category>
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		<category><![CDATA[Trump anuncia tarifa contra países que comprarem petróleo da Venezuela]]></category>
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		<category><![CDATA[Venezuela condena novas sanções impostas por EUA e Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela: Maduro assume 3º mandato e promete reforma na Constituição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Com a oposição rachada, a Venezuela vai às urnas no próximo domingo (25) para eleger os 285 deputados da Assembleia Nacional (AN) para o período 2026-2031. Os cerca de 21 milhões de eleitores podem ainda votar para os 24 governos e assembleias estaduais. É o primeiro pleito para cargos eletivos desde a eleição presidencial de 28 de julho de 2024, que reelegeu o presidente Nicolás Maduro sob acusações de fraude da oposição, de organizações internacionais e de diversos países. O tribunal máximo do país confirmou a vitória do atual presidente, apesar do Poder Eleitoral não publicar os dados detalhados da votação.  Às vésperas da eleição, o governo anunciou ter desmantelado, nesta semana, uma nova tentativa de golpe de Estado com a prisão de&#8230;</p>
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        </a>
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Feed Últimas.<br />
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<p>Com a oposição rachada, a Venezuela vai às urnas no próximo domingo (25) para eleger os 285 deputados da Assembleia Nacional (AN) para o período 2026-2031. Os cerca de 21 milhões de eleitores podem ainda votar para os 24 governos e assembleias estaduais.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747913178_88_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747913178_178_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>É o primeiro pleito para cargos eletivos desde a eleição presidencial de 28 de julho de 2024, que reelegeu o presidente Nicolás Maduro sob acusações de fraude da oposição, de organizações internacionais e de diversos países. O tribunal máximo do país confirmou a vitória do atual presidente, apesar do Poder Eleitoral não publicar os dados detalhados da votação. </p>
<p>Às vésperas da eleição, o governo anunciou ter desmantelado, nesta semana, uma nova tentativa de golpe de Estado com a prisão de 38 suspeitos de planejarem ataques terroristas no país, sendo 17 estrangeiros. Maduro acusa ex-presidentes de direita da Colômbia de articularem o plano e suspendeu os voos oriundos do país vizinho.</p>
<p>Desta vez, a oposição vai às urnas dividida entre aqueles que defendem a abstenção, reunidos em torno da María Corina Machado, e os que defendem o voto como forma de disputar espaço institucional com o chavismo, reunidos principalmente em torno do ex-governador e ex-candidato a presidente Henrique Capriles.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/2025-01-12t181627z_1_lynxmpel0b08p_rtroptp_4_venezuela-condena-sancoes.jpg" alt="Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante cerimônia de posse para um terceiro mandato no cargo em Caracas&#13;&#10;10/01/2025 REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria" title="Reuters/Leonardo Fernandez Viloria/proibida a reprodução"/><br />
    <!-- END scald=411020 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=411020-->Oposição vai às eleições dividida contra apoiadores de Nicolás Maduro &#8211; Foto: <strong>Reuters/Leonardo Fernandez Viloria/proibida a reprodução</strong><!--END copyright=411020--></h6>
</p>
</div>
<h2>Campanha</h2>
<p>O professor do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Central de Venezuela (UCV) Rodolfo Magallanes explicou à <strong>Agência Brasil</strong> que a <strong>campanha para governos e assembleia não tem a mesma visibilidade da eleição presidencial</strong>, e se dá em um contexto de desconfiança em relação à lisura do último pleito, o que pode afetar o nível de participação.</p>
<p>“Obviamente, a questão econômica é central nessa eleição após uma crise que se prolongou por muito tempo na Venezuela e afetou significativamente os níveis salariais do país. Embora tenha havido algum controle da inflação nos últimos meses ou semanas, ela está voltando a crescer, não na mesma proporção que no passado, mas em níveis que causam alguma preocupação”, comentou.</p>
<p>Magallanes cita ainda a retomada de sanções econômicas contra o petróleo venezuelano pelo governo dos Estados Unidos como outro fator importante na conjuntura eleitoral.</p>
<p>“É claro que se trata de uma situação social delicada, caracterizada pela restrição dessas rendas petroleiras e seu impacto nas finanças públicas, em particular, nos salários dos servidores públicos, e também na qualidade dos serviços e seu custo para a população”, explicou.</p>
<h2>Oposição</h2>
<p><strong>María Corina Machado, a principal figura da oposição contra Maduro na eleição do ano passado, tem pregado a abstenção nas eleições do próximo domingo.</strong> </p>
<p>Impedida de disputar a eleição presidencial de 2024 devido a condenação por corrupção, ela indicou o diplomata Edmundo González para concorrer.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/2025-01-09t201924z_1_lynxmpel080uv_rtroptp_4_venezuela-politics-protests.jpg" alt="María Corina Machado discursa durante protesto em Caracas&#13;&#10;09/01/2025&#13;&#10;REUTERS/Maxwell Briceno" title="Maxwell Briceno/Reuters/direitos reservados"/><br />
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=410835-->María Corina Machado discursa durante protesto em Caracas &#8211; Foto: <strong>Maxwell Briceno/Reuters/direitos reservados</strong><!--END copyright=410835--></h6>
</p>
</div>
<p>González hoje se encontra asilado na Espanha e se considera o vencedor da eleição do ano passado, tendo ficado em segundo colocado de acordo com os números oficiais. </p>
<p>“O 25 de maio não é uma eleição porque teu voto não elege e, para defender a soberania popular, devemos defender o 28 de julho. Por isso, todo mundo diz: eu já votei em 28 de julho”, conclama Corina em uma rede social. </p>
<p>A ex-deputada sustenta que ir às urnas é respaldar o governo Maduro e o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), acusado de fraudar a última votação.</p>
<p>Já o ex-governador do estado Miranda, de 2008 a 2017, Henrique Capriles, tem pregado o voto da oposição para enfrentar o chavismo. <strong>Ele disputou a presidência contra o ex-presidente Hugo Chávez, em 2012, e contra Maduro, em 2013, tendo sido derrotado nas duas oportunidades.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Devemos usar o voto como o instrumento mais claro que temos para rejeitar tudo o que aconteceu e aqueles que sequestraram a soberania popular. Muitos de nós não estamos dispostos a parar de lutar para persistir na mudança do país”, afirmou o oposicionista em uma rede social.</p>
</blockquote>
<h2>Hegemonia</h2>
<p><strong>Capriles pretende reduzir a hegemonia chavista no país</strong>, que atualmente controla cerca de 90% da Assembleia Nacional, uma vez que em 2020 a maior parte da oposição pregou a abstenção. O chavismo ainda controla 19 dos 24 governos locais.</p>
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    <!-- END scald=108445 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=108445-->Henrique Capriles já <strong>disputou a presidência contra o ex-presidente Hugo Chávez e contra Maduro</strong> &#8211; Foto: <strong>Cristina Moure/Divulgação do Governo de Miranda</strong><!--END copyright=108445--></h6>
</p>
</div>
<p>O professor da UCV Rodolfo Magallanes avalia que a maioria dos grupos da oposição estão dispostos a participar das eleições, mas a divisão entre eles favorece o governo. </p>
<p>Para o especialista, o mapa político que sairá no domingo deve variar pouco em relação ao cenário atual.</p>
<p>“Na medida em que os candidatos da oposição se dispersam em várias alianças eleitorais, eles dispersam o voto entre si. Mesmo levando em conta o desgaste político do governo ao longo de tantos anos de gestão e a atual conjuntura econômica, será difícil, em alguns casos, para a oposição, reunir votos suficientes para formar um governo”, avalia.  </p>
<p><strong>O Partido Comunista da Venezuela (PCV) informou que não participará das eleições devido à falta de garantias eleitorais mínimas.</strong></p>
<p>“Embora o voto seja um direito e seu exercício não deva ser censurado, alertamos o povo venezuelano sobre as consequências para a vida democrática do país ao alimentar essa farsa eleitoral em que as instituições estatais não garantem os princípios de legalidade e transparência”, alerta o informe da legenda.</p>
<h2>Governo</h2>
<p><strong>Os candidatos ligados ao governo têm mobilizado a militância e o eleitorado chavista</strong> para manter o controle sobre a maioria das instituições e governos. Em transmissão oficial na televisão nesta semana, Maduro convocou a população ao voto.  </p>
<p>“Vamos romper a campanha de desinformação, o veto e o bloqueio que tentam impor a esse processo. Estamos do lado certo da história, e esta nova vitória nos permitirá avançar no melhor momento da Revolução Bolivariana e da renovada democracia da Venezuela”, afirmou.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-05/com-oposicao-rachada-venezuela-realiza-eleicao-legislativa-e-regional">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 22 May 2025 08:00:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Maduro: &#8220;esta posse venezuelana constitucional não puderam impedir&#8221;</title>
		<link>https://weeknews.online/maduro-esta-posse-venezuelana-constitucional-nao-puderam-impedir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 21:58:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[9% dos votos]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícia da prisão de Corina]]></category>
		<category><![CDATA[tensiona posse de Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela tem prisão de opositor acusado de golpe]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela: Maduro assume 3º mandato e promete reforma na Constituição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em cerimônia realizada na Assembleia Nacional da Venezuela, em Caracas, nesta sexta-feira (10), o presidente Nicolás Maduro foi empossado para o terceiro mandato como chefe do Executivo do país, para o período de 2025 a 2031. No discurso, a liderança chavista destacou que não puderam impedir a posse, apesar da pressão internacional e dos protestos da oposição. “Agora, trataram de converter a juramentação [posse oficial], na Venezuela, em uma guerra mundial. Que vão invadir, que entraram, que saíram. Digam o que quiserem, mas esta posse venezuelana constitucional não puderam impedir e é uma grande vitória da democracia venezuelana e das pessoas que querem paz e estabilidade”, afirmou Maduro. Ao assumir presidência,  Maduro destacou a reforma constitucional que pretende fazer ainda em 2025- Marcelo Garcia/Miraflores Palace Nos últimos&#8230;</p>
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<p>Em cerimônia realizada na Assembleia Nacional da Venezuela, em Caracas, nesta sexta-feira (10), o presidente Nicolás Maduro foi empossado para o terceiro mandato como chefe do Executivo do país, para o período de 2025 a 2031. No discurso, a liderança chavista destacou que não puderam impedir a posse, apesar da pressão internacional e dos protestos da oposição.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1736546303_557_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1736546304_900_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Agora, trataram de converter a juramentação [posse oficial], na Venezuela, em uma guerra mundial. Que vão invadir, que entraram, que saíram. Digam o que quiserem, mas esta posse venezuelana constitucional não puderam impedir e é uma grande vitória da democracia venezuelana e das pessoas que querem paz e estabilidade”, afirmou Maduro.</p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/posse_nicolas_maduro_03.jpg" alt="Venezuela's President Nicolas Maduro greets supporters as he arrives at the National Assembly to be sworn in for a third six-year term, in Caracas, Venezuela January 10, 2025. Marcelo Garcia/Miraflores Palace/Handout via REUTERS ATTENTION EDITORS - THIS IMAGE HAS BEEN SUPPLIED BY A THIRD PARTY" title="Marcelo Garcia/Miraflores Palace"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/posse_nicolas_maduro_03.jpg" alt="Venezuela's President Nicolas Maduro greets supporters as he arrives at the National Assembly to be sworn in for a third six-year term, in Caracas, Venezuela January 10, 2025. Marcelo Garcia/Miraflores Palace/Handout via REUTERS ATTENTION EDITORS - THIS IMAGE HAS BEEN SUPPLIED BY A THIRD PARTY" title="Marcelo Garcia/Miraflores Palace"/><br />
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=410862-->Ao assumir presidência,  Maduro destacou a reforma constitucional que pretende fazer ainda em 2025- <strong>Marcelo Garcia/Miraflores Palace</strong><!--END copyright=410862--></h6>
</p>
</div>
<p>Nos últimos dias, o candidato opositor Edmundo González fez uma peregrinação por países da região para receber apoio internacional e prometia, após ter se exilado na Espanha, regressar à Venezuela para intervir na posse de Maduro. </p>
<p>Em tom de brincadeira, Maduro questionou durante o discurso: “Chegou Edmundo? Peguem-no! Peguem o pataruco [sinônimo de covarde]! Como espero que ele chegue. Estou nervoso”, causando riso entre os presentes. Há pedido de prisão aberto contra Edmundo. Entre os motivos está conspiração contra as instituições venezuelanas. </p>
<p>A coalizão que apoiou González acusa o governo de fraude eleitoral e, com base em documentos eleitorais que possuem, afirmam que o ex-diplomata foi o vencedor. O governo alega que esses documentos são fraudados. Nessa sexta-feira (10), atos da oposição questionaram a posse de Maduro e a notícia da prisão, depois desmentida, da Maria Corina Machado, principal liderança da oposição do país, fez crescer o repúdio internacional contra o governo de Cararas.</p>
<p>Nesse contexto, Maduro foi juramentado pelo presidente da Assembleia Nacional, o deputado Jorge Rodríguez, a quem jurou defender a Constituição. Em seguida, agradeceu, entre outros atores, às delegações dos mais de 125 países e organizações internacionais presentes, citando, nominalmente, os representantes de Cuba, China, Rússia e Honduras.  </p>
<p>Questionado internacionalmente em relação a eleição de 28 de julho de 2024, Nicolas Maduro rebateu as críticas dizendo que não depende de governos estrangeiros para ser presidente da Venezuela.</p>
<blockquote>
<p>“Eu não fui nomeado presidente pelo governo dos Estados Unidos, nem pelos governos pró-imperialistas da direita latino-americana. E não me colocou aqui a oligarquia dos sobrenomes. Venho do povo, sou do povo, e meu poder emana da história e do povo”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>O governo Maduro tem enfrentado questionamentos em relação a eleição de 2024 que, segundo a apuração oficial, ratificada pelo Judiciário do país, deu a Maduro 51,9% dos votos contra 43,1% de Edmundo González. A oposição, organizações internacionais e países têm rejeitado o resultado porque não foram publicados os dados detalhados por mesa de votação, como sempre acontecia.</p>
<h2>Reforma constitucional</h2>
<p>O presidente Nicolas Maduro ainda destacou, em seu discurso, as linhas de trabalho que o governo deve assumir no novo mandato, destacando a reforma constitucional que pretende realizar ainda em 2025. Maduro defendeu atualizar a Constituição Bolivariana da Venezuela, de 1999.</p>
<p>“Que se atualize os postulados da Constituição sobre a nova sociedade humanista e democrática a ser construída. Que a Constituição seja atualizada para defender o país das novas ameaças tecnológicas que já conhecemos nas redes sociais”, disse.</p>
<p>O chefe do Executivo do país sul-americano acrescentou que assinará, ainda nesta sexta-feira, decreto para criar a Comissão Ampla Nacional de Elaboração do Projeto de Reforma Constitucional.</p>
<p>“Incluiremos o maior número de setores [na Comissão] para podermos ter um amplo apelo à ação. Acredito que esta Assembleia Nacional tem autoridade política, moral e constitucional para ser o epicentro deste ano deste debate com o povo”, completou.</p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/posse_nicolas_maduro_05.jpg" alt="Venezuela's President Nicolas Maduro gestures as he arrives to the National Assembly, on the day of his inauguration for a third six-year term in Caracas, Venezuela January 10, 2025. REUTERS/Gaby Oraa&#13;&#10;     TPX IMAGES OF THE DAY" title="Reuters/Gaby Oraa/Proibida reprodução"/><br />
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=410860-->Seu último mandato, de 2019 a 2025, foi marcado pelo bloqueio internacional liderado pelos Estados Unidos &#8211; <strong>Reuters/Gaby Oraa/Proibida reprodução</strong><!--END copyright=410860--></h6>
</p>
</div>
<h2>Histórico</h2>
<p>No poder desde 2013, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, venceu a primeira eleição presidencial após a morte do então presidente Hugo Chávez, principal liderança da chamada Revolução Bolivariana, processo político iniciado em 1999 e que promoveu uma refundação da república do país.</p>
<p>Em 2018, Maduro foi reeleito pela primeira vez, quando a maior parte da oposição boicotou a votação alegando falta de condições para competir. Seu último mandato, de 2019 a 2025, foi marcado pelo bloqueio internacional liderado pelos Estados Unidos contra a economia do país, em especial, contra o comércio do petróleo venezuelano.</p>
<p>A crise econômica, iniciada em 2014 com a queda nos preços do combustível no mercado global, se agravou ao longo do seu segundo mandato, chegando a um cenário de hiperinflação. Com isso, estima-se que mais de 7 milhões de venezuelanos imigraram.</p>
<p>Após o PIB retrair cerca de 75% entre 2014 e 2020, a Venezuela registrou uma recuperação econômica nos últimos anos, apesar dos salários ainda continuarem muito defasados.</p>
<p>Em janeiro de 2022, a Venezuela saiu oficialmente da hiperinflação. Segundo o Banco Central do país (BCV), o índice de preços de janeiro à outubro de 2024 ficou em 16,6%, número historicamente baixo para os padrões venezuelanos. De acordo com a Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (Cepal), a Venezuela deve ter um crescimento de 6,2% do PIB em 2024.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Lucas Pordeus León  &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-01/maduro-esta-posse-venezuelana-constitucional-nao-puderam-impedir%22">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 10 Jan 2025 15:09:00 -0300 </p>

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		<title>Nicolás Maduro toma posse como presidente da Venezuela pela 3ª vez</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 21:29:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Venezuela: Maduro assume 3º mandato e promete reforma na Constituição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Nicolás Maduro toma posse como presidente da Venezuela nesta sexta-feira (10) e o início do novo mandato, de seis anos, deve ser marcado por isolamento, falta de diálogo e desafios para superar a crise econômica. É o que avaliam especialistas ouvidos pela nossa reportagem. Segundo o professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UNB), Roberto Menezes, o novo mandato terá como principal ponto de sustentação interno o apoio dos militares. Para a posse, inclusive, foi acionada uma quantidade inédita de forças de segurança nas ruas da capital Caracas. Na opinião de Roberto, Nicolás Maduro perdeu a oportunidade de romper o isolamento da Venezuela, principalmente após descumprir o Acordo de Barbados, assinado em 2023, quando governo e oposição definiram as regras para as&#8230;</p>
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<p>Nicolás Maduro toma posse como presidente da Venezuela nesta sexta-feira (10) e o início do novo mandato, de seis anos, deve ser marcado por isolamento, falta de diálogo e desafios para superar a crise econômica. É o que avaliam especialistas ouvidos pela nossa reportagem.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1736544554_500_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1736544554_855_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo o professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UNB), Roberto Menezes, o novo mandato terá como principal ponto de sustentação interno o apoio dos militares. Para a posse, inclusive, foi acionada uma quantidade inédita de forças de segurança nas ruas da capital Caracas. Na opinião de Roberto, Nicolás Maduro perdeu a oportunidade de romper o isolamento da Venezuela, principalmente após descumprir o Acordo de Barbados, assinado em 2023, quando governo e oposição definiram as regras para as eleições nacionais.</p>
<p>O professor Alcides Vaz, também do Instituto de Relações Internacionais da UNB, pensa que Maduro sofre pressões não apenas pela falta de transparência no processo eleitoral, mas também pelo desgaste &#8220;natural&#8221; da longa permanência sem alternância de poder e da crise econômica. Com o atual rompimento de relações com outros países latino-americanos, não há possibilidade de solução negociada a curto prazo, avalia o professor. O candidato da oposição, Edmundo González, esteve esta semana no Panamá e ainda tem viajado para obter apoio além dos Estados Unidos e Europa, mesmo que de forma indireta, explica Alcides.</p>
<p>Desde o ano passado, o governo brasileiro, liderança regional, passou a adotar uma postura mais articulada com os demais países latino-americanos e distanciada de Maduro. O Brasil recebeu convite para posse do presidente venezuelano, nesta sexta, em Caracas. O presidente Lula não foi convidado pessoalmente para a cerimônia, e sim o corpo diplomático brasileiro na Venezuela.</p>
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<p><em>*Com produção de Dayana Vitor. </em></p>
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<p> raissa.saraiva , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2025-01/nicolas-maduro-toma-posse-como-presidente-da-venezuela-pela-3a-vez">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 10 Jan 2025 13:19:57 +0000 </p>

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